PicPay estreia na Nasdaq com valor de mercado de US$ 2,6 bilhões
O PicPay realizou seu IPO na bolsa Nasdaq captando US$ 500 milhões, com as ações precificadas no topo da faixa indicativa, a US$ 19. A demanda superou a oferta em 12 vezes, com forte interesse de investidores globais.
A fintech brasileira inicia sua negociação com valor de mercado estimado em US$ 2,6 bilhões. O modelo de negócios se destaca pelo crédito com garantias, aproximando-se do perfil do Banco Inter. Além disso, o PicPay lançou um produto exclusivo, o PIX Crédito em cartões de terceiros.
Os sócios controladores, irmãos Batista via J&F Investimentos, mantêm 71% do capital. A oferta foi coordenada por bancos internacionais, consolidando o PicPay no mercado global diante de concorrentes como Chime e SoFi.
O PicPay captou US$ 500 milhões em seu IPO na Nasdaq, marcando o primeiro lançamento de uma empresa brasileira desde o Nubank em 2021. As ações saíram a US$ 19, no topo da faixa indicativa, com uma precificação de 12 vezes o lucro previsto para 2026. A demanda superou a oferta por 12 vezes, com cerca de 200 investidores globais interessados.
A fintech inicia sua negociação valendo US$ 2,6 bilhões, com o ticker PICS. Seu modelo de negócios se destaca pela oferta de crédito com garantias, como crédito consignado e antecipação do saque-aniversário do FGTS, que representaram cerca de 70% da originação recente. Isso aproxima o PicPay mais do Banco Inter do que do Nubank, que foca em crédito sem garantias.
Uma inovação importante é o PIX Crédito em cartões de terceiros, um produto exclusivo entre grandes players, onde o risco fica com outro banco e o juro, com o PicPay. Cerca de um terço de seus clientes usa o PicPay como sua principal instituição, o que reduz o risco de crédito para a empresa.
Os sócios controladores da fintech são os irmãos Batista, via J&F Investimentos, que manterão 71% do capital. O IPO contou com coordenação do Citi, Bank of America e Royal Bank of Canada. O sucesso dessa oferta consolida a presença da fintech no mercado internacional ao lado de competidores globais como Chime, SoFi e Klarna, que possuem abordagens distintas em serviços financeiros e crédito.
PicPay realiza IPO na Nasdaq e capta mais de R$ 2 bilhões
A fintech brasileira PicPay realizou sua oferta pública inicial de ações (IPO) na bolsa americana Nasdaq, captando aproximadamente R$ 2,2 bilhões. Essa é a primeira abertura de capital de uma empresa brasileira no exterior desde 2021.
A companhia vendeu 22,86 milhões de ações com preço fixado no topo da faixa indicativa, mostrando forte demanda. O PicPay, que evoluiu para um banco digital, possui cerca de 67 milhões de clientes e oferece serviços para pessoas físicas e pequenas empresas.
A fintech brasileira PicPay, controlada pela família Batista, realizou sua oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos, levantando US$ 434 milhões (aproximadamente R$ 2,2 bilhões), conforme apuração da Bloomberg. O montante pode alcançar US$ 499 milhões caso o lote extra seja exercido em até 30 dias. A operação marca o primeiro IPO de uma empresa brasileira no exterior desde 2021.
A companhia vendeu 22,86 milhões de ações pela Nasdaq, fixando o preço no topo da faixa indicativa entre US$ 16 a US$ 19 por ação. Estes dados refletem uma demanda sólida pelo papel da fintech. O PicPay, criado em 2012 como carteira digital, tornou-se um banco digital completo com cerca de 67 milhões de clientes, oferecendo serviços principalmente para pessoas físicas e pequenas e médias empresas.
Além de integrar o portfólio diversificado do grupo liderado pelos irmãos Wesley e Joesley Batista, que inclui setores como mineração, energia e serviços financeiros, o PicPay apresentou resultados financeiros positivos. Nos primeiros nove meses de 2023, registrou lucro líquido de R$ 270,4 milhões e receita de R$ 7,26 bilhões, mais que o dobro do ano anterior.
Com essa operação, os Batista mantêm 98% do poder de voto na empresa. O fundo Bicycle, de Marcelo Claure, atuou como investidor-âncora, reforçando a confiança no negócio. Esse IPO sinaliza um momento relevante para a abertura de capital de empresas brasileiras no mercado internacional, interrompida desde o IPO do Nubank.
Ar-condicionado de 12.000 BTUs: saiba como escolher o modelo ideal
O ar-condicionado de 12.000 BTUs é indicado para ambientes de 10 a 20 m², proporcionando conforto térmico eficiente ao reduzir temperatura e umidade.
É importante escolher a potência correta para evitar consumo excessivo ou desgaste do aparelho. Modelos janela, split e portáteis oferecem diferentes recursos, como sistema inverter e controle por aplicativo.
Entre as melhores opções, estão aparelhos com funções avançadas, como filtros de poeira e ciclos quente e frio, ideais para quartos, salas e pequenos escritórios.
Os ventiladores ajudam a amenizar o calor, mas em dias muito quentes ou durante ondas de calor, o ar-condicionado de 12000 BTUs é a escolha mais eficaz. Diferente dos ventiladores, que apenas movimentam o ar, o ar-condicionado reduz a temperatura e a umidade dos ambientes, garantindo maior conforto térmico.
A potência de 12000 BTUs é recomendada para espaços de 16 m² a 20 m² sem incidência direta do sol. Em locais com muita luz solar, essa capacidade se ajusta melhor a áreas menores, entre 10 m² a 15 m². Quartos, salas e pequenos escritórios são ambientes adequados para esse tipo de aparelho.
Calcular a quantidade certa de BTUs leva em conta o tamanho do espaço, a exposição ao sol e o número de pessoas no local. Se for usado um ar-condicionado com potência insuficiente, o aparelho trabalha em excesso e consome mais energia. Já uma potência exagerada causa desperdício de energia e prejudica o funcionamento, podendo danificar o compressor com o tempo.
Ao escolher um modelo, é importante considerar o tipo do ar-condicionado – janela, split ou portátil – e funções extras como o sistema inverter, que reduz o consumo de energia e o nível de ruído. Também vale observar o selo Procel de eficiência energética e se o equipamento oferece controle por aplicativo, integração com assistentes virtuais ou funções automáticas para melhorar o uso.
Entre as opções de 12000 BTUs, há aparelhos com ciclo quente e frio, tecnologia de dispersão de ar sem vento direto, filtros que retêm poeira e vírus, e recursos que adaptam automaticamente a temperatura segundo o ambiente e preferências do usuário.
Sabesp finaliza compra de participação da Eletrobras na Emae por R$ 476 milhões
A Sabesp concluiu a compra de cerca de 14,9 milhões de ações preferenciais da Emae, o que representa aproximadamente 40% do capital total da empresa. Com essa operação, a participação da Sabesp na Emae atingiu cerca de 70% do capital social, reforçando sua posição majoritária.
O valor pago pela aquisição foi de R$ 476 milhões, com cada ação custando R$ 32,07. Esta compra soma-se a outras operações recentes da Sabesp, que já adquiriu 75% do capital votante da Emae por R$ 682,6 milhões e investiu mais de R$ 1 bilhão em ações ordinárias e preferenciais.
Essa movimentação estratégica consolida o controle da Sabesp sobre a Emae, ampliando sua influência no setor de águas e energia da região metropolitana, e acompanha o plano da Eletrobras para simplificação e eficiência na estrutura societária.
A Sabesp concluiu a aquisição de uma participação significativa na Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) ao comprar cerca de 14,9 milhões de ações preferenciais da companhia. Essa operação representa aproximadamente 40% do capital total da Emae, o que elevou a participação da Sabesp para cerca de 70% do capital social.
O valor pago foi de R$ 32,07 por ação, totalizando cerca de R$ 476 milhões em dinheiro. Essa compra se soma às aquisições anteriores feitas pela Sabesp, incluindo a compra de 11 milhões de ações ordinárias da Emae junto à Vórtx, que garantiu cerca de 75% do capital votante da empresa, por R$ 682,6 milhões.
Em outubro do ano passado, a companhia já havia investido R$ 1,13 bilhão na compra de 74,9% das ações ordinárias da Emae e 66,8% das ações preferenciais, adquirindo ações da Phoenix e da própria Eletrobras.
A Eletrobras destacou que a operação reforça seu compromisso com a simplificação da estrutura societária e a eficiente alocação de capital, conforme seu Plano Estratégico.
Com essas movimentações, a Sabesp consolida sua posição majoritária na Emae, ampliando seu controle e influência na empresa que atua no setor de águas e energia da região metropolitana.
Via Money Times
2 horas atrás - Tecnologia e Inovação
Até 2028, metade das empresas deverá adotar uma postura de zero-trust para governança de dados, conforme alerta do Gartner. O aumento de dados gerados por inteligência artificial exige autenticação rigorosa, pois nem sempre esses dados são confiáveis ou produzidos por humanos, segundo Wan Fui Chan, Vice-Presidente de Gestão do Gartner.
Os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) treinam dados coletados de várias fontes, incluindo conteúdos já gerados por IA, o que pode levar ao chamado “colapso do modelo”. Isso ocorre quando as respostas das ferramentas de IA deixam de refletir a realidade com precisão, aumentando os riscos para negócios e exigências regulatórias.
A pesquisa mostra que 84% das organizações planejam aumentar investimentos em Inteligência Artificial Generativa até 2026. Isso reforça a necessidade de identificar e marcar os dados provenientes de IA para atender a regulações que variam conforme a região geográfica.
Organizações devem nomear líderes para governança de IA, promover equipes multifuncionais integrando segurança cibernética e análise de dados, além de atualizar políticas de governança existentes. O gerenciamento ativo de metadados também é fundamental para alertas em tempo real sobre dados desatualizados ou imprecisos.
Essas medidas visam gerenciar riscos, garantir conformidade e proteger resultados comerciais à medida que a presença de dados gerados por IA se expande.
Conheça as 12 raças de cães atletas mais populares no Brasil
Estas 12 raças de cães se destacam pela velocidade, resistência e habilidades específicas no esporte. O dálmata, por exemplo, é conhecido por seu faro apurado e histórico como cão de carruagem e mascote dos bombeiros.
O greyhound é o cão mais rápido do mundo, alcançando até 72 km/h, enquanto o malamute do Alasca se destaca pela força e resistência ao frio, usado em puxar trenós. O husky siberiano também é famoso por sua resistência em longas distâncias e pelo heróico papel em resgates.
Outras raças como o dogo argentino, pointer inglês, setter inglês e vizsla são valorizadas na caça e em esportes pela obediência e habilidades. Cães como o pastor australiano e o spaniel bretão completam a lista, demonstrando a diversidade e a importância dos cães atletas.
Conheça as 12 raças mais populares de cães atletas que se destacam por velocidade, resistência e habilidades específicas. O dálmata, com origens na península balcânica, foi cão de carruagem e mascote dos bombeiros, conhecido pelo faro que localiza vítimas em ambientes com fumaça.
O incrível greyhound é considerado o cão mais rápido do mundo, alcançando até 72 km/h, quase o dobro do recorde de Usain Bolt. Já o malamute do Alasca é famoso pela capacidade de puxar trenós e sua resistência ao frio, usado na corrida do ouro.
O husky siberiano tem uma história heroica com Balto, que percorreu mais de 200 km na neve para salvar uma cidade do Alasca. Essa raça, silenciosa e resistente, é especialista em longas distâncias e possui um uivo que pode ser ouvido a até 16 km.
O dogo argentino é um cão de porte robusto, criado para caça e combate, com uma genética que exige treinamento cuidadoso. Por sua força, é proibido em diversos países, como o Reino Unido.
Raças como o pointer inglês, o setter inglês e o vizsla são valorizadas por suas habilidades em caça e obediência, apontando presas e facilitando caçadas.
Outros destaques são o pastor australiano, conhecido pela energia e habilidade em pastoreio, o spaniel bretão, com olfato apurado, e o whippet, popular em competições de velocidade.
Esses cães têm desempenhado papéis importantes, desde proteção até esportes e companheirismo, mostrando a diversidade e a utilidade das raças atletas no dia a dia e na história.
Innospace e Força Aérea iniciam investigação após explosão de foguete em Alcântara
A Innospace, empresa sul-coreana, iniciou uma investigação conjunta com o Cenipa, da Força Aérea Brasileira, para apurar as causas da explosão do foguete Hanbit-Nano em Alcântara. O incidente ocorreu em dezembro de 2025, durante o lançamento que buscava o primeiro voo orbital brasileiro.
A investigação ocorre um mês após o acidente, devido ao recesso brasileiro, e não busca estabelecer responsabilidades legais. Serão analisados dados de telemetria e registros de operação para identificar falhas técnicas e melhorar a segurança de futuros lançamentos.
Após as correções, a Innospace pretende realizar nova tentativa de lançamento ainda no primeiro semestre de 2026. A explosão não causou danos a pessoas ou estruturas na área de segurança.
A empresa sul-coreana Innospace iniciou uma investigação conjunta com o Cenipa, órgão da Força Aérea Brasileira responsável pela área aeroespacial, para apurar a causa da explosão do foguete Hanbit-Nano, ocorrida em 22 de dezembro de 2025 no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. Este lançamento tinha o objetivo de realizar o primeiro voo orbital da história do Brasil, mas o veículo sofreu uma falha aproximadamente 30 segundos após a decolagem, resultando na perda completa do foguete e das cargas úteis embarcadas, que incluíam cinco nanossatélites brasileiros e três experimentos.
O Hanbit-Nano é um foguete de dois estágios. O primeiro utiliza um motor híbrido movido a parafina e oxigênio líquido, enquanto o segundo estágio opera com motores a metano e oxigênio líquidos, porém não chegou a ser acionado devido à falha inicial. A explosão ocorreu dentro da zona de segurança, sem causar danos às instalações ou pessoas.
Segundo a Innospace, as investigações começam agora, um mês após o incidente, pois o período de recesso brasileiro dificultou o início imediato dos trabalhos conjuntos. A Força Aérea Brasileira declarou que o processo visa identificar a causa técnica e aprimorar a segurança de futuros lançamentos, sem intenção de estabelecer responsabilidades legais, tratando o caso como um incidente e não como um acidente.
A análise envolverá a revisão dos dados de telemetria, rastreamento e registros de operação do lançamento. A Innospace pretende realizar outra tentativa de lançamento ainda no primeiro semestre de 2026, após aplicação das correções necessárias decorrentes da investigação.
Moltbot: Conheça o assistente de IA que executa tarefas do seu jeito
O Moltbot é um assistente de inteligência artificial open-source desenvolvido para realizar tarefas complexas integrando aplicativos como WhatsApp, Gmail e Google Calendar. Criado por Peter Steinberger, o Moltbot vai além dos chatbots convencionais ao executar comandos diretamente no computador.
Ele permite, por exemplo, transcrever áudios para comandos, enviar convites para reuniões e gerenciar mensagens via WhatsApp e Telegram, proporcionando mais praticidade no dia a dia. O sistema roda localmente, garantindo maior privacidade dos seus dados.
Apesar de precisar de configuração técnica avançada, o Moltbot atrai usuários que buscam automação real e controle total das tarefas, representando um avanço na interação entre humanos e máquinas.
Após anos de promessas, surge o Moltbot, um assistente de IA open-source que vai além dos chatbots tradicionais. Criado pelo desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, o Moltbot integra várias ferramentas do dia a dia, como WhatsApp, Gmail e Google Calendar, realizando tarefas complexas com autonomia, como enviar convites para reuniões com base em suas conversas e agenda.
O diferencial do Moltbot está na capacidade de “controlar” seu computador. Ele pode, por exemplo, ler áudios enviados pelo usuário e transcrevê-los para executar comandos, ideal para quem está dirigindo ou prefere não digitar. A integração com mensageiros como Telegram e WhatsApp permite que você peça algo simplesmente enviando uma mensagem, sem abrir aplicativos específicos ou interfaces complexas.
Além de enviar e-mails e organizar agendas, o assistente também pode elaborar documentos personalizados, monitorar preços, organizar fotos e resumir e-mails não lidos. Por ser executado localmente, os dados ficam protegidos, aumentando a privacidade do usuário. O Moltbot funciona com modelos de IA que o usuário já possua, como o ChatGPT Plus ou Claude Pro, e é gratuito para uso e desenvolvimento.
Embora o setup inicial exija certo conhecimento técnico e permissões avançadas, o projeto tem atraído usuários que buscam um assistente que realmente “faça” e não apenas responda.
O Moltbot representa um avanço nos agentes pessoais de IA, materializando previsões sobre o crescimento dessas ferramentas em 2026. Seu potencial está na automação prática e na colaboração intuitiva com o usuário, marcando um passo significativo na interação entre pessoas e máquinas.
Copom mantém Selic em 15% e indica início de cortes em março, avalia economista
O Copom decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006, repetindo a estabilidade pela quinta vez consecutiva. Apesar disso, o comitê indicou que o afrouxamento monetário começará em março, com possibilidade de redução inicial de 0,50 ponto percentual.
O economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, destacou que o Banco Central foi claro ao sinalizar os cortes, porém com cautela quanto ao ritmo e adequação para atingir a meta de inflação. A previsão é que a Selic encerre 2024 em 12,25%, conforme o último Boletim Focus.
Mesmo com a redução dos juros no Brasil, o diferencial em relação aos EUA continuará elevado, evitando pressão sobre o câmbio, segundo o especialista. O Federal Reserve, por sua vez, manteve a taxa nos EUA entre 3,50% e 3,75%, adotando postura cautelosa na política monetária.
O Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano, nível mais alto desde 2006, nessa quarta-feira (28). Foi a quinta vez consecutiva que a taxa ficou estável, decisão unânime do comitê. No entanto, o Copom indicou que o afrouxamento monetário deve começar já na próxima reunião, em março.
Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo, avaliou que o banco central foi claro ao anunciar início dos cortes, mas com ressalvas sobre o ritmo e a adequação para atingir a meta de inflação. O objetivo é evitar que o mercado espere um corte maior do que o esperado na próxima decisão.
O economista acredita que o corte inicial será de 0,50 ponto percentual, reduzindo a Selic para 14,50%, o que é visto como mais apropriado diante do atual nível elevado dos juros reais. A Monte Bravo mantém a previsão de que a Selic encerre o ano em 12,25%, alinhada ao último Boletim Focus.
Também nesta quarta-feira, o Federal Reserve (Fed), com seu Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc), manteve os juros nos EUA entre 3,50% e 3,75%, interrompendo o ciclo de cortes iniciado em setembro do ano passado. A postura do Fed segue cautelosa, diante da incerteza econômica, sem sinalizar pressa para reduzir os juros.
Costa observa que, mesmo com os cortes no Brasil, o diferencial de juros frente aos EUA continuará elevado e não deverá pressionar o câmbio.
PicPay anuncia abertura de capital na bolsa dos Estados Unidos nesta quinta-feira
A fintech PicPay vai abrir capital na bolsa americana nesta quinta-feira (29), com expectativa de captar entre US$ 2,2 bilhões e US$ 2,6 bilhões. O preço das ações deve variar entre US$ 16 e US$ 19, com oferta de 26,3 milhões de papéis.
Após a oferta, a J&F Participações continuará controlando a empresa. A PicPay atende mais de 66 milhões de usuários no Brasil e nos primeiros nove meses de 2025 registrou receita de R$ 7,3 bilhões, com lucro líquido de R$ 313,8 milhões.
Além disso, a empresa conta com depósitos dos clientes que somam cerca de R$ 27 bilhões e um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) de 17,4% no período analisado.
A fintech PicPay vai abrir capital na bolsa americana nesta quinta-feira (29), com uma oferta pública inicial que pode levantar entre US$ 2,2 bilhões e US$ 2,6 bilhões. O preço das ações previsto varia de US$ 16 a US$ 19, com uma emissão de 26,3 milhões de papéis, representando cerca de 21% do total da empresa.
A oferta deve capturar entre US$ 400 milhões, se o preço ficar no meio da faixa estipulada, e US$ 500 milhões se o topo for alcançado. A J&F Participações, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, manterá o controle da companhia mesmo após a oferta pública.
Um investidor estratégico, a Bicycle Capital, manifestou interesse em comprar ações ordinárias Classe A no valor de US$ 75 milhões, em uma indicação não vinculativa. A empresa tem presença significativa no Brasil, atendendo a mais de 66 milhões de usuários, sendo 42 milhões ativos no terceiro trimestre de 2025.
Nos primeiros nove meses de 2025, o PicPay registrou receita total de R$ 7,3 bilhões (aproximadamente US$ 1,37 bilhão) e lucro líquido de R$ 313,8 milhões (cerca de US$ 59 milhões). Os depósitos dos clientes somavam cerca de R$ 27 bilhões (US$ 5 bilhões) em setembro de 2025, com um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) de 17,4% no mesmo período.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação