Astrofísicos investigam a origem de metais preciosos no espaço
Uma colisão entre estrelas de nêutrons a 8,5 bilhões de anos-luz gerou um intenso flash de raios gama que viajou até a Terra. Esse evento, associado à fusão de duas galáxias, revelou a origem de metais pesados como ouro e platina no universo.
A explosão ocorreu em uma galáxia anã formada por material arrancado dessas colisões galácticas. Astrofísicos mostram que essas fusões não acontecem só em grandes galáxias, ampliando o conhecimento sobre a distribuição de metais preciosos no cosmos.
Com a ajuda de telescópios avançados e futuros detectores de ondas gravitacionais, a pesquisa avança para entender melhor essas explosões e os elementos que compõem nosso mundo.
A bilhões de anos-luz daqui, uma colisão entre duas estrelas de nêutrons gerou um intenso flash de raios gama que viajou por 8,5 bilhões de anos antes de chegar à Terra. Um estudo recente apontou que esse evento, chamado GRB 230906A, está ligado a uma fusão ainda maior: a colisão entre duas galáxias.
Esse achado é o primeiro a relacionar um sinal de explosão curta de raios gama a uma interação galáctica nesse nível. Usando o Observatório de Raios X Chandra, o Telescópio Espacial Hubble e o Very Large Telescope, cientistas identificaram que a explosão ocorreu numa corrente de maré causada pela fusão das galáxias, dentro de uma galáxia anã formada por material arrancado dessas colisões.
Fusões de estrelas de nêutrons binárias produzem algumas das explosões mais potentes do Universo, liberando energia semelhante à que o Sol emitirá em toda sua vida, mas em apenas segundos. Além disso, esses eventos podem espalhar elementos pesados, como ouro e platina, que são gerados no processo.
O estudo mostra que tais explosões não acontecem só em grandes galáxias, ampliando o entendimento sobre como metais pesados se distribuem pelo cosmos. Embora os instrumentos ainda não tenham detectado quais elementos foram criados nesse evento específico, futuros telescópios espaciais e detectores de ondas gravitacionais vão ajudar a mapear melhor essas colisões e suas consequências.
Com a ajuda do James Webb, do Nancy Grace Roman e de futuros detectores como o Einstein Telescope, a exploração desses fenômenos vai avançar, oferecendo novas respostas sobre a formação dos elementos que compõem nosso mundo.
CloudWalk, controladora da InfinitePay, fatura R$ 5,44 bilhões em 2025 com crescimento de 104%
A CloudWalk, empresa responsável pela InfinitePay, alcançou receita de R$ 5,44 bilhões em 2025, um crescimento de 104% em relação ao ano anterior, impulsionada pela expansão no mercado dos Estados Unidos. O lucro líquido chegou a R$ 602 milhões, aumento de 90%, destacando o desempenho financeiro da companhia.
A empresa utiliza inteligência artificial, com destaque para o agente JIM, que atua na correção instantânea de pagamentos recusados e já é usado por milhares de lojistas nos EUA. No Brasil, a base de usuários da InfinitePay dobrou para 6,3 milhões, tornando-se o aplicativo financeiro mais baixado na App Store no último dezembro.
Em 2025, a CloudWalk também conquistou licença de instituição financeira plena pelo Banco Central, ampliando seu portfólio com produtos de investimento. A estratégia para o futuro envolve o Self-Driving Finance, sistema de IA que gerencia operações financeiras com mínima intervenção humana.
A CloudWalk, responsável pela InfinitePay, registrou receita de R$ 5,44 bilhões em 2025, um aumento de 104% frente ao ano anterior. O crescimento se deve à expansão nos Estados Unidos com o aplicativo de pagamentos que conta com o agente de inteligência artificial JIM.
O lucro líquido da empresa em 2025 foi de R$ 602 milhões, o que representa uma elevação de 90%. A CloudWalk destaca que suas soluções de inteligência artificial realizam tarefas essenciais, desde o desenvolvimento de software até a prevenção de fraudes e atendimento ao cliente.
O JIM, que opera nos EUA, corrige pagamentos recusados de forma instantânea, sendo utilizado por “dezenas de milhares de lojistas”. No Brasil, a base de usuários da InfinitePay dobrou, chegando a 6,3 milhões, tornando o app financeiro mais baixado da App Store em dezembro.
Em junho, a empresa obteve licença plena de instituição de crédito pelo Banco Central, ampliando seu portfólio para incluir produtos de investimento. O objetivo da CloudWalk é implementar um sistema conhecido como Self-Driving Finance, onde agentes de inteligência artificial gerenciam pagamentos, crédito e outras operações com mínima intervenção humana.
Tal avanço também reflete o uso de IA para fechar vendas, solucionar atendimentos e criar campanhas, consolidando um modelo financeiro autônomo que pode transformar a gestão de finanças em diferentes mercados.
Chatbot de IA Claude enfrenta instabilidade nesta quarta-feira (11)
O chatbot de inteligência artificial Claude, da Anthropic, apresentou instabilidades nesta quarta-feira (11), causando dificuldades no login e logout para muitos usuários. A falha teve início por volta das 11h, segundo registros do Down Detector.
O problema afetou sobretudo o Claude Code, plataforma utilizada para criação de códigos de IA, impactando o uso diário do sistema por diversos usuários nas principais cidades brasileiras. A equipe técnica já está investigando a situação para restabelecer o serviço.
Até o momento, não há previsão de normalização total, e as causas da instabilidade ainda não foram divulgadas. Acompanhe as atualizações para saber mais sobre a recuperação do Claude.
O chatbot de inteligência artificial da Anthropic, Claude, enfrentou instabilidade nesta quarta-feira (11), com problemas principalmente no acesso ao serviço. Muitos usuários relataram dificuldades para fazer login e logout, tornando o uso da ferramenta comprometido durante a manhã.
Segundo o site Down Detector, os primeiros sinais da falha começaram a aparecer às 11h, horário de Brasília. Pouco depois, cerca de 100 notificações indicavam erros, principalmente em cidades como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte.
A própria página oficial de status do serviço reconheceu o problema e informou, às 11h44, que as equipes estavam investigando a situação. A falha afetou especialmente o Claude Code, a plataforma voltada para a construção de códigos para inteligência artificial autônoma, impedindo o login e logout dos usuários.
O impacto foi sentido por parte da base de usuários que depende do Claude para suas atividades diárias, evidenciando a importância da estabilidade nesses sistemas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o que causou a instabilidade nem previsão para a normalização completa do serviço.
A redação permanece atenta a atualizações para informar sobre qualquer novidade relacionada ao funcionamento do Claude e sua recuperação.
Steven Yeun nega participação em Homem-Aranha: Um Novo Dia
O ator Steven Yeun comentou recentemente os rumores sobre sua possível escalação em Homem-Aranha: Um Novo Dia. Ele negou qualquer negociação com o filme, embora tenha reconhecido que seria uma experiência interessante.
Os rumores colocavam Yeun como o vilão Senhor Negativo, mas não há confirmação oficial sobre sua participação. Além disso, ele deixou o elenco de Thunderbolts devido a conflitos de agenda causados pelas greves de 2023.
Apesar disso, Yeun se mostrou aberto a futuras oportunidades no Universo Cinematográfico da Marvel, elogiando o diretor Jake Schreier e acompanhando os lançamentos da produtora.
O ator Steven Yeun, conhecido por seus papéis em The Walking Dead e Invincible, comentou recentemente rumores sobre sua possível participação em Homem-Aranha: Um Novo Dia. Ele negou envolvimento, dizendo que não sabia de nenhuma negociação para o filme, embora tenha admitido que teria sido uma experiência interessante.
Os rumores indicavam que Yeun poderia interpretar o vilão Senhor Negativo, personagem clássico das histórias do Homem-Aranha. No entanto, até agora, não foi confirmada sua escalação ou qualquer ligação oficial com o projeto.
Antes dessa especulação, Yeun estava escalado para o filme Thunderbolts, interpretando o personagem Sentry. Devido a conflitos de agenda relacionados às greves dos sindicatos SAG-AFTRA e Writers Guild of America em 2023, ele acabou deixando o elenco. O papel foi repassado a Lewis Pullman, que deu vida a Bob Reynolds, identidade civil do Sentry.
Apesar de ter saído de Thunderbolts, Yeun demonstrou estar aberto a futuras oportunidades no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Ele fez elogios ao diretor Jake Schreier e mencionou que acompanha os lançamentos da Marvel.
Homem-Aranha: Um Novo Dia está previsto para chegar aos cinemas em 30 de julho de 2026. O filme será dirigido por Destin Daniel Cretton, que já trabalhou em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers. A trama mostrará o Homem-Aranha enfrentando novos desafios em Nova York, quatro anos após os eventos do filme anterior.
Liderança é frequentemente vista como um conjunto de regras ou um padrão fixo que todos devem seguir. Porém, essa ideia não reflete a realidade de quem lidera. Cada líder traz sua própria história, valores e forma de se comunicar. O importante não está em se encaixar em um molde, mas em manter a autenticidade ao conduzir uma equipe.
O autor e gestor José Neto Rossini Torres, em conversa sobre liderança, destaca o valor da conexão entre quem a pessoa é e como lidera. Ele cita o livro Sinal Verde, do ator Matthew McConaughey, que reforça a importância da autenticidade para entender os próprios valores e as decisões tomadas na vida, inclusive no trabalho.
É comum ouvir que existe um jeito ideal de liderar, de falar e agir em reuniões, ou mesmo de se relacionar com o time. As práticas estabelecidas ajudam a evitar erros e melhoram a gestão, mas podem se tornar limitadoras quando sufocam a essência do líder. Essa essência é o que cria confiança, pois as pessoas percebem quando alguém age com naturalidade e convicção.
O equilíbrio entre o aprendizado de métodos e o respeito à própria identidade define o crescimento no papel de líder. Ao ajustar processos e técnicas para o contexto próprio, sem abrir mão da singularidade, o líder evolui sem perder sua essência.
Assim, liderança não é sobre imitar um modelo, mas sim sobre aprimorar-se mantendo a coerência entre postura e personalidade. Essa postura autêntica facilita relações e fortalece a confiança dentro das equipes, elementos essenciais para o sucesso na gestão.
Franklin Templeton revisa política de crédito no Brasil diante de falhas em balanços
A Franklin Templeton, gestora global com US$ 1,7 trilhão em ativos, revisou sua política de crédito no Brasil após os calotes das empresas Americanas e Light. A mudança foi motivada pela desconfiança nos balanços auditados e baixa transparência para credores, afirma Adriano Casarotto, gestor de crédito.
Para reduzir riscos, a gestora diminuiu limites de exposição por emissor e rating, restringindo participação de empresas com classificação A e triple A. Bancos têm tratamento diferenciado devido à supervisão do Banco Central. Além disso, adotou uma avaliação qualitativa detalhada, incluindo análise dos controladores.
A Franklin Templeton também aumentou a participação de letras financeiras nas carteiras e participa de iniciativas para melhorar a regulamentação do setor, buscando maior transparência e acesso a informações para facilitar a recuperação de crédito.
A Franklin Templeton, gestora global com US$ 1,7 trilhão em ativos, revisou sua política de investimento em crédito no Brasil após os defaults das empresas Americanas e Light. Segundo Adriano Casarotto, portfolio manager de crédito no país, a mudança foi motivada pela falta de confiança nos balanços auditados e pela baixa transparência para credores como os debenturistas.
Para limitar os riscos, a gestora reduziu os tetos de exposição por emissor e por rating. Companhias com classificação triple A agora podem representar até 1,5% do portfólio, contra cerca de 3% anteriormente. Para empresas com rating A, o limite é 0,5%, e papéis com classificação triple B estão restritos somente a carteiras de maior risco. Bancos grandes recebem tratamento especial, com limite de até 5%, devido à supervisão do Banco Central.
A Franklin Templeton também adotou uma avaliação qualitativa mais detalhada, chegando a analisar as pessoas físicas controladoras das companhias. Este cuidado é exclusivo do mercado brasileiro e foi sugerido pela equipe local à matriz.
Em um ano e meio, a gestora ajustou suas carteiras, aumentando de 15% para 50% a participação das letras financeiras. Além disso, a empresa trabalha junto à Amec para melhorias regulatórias, como o acesso dos fundos ao SCR do Banco Central e maior transparência nas documentações para simplificar a recuperação de crédito em situações de insolvência.
Casarotto defende ainda que debêntures contem com contas-reserva para cobrir despesas jurídicas em processos de recuperação, medida já presente em outros ativos como FIDCs, CRIs e CRAs.
China emite alerta sobre riscos de segurança da IA OpenClaw nas instituições
Agências governamentais e empresas estatais na China estão recomendando que funcionários evitem instalar o agente de inteligência artificial OpenClaw devido a preocupações com a segurança dos dados nos dispositivos de trabalho.
O software de código aberto OpenClaw, que opera com pouca intervenção humana, vem sendo utilizado em regiões industriais e tecnológicas para aumentar a produtividade, mas autoridades alertam sobre riscos como vazamentos e perda acidental de informações.
Embora o governo chinês incentive o avanço da IA, há um esforço para equilibrar essa adoção com a proteção de dados sensíveis, sem confirmação de proibição oficial para o uso da ferramenta em órgãos públicos.
Agências governamentais e empresas estatais da China estão recomendando que seus funcionários evitem instalar o OpenClaw, um agente de inteligência artificial que tem ganhado popularidade recente. Essa orientação, segundo fontes anônimas à Reuters, se fundamenta em preocupações com a segurança dos dados presentes nos dispositivos usados no trabalho.
O software de código aberto OpenClaw é diferente dos chatbots convencionais, pois executa tarefas no computador do usuário com pouca necessidade de intervenção humana. Na China, regiões industriais e tecnológicas vinham adotando a ferramenta para melhorar a produtividade, chegando até mesmo a adaptar agentes de IA para tarefas públicas em Shenzhen.
Entretanto, autoridades regulatórias começaram a alertar sobre riscos potenciais, como vazamentos ou exclusão acidental de informações importantes. Em algumas empresas estatais, o uso da plataforma foi desaconselhado, inclusive em dispositivos pessoais usados para atividades profissionais.
Essas medidas acontecem enquanto a China promove a inteligência artificial por meio de seu plano nacional “AI Plus”. Apesar de incentivar a adoção da tecnologia, o governo busca equilibrar o avanço da IA com a proteção de informações digitais sensíveis.
Ainda não há confirmação oficial sobre uma proibição formal do OpenClaw nos órgãos públicos, e projetos locais seguem utilizando a ferramenta em setores como saúde, com treinamentos recentes na cidade de Shenzhen. Os órgãos responsáveis pela regulamentação ainda não comentaram publicamente sobre o assunto.
Campanhas contínuas contra violência doméstica podem atingir mais de 2 milhões de mulheres no Espírito Santo
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 481/2025, que determina campanhas permanentes de prevenção à violência doméstica contra mulheres, incluindo o Espírito Santo. O estado possui cerca de 2 milhões de mulheres e registra milhares de casos anualmente.
As campanhas devem ser contínuas e divulgadas em vários meios, como rádio, TV, internet e impressos. Elas informarão sobre as formas de violência previstas na Lei Maria da Penha e divulgarão canais de denúncia e serviços de acolhimento.
O projeto também prevê a participação da sociedade civil e órgãos governamentais para monitorar a eficácia das ações e garantir que a violência seja tratada como questão pública e de todos.
A aprovação do projeto de lei 481/2025 na Câmara dos Deputados determina que campanhas permanentes de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher sejam realizadas em todo o Brasil, incluindo o Espírito Santo. O estado, com cerca de 2 milhões de mulheres, registra milhares de casos dessa violência todos os anos, segundo dados recentes.
A proposta exige que União, estados e municípios promovam de forma contínua campanhas educativas em vários meios de comunicação, como rádio, televisão, mídia digital e impressa. Os conteúdos devem informar sobre as várias formas de violência previstas na Lei Maria da Penha, como agressão física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, além de feminicídio e discriminação contra mulheres.
As campanhas também devem divulgar canais de denúncia, serviços de acolhimento e ações de prevenção e igualdade de gênero. Segundo a relatora Daniela do Waguinho, a maioria das vítimas fatais de feminicídio nunca havia registrado denúncias, indicando barreiras para o acesso à proteção. A parlamentar ressaltou que a visibilidade permanente dessas ações ajuda a colocar a violência como questão pública, não apenas privada.
O projeto prevê ainda a participação consultiva de organizações da sociedade civil especializadas, a articulação entre órgãos governamentais e a criação de um comitê intergovernamental para monitorar a eficácia das campanhas. Será também criado um canal para receber sugestões e avaliações da população.
Se confirmado no Senado, o projeto vai estabelecer diretrizes nacionais para garantir que as campanhas educativas sobre violência doméstica sejam constantes em todo o país.
Tabagismo no Brasil continua em queda, mas desaceleração ameaça meta de 2030
O tabagismo no Brasil apresentou uma queda significativa desde 1989, passando de 34,8% para 9,3% da população adulta em 2023. No entanto, a desaceleração no ritmo de redução desde 2015 preocupa especialistas, que avaliam que a meta de 6,24% para 2030 pode não ser alcançada.
Esse cenário é influenciado por fatores como crises econômicas, políticas públicas fragilizadas, congelamento do preço do cigarro e aumento do uso de dispositivos eletrônicos para fumar, especialmente entre jovens. Esse crescimento contrasta com a estabilidade do consumo do cigarro tradicional na mesma faixa etária.
A retomada das campanhas antitabagistas, fiscalização rigorosa e controle dos novos produtos são essenciais para conter o avanço do tabagismo e proteger a saúde pública.
O tabagismo no Brasil tem mostrado queda consistente desde 1989, quando 34,8% da população adulta fumava. A taxa diminuiu para 9,3% em 2023, mas o ritmo de redução tem desacelerado desde 2015, preocupando especialistas. Se mantida, a projeção indica que a meta de 6,24% para 2030, prevista no Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas, não será alcançada.
Esse cenário é influenciado por fatores como crises econômicas e políticas que impactaram os investimentos em políticas públicas, congelamento dos preços do cigarro e aumento da circulação de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), incluindo cigarros eletrônicos e vapes. Estes aparelhos, inicialmente associados à redução de danos, também atraíram o público jovem com sabores e marketing agressivo.
Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar mostraram que o uso desses produtos entre adolescentes subiu de 10,4% para 14,8% entre 2015 e 2019. Esse crescimento contrasta com a estabilidade no consumo do cigarro tradicional nessa faixa etária.
Do ponto de vista da saúde pública, o tabagismo ainda carrega alto impacto, sendo responsável por doenças como câncer, infarto e DPOC, além de mais de 161 mil mortes registradas em 2020. A dependência gerada pela nicotina afeta diretamente o sistema cardiovascular e o desenvolvimento cerebral de jovens.
A retomada de campanhas antitabagistas, fiscalização rigorosa, combate ao contrabando e regulamentação dos pontos de venda são estratégias fundamentais apontadas para conter a disseminação do fumo e seus novos formatos.
Elenco comenta sobre a possibilidade de Guardiões da Galáxia Vol. 4
O elenco dos Guardiões da Galáxia comentou durante a Emerald City Comic Con sobre a possibilidade de um quarto filme da franquia. Michael Rooker, Sean Gunn e Pom Klementieff destacaram que não há nada confirmado oficialmente pela Marvel Studios.
Pom Klementieff explicou que a história foi pensada como uma trilogia, mas os personagens podem aparecer em outras produções do MCU. Sean Gunn afirmou que a decisão depende do roteiro, elenco e direção, enquanto o retorno do diretor James Gunn é um fator importante.
Já Michael Rooker reforçou que a franquia não deve se prolongar demais para evitar desgaste. No entanto, o final do terceiro filme sugere que os Guardiões podem ter futuros no Universo Marvel, inclusive em eventos maiores como os Vingadores.
A possibilidade de um novo filme da franquia Guardiões da Galáxia ainda está em aberto. Durante um painel na Emerald City Comic Con, integrantes do elenco, como Michael Rooker, Sean Gunn e Pom Klementieff, comentaram sobre essa chance, destacando que não há confirmação oficial sobre a produção de um quarto capítulo.
Pom Klementieff, que vive a personagem Mantis, ressaltou que o projeto original foi planejado como uma trilogia, sem discussões sobre uma sequência direta. Ela também sugeriu que os personagens podem aparecer em outras produções do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), especialmente em eventos maiores que conectem vários heróis.
Sean Gunn comentou que a decisão sobre um possível Guardiões da Galáxia Vol. 4 está nas mãos da Marvel Studios. Ele destacou que tudo dependeria do roteiro, elenco e direção, além da disposição de reunir a equipe certa. Sean também mencionou que seu retorno como Kraglin pode estar condicionado à participação do diretor James Gunn, que atualmente está envolvido com projetos da DC Studios.
Michael Rooker relembrou o impacto emocional do terceiro filme, que encerrou a trilogia dirigida por James Gunn. O ator falou sobre a experiência de filmar o especial de Natal e opinou que a franquia não deveria se estender muito para evitar desgaste.
Apesar das incertezas, há expectativa de que os personagens dos Guardiões possam surgir em futuras produções do MCU, como os filmes dos Vingadores. O final do terceiro filme deixou pistas para possíveis retornos, mantendo o interesse vivo no desenvolvimento da história.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação