Espírito Santo divulga pesquisa inédita sobre a realidade das mulheres no Estado
O Governo do Espírito Santo lançou o Atlas das Mulheres, uma pesquisa inédita que ouviu mais de 1,4 mil mulheres de várias regiões do Estado. O estudo traz um panorama detalhado das condições femininas, abordando aspectos econômicos, sociais e culturais no ES.
A pesquisa revela que quase metade das mulheres são as principais responsáveis financeiras em seus lares, mas enfrentam desafios como sobrecarga e desigualdades raciais e sociais. Destaca ainda as dificuldades específicas de mulheres negras, idosas e de áreas rurais.
Além dos dados estatísticos, o levantamento contribui para orientar políticas públicas focadas em equidade, combate à violência de gênero e melhorias no acesso à educação e mercado de trabalho.
O Governo do Espírito Santo divulgou o Atlas das Mulheres do Espírito Santo, uma pesquisa inédita que ouviu mais de 1,4 mil mulheres em diferentes regiões do Estado. O estudo, realizado pela Secretaria Estadual das Mulheres (SESM) entre 2023 e 2025, combina dados estatísticos e relatos das participantes para oferecer um panorama detalhado das condições femininas locais.
A pesquisa destaca que 48,14% das mulheres são as principais responsáveis financeiras de seus lares, um índice próximo ao do IBGE. Entretanto, esse protagonismo convive com a sobrecarga e desigualdades raciais e sociais, que influenciam a renda, o acesso ao trabalho e a qualidade de vida.
O levantamento aprofundou realidades específicas, como a das trabalhadoras domésticas, mulheres idosas e periféricas, que apresentam maior responsabilidade econômica. Mulheres negras enfrentam barreiras maiores, com menos acesso a oportunidades e renda, mantendo essa parcela na base da pirâmide social.
Além disso, o Atlas evidencia diferenças no acesso à educação, principalmente para mulheres rurais, pomeranas, assentadas, pescadoras e agricultoras familiares, que enfrentam desafios como preconceito e abandono escolar precoce. Também revela a desigualdade de gênero na carreira científica, onde mulheres representam somente 27% dos profissionais com mais de duas décadas de atuação.
O enfoque no diálogo foi fundamental, com rodas de conversa que levantaram demandas e ajudam a orientar políticas públicas mais sensíveis às diversas realidades.
O material está disponível para consulta no site da SESM e visa contribuir para a formulação de políticas que fortaleçam a equidade, o enfrentamento da violência de gênero e a educação cidadã no Espírito Santo.
Quem Recebe Primeiro a Restituição do IR 2026? Saiba os Critérios da Receita Federal
A Receita Federal já está recebendo as declarações do Imposto de Renda 2026. Quem entregar primeiro, sem erros, pode ser incluído nos primeiros lotes de restituição. A prioridade é dada a idosos acima de 80 anos, pessoas com deficiência, professores e contribuintes que optam pela declaração pré-preenchida e pagamento via Pix.
As restituições começam a ser pagas a partir de 29 de maio, em quatro lotes até agosto. O valor é creditado em conta bancária ou via Pix, desde que a chave Pix seja do titular. Contas salário não são aceitas. Declarações com inconsistências podem sofrer atrasos por análise da Receita.
Para evitar problemas, é importante revisar os dados da declaração. Dentro de cada grupo prioritário, quem envia primeiro recebe antes, desde que não haja pendências. Entenda os critérios e garanta seu pagamento no prazo.
A Receita Federal já recebe as declarações do Imposto de Renda 2026. Quem entregar o documento antes pode ser incluído nos primeiros lotes de restituição, desde que a declaração não tenha pendências. A restituição do Imposto de Renda é o valor devolvido ao contribuinte que pagou imposto além do necessário ao longo do ano.
A prioridade para o pagamento segue regras legais e operacionais. Primeiro, recebem idosos acima de 80 anos, depois quem tem mais de 60, pessoas com deficiência ou doença grave e, na sequência, contribuintes da área de magistério. Na parte operacional, têm preferência quem usa a declaração pré-preenchida e opta pelo recebimento via Pix.
O modelo pré-preenchido já traz informações como rendimentos, bens e dados de terceiros, agilizando o processo. Mas é essencial que o contribuinte revise todos os dados para evitar erros e possíveis fiscalizações. Além disso, dentro de cada grupo, quem envia a declaração primeiro terá a restituição antes, caso não existam erros.
As restituições começarão a ser pagas a partir de 29 de maio, divididas em quatro lotes regulares até o final de agosto. O valor será creditado em conta bancária ou via Pix, desde que a chave Pix pertença ao CPF do titular da declaração. Contas salário não são aceitas para este crédito.
Se forem encontradas inconsistências, a declaração pode cair na malha fiscal, adiando o pagamento. Caso a Receita conclua que está tudo correto, a restituição será liberada seguindo a ordem dos lotes e prioridades.
Peixe ancestral usava pulmão para captar sons debaixo d’água
Peixes pré-históricos do grupo dos celacantos, que viveram há cerca de 240 milhões de anos, utilizavam seus pulmões também para captar sons debaixo d’água. Essa descoberta foi possível graças à análise de fósseis feita com técnicas avançadas de raios X, revelando uma estrutura óssea que conectava o pulmão ao sistema auditivo desses animais.
O pulmão funcionava como órgão sensorial, transmitindo ondas sonoras para os ouvidos internos, de maneira semelhante à bexiga natatória de peixes modernos. Apenas duas espécies antigas apresentavam essa característica, que foi gradualmente perdida com a adaptação a ambientes marinhos profundos.
A pesquisa evidencia como a evolução moldou os sentidos dos organismos aquáticos ao longo do tempo, mostrando a multifuncionalidade dos órgãos e a complexidade dos sistemas sensoriais em espécies antigas.
É comum relacionarmos órgãos aos sentidos, como olhos à visão. No entanto, um estudo recente mostra que alguns peixes pré-históricos do grupo dos celacantos usavam os seus pulmões para audição subaquática. Esses animais, que viveram há cerca de 240 milhões de anos, tinham pulmões desenvolvidos ligados a estruturas ósseas, que, segundo pesquisadores do Museu de História Natural e da Universidade de Genebra, atuavam também na detecção de sons.
Com o uso de imagens feitas por síncrotron, uma técnica avançada de raios X, foi possível analisar a estrutura interna dos fósseis encontrados na França. O exame revelou um pulmão ossificado com extensões ósseas, além de um canal que conecta os órgãos de audição e equilíbrio nos embriões dos celacantos modernos, indicando um sistema sensorial complexo para captar ondas sonoras debaixo d’água.
Essa conexão funcionava transmitindo os sons captados no pulmão para os ouvidos internos dos peixes, de forma semelhante à função da bexiga natatória em peixes atuais de água doce. A descoberta foi divulgada na revista Communications Biology e sugere que o órgão pulmão tinha múltiplos usos além da respiração.
Apenas duas espécies desses peixes antigos apresentavam essa adaptação, que foi gradativamente perdida conforme seus descendentes se adaptaram a ambientes marinhos profundos. Seus pulmões regrediram e o sistema auditivo via pulmão tornou-se desnecessário, evidenciando como a evolução moldou as funções sensoriais de organismos aquáticos ao longo dos milênios.
CSN anuncia venda rápida de ativos para equilibrar dívidas
A CSN confirmou a intenção de vender a CSN Cimentos e participação em ativos de infraestrutura para equilibrar sua dívida de curto prazo. O presidente Benjamin Steinbruch afirmou que essas operações serão concluídas rapidamente, idealmente antes das eleições.
Memorandos de entendimento devem ser finalizados em 30 dias e uma lista curta deve sair em até dois meses, com interesse de grupos chineses e da J&F Investimentos. A venda pode levantar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões para a empresa.
Esse plano é sustentado por um empréstimo de US$ 1,4 bilhão, com prazo de cinco anos e garantias dos ativos à venda. Apesar da alavancagem ainda alta e pressão nas debêntures, a CSN aposta na confiança do mercado para acelerar os desinvestimentos.
A CSN anunciou que vai vender a CSN Cimentos e uma participação minoritária em sua área de infraestrutura após obter um empréstimo de até US$ 1,4 bilhão para equilibrar sua dívida de curto prazo. O presidente Benjamin Steinbruch garante que as vendas serão rápidas e que o objetivo é concluir os negócios antes das eleições.
Nos próximos 30 dias, os memorandos de entendimento (MOUs) com potenciais compradores devem ser finalizados, com uma shortlist prevista para sair em até dois meses. Três grupos chineses já assinaram MOUs para a operação da CSN Cimentos, e a J&F Investimentos estaria interessada.
No setor de infraestrutura, a intenção é vender até 40% de ativos como a ferrovia MRS, o terminal portuário Tecar, o terminal de contêineres no porto de Itaguaí e o Grupo Tora. Fundos e parceiros estratégicos mostram interesse, o que pode acelerar essas negociações.
Internamente, a CSN espera levantar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões com os desinvestimentos. O empréstimo sindicalizado tem prazo de cinco anos, taxa vinculada ao juro dos EUA mais 6%, e é garantido pelos ativos à venda, demonstrando comprometimento com o plano.
Apesar disso, as debêntures da CSN seguem pressionadas, com quedas significativas no valor de mercado, reflexo da dívida e da situação externa. A alavancagem da empresa subiu para 3,47x no último trimestre, e o mercado permanece cauteloso, aguardando o avanço das vendas para rever avaliações.
Segundo Steinbruch, o financiamento junto a bancos como Morgan Stanley, Citi, HSBC, BB e Bradesco reforça a confiança na capacidade financeira da CSN enquanto as operações progridem.
A teoria da tecnologia extraterrestre ligada à Guerra do Iraque
A teoria de que a Guerra do Iraque envolveu tecnologia extraterrestre se baseia na ideia de que portais interdimensionais, chamados “Stargates”, teriam sido um dos objetivos do conflito. Essas especulações se apoiam em antigas civilizações sumérias e egípcias, que supostamente teriam acesso a tecnologias avançadas de origem desconhecida.
O interesse por essas teorias aumentou após a invasão de 2003, já que as armas de destruição em massa não foram encontradas. Pesquisadores sugerem que essas tecnologias teriam vindo de contatos com civilizações não humanas, embora não haja evidências científicas ou oficiais que confirmem.
Especialistas destacam que essas narrativas ganham força em momentos de incerteza geopolítica e questionamento das motivações oficiais. No entanto, a explicação mais racional para o conflito envolve interesses econômicos e estratégicos, enquanto os “Stargates” permanecem no campo da ficção científica.
Teorias envolvendo tecnologia extraterrestre e portais interdimensionais permanecem populares desde os conflitos no Iraque. Uma dessas ideias sugere que a guerra teve como um dos objetivos encontrar supostos “Stargates”, dispositivos capazes de permitir viagens instantâneas pelo universo.
Essa especulação se apoia em civilizações antigas, como os sumérios e egípcios, que supostamente tinham acesso a tecnologias avançadas de origem desconhecida. O território iraquiano, rico em vestígios dessas culturas, passou a ser foco dessas teorias.
O interesse por esse tema aumentou depois da invasão de 2003, uma vez que as armas de destruição em massa, motivo oficial da guerra, nunca foram encontradas. Pesquisadores como Michael Salla defendem que contatos com civilizações não humanas teriam revelado tecnologias extremamente avançadas.
Essas ideias, no entanto, não têm suporte em evidências concretas, nem de autoridades americanas nem do governo iraquiano. O desenvolvimento da teoria conecta-se mais à cultura popular e à ficção científica, que exploram conceitos de portais interdimensionais.
Especialistas observam que narrativas deste tipo ganham força em momentos de incerteza geopolítica, quando motivações oficiais são questionadas. As análises mais racionais apontam para razões econômicas e estratégicas nos conflitos da região.
Apesar disso, o fascínio por tecnologias desconhecidas segue presente na imaginação popular, embora os Stargates permaneçam no campo da ficção, sem comprovação histórica ou científica.
Marte está girando mais rápido devido a movimentações internas, dizem astrônomos
Pesquisas recentes indicam que Marte está girando mais rapidamente, com seu dia encurtando em frações de milésimo de segundo a cada ano. A descoberta foi feita pela missão InSight da NASA, por meio do experimento RISE, que analisou a rotação do planeta vermelho.
Os cientistas acreditam que essa aceleração está ligada a uma anomalia no manto de Marte, na região de Tharsis, onde há vulcões gigantes como o Monte Olimpo. Uma massa menos densa, chamada pluma do manto, se move para a superfície, causando uma redistribuição de massa que acelera a rotação.
Essa teoria sugere que Marte ainda possui atividade interna e calor suficiente para sustentar movimentos geológicos, contrariando a ideia de que o planeta estaria inativo. Novas missões serão importantes para entender melhor essa dinâmica e seus efeitos na rotação marciana.
Marte, considerado por muito tempo um planeta geologicamente inativo, mostra sinais de estar girando mais rápido. A missão InSight, da Nasa, detectou que a velocidade de rotação do planeta está aumentando cerca de 4 milésimos de segundo de arco por ano, reduzindo o tempo de um dia marciano em frações de milissegundo. Essa descoberta foi possível graças ao experimento RISE, que revelou essa aceleração ainda pouco explicada.
Cientistas inicialmente pensaram que a variação se devia ao acúmulo de gelo nas calotas polares ou processos de rebote pós-glacial, que mudam a distribuição da massa do planeta, semelhante ao efeito do corpo de um patinador ao girar. Porém, um estudo publicado no Journal of Geophysical Research: Planets indica que a causa pode estar relacionada a uma anomalia profunda no manto marciano, na região de Tharsis, famosa por seus vulcões gigantes, como o Monte Olimpo.
Essa anomalia consiste em uma massa menos densa subindo do interior do planeta, conhecida como pluma do manto, que desloca material em direção à superfície. Esse movimento interno redistribui a massa e aproxima parte dela do eixo de rotação, aumentando a velocidade do giro de Marte. Dados gravitacionais acumulados desde a década de 1970 confirmam padrões incomuns nessa região, reforçando a hipótese de atividade interna ainda presente.
Se confirmada, essa teoria indica que Marte mantém calor suficiente para sustentar movimentos internos e vulcânicos, desafiando a ideia de que o planeta estaria friamente inerte há bilhões de anos. Novas missões serão essenciais para aprofundar o conhecimento sobre essa dinâmica interna e seu efeito na rotação marciana.
Exame de sangue pode indicar risco de demência até 25 anos antes dos sintomas
Pesquisadores da Universidade da Califórnia criaram um exame de sangue capaz de prever o risco de demência até 25 anos antes dos sintomas aparecerem. O teste mede a proteína tau fosforilada 217 (p tau217), ligada a alterações cerebrais iniciais associadas à doença de Alzheimer.
O estudo acompanhou 2.766 mulheres entre 65 e 79 anos por mais de 20 anos, mostrando que níveis altos dessa proteína indicam um risco três a sete vezes maior de desenvolver demência. A análise também considerou fatores como idade, genética e terapia hormonal.
Essa técnica menos invasiva pode facilitar a detecção precoce e o monitoramento da condição, contribuindo para o desenvolvimento de intervenções futuras e programas de prevenção.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego desenvolveram um exame que pode identificar o risco de demência até 25 anos antes dos sintomas surgirem. O teste mede a proteína tau fosforilada 217 (p tau217) no sangue, que está associada a alterações cerebrais precoces ligadas à doença de Alzheimer.
O estudo acompanhou 2.766 mulheres saudáveis, entre 65 e 79 anos, por mais de duas décadas. Durante esse período, 1.311 apresentaram comprometimento cognitivo leve ou demência. Níveis altos de p tau217 indicaram risco três a sete vezes maior de desenvolver a doença.
A proteína tau, que normalmente ajuda a manter as células nervosas estáveis, sofre alterações na doença de Alzheimer, promovendo danos cerebrais. Assim, a p tau217 serve como um marcador biológico para identificar essas mudanças muito antes dos sintomas.
A análise também revelou que idade, genética e terapia hormonal influenciam a relação entre p tau217 e o risco de demência. Mulheres com o gene APOE ε4 e aquelas que fizeram terapia combinada de estrogênio e progestina apresentaram maior associação entre os níveis da proteína e o declínio cognitivo.
Além disso, o exame mostrou eficácia em diferentes grupos raciais, com previsão aprimorada ao combinar idade e proteína. Esta abordagem menos invasiva e mais acessível que exames cerebrais ou de líquido espinhal pode facilitar a detecção precoce.
Embora o exame não seja indicado ainda para pessoas sem sintomas, ele pode oferecer uma nova forma de monitorar e prevenir problemas cognitivos. Futuras pesquisas devem aprofundar como fatores biológicos afetam a p tau217, abrindo caminho para intervenções.
CEOs de grandes multinacionais deixam cargos devido ao impacto da inteligência artificial
Nos últimos meses, CEOs de grandes empresas globais anunciaram suas saídas, citando a inteligência artificial como fator decisivo. James Quincey, da Coca-Cola, e Douglas McMillon, do Walmart, explicaram que a adoção da IA exigirá perfis diferentes para liderar.
Esses líderes destacam que a transformação tecnológica vai além da inovação em produtos e serviços. Ela também redefine a governança e as estratégias empresariais, exigindo adaptação para acompanhar os avanços da IA generativa.
A mudança no comando dessas empresas mostra como a tecnologia influencia o mercado e molda novos modelos de gestão, apontando para um futuro corporativo mais integrado à inteligência artificial.
A presença crescente da inteligência artificial tem influenciado decisões importantes no alto escalão de grandes empresas. Nos últimos meses, dois CEOs de multinacionais anunciaram suas saídas, citando a transformação tecnológica como um fator-chave para a mudança de liderança.
James Quincey, que esteve à frente da Coca-Cola desde 2017, afirmou em entrevista à CNBC que sua saída reflete a necessidade de um perfil diferente para conduzir a companhia numa nova etapa marcada pela adoção da IA generativa. Ele destacou que, apesar dos avanços anteriores, a introdução dessa tecnologia representa uma mudança profunda no cenário empresarial. Henrique Braun, diretor de operações, deve assumir seu lugar.
No Walmart, Douglas McMillon, que liderava a empresa desde 2014, também vinculou sua decisão à aceleração das transformações promovidas pela inteligência artificial. Ele acredita que o novo ciclo, impulsionado por essas tecnologias, exigirá uma continuidade a longo prazo que ele não poderia garantir, passando o comando a John Furner no início deste ano. A varejista já utiliza a inteligência artificial para automatizar a cadeia de suprimentos e desenvolver assistentes digitais para clientes, com planos de ampliar essas iniciativas.
Esses relatos evidenciam que a inteligência artificial está transformando não só serviços e produtos, mas também a governança das empresas, exigindo novos perfis e estratégias para enfrentar os desafios do futuro.
Sobrevivente do Césio-137 comenta série Emergência Radioativa da Netflix
A série Emergência Radioativa, disponível na Netflix, retrata o acidente do Césio-137 que impactou Goiânia em 1987. Lourdes das Neves Ferreira, sobrevivente do evento, compartilha suas lembranças difíceis e destaca a importância de manter viva a memória dessa tragédia para evitar o esquecimento.
Lourdes comenta também sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pelos sobreviventes, que recebem pensões insuficientes do governo de Goiás. A recente repercussão da série ajudou a impulsionar debates sobre reajustes nos benefícios, buscando garantir mais dignidade e apoio a essas famílias.
Esse novo interesse na história dos contaminados pelo Césio-137 reforça a necessidade de atenção pública e manutenção do tema na memória coletiva, com foco na saúde e condições de vida dos afetados.
A série da Netflix Emergência Radioativa tem levado o público a conhecer a tragédia do Césio-137 que marcou Goiânia em 1987. Para Lourdes das Neves Ferreira, de 74 anos, moradora afetada pelo ocorrido, a produção trouxe memórias difíceis, mas ela reconhece a importância de divulgar esse episódio para evitar que seja esquecido. Na série, a personagem Catarina representa Lourdes, e sua filha Celeste encarna a criança Leide, que, na vida real, foi contaminada aos seis anos ao ter contato com o material radioativo.
Lourdes destaca que a visibilidade gerada tem ajudado os sobreviventes a terem mais atenção pública e reivindicar apoio, já que recebem pensão vitalícia do governo de Goiás no valor de R$ 954 mensais, insuficiente para custos básicos, agravados por empréstimos e despesas como IPTU. Embora tenha uma casa concedida pelo governo, a precária situação financeira preocupa, e ela busca um final de vida com dignidade.
A repercussão de Emergência Radioativa impulsionou concessionários e autoridades a apresentarem propostas de reajuste das pensões. Sobreviventes que tiveram contato direto com o Césio-137 devem ter o benefício aumentado dos atuais R$ 1.908 para R$ 3.242. Os demais receberiam R$ 1.621, contra os R$ 954 atuais. Vale lembrar que esses valores estavam congelados há sete anos, período marcado por cortes em benefícios essenciais e acesso a medicamentos.
Esse movimento renovado ajuda a dar voz àqueles que enfrentam problemas contínuos de saúde e dificuldades financeiras decorrentes da contaminação por Césio-137, reforçando a necessidade de manter o tema vivo na memória pública.
Europa alerta para possível envio de drones russos ao Irã
Aliados europeus estão preocupados com a possível transferência de drones avançados da Rússia para o Irã. Essa cooperação militar visa fortalecer a aliança dos dois países frente aos conflitos envolvendo Estados Unidos e Israel.
A Rússia tem auxiliado o Irã com imagens de satélite, dados de inteligência e tecnologia militar, inclusive drones usados em ataques na região. Isso aumenta as tensões geopolíticas e influencia a dinâmica dos conflitos e do mercado de petróleo.
Apesar das negações oficiais, a troca de armamentos e transferência de conhecimento entre Rússia e Irã ocorre em meio a um cenário internacional instável, elevando os riscos para a segurança global.
Aliados europeus manifestam preocupação crescente sobre a possibilidade de a Rússia estar perto de enviar drones avançados para o Irã, seu parceiro tradicional, para uso no conflito envolvendo Estados Unidos e Israel. A aliança entre esses países se fortaleceu durante a invasão da Ucrânia, período em que a Rússia utilizou equipamentos iranianos e aumentou suas compras de petróleo persa, ajudando Teerã a escapar de sanções ocidentais.
Recentemente, a Rússia tem fornecido ao Irã imagens de satélite e dados de inteligência, incluindo possíveis alvos militares americanos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, indicou que essa cooperação inclui drones produzidos sob licença iraniana, usados em ataques contra bases dos EUA na região.
Fontes de inteligência europeias reportam que a Rússia pode estar concluindo o envio de drones, remédios e alimentos ao Irã. Autoridades da OTAN e do Reino Unido ressaltam uma cooperação cada vez mais sincronizada entre Rússia e Irã, envolvendo compartilhamento de tecnologia, treinamento e táticas militares.
Apesar das negações do Kremlin sobre fornecimento de armas, veículos aéreos não tripulados russos têm sido fundamentais para o Irã diante da intensa campanha de bombardeios americanos e israelenses em suas instalações de produção. A Rússia mantém a postura de apoio como contrapartida à assistência militar dos EUA à Ucrânia.
Esta cooperação entre Rússia e Irã representa um aspecto chave nas tensões geopolíticas atuais, que influenciam também os preços internacionais do petróleo e a dinâmica dos conflitos em múltiplas frentes.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação