Procedimentos estéticos masculinos no Brasil dobram em 7 anos, aponta estudo
O número de procedimentos estéticos entre homens no Brasil dobrou nos últimos sete anos, com destaque para tratamentos não invasivos como botox e ultrassom para flacidez.
A busca por soluções rápidas e que preservem a naturalidade da aparência tem aumentado, especialmente entre diferentes faixas etárias, que preferem procedimentos específicos conforme a idade.
Além da estética, o cuidado masculino com a saúde da pele também cresce, refletindo mudanças no comportamento e expectativa do mercado até 2030.
O número de procedimentos estéticos entre homens dobrou nos últimos sete anos, especialmente na América Latina e no Oriente Médio, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética. Entre 2018 e 2024, os tratamentos não cirúrgicos, como botox e peelings, cresceram 116%, enquanto os cirúrgicos subiram 95% no mesmo período.
A médica Renata Mello destaca que os homens estão mais informados e abertos a cuidar da aparência de forma saudável. Os procedimentos mais buscados incluem o Ultraformer MPT, um ultrassom para flacidez e gordura localizada; botox, e tratamentos contra calvície. A preferência masculina é por opções não invasivas, com recuperação rápida, que mantenham a identidade facial.
O cirurgião plástico Ariosto Santos observa que as cirurgias mais comuns mudam conforme a idade. Jovens entre 18 e 25 anos procuram otoplastia e rinoplastia. Na faixa dos 30 a 40 anos, a demanda maior é por implantes capilares e lipoaspiração, enquanto depois dos 45 anos, blefaroplastia e remoção da papada ganham destaque. O objetivo é um resultado natural, que deixe a aparência descansada e jovem sem sinais claros de cirurgia.
Dermatologistas apontam que a vaidade masculina está ligada não só à estética, mas também à saúde, com muitos pacientes buscando avaliações para manchas na pele temendo câncer. Essa tendência reflete a mudança no cuidado com a imagem, impulsionada pela percepção do envelhecimento e pela influência da presença feminina mais cuidadosa.
O Brasil lidera globalmente em cirurgias plásticas e é segundo em procedimentos não cirúrgicos. A expectativa é que o mercado masculino continue crescendo cerca de 5% ao ano até 2030.
Neoenergia enfrenta denúncias de desigualdade no fornecimento de energia no Brasil
A Neoenergia, uma das maiores distribuidoras de energia do país, enfrenta acusações de priorizar bairros ricos em detrimento de áreas mais pobres, gerando apagões e reclamações de usuários. No sul da Bahia, a Coelba, subsidiária da Neoenergia, foi judicialmente impedida de cortar energia de mais de 1.500 moradores, incluindo indígenas.
Além disso, a empresa tem sido criticada pelo tratamento dado a clientes que questionam cobranças, chegando a protestar nomes em cartório mesmo com pagamentos em dia. Essas práticas levantam dúvidas sobre a gestão e a equidade no acesso à energia.
Esses acontecimentos evidenciam desafios na distribuição de energia no Brasil, impactando comunidades vulneráveis e gerando discussões sobre responsabilidade social e transparência no setor.
A Neoenergia, uma das maiores distribuidoras de energia no Brasil, enfrenta denúncias graves em várias regiões do país. Recentemente, o Ministério Público Federal no Distrito Federal apontou que, em áreas de maior demanda, a empresa priorizaria a manutenção do fornecimento em bairros mais ricos, enquanto deixaria cidades mais pobres sofrerem apagões. Na Aldeia Pataxó Xandó, localizada em Caraíva (BA), a Coelba, que é subsidiária da Neoenergia, sofreu decisão judicial após tentar impedir as ligações de energia para mais de 1.500 moradores, incluindo indígenas e não indígenas que reclamavam da falta do serviço.
Além disso, a distribuidora tem adotado práticas controversas ao lidar com clientes que questionaram seus serviços e valores cobrados. Um caso exposto revelou que uma nativa que contestou a conta teve seu nome protestado em cartório, mesmo pagando em dia, gerando uma polêmica sobre o atendimento e gestão de contratos da área.
Enquanto isso, a figura do ministro da Defesa José Múcio Monteiro aparece mencionada principalmente por seu elevado uso dos jatos da FAB para deslocamentos oficiais, o que também tem gerado debates públicos. A movimentação política e as discussões sobre impunidade no país remontam a críticas históricas, como as feitas pelo ex-vice-presidente José Alencar, que apontava a impunidade como um dos principais problemas nacionais.
Esses episódios refletem desafios nos setores de energia e gestão pública, com repercussão direta na vida de comunidades vulneráveis e queixas quanto à distribuição da energia elétrica no Brasil.
Kavak recebe aporte de US$ 300 milhões em maior investimento da a16z na América Latina
A Kavak, plataforma mexicana de compra e venda de carros seminovos, captou US$ 300 milhões em uma rodada Série F liderada pela Andreessen Horowitz (a16z). Desse total, US$ 200 milhões vieram do fundo de Growth da a16z, o maior investimento da gestora na região.
Em 2025, a Kavak registrou crescimento de 40% nas transações, atingindo rentabilidade global que inclui México, Chile e países do Oriente Médio. O aporte será usado para ampliar financiamentos e desenvolver sua fintech.
O braço financeiro da Kavak já concedeu mais de US$ 1 bilhão em crédito, facilitando o acesso de consumidores a veículos. A empresa também investe em inspeção, logística e pós-venda para reduzir riscos no mercado latino-americano.
A mexicana Kavak, plataforma de compra e venda de automóveis seminovos, captou US$ 300 milhões em uma rodada Série F liderada pela Andreessen Horowitz. Desse total, US$ 200 milhões vieram do fundo de Growth da a16z, configurando o maior investimento da gestora na América Latina e seu primeiro aporte na região com esse veículo. A rodada teve ainda a co-liderança da WCM Investment Management e participação de outros fundos como Lingotto Innovation, Foxhaven e Galdana Ventures.
Em 2025, Kavak foi responsável por cerca de 120 mil transações, com crescimento anual de 40% e atingiu seu primeiro mês completo de rentabilidade global, puxada pelo México, Chile e países do Conselho de Cooperação do Golfo, região onde atua desde o ano passado. Os recursos serão usados para fortalecer o balanço, ampliar o financiamento e acelerar o desenvolvimento da fintech da empresa.
O braço financeiro da Kavak já concedeu mais de US$ 1 bilhão em crédito desde sua criação e vem crescendo a operação com ritmo anualizado próximo de US$ 600 milhões. Segundo a empresa, o financiamento facilita o acesso do consumidor ao veículo ideal, especialmente para compradores de primeira viagem.
Além disso, a plataforma busca reduzir informalidade e riscos do mercado latino-americano apostando em inspeção, logística e assistência pós-venda, com 5% dos veículos demandando esse serviço e 1% dos clientes optando por devolução ou troca.
Investidores destacam o modelo robusto e o potencial de escala da Kavak em diferentes mercados, incluindo América Latina e Oriente Médio.
Projeto Abá Sepiákatu abre inscrições para oficinas audiovisuais a indígenas de Aracruz
O projeto Abá Sepiákatu está com inscrições abertas até 27 de fevereiro para oficinas gratuitas de formação audiovisual destinadas a jovens e adultos indígenas de Aracruz. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas por formulário online.
As oficinas começam em março e abordam temas como linguagem audiovisual, produção, direção e edição de curtas-metragens. O objetivo é capacitar a comunidade indígena para que possam produzir filmes que expressem sua cultura e suas vivências.
Os curtas produzidos no projeto serão exibidos durante a Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz, entre os dias 24 e 29 de março, promovendo a valorização das culturas indígenas locais.
Até 27 de fevereiro, jovens e adultos indígenas de Aracruz podem se inscrever nas oficinas formativas do projeto Abá Sepiákatu – Mostra Audiovisual Indígena. As inscrições são gratuitas e feitas pelo formulário online. As atividades começam em 5 de março, com 15 vagas em cada uma das três oficinas, preenchidas por ordem de inscrição.
O projeto Abá Sepiákatu visa capacitar os participantes em técnicas audiovisuais, fomentando a produção de curtas-metragens que refletem as experiências, cultura e desafios das comunidades indígenas. Os filmes serão apresentados durante a Teia Nacional dos Pontos de Cultura, entre 24 e 29 de março em Aracruz.
As oficinas incluem os temas Introdução ao Audiovisual focando Linguagem e Território, Produção e Direção, e Edição e Finalização de Curtas-Metragens. A equipe conta com especialistas do audiovisual e mestres indígenas, como o cineasta tupinikim T-Kauê (Tiago Mateus), conhecido por trabalhos realizados em seu território.
Realizado pela Associação Indígena Tupinikim e Guarani (AITG), o projeto tem apoio da Prefeitura de Aracruz via edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Informações adicionais estão disponíveis no Instagram https://www.instagram.com/aitg.indigena e pelo telefone (27) 99669-1998.
Marvel explica detalhadamente como o projeto Arma X encontrou Wolverine após 35 anos
A Marvel finalmente desvendou um dos maiores mistérios da saga do Arma X: como localizaram Wolverine para o projeto. A descoberta está na HQ “Wolverine: Weapons of Armageddon #1”, onde é revelado que a mutante Teri O’Barnes usou seus poderes psiônicos para rastrear Logan.
Teri encontrou Wolverine após notar seu fator de cura excepcional em um bar, o que o tornou o candidato ideal para a fusão do adamantium em seu esqueleto. A revelação mostra que a busca foi baseada em ciência mutante, e não apenas sorte ou acaso.
Essa atualização na história respeita a narrativa original e traz mais realismo ao processo do Arma X, explicando de forma clara e coesa um ponto que ficou em aberto por mais de três décadas.
A Marvel esclareceu um dos grandes enigmas que rondam a história do Arma X: como encontraram Wolverine. Durante 35 anos, a origem dessa busca ficou envolta em suposições, até que a HQ Wolverine: Weapons of Armageddon #1, de Chip Zdarsky, revelou os detalhes.
O projeto Arma X tentava criar um super soldado capaz de suportar a fusão do adamantium ao esqueleto humano. Encontrar alguém com fator de cura suficiente para sobreviver a isso parecia improvável, mas não foi por sorte. A mutante Teri O’Barnes, com poderes psiônicos de rastreamento genético, foi enviada para localizar Wolverine.
Em um flashback na história, Teri observa Logan em um bar, notando como ele resiste a uma bebedeira e sai ileso de uma briga, tendo apenas estilhaços presos na barba. Para ela, esses sinais indicavam um excepcional fator de cura, ideal para os testes do projeto. O que torna essa revelação mais intensa é a inocência de Teri, que sequer sabia do que participava ao entregar Logan para Arma X, gerando tragédia e arrependimentos posteriores.
Assim, fica claro que o Arma X utilizou tecnologia e biologia mutante para localizar exatamente o hospedeiro ideal, tornando o processo mais realista e coerente, sem depender do acaso. Essa revisão de roteiro mantém o respeito pelo clássico de 1991, ao mesmo tempo que atualiza a narrativa para o público atual.
Idade ao ganhar primeiro smartphone pode aumentar riscos à saúde infantil
Crianças que recebem o primeiro smartphone ainda nova, por volta dos 11 ou 12 anos, apresentam maior risco de desenvolver problemas como depressão, obesidade e distúrbios do sono. A pesquisa acompanhou mais de 10 mil adolescentes e mostra que o uso precoce do aparelho está associado a impactos negativos na saúde.
A pediatra Quíssila Neiva alerta que o celular pode favorecer hábitos como sedentarismo e privação de sono, prejudicando o desenvolvimento neurológico especialmente na faixa dos 8 aos 12 anos. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda supervisão e controle do uso para evitar esses efeitos.
É importante evitar o uso do smartphone durante a noite e estimular atividades presenciais e controle do tempo de tela, garantindo rotinas mais saudáveis para as crianças desde cedo.
Crianças de 12 anos que possuem smartphone apresentam maior incidência de sintomas depressivos, risco aumentado de obesidade e distúrbios do sono em comparação com aquelas que não têm o aparelho, aponta estudo publicado na revista Pediatrics. A pesquisa, que acompanhou mais de 10 mil adolescentes por até seis anos, indica que a idade em que o primeiro celular é adquirido interfere na saúde desses jovens.
Conforme os dados, 64% das crianças de 12 anos já possuem smartphone, percentual que sobe para 89% aos 14 anos. A mediana para o início do uso é 11 anos. O estudo mostra que a cada ano mais cedo em que um smartphone entra na vida da criança, maior a probabilidade de enfrentar problemas como depressão (30% a mais), obesidade (40% a mais) e distúrbios no sono, que pode atingir 60% mais casos.
A pediatra Quíssila Neiva Batista ressalta a importância de considerar a idade de aquisição do aparelho, não só o tempo de uso. Ela explica que o smartphone, por ser um ambiente digital portável e estimulante, pode “amplificar” hábitos prejudiciais, como sedentarismo e privação de sono, e impactar o neurodesenvolvimento da criança, especialmente entre 8 e 12 anos.
Mesmo com uso no limite recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, o celular pode afetar a formação de rotinas e a autorregulação emocional. A SBP alerta que o tempo ideal de tela varia conforme idade, recomendando supervisão adulta. Recomenda-se evitar o uso no quarto à noite e priorizar atividades sociais presenciais, além de controlar o acesso à internet nas fases iniciais.
Todd Howard atualiza fãs sobre desenvolvimento de The Elder Scrolls 6
Todd Howard, diretor da Bethesda, confirmou que The Elder Scrolls 6 está em desenvolvimento com a nova Creation Engine 3, criada para melhorar desempenho e qualidade. O jogo já está em um estado funcional, podendo ser jogado internamente.
Ele explicou que o lançamento do jogo ainda está distante, mas a equipe está totalmente focada no progresso do projeto. A estratégia da Bethesda inclui reduzir o intervalo entre anúncio e lançamento, podendo antecipar a data prevista para 2028.
A inovação tecnológica com a Creation Engine 3 também abrangerá outros jogos da empresa, como Fallout 5. Isso indica uma nova fase para a Bethesda, com tecnologias que prometem transformar futuros títulos e entregar melhor experiência ao público.
Os fãs de The Elder Scrolls 6 receberam informações diretas de Todd Howard, diretor da Bethesda. Ele confirmou que o jogo usará a nova Creation Engine 3, uma evolução da tecnologia desenvolvida para Starfield. Esse motor servirá de base não só para The Elder Scrolls 6, mas também para futuros projetos, incluindo Fallout 5.
Howard revelou que o jogo já está em um estado funcional, ou seja, internamente, ele já pode ser jogado. Mesmo com o desenvolvimento avançando, ele lembra que o lançamento ainda está distante. A equipe e parceiros externos estão focados exclusivamente em levar o projeto adiante, preparando o terreno para o que vem por aí.
Além disso, o diretor comentou que a Bethesda planeja uma estratégia de lançamento diferente, buscando encurtar o tempo entre anúncio e disponibilidade do game. Isso pode antecipar o esperado lançamento de 2028, com uma possível data mais próxima, alinhada a uma divulgação rápida e impactante.
O avanço do desenvolvimento e a adoção da Creation Engine 3 indicam que a Bethesda está investindo fortemente em tecnologia para garantir desempenho e qualidade. Essa atualização é um passo importante para a evolução dos jogos na empresa, prometendo mudanças no modo como os títulos são criados e entregues ao público.
Fique atento para as novidades que podem surgir nos próximos meses, enquanto o projeto segue ganhando forma e detalhes oficiais.
Registro da pluma do foguete Falcon 9 durante lançamento da SpaceX
A NASA e a SpaceX divulgaram uma imagem surpreendente da pluma de exaustão do foguete Falcon 9 durante o lançamento da missão Crew-12, em 13 de fevereiro. A captura mostra um fenômeno visual incomum, com a estrutura lembrando uma nebulosa ou flor, causada pela interação dos gases dos motores com a atmosfera.
O lançamento, realizado na Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, levou quatro astronautas à Estação Espacial Internacional. A imagem evidencia a combinação entre potência dos motores Merlin e a beleza dos padrões simétricos criados no céu.
Com a chegada da Crew-12, a tripulação da ISS retornou a sete membros, retomando suas atividades científicas normais após uma evacuação médica anterior. A equipe ficará cerca de oito meses no espaço, contribuindo para os trabalhos no laboratório orbital.
A NASA e a SpaceX divulgaram uma imagem que chama atenção pelo seu visual incomum da pluma de exaustão do foguete Falcon 9 durante o lançamento da missão Crew-12 em 13 de fevereiro. Richard Kraus registrou o momento quase diretamente de baixo, capturando uma estrutura que lembra mais uma nebulosa ou uma flor desabrochando do que o rastro convencional de um foguete espacial.
O efeito acontece graças à combinação entre os nove motores Merlin, o consumo de oxigênio líquido e querosene e a interação do gás superaquecido com a atmosfera. A baixa pressão e o movimento dos gases criam padrões simétricos e delicados, iluminados pela luz dos próprios motores, revelando uma cena que mistura potência bruta e beleza quase artística.
O lançamento ocorreu na Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, e levou quatro astronautas à bordo da cápsula Crew Dragon. A equipe, formada por Jessica Meir (comandante), Jack Hathaway (piloto), Sophie Adenot (Agência Espacial Europeia) e Andrey Fedyaev (Roscosmos), realizou a acoplagem com a Estação Espacial Internacional no dia seguinte, 14 de fevereiro.
Com a chegada da Crew-12, a tripulação da ISS voltou a ter sete membros, retomando o ritmo de atividades científicas normais após um período de tripulação reduzida devido a uma evacuação médica da missão anterior. O grupo ficará cerca de oito meses a bordo, mantendo os trabalhos no laboratório orbital.
Zuckerberg afirma que Meta não cria mais apps para aumentar tempo de uso
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, declarou em tribunal que a empresa não desenvolve mais aplicativos com o objetivo de aumentar o tempo de uso dos usuários. O depoimento responde a questionamentos sobre práticas anteriores apontadas por e-mails internos.
O julgamento discute o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, tema que tornou pública a responsabilidade das plataformas nesse contexto. A Meta nega que suas redes sociais incentivem vício e destaca ações para proteção dos usuários.
Documentos internos indicam que a Meta tinha conhecimento dos riscos associados ao uso das redes sociais, alimentando o debate sobre a responsabilidade das empresas na saúde mental dos usuários jovens.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou em tribunal que a empresa não desenvolve mais aplicativos com o objetivo de maximizar o tempo de tela dos usuários. Ele respondeu a questionamentos sobre depoimentos anteriores ao Congresso, nos quais negou que a Meta estabelecesse metas para aumentar o uso de suas redes sociais.
Durante o julgamento que discute o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, foram apresentados e-mails antigos onde Zuckerberg mencionava estratégias para aumentar o tempo gasto no aplicativo. No entanto, ele esclareceu que a empresa mudou sua abordagem e que seu depoimento atual é preciso.
Este é o primeiro testemunho de Zuckerberg em um caso judicial que trata diretamente da saúde mental de usuários jovens relacionada ao Instagram. A Meta enfrenta acusações de que teria prejudicado a saúde mental de uma usuária desde a infância, alegando que seus produtos incentivaram vício.
A Meta reforça que adotou medidas para proteger os usuários e cita estudos que não comprovam a ligação entre redes sociais e problemas de saúde mental infantil. O julgamento pode definir precedentes para diversas ações semelhantes contra grandes empresas de tecnologia nos EUA.
Nos últimos anos, documentos internos da Meta indicaram que a empresa tinha conhecimento dos riscos, o que alimenta o debate público e jurídico sobre a responsabilidade das redes sociais no bem-estar dos jovens.
Carnaval na Selva movimenta o Centro de Vitória com programação musical diversificada
O Carnaval na Selva foi realizado no espaço A Selva, na Rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória. O evento ocorreu entre sexta e terça-feira de carnaval, atraindo um público jovem e alternativo. Foram 30 DJs com estilos variados, como música eletrônica, funk, tecnobrega, axé, reggae, pagode e samba de raiz.
Destaque para as apresentações de Felipe Ferr, do Rio de Janeiro, e Cleiton Rasta, de Alagoas. A bateria Ritmo Forte, da escola Unidos da Piedade, trouxe a tradição do samba de raiz com instrumentos como surdo e tamborim, animando ainda mais o público.
O Carnaval na Selva ofereceu uma alternativa cultural no coração de Vitória, valorizando a diversidade sonora e a cultura urbana. A fotógrafa Melina Furlan registrou os melhores momentos da festa para a cobertura do evento.
O Carnaval na Selva, realizado no espaço A Selva na Rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória, movimentou a cidade entre sexta e terça-feira de carnaval. A iniciativa, organizada pelo local em parceria com a Temponi.prod, reuniu público jovem e alternativo em uma programação musical diversificada.
Durante o evento, 30 DJs se apresentaram com estilos variados, incluindo música eletrônica, funk, tecnobrega, axé, reggae, brasilidades, pagode e samba de raiz. Entre os nomes convidados destacaram-se Felipe Ferr, do Rio de Janeiro, e Cleiton Rasta, de Alagoas.
Um dos atrativos foi a presença da bateria Ritmo Forte, da escola Unidos da Piedade, que animou o público com instrumentos como surdos, caixas de guerra e tamborins, ressaltando a tradição do samba de raiz.
O Carnaval na Selva ofereceu uma alternativa cultural no coração de Vitória, promovendo a diversidade sonora e a cultura urbana durante os dias de festa. A cobertura fotográfica do evento ficou a cargo da fotógrafa Melina Furlan, registrando os momentos de folia e interação.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação