Veja como acompanhar o sorteio da Mega da Virada 2025 ao vivo
O sorteio da Mega da Virada 2025 acontecerá com transmissão ao vivo pela Caixa Econômica Federal, prevista para começar às 22h. O prêmio estimado já ultrapassa R$ 1 bilhão, superando a previsão inicial de R$ 850 milhões feita em novembro.
As apostas foram encerradas às 20h, e a divulgação do valor final do prêmio será feita momentos antes do sorteio. Essa loteria é conhecida por ser um dos maiores eventos do calendário brasileiro, atraindo grande expectativa dos apostadores.
Para acompanhar a extração, basta acessar o canal oficial da Caixa no YouTube. Após o sorteio, os números e os vencedores serão divulgados para consulta e quem sabe transformar a vida de muitos brasileiros com esse prêmio milionário.
O sorteio da Mega da Virada de 2025 está prestes a começar, gerando grande expectativa entre os apostadores. A Caixa Econômica Federal deve iniciar a transmissão ao vivo por volta das 22h, com a estimativa atual do prêmio ultrapassando os R$ 1 bilhão, valor superior à previsão inicial de R$ 850 milhões registrada em novembro.
As apostas para a Mega da Virada foram encerradas às 20h, e nos minutos que antecedem o sorteio a Caixa deve revelar o valor final da premiação, que deve chegar a cifras de dez dígitos. Este sorteio, tradicionalmente realizado no último dia do ano, é um dos eventos mais aguardados do calendário de loterias do Brasil.
Quem quiser acompanhar o momento exato da extração pode acessar o canal oficial da Caixa no YouTube para assistir ao sorteio ao vivo. Após a realização do evento, as informações sobre os números sorteados e os ganhadores estarão disponíveis para consulta.
Nos próximos minutos, os números revelados pela Caixa poderão modificar a vida de muitos brasileiros que sonham com o prêmio milionário, cuja disponibilidade para apostas se encerra sempre poucas horas antes do sorteio. A Mega da Virada mantém sua tradição como uma das maiores loterias do país em valor acumulado e procura de bilhetes.
Fique atento ao canal oficial para não perder nenhum detalhe deste sorteio que marca a entrada de um novo ano com esperança e possibilidade de grandes mudanças para os sortudos vencedores.
Caixa encerra prazo de apostas na Mega da Virada 2025, mas há última chance em bolões
A Caixa Econômica Federal encerrou às 20h do dia 31 de dezembro de 2025 o prazo para apostas individuais na Mega da Virada, com prêmio estimado em R$ 1 bilhão. O valor será confirmado durante o sorteio oficial transmitido pelas redes sociais da Caixa.
Para quem ainda não fez a aposta, há uma última oportunidade limitada: participar dos bolões eletrônicos oferecidos pelas casas lotéricas até as 20h30. Porém, essa alternativa depende da disponibilidade de cotas, que podem se esgotar antes do horário final.
Após o encerramento das apostas e bolões, os jogadores devem acompanhar o sorteio para conferir os números premiados. Caso não consiga participar, será preciso aguardar a próxima edição da Mega da Virada.
A Caixa Econômica Federal encerrou às 20h do dia 31 de dezembro de 2025 o prazo para apostas na Mega da Virada deste ano. O prêmio estimado é de R$ 1 bilhão, valor que será confirmado durante a transmissão oficial do sorteio pelas redes sociais da Caixa.
Para quem ainda não fez a aposta, existe uma última oportunidade limitada. É possível participar dos bolões eletrônicos organizados pelas casas lotéricas, que permaneceram ativos até as 20h30. No entanto, essa alternativa depende da disponibilidade de cotas não vendidas. Caso todas as cotas sejam comercializadas, não haverá mais chances de participar neste ano.
Após esse horário, as apostas serão encerradas definitivamente, e os interessados deverão acompanhar o resultado na expectativa de terem acertado os números premiados. A Mega da Virada, realizada anualmente no último dia do ano, costuma atrair milhares de jogadores por conta do valor acumulado e das chances de mudar a vida dos vencedores.
A participação por meio de bolões tem sido uma opção popular devido à possibilidade de dividir custos e aumentar as chances em grupo. No entanto, é necessário agir dentro do tempo permitido para garantir a participação. Quem perdeu o prazo oficial ou não encontrou cotas disponíveis nos bolões deverá esperar até a próxima edição.
Tradições de Ano Novo pelo mundo: seis costumes inusitados
O Ano Novo é celebrado com rituais variados que expressam desejos de sorte, renovação e proteção em diferentes países. Essas tradições vão além do uso da roupa branca e da contagem regressiva, revelando costumes únicos e culturais.
Na Finlândia, por exemplo, derretem-se ferraduras de estanho para prever o futuro, enquanto na Dinamarca quebram-se pratos para simbolizar a superação do passado. Na África do Sul, algumas pessoas jogam móveis antigos pela janela, um costume que visa a renovação.
No Equador, queimam-se bonecos que representam o negativo do ano anterior; na Escócia, há uma festa com bolas de fogo iluminando as ruas; e no Chile, celebra-se o réveillon junto aos túmulos dos entes queridos. Essas práticas revelam a diversidade cultural na passagem do ano.
As tradicionais comemorações de Ano Novo pelo mundo exibem costumes peculiares que vão além do popular uso da roupa branca ou da contagem regressiva. São rituais que expressam desejos de sorte, renovação e proteção contra energias negativas, mas com toques inusitados que variam bastante de país para país.
Na Finlândia, por exemplo, uma técnica consiste em derreter ferraduras de estanho para interpretar as formas que o metal sólido assume ao esfriar na água. Essas figuras são lidas como presságios para o futuro próximo, ainda que esse costume tenha sofrido restrições devido à toxicidade do chumbo liberado pelo estanho quente, sendo recomendada a substituição por cera ou açúcar.
Já na Dinamarca, a tradição de quebrar pratos na porta dos amigos simboliza a quebra dos problemas do passado, abrindo caminho para um novo ciclo com boa sorte. Apesar de parecer agressiva, essa prática é uma forma de demonstração afetiva e celebração coletiva.
Em outro continente, na África do Sul, alguns moradores de Joanesburgo descartam móveis antigos pela janela para representar uma renovação completa, atitude que, apesar de tradicional, enfrenaria questões de segurança e legalidade.
No Equador, o ritual inclui a queima dos “monigotes” — grandes bonecos humanos que personificam tudo que foi negativo durante o ano. A prática tem raízes históricas, associadas inicialmente ao combate à epidemia de febre amarela.
Na Escócia, a festa reúne labaredas em forma de bolas de fogo que iluminam as ruas durante o réveillon, enquanto no Chile, em Talca, as famílias mantêm a tradição de celebrar ao lado dos túmulos de entes queridos no cemitério local, refletindo uma conexão entre a vida e a memória dos que já se foram.
Essas peculiaridades mostram como as pessoas buscam maneiras únicas de marcar a passagem do tempo e trazer boas energias para o novo ciclo.
Europa registra melhor desempenho anual do índice Stoxx 600 em quatro anos
O índice Stoxx 600 encerrou 2025 com leve queda, mas registrou alta anual de 16,66%, o melhor desempenho desde 2021. O resultado foi influenciado pela redução das taxas de juros, estímulos fiscais e maior diversificação dos investimentos.
Os setores financeiro e de defesa foram os principais motores dessa valorização, com altas expressivas durante o ano. O setor financeiro teve o melhor resultado desde 1997, enquanto a defesa cresceu também forte, impulsionada pelas expectativas de aumento nos gastos militares.
A movimentação no mercado europeu reflete uma busca por oportunidades diante da instabilidade econômica e política nos EUA, que levou investidores a renovar suas carteiras, mantendo a tendência para o início de 2026.
O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou 2025 com queda de 0,10%, posicionando-se em 592,19 pontos. Apesar disso, o desempenho anual foi destacado, registrando alta de 16,66%, o melhor resultado desde 2021. Esse avanço foi influenciado pela redução das taxas de juros, estímulos fiscais na Alemanha e redirecionamento de investimentos para fora do setor de tecnologia dos EUA.
Os setores bancário e de defesa contribuíram significativamente para a valorização do índice. O segmento financeiro teve alta de 67% em 2025, seu melhor resultado desde 1997, impulsionado por um maior volume de negociações, ambiente regulatório mais favorável e estabilidade econômica relativa na região.
O setor de defesa também teve desempenho robusto, com incremento de aproximadamente 56,5% no ano. O crescimento esteve relacionado às expectativas de aumento nos gastos militares na Europa, apesar da queda observada no último trimestre de 2025.
Investidores intensificaram a busca por oportunidades no mercado europeu, especialmente em ativos com preços mais acessíveis, dada a incerteza causada pelas políticas comerciais dos Estados Unidos e sinais econômicos irregulares naquele país.
O setor de mídia foi o que apresentou o pior desempenho, com queda de 15%. Fatores como a demanda por anúncios enfraquecida, incertezas macroeconômicas e a influência da inteligência artificial sobre os lucros afetaram negativamente esse segmento.
Danni Hewson, da plataforma AJ Bell, aponta que a combinação da desvalorização do dólar e o cenário político nos EUA levou os investidores a diversificar suas carteiras, favorecendo a renovação do mercado europeu. A expectativa é de que essa movimentação continue no início de 2026, mesmo com a manutenção da volatilidade.
Como a Casa da Moeda brasileira recicla o dinheiro em circulação
A Casa da Moeda do Brasil, localizada no Rio de Janeiro, é responsável por produzir e reciclar cédulas e moedas. O processo começa quando o Banco do Brasil recolhe as unidades deterioradas que não podem mais circular.
As cédulas danificadas são picotadas e compactadas para serem usadas como combustível em fábricas de cimento. Já as moedas são descadastradas e vendidas para reaproveitamento industrial, evitando o descarte convencional e promovendo a sustentabilidade.
Entre 2020 e 2022, quase 92% das cédulas retiradas de circulação foram recicladas. Isso mostra um esforço importante dentro do sistema financeiro brasileiro para reutilizar materiais e reduzir o impacto ambiental.
A Casa da Moeda, localizada no Rio de Janeiro, é responsável por produzir as cédulas em papel-moeda, que são feitas de fibras de algodão, e as moedas geralmente compostas por cobre, sempre a pedido do Banco Central (BC). Após a emissão, o dinheiro é entregue ao Banco do Brasil, encarregado de distribuí-lo para demais bancos no país.
Com o tempo, as cédulas e moedas sofrem desgaste. Quando apresentam rasgos, manchas, queimaduras ou símbolos, os bancos realizam a separação dessas unidades, que são recolhidas pelo Banco do Brasil em nome do BC. Esse processo inicia a reciclagem do dinheiro.
O Banco Central contrata empresas especializadas para picotar e compactar as cédulas fora de circulação. Esses blocos prensados são usados como combustível em fornos de fábricas de cimento, evitando o descarte convencional. Quanto às moedas, a Casa da Moeda realiza a reciclagem diretamente, apagando os símbolos e números dos metais para descaracterizá-las como moeda legal antes de vender o material para reaproveitamento industrial.
Dados indicam que entre 2020 e 2022, 838 milhões de cédulas e 300 mil moedas com condição imprópria foram recolhidas. Aproximadamente 92% das cédulas retiradas de circulação são recicladas. Esse processo demonstra uma prática de reaproveitamento dentro do sistema financeiro brasileiro, contribuindo para a sustentabilidade.
Dasa conclui venda do Hospital São Domingos e outros dois ativos por R$ 1,2 bilhão
A Dasa confirmou a venda do Hospital São Domingos, localizado no Maranhão, e de outros dois ativos por R$ 1,2 bilhão. O pagamento foi realizado em parcela à vista de R$ 1,1 bilhão, com o restante parcelado e corrigido até 2031. Essa operação envolve serviços médicos hospitalares, oncologia, ambulatório e diagnóstico por imagem na região de São Luís.
Essa transação faz parte da estratégia da Dasa para fortalecer sua saúde financeira, aumentar a eficiência operacional e diminuir seu endividamento. A empresa está ajustando seu portfólio para priorizar áreas consideradas estratégicas e melhorar o desempenho financeiro.
Após o anúncio, as ações da companhia tiveram alta significativa na bolsa, refletindo como o mercado avalia positivamente as mudanças. O movimento sinaliza um reforço na gestão da empresa, com impacto no setor de saúde privado e no mercado financeiro.
Dasa confirmou a venda do Hospital São Domingos (HSD), no Maranhão, e da Neuro Imagens para a Mederi Participações, além do São Domingos Real Estate para a Venire Participações. O negócio foi fechado por R$ 1,2 bilhão, com R$ 1,1 bilhão pagos à vista e o restante parcelado em três vezes até 2031, corrigido pelo CDI.
Os ativos negociados envolvem serviços de atendimento médico hospitalar, oncologia, ambulatorial e medicina diagnóstica por imagem na região metropolitana de São Luís, Maranhão. A empresa destaca que essa operação está alinhada à sua estratégia de investir em maior eficiência operacional, fortalecer a saúde financeira e reduzir o endividamento.
Após o anúncio, as ações da Dasa tiveram valorização expressiva na bolsa. Em 2025, os papéis DASA3 acumulam alta superior a 138%. Essa movimentação evidencia como o mercado tem reagido positivamente às medidas adotadas pela companhia para otimizar seus resultados.
Essa venda faz parte de um movimento mais amplo da rede de diagnóstico para ajustar seu portfólio e priorizar áreas estratégicas. O foco no aprimoramento dos serviços e no desempenho financeiro pode influenciar as próximas operações da empresa, contribuindo para uma gestão mais enxuta.
É recomendável acompanhar os desdobramentos dessa transação e eventuais novas iniciativas da Dasa para entender seu impacto no setor de saúde privado e na performance das ações no mercado financeiro.
Via Money Times
9 horas atrás - Economia
CSN e CSN Mineração finalizam transferência de ações da MRS Logística
A CSN (CSNA3) concluiu a transferência de 6.759.540 ações preferenciais classe B da MRS Logística para a CSN Mineração (CMIN3), representando 2% do capital social da MRS e movimentando cerca de R$ 599,9 milhões. Essa ação faz parte da venda total de 11,7% da transportadora ferroviária, avaliada em R$ 3,35 bilhões.
Após a transferência, a CSN detém 25.636.431 ações ordinárias da MRS Logística, que correspondem a 13,69% do capital votante. Já a CSN Mineração passou a ter 26.777.723 ações ordinárias e 74.301.916 ações preferenciais, somando 14,30% e 49,28% do total, respectivamente.
A operação reforça o reposicionamento acionário entre as empresas na MRS Logística, importante transportadora ferroviária do Brasil. As mudanças podem influenciar estratégias e governança da companhia no curto e médio prazo.
A CSN (CSNA3) finalizou a transferência de 6.759.540 ações preferenciais classe B da MRS Logística para a CSN Mineração (CMIN3). Essa operação equivale a 2% do capital social da MRS, movimentando cerca de R$ 599,9 milhões. Esse movimento dá sequência à venda de 11,7% da transportadora ferroviária, anunciada anteriormente por R$ 3,35 bilhões.
Após essa negociação, a CSN mantém 25.636.431 ações ordinárias da MRS, o que representa 13,69% do capital social votante. Já a CSN Mineração passa a deter 26.777.723 ações ordinárias, equivalente a 14,30% do capital total, além de 74.301.916 ações preferenciais, correspondendo a 49,28% das preferenciais de MRS.
Além disso, 974.852 ações ordinárias da MRS mantidas pela CSN Mineração permanecem vinculadas a acordos de acionistas que serão ajustados para refletir a nova composição acionária.
Essa operação reforça o reposicionamento acionário da CSN e sua subsidiária na MRS Logística, uma das principais transportadoras ferroviárias do Brasil, o que pode ser relevante para investidores atentos à movimentação das companhias nas áreas de mineração e logística.
Vale acompanhar os próximos passos dessas empresas, visto que as mudanças acionárias podem impactar estratégias e governança da MRS Logística no curto e médio prazo.
Por que revistas usam colunas curtas na diagramação do texto?
A diagramação em colunas curtas nas revistas é usada para melhorar a legibilidade. Linhas muito longas cansam os olhos e dificultam o acompanhamento, enquanto colunas muito pequenas também prejudicam. O equilíbrio facilita o movimento dos olhos pelo texto.
O projeto gráfico considera espaçamentos entre linhas, palavras e colunas para evitar falhas de leitura, como o “ninho de rato” em textos justificados. Fontes com serifas são usadas para guiar o olhar, e o contraste entre tinta e papel ajuda na visualização.
Além da legibilidade, a variação do tamanho das colunas permite destacar temas diferentes e adaptar o layout para espaços de imagens e infográficos. O avanço dos softwares possibilita layouts mais flexíveis e atraentes, unindo estética e facilidade de leitura.
O texto nas revistas é diagramado em colunas curtas para melhorar a legibilidade durante a leitura. Linhas muito longas podem cansar os olhos, dificultando o acompanhamento do texto. Por outro lado, linhas excessivamente pequenas também atrapalham, por isso o ideal é um equilíbrio que facilite a passagem dos olhos pelo conteúdo.
Além de melhorar a experiência visual, o projeto gráfico das publicações define espaços precisos entre linhas, palavras e colunas, considerando as fontes utilizadas. Isso evita o chamado “ninho de rato”, um efeito indesejado em textos justificados, onde aparecem buracos entre as palavras.
Nas revistas, as fontes com serifas são empregadas para guiar o olhar do leitor, ajudando a criar uma linha imaginária que facilita a leitura e evita que ele se perca no texto. O contraste entre a tinta e o papel também é avaliado para prevenir reflexos que possam atrapalhar a visualização.
No caso da Superinteressante, a variação do tamanho das colunas serve para destacar diferentes temas. A escolha entre três tamanhos de colunas permite mudar visualmente o ritmo da leitura e adequar os textos ao conteúdo que varia entre assuntos históricos e científicos. Outro fator considera o espaço para imagens, legendas e infográficos que acompanham os textos.
Com o avanço dos softwares de edição, os diagramadores podem criar layouts mais flexíveis e variados, ao contrário dos primeiros tempos, quando o trabalho era feito manualmente. Esse cuidado no planejamento gráfico permite um formato que une a estética à facilidade de leitura.
Por que revistas usam colunas curtas na diagramação do texto?
O texto nas revistas é diagramado em colunas curtas para facilitar a leitura e evitar o cansaço visual. Linhas longas tornam a leitura mais difícil, enquanto colunas muito curtas também atrapalham, por isso se busca um equilíbrio no comprimento das linhas.
O projeto gráfico considera o espaçamento entre linhas, palavras e colunas, além do tipo de fonte, geralmente com serifa, que ajuda o leitor a guiar o olhar. Também se pensa no contraste da tinta com o papel para evitar reflexos e melhorar a visualização.
Com softwares digitais, a diagramação evoluiu, permitindo diversos ajustes no layout que tornam a leitura mais confortável e agradável, equilibrando aspectos visuais e funcionais para cada tipo de conteúdo.
O texto das revistas é normalmente diagramado em colunas curtas para facilitar a leitura e evitar que os olhos se cansem. Linhas longas demais dificultam o acompanhamento do texto, tornando a experiência cansativa. Por outro lado, colunas curtas demais também prejudicam a leitura, por isso revistas buscam um equilíbrio adequado no comprimento das linhas.
O projeto gráfico, responsável por definir o layout, considera detalhes como o espaço entre linhas, palavras e colunas, além do tipo de fonte utilizado. No caso da revista Super, as fontes têm serifa, que ajuda a guiar o olhar durante a leitura, facilitando o acompanhamento das linhas e evitando que o leitor se perca.
O contraste da tinta com o papel foi levado em conta para reduzir reflexos que possam atrapalhar a visualização do texto. A partir disso, a revista adota três tamanhos de coluna para ajustar o design conforme o tipo de conteúdo, considerando diferentes temas e os elementos visuais presentes, como imagens e infográficos.
Antes das ferramentas digitais, a diagramação era feita manualmente, o que limitava a liberdade no layout. Com os softwares de edição atuais, é possível explorar diversas opções gráficas, possibilitando melhorias no conforto da leitura, além de destaque visual para cada matéria.
Assim, a diagramação em colunas curtas é fruto de um planejamento detalhado que visa tornar a leitura mais fluida e agradável, equilibrando aspectos visuais e funcionais.
Como os balanços influenciam o planejamento empresarial para 2026
O planejamento para empresas em 2026 depende da análise detalhada dos balanços financeiros de 2025. Essa avaliação permite entender a origem dos lucros, controlar despesas e ajustar investimentos para o próximo ano.
Além do desempenho financeiro, é importante considerar a carga tributária e sua correta apuração para evitar perdas. A integração entre áreas contábil, fiscal e financeira é essencial para garantir a saúde financeira da empresa.
O calendário fiscal de 2026 traz novas obrigações que impactam diretamente no caixa das empresas. Assim, um planejamento técnico e disciplinado é fundamental para otimizar resultados e assegurar uma gestão eficaz ao longo do próximo ano.
Com o encerramento de 2025, empresas que planejam expandir seu CNPJ devem antes analisar detalhadamente o desempenho financeiro do ano. Um planejamento para empresas em 2026 sólido precisa se basear em um balanço que avalie as ações, custos e investimentos do período. Esse diagnóstico revela a origem do lucro, a qualidade da margem operacional e as variações que indicam o controle das despesas.
Além disso, é fundamental avaliar o impacto da carga tributária, que muitas vezes não é integrado adequadamente entre as áreas contábil e fiscal. Compreender o movimento do caixa, se houve consumo excessivo ou preservação de liquidez, também é essencial. Outro ponto importante é a apuração correta dos créditos tributários para evitar perdas financeiras.
Empresas costumam ignorar diferenças entre lucro contábil e geração de caixa, crescimento de custos acima da receita, créditos tributários não aproveitados como PIS e COFINS, provisões mal calculadas que distorcem resultados e inconsistências entre áreas contábil, fiscal e financeira, que podem causar problemas em fiscalizações.
O calendário fiscal de 2026, com a coexistência dos regimes CBS e IBS, traz obrigações mensais e trimestrais, como EFD-Contribuições e DCTFWeb, que impactam os resultados e o caixa. Por isso, um planejamento para empresas em 2026 requer disciplina e análise técnica para decisões, especialmente sobre distribuição de lucros.
Encarar o fechamento do ano anterior com clareza e integrar dados técnicos ao planejamento futuro é o caminho para uma gestão financeira eficaz em 2026.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação