A Terra Investimentos manteve sua carteira recomendada de ações para o curto prazo, válida entre 9 e 16 de janeiro, apresentando cinco opções divididas igualmente entre Hypera (HYPE3), MRV (MRVE3), Fleury (FLRY3), Rumo (RAIL3) e Klabin (KLBN11). Cada uma dessas empresas tem um peso de 20% na carteira.
No desempenho da semana, o portfólio registrou alta de 0,47%, apesar de o Ibovespa ter avançado 1,12% no mesmo período. Entre as ações recomendadas, a MRV destacou-se com uma valorização de 3,85%, enquanto a Hypera sofreu queda de 1,74%. Em 12 meses, a carteira acumulou valorização de 61,92%, superando os 36,21% do principal índice da bolsa brasileira.
Essa seleção sugere um equilíbrio entre setores variados, com foco em empresas sólidas que podem apresentar potencial para ganhos no curto prazo. O desempenho da MRV indica oportunidades no setor da construção civil, enquanto Fleury e Klabin apresentam perfis no setor de saúde e papel e celulose, respectivamente. Rumo, com atuação no segmento de logística ferroviária, oferece presença em infraestrutura, agregando diversificação.
Investidores interessados em ações para o curto prazo podem considerar essa carteira como uma referência, acompanhando a movimentação de cada ativo conforme o cenário econômico evolui. A Terra Investimentos mantém a recomendação para esse conjunto, sem mudanças recentes, indicando confiança na estabilidade e possibilidade de ganhos dessas empresas.
Algoritmo da plataforma X será aberto ao público em uma semana, afirma Elon Musk
A plataforma X, comandada por Elon Musk, anunciou que seu algoritmo será disponibilizado como código aberto em uma semana. Essa medida inclui o código que determina quais postagens e anúncios são recomendados aos usuários, acompanhado por atualizações mensais com notas explicativas.
A decisão acontece após questionamentos sobre a transparência do conteúdo exibido na rede social, além de investigações de órgãos reguladores. Ajustes recentes no feed e o aumento do uso de inteligência artificial mostram o esforço da empresa para melhorar as recomendações.
Essa abertura do código pode ser uma resposta à pressão regulatória mundial sobre moderação e controle de conteúdos, buscando maior transparência e confiança dos usuários.
A plataforma X, de Elon Musk, anunciou que seu algoritmo será aberto ao público em uma semana, incluindo o código que define quais postagens e anúncios são recomendados aos usuários. Musk afirmou que a divulgação ocorrerá a cada quatro semanas, acompanhada de notas explicativas para desenvolvedores entenderem as mudanças implementadas no sistema.
Embora o bilionário não tenha detalhado os motivos da abertura do código, a medida vem após críticas e investigações de órgãos reguladores em várias partes do mundo, que questionam a transparência e o controle de conteúdos na plataforma. Usuários da X já relataram problemas com a exibição de posts, que em alguns casos diminuiu mesmo para quem acompanha certos perfis.
O feed de recomendação da X tem passado por ajustes, como a fixação de um bug significativo identificado em outubro, segundo publicação do próprio Musk. Além disso, a empresa tem aumentado o uso de inteligência artificial para aprimorar as recomendações via o chatbot Grok, prometendo que em breve o mecanismo será “puramente IA” para avaliar diariamente as mais de 100 milhões de publicações na rede.
O uso de IA, no entanto, enfrenta críticas, principalmente sobre as funções de geração de imagens pelo Grok, que já levaram a restrições em países como Indonésia e ameaças legais no Reino Unido. Recentemente, o acesso para criar e editar imagens via IA foi limitado a assinantes pagos na plataforma.
Esse movimento pelo código aberto pode ser uma tentativa de responder a essas críticas e à crescente pressão regulatória na Europa e outras regiões, onde a transparência da moderação e do algoritmo é um ponto chave.
O ano de 2026 promete novidades para os fãs de filmes de terror, com lançamentos que vão do terror psicológico ao horror sobrenatural. Entre os destaques estão o remake de Frankenstein, “A Noiva!”, e o retorno da franquia “Pânico” com seu sétimo filme.
Além desses, há sequências e produções que exploram temas variados, como o horror pós-apocalíptico em “Extermínio: O Templo dos Ossos” e o terror baseado no jogo “Silent Hill 2”. Também se destacam “Werwulf”, sobre lobisomens na Inglaterra medieval, e o reboot de “Resident Evil” que traz uma nova abordagem de horror de sobrevivência.
Essa diversidade deve manter o interesse pelo gênero tanto no cinema quanto nas plataformas de streaming ao longo do ano, com opções para todos os gostos e preferências em terror.
O ano de 2026 apresenta um cenário promissor para os fãs do gênero filmes de terror, trazendo uma combinação entre produções clássicas revisadas e propostas originais que exploram várias vertentes do medo. De terror psicológico a slasher e horror sobrenatural, o público pode se preparar para lançamentos que prometem diversidade e frescor.
Entre os destaques está A Noiva!, que revisita o clássico Frankenstein com um olhar renovado sob direção de Maggie Gyllenhaal, e também o retorno da franquia Pânico, com Pânico 7, que aposta na volta de personagens conhecidos e promete sustos e mistérios. O subgênero de horror pós-apocalíptico ganha sequência com Extermínio: O Templo dos Ossos, que traz novamente Cillian Murphy ao cenário devastado pelo vírus da raiva.
O terror inspirado em videogames aparece forte com Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno, seguindo a história do icônico jogo Silent Hill 2. Outra aposta é Werwulf, de Robert Eggers, que explora a lenda dos lobisomens ambientada na Inglaterra medieval, prometendo uma atmosfera tensa e imersiva.
Também não ficam de fora produções com elementos mais tradicionais, como Evil Dead: Burn, que mantém a tradição de horror visceral e sangue, e Sobrenatural 6, focado em entidades do plano espiritual e no suspense climático característico da franquia.
Por fim, o reboot de Resident Evil traz uma nova proposta para a franquia, priorizando o horror de sobrevivência que marcou os jogos originais, em contraste com versões anteriores mais voltadas para ação.
Com tantos títulos diferentes, o ano de 2026 deve oferecer opções variadas para todos os gostos, mantendo o interesse pelo filmes de terror em alta tanto no cinema quanto no streaming.
Yakuza Kiwami 1 e 2 chegam com legendas em português e melhorias técnicas
Os remakes Yakuza Kiwami 1 e 2 oferecem uma ótima oportunidade para conhecer a saga japonesa desde o início. Os jogos trazem personagens marcantes como Kazuma Kiryu e recriam a narrativa original com mais qualidade técnica.
Esses lançamentos se destacam por trazer textos em português, tornando a experiência mais acessível para o público brasileiro. Além disso, eles apresentam melhorias no desempenho, garantindo 60 quadros por segundo e resolução 4K, sem alterar o visual clássico.
Apesar de não permitir transferência de saves das versões anteriores, os jogos reforçam o apelo da série e facilitam o acesso à sua rica história para novos jogadores e fãs antigos.
Para quem busca conhecer a saga japonesa do estúdio Ryu Ga Gotoku, os remakes Yakuza Kiwami 1 e 2 são uma das melhores formas de mergulhar desde o início. Eles capturam a essência da série com personagens como Kazuma Kiryu, cujo percurso começa no título original de 2005, e oferecem decisões narrativas que marcaram o universo expandido de Kamurocho.
O ponto alto destes relançamentos é a inclusão de textos em português, um recurso que torna a experiência mais acessível para o público brasileiro. Antes disponível apenas em inglês ou japonês, o conteúdo agora chega com uma localização focada na qualidade, o que tende a ampliar a base de fãs por aqui.
Além da atualização de idioma, a SEGA ajustou o desempenho para as plataformas atuais, garantindo 60 quadros por segundo mesmo nas sequências de combate dinâmicas. Mantendo a resolução em 4K e preservando o filtro visual característico, os jogos oferecem fluidez sem alterações gráficas profundas.
No entanto, os jogadores não poderão transferir seus saves das versões anteriores, o que obriga a começar do zero. Apesar disso, os remakes continuam sendo um convite para novos jogadores e fãs interessados em revisitar a narrativa de Kiryu sem barreiras linguísticas.
O pacote Kiwami 1 + 2 reforça a relevância da série com uma retomada técnica que mantém o apelo de seus primeiros capítulos e facilita o acesso à rica história dos jogos Yakuza.
A história real por trás da série All Her Fault, disponível no Prime Video
A série All Her Fault, disponível na Amazon Prime Video, acompanha a história de Marissa, uma mãe lidando com o sequestro do filho pequeno, Milo. A trama se desenvolve em oito episódios e revela detalhes de uma investigação policial complexa envolvendo os personagens.
Apesar de não ser baseada em fatos reais, a criadora Andrea Mara se inspirou em um episódio pessoal de medo ao buscar sua filha na casa de um vizinho que já havia se mudado, gerando pânico e desespero. Essa experiência motivou a construção da narrativa que explora o receio dos pais em confiar seus filhos a outras pessoas.
A história destaca ainda a complexidade do responsável pelo rapto, que é a babá dos vizinhos, e provoca reflexões sobre a segurança infantil e a confiança dos pais. Esses temas emocionais são parte importante do interesse pelo suspense da série.
All Her Fault, série de suspense da Amazon Prime Video estrelada por Sarah Snook, ganhou destaque recentemente. A trama acompanha Marissa, uma mãe que vive o trauma do sequestro do filho pequeno, Milo, em uma história que se desdobra ao longo de oito episódios. A produção aborda o desaparecimento em detalhes, mostrando uma investigação policial que revela camadas complexas sobre os personagens envolvidos.
Embora a narrativa não seja baseada em fatos reais, a série tem uma ligação direta com uma experiência pessoal da criadora, Andrea Mara. Em entrevista, Mara relatou um episódio que a marcou: ao buscar a filha na casa de um vizinho, descobriu que a família havia se mudado, gerando um instante de pânico e desespero que inspirou a criação da história. Esse momento real serviu para explorar o medo que muitos pais enfrentam ao confiar suas crianças a estranhos.
No enredo, o desaparecimento de Milo acontece após um convite para brincar na casa de um colega, local onde ninguém sabia do combinado. A investigação mostra que o responsável pelo rapto é a babá dos vizinhos, e a série revela motivações que desafiam a imagem tradicional do “vilão”.
A obra provoca reflexões sobre a segurança das crianças e a confiança dos pais, temas que encontram eco em muitos espectadores. Essa combinação de suspense e questão emocional contribui para o interesse contínuo pela série.
O Xbox Game Pass continua a expandir seu catálogo com sete novos jogos, disponíveis para diversas plataformas, incluindo nuvem, PC, consoles Xbox e dispositivos portáteis. Os assinantes ganham acesso a títulos que variam entre RPGs de ação, jogos de aventura e luta, além de clássicos remasterizados.
Destaque para o Final Fantasy 2D remodelado, que traz a história original com gráficos atualizados e melhorias no ritmo de jogo, disponível em nuvem, Xbox Series X|S e PC. Outra novidade é Brews & Bastards, um RPG que mistura combates em tempo real e construção de vilarejos, acessível em nuvem, PC e Xbox Series X|S.
Para fãs de suspense e quebra-cabeças, o Little Nightmares Enhanced Edition chega com gráficos aprimorados em várias plataformas, aumentando a tensão da narrativa. O combate rápido e fluido é a proposta de Atomfall, que também oferece suporte multiplataforma, garantindo partidas dinâmicas e progressão constante.
Lost in Randon: The Eternal Die adiciona desafios roguelike com masmorras procedurais, enquanto Rematch entrega batalhas de luta com personagens únicos em arenas estratégicas, perfeito para jogatinas rápidas ou multiplayer. Por fim, o shooter Warhammer 40.000: Space Marine – Master Crafted Edition revisita o universo de ação com melhorias técnicas e suporte moderno.
Essas adições reforçam o valor do Xbox Game Pass ao oferecer uma diversidade de estilos e formatos para o público, permitindo experiências variadas com uma única assinatura.
Empregos na indústria dos EUA recuam mesmo após promessa de crescimento de Trump
O setor de manufatura nos Estados Unidos registrou queda no número de empregos por oito meses consecutivos até dezembro, contrariando as expectativas de crescimento após as tarifas de importação implementadas pelo governo Trump. Essas tarifas buscavam estimular a produção local e gerar novas vagas, mas não atingiram os resultados esperados.
Apesar da taxa de desemprego ter caído para 4,4% em dezembro, o aumento real em empregos industriais foi menor que o previsto, gerando dúvidas sobre a eficácia das políticas adotadas. O setor manufatureiro perdeu 8 mil vagas e atingiu o menor número de empregados desde março de 2022.
Além disso, a Suprema Corte dos EUA deve em breve analisar a validade das tarifas, que geram controvérsia sobre seu impacto na indústria e nas receitas do país. Outros setores, como construção, mostraram crescimento lento, enquanto mineração enfrentou quedas no emprego.
Os empregos no setor de manufatura dos EUA continuaram em declínio por oito meses seguidos em dezembro, contrariando as previsões de crescimento feitas após a implementação dos impostos de importação pelo presidente Donald Trump. Essas tarifas buscavam estimular a produção nacional e a geração de vagas, por meio de um rearranjo no comércio global que resultou em arrecadação mensal de aproximadamente US$30 bilhões.
Apesar disso, o aumento esperado nos postos industriais não aconteceu, alimentando a insatisfação de consumidores e trabalhadores com preços elevados e dúvidas sobre o futuro do mercado de trabalho. Em dezembro, a taxa de desemprego caiu para 4,4%, abaixo dos 4,5% de novembro, mas as taxas de criação de empregos foram revisadas para números mais baixos, mostrando um cenário misto para o Federal Reserve.
O crescimento mensal de empregos sob Trump foi estimado em 49 mil para 2025, um decréscimo de mais de dois terços em comparação ao último ano do mandato anterior, que teve 168 mil novas vagas criadas por mês. A constância na taxa de desemprego se deve ao controle na força de trabalho, influenciado por políticas rígidas de imigração.
O setor manufatureiro perdeu 8 mil empregos em dezembro, totalizando 12,69 milhões de vagas, o menor patamar desde março de 2022. Já a construção manteve um crescimento lento, impulsionado por investimentos em data centers, enquanto mineração e extração de madeira tiveram redução de postos, atingindo 608 mil vagas em dezembro.
A Suprema Corte dos EUA deve avaliar em breve a validade das tarifas impostas, que buscam aumentar a receita e restabelecer a presença industrial americana, mas ainda geram dúvidas quanto à eficácia das medidas.
2026 Aponta Desafios na Sustentabilidade Econômica do Produtor Rural, Alerta Roberto Rodrigues
O agronegócio brasileiro enfrenta em 2026 um cenário complexo. Apesar do aumento na produção, a renda do produtor rural está sob forte pressão devido a custos elevados, queda nos preços internacionais e juros altos. Muitos produtores, mesmo com lucro operacional, encerram o ano com prejuízos.
A alta produtividade, principal diferencial para o lucro, depende de fatores como crédito, clima e insumos, que nem sempre são favoráveis. A pecuária também sofre com barreiras comerciais, especialmente na China. O cooperativismo é destacado como uma estratégia importante para reduzir custos e aumentar a inclusão no setor.
Roberto Rodrigues ressalta a necessidade do Brasil assumir papel maior em política agrícola global. A agricultura é vista como missão estratégica que vai além do campo, exigindo foco em segurança alimentar e sustentabilidade para garantir o futuro do setor.
O agronegócio brasileiro inicia 2026 em um cenário paradoxal. Apesar da produção expressiva, capaz de abastecer o mercado interno e manter as exportações, a renda do produtor rural se encontra pressionada, comprometendo a sustentabilidade do setor. Este alerta vem de Roberto Rodrigues, professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e Embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo.
Segundo ele, os custos da produção subiram, os preços internacionais caíram em dólar e os juros altos, próximos a 20% ao ano, deixam a atividade agrícola financeiramente difícil. Mesmo com lucros operacionais de cerca de 15%, muitos produtores terminam no vermelho.
Embora o Brasil deva colher 354,4 milhões de toneladas na safra 2025/2026, um aumento de 0,6% em relação ao ciclo anterior, o aumento na produção não se traduz em ganhos para o produtor. Essa disparidade pode causar, nos próximos anos, queda em investimentos e áreas plantadas, impactando a produtividade.
Produtividade é o principal fator que separa lucro e prejuízo, mas depende de variáveis como clima, acesso a crédito e qualidade dos insumos, que nem sempre estão sob controle do agricultor. A pressão sobre a renda também se estende à pecuária, especialmente após tarifas chinesas dificultarem as exportações.
Além disso, a eficiência da tecnologia, antiga aliada do setor, diminui com cortes na qualidade de fertilizantes. O cooperativismo surge como ferramenta importante para inclusão e redução de custos, reunindo mais da metade da produção agropecuária nacional.
Rodrigues destaca ainda que o Brasil precisa assumir maior protagonismo político para enfrentar desafios globais ligados à segurança alimentar e sustentabilidade, reforçando que agricultura é uma missão estratégica que ultrapassa o campo.
A empresa ComBio, que atua com energia térmica renovável para grandes indústrias, recebeu investimentos de dois bancos europeus de desenvolvimento: o alemão DEG e o francês Proparco. Ambas as instituições investiram US$ 10 milhões cada, por meio de fundos das gestoras SPX e Lightrock. Esses fundos entraram na ComBio em 2023, ano em que a companhia alcançou um faturamento de R$ 1 bilhão ao substituir combustíveis fósseis por biomassa para clientes como Grupo Votorantim e Klabin.
O aporte dos bancos não foi direto, mas um co-investimento via fundos que já possuem participação da companhia. O DEG entrou por meio da SPX, enquanto o Proparco, braço da Agência Francesa de Desenvolvimento, o fez pela Lightrock. Essa é a primeira operação do Proparco com foco climático no Brasil.
Para o DEG, o Brasil é um dos maiores mercados atuais, e investir na ComBio reforça o compromisso com fontes renováveis e a redução das emissões, segundo Monika Beck, membro do conselho do banco. O processo de due diligence durou cerca de um ano e meio.
A entrada dessas instituições representa um selo de confiança em termos de ESG, abre portas para novos clientes europeus e facilita o acesso a linhas de financiamento, como green bonds, afirmou o CEO Paulo Skaf Filho. O modelo de negócios da ComBio é o de full outsourcing, que inclui investimento, construção e gestão de caldeiras a vapor movidas a biomassa.
Com expectativa de triplicar o faturamento até 2030, a empresa planeja uma nova rodada de investimentos para 2027, contando com a estrutura reforçada por um financiamento de R$ 450 milhões obtido em 2024.
Groenlândia: riqueza em recursos naturais estratégicos e desafios ambientais
A Groenlândia é a maior ilha do mundo e possui vastas reservas de recursos naturais, incluindo lítio, elementos de terras raras e hidrocarbonetos comparáveis às reservas dos EUA. Sua riqueza mineral vem de uma história geológica de bilhões de anos, com depósitos de ouro, rubis e metais importantes para tecnologias modernas.
O derretimento da camada de gelo, acelerado pelas mudanças climáticas, revela essas reservas, criando um dilema entre explorar para a transição energética e preservar o meio ambiente. A extração enfrenta desafios ambientais e logísticos relevantes, e a política local regula a atividade mineradora.
O interesse internacional, como o dos Estados Unidos, pode pressionar por mudanças na exploração dos recursos. Minerais como disprósio e neodímio são estratégicos para energia renovável, mas a situação exige equilíbrio entre desenvolvimento econômico e conservação ambiental.
A Groenlândia, a maior ilha do mundo, é destaque por sua vasta riqueza em recursos naturais, incluindo depósitos significativos de lítio e elementos de terras raras (ETRs). Esses elementos são essenciais para tecnologias verdes, como baterias e motores elétricos. A ilha ainda possui grandes reservas de hidrocarbonetos, incluindo petróleo e gás, estimadas em 31 bilhões de barris equivalentes na costa nordeste, número comparável às reservas dos Estados Unidos.
As reservas minerais da Groenlândia resultam de uma história geológica que ultrapassa quatro bilhões de anos, com formações que incluem rochas antigas e até pedaços de ferro nativo. A ilha passou por períodos variados, como extensão da crosta terrestre e atividade vulcânica, que contribuíram para depósitos de ouro, rubis, grafite e metais como chumbo, cobre, ferro e zinco.
Destaca-se também o potencial para a extração de ETRs raros como o disprósio e o neodímio, que podem suprir uma parte significativa da demanda mundial futura. Esses minerais têm papel importante em energia renovável e tecnologias de ponta, porém sua mineração enfrenta desafios ambientais e logísticos, especialmente sob a camada de gelo que cobre a maior parte da ilha.
O derretimento de gelo, acelerado pelas mudanças climáticas, expõe essas reservas, mas cria um dilema entre explorar os recursos para a transição energética e evitar impactos ambientais graves, como aumento do nível do mar e perda da paisagem natural. Atualmente, a exploração é regulada pelo governo da Groenlândia, mas o interesse internacional, especialmente dos EUA, pode pressionar por mudanças nessa política.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação