Desde 10 de dezembro, a Austrália exige que as principais plataformas digitais impeçam menores de 16 anos de criarem perfis. Nessa primeira fase, as redes sociais já bloquearam cerca de 4,7 milhões de contas de jovens que tentaram acessar os serviços.
Empresas como Meta, TikTok e YouTube foram obrigadas a seguir a nova legislação, que estabelece multas de até US$ 33 milhões para descumpridores. A medida visa restringir o uso das redes sociais por adolescentes, buscando reduzir riscos ligados à exposição precoce e à segurança digital.
Segundo Julie Inman Grant, comissária australiana de eSafety, as ações das plataformas apontam para resultados significativos no controle do acesso. Ainda assim, ela relembra que alguns usuários menores de idade podem tentar encontrar meios alternativos para continuar usando esses aplicativos.
A Meta relatou ter removido mais de 500 mil contas de menores apenas antes do prazo final para adequação. A empresa defende que a verificação da idade seja feita já no momento do download dos aplicativos, para evitar que os jovens burlem a proibição migrando para outras plataformas.
Além das gigantes, redes menores, como BlueSky e Lemon8, registraram aumento nos downloads antes da vigência da lei. No entanto, também confirmaram que cumprem os critérios impostos pela legislação australiana e mantêm diálogo com o órgão regulador.
O governo australiano mantém o monitoramento do avanço dessa regulamentação e reforça que seu objetivo é minimizar danos e adequar comportamentos digitais às normas de segurança para menores de idade.
Principais destaques corporativos de sexta-feira: Brava Energia, Petrobras e Direcional
Brava Energia adquiriu 50% dos ativos da Petronas nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte, na Bacia de Campos, em uma operação de US$ 450 milhões que aguarda aprovações regulatórias.
Petrobras anunciou crescimento na produção de óleo, atingindo 2,4 milhões de barris diários em 2025, 11% acima do ano anterior e superando a meta do seu Plano de Negócios.
Direcional divulgou aumento nas vendas líquidas e valor geral de lançamentos no último trimestre de 2025, enquanto outras construtoras mostraram variações significativas no desempenho.
Brava Energia anunciou a aquisição de 50% dos ativos da Petronas no campo de Tartaruga Verde e no Módulo III do campo de Espadarte, ambos na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. A operação está avaliada em US$ 450 milhões. O pagamento será dividido em parcelas: US$ 50 milhões na assinatura, US$ 350 milhões no fechamento previsto para 1º de julho de 2025, e mais duas parcelas de US$ 25 milhões cada, com vencimentos em até 24 meses após o fechamento.
A transação aguarda aprovações do Cade, da ANP e a manifestação sobre o direito de preferência do atual operador, a Petrobras, que detém os restantes 50% e opera os campos via FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes desde 2018.
Petrobras divulgou que sua produção de óleo atingiu 2,4 milhões de barris diários em 2025, valor 11% superior ao de 2024 e acima da meta definida em seu Plano de Negócios 2025-2029. A produção combinada de óleo e gás natural alcançou 2,99 milhões de barris equivalentes por dia, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior.
No setor de construção, a Direcional reportou vendas líquidas de R$ 1,3 bilhão no quarto trimestre de 2025, 5% maior que no mesmo período de 2024. O valor geral de vendas dos lançamentos somou R$ 1,7 bilhão, alta de 19,5% anual. Even e Pacaembu também apresentaram crescimento nas vendas, enquanto Cyrela e Lavvi registraram queda.
Esses movimentos evidenciam mudanças relevantes nos setores de energia e construção no início de 2026.
Mercado Bitcoin adquire corretora do Banco Mercantil para ampliar atuação regulada
O Mercado Bitcoin anunciou a aquisição da licença da corretora do Banco Mercantil, reforçando sua atuação no mercado regulado de ativos digitais no Brasil. A compra está alinhada com as novas regulamentações do Banco Central para serviços de ativos virtuais.
Com essa movimentação, o Mercado Bitcoin amplia sua presença no mercado financeiro digital, integrando uma corretora já regulada e fortalecendo seu ecossistema. A empresa seguirá focada em investimentos digitais e não atuará como corretora de ações na bolsa de valores.
A iniciativa visa acompanhar as mudanças legais do setor de criptoativos, consolidando o Mercado Bitcoin como uma das maiores corretoras do país, com mais de 13 anos de experiência e foco em ativos tokenizados.
O Mercado Bitcoin (MB) confirmou a aquisição da licença de Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários (CCTVM) do Banco Mercantil, reforçando sua atuação no mercado regulado de ativos digitais. Essa iniciativa surge em meio ao avanço da regulação brasileira, especialmente as normas divulgadas pelo Banco Central para o setor de criptomoedas.
As resoluções nº 519 e nº 520 definem as regras para obtenção de licenças e operações das sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs). A compra da licença permitirá que o Mercado Bitcoin fortaleça sua presença no mercado financeiro digital ao integrar uma instituição já regulada, ampliando seu ecossistema que conta com instituições de pagamento e plataformas de investimento participativo.
Roberto Dagnoni, chairman do MB, destacou que a aquisição contribui para montar um ambiente completo de investimentos, que une arbitragem entre mercados tradicionais e digitais. O MB já possui 13 anos de atuação consolidada, sendo reconhecido entre as maiores corretoras de criptomoedas do mundo e em ativos tokenizados.
Importante esclarecer que, mesmo com a licença adquirida, o Mercado Bitcoin não irá operar como corretora de ações na bolsa de valores (B3). Os serviços de intermediação e custódia de ações da corretora do Banco Mercantil serão descontinuados, e os clientes atuais serão orientados a transferir suas posições para outras corretoras autorizadas.
Com essa movimentação, o Mercado Bitcoin busca fortalecer sua estratégia dentro do mercado regulado, acompanhando as mudanças legais que moldam o setor de criptoativos no Brasil.
Inteligência Artificial Generativa gera R$ 59 milhões ao BV e otimiza pós-venda em financiamentos
Em 2025, o banco BV consolidou o uso da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) como peça-chave em suas operações, principalmente no pós-venda de financiamentos de veículos. O banco criou um Centro de Excelência para garantir governança segura e eficiente na aplicação dessa tecnologia.
Como resultado, houve aumento de 30% no atendimento a clientes e redução de 73% nas rechamadas no período de 30 dias. Além disso, a instituição investiu em treinamentos para mais de 2.600 funcionários, reforçando a importância do preparo humano na potencialização da tecnologia.
Com R$ 59 milhões de ganhos financeiros e melhorias em várias áreas, o BV planeja expandir o uso da GenAI em 2026, focando na cultura organizacional, ferramentas e governança para aprimorar ainda mais o relacionamento com os clientes.
Em 2025, a Inteligência Artificial Generativa se consolidou como componente central na estratégia do banco BV, deixando de ser apenas experimental. O banco criou um Centro de Excelência para GenAI em 2024, que definiu diretrizes e governança para expandir o uso da tecnologia com segurança e ética. Entre os avanços, destacam-se agentes multimodais que automatizam interações no pós-venda de financiamentos de veículos, atendendo 30% mais clientes e reduzindo em 73% as rechamadas em 30 dias.
No desenvolvimento de software, o banco usa 600 licenças de ferramentas assistidas por código e agentes em diversas fases do ciclo de vida, incluindo apoio a Product Managers. Áreas como Jurídico, Marketing e Financiamento de Veículos também adotam inteligência aumentada para melhorar métricas e estratégias comerciais. O programa de AI Literacy treinou mais de 2.600 funcionários, ressaltando a importância da preparação humana para potencializar a tecnologia.
Os resultados mostram ganhos concretos: 30% de eficiência no desenvolvimento, com R$ 59 milhões em benefícios financeiros, e redução de 78% nas rechamadas no atendimento ao cliente, com agentes sete vezes mais resolutivos. O banco estruturou sua governança para balancear rapidez e segurança, combatendo iniciativas paralelas não supervisionadas e enfrentando desafios de integração com sistemas legados e qualidade dos dados.
Para 2026, o BV planeja fortalecer pessoas e cultura, ferramentas e governança, acelerar entregas tecnológicas, ampliar assistentes internos e melhorar o relacionamento com clientes. O foco é ampliar o uso da inteligência artificial generativa alinhada a objetivos claros e responsáveis.
Conheça destinos no Brasil para escapar do calor intenso do verão
O Brasil enfrenta ondas de calor intensas no verão, com temperaturas que chegam a 40°C, como no Rio de Janeiro, alertado pelo Inmet. Para quem busca fugir do calor, o Ministério do Turismo indica destinos com climas mais frescos e agradáveis.
Petrópolis, Monte Verde, Serra do Rio do Rastro, Gramado e Canela são algumas opções com clima ameno, atrações naturais e culturais. Curitiba e Campos do Jordão também oferecem refúgios contra o calor, com paisagens e pontos turísticos que agradam diversos perfis de visitantes.
Esses locais são alternativas para aproveitar o verão no Brasil sem o desconforto das altas temperaturas, garantindo momentos de lazer e descanso em ambiente mais fresco.
O verão no Brasil traz temperaturas elevadas e, nesta semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja para onda de calor em quatro estados, incluindo o Rio de Janeiro, que chegou a registrar 40°C. Para quem busca um clima mais ameno, existem opções de destinos indicados pelo Ministério do Turismo para fugir do calor intenso típico dessa estação.
Uma alternativa próxima ao Rio é Petrópolis, conhecida como “Cidade Imperial”, que oferece clima fresco e atrações históricas como o Museu Imperial e a casa de Santos Dumont. No interior de Minas Gerais, Monte Verde atrai casais e famílias com trilhas, gastronomia e belas vistas panorâmicas.
Na Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina, o destaque fica para as curvas impressionantes da estrada e a temperatura mais baixa durante o ano todo. O local possui vinícolas, chalés e trilhas para diferentes perfis de visitantes.
Já Gramado e Canela, na Serra Gaúcha, são reconhecidas pela arquitetura europeia e diversas atividades, como trilhas, escalada, rafting, além de jardins e opções de degustação de chocolates e vinhos artesanais.
Curitiba, no Paraná, tem seu clima característico, o Jardim Botânico e pontos turísticos como o Museu Oscar Niemeyer e a Ópera de Arame, enquanto Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, conhecida como a “Suíça Brasileira”, destaca-se pela altitude e atrações como teleférico e o Palácio da Boa Vista.
Essas cidades representam opções para quem quer aproveitar o verão brasileiro sem se submeter às altas temperaturas.
Ibovespa registra terceiro recorde consecutivo com forte influência de ações de commodities e bancos
O Ibovespa inicia o pregão de sexta-feira com a expectativa de atingir seu terceiro recorde consecutivo, após fechar a quinta-feira em 165.568 pontos. O índice acumula alta de 2,8% no ano, impulsionado principalmente pelas ações da Petrobras, Vale e do setor bancário.
Esse desempenho é influenciado sobretudo por fatores internacionais, como o aumento dos preços globais do petróleo, ferro e cobre, motivado por tensões geopolíticas. Além disso, a expectativa de queda dos juros beneficia as ações bancárias, que tendem a apresentar maior lucro com a redução da inadimplência.
O pregão desta sexta-feira (16) inicia com a expectativa de a Ibovespa alcançar seu terceiro recorde consecutivo, após fechar na quinta-feira em 165.568 pontos, um novo máximo nominal. O índice já acumula uma alta de 2,8% no ano, mostrando força principalmente graças às ações da Petrobras, Vale e bancos, que lideram o movimento.
O desempenho positivo do índice tem pouco a ver com o desempenho da economia interna e mais com fatores internacionais. A valorização das empresas de commodities, como Petrobras e Vale, ocorre devido à elevação dos preços globais do petróleo, ferro e cobre, provocada por tensões geopolíticas. Isso eleva os resultados dessas empresas no mercado financeiro.
As ações bancárias também estão em alta graças à expectativa de queda dos juros, o que tende a reduzir a inadimplência e aumentar os lucros dessas instituições.
No âmbito internacional, o pregão acompanha a alta nos contratos futuros dos principais índices americanos e também a valorização das cotas do ETF EWZ iShares MSCI Brazil. O otimismo está centrado nas ações do setor de tecnologia, especialmente aquelas relacionadas à Inteligência Artificial, que impulsionam o mercado global.
Os indicadores locais mais recentes mostram que o IGP-10 de janeiro registrou 0,3%, e o IBC-Br de novembro teve uma expectativa de crescimento de 0,3%, melhorando em relação ao mês anterior, que apresentou queda.
Brava Energia adquire participação da Petronas na Bacia de Campos por US$ 450 milhões
A Brava Energia firmou contrato para adquirir 50% da participação da Petronas nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte, na Bacia de Campos. O valor da negociação é de US$ 450 milhões, com pagamentos escalonados entre 2025 e 2027.
A operação depende da aprovação de órgãos reguladores e da manifestação da Petrobras, que detém direito de preferência. A expectativa é concluir a transação em 2026, alinhada à estratégia da Brava para diversificar ativos e otimizar capital.
Os campos possuem produção média de 55,6 mil barris por dia em 2025 e concessões válidas até 2039. A empresa comunicará o mercado sobre o andamento da aquisição, seguindo boas práticas de governança.
A Brava Energia firmou contrato para adquirir 50% da participação da Petronas Petróleo Brasil nos campos de Tartaruga Verde e no Módulo III do campo de Espadarte, localizados na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro. O acordo, fechado em 15 de janeiro de 2026, envolve um total de US$ 450 milhões.
Destes, US$ 50 milhões foram pagos na assinatura, com US$ 350 milhões a serem desembolsados no fechamento, sujeito a ajustes pela data efetiva de 1º de julho de 2025. Mais duas parcelas de US$ 25 milhões cada estão previstas para 12 e 24 meses após a conclusão da negociação.
A operação depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da manifestação da Petrobras, que possui direito de preferência. A expectativa é concluir a transação em 2026.
A aquisição está alinhada à estratégia da Brava de revisar seu portfólio, buscando retorno ajustado ao risco, além de diversificar ativos e otimizar capital. Os campos ficam na porção sul da Bacia de Campos, com lâminas d’água de 700 a 1.620 metros e reservatórios a cerca de 3.000 metros de profundidade.
Operados atualmente pela Petrobras, esses ativos contam com 14 poços produtores e tiveram produção média de 55,6 mil barris de óleo equivalente por dia em 2025. As concessões vigorarão até 2039.
A Brava manterá o mercado informado sobre novidades da aquisição, em conformidade com as melhores práticas de governança. A empresa nasceu em 2024 da fusão entre 3R Petroleum e Enauta e é uma das maiores produtoras independentes do país.
Tensão entre Trump e Powell pode influenciar política monetária e juros nos EUA
O Federal Reserve enfrenta pressões políticas crescentes em 2026, com Donald Trump pedindo cortes agressivos nas taxas de juros para estimular a economia. Powell, atual presidente do Fed, mantém cautela frente aos riscos inflacionários, enquanto sua indicação futura ainda gera dúvidas.
A taxa de juros nos EUA está entre 3,5% e 3,75%, com possível nova redução dependendo dos dados econômicos. A pressão política inclui uma investigação criminal contra Powell, o que pode afetar a independência do banco central e a estabilidade do mercado.
Especialistas acreditam que os cortes de juros serão condicionados aos indicadores econômicos, com inflação em 2,7% e desemprego em 4,4%. A instabilidade política pode aumentar a volatilidade dos juros futuros e impactar a liquidez, especialmente para mercados emergentes como o brasileiro.
O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos inicia 2026 enfrentando uma crescente tensão política, que pode afetar a condução da política monetária e as expectativas de juros futuros. O ex-presidente Donald Trump pressiona o Fed a realizar cortes mais agressivos nas taxas de juros para estimular a economia, enquanto a autoridade monetária mantém cautela devido aos riscos inflacionários.
Os juros americanos estão atualmente entre 3,5% e 3,75%, após um corte de 0,25 pontos percentuais em dezembro. O Fed sinalizou uma possível pausa e um novo corte em 2026, dependendo dos dados econômicos. Contudo, a indefinição sobre o mandato de Jerome Powell, que expira em maio, aumenta a expectativa pela indicação de um novo presidente alinhado às preferências políticas de Trump.
Além disso, o Departamento de Justiça dos EUA abriu investigação criminal contra Powell por supostas declarações falsas durante um depoimento sobre gastos na reforma da sede do Fed. Essa situação levanta dúvidas sobre a independência do banco central e intensifica a pressão política à medida que a próxima reunião do Fed se aproxima.
Apesar disso, especialistas acreditam que essas tensões não devem antecipar cortes de juros, que continuarão condicionados a dados concretos sobre inflação e desemprego. A atual inflação é de 2,7%, enquanto o desemprego segue em 4,4%, números que sustentam a postura conservadora do Fed.
Analistas apontam que a pressão política pode gerar maior volatilidade nos juros futuros e afetar a atratividade dos ativos americanos. Para mercados emergentes, como o brasileiro, isso pode significar menos liquidez caso as taxas de longo prazo subam devido à instabilidade institucional.
TikTok vai intensificar verificação de idade na Europa diante de pressões regulatórias
Nas próximas semanas, o TikTok vai lançar na Europa uma nova ferramenta para identificar usuários menores de 13 anos. O objetivo é atender às normas rígidas sobre proteção de dados, melhorando o controle do público infantil na plataforma.
O sistema utiliza análise de perfis, vídeos e comportamentos, além de métodos como verificação facial e documentos oficiais. Contas suspeitas serão revisadas por moderadores, não bloqueadas automaticamente.
Essa iniciativa ajuda a cumprir legislações locais e reforça a segurança online das crianças, alinhando-se às regras europeias de privacidade e proteção digital.
Nas próximas semanas, o TikTok vai implementar na Europa uma nova ferramenta para identificação de usuários menores de 13 anos. A iniciativa busca atender a regras mais rígidas sobre proteção de dados e melhorar o controle do público infantil na plataforma, que está sob forte pressão regulatória.
O sistema, desenvolvido especialmente para a região, analisa perfis, vídeos e comportamento nas redes para estimar a idade do usuário. Contas suspeitas não serão bloqueadas automaticamente, mas examinadas por moderadores especializados. O projeto-piloto realizado no Reino Unido por um ano resultou na remoção de milhares de contas de crianças.
A tecnologia se apoia também em métodos adicionais, como verificação facial feita pelo provedor Yoti, confirmação por cartão de crédito e documentos oficiais. A Meta, dona do Facebook, já usa a Yoti em suas plataformas para confirmar a idade dos usuários.
Essa iniciativa do TikTok na Europa ocorre em um momento em que países de todo o mundo discutem limites para menores acessarem redes sociais. Em 2023, a Austrália proibiu o uso de redes por crianças abaixo de 16 anos, enquanto parlamentares europeus e nações como a Dinamarca visam restrições similares.
Usuários receberão notificações conforme o sistema for ativado. A empresa colaborou com a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda para ajustar a tecnologia, garantindo alinhamento com as normas de privacidade da União Europeia.
Embora não exista ainda um método global ideal que confirme a idade preservando a privacidade, essa medida representa um passo para obedecer legislações locais e reforçar a segurança das crianças no ambiente digital.
Steinbruch adota austeridade para reduzir dívida da CSN até 2026
Benjamin Steinbruch, líder da CSN, revelou um plano para diminuir a alta alavancagem da siderúrgica. A estratégia prevê levantar até R$ 18 bilhões com a venda de participações em setores de cimento e infraestrutura, visando ajustar a relação entre dívida líquida e Ebitda da empresa.
O objetivo principal é reduzir a alavancagem para entre 1,8 e 2 vezes até o fim de 2026 e atingir o índice de 1 vez em até oito anos. O plano inclui a venda do controle da CSN Cimentos e oferta de participações relevantes, mantendo controle logístico.
Mesmo com o anúncio, as ações da CSN caíram 3,1%, refletindo cautela do mercado diante da dependência do comando de Steinbruch e a complexidade do plano. A empresa mantém mineração, siderurgia e energia como foco de crescimento e busca parcerias para modernizar a produção.
Benjamin Steinbruch, líder da CSN, apresenta um plano para reduzir a alta alavancagem da siderúrgica. A estratégia contempla levantar até R$ 18 bilhões com a venda de participações em unidades de cimento e infraestrutura, visando ajustar a relação entre dívida líquida e Ebitda do grupo.
O objetivo é reduzir a alavancagem para entre 1,8 e 2 vezes até o fim de 2026 e alcançar o índice de 1 vez em oito anos. Isso inclui a venda do controle da CSN Cimentos e a oferta de participação relevante na área de infraestrutura, mantendo o controle dessas operações logísticas. A expectativa é que esses ativos, vendidos em blocos, garantam receita substancial e simplifiquem o balanço.
Apesar do anúncio, as ações da CSN caíram 3,1% no dia. O mercado também demonstra cautela pela dependência da companhia na liderança de Steinbruch e pela complexidade do plano, especialmente diante do cenário de menor tolerância para riscos no Brasil.
A CSN mantém mineração, siderurgia e energia fora do pacote de vendas, destacando esses setores como fontes fortes de geração de caixa e crescimento. A expansão da produção de minério de ferro para 65 milhões de toneladas até 2030 reforça essa visão.
O grupo também busca parcerias estratégicas para modernizar a siderurgia, cuja produção nacional tende a cair devido à concorrência chinesa. Steinbruch reforça que o plano passa pela execução rigorosa, com foco na redução de custos e estoques, para tornar a CSN menos vulnerável e com caixa mais equilibrado.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação