J.P. Morgan prevê alta dos juros nos EUA apenas em 2027, enquanto Barclays e Goldman adiam cortes
O J.P. Morgan atualizou suas projeções e estima que o Federal Reserve só aumentará a taxa de juros em 2027. Barclays e Goldman Sachs também revisaram suas expectativas, adiando cortes para o meio de 2026. A decisão reflete um mercado de trabalho americano mais robusto do que o previsto.
Apesar da desaceleração na criação de empregos, a taxa de desemprego caiu para 4,4%, e os salários continuam crescendo, indicando um cenário menos negativo para a economia. Essas condições reforçam a perspectiva de juros estáveis pelo Fed no curto prazo.
Outras instituições financeiras, como Morgan Stanley, Wells Fargo e BofA Global Research, têm visões diversas sobre o momento dos cortes. A situação política e as pressões sobre o Federal Reserve também influenciam as expectativas do mercado.
O J.P Morgan ajustou suas projeções sobre a política monetária dos Estados Unidos, prevendo que o Federal Reserve aumentará a taxa de juros apenas em 2027. Bancos como o Barclays e o Goldman Sachs também revisaram suas expectativas, adiando os cortes para o meio de 2026, o que reflete dados recentes que indicam um mercado de trabalho mais resistente.
Apesar da desaceleração na criação de empregos em dezembro, a taxa de desemprego caiu para 4,4%, e os salários tiveram crescimento sólido. Esses fatores indicam que a situação do emprego não está piorando tão rápido quanto se imaginava, o que reforça a expectativa de que o Fed manterá os juros estáveis na próxima reunião de janeiro. Segundo o J.P Morgan, caso o mercado de trabalho enfraqueça ou a inflação caia significativamente, os cortes ainda podem ocorrer neste ano.
A ferramenta CME FedWatch mostra 95% de chance do Fed deixar os juros sem alteração em janeiro. O Goldman Sachs e o Barclays agora veem os cortes acontecendo em setembro e dezembro, respectivamente, após quedas previstas para junho. O Morgan Stanley também mudou suas projeções, esperando cortes para junho e setembro em vez de janeiro e abril.
Por outro lado, Wells Fargo e BofA Global Research mantêm suas apostas em cortes mais cedo, em março/junho e junho/julho. A disputa entre o presidente Donald Trump e o chair do Fed, Jerome Powell, intensificou-se, com alegações de pressão sobre a independência do banco central.
CSD BR já movimenta um terço do mercado brasileiro de swaps de balcão
A CSD BR, plataforma de registro e liquidação financeira, avançou para intermediar 31% do mercado brasileiro de swaps de balcão sem garantia, um crescimento significativo desde 2023. Essa expansão foi possível graças à automatização que reduziu custos e simplificou operações complexas, beneficiando principalmente fundos e clientes corporativos.
Além do desempenho em swaps, a empresa ampliou serviços para a liquidação de derivativos, representando atualmente um estoque de R$ 13 trilhões em operações. Em 2023, recebeu R$ 100 milhões em investimentos para fortalecer sua infraestrutura de mercado e competir com outras bolsas brasileiras, como Base Exchange e A5X.
A CSD BR, empresa que oferece infraestrutura para registro, depósito e liquidação de ativos financeiros, já representa cerca de 31% do mercado brasileiro de swaps de balcão sem garantia, avanço significativo frente aos 12% registrados em 2023. Esse crescimento está diretamente ligado à automatização da plataforma da companhia, que tornou mais viáveis operações antes consideradas complexas ou caras, como derivativos de crédito.
Segundo o CFO da CSD BR, Daniel Miranda, a redução da complexidade operacional reduziu os custos médios de registro em cerca de 75% quando comparados aos métodos tradicionais. Essa eficiência possibilita oferecer produtos com custos menores aos investidores finais, como fundos e clientes corporativos.
Além de melhorar seu desempenho no mercado de swaps, a empresa expandiu recentemente seus serviços para atuar também na liquidação de derivativos. Em janeiro de 2026, o estoque total de operações registradas pela CSD BR atingiu R$ 13 trilhões.
Em 2023, a CSD BR anunciou um aporte de R$ 100 milhões, liderado por instituições como Citi, Morgan Stanley e UBS, com o objetivo de ampliar sua presença nos três níveis da infraestrutura de mercado. Outras companhias, como a Base Exchange e a A5X, também manifestaram planos para criar novas bolsas no Brasil, focando em mercados à vista e derivativos, respectivamente.
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Meta investe em energia nuclear para alimentar data centers nos EUA
A Meta firmou contratos com três empresas americanas para garantir energia nuclear em seus data centers de inteligência artificial, ampliando a participação no setor.
Esses acordos visam ampliar a capacidade das usinas nucleares existentes, com projeção de adicionar 6,6 gigawatts até 2035. O mercado de urânio atrai investidores devido à restrição na abertura de novas minas.
O interesse pela energia nuclear das gigantes de tecnologia destaca o crescimento global da fonte atômica, enquanto o fundo brasileiro NUCL11 valoriza-se no segmento.
A Meta firmou contratos com três empresas americanas de geração nuclear para abastecer seus data centers de inteligência artificial, reforçando a importância dessa fonte de energia para as gigantes de tecnologia. As ações das fornecedoras Vistra e Oklo subiram mais de 8%, enquanto a Constellation, que já fez acordos com a Meta e Microsoft, valorizou 6% na bolsa.
Esses contratos visam manter e ampliar a operação de três usinas nucleares, posicionando a Meta como um dos maiores compradores de energia nuclear nos EUA. Os projetos ligados à negociação devem adicionar 6,6 gigawatts à capacidade até 2035. A Microsoft possui contrato com Constellation para reativar um reator na usina Three Mile Island, previsto para iniciar em 2028.
A demora para implantar novas usinas explica a preferência por retomar reatores existentes, acelerando a expansão da energia atômica. Paralelamente, China e diversos países, inclusive Japão, estão investindo em novas usinas, impulsionando o setor globalmente.
Esse interesse reforça a atenção dos investidores à commodity usada na geração nuclear, o urânio. Gestores destacam que a dificuldade crescente para abrir minas e o aperto do mercado indicam tendência de alta no preço da matéria-prima, sem necessidade de expansão imediata da capacidade instalada.
O fundo brasileiro NUCL11, que reúne mineradoras e geradoras nucleares, valorizou 36% em reais em 2025, refletindo o interesse global por participação nesse segmento.
J.P. Morgan prevê aumento da taxa de juros do Fed nos EUA para 2027
O Federal Reserve dos Estados Unidos poderá elevar a taxa de juros novamente em 2027, segundo a previsão do J.P. Morgan. O banco reverteu sua expectativa anterior, que previa cortes já em 2024, acompanhando outros grandes bancos que também adiaram divisões.
O mercado de trabalho americano permanece forte, com a taxa de desemprego em 4,4% e crescimento salarial robusto. Esses fatores indicam que o Fed deve manter os juros estáveis na próxima reunião e que a redução das taxas pode acontecer apenas a partir de meados de 2026.
O J.P. Morgan prevê especificamente um aumento de 25 pontos-base no terceiro trimestre de 2027. A instituição também destaca que o processo de desaceleração da inflação será gradual e que o mercado de trabalho deve apertar ainda mais neste ano.
O Federal Reserve dos Estados Unidos pode aumentar a taxa de juros novamente em 2027, segundo a previsão do J.P. Morgan, que reverteu sua expectativa anterior de cortes para 2024. Outros bancos como Barclays, Goldman Sachs e Morgan Stanley também adiaram suas projeções, sugerindo que reduções nos juros devem ocorrer apenas a partir de meados de 2026.
Os dados recentes mostram que o crescimento do emprego desacelerou em dezembro, contudo, a taxa de desemprego caiu para 4,4%, e os salários mantiveram um ritmo robusto. Esses fatores indicam que o mercado de trabalho americano permanece firme, o que fortalece a expectativa de que o Fed mantenha o custo do crédito estável na próxima reunião de janeiro.
De acordo com o J.P. Morgan, o Fed pode voltar a aumentar os juros em 25 pontos-base no terceiro trimestre de 2027. O banco prevê ainda que o processo de desaceleração da inflação será gradual, e o mercado de trabalho deve apertar até o segundo trimestre deste ano.
Especuladores colocam 95% de chance do Fed deixar a política monetária inalterada em janeiro, conforme dados da ferramenta CME FedWatch. O Goldman Sachs e Barclays, que antes previam cortes em março e junho, agora esperam as reduções para o segundo semestre de 2026 e final do ano.
Enquanto isso, a independência do banco central foi tema de tensão entre o presidente Donald Trump e o chair Jerome Powell, após ameaças legais do governo a Powell, que ele classificou como tentativa de influenciar a política de juros.
A Sexta-Feira Santa não surgiu para “comemorar” algo. Ela nasceu para lembrar. Desde os primeiros séculos, comunidades cristãs separavam um dia específico para recordar a crucificação — não com festas, mas com jejum, silêncio e introspecção.
Diferente de datas que foram institucionalizadas por decretos políticos ou calendários civis, esse feriado cresceu de forma orgânica, enraizado na prática comunitária. O luto precedeu a liturgia. Só depois vieram rituais mais organizados.
Isso explica por que, até hoje, a Sexta-Feira Santa carrega um tom distinto: não é um dia de respostas, mas de pausa.
Um dia que resiste ao consumo
Curiosamente, a Sexta-Feira Santa é um dos poucos feriados que resistem à lógica do entretenimento e do consumo. Mesmo em sociedades altamente secularizadas, ela ainda carrega um peso simbólico que inibe celebrações vazias.
Isso não acontece por imposição, mas por memória cultural. A data lembra que nem tudo precisa ser transformado em espetáculo. Algumas experiências pedem recolhimento.
Talvez por isso ela continue provocando estranhamento — e, justamente por isso, continue relevante.
A Sexta-Feira Santa responde a quê?
Ela responde a uma pergunta silenciosa: o que fazemos diante da injustiça e da perda?
O feriado não oferece soluções rápidas. Ele sustenta a tensão. Ensina que nem toda história é compreendida no momento em que acontece.
Dentro da narrativa cristã, esse dia só faz sentido porque não é o fim. Mas ele precisa existir como fim aparente. Sem a Sexta-Feira Santa, a esperança posterior perderia profundidade.
Então, por que lembrar a morte todos os anos?
👉 Porque a Sexta-Feira Santa preserva a memória de que a fé cristã nasce do luto antes de falar em vitória.
Ela recorda que esperança não surge da negação da dor, mas da travessia por ela. É um feriado que não conforta de imediato — e exatamente por isso permanece tão poderoso.
Quando o silêncio também ensina
Em um calendário cheio de datas explicativas, a Sexta-Feira Santa ensina pelo vazio. Pelo que não é dito. Pelo que não é celebrado.
Talvez seja esse o seu maior legado histórico: lembrar que, às vezes, o silêncio é a forma mais honesta de memória.
Como a Semana Santa é vivida no Espírito Santo, com destaque para Castelo
No Espírito Santo, a Semana Santa mantém um caráter marcadamente cultural e comunitário. Mais do que grandes celebrações, o período é vivido como um tempo de pausa coletiva, em que tradições locais, memória histórica e religiosidade popular se misturam de forma natural.
Em cidades do interior, especialmente em Castelo, a Semana Santa ganha contornos próprios. A programação costuma envolver encenações simbólicas, procissões silenciosas, vias-sacras ao ar livre e momentos de recolhimento que mobilizam moradores de diferentes gerações.
Castelo é conhecida por preservar manifestações tradicionais que unem fé e identidade cultural. Durante a Sexta-Feira Santa, é comum a redução de atividades festivas, o fechamento parcial do comércio e a participação expressiva da população em atos públicos marcados pelo silêncio e pela contemplação. O clima da cidade muda: ruas mais tranquilas, sons mais baixos e uma atmosfera que convida à reflexão.
Em outros municípios capixabas, como Vitória, Vila Velha e Cachoeiro de Itapemirim, a Semana Santa também é marcada por eventos tradicionais, incluindo procissões históricas, apresentações culturais e celebrações que integram espaços urbanos, igrejas e comunidades.
Mesmo para quem não participa diretamente das celebrações religiosas, o período é percebido como um marco no calendário social. O ritmo desacelera, o consumo diminui e práticas como o silêncio, o jejum simbólico ou a abstenção de festas continuam presentes, refletindo a permanência cultural da Sexta-Feira Santa no cotidiano capixaba.
No Espírito Santo, portanto, a Semana Santa não se resume a rituais religiosos formais. Ela se manifesta como um patrimônio cultural vivo, especialmente em cidades como Castelo, onde tradição, memória e identidade local continuam moldando a forma como o luto e o silêncio são vividos coletivamente.
A tradição dos tapetes: arte efêmera, memória coletiva e fé popular
Uma das expressões mais marcantes da Semana Santa no Espírito Santo é a confecção dos tapetes decorativos, especialmente visíveis na Sexta-Feira Santa e no Domingo de Páscoa. Feitos diretamente sobre o chão das ruas, esses tapetes transformam o espaço urbano em um grande painel simbólico, onde arte, fé e participação comunitária se encontram.
No município de Castelo, a tradição dos tapetes é preservada há décadas e envolve moradores de diferentes bairros, idades e grupos sociais. Desde as primeiras horas do dia, famílias inteiras se reúnem para desenhar figuras, símbolos e padrões usando serragem colorida, pó de café, areia, flores, folhas e outros materiais simples.
Mais do que decoração, os tapetes representam uma forma coletiva de expressão. Cada trecho carrega significados visuais que remetem à paixão de Cristo, à natureza, à vida e à esperança. Mesmo quem não participa ativamente da confecção costuma acompanhar o processo, fotografar, observar e respeitar o clima de silêncio e dedicação que se forma ao redor das ruas ornamentadas.
Em outras cidades capixabas, como Vila Velha e Vitória, os tapetes também fazem parte do calendário cultural da Semana Santa, adaptando-se às características de cada local. Em áreas históricas, eles dialogam com o patrimônio arquitetônico; em bairros mais recentes, tornam-se um momento de integração comunitária.
A efemeridade é parte essencial dessa tradição. Os tapetes são feitos para durar poucas horas, sendo desfeitos pela passagem das procissões ou pelo próprio tempo. Justamente por isso, carregam um forte simbolismo: representam a fragilidade da vida, a transitoriedade das coisas e o valor do gesto coletivo acima da permanência material.
No Espírito Santo, a tradição dos tapetes vai além do aspecto religioso. Ela funciona como um ritual cultural compartilhado, que reforça laços comunitários, preserva saberes manuais e mantém viva uma prática que atravessa gerações, especialmente em cidades como Castelo, onde o chão das ruas se transforma, por um dia, em narrativa visual e memória viva.
Perguntas Frequentes sobre a Sexta-Feira Santa
O que realmente aconteceu na Sexta-Feira Santa?
A Sexta-Feira Santa marca o dia em que Jesus foi condenado e executado por crucificação. Historicamente, trata-se de uma punição romana aplicada a pessoas vistas como ameaça à ordem pública.
Por que a Sexta-Feira Santa é considerada um dia santo se lembra uma morte?
Ela é considerada santa não pela violência do evento, mas pelo significado atribuído a ele dentro da tradição cristã. O dia representa um ponto central da narrativa da fé, associado à entrega, ao sofrimento humano e à memória coletiva.
A Sexta-Feira Santa sempre foi um feriado cristão?
Não. No início, era apenas um dia de lembrança e jejum entre comunidades cristãs. Com o tempo, ganhou forma litúrgica e, em muitos países, também se tornou feriado civil.
Por que muitas igrejas ficam em silêncio nesse dia?
O silêncio simboliza luto, espera e reflexão. Ele preserva o impacto do acontecimento e prepara o sentido da narrativa que continua nos dias seguintes.
A Bíblia determina práticas específicas para a Sexta-Feira Santa?
Não de forma direta. As práticas associadas ao dia — como jejum, leituras específicas ou ausência de celebrações — surgiram ao longo da história da Igreja.
É possível compreender a Sexta-Feira Santa sem uma visão religiosa?
Sim. Mesmo fora da fé, o dia pode ser entendido como um marco histórico e cultural que influenciou sociedades, calendários e tradições por séculos.
Por que esse dia ainda é relevante no mundo atual?
Porque ele preserva a memória do sofrimento, da injustiça e da fragilidade humana — temas que continuam atuais. A Sexta-Feira Santa convida à pausa e à reflexão em um mundo acelerado.
Instagram soluciona problema que enviava pedidos de troca de senha sem aviso prévio
O Instagram corrigiu uma falha que enviava e-mails de troca de senha para usuários sem que eles solicitassem. A rede social não informou a causa do problema, mas garantiu que as contas estão seguras e que os e-mails podem ser ignorados.
Usuários receberam mensagens sobre tentativas de alteração de senha em horários inesperados, gerando preocupação. O Instagram afirmou que terceiros podiam solicitar esses e-mails, mas que não houve invasão do sistema.
Especialistas alertam para riscos após vazamento de dados de 17 milhões de perfis, incluindo informações pessoais. A recomendação é ficar atento a comunicações suspeitas, mesmo vindas da própria plataforma.
O Instagram corrigiu um problema que fazia o envio de e-mails de troca de senha para usuários sem solicitação prévia. A falha, que não teve a causa divulgada pela rede social, gerou preocupação entre os usuários que receberam mensagens avisando de tentativas não autorizadas de alteração. O Instagram informou que as contas permanecem seguras e que os e-mails podem ser ignorados.
Internautas relataram ter recebido comunicados sobre tentativas de mudar senhas em horários inesperados, com mensagens que davam a entender que o pedido partira deles mesmos. O Instagram esclareceu em comunicado publicado na rede X que foi corrigida uma falha que permitia que terceiros solicitassem os e-mails. Segundo a rede social, não houve invasão ao sistema.
Apesar dessa posição, uma empresa de segurança digital, a Malwarebytes, destaca que hackers capturaram dados pessoais de mais de 17 milhões de contas do Instagram. Foram expostos nomes de usuário, números de telefone e e-mails, informações que estariam à venda na dark web, o que pode representar risco para os usuários.
A rede social ainda não comentou oficialmente sobre o relatório da Malwarebytes. O episódio reforça a atenção necessária ao recebimento de e-mails suspeitos, mesmo que venham da própria plataforma.
O caso evidencia os desafios relacionados à segurança de dados em redes sociais e a necessidade de cuidados constantes dos usuários e das empresas para mitigar riscos de vazamentos e tentativas de golpes. Fique atento às próximas atualizações sobre essa questão.
Economista do Goldman Sachs alerta para riscos à independência do Fed após ameaças contra Powell
O economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, sinalizou que a ameaça de acusações criminais contra Jerome Powell aumenta as dúvidas sobre a autonomia do Federal Reserve, banco central dos EUA. Apesar disso, ele acredita que o Fed continuará guiando suas decisões com base em dados econômicos sólidos.
A pressão vem do governo Trump, que investiga Powell por comentários sobre um projeto de reforma no prédio do Fed. Powell vê isso como uma tentativa de interferência política para influenciar as taxas de juros. Hatzius ressalta que, apesar das preocupações, Powell deve manter sua independência e foco nas informações econômicas.
Além disso, o Goldman Sachs revisou sua previsão para cortes nas taxas de juros, adiando-os para o meio e o final de 2026, diante de sinais mistos na economia, como o mercado de trabalho menos aquecido, mas com um crescimento do PIB mais forte que o esperado.
O economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, afirmou que a ameaça de acusação criminal contra o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, eleva os receios sobre a autonomia do banco central dos EUA. Mesmo assim, Hatzius acredita que o Fed seguirá tomando decisões com base nas informações econômicas disponíveis.
Essa pressão partiu do governo do presidente Donald Trump e envolve uma possível investigação contra Powell relacionada a comentários sobre um projeto de reforma de um edifício do banco. Powell classificou isso como um pretexto para que o governo tenha maior influência nas taxas de juros, que Trump deseja reduzir.
Hatzius comentou que essas notícias reforçam as dúvidas quanto à independência do Fed, porém ressaltou que Powell deve conduzir sua gestão sem deixar que essas questões o influenciem. O executivo do Goldman Sachs destacou que as decisões sobre cortes ou manutenção das taxas serão feitas com base nos dados econômicos reais.
O Goldman Sachs também ajustou suas projeções para os cortes de juros, prevendo agora duas reduções de 25 pontos-base para junho e setembro de 2026, adiando as expectativas anteriores de março e junho. Essa modificação reflete indicadores mais brandos de emprego, um crescimento do PIB acima do esperado e o alívio nos impactos das tarifas.
Por fim, Hatzius apontou que os riscos para a projeção das taxas do Fed tendem ao lado negativo, considerando os sinais de um mercado de trabalho menos aquecido, mas um cenário econômico ainda robusto.
Pré-mercado aponta pessimismo com processo contra presidente do FED nos EUA
O mercado internacional abriu a semana com pessimismo devido a um processo contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED). Ele é acusado de mentir ao Congresso sobre uma reforma no prédio do FED. Powell negou as acusações e disse que o caso é um pretexto para pressionar o banco central a reduzir os juros americanos.
A inflação nos EUA está acima da meta, e o FED mantém os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano. Os dados recentes indicam um mercado de trabalho forte, aumentando a expectativa de manutenção dos juros no próximo encontro do FED em janeiro. O processo gera incertezas e pressiona contratos futuros dos principais índices americanos no pré-mercado.
O mercado internacional iniciou a semana em tom de pessimismo por conta de um processo inédito contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED). O processo contra presidente do FED foi anunciado pelo US Attorney’s Office do Distrito de Columbia, que acusa Powell de ter mentido no Congresso sobre uma reforma do prédio do FED.
Em resposta, Powell divulgou vídeo no domingo negando as acusações e afirmando que o caso é um “pretexto” para pressionar o banco central a reduzir os juros americanos. A inflação nos Estados Unidos está em cerca de 3,0%, acima da meta de 2,0%, o que motivou o FED a manter os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano.
Dados recentes do emprego indicam um mercado de trabalho mais forte que o esperado. Isso aumentou para 95% a chance de os juros serem mantidos no próximo encontro, em janeiro, segundo a ferramenta FedWatch da bolsa de Chicago. A probabilidade de corte nos juros em março caiu, enquanto cresceu a expectativa de manutenção dos mesmos níveis.
Esse cenário alimenta a tensão política e econômica, já que o ex-presidente Donald Trump defende redução dos juros para beneficiar empresas e consumidores.
O processo contra presidente do FED gera incertezas e pressionou os contratos futuros dos principais índices americanos para queda no pré-mercado.
Samsung Galaxy M17e 5G deve ser similar ao Galaxy A07 5G em hardware e design
A Samsung deve lançar o Galaxy M17e 5G, um smartphone que compartilha praticamente as mesmas especificações técnicas do Galaxy A07 5G. Essa duplicação de modelos é uma estratégia comum da empresa para ampliar sua presença no mercado com custos menores.
O Galaxy M17e 5G será vendido principalmente em plataformas online, enquanto o Galaxy A07 5G deve aparecer em lojas físicas. Ambos têm foco em usuários que procuram aparelhos de entrada com funcionalidades básicas como bateria de 6.000 mAh e processador MediaTek Dimensity 6300.
O modelo traz ainda tela de até 6,7 polegadas com 90 Hz e câmera principal de 50 MP. A homologação do Galaxy A07 5G no Brasil indica que o lançamento oficial está próximo, mas ainda não há confirmação sobre a disponibilidade do M17e no mercado nacional.
A Samsung deve lançar o Galaxy M17e 5G, um smartphone que na prática será uma cópia do Galaxy A07 5G. Essa estratégia de reaproveitar o mesmo hardware com nomes diferentes já é comum na Samsung e em outras fabricantes como Xiaomi e Huawei, que usam essa tática para segmentar mercados variados sem criar novos modelos.
O Galaxy M17e 5G aparecerá principalmente no comércio eletrônico, enquanto o Galaxy A07 5G tende a ser vendido em varejos tradicionais. Ambos os modelos são voltados para o segmento de entrada, oferecendo especificações básicas que atendem ao público que busca custo-benefício.
Destaques incluem uma bateria robusta de 6.000 mAh com carregamento de 15W, e o processador MediaTek Dimensity 6300, anunciado recentemente para dispositivos intermediários. Esse chip usa litografia de 6 nanômetros e tem configuração de dois núcleos para desempenho e seis para eficiência, atingindo até 2,4 GHz.
A memória RAM será de 4 GB LPDDR4X, acompanhada de 128 GB de armazenamento interno no padrão UFS 2.2. A tela poderá chegar a 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 90 Hz, e a câmera principal deve ser de 50 MP. A homologação do Galaxy A07 5G pela Anatel indica que o lançamento no Brasil está próximo, possivelmente entre janeiro e fevereiro.
Ainda não há confirmação se o Galaxy M17e 5G será oferecido nas plataformas online brasileiras ou suas datas exatas. Essa prática de renomear aparelhos permite à Samsung ampliar seu portfólio com menos custos e aumentar a presença em diferentes canais de venda.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação