Astros de Grey’s Anatomy prestam homenagem a Eric Dane após sua morte
Os atores de Grey’s Anatomy prestaram homenagens emocionadas a Eric Dane, conhecido por interpretar o dr. Mark Sloan. Dane faleceu aos 53 anos, vítima da esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença que enfrentou com coragem e humor durante o tempo que esteve no programa.
Patrick Dempsey, Kim Raver, Kevin McKidd e outros membros do elenco compartilharam recordações e sentimentos nas redes sociais. Eles ressaltaram o impacto que Dane teve tanto dentro quanto fora das telas, destacando sua dedicação em conscientizar o público sobre a ELA.
Eric Dane deixa esposa e filhas, além de uma trajetória marcada pelo carinho de fãs e colegas. Sua luta pela divulgação da ELA trouxe mais visibilidade à doença, ampliando a compreensão e o apoio à causa.
Os atores de Grey’s Anatomy prestaram homenagens emocionadas a Eric Dane, conhecido pelo papel do dr. Mark Sloan, que morreu aos 53 anos. Dane esteve na série entre 2006 e 2012, voltando em 2021 para uma participação especial. A atriz Kim Raver, que interpreta a dra. Teddy Altman, relembrou no Instagram o brilho e o humor do colega tanto nas gravações quanto na vida pessoal.
Kevin McKidd, o dr. Owen Hunt, e outros membros do elenco, como James Pickens Jr. e Sarah Drew, também manifestaram seus sentimentos nas redes sociais. O ator Patrick Dempsey, que viveu o dr. Derek Shepherd, falou sobre a dificuldade que Dane enfrentava com a esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença que o levou à morte menos de um ano após o diagnóstico.
Dempsey salientou que Dane manteve um humor contagiante durante o tempo em que trabalharam juntos e elogiou sua coragem ao conscientizar sobre a doença. A produtora de Grey’s Anatomy, Krista Vernoff, recordou a visita do ator ao set em tempos de pandemia e destacou os abraços do colega como sua marca registrada.
Eric Dane deixa esposa e filhas, tendo deixado uma trajetória marcada pelo impacto em fãs e colegas, especialmente por sua interpretação no drama médico. Seu compromisso em divulgar informações sobre a ELA deu visibilidade ao tema, mostrando sua dedicação além das telas.
Ricardo Ferraço responde indiretamente a líderes municipais em evento no ES
Durante evento em Boa Esperança, o vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, respondeu de forma indireta aos prefeitos de Vitória e Vila Velha, Lorenzo Pazolini e Arnaldinho Borgo. Ele ressaltou que o Estado mantém evolução e estrutura para continuar os trabalhos do governador Renato Casagrande.
Ferraço destacou a importância do trabalho e resultados reais, em contraponto a discursos políticos, e fez críticas veladas ao ex-governador Paulo Hartung, ressaltando diálogo, humildade e valorização dos municípios como pilares do governo. No cenário local, o PSDB tende a retomar liderança em Vila Velha com movimentações políticas importantes.
Além disso, ex-integrantes da base de Ferraço, como Oziel Andrade, têm se alinhado a grupos opositores, indicando um cenário político em transformação. Pesquisas internas geram tensão, apesar da ausência de dados oficiais no TSE para as eleições no Espírito Santo.
O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (MDB), durante evento em Boa Esperança, fez uma resposta indireta aos movimentos dos prefeitos de Vitória e Vila Velha, Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Arnaldinho Borgo (PSDB). Ele afirmou que o Estado evoluiu, mantêm ritmo e estrutura para seguir o trabalho iniciado pelo governador Renato Casagrande.
Ferraço destacou a parceria com Casagrande, ressaltando que a verdadeira mudança está no trabalho e nos resultados, não em discursos ou bravatas. Uma indireta foi direcionada ao ex-governador Paulo Hartung (PSD), apoiador do bloco “Pazaldinho”, ao defender um governo baseado em humildade, diálogo e valorização dos 78 municípios capixabas, usando a responsabilidade fiscal como um meio para investimentos.
No cenário político de Vila Velha, o vice-prefeito Cael Linhalis sinaliza a retomada do PSDB na cidade, ao migrar do PSB, partido que apoia Casagrande. Com a provável renúncia de Arnaldinho, a liderança do “arnaldismo” deve continuar localmente pelo PSDB, o que reforça a importância das alianças partidárias para o cenário estadual.
Enquanto isso, o ex-articulador político Oziel Andrade deixou a base de Ferraço e está ao lado de Lorenzo Pazolini, ressaltando compromissos com o futuro do Estado. Atos mais contundentes, como exonerações, ainda aguardam o momento para acontecer.
Até o momento, não há pesquisas eleitorais registradas no TSE que apontem intenções de voto para o Espírito Santo. Apesar disso, partidos mantêm pesquisas internas, algumas com resultados questionáveis, inserindo tensão no cenário político local.
Produção de algodão no Brasil pode cair 11,5% na safra 2025/2026
A produção brasileira de algodão pode sofrer uma queda de 11,5% na safra 2025/2026, ficando em 3,74 milhões de toneladas de pluma. Essa redução está ligada a uma diminuição de 6,5% na área plantada, prevista para 2,03 milhões de hectares, e à queda da produtividade média, estimada em 5,7%, para 1.841 kg por hectare.
Os principais fatores para esse ajuste são os preços baixos do algodão e o aumento dos custos de produção, o que diminui a rentabilidade dos agricultores. A concorrência com outras culturas, como a segunda safra de milho, especialmente no Mato Grosso, também influencia essa redução na área cultivada.
Apesar da retração, a produção projetada será a segunda maior da história do país, indicando que o movimento é um ajuste no ritmo de crescimento do setor, e não uma crise estrutural. O setor busca equilíbrio entre oferta, demanda e custos, mantendo o Brasil relevante no mercado global do algodão.
A produção de algodão no Brasil deve registrar queda de 11,5% na safra 2025/26, alcançando 3,74 milhões de toneladas (pluma), segundo a consultoria Safras & Mercado. Esse recuo está associado à redução da área plantada, prevista em 6,5%, para 2,03 milhões de hectares, e a uma queda na produtividade média, estimada em 5,7%, para 1.841 kg/ha.
O ajuste na área destinada ao cultivo ocorre devido à combinação de preços em baixa e aumento nos custos de produção, fatores que pressionam a rentabilidade do agricultor. Também pesa a concorrência com outras culturas, como a segunda safra de milho, especialmente no Mato Grosso, maior estado produtor, onde os produtores optam entre milho e algodão.
A estatal Conab, por sua vez, previa uma redução menor na área plantada, de 3,2%, indicando uma divergência nas projeções sobre o mercado.
Apesar do recuo, a produção projetada para o próximo ciclo ainda será a segunda maior da história do Brasil, o que sugere que o movimento reflete mais um ajuste no ritmo de crescimento do setor do que uma mudança estrutural na produção do algodão.
Segundo o analista Gil Barabach, essa retração é vista como parte do processo de consolidação do mercado e não aponta para uma perda de importância do Brasil no cenário global.
O recuo na produtividade também está ligado à adoção de práticas que buscam reduzir custos, impactando o rendimento por hectare. Esses dados indicam que o setor do algodão passa por um momento de equilíbrio entre oferta, demanda e condições de cultivo.
Steam apresenta instabilidade global nesta sexta-feira (20)
A plataforma Steam registrou uma falha global nesta sexta-feira (20), afetando o acesso de usuários ao redor do mundo a partir das 15h47. O aumento nas buscas por “Steam fora do ar” e os relatos no Downdetector indicam uma instabilidade significativa, embora os serviços Steam Store e Steam Community apontem normalidade.
Usuários em diversas línguas relataram dificuldades nas redes sociais, indicando que a falha tem amplo alcance. Parte da infraestrutura da plataforma, como a Steam Web API, continua funcionando, sugerindo que o problema pode estar restrito a determinados serviços ou regiões.
Até o momento, não houve comunicado oficial da empresa sobre a causa ou prazo para solução. A falha impacta diretamente milhares de jogadores que dependem da plataforma para acessar jogos e comunidades, que aguardam a normalização do serviço.
Steam, a popular plataforma de jogos digitais, apresentou uma falha global nesta sexta-feira (20), afetando usuários ao redor do mundo. A instabilidade começou a ser registrada por volta das 15h47, quando as buscas no Google por termos como “Steam fora do ar” e “Steam caiu” tiveram um aumento brusco, conforme monitorado pelo Google Trends.
O Downdetector, site que acompanha problemas em serviços online, registrou um pico de 635 reclamações relacionadas à conexão com os servidores da plataforma. Apesar disso, serviços como a Steam Store e a Steam Community apontaram status normal em sites de monitoramento, indicando que o problema pode estar focado em conexões específicas.
Nas redes sociais, principalmente no X (antigo Twitter), usuários em diversas línguas relataram dificuldades para acessar as funções da plataforma, sustentando a hipótese de que a falha é de alcance global. A Steam Web API continua operando normalmente, o que sugere que parte da infraestrutura da plataforma não foi afetada.
Não houve comunicado oficial da empresa até o momento sobre a causa ou previsão para a solução do problema. Usuários que dependem da plataforma para acessar seus jogos e comunidades permanecem aguardando a normalização do serviço.
Como a Steam é uma das maiores lojas de jogos digitais do mundo, falhas afetando sua conectividade impactam diretamente milhares de jogadores, que acompanham as atualizações dos sistemas em tempo real.
Fique atento para novas informações sobre a retomada total das operações da plataforma.
Steam oferece jogo indie Core Keeper por menos de R$ 36 até 5 de março
A Steam está com uma promoção para o jogo indie Core Keeper, que pode ser adquirido por R$ 35,99 até o dia 5 de março. O título oferece uma experiência de sobrevivência em cavernas cheias de mistérios, com desafios e elementos cooperativos para jogar com amigos.
No game, os jogadores precisam coletar recursos, cultivar e enfrentar titãs lendários enquanto exploram um ambiente cheio de segredos. Core Keeper possui 92% de avaliações muito positivas na plataforma, destacando a variedade de estilos e o sistema de progressão.
Além do preço especial, o jogo receberá uma atualização importante em 25 de fevereiro, ampliando o conteúdo para os fãs. A promoção é uma boa opção para quem curte jogos indie do gênero sobrevivência com cooperação.
Se você procura um título para jogar com os amigos neste fim de semana, a Steam oferece uma boa opção. O indie Core Keeper está disponível com 40% de desconto, saindo por apenas R$ 35,99 até 5 de março. O game coloca os jogadores para explorar uma caverna cheia de mistérios e desafios.
Em Core Keeper, é necessário subir níveis, coletar recursos e cultivar sua própria horta para sobreviver. O objetivo passa por enfrentar titãs lendários e desvendar os poderes do núcleo durante a exploração.
Atualmente, o jogo apresenta 92% de avaliações “Muito positivas” na Steam, destacando seu sistema de progressão e a variedade de estilos que os jogadores podem experimentar. O título consegue se diferenciar dentro do gênero sobrevivência ao oferecer múltiplas possibilidades de builds e modos de jogo cooperativos.
Além do desconto, o Core Keeper receberá, em 25 de fevereiro, a atualização “Void & Voltage”, que trará conteúdo extra significativo para os fãs que desejam expandir a experiência.
O preço promocional e as boas avaliações indicam que Core Keeper pode ser uma boa escolha para quem gosta de jogos indie de sobrevivência com bastante exploração e cooperação.
Anvisa regulamenta produção, cultivo e pesquisa da maconha medicinal no Brasil
A Anvisa formalizou novos regulamentos para o cultivo, produção e pesquisa da maconha medicinal em janeiro de 2024. A decisão segue determinação do Superior Tribunal de Justiça e autoriza a produção para a indústria farmacêutica com fiscalização rigorosa.
O marco legal também permite o cultivo para pesquisas acadêmicas e para fins associativos, definindo três eixos principais: industrial, pesquisa e associativo. Essa regulamentação é resultado de anos de mobilização política e judicial.
Apesar do avanço, especialistas alertam que ainda há espaço para melhorias na oferta de medicamentos à base de cannabis, visando garantir segurança e direitos para os pacientes que dependem desse tratamento.
A Anvisa formalizou no dia 27 de janeiro novos regulamentos para o cultivo, produção e pesquisa da maconha medicinal no Brasil. A medida atende a decisão do Superior Tribunal de Justiça sobre o tratamento da planta sob regulação sanitária. A partir dessas minutas, a produção industrial fica autorizada para abastecer exclusivamente a indústria farmacêutica, com fiscalização rigorosa ao longo de toda a cadeia.
O novo arcabouço normativo inclui o cultivo para pesquisas acadêmicas, realizadas por universidades e centros de estudos, além do cultivo para fins associativos. A regulamentação define três eixos principais: industrial, pesquisa e associativo, com regras específicas que ainda serão detalhadas. Essas ações refletem anos de mobilização política e judicial, incluindo decisões de habeas corpus para cultivo doméstico e busca judicial por acesso ao medicamento.
Esse avanço representa um marco para o uso da cannabis medicinal no país, corrigindo a lentidão do Estado em atender demandas sociais importantes. A proposta busca diminuir o mercado paralelo e o tráfico relacionados ao proibicionismo, que além de questões jurídicas afetam a saúde pública. O Brasil ainda enfrenta obstáculos para uma legalização total, afetando o bem-estar de milhões de pacientes em todo o país.
Mesmo com as recentes conquistas, especialistas enfatizam que há espaço para progresso na regulamentação e na oferta de medicamentos à base de cannabis, garantindo direitos e segurança a quem depende desse tratamento.
Percy Jackson: atores para Hera, Deméter e Apolo são confirmados na terceira temporada
A série Percy Jackson do Disney+ anunciou os atores que interpretam Hera, Deméter e Apolo na terceira temporada. Ming-Na Wen, Jennifer Beals e Hubert Smielecki foram escolhidos para representar essas divindades na expansão do elenco olímpico.
As gravações acontecem em Vancouver e a trama é baseada no livro “A Maldição do Titã”, parte da saga de Rick Riordan. A estreia está marcada para o final de 2026, trazendo novas histórias e aprofundamento na mitologia da série.
A produção da série Percy Jackson no Disney+ confirmou os atores que interpretarão as divindades Hera, Deméter e Apolo na terceira temporada. Ming-Na Wen, Jennifer Beals e Hubert Smielecki foram escalados para esses papéis, que aparecem como convidados na ampliação do elenco olímpico da série.
Ming-Na Wen assume o papel de Hera, a rainha do Olimpo e esposa de Zeus. Ela é a deusa do casamento e família, e sua relação com Zeus (interpretado por Courtney B. Vance) é marcada por tensões causadas pelas infidelidades do deus. Wen já tem histórico com a Disney, participando de produções como Mulan, Agents of S.H.I.E.L.D. e The Mandalorian.
Jennifer Beals viverá Deméter, a deusa da agricultura e do ciclo da vida e morte. Irmã de Zeus, Deméter traz uma ligação forte com a mitologia da guerra contra os Titãs e protege o Olimpo contra ameaças como o retorno do pai, Kronos. Beals também atuou em projetos do universo Star Wars, como O Livro de Boba Fett.
Hubert Smielecki interpreta Apolo, deus do sol, música, poesia e profecia. Conhecido como o “garoto dourado” do Olimpo, Apolo é irmão gêmeo de Ártemis, personagem já confirmada na série.
As gravações da terceira temporada ocorrem em Vancouver, com adaptação do livro “A Maldição do Titã”, terceiro da saga original de Rick Riordan. A estreia está prevista para o final de 2026, trazendo novas tramas e expandindo o universo mitológico da produção.
Quais proteções legais a família real britânica tem diante da prisão do ex-príncipe Andrew?
O ex-duque de York, Andrew Mountbatten-Windsor, foi preso por suspeita de má conduta em Sandringham, Norfolk, após investigações ligadas a documentos americanos que o associam a Jeffrey Epstein. A polícia não divulgou detalhes do caso, que não envolve acusações de agressão sexual.
Andrew já havia feito acordo com Virginia Giuffre em 2022, negando irregularidades e uso indevido de sua função diplomática. A prisão é rara, já que a imunidade soberana protege o monarca e alguns parentes, mas não todos os membros da família real.
A detenção em uma propriedade privada foi incomum e o rei Carlos III declarou apoio ao andamento da investigação. O episódio destaca os limites das proteções legais da realeza britânica em casos judiciais atuais.
O ex-duque de York, Andrew Mountbatten-Windsor, foi preso por cerca de 12 horas em Sandringham, Norfolk, sob suspeita de má conduta em exercício de cargo público. A investigação foi motivada pela divulgação de documentos americanos que sugerem que ele pode ter compartilhado informações oficiais com Jeffrey Epstein, financista e condenado por crimes sexuais contra crianças. A polícia, porém, não detalhou o teor da apuração.
A prisão não envolve acusações de agressão sexual, e Andrew já havia fechado um acordo com Virginia Giuffre em 2022, sem admitir culpa. Ele negou irregularidades em sua relação com Epstein ou uso de sua função oficial para fins pessoais. Nomeado por Tony Blair em 2001, o ex-príncipe atuava como representante especial do Reino Unido para comércio e investimento, sem salário, mas com ampla função diplomática.
Andrew afastou-se do cargo em 2011 após a condenação de Epstein. Embora o monarca e alguns membros próximos tenham imunidade soberana que os protege de processos criminais e civis, essa proteção não se estende a todos os parentes da família real. A prisão de Andrew marca a primeira deste tipo em décadas, considerando que príncipes anteriores enfrentaram apenas infrações de trânsito e nunca detenção.
Além disso, a imunidade soberana limita a atuação policial em propriedades reais privadas sem autorização, tornando a prisão em Sandringham um evento incomum. O rei Carlos III afirmou que o processo deve seguir seu curso, com apoio e cooperação das autoridades.
Startup brasileira de automação fiscal cresce 143% com expansão do e-commerce e reforma tributária
A startup brasileira Spedy registrou um crescimento de 143% em receita recorrente mensal em 2025, impulsionada pela expansão do e-commerce e a expectativa da reforma tributária prevista para 2026.
A empresa atende mais de 7 mil clientes, incluindo negócios digitais e pequenos empreendedores, oferecendo soluções que simplificam a emissão de notas fiscais eletrônicas.
Com planos de integrar automação fiscal e logística para e-commerce até o fim de 2026, a Spedy busca facilitar o dia a dia do comércio digital e fortalecer seu posicionamento no mercado brasileiro.
A entrada em vigor da reforma tributária em 2026, combinada ao crescimento do e-commerce, acelera a demanda por automação fiscal no Brasil. A Spedy, plataforma fundada em 2021 que oferece infraestrutura para emissão de notas fiscais eletrônicas, obteve alta de 143% em receita recorrente mensal (MRR) em 2025 e pretende alcançar R$ 1 milhão em MRR até o fim de 2026.
A empresa atende mais de 7 mil clientes, incluindo negócios digitais, e-commerce, SaaS e infoprodutores, processando mais de R$ 5 bilhões em transações. Segundo Danilo Singh, CEO da Spedy, a reforma tributária intensifica a necessidade por infraestrutura fiscal escalável para mitigar a complexidade tributária do comércio digital.
O setor, que antes focava em grandes corporações, agora mira pequenas e médias empresas digitais com soluções mais acessíveis e rápidas, sem burocracia para emissão de notas. A Spedy planeja lançar ainda em 2026 uma solução que integra automação fiscal e logística para e-commerce, além de expandir API’s para SaaS.
O crescimento do comércio eletrônico, que faturou R$ 234 bilhões em 2025, também impulsiona o mercado de infoprodutos, fomentando a demanda por sistemas que automatizem a emissão de notas para pequenos produtores digitais.
A Spedy aposta em simplicidade e agilidade para conquistar seu espaço, mantendo operação enxuta e modelo de crescimento orientado pelo produto (Product-Led Growth). O foco está em reduzir a burocracia para que empreendedores dediquem mais tempo ao crescimento de seus negócios online.
Fortalecimento da Indústria é Essencial para o Desenvolvimento das Cidades Brasileiras
A indústria brasileira representa 24,7% do PIB e é responsável por 68,7% das exportações, mostrando sua importância econômica para o país. No entanto, enfrenta desafios para aumentar sua competitividade e precisa de políticas que reforcem seu papel estratégico.
O setor industrial contribui significativamente para a arrecadação fiscal e gera empregos qualificados com alta empregabilidade, principalmente nos cursos do Senai. A modernização do setor, com investimentos em tecnologia digital e infraestrutura, é fundamental para atrair investimentos que beneficiem as cidades.
O crescimento do agronegócio e da agroindústria também abre novas oportunidades para aumentar o valor agregado e a receita local. A sustentabilidade econômica urbana depende da integração entre uma indústria forte e políticas públicas efetivas.
A indústria brasileira mantém seu papel essencial na economia, representando 24,7% do PIB e respondendo por 68,7% das exportações de bens e serviços. No entanto, o setor enfrenta desafios que limitam sua competitividade global e a geração de valor no país. Em 2025, projeta-se um crescimento modesto de 0,6%, enquanto o Brasil ocupa a 13ª posição mundial na produção industrial.
A falta de uma agenda pública que reconheça a indústria como vetor estratégico reforça a necessidade de políticas que promovam seu reposicionamento. Apesar disso, o setor contribui significativamente para a arrecadação federal, com 35,2% dos tributos, evidenciando sua relevância fiscal para municípios e estados.
Em relação à qualificação profissional, o Senai mantém alta taxa de empregabilidade de 85,6% entre seus egressos. Ainda assim, há baixa procura por esses cursos, devido à percepção equivocada de que a indústria oferece ambientes ultrapassados, ignorando a automação, robótica e inteligência artificial presentes atualmente. Além disso, empregos industriais exigem maior qualificação e oferecem remuneração superior a setores como comércio e construção civil.
O agronegócio, que respondeu por 23,2% do PIB em 2024, tem projeção de crescimento para 29,4% em 2025. A expansão da agroindústria abre caminho para transformar commodities em produtos com maior valor agregado, beneficiando cidades e gerando receita local.
Para modernizar a indústria, o Brasil investirá R$ 186,6 bilhões em tecnologias digitais, infraestrutura e competitividade produtiva. Esses recursos públicos e privados apontam para uma oportunidade para municípios atraírem investimentos industriais, fundamental para emprego qualificado, aumento da renda e consumo local. Considerar essa dinâmica é crucial para a sustentabilidade econômica urbana, especialmente diante da reforma tributária em curso.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação