Pesquisa da Unesp identifica nova espécie de inseto resistente em lavouras de cana
Produtores de cana-de-açúcar enfrentam resistência da praga Mahanarva diakantha a defensivos comuns. Isso compromete as plantações e exige soluções inovadoras.
Pesquisadores da Unesp descreveram a espécie em detalhes e mapearam seu DNA. O objetivo é desenvolver substâncias eficazes para controlar a praga e garantir colheitas seguras.
Produtores agrícolas enfrentam um problema sério nas lavouras de cana-de-açúcar. A resistência de praga a defensivos comuns está prejudicando as plantações. Por isso, eles buscaram apoio de pesquisadores da Unesp.
Os defensivos usados no dia a dia não funcionam mais contra essa ameaça. A praga em questão é o inseto Mahanarva diakantha. Ela resiste aos químicos habituais, o que exige soluções novas.
Os cientistas da Unesp iniciaram trabalhos para combater isso. Primeiro, descreveram a espécie de forma detalhada. Em seguida, analisaram seu DNA.
Esses passos iniciais visam criar substâncias eficazes. O objetivo é neutralizar a praga e proteger as plantações. Assim, os produtores mantêm suas colheitas seguras.
A ação conjunta entre agricultores e universidade mostra a importância da pesquisa. Com o DNA mapeado, novas estratégias de controle surgem. Isso pode mudar o cenário agrícola.
Fique de olho em avanços dessa pesquisa. Ela promete respostas para desafios comuns no campo.
Seis anos após acidente, Robinson Shiba retorna ao Shark Tank Brasil
Robinson Shiba, fundador da China in Box e jurado nas primeiras temporadas do Shark Tank Brasil, reapareceu em público seis anos após acidente de moto em 2019. O ocorrido causou sequelas motoras e na fala, incluindo coma induzido e reabilitação longa.
Na sexta-feira, ele palestrou no Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia usando IA para converter texto em voz. Shiba confirmou retorno ao programa no episódio de segunda-feira no YouTube, inspirando com mensagem de superação.
Robinson Shiba, fundador da rede China In Box e investidor nas primeiras temporadas do Shark Tank Brasil, reapareceu em público após seis anos. Ele sofreu um acidente de moto em fevereiro de 2019, que causou sequelas motoras e na fala.
Na sexta-feira, 28, Shiba palestrou no Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Usou um sistema de inteligência artificial para converter o que escreve em voz simulada. “Poder estar de volta e aqui falando é de longe uma das melhores sensações da minha vida”, disse ele.
Em seu Instagram, compartilhou mais palavras geradas pela IA: “Obrigado a toda a equipe, família e amigos. Ubuntu é uma filosofia que levo para a minha vida. Eu sou o que nós somos. Espero ter servido de inspiração. Acreditem em vocês.”
Shiba também confirmou retorno ao Robinson Shiba no Shark Tank. Ele participará do próximo episódio, previsto para segunda-feira, 1º, no YouTube. Esteve no programa fixo de 2016 a 2019.
O acidente levou a uma parada cardíaca. Ficou em coma induzido por três meses no hospital, seguido de um ano e meio em reabilitação. Sua esposa, Marcia Shiba, contou ao UOL em 2021 que ele compreende conversas, tem memória intacta, mas comunicação limitada a sons, olhares e gestos.
Traqueostomia prolongada afetou a ingestão de alimentos. Coordenação motora no lado esquerdo ficou comprometida por traumatismo cranioencefálico grave. Shiba sumiu das redes por dois anos e três meses, voltando esporadicamente desde 2021.
Estudo sugere que neandertais comiam rivais de outros grupos
Um estudo recente aponta que neandertais não se limitavam a caçar animais como renas e veados. Eles capturavam mulheres e crianças de grupos rivais para consumi-las.
Essa prática visava enfraquecer as chances reprodutivas dos concorrentes. Marcas de corte em fragmentos ósseos sugerem canibalismo intencional, mas a interpretação é controversa devido a evidências limitadas.
Um estudo recente aponta que os Neandertais comiam rivais. Eles não se limitavam a caçar renas, veados e auroques. Em vez disso, capturavam e matavam mulheres e crianças de outros grupos.
O objetivo seria enfraquecer as chances reprodutivas dos rivais. Essa prática sugere canibalismo intencional contra membros mais vulneráveis de grupos neandertais rivais.
No entanto, a interpretação é controversa. Ela se baseia em análises especulativas de poucos fragmentos ósseos. Não há consenso sobre se isso reflete a realidade cotidiana desses humanos extintos.
Os neandertais, conhecidos por sua dieta variada, podem ter adotado táticas agressivas para dominar territórios ou recursos. Mulheres e crianças, mais fáceis de capturar, seriam alvos estratégicos.
Fragmentos ósseos mostram marcas de corte e fraturas compatíveis com abate humano. Ainda assim, especialistas alertam para cautela nas conclusões.
Essa descoberta adiciona camadas ao entendimento sobre comportamentos sociais neandertais. Ela questiona visões românticas de harmonia entre grupos pré-históricos.
Fatos como esses vêm de sítios arqueológicos com evidências limitadas. Mais escavações podem esclarecer se o canibalismo era comum ou isolado.
One-Punch Man: 3ª temporada enfrenta notas baixas no IMDb e críticas à animação
A terceira temporada de One-Punch Man, lançada em outubro, recebeu reações negativas dos fãs. No IMDb, apenas o primeiro episódio superou 4 pontos, com o sexto marcando 1,4, uma das piores notas para animes.
Críticas focam em problemas de animação, como frames estáticos, perda de fluidez e cenas de ação irregulares. Animadores experientes, como Takashi Hashimoto e Vincent Chansard, defendem a equipe, culpando prazos curtos, orçamentos apertados e comitês de produção pela qualidade comprometida.
A terceira temporada de One-Punch Man estreou em outubro e logo enfrentou reações negativas dos fãs. As Críticas à terceira temporada de One-Punch Man se concentram nas notas baixas no IMDb. Só o episódio inicial superou 4 pontos. O sexto episódio marcou 1,4, uma das piores avaliações para animes.
Os problemas na animação dominam as reclamações. Há frames estáticos prolongados, perda de fluidez e cenas de ação com acabamento irregular. Isso aparece tanto em momentos calmos quanto em lutas.
Takashi Hashimoto, animador experiente de One Piece, Ghost in the Shell, Dragon Ball e Neon Genesis Evangelion, comentou no Bluesky. Ele defendeu a equipe, dizendo que críticas vêm de quem assiste ilegalmente. Afirmou que produtores sofrem com julgamentos por detalhes menores. Mas queixas surgem de espectadores oficiais também.
Vincent Chansard, animador chave de One Piece, deu mais contexto em live no canal KOL: Requiem. Ele apontou comitês de produção como responsáveis por orçamentos, prazos e equipes. Estúdios como J.C. Staff têm pouca autonomia.
A indústria japonesa de anime enfrenta sobrecarga constante. Equipes lidam com prazos curtos e exploração laboral. Isso resulta em produções com falhas, como visto aqui. Cortes de custo podem explicar a qualidade, similar a casos anteriores, como em Blue Lock.
O que define um material biodegradável? Nem tudo se decompõe naturalmente
Muitos acreditam que biodegradável é algo que simplesmente desaparece com o tempo. Na verdade, envolve a ação de microrganismos como bactérias e fungos, que decompõem o material em água, CO2 e biomassa.
Isso só ocorre em condições adequadas de umidade, temperatura e oxigênio. Plásticos comuns fragmentam em microplásticos, mas não se degradam biologicamente. Testes laboratoriais confirmam a biodegradabilidade real, com critérios rigorosos.
Muitos pensam que algo biodegradável simplesmente some com o tempo. Mas não é bem assim. A Biodegradabilidade do material envolve um processo específico onde microrganismos, como bactérias e fungos, decompõem a substância em elementos simples.
Esses elementos incluem água, dióxido de carbono e biomassa. Isso só acontece em condições adequadas, como umidade, temperatura e oxigênio. Materiais orgânicos, como folhas ou papel, se quebram naturalmente assim.
Já plásticos comuns resistem. Eles fragmentam em microplásticos, mas não se degradam biologicamente. Sumir de vista não significa desaparecer de verdade. A biodegradabilidade exige ação viva da natureza.
Para um material ser chamado de biodegradável, testes laboratoriais medem a perda de massa e a produção de gases. Normas internacionais definem critérios rigorosos, como 90% de degradação em seis meses.
Entender isso ajuda a evitar confusões em rótulos ecológicos. Nem todo “ecológico” é verdadeiramente biodegradável. Fique de olho nas certificações reais.
Com o aumento do lixo plástico nos oceanos, saber sobre biodegradabilidade do material ganha importância. Ela orienta escolhas mais conscientes no dia a dia.
Top 10 séries e programas de TV mais assistidos da semana nos streamings
No fim de novembro, plataformas como Netflix, HBO Max e Apple TV batem recordes de audiência. O IMDb divulga o top 10 das séries e programas mais assistidos da semana. Pluribus, do Apple TV, lidera com a história de Carol em um mundo de felicidade forçada.
O segundo lugar é O Monstro em Mim, na Netflix, um thriller sobre mistério e perda. Stranger Things e IT: Bem-vindos a Derry seguem, misturando terror e anos 80. Animes como One Punch Man fecham a lista, dominando maratonas globais.
No fim de novembro, plataformas de streaming como Netflix, HBO Max, Prime Video, Apple TV, Paramount+, Disney+ e Crunchyroll registram alta em visualizações. O IMDb lista as séries de TV e programas mais populares da semana.
A líder é Pluribus, no Apple TV, criada por Vince Gilligan. Rhea Seehorn vive Carol, a única pessoa infeliz em um mundo onde um vírus alienígena impõe felicidade coletiva. Ela luta para restaurar emoções individuais.
Em segundo, O Monstro em Mim na Netflix. Claire Danes interpreta Aggie, escritora que investiga o vizinho misterioso Matthew Rhys após perder o filho. O enredo vira um thriller perigoso.
Stranger Things, também Netflix, segue amigos em Hawkins enfrentando o Mundo Invertido e poderes de Onze contra forças sobrenaturais dos anos 80.
Quarto lugar para IT: Bem-vindos a Derry no HBO Max. Prelúdio dos filmes, mostra os anos 1960 em Derry com o surgimento de Pennywise e medos da cidade.
All Her Fault no Peacock: mãe Marissa busca filho desaparecido após playdate, revelando segredos vizinhos baseados no livro de Andrea Mara.
Sexto, Um espião infiltrado na Netflix. Professor viúvo vira detetive em asilo para roubo de relíquia, formando laços inesperados.
Landman no Paramount+: Billy Bob Thornton como intermediário de óleo no Texas, entre trabalhadores e bilionários.
Absentia no Prime Video: agente FBI Emily Byrne volta após anos desaparecida, suspeita de murders.
One Punch Man em Disney+ e Crunchyroll: Saitama derrota inimigos com um soco, buscando propósito com aprendiz Genos.
Fecha com My Hero Academia no Crunchyroll: Izuku ganha poder em mundo de individualidades e vira herói na U.A.
Essas produções misturam drama, terror e anime, dominando as maratonas. Fique de olho nas próximas semanas para mudanças no ranking.
Ricardo Mussa elogia participação técnica do agronegócio na COP30 e planeja retorno ao setor privado
Na COP30 em Belém, o agronegócio ganhou destaque com o pavilhão AgriZone, coordenado pela Embrapa e IICA. Ricardo Mussa, chair do SB COP30, chamou a participação brasileira de ‘show técnico’, com debates sobre emissões na agricultura tropical e pouca resistência.
Mussa considera 2025 um ‘MBA tardio’, com networking entre CEOs e governos. Ele planeja retornar ao setor privado sem arrependimentos, valorizando o trabalho pro bono e o legado na COP da Amazônia.
Durante a COP30 em Belém do Pará, o agronegócio na COP30 ganhou visibilidade inédita com o pavilhão dedicado, chamado AgriZone. Coordenado pela Embrapa e pelo IICA, o espaço colocou o setor no centro das debates climáticos pela primeira vez nas Conferências das Partes.
Ricardo Mussa, chair do SB COP30, destacou a iniciativa. Ele notou poucos protestos contra o agronegócio e chamou a participação brasileira de “show técnico”. Mussa enfatizou discussões sobre métricas corretas para emissões na agricultura tropical, diferente da temperada.
O Brasil representa o Sul Global, com expansão agrícola prevista na África e Sudeste Asiático, também tropicais. Mussa apontou diferenças: raízes de plantas no Brasil chegam a 2 metros, capturando mais carbono que os 30 cm na Europa. Ele disse que o setor mostrou isso com ciência.
Para 2025, Mussa vê o período como um MBA tardio. Ganhou network com CEOs de 150 empresas, governos e culturas variadas. Planeja voltar ao setor privado sem arrependimentos.
Ele reflete que trabalhar pro bono trouxe liberdade e satisfação. Espera que o SB COP30 seja um legado brasileiro na COP da Amazônia.
Guia para escolher o smartwatch ideal para cada perfil de usuário
Escolher um smartwatch exige avaliar compatibilidade com o smartphone, design confortável, sensores precisos e autonomia de bateria. Modelos variam em tamanho e material, como alumínio leve ou titânio resistente.
Para atletas, priorize durabilidade e métricas avançadas de treino. Usuários de saúde buscam monitoramento de sono e estresse. No dia a dia, opte por equilíbrio entre notificações e bateria longa. Versões LTE oferecem independência.
Escolher um smartwatch exige atenção a fatores como compatibilidade, design, sensores e bateria. A Galaxy Watch Samsung integra saúde, treinos e notificações em um ecossistema conectado, especialmente com smartphones Galaxy.
A compatibilidade é chave. Esses relógios sincronizam notificações, chamadas e dados via Samsung Health e Galaxy AI, oferecendo análises de sono, estresse e treinos.
No design, o Galaxy Watch 8 é fino (8,6 mm), em alumínio, nos tamanhos 40 mm e 44 mm, ideal para uso contínuo. O Watch 8 Classic tem caixa de 46 mm em aço inoxidável com coroa giratória e vidro de safira (63,5 g). O Watch Ultra mede 47,4 x 47,1 x 12,1 mm, em titânio (60,5 g), para resistência em esportes.
Todos usam BioActive Sensor 2 para frequência cardíaca, oxigênio no sangue e composição corporal, com Galaxy AI dando recomendações personalizadas.
Baterias variam: Watch 8 com 325 mAh (40 mm) ou 435 mAh (44 mm); Classic com 445 mAh; Ultra com 590 mAh, até 100 horas em modo economia.
Versões Bluetooth atendem uso próximo ao celular; LTE permite independência com eSIM para chamadas e mapas.
Para esportes, Ultra destaca com métricas avançadas e durabilidade. Produtividade favorece Classic e Watch 8. Monitoramento de saúde vai para Watch 8 e Classic. Dia a dia, Watch 8 equilibra recursos.
O ecossistema une Samsung Health e Galaxy AI para dados precisos. Compre na loja oficial Samsung para garantia e suporte.
Fique de olho em atualizações para mais integrações.
China alerta para risco de bolha em robôs humanoides
A agência de planejamento econômico da China emitiu um alerta raro sobre o risco de uma bolha no setor de robôs humanoides. O crescimento acelerado de investimentos e produção preocupa as autoridades.
Autoridades monitoram o mercado para prevenir instabilidades, semelhantes a bolhas passadas. A posição pode impactar estratégias de investimento e regulamentações futuras no país.
A agência de planejamento econômico da China emitiu um alerta sobre os riscos de uma bolha de robôs humanoides na indústria nacional.
Essa declaração oficial é rara e reflete preocupação com o setor, que tem crescido rapidamente nos últimos tempos.
O aviso destaca possíveis excessos no desenvolvimento e investimentos em robôs humanoides, tecnologia que atrai atenção global.
Autoridades chinesas monitoram o mercado para evitar instabilidades econômicas semelhantes a bolhas passadas em outros segmentos.
O crescimento acelerado da produção e das empresas do ramo impulsiona o debate sobre sustentabilidade a longo prazo.
Essa posição oficial pode influenciar estratégias de investimento e regulamentações futuras no país.
Investidores e empresas do setor acompanham de perto as próximas movimentações regulatórias.
George A. Romero e o filme de Resident Evil que nunca foi realizado
George A. Romero, criador de A Noite dos Mortos-Vivos, foi contratado pela Capcom para adaptar o primeiro Resident Evil ao cinema. Ele escreveu um roteiro em seis semanas, fiel aos jogos, com Chris Redfield como fazendeiro nativo americano e criaturas como tubarão-zumbi.
Executivos rejeitaram o script por custos altos e pouca ação. O filme de Paul W.S. Anderson saiu em 2002 com Alice. Em 2024, um documentário resgata o projeto perdido de Romero.
O cinema guarda histórias de projetos que nunca viram a luz dos dias, como o filme de Resident Evil que George A. Romero, criador de A Noite dos Mortos-Vivos, quase dirigiu. Fã de terror e games, Romero moldou o gênero zumbi em 1968 com seu filme de baixo orçamento, que trouxe metáforas sociais e inspirou gerações.
Seu legado inclui Despertar dos Mortos e Dia dos Mortos, cheios de crítica social e hordas famintas. Em 1996, após o sucesso de Resident Evil da Capcom, a empresa o contratou para um comercial de Resident Evil 2 no Japão, com estilo sombrio e atores como Brad Renfro.
Impressionados, Sony e Capcom o convidaram para adaptar o primeiro jogo. Romero escreveu o roteiro em seis semanas, fiel à mansão Spencer, com Chris Redfield como nativo americano fazendeiro e Jill Valentine ligada à Umbrella. Incluía criaturas como tubarão-zumbi e cobra gigante, priorizando tensão e horror lento, diferente do filme de 2002 de Paul W.S. Anderson, com Alice e ação estilo Matrix.
Executivos da Capcom e Constantin Film rejeitaram o script por não agradar, custos altos e excesso de fidelidade. Yoshiki Okamoto disse que não era bom. Em 2024, o documentário George A. Romero’s Resident Evil resgata roteiros e artes conceituais.
A franquia de Anderson faturou US$ 1,2 bilhão, mas fãs ainda sonham com a versão de Romero, mais sombria e próxima dos jogos. Fique de olho em mais curiosidades do cinema e games.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação