Chevron pode aumentar em até US$ 700 milhões por ano com petróleo na Venezuela
A Chevron poderá aumentar seu fluxo de caixa em até US$ 700 milhões por ano ao expandir a produção de petróleo na Venezuela. A empresa já atua no país e compartilha a produção com a estatal PDVSA, produzindo cerca de 240 mil barris por dia.
O crescimento ocorre em meio a uma política dos EUA que facilita a operação da Chevron no país, mesmo diante das incertezas políticas e fiscais locais. A petroleira mantém cautela para evitar investimentos maiores até que o cenário fique mais estável.
Esse aumento representa cerca de 1% a 2% do fluxo operacional da Chevron. Executivos da empresa participarão de reuniões na Casa Branca para discutir planos de reconstrução da indústria petrolífera venezuelana, impactando o mercado regional.
A Chevron pode elevar seu fluxo de caixa em até US$ 700 milhões anuais, ampliando a produção de petróleo na Venezuela. Segundo relatório do analista Jason Gabelman, da TD Cowen, a empresa tem uma oportunidade diferenciada para crescer na região devido à política dos EUA voltada ao controle do petróleo venezuelano.
A Chevron é a única grande petroleira dos Estados Unidos atuando no país sul-americano e deve expandir sua produção a partir dos ativos já existentes, evitando investimentos grandes até que haja estabilidade política e fiscal na Venezuela. Atualmente, as joint ventures da companhia produzem cerca de 240 mil barris por dia, divididos aproximadamente meio a meio com a estatal PDVSA.
Representantes do setor petrolífero, incluindo executivos da Chevron, estão previstos para participar de encontro na Casa Branca, onde o presidente Donald Trump deve apresentar planos para reconstruir a indústria venezuelana, afetada por décadas de má gestão.
Apesar das vantagens de longo prazo da Venezuela, detentora das maiores reservas mundiais, as incertezas sobre segurança e o ambiente regulatório afastam investimentos expressivos no curto prazo. O aumento projetado de até US$ 700 milhões por ano equivale a cerca de 1% a 2% do fluxo operacional da Chevron, segundo o analista.
Com o governo buscando firmar um regime fiscal estável, a Chevron mantém cautela antes de comprometer capital adicional significativo.
O suposto túmulo de Jesus realmente resistiu ao tempo?
Durante séculos, peregrinos caminharam até Jerusalém acreditando que um ponto específico da cidade guarda o túmulo onde Jesus foi sepultado. Mas, entre destruições, reconstruções e disputas religiosas, uma pergunta permanece: o local venerado hoje preserva algo do túmulo original ou tudo não passa de tradição acumulada ao longo do tempo? Descobertas arqueológicas recentes trouxeram novas pistas — e elas são mais concretas do que muitos imaginam.
Um lugar marcado por fé… e por ruínas
O local tradicionalmente identificado como o túmulo de Jesus fica dentro da Igreja do Santo Sepulcro, uma construção que, por si só, já passou por incêndios, invasões, terremotos e reformas profundas. Ao longo de quase dois milênios, camadas de pedra, argamassa e estruturas foram se sobrepondo, criando um verdadeiro palimpsesto arquitetônico.
Durante muito tempo, estudiosos acreditaram que qualquer vestígio do túmulo original teria sido perdido, especialmente após a destruição da igreja ordenada pelo califa fatímida Al-Hakim no século XI. A lógica parecia simples: se o edifício foi arrasado, o que poderia ter sobrevivido?
Essa suposição, no entanto, começou a ruir com análises arqueológicas mais cuidadosas.
O que a arqueologia encontrou sob o mármore
Entre 2016 e 2017, uma restauração inédita permitiu que arqueólogos tivessem acesso direto à estrutura interna do edículo — o pequeno santuário que envolve o túmulo. Pela primeira vez em séculos, o revestimento de mármore foi removido temporariamente.
O que apareceu ali surpreendeu: materiais de construção datados do período romano, compatíveis com o século I d.C., época em que os evangelhos situam a crucificação e o sepultamento de Jesus. Esses elementos indicam que o local venerado hoje não foi simplesmente “inventado” na Idade Média, mas preserva um núcleo muito mais antigo.
Mais importante ainda: os dados sugerem continuidade. Mesmo após destruições violentas, o ponto exato do túmulo teria sido respeitado e reconstruído sucessivamente sobre a mesma base.
Tradição cristã ou memória urbana confiável?
Críticos costumam afirmar que tradições religiosas não são fontes confiáveis. Mas Jerusalém antiga funcionava de maneira diferente das cidades modernas. Locais de execução, sepultamento e culto eram fortemente fixados na memória coletiva, sobretudo em uma cidade relativamente pequena e densamente habitada.
Quando o imperador Constantino autorizou, no século IV, a construção da primeira igreja cristã no local, ele não escolheu um ponto aleatório. Escritos históricos indicam que os cristãos locais já identificavam aquele lugar como o túmulo havia gerações.
A arqueologia moderna, ao confirmar a presença de estruturas romanas no núcleo do santuário, reforça essa memória urbana contínua, algo raro em sítios religiosos tão antigos.
O túmulo corresponde ao que os evangelhos descrevem?
Os evangelhos falam de um túmulo escavado na rocha, próximo ao local da crucificação, situado em um jardim. Escavações ao redor do Santo Sepulcro revelaram exatamente isso: uma antiga pedreira transformada em área funerária, com sepulturas do tipo kokhim (nichos escavados), comuns no judaísmo do século I.
Além disso, análises botânicas recentes identificaram vestígios de plantas cultivadas na área, o que dialoga diretamente com a descrição de um jardim mencionada no Evangelho de João.
Esses detalhes não provam a identidade de Jesus em termos teológicos, mas mostram que o cenário físico descrito nos textos bíblicos é compatível com o local arqueológico real.
Por que isso importa hoje?
A descoberta não transforma fé em ciência, nem ciência em fé. Mas ela corrige um equívoco comum: a ideia de que tudo o que envolve o túmulo de Jesus é pura lenda tardia.
O que os dados indicam é mais sóbrio e, talvez, mais impressionante: apesar de guerras, destruições e reconstruções, um lugar específico foi preservado com notável fidelidade ao longo de quase dois mil anos.
Para crentes, isso reforça a força da tradição. Para não crentes, mostra como memória, espaço urbano e arqueologia podem caminhar juntos de forma surpreendente.
Então, o suposto túmulo de Jesus é autêntico?
A resposta honesta é: ele é arqueologicamente coerente com o período, o contexto e as descrições antigas. Não há evidência de que o local seja uma invenção posterior, e há sinais concretos de continuidade desde a época romana.
Isso não obriga ninguém a crer — mas torna intelectualmente difícil descartar o local como mero mito.
Para aprofundar o contexto histórico
Se o tema despertou sua curiosidade, há conteúdos complementares que ajudam a compreender melhor os caminhos, os lugares e os vestígios associados aos últimos dias de Jesus em Jerusalém:
Refazer hoje os passos de Jesus na Via Dolorosa
Uma análise histórica e urbana do trajeto tradicional do Caminho das Dores, à luz da arqueologia e da Jerusalém atual.
Talvez o aspecto mais fascinante dessa descoberta seja o silêncio das pedras. Elas não pregam, não convencem, não prometem. Apenas permanecem. E, ao permanecerem, contam uma história de resistência, memória e significado.
Em um mundo acostumado a revisões rápidas e verdades descartáveis, o suposto túmulo de Jesus nos lembra que alguns lugares atravessam o tempo carregando perguntas que continuam abertas — não porque faltam respostas, mas porque seu significado vai além delas.
Versículo para reflexão
Para quem deseja aprofundar a leitura com uma pausa de contemplação, um versículo diário pode ajudar a conectar o texto histórico à dimensão espiritual presente nas Escrituras:
Versículo do Dia – Gênesis 1:11
Uma reflexão sobre criação, ordem e vida que atravessa séculos e continua inspirando leitores hoje.
Gigabyte apresenta a RTX 5090 Infinity com design único e foco em refrigeração na CES 2026
A Gigabyte lançou na CES 2026 a AORUS GeForce RTX 5090 Infinity, uma placa de vídeo premium com formato compacto e sistema térmico otimizado. O design circular e o dissipador redondo diferenciam esta GPU das tradicionais.
A placa apresenta a tecnologia de resfriamento Windforce Hyperbust e uma ventoinha Overdrive que se ativa em módulos exigidos, garantindo temperaturas estáveis durante jogos e trabalhos pesados. Conta ainda com 32 GB de memória GDDR7 e 21.760 núcleos CUDA.
Com dimensões compactas para facilitar instalação em gabinetes menores e suporte a múltiplos monitores, a RTX 5090 Infinity é uma aposta da Gigabyte em desempenho, refrigeração eficiente e estética distinta para gamers e profissionais.
A Gigabyte revelou na CES 2026 a AORUS GeForce RTX 5090 Infinity, sua nova placa de vídeo premium que traz um design incomum e foco na engenharia térmica. Diferente dos modelos tradicionais, essa GPU aposta em um formato compacto aliado a um sistema de resfriamento otimizado, buscando maior eficiência sem abrir mão da compatibilidade com gabinetes menores.
O destaque está no formato circular, uma característica pouco vista em placas de alto desempenho. A estrutura metálica fundida e o dissipador redondo, somados à iluminação RGB Halo, criam uma combinação visual distinta. A tecnologia de resfriamento Windforce Hyperbust utiliza um layout interno que permite o fluxo de ar passar pela parte traseira, reduzindo o calor concentrado sob carga intensa.
Além disso, a RTX 5090 Infinity conta com uma ventoinha Overdrive central que ativa automaticamente em módulos mais exigidos, mantendo a temperatura estável durante jogos ou trabalhos com inteligência artificial que utilizam recursos RTX.
Com 32 GB de memória GDDR7 a 28 Gbps e 21.760 núcleos CUDA, o modelo mantém dimensões relativamente compactas (33 cm x 14,5 cm), ampliando as opções de instalação. A GPU suporta até 4 monitores e possui conexões PCI Express 5.0, além de demanda uma fonte de 1000 W.
Além da placa, a Gigabyte também mostrou uma memória DDR5-7200 de 256 GB, ideal para tarefas pesadas como criação de conteúdo e IA, reforçando a estratégia de integrar hardware avançado com soluções para profissionais e gamers exigentes.
Com essa aposta, a empresa amplia seu portfólio de produtos para diferentes públicos, focando em desempenho, refrigeração e estética.
Netflix confirma data de estreia da 7ª temporada de Virgin River
A Netflix anunciou que a 7ª temporada de Virgin River estreia em 12 de março. A série traz novamente a rotina de Jack e Mel, agora casados e enfrentando novos desafios, como a paternidade.
O arco dessa temporada mostra o casal lidando com traumas e adaptações à vida na fazenda, como revelado pelo elenco e produção. A trama promete explorar as dinâmicas reais do relacionamento sem monotonia.
Além disso, Virgin River já está confirmada para a 8ª temporada, garantindo continuidade. A série é baseada em uma saga de 22 livros, que ainda rendem histórias para futuras temporadas.
A espera pela sétima temporada de Virgin River está quase no fim: a Netflix confirmou que os novos episódios chegam ao streaming em 12 de março. A série continuará acompanhando a rotina de Jack Sheridan (Martin Henderson) e Melinda Monroe (Alexandra Breckenridge), que agora enfrentam novas situações após o casamento. Entre os temas centrais deste ciclo está a paternidade, um ponto delicado para o casal, que há anos enfrenta dificuldades para construir uma família biológica.
O ator Martin Henderson revelou que esta fase do relacionamento mostra como Mel e Jack buscaram superar traumas, incluindo a perda de um bebê, uma história explorada na quinta temporada. O showrunner Patrick Sean Smith também acrescenta que o casamento dos personagens não trará monotonia, prometendo abordar suas dinâmicas e desafios reais, como a adaptação à vida na fazenda, distante do estilo de vida que Mel imaginava inicialmente.
Além disso, o futuro da série já está assegurado, com a Netflix renovando Virgin River para pelo menos uma oitava temporada. A produção é baseada na saga literária de Robyn Carr, que possui 22 volumes publicados entre 2007 e 2020, oferecendo um amplo material para futuras histórias que serão adaptadas para o público.
Essa nova temporada deverá satisfazer fãs que acompanham o drama romântico, esclarecendo o que vem depois de um casamento e explorando as expectativas e realidades enfrentadas pelos protagonistas nesse próximo capítulo da vida deles.
Elon Musk afirma que Starlink não opera na África do Sul por questões raciais
Elon Musk voltou a afirmar que a Starlink não tem licença para operar na África do Sul devido a requisitos raciais presentes na legislação local. Segundo ele, o fato de não ser negro dificulta a aprovação da empresa, que enfrenta regras do programa de Empoderamento Econômico Negro de Base Ampla (BEE).
Essas políticas visam corrigir desigualdades históricas causadas pelo apartheid, priorizando a participação de sul-africanos negros em negócios, o que impacta empresas estrangeiras como a Starlink. A Autoridade Independente de Comunicação da África do Sul (ICASA) exige que todas as empresas cumpram esses requisitos para obter autorização no setor.
O caso expõe os desafios enfrentados por companhias internacionais diante de medidas nacionais que buscam promover a equidade econômica e a reparação social no país, dificultando a entrada de empresários que não atendem aos critérios de empoderamento racial estabelecidos.
Elon Musk afirmou novamente que a não concessão de licença para a Starlink operar na África do Sul está relacionada a questões raciais. Em seu perfil no X, ele disse que a empresa não pode atuar no país “pelo simples fato de eu não ser negro”. Os comentários revisitam declarações feitas por Musk no Qatar Economic Forum em 2025.
O empresário apontou que os requisitos do programa de Empoderamento Econômico Negro de Base Ampla (BEE), de sua terra natal, dificultam a obtenção da licença. Segundo ele, existem “140 leis” que favorecem sul-africanos negros em detrimento de outras pessoas, incluindo estrangeiros como ele, que também tem cidadania americana.
A legislação citada tem o objetivo de corrigir desigualdades geradas pelo apartheid, promovendo maior participação da população negra em negócios. Empresas estrangeiras, como a Starlink, precisam cumprir essas normas para conseguir autorização no setor de telecomunicações, com prioridade para marcas locais e historicamente desfavorecidas.
A Autoridade Independente de Comunicação da África do Sul (ICASA), responsável pelo licenciamento, informou que todas as empresas devem atender aos requisitos para operar no país. Ainda que os reguladores não tenham comentado os recentes argumentos do CEO da Tesla, representantes do governo reforçaram que as políticas de empoderamento são essenciais para reparar desigualdades históricas.
Essa situação ilustra os desafios enfrentados por empresas estrangeiras sob políticas que buscam promover equidade econômica no país.
X, rede de Elon Musk, processa grandes gravadoras nos EUA por custos abusivos de licenciamento musical
A rede social X, comandada por Elon Musk, entrou com processo nos EUA contra 18 grandes gravadoras e a NMPA. A acusação é de que essas empresas conspiram para impor preços altos no licenciamento de músicas, violando leis antitruste.
O processo cita grandes nomes como Universal, Sony e Warner, responsáveis por mais de 90% das obras protegidas. X afirma que essas gravadoras dificultam acordos individuais e usaram notificações para remover conteúdos e suspender usuários.
A ação busca garantir concorrência justa e compensações pelas perdas financeiras da plataforma devido à restrição. Gravadoras responderam criticando a postura da rede social em relação aos direitos autorais.
A rede social X, atualmente sob comando de Elon Musk, abriu na sexta-feira (9) um processo contra 18 grandes gravadoras e a National Music Publishers’ Association (NMPA) nos Estados Unidos. A empresa acusa essas organizações de conspirarem para restringir a competitividade e impor preços elevados para licenças musicais na sua plataforma.
O processo, registrado em um tribunal federal do Texas, destaca que as gravadoras, incluindo Universal Music, Warner e Sony Music, que representam mais de 90% das músicas protegidas por direitos autorais nos EUA, teriam se recusado a negociar individualmente com a X. Isso, segundo a rede social, fere a legislação antitruste ao impedir acordos em condições competitivas.
A X afirma que a NMPA e as gravadoras usaram notificações massivas de remoção de conteúdo como forma de pressionar a plataforma, levando à exclusão de milhares de publicações e suspensão de mais de 50 mil usuários. Essas medidas teriam impactado tanto a base de usuários quanto a receita publicitária da rede social.
Por sua vez, David Israelite, presidente da NMPA, declarou que a X é a única grande mídia social que não licencia músicas e acusa a empresa de violar direitos autorais há anos. Ele considerou o processo como uma tentativa de desviar o foco das infrações cometidas pela rede social.
Até o momento, Sony Music se limitou a apoiar a posição da associação e outras gravadoras não se pronunciaram. Representantes da X não comentaram o caso quando contatados.
O processo busca restabelecer práticas concorrenciais no licenciamento musical e pedir indenização pelas perdas da rede social relacionadas a receita publicitária.
A Randstad Research divulgou um relatório que analisa o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho brasileiro até 2034. O estudo aponta que, apesar do uso ainda limitado da tecnologia — com apenas 16,9% das indústrias médias e grandes adotando IA —, os efeitos já começam a aparecer e crescerão nos próximos anos.
De acordo com a pesquisa, cerca de 9,7 milhões de empregos podem ser automatizados, principalmente funções repetitivas e administrativas. Por outro lado, 17,3 milhões de trabalhadores terão aumento de produtividade com a ajuda da IA, sem substituição direta, apenas exigindo novas habilidades. Além disso, até 7,1 milhões de novas vagas devem surgir, especialmente nas áreas de tecnologia, dados e inovação.
O estudo também destaca que setores como tecnologia da informação, telecomunicações e finanças estarão mais expostos à automação e à criação de empregos ligados à inteligência artificial. Já segmentos como agricultura, construção e serviços domésticos sofrerão menos impactos e manterão suas funções estáveis.
O levantamento mostra que 25% dos trabalhadores brasileiros já usam ferramentas de IA no cotidiano, mas 77% nunca receberam treinamento formal para essas tecnologias. Ao mesmo tempo, 87,6% demonstram interesse em se capacitar. A pesquisa revela ainda uma preocupação: 60% têm medo de perder o emprego para a automação, especialmente em áreas administrativas e financeiras.
Para lidar com essas mudanças, empresas precisam investir em qualificação, adoção responsável da IA e preparar suas equipes para os novos modelos de trabalho. A capacidade de adaptação será essencial para os profissionais que quiserem manter a empregabilidade nos próximos anos.
Nascimento raro de gêmeos gorilas-das-montanhas registrado em parque africano
O Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, registrou o nascimento raro de gêmeos gorilas-das-montanhas em 2026, um evento atípico e importante para a espécie ameaçada. Os filhotes machos são filhos de Mafuko, fêmea de 22 anos, e representam avanço para a conservação destes primatas.
Gêmeos são muito incomuns entre gorilas, ocorrendo em menos de 1% das gestações devido à alta demanda de cuidado e energia necessárias para cuidar de um filhote. Mafuko já teve sete filhotes, incluindo gêmeos anteriores que não sobreviveram.
A região das montanhas Virunga abriga metade dos gorilas-das-montanhas restantes no mundo, cerca de 1.000 indivíduos. O nascimento reforça a importância das ações de proteção do habitat, monitoramento constante e combate a ameaças, assegurando a continuidade da espécie.
O Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, registrou o nascimento raro de gêmeos gorilas-das-montanhas em 2026, um evento excepcional para uma espécie ameaçada. Os filhotes machos, filhos de Mafuko, uma fêmea de 22 anos, são considerados um avanço para a conservação dos gorilas, que enfrentam inúmeros desafios para a sobrevivência.
Nascerem gêmeos é algo atípico para esses primatas, correspondendo a menos de 1% das gestações. A biologia da espécie privilegia o cuidado intensivo e exclusivo de um único filhote, já que eles dependem da mãe por vários anos e demandam muita energia para serem sustentados e carregados durante os deslocamentos diários.
Mafuko pertence à família Bageni, o maior grupo do parque, agora com 59 membros. Ela já teve sete filhotes ao longo da vida, incluindo gêmeos que infelizmente não sobreviveram em 2016. O atual parto representa um momento importante para pesquisadores e conservacionistas que acompanham a dinâmica da população local.
A região das montanhas Virunga abriga cerca de metade dos gorilas-das-montanhas restantes no mundo, totalizando pouco mais de 1.000 indivíduos estimados atualmente. Além das dificuldades naturais, o parque enfrenta ameaças como caça ilegal, doenças transmitidas por humanos e conflitos armados, exigindo medidas rigorosas de proteção para garantir a continuidade da espécie.
Tendo apoio de entidades internacionais, os esforços continuam voltados para monitoramento constante e proteção do habitat. O nascimento dos gêmeos reforça a importância dessas iniciativas e a expectativa de fortalecer a população desses primatas, cujo futuro depende da dedicação dos guardas do parque e das equipes de conservação.
Ibovespa fecha em alta refletindo dados de emprego fracos nos EUA
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,27%, influenciado por dados de emprego nos Estados Unidos abaixo das expectativas. O índice chegou a 164.263 pontos no melhor momento, com volume financeiro de R$ 22,3 bilhões.
Os números do mercado de trabalho americano sugerem possível corte de juros em 2026 pelo Federal Reserve, animando investidores a buscar ativos de risco. No Brasil, a inflação de dezembro mantém o Banco Central confortável para continuar reduzindo taxas, favorecendo o mercado de ações.
O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira, 9, com alta de 0,27%, atingindo 163.370,31 pontos. O movimento foi motivado pelo cenário externo, com o mercado reagindo a dados de emprego dos Estados Unidos que ficaram abaixo do esperado. No melhor momento do dia, o índice chegou a 164.263 pontos, com volume financeiro de R$ 22,3 bilhões.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou que foram gerados 50 mil empregos em dezembro, contra a previsão de 60 mil do mercado. Apesar disso, a taxa de desemprego ficou em 4,4%, abaixo da estimativa de 4,5%. O resultado reforça a expectativa de que o Federal Reserve deve realizar dois a três cortes nos juros ainda em 2026, o que alimenta o apetite por ativos de risco.
Nos EUA, o S&P 500 teve alta de 0,68%, acompanhando o movimento global de otimismo. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,33% em dezembro, acumulando alta de 4,26% em 2025. Apesar de ultrapassar o centro da meta do Banco Central, que é 3%, o índice permanece dentro do limite máximo tolerado de 4,5%.
O desempenho da inflação apoia a continuidade da redução da taxa de juros pelo Banco Central, o que favorece o mercado de ações. Outro destaque na semana foi a aprovação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que também contribui para o ambiente positivo para investimentos.
Prio aprova aumento de capital de R$ 91 milhões por plano de ações
A Prio aprovou um aumento de capital social no valor de R$ 91 milhões, decorrente do exercício de opções de compra de ações por executivos e colaboradores. A operação faz parte de seus planos de incentivo de longo prazo e não envolve aporte externo de recursos.
Foram emitidas 3.039.475 novas ações, elevando o capital social para R$ 15,82 bilhões e o número total de ações em circulação para 872,5 milhões. O aumento respeita o limite autorizado pelo estatuto social da empresa.
Essa medida tem efeito dilutivo restrito e é uma estratégia para remuneração e retenção de talentos, alinhando os interesses dos funcionários com os da companhia e seus acionistas.
A Prio aprovou o aumento de capital social no valor de R$ 91 milhões, resultado do exercício de opções de compra de ações por parte de executivos e colaboradores. Esta operação faz parte dos planos de incentivo de longo prazo da empresa e não envolve captação externa de recursos.
Com a emissão de 3.039.475 novas ações ordinárias nominativas e escriturais, o capital social da companhia passou de R$ 15,73 bilhões para R$ 15,82 bilhões. Já o número total de ações em circulação subiu de 869,46 milhões para 872,50 milhões.
O aumento de capital foi efetuado respeitando o limite autorizado no estatuto social da Prio. Essa ampliação decorreu do primeiro plano de opções aprovado em 2017 — que sofreu aditivos em 2020 — e do novo plano aprovado em dezembro de 2023.
A empresa destacou que essa operação gera um efeito dilutivo restrito e previamente esperado pelos investidores, uma vez que as opções concedidas são parte das estratégias para a remuneração e retenção de talentos no grupo.
Assim, o ajuste reflete uma prática comum no âmbito corporativo, na qual funcionários recebem ações como parte de seus incentivos, alinhando seus interesses com os da companhia e seus acionistas, sem que haja ingresso de fundos externos.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação