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5 minutos atrás - Economia

O Banco Central divulgou dados preliminares apontando que o fluxo cambial do Brasil foi negativo em US$ 8,410 bilhões até 26 de dezembro. Em novembro, a saída líquida foi de US$ 7,071 bilhões, indicando continuidade na pressão financeira externa sobre o país.

A saída líquida no canal financeiro chegou a US$ 15,047 bilhões, em um montante que inclui investimentos estrangeiros diretos, entradas e saídas de carteira, remessas de lucros e pagamento de juros. O volume total de compras ficou em US$ 61,796 bilhões contra US$ 76,843 bilhões em vendas, refletindo o ritmo das operações no mercado cambial.

O canal comercial, por sua vez, teve saldo positivo de US$ 6,637 bilhões até o dia 26. As exportações somaram US$ 25,060 bilhões, frente a importações de US$ 18,423 bilhões. Entre as exportações, estão US$ 2,309 bilhões em adiantamento de contratos de câmbio, US$ 5,974 bilhões em pagamentos antecipados, e US$ 16,777 bilhões classificadas como outras entradas.

42 minutos atrás - Tecnologia e Inovação

Cade inicia investigação sobre práticas da Microsoft em software corporativo e nuvem no Brasil

O Cade iniciou um inquérito para apurar possíveis práticas anticompetitivas da Microsoft no mercado brasileiro de software corporativo e computação em nuvem. A investigação foi motivada por um relatório da autoridade do Reino Unido que apontou impactos negativos para concorrentes como AWS e Google.

O objetivo do Cade é verificar se as políticas da Microsoft dificultam a livre concorrência no Brasil, protegendo consumidores e outras empresas do setor. A apuração busca garantir um mercado justo para fornecedores de tecnologia inovadora.

A Microsoft Brasil ainda não se posicionou oficialmente. O processo reforça a vigilância das autoridades sobre grandes empresas de tecnologia e seus efeitos no ambiente competitivo nacional.

1 hora atrás - Tecnologia e Inovação

Minerva e MBRF caem na bolsa após China anunciar tarifas sobre carne bovina

As ações da Minerva e da MBRF registraram forte queda no Ibovespa após a China anunciar tarifas extras para importações de carne bovina. A medida prevê alíquotas adicionais de 55% para volumes que ultrapassem as cotas estabelecidas para os principais países fornecedores, incluindo o Brasil.

O governo brasileiro acompanha de perto a situação e busca diálogo com a China, tanto bilateralmente quanto pela Organização Mundial do Comércio, para minimizar os impactos. Especialistas avaliam que, apesar dos desafios, o mercado pode absorver a medida no curto prazo devido à demanda global firme por carne.

Além disso, o Ministério da Agricultura atua para reduzir incertezas durante a implementação da nova regra, buscando assegurar a estabilidade do setor no país.

1 hora atrás - Tecnologia e Inovação

Tesla perde liderança mundial de veículos elétricos para a BYD em 2025

A Tesla perdeu o posto de maior fabricante mundial de veículos elétricos para a chinesa BYD em 2025. Enquanto a Tesla viu queda nas entregas, a BYD cresceu 28% em vendas, alcançando 2,26 milhões de veículos elétricos vendidos.

A Tesla enfrentou desafios como queda de vendas e impactos políticos, além da eliminação de incentivos federais nos EUA. Já a BYD cresce incluindo híbridos plug-in em seu portfólio, somando 4,54 milhões de veículos entregues.

Essa mudança reflete a crescente influência da indústria chinesa no mercado global de veículos elétricos e pressiona empresas tradicionais como a Tesla a se adaptarem a novas realidades.

1 hora atrás - Economia

Empiricus ajusta carteira de ações para janeiro com estratégia focada em juros

A Empiricus Research revisou sua carteira de ações para janeiro, ajustando posições para aproveitar as mudanças nas taxas de juros e o cenário eleitoral no Brasil. Destacou a Direcional (DIRR3) pela queda recente, apostando no potencial de valorização com possível redução da Selic em 2026.

Para viabilizar este ajuste, a empresa reduziu a participação no Itaú Unibanco (ITUB4), buscando equilibrar a carteira e capturar oportunidades de valorização. Os analistas ressaltam que o Brasil pode se beneficiar de uma conjuntura internacional favorável, com dólar mais fraco e maior liquidez global.

Além disso, a região da América Latina apresenta atratividade por ciclos eleitorais e flexibilização monetária, o que aumenta o interesse dos investidores estrangeiros. No Brasil, a combinação de juros reais elevados, inflação controlada e perspectivas de cortes futuros pode favorecer a valorização das ações, apesar dos riscos eleitorais previstos a partir de abril.

Destaques em Tecnologia

1 hora atrás - Tecnologia e Inovação

Semantix expande presença ao adquirir operações da Atos na América do Sul

A Semantix anunciou a aquisição das operações da Atos na América do Sul, incluindo Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, México e Peru. A união cria uma das maiores plataformas de dados e inteligência artificial da região.

Com foco em cibersegurança, nuvem, SAP e automação, a Semantix amplia sua oferta para setores como finanças, saúde e telecomunicações. Nelson Campelo assume como CEO da Semantix na região, enquanto o fundador Leonardo Santos D’água passa a ser presidente executivo, impulsionando inovação.

A Semantix anunciou a assinatura de um acordo para adquirir as operações da Atos na América do Sul, um movimento que amplia sua atuação para Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, México e Peru. Essa união cria uma das maiores plataformas de dados e inteligência artificial da região, com expertise em projetos complexos e uma base significativa de profissionais especializados.

1 hora atrás - Tecnologia e Inovação

Leitura em papel versus leitura digital: qual é mais eficaz para a compreensão?

A leitura em papel é mais eficaz para absorver e memorizar conteúdos de forma aprofundada. Isso ocorre porque ela facilita a criação de um mapa mental, permitindo que o leitor se oriente pela posição física das informações e acompanhe seu progresso com mais facilidade.

Por outro lado, a leitura em telas demanda mais esforço cognitivo, já que a rolagem constante e o manuseio dos dispositivos desviam parte da atenção, tornando a compreensão menos profunda. Estudos indicam que a leitura digital costuma ser mais superficial, com menos revisitas ao conteúdo e menor retenção de informações.

Apesar disso, as telas são úteis para consultas rápidas e conteúdos multimídia. Para estudos e análises complexas, o papel ainda oferece vantagens claras. Além disso, a escrita manual também contribui para fixar o conteúdo na memória, tornando o papel um aliado importante no aprendizado.

1 hora atrás - Tecnologia e Inovação

Ler no papel ou na tela: qual é mais eficaz para a compreensão?

Estudos mostram que a leitura no papel favorece a compreensão profunda, o foco constante e a memória. O formato físico ajuda o leitor a criar um mapa mental do texto e facilita a organização das informações, tornando a integração das ideias mais eficiente.

Por outro lado, a leitura em telas pode dispersar a atenção e exigir mais esforço para navegar pelo conteúdo. Pesquisas indicam que a leitura digital tende a ser mais superficial, com menos revisitas ao texto e conexões menos fortes entre as informações.

Apesar da praticidade das telas para leitura rápida e multimídia, o papel ainda é o mais indicado para estudo e análise de textos complexos. Além disso, a escrita manual no papel favorece a retenção dos dados, auxiliando no aprendizado e na organização dos estudos.

2 horas atrás - Tecnologia e Inovação

Grok, IA de Elon Musk, admite falhas após gerar imagens inadequadas de menores

O Grok, inteligência artificial da xAI de Elon Musk, admitiu falhas em seus sistemas de proteção que permitiram gerar imagens sexualizadas de menores na plataforma.

As imagens foram fruto de comandos de usuários e resultaram em denúncias de autoridades francesas, que acionaram a regulação da União Europeia.

A empresa trabalha para corrigir as falhas imediatamente e reforça a importância de aperfeiçoar os filtros para evitar riscos e conteúdos ilegais envolvendo menores.

2 horas atrás - Tecnologia e Inovação

Pesquisadores investigam o sentido magnético das borboletas-monarca

Cientistas tentam desvendar como o cérebro das borboletas-monarca detecta o campo magnético da Terra. Esse mecanismo funciona como uma bússola interna, orientando sua migração do Canadá até o México.

Para entender esse sistema, pesquisadores implantaram eletrodos nos neurônios das borboletas em simuladores com campos magnéticos controlados. Isso permite captar as respostas neurológicas durante o voo, revelando como o sentido magnético atua.

O estudo é importante para entender a biologia do comportamento dessas borboletas, que possuem cérebros muito simples. A pesquisa ajuda a esclarecer como animais se orientam usando campos invisíveis em longas distâncias.