Highguard apresenta personagem inspirado em Neymar, diz estúdio
O estúdio Wildlight Entertainment, responsável por Highguard, revelou que o personagem Atticus foi inspirado no jogador brasileiro Neymar Jr. Essa influência faz parte do processo criativo do jogo, que combina elementos globais para moldar seus personagens.
Highguard é um raid-shooter PvP 3v3 gratuito que mistura tiroteios com habilidades arcanas. O título oferece modos de cerco onde equipes disputam o controle de uma espada poderosa chamada Shieldbreaker, em partidas dinâmicas e estratégicas.
Disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, Highguard traz cinco mapas, oito personagens jogáveis e suporte a cross-play. O estúdio aposta em atualizações constantes com conteúdo gratuito, mantendo microtransações limitadas a itens cosméticos.
Sem muito alarde desde seu anúncio no The Game Awards, Highguard está começando a revelar detalhes interessantes. O estúdio Wildlight Entertainment, formado por veteranos de jogos como Apex Legends e Call of Duty, confirmou que o personagem Atticus, protagonista do título, foi inspirado em Neymar Jr., jogador brasileiro de futebol. A referência não é direta, mas parte de um conjunto de influências globais utilizadas na criação do personagem.
Highguard é um raid-shooter PvP 3v3 gratuito que combina tiroteios com habilidades arcanas e modos de cerco. O objetivo das partidas é proteger ou destruir bases inimigas enquanto as equipes disputam o controle da poderosa espada Shieldbreaker. Cada jogo evolui com novas investidas, regeneração de escudos e surgimento de equipamentos, mantendo a ação dinâmica e estratégica.
Os jogadores controlam Sentinelas, personagens que misturam armamento tradicional e magia, proporcionando uma experiência que valoriza o gunplay. Montarias adicionam mobilidade e táticas diferenciadas, favorecendo combates em movimento e o transporte do Shieldbreaker.
O título chega com cinco mapas, oito personagens jogáveis, vários tipos de armas, montarias e itens. A Wildlight mantém um compromisso com atualizações constantes durante 2026, entregando conteúdo gratuito que impacte a jogabilidade, enquanto microtransações ficam restritas a itens cosméticos, sem loot boxes.
Highguard já está disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com suporte a cross-play, ampliando o alcance para diversos públicos. A inspiração no Neymar Jr. adiciona um toque cultural ao jogo, que busca se destacar entre os shooters gratuitos no mercado global.
Meta, TikTok e YouTube serão julgados nos EUA por suposto vício em jovem
Meta, TikTok e YouTube serão julgados nos Estados Unidos por alegações de terem causado dependência em uma jovem de 19 anos. O processo, que ocorre na Califórnia, é o primeiro desse tipo contra grandes empresas de mídia digital.
A ação judicial questiona se o design das plataformas levou a depressão e pensamentos suicidas da jovem. O júri avaliará se houve negligência das empresas em relação à saúde mental da autora.
Meta nega responsabilidade, YouTube argumenta distinção de suas plataformas e TikTok não comenta o processo. O caso destaca o debate sobre o impacto das redes sociais na saúde mental jovem.
Meta, TikTok e YouTube serão julgados nos Estados Unidos por alegações de terem causado vício em uma jovem de 19 anos. Ela afirma que o design dessas plataformas a tornou dependente, levando a depressão e pensamentos suicidas. O processo, que acontece no Tribunal Superior da Califórnia, marca o primeiro caso do tipo a chegar a julgamento contra grandes empresas de mídia digital.
O advogado da autora destacou que as companhias enfrentarão um nível de escrutínio inédito, diferente dos depoimentos no Congresso. O júri avaliará se houve negligência das empresas ao disponibilizar produtos que afetaram a saúde mental da jovem e se o uso das plataformas foi um fator direto em seu quadro, afastando outras causas externas.
A Meta nega responsabilidade sobre o impacto desses aplicativos e rejeita a ideia de que causaram os problemas da autora. Já o YouTube argumenta que suas plataformas possuem natureza distinta das redes sociais tradicionais e não deveriam ser incluídas no mesmo julgamento. O TikTok, por sua vez, optou por não comentar os detalhes do processo.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, está previsto para testemunhar, assim como o presidente-executivo da Snap, empresa relacionada que resolveu o caso em acordo separado. A ação judicial traz à tona o debate sobre o real efeito de plataformas digitais na saúde mental dos usuários jovens, um tema em crescente discussão global.
Gilmar Mendes defende Dias Toffoli diante de críticas sobre caso Banco Master
O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, saiu em defesa do colega Dias Toffoli em meio às críticas relacionadas à sua atuação no caso Banco Master. Mendes ressaltou que Toffoli mantém o compromisso com a Constituição e que sua condução do processo é considerada regular pela Procuradoria-Geral da República.
Mendes destacou a importância de preservar a independência judicial e o respeito às instituições para garantir a confiança da sociedade. Em paralelo, o presidente do STF, Edson Fachin, enfatizou a necessidade da criação de um código de ética para as cortes superiores, reforçando a autolimitação interna do Judiciário para evitar interferências externas.
O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, manifestou-se em defesa do ministro Dias Toffoli diante das críticas relacionadas à atuação no caso Banco Master. Mendes destacou que Toffoli mantém um compromisso com a Constituição e que sua condução respeita o devido processo legal, sendo avaliada como regular pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Para o ministro, é fundamental preservar a independência judicial e respeitar as instâncias institucionais a fim de garantir a confiança da sociedade nas instituições. A posição de Gilmar Mendes ocorre em meio às suspeitas de possível conflito de interesse envolvendo Toffoli, que geraram debates sobre sua permanência na relatoria do processo.
O presidente do STF, Edson Fachin, também comentou a situação, evitando avaliar condutas individuais, mas reforçando a importância da criação de um código de ética para as Cortes superiores. Fachin alertou que a autolimitação interna pode impedir interferências externas no Judiciário, afirmando haver maioria favorável à medida.
A PGR, conforme divulgado por Mendes, arquivou o pedido de afastamento de Toffoli da relatoria do caso. Integrantes do órgão consideram que pedidos similares dificilmente obteriam sucesso no STF, especialmente sem provas além de reportagens publicadas.
Nos últimos dias, a atuação do ministro no caso Banco Master causou controvérsias, com decisões que restringiram o acesso da Polícia Federal a provas e relações familiares próximas a investigados. Toffoli também já havia sido alvo de críticas por voar em jatinho particular com o advogado do banco para evento esportivo.
Lula fala com Trump por telefone e agenda visita a Washington
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa de 50 minutos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na segunda-feira (26). Foi pactuada uma visita de Lula a Washington, prevista para após suas viagens à Índia e Coreia do Sul em fevereiro.
Durante a ligação, os presidentes discutiram a situação na Venezuela, com Lula defendendo a paz e criticando a ação militar dos EUA contra Nicolás Maduro. Trump propôs a criação de um Conselho da Paz, e Lula sugeriu que incluísse o conflito na Faixa de Gaza e os palestinos.
Além disso, trataram da reforma do Conselho de Segurança da ONU e celebraram avanços na relação bilateral, como a redução de tarifas para produtos brasileiros no segundo semestre do ano passado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um telefonema de 50 minutos nesta segunda-feira (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante a conversa, foi acertada uma visita de Lula a Washington, marcada para ocorrer após suas viagens à Índia e Coreia do Sul em fevereiro, segundo o Palácio do Planalto.
Entre os temas tratados, a situação na Venezuela ganhou destaque, com Lula ressaltando a necessidade de preservar a paz e estabilidade da região. O presidente brasileiro criticou a iniciativa militar dos Estados Unidos contra Nicolás Maduro, apontando que ultrapassou limites inaceitáveis, e destacou o compromisso de ambos os países em trabalhar pelo bem-estar do povo venezuelano.
Lula também abordou a proposta de Trump para a criação de um Conselho da Paz, sugerindo que a iniciativa seja restrita ao conflito na Faixa de Gaza e que inclua assento aos palestinos. Além disso, defendeu uma reforma na Organização das Nações Unidas (ONU) para ampliar o número de membros permanentes no Conselho de Segurança.
O comunicado oficial mencionou que Trump planeja que o Conselho da Paz atue em parceria com a ONU, mas não deixou claro se Lula aceitou integrar o conselho. Durante o diálogo, ambos comemoraram o avanço nas relações bilaterais, destacando a redução das tarifas para produtos brasileiros no segundo semestre do ano passado.
Vazamento de dados internos da Nike é investigado após ataque hacker
A Nike está investigando um vazamento que expôs cerca de 1,4 terabyte de dados internos, segundo informação do site britânico The Register. O incidente, atribuído ao grupo hacker WorldLeaks, não comprometeu dados pessoais de clientes ou funcionários.
O ataque envolveu o acesso a quase 190 mil arquivos relacionados a setores como roupas esportivas e processos de produção. A Nike monitora a situação para evitar impactos maiores.
Este caso evidencia a crescente ameaça de ataques cibernéticos a grandes empresas e reforça a importância da segurança da informação no setor corporativo.
A Nike está investigando um possível ataque hacker que expôs cerca de 1,4 terabyte de dados internos, segundo o site britânico de tecnologia The Register. O incidente não teria comprometido informações pessoais de clientes ou funcionários. A empresa comunicou que está avaliando a situação, reforçando o compromisso com a privacidade e segurança dos dados.
O vazamento foi atribuído ao grupo hacker WorldLeaks, conhecido por atingir diversas empresas anteriormente. Eles afirmam ter acessado 188.347 arquivos da Nike, envolvendo diretórios relacionados a setores como “Roupas Esportivas Femininas”, “Roupas Esportivas Masculinas”, “Recursos de Treinamento – Fábrica” e “Processo de Confecção de Vestuárias”. Isso sugere que o acesso foi a documentos sobre produtos e processos de produção.
O grupo já havia divulgado ataques contra outras grandes empresas, como a Dell, que teve 416.103 arquivos acessados em julho de 2025, embora a fabricante tenha destacado que dados sensíveis não foram expostos. O caso da Nike reforça a persistência dessas ameaças no setor corporativo.
Recentemente, outro incidente de segurança ganhou atenção quando um pesquisador da Ucrânia encontrou um banco de dados com 149 milhões de senhas vazadas, incluindo contas de serviços conhecidos como Gmail, Facebook e Instagram.
A Nike segue monitorando a situação para conter possíveis impactos. A cibersegurança continua sendo uma preocupação constante para empresas que lidam com grandes volumes de dados e informações estratégicas.
Enamed evidencia desafios e desigualdades na formação médica no Brasil
O Enamed, Exame Nacional da Formação Médica, revela disparidades entre instituições de ensino no Brasil. Universidades públicas tradicionais apresentam melhor desempenho devido à infraestrutura e qualidade docente superiores.
Já cursos privados e recentes enfrentam dificuldades, com estágios fragmentados e pouca supervisão, afetando a formação prática dos estudantes. O exame avalia principalmente o conhecimento teórico, deixando lacunas na avaliação de habilidades clínicas e éticas.
Especialistas sugerem mudanças estruturais, como aprimoramento do internato, capacitação dos docentes e avaliações práticas que simulem situações reais, além de incluir temas como atenção primária e saúde coletiva no currículo.
Os resultados do Exame Nacional da Formação Médica (Enamed) revelam desigualdades significativas na formação de médicos no Brasil. Universidades públicas tradicionais lideram o desempenho, enquanto muitos cursos privados e recentes apresentam dificuldades claras, principalmente devido à falta de infraestrutura e qualidade docente.
O Enamed evidencia que o modelo institucional afeta diretamente a proficiência dos estudantes, com as melhores instituições oferecendo internato diversificado e supervisão prática sólida. Cursos mal avaliados costumam ter estágios fragmentados e pouca orientação, prejudicando a preparação clínica.
Outro ponto importante é que o exame foca no conhecimento teórico, avaliando pouco habilidades como comunicação médico-paciente e ética profissional. Por isso, confiar apenas no resultado do exame pode ser insuficiente para medir a qualidade do ensino.
Para aprimorar a formação, especialistas defendem uma abordagem sistêmica, que inclua padrões claros para o internato, capacitação docente e avaliações práticas que simulem situações reais de atendimento. Também ressaltam a importância de incorporar temas como atenção primária e saúde coletiva no currículo.
Além disso, o acompanhamento longitudinal dos estudantes, desde o ingresso até a conclusão, ajudaria a entender melhor o crescimento acadêmico e o valor agregado pelos cursos. O desafio é garantir que a ampliação das escolas médicas acompanhe qualidade, segurança e compromisso ético.
O Enamed serve como um alerta para políticas educacionais, mostrando que o aprimoramento da formação médica depende de mudanças estruturais que vão além de rankings.
Tesla, WEG e empresas chinesas disputam leilão de baterias no Brasil
O governo brasileiro lança seu primeiro leilão para sistemas de armazenamento de energia, visando contratar até 2 gigawatts em capacidade. Empresas globais como Tesla, CATL, Huawei e a brasileira WEG participam da disputa, que pode movimentar cerca de R$ 10 bilhões em investimentos.
O mercado local já conta com cerca de 1 GW instalado, e a expectativa é superar dez vezes esse volume com propostas que somam 20 GW. A China domina o mercado global de baterias e está fortemente representada no certame, enquanto a WEG lidera o mercado brasileiro com cerca de 50% de participação.
Especialistas apontam que a competição será intensa, com fabricantes formando consórcios e buscando ampliar a presença no Brasil. O ministro de Minas e Energia destaca a importância estratégica do país para a expansão dessas tecnologias no país.
O governo brasileiro prepara seu primeiro leilão para sistemas de armazenamento de energia, atraindo nomes globais do setor. Participam empresas como Tesla, CATL, Huawei e a brasileira WEG, interessadas em projetos de Battery Energy Storage Systems (BESS). A licitação, prevista para abril, busca contratar 2 gigawatts em capacidade, o que pode movimentar cerca de R$ 10 bilhões em investimentos.
Essa iniciativa ocorre em um momento de intensa atividade no mercado, com estimativas apontando para cerca de 20 GW em propostas, dez vezes a expectativa inicial. Além de geradoras, transmissoras e distribuidoras, fabricantes poderão formar consórcios para disputar o certame.
Hoje, o Brasil conta com aproximadamente 1 GW instalado em BESS. A Vale já atua com baterias da Tesla, enquanto a WEG possui projetos comerciais e industriais. A Huawei também está no mercado local, associada à Matrix Energia, para sistemas em garagens de ônibus elétricos.
A China domina 60% da capacidade global em sistemas de armazenamento, com mais de 75 GW previstos até o fim de 2024, seguida pelos Estados Unidos. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tem buscado atrair fabricantes chineses para participar da licitação.
Especialistas destacam que a WEG aparece bem posicionada para competir tanto no Brasil quanto internacionalmente, possuindo cerca de 50% do mercado nacional de BESS. A disputa promete ser acirrada, com a CATL declarando o Brasil como mercado prioritário, e a Tesla considerando a licitação uma oportunidade estratégica para expansão da tecnologia.
Como a construção civil usa GenAI para facilitar a inclusão de imigrantes no trabalho
O setor da construção civil enfrenta desafios para integrar profissionais imigrantes devido a barreiras linguísticas e desconhecimento das normas brasileiras. A adoção de GenAI em processos seletivos tem sido uma solução tecnológica para facilitar a comunicação e agilizar a contratação.
A Construtora Tenda implementou um bot de GenAI no WhatsApp, que conversa no idioma dos candidatos, explicando regras e solicitando documentos. Isso reduziu o tempo de seleção e eliminou etapas manuais, dando mais autonomia aos imigrantes.
Essa iniciativa demonstra como a construção civil pode usar tecnologia para promover inclusão efetiva e abrir novas oportunidades no mercado de trabalho, com impacto positivo e humano.
O mercado de trabalho brasileiro enfrenta o desafio de integrar profissionais imigrantes, que lidam com barreiras linguísticas e desconhecimento das normas locais. Na construção civil, onde a inovação costuma ser vista com cautela, a inclusão desses trabalhadores tem sido especialmente complexa. A Construtora Tenda percebeu esse problema quando o processo seletivo para imigrantes levava até três horas, contra 20 minutos para brasileiros, e buscou uma solução tecnológica.
O departamento de TI da empresa desenvolveu um bot com GenAI integrado ao WhatsApp, especialmente para o programa de acolhimento chamado Projeto Reconstrução. Esse assistente virtual conversa com os candidatos no idioma nativo, seja por texto ou áudio, traduzindo informações, solicitando documentos e explicando regras básicas do mercado brasileiro. Assim, o processo ocorre no próprio idioma do profissional, o que ajuda quem tem dificuldade de escrita.
Com isso, o tempo gasto pelo RH caiu significativamente, etapas manuais foram eliminadas e os imigrantes ganharam autonomia para entender o processo de contratação e tirar dúvidas sem intermediários. Essa iniciativa mostra que a construção civil pode se beneficiar da tecnologia para integrar socialmente quem chega ao país, ampliando oportunidades sem substituir o trabalho humano.
Ao eliminar barreiras linguísticas, o uso de GenAI contribui para uma inclusão real, abertura de portas e avanços internos para esses profissionais. O setor ainda possui espaço para evoluir, mas ações como essa refletem como a tecnologia pode ter impacto humano positivo e prático.
Chevron amplia frota de navios para transportar petróleo venezuelano
A Chevron elevou sua frota de navios para transportar petróleo da Venezuela, atingindo o maior volume desde março do ano passado. Neste mês, a empresa enviou 15 embarcações para escoar ao menos 200 mil barris diários, superando as nove enviadas no mês anterior.
Esse aumento ocorre após o controle dos EUA sobre o setor petrolífero venezuelano e o compromisso em combater o comércio ilegal de petróleo. A Chevron faz parte de uma operação alinhada à política americana e mantém o cumprimento das sanções vigentes.
O petróleo transportado pela Chevron tem como destino refinarias nos Estados Unidos, principalmente do projeto Petroboscan, uma joint venture com a estatal venezuelana PDVSA. Essa movimentação demonstra um reposicionamento estratégico da empresa na região.
A Chevron ampliou sua frota de navios para transportar petróleo venezuelano, atingindo o maior volume desde março do ano passado. A empresa enviou 15 embarcações este mês, frente a nove no anterior, para escoar ao menos 200 mil barris diários, conforme dados compilados pela Bloomberg.
Esse movimento ocorre após o controle dos EUA sobre o setor petrolífero da Venezuela, resultado da captura do líder Nicolás Maduro e do compromisso americano em combater o comércio ilícito de petróleo. Com o desaparecimento das cargas da chamada “frota fantasma”, a Chevron passou a aumentar seus volumes exportados.
Os embarques têm como destino refinarias norte-americanas, incluindo Valero Energy Corp. e Phillips 66. A maior parte do petróleo extraído pela Chevron vem do projeto Petroboscan, joint venture com a estatal venezuelana Petroleos de Venezuela SA. O petróleo Boscan responde por cerca de metade das cargas transportadas.
Estados Unidos também ativaram grandes tradings, como o Trafigura Group e Vitol Group, para gerenciar a venda de até 50 milhões de barris venezuelanos. A Chevron afirma que cumpre integralmente todas as sanções impostas pelos EUA e mantém a operação dentro dos parâmetros legais estabelecidos.
Essa movimentação indica um reposicionamento estratégico da Chevron na região, alinhado à política americana, além de impulsionar o escoamento da produção venezuelana para o mercado dos EUA.
Entenda a ciência por trás do choro humano e das lágrimas emocionais
Os humanos são a única espécie que derrama lágrimas emocionais, e a ciência busca entender as razões desse comportamento. As lágrimas possuem funções específicas, como proteção e lubrificação dos olhos, e se dividem em três tipos: basais, reflexas e emocionais.
O choro está ligado a sobrecarga emocional e varia conforme a idade, envolvendo emoções diversas como dor, empatia e até alegria. Pesquisas indicam que o choro pode ajudar na regulação do sistema nervoso e serve como sinal social para obter apoio e cooperação.
Além disso, mulheres tendem a chorar mais devido a fatores neurológicos e hormonais. O choro é uma expressão complexa e essencial para a comunicação humana, influenciando respostas emocionais e sociais.
Os seres humanos são a única espécie conhecida a derramar lágrimas emocionais, mas a razão exata para esse comportamento ainda gera debate científico. As lágrimas são compostas por muco, eletrólitos, água, proteínas e lipídios, cada um com funções específicas, como efeito antiviral e manutenção da lubrificação dos olhos.
Existem três tipos principais delas: as basais, que mantêm os olhos hidratados; as reflexas, que surgem diante de irritantes, como poeira; e as emocionais, que envolvem estruturas cerebrais ligadas ao processamento das emoções.
O choro frequentemente indica sobrecarga emocional, não um sentimento isolado, e seus gatilhos mudam ao longo da vida. Em crianças, a dor física é um motivo comum, enquanto adultos podem chorar por empatia, sofrimento próprio ou alheio, e até por experiências positivas, como a beleza da arte.
Há pesquisas que sugerem que o choro pode ajudar a regular o sistema nervoso, alternando entre estímulo e relaxamento. No entanto, ele nem sempre traz alívio, dependendo do motivo e da reação das pessoas ao redor, que podem oferecer conforto ou aumentar o desconforto.
Além disso, lágrimas emocionais funcionam como um sinal social, aumentando a probabilidade de receber ajuda e cooperação. Estudos mostram que lágrimas podem reduzir a agressividade de outros e que o choro de bebês ativa respostas cerebrais de cuidado nos adultos, o que teria auxiliado a sobrevivência humana.
Mulheres tendem a chorar mais do que homens, atribuível a fatores neurológicos, hormonais e de personalidade, com maior ligação a traços como empatia, neuroticismo e extroversão. Dessa forma, o choro atua como uma expressão complexa e social, essencial para a comunicação humana.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação