Fed mantém juros estáveis nos EUA e destaca inflação elevada e mercado de trabalho firme
O Federal Reserve decidiu manter a taxa de juros entre 3,50% e 3,75%, destacando que a inflação nos EUA segue elevada. A decisão foi tomada com maioria no Comitê de Política Monetária, enquanto dois membros votaram por redução.
A economia americana mostra crescimento sólido e o mercado de trabalho está estabilizado, com taxa de desemprego em 4,4%. O Fed ressaltou que a política monetária será ajustada conforme novas informações econômicas.
A perspectiva futura depende da evolução da inflação e da economia, com atenção para a nomeação do próximo presidente do Fed, que pode influenciar a política de juros.
O Federal Reserve dos EUA decidiu manter as taxas de juros entre 3,50% e 3,75%, ressaltando que a inflação segue alta, enquanto a economia apresenta crescimento sólido. A decisão ocorreu após votação de 10 a 2 do Comitê de Política Monetária (Fomc). Dois membros votaram a favor de reduzir a taxa em 0,25 ponto percentual.
O Fed destacou que o ritmo da atividade econômica continua firme e que o mercado de trabalho mostra sinais de estabilização, com ganhos em empregos ainda moderados. A taxa de desemprego recuou para 4,4% em dezembro, sem considerar aumento nos riscos de queda no emprego, conforme comunicado oficial.
A declaração também esclarece que a política monetária seguirá sendo ajustada conforme novas informações econômicas. A possibilidade de futuras reduções na taxa dependerá destes dados e da trajetória da inflação, que permanece “um tanto elevada”.
Essa decisão suspende o afrouxamento monetário iniciado no final do governo Biden, após três cortes consecutivos em 2025. A divisão entre os membros do Fed persiste, especialmente entre os que estão preocupados com a inflação e os que receiam um aumento do desemprego, caso a política de juros permaneça rígida.
A nomeação do próximo presidente do Federal Reserve, que substituirá Jerome Powell, deve influenciar os próximos passos da política econômica. A posse está prevista para junho, e os mercados esperam estabilidade nas taxas até lá.
Fed mantém taxa de juros nos EUA e sinaliza futuras altas
O Federal Reserve decidiu manter a taxa de juros nos Estados Unidos entre 3,50% e 3,75% ao ano, interrompendo a sequência de cortes iniciada em setembro. A decisão reflete um cenário econômico com inflação elevada e mercado de trabalho enfraquecido.
A pausa já era esperada pelo mercado, que prevê ajuste na política conforme dados futuros. Apesar do crescimento sólido da economia, o crescimento do emprego diminuiu e a inflação segue alta. O Fed monitora riscos e pode revisar a política monetária para atingir metas de emprego e inflação.
Dois membros votaram contra a decisão, defendendo corte nos juros. O presidente do Fed, Jerome Powell, dará entrevista para detalhar a decisão e as perspectivas econômicas.
O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) decidiu manter os juros de referência dos Estados Unidos entre 3,50% e 3,75% ao ano. A medida interrompe a série de cortes iniciada em setembro, refletindo o cenário econômico atual, que inclui inflação persistente e um mercado de trabalho enfraquecido.
Essa pausa na flexibilização monetária já era aguardada pelo mercado, com 97,2% das projeções indicando essa decisão antes do anúncio, conforme dados do CME FedWatch Tool. O Federal Reserve aponta que a atividade econômica se expande a um ritmo sólido, enquanto o crescimento dos empregos diminui e a taxa de desemprego indica certa estabilidade. No entanto, a inflação continua elevada.
No comunicado, o Conselho destacou que visa o máximo emprego e uma inflação em torno de 2% a longo prazo. A incerteza quanto às perspectivas econômicas permanece alta, o que mantém o órgão atento aos riscos que afetam seu duplo mandato. O banco central está disposto a ajustar a política monetária conforme os dados e riscos futuros.
Durante a votação, dois membros, Stephen Miran e Christopher Waller, divergiram, defendendo uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa. O presidente do Fed, Jerome Powell, dará entrevista às 16h30 (horário de Brasília) para explicar os detalhes da decisão.
Fallout Temporada 2 revela segredos de Steph Harper, líder do Vault 32
A segunda temporada de Fallout traz à tona os segredos de Steph Harper, comandante do Vault 32. Antes vista apenas como esposa dedicada, ela revela um passado turbulento e sua origem canadense marcada por campos de concentração.
Após a morte do marido, Bert, Steph mostra força e habilidade, adotando uma postura dura e disposta a tudo para proteger o vault. Seu relacionamento com Chet e a caixa deixada por Hank McLean reforçam sua estratégia para garantir a sobrevivência.
O episódio recente destaca uma reviravolta que aprofunda o mistério em torno da personagem. A trama promete um desfecho impactante no capítulo final, marcado para 3 de março no Prime Video.
A série Fallout revelou detalhes importantes sobre Steph Harper, personagem que assume o comando do Vault 32. Inicialmente apresentada como uma esposa dedicada, a sequência da trama mostra seu passado cheio de segredos e sua origem canadense sombria. Após o assassinato do marido, Bert, por invasores, Steph demonstra habilidade em combate e uma personalidade dura, revelando sua verdadeira face.
Steph chegou ao Vault 32 após estabelecer relacionamento com Chet, sua nova companhia. O enredo da temporada mostra que ela foge de campos de concentração criados pelos Estados Unidos no Canadá, onde viveu sob identidade falsa. Um conselho materno que recebeu, para não enxergar os americanos como humanos, parece guiar suas decisões.
Confiante e desconfiada, a sobrevivente está disposta a usar mentiras e até a matar para manter sua posição. Seus planos envolvem proteger o vault, utilizando a misteriosa caixa deixada por Hank McLean. Apesar disso, o isolamento e o estoque de suprimentos talvez não sejam suficientes para garantir seu futuro.
O episódio mais recente da temporada traz essa reviravolta, prometendo desdobramentos no capítulo final, previsto para 3 de março no Prime Video. A revelação amplia a complexidade da personagem e aponta uma tensão crescente dentro do abrigo.
INSS não interromperá pagamento de aposentadorias por falta da nova identidade até 2026
Circulam notícias falsas sobre o INSS deixar de pagar aposentadorias em 2026 para quem não tem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). A exigência da CIN para manutenção e novos pedidos de benefícios só será obrigatória a partir de 2028.
Desde novembro de 2025, o INSS exige documentos com biometria para novos pedidos, aceitando CIN, CNH e Título de Eleitor. Os pagamentos dos benefícios já concedidos não serão suspensos por ausência da nova identidade até 2028. O órgão recomenda que os beneficiários emitam a CIN para evitar problemas futuros.
Circulam publicações falsas afirmando que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de pagar aposentadorias em 2026 para quem não possui a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Essa informação é incorreta. A exigência da CIN para manutenção e requerimento de benefícios do INSS só será obrigatória a partir de 1° de janeiro de 2028.
Desde 21 de novembro de 2025, o INSS cobra documentos com biometria para novos pedidos de aposentadorias e pensões, aceitando, além da CIN, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o Título de Eleitor como comprovantes válidos. A obrigatoriedade, neste caso, não impacta quem já recebe benefícios.
A partir de 1° de maio de 2026, a biometria torna-se necessária em novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária e pensão por morte. Caso o cidadão não possua biometria na CNH ou Título de Eleitor, a emissão da CIN será obrigatória. No entanto, há exceções para idosos acima de 80 anos, pessoas com dificuldades de locomoção comprovadas, moradores de áreas remotas e refugiados.
Até 2028, os pagamentos dos benefícios a beneficiários ativos não serão interrompidos por ausência da CIN. O órgão recomenda que os cidadãos emitam a nova carteira para evitar conflitos futuros e garantir maior segurança nos dados pessoais.
Quando atualização biométrica for necessária, o INSS notificará o beneficiário com antecedência, sem suspender pagamentos. Portanto, não há motivo para preocupação quanto à continuidade dos benefícios em 2026 sem a nova identidade.
Imagens revelam todas as cores do Moto G67 e Moto G77
Renderizações mostram o visual dos novos Moto G67 e Moto G77, com design semelhante e módulos traseiros com três câmeras. Os aparelhos possuem câmera frontal centralizada em um furo no topo da tela.
Moto G77 estará disponível nas cores verde azulado e marrom, enquanto o Moto G67 aparece em cinza claro e verde claro. Ambos têm bordas finas, laterais curvas e telas AMOLED de 6,8 polegadas.
Especificações indicam processadores Dimensity, baterias de 5.200 mAh e carregamento rápido. O Moto G77 já tem homologação da Anatel e deve ser lançado em breve no Brasil.
Imagens renderizadas revelam o visual dos próximos lançamentos da Motorola, o Moto G77 e o Moto G67. Os dois aparelhos, quase idênticos no design, exibem um módulo traseiro com três câmeras integradas ao corpo e uma câmera frontal centralizada em um furo no topo da tela. A diferença mais evidente fica para o logo da marca na traseira.
O Moto G77 surge nas cores verde azulado (Pantone Black Olive) e marrom (Pantone Shaded Spruce). Já o Moto G67 aparece em cinza claro (Pantone Arctic Seal) e verde claro (Pantone Light Parrot). Ambos contam com bordas finas, laterais levemente curvas e cantos arredondados, mantendo um visual alinhado com outros lançamentos recentes da Motorola.
Especificações indicam que o Moto G77 será equipado com o chipset Dimensity 6400, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. O modelo mais simples, Moto G67, deve trazer o Dimensity 6300, 4 GB de RAM e a mesma capacidade de armazenamento. As telas serão AMOLED de 6,8 polegadas, com proteção Gorilla Glass 7i e taxa de atualização de 120 Hz.
A bateria prevista para os aparelhos tem 5.200 mAh com recarga rápida de 30 W. O Moto G77 já foi homologado pela Anatel e deve chegar em breve ao mercado brasileiro, enquanto o Moto G67 ainda aguarda a certificação.
Mantenha-se atualizado para mais detalhes sobre esses modelos e outras novidades da Motorola.
Governo altera regras de leilão de energia e aumenta concorrência para Eneva
O governo modificou a regra do leilão de capacidade de energia, marcado para março, beneficiando empresas com usinas ligadas diretamente a gasodutos, como Petrobras e Âmbar. A alteração reduz de 100% para 70% a exigência de contratação de capacidade de transporte para projetos conectados a gasodutos, diminuindo custos fixos.
Essa mudança afetou a Eneva, que investiu em termelétricas próximas aos poços de gás na Bacia do Parnaíba e unidades abastecidas por GNL. A nova regra traz mais concorrência e limita a vantagem inicial da empresa, impactando seus projetos e o valor das ações.
O leilão é crucial para a Eneva expandir e renovar suas termelétricas em Sergipe, Ceará e Parnaíba. Ao mesmo tempo, Petrobras e Âmbar mantêm vantagem competitiva com usinas diretamente conectadas a gasodutos, o que pode influenciar os resultados do certame.
O governo alterou uma regra do leilão de capacidade de energia marcado para março, beneficiando empresas como a Petrobras e a Âmbar, enquanto a Eneva enfrenta maior competição. A mudança do Ministério de Minas e Energia reduziu de 100% para 70% a exigência de contratação de capacidade de transporte para usinas conectadas a gasodutos, diminuindo custos fixos desses projetos.
Essa modificação impacta principalmente a estratégia da Eneva, que investiu em termelétricas gas-to-wire localizadas próximas aos poços de gás na Bacia do Parnaíba, e em unidades abastecidas por gás natural liquefeito (GNL). Por outro lado, Petrobras e Âmbar possuem usinas ligadas diretamente a gasodutos, mantendo vantagem competitiva com a nova regra.
A Eneva busca contratos para expandir e renovar suas termelétricas, especialmente nos estados de Sergipe, Ceará e no complexo do Parnaíba. A Petrobras planeja um projeto termelétrico no Complexo Boaventura, no Rio de Janeiro, e a Âmbar controla termelétricas próximas a gasodutos na Região Sul e Centro-Oeste.
O leilão, que contempla termelétricas existentes, novos projetos e ampliações de hidrelétricas, é considerado uma chance importante para a Eneva. Segundo analistas do Itaú BBA, a empresa pode gerar até R$ 6,70 por ação com seus projetos greenfield em estágio avançado. No entanto, a mudança regulatória traz desafios e limita a vantagem inicial da Eneva, que já viu suas ações recuarem 2,7% recentemente.
Amazon reduz 16 mil vagas corporativas nos Estados Unidos em reestruturação
A Amazon anunciou a redução de 16 mil postos corporativos nos Estados Unidos, parte de um plano maior de reestruturação para simplificar a gestão interna e reduzir a burocracia. Essa ação faz parte de um total de 30 mil cortes nos últimos três meses, representando cerca de 10% da força de trabalho corporativa.
A companhia possui cerca de 1,55 milhão de colaboradores no mundo, sendo 350 mil na área corporativa. Os funcionários afetados receberam aviso prévio e terão 90 dias para buscar recolocação, com suporte e pacotes de rescisão. A empresa destaca que o avanço da inteligência artificial pode levar a novos ajustes no quadro de funcionários.
Essa mudança ocorre em meio a uma onda global de demissões em grandes empresas focadas na gestão. A Amazon esclarece que não pretende realizar cortes frequentes desse porte e continuará ajustando sua estrutura conforme a necessidade do mercado.
A Amazon anunciou o corte de 16 mil vagas corporativas, parte de um plano para reduzir a burocracia e simplificar a gestão interna. Com essa nova redução, a empresa já eliminou 30 mil postos de trabalho nos últimos três meses, o que representa cerca de 10% da força de trabalho corporativa. A meta é reforçar o senso de responsabilidade entre os times e diminuir níveis hierárquicos excessivos.
Até o fim de 2024, a Amazon tinha aproximadamente 1,55 milhão de funcionários globalmente, sendo 350 mil na área corporativa e o restante em centros de distribuição. Os cortes mais recentes correspondem a 4,6% desse quadro corporativo. Os colaboradores nos EUA receberam aviso e terão 90 dias para buscar recolocação interna, com direito a pacotes de rescisão e suporte na transição.
O presidente Andy Jassy destaca que a redução da gestão ganhou prioridade após o crescimento acelerado durante a pandemia. Além disso, a empresa projeta que o avanço da inteligência artificial trará mudanças estruturais que podem reduzir ainda mais a equipe com a automação de tarefas.
Essa reorganização acontece no meio de uma série global de demissões focadas na gestão. Recentemente, empresas como Microsoft, Nissan, Meta e ASML também anunciaram cortes em suas equipes administrativas, refletindo um movimento mais amplo de ajuste das estruturas corporativas.
A Amazon afirma que não planeja fazer cada poucos meses cortes tão significativos e que ajustes continuarão sendo feitos conforme necessário para se adaptar às demandas do mercado.
Brasil terá maior déficit fiscal da América Latina em 2026, aponta Fitch
A América Latina tem mostrado melhora em seus déficits fiscais após a pandemia, mas o Brasil deve apresentar o maior déficit fiscal da região em 2026 segundo a Fitch. O país também terá uma das maiores dívidas públicas da América Latina nesse período.
Apesar dos desafios fiscais, a inflação no Brasil está caindo e a economia deve crescer cerca de 2% em 2026, conforme projeções da Fitch. A política monetária brasileira mantém juros elevados por mais tempo, o que valoriza o real em comparação com outras moedas da região.
Enquanto isso, a China enfrenta desaceleração econômica, e a região se beneficia da desvalorização do dólar. Esses fatores indicam um cenário complexo, mas que traz oportunidades para a economia brasileira e latino-americana.
A América Latina tem melhorado seu déficit fiscal em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) após a pandemia, mas o Brasil deve registrar o maior déficit fiscal da região em 2026, segundo Shelly Shetty, chefe de ratings soberanos da Fitch Ratings para Américas e Ásia-Pacífico. O governo brasileiro terá uma das maiores dívidas públicas da América Latina no período.
Apesar dessas projeções fiscais negativas, Shetty destaca que a inflação no Brasil está diminuindo e a economia mostra sinais de crescimento. A Fitch projeta expansão econômica do país próxima a 2% em 2026, um pouco abaixo da taxa esperada para os Estados Unidos, também de 2%. Já a China deve apresentar desaceleração, com crescimento previsto de 2,1%, afetado por uma demanda interna reduzida e investimentos baixos na América Latina.
Outro ponto que diferencia o Brasil dos demais países da América Latina é a política monetária. Enquanto a maioria dos países da região tem conseguido reduzir as taxas de juros, o Brasil mantém níveis elevados por um período prolongado. Esse cenário contribui para uma valorização do real, junto com a moeda colombiana, especialmente diante de um dólar global em desvalorização, o que tem sido positivo para a região.
Em resumo, o Brasil apresenta desafios fiscais significativos para 2026, mas conta com indicadores econômicos melhorando e uma política monetária distinta que impacta seu câmbio e juros.
Experimento com IA revela que criar não é só apertar um botão, como mostra cadeira impressa em 3D
Um designer e o Google DeepMind mostraram que criar com IA não é simplesmente apertar um botão. Eles desenvolveram uma cadeira funcional impressa em 3D usando inteligência artificial, mas o processo exigiu muito ajuste humano.
A IA teve dificuldades para entender termos técnicos e precisou de descrições mais abstratas para fugir do comum. Foram geradas centenas de variações, algumas com estética inesperada, e a criação final passou por refinamentos e simulações.
Esse projeto destaca que o trabalho humano ainda é essencial na criação com IA. A inteligência artificial transforma o processo em uma parceria entre tecnologia e curadoria, e não substitui o criador.
Criar com IA não é simplesmente apertar um botão, como mostra o experimento conduzido pelo designer Ross Lovegrove junto com o Google DeepMind. A proposta não foi fazer a inteligência artificial criar a cadeira do zero, mas treiná-la com esboços autorais do designer, que trabalha com formas orgânicas e biomórficas. O resultado final é uma cadeira funcional impressa em 3D, feita em metal.
O processo, contudo, exigiu muita mediação humana. A IA encontrou dificuldades até para compreender termos técnicos de design usados no estúdio. Por exemplo, o termo “cadeira” gerava resultados previsíveis. Para contornar isso, a equipe usou descrições mais abstratas, como “extensão contínua de superfície única” e “fluxos laterais”, o que ajudou a peça sair do comum.
Além dos desafios linguísticos, a IA produziu centenas de variações, algumas até destoando do estilo de Lovegrove.
Algumas criações lembravam a estética do artista H. R. Giger, trazendo um lado inesperado ao projeto. A seleção final, chamada Seed 6143, passou por refinamentos técnicos e simulações estruturais para garantir a viabilidade física. A fabricação foi feita com auxílio de um braço robótico na impressão 3D metálica.
Esse experimento evidencia que, apesar das possibilidades da inteligência artificial, criar ainda depende bastante de escolhas e interpretações humanas. O uso da IA no design não elimina o trabalho humano, apenas o transforma em uma parceria entre tecnologia e curadoria.
Entenda qual é a função das sobrancelhas no corpo humano
As sobrancelhas humanas têm um papel fundamental além da proteção dos olhos contra suor, chuva e detritos. Elas são essenciais para a comunicação não verbal, ajudando na expressão de emoções e na conexão social entre as pessoas.
Charles Darwin observou que a movimentação das sobrancelhas serve como sinal de alerta, como expressão de medo. Esses movimentos sutis ajudam a interpretar sentimentos como simpatia ou hostilidade, sendo vitais nas interações humanas e até influenciando a comunicação em animais.
Além disso, as sobrancelhas contribuem para o reconhecimento facial e refletem diferenças sexuais influenciadas por hormônios. Essa característica evolutiva fortaleceu a capacidade comunicativa do Homo sapiens, facilitando interações sociais mais amigáveis e complexas.
As sobrancelhas humanas fazem mais do que impedir a passagem de detritos, suor e chuva aos olhos. Elas desempenham um papel essencial na comunicação não verbal, especialmente na expressão de emoções. Essa capacidade de transmitir sentimentos ajuda a formar conexões sociais, sendo uma vantagem evolutiva para a sobrevivência.
Charles Darwin já destacou que a elevação das sobrancelhas é um sinal de medo, podendo alertar os outros sobre situações de perigo. Além disso, as variações sutis nos movimentos das sobrancelhas contribuem para a interpretação de simpatia ou hostilidade, fundamentais nas interações humanas. Essa expressividade é tão importante que até os cães desenvolveram músculos para levantar suas sobrancelhas, aumentando suas chances de comunicação e adoção pelos humanos.
As sobrancelhas também auxiliam no reconhecimento facial e na distinção entre os sexos. Mulheres e homens apresentam diferenças influenciadas por hormônios, como a forma da testa, que tende a ser mais protuberante nos homens. Estudos indicam que essa característica influenciou a evolução da nossa face, que se tornou mais achatada e expressiva no Homo sapiens, em contraste com espécies como os neandertais, que possuíam testas mais salientes associadas à dominância social.
Essa evolução aparenta ter incentivado uma melhor comunicação entre indivíduos, favorecendo interações sociais mais amigáveis. A movimentação e a pelugem das sobrancelhas funcionam, portanto, como ferramentas comunicativas, além da proteção física, reforçando seu papel no desenvolvimento social humano.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação