Temporal causa alagamentos em Marechal Floriano e afeta regiões centrais e distritos
Um forte temporal atingiu Marechal Floriano, causando alagamentos em diversas ruas, principalmente na região central e no distrito de Santa Maria. Moradores registraram vias submersas e trânsito comprometido, com água cobrindo pontes e ruas.
Comércios foram invadidos pela água, resultando em prejuízos. Em residências, moradores enfrentaram alagamentos internos e precisaram atravessar ruas com água na altura da cintura e correntezas fortes. Imagens mostram carros quase cobertos pela água e lama pelas ruas.
A Defesa Civil mantém alerta de chuva forte até 21 de março, com previsão de tempestades e riscos de deslizamento no distrito de Batatal. O órgão recomenda que moradores evitem áreas de risco e fiquem em locais seguros para garantir a segurança da população.
Um forte temporal causou alagamentos em diversas ruas de Marechal Floriano na tarde desta quinta-feira (19), afetando principalmente a região central e o distrito de Santa Maria. Moradores relataram que a quantidade de chuva foi intensa, deixando vias submersas e dificultando o trânsito, com pontes parcialmente cobertas pela água.
Comerciantes também sofreram impactos, já que lojas foram invadidas pela água, gerando prejuízos. Em residências, moradores registraram alagamentos internos, enquanto a força da enchente levou moradores a atravessarem ruas com água na altura da cintura e correntezas fortes.
Imagens divulgadas mostram carros quase totalmente cobertos pela água e lama espalhada pelas ruas. Na região de Araguaia, distrito de Batatal, também foram identificados pontos de alagamento e áreas que oferecem risco de deslizamento.
A Defesa Civil mantém o município em alerta de chuva forte até o dia 21 de março, com previsão de tempestades acompanhadas de ventos intensos e trovoadas. O órgão reforça a possibilidade de um volume ainda maior de chuva durante a madrugada, recomendando que moradores evitem áreas de risco e permaneçam em locais seguros.
Esses episódios evidenciam a necessidade de atenção redobrada nos próximos dias para preservar a segurança da população de Marechal Floriano.
Expiração da patente da semaglutida impacta mercado e acesso a medicamentos
A patente da semaglutida, substância usada em tratamentos para diabetes tipo 2 e obesidade, expirará em 2026 em diversos países, incluindo Brasil, China e Índia. Isso abrirá espaço para novos concorrentes no mercado farmacêutico, mas não significa acesso imediato a versões genéricas no Brasil devido às exigências regulatórias.
Enquanto isso, a fabricante busca novas estratégias, como venda direta e plataformas de telessaúde com preços acessíveis. No país, laboratórios locais já trabalham na produção da semaglutida, porém a comercialização dependerá de liberações oficiais. O custo atual dos medicamentos ainda limita o acesso a uma parcela restrita da população.
Além disso, a perda da exclusividade traz riscos como o aumento da falsificação e comercialização ilegal, como observado em países como EUA e Reino Unido. O cenário mostra uma transformação da concorrência e regulações, impactando diretamente consumidores e agentes do setor farmacêutico.
Em 2026, a expiração da patente da semaglutida, substância usada em medicamentos para diabetes tipo 2 e obesidade, promove mudanças nos mercados do Brasil, China, Índia e outros países. A perda da exclusividade da Novo Nordisk, fabricante do Ozempic e Wegovy, abre espaço para concorrentes, mas não elimina os desafios de acesso e regulação.
A empresa adotou novas estratégias, como a venda direta ao consumidor e plataformas de telessaúde com preços reduzidos à vista, buscando manter a presença frente a este cenário. No entanto, no Brasil, essa mudança não garante oferta imediata de versões genéricas de semaglutida. Laboratórios nacionais, incluindo EMS e Hypera Pharma, trabalham para produzir os medicamentos, mas a chegada dessas opções dependerá de aprovações regulatórias.
Os preços atuais, entre R$ 900 e R$ 3.000 por caixa, ainda limitam o acesso a camadas com maior poder aquisitivo. Além disso, o fim da exclusividade também traz riscos de aumento na falsificação e comercialização ilegal, cenário que se agravou nos Estados Unidos e Reino Unido, com apreensões e ações judiciais que questionam a segurança dos produtos.
Nos EUA, a alta demanda elevou a procura desde 2021, causando desabastecimento e estímulo à manipulação em farmácias. Apesar de esforços para controlar esses mercados paralelos, preços elevados e grande interesse mantêm o consumo restrito. No Brasil, a situação reflete a combinação entre expansão do mercado e limitações legais e econômicas, que dificultam a ampliação do acesso.
Assim, a saída da patente da semaglutida não elimina as barreiras, mas transforma a disputa em torno da concorrência, regulação e acesso, com impactos significativos para consumidores e agentes envolvidos no mercado farmacêutico.
Santander anuncia Gilson Finkelsztain como novo CEO; Mario Leão se afasta
O Santander Brasil confirmou a nomeação de Gilson Finkelsztain como novo CEO, que assumirá o cargo até o final de julho. Ele substituirá Mario Leão, que esteve no banco por quase 11 anos e comunicou sua saída no início deste ano. A transição está alinhada ao processo interno de sucessão planejado pela instituição.
Gilson Finkelsztain, atualmente líder da B3, deixa o cargo para enfrentar desafios do setor bancário, marcado pela competição com neobanks e fintechs. Sua experiência inclui passagem pelo Citibank e cargos executivos no próprio Santander entre 2011 e 2013. A mudança representa uma movimentação estratégica para o banco.
Mario Leão, com 50 anos, declarou que buscará novos desafios fora do banco, mantendo o compromisso com a agenda de 2024 e garantindo uma transição madura e tranquila. Enquanto isso, a B3 ainda não anunciou o sucessor de Gilson, cujo nome mais cotado é Luiz Masagão, vice-presidente na bolsa e ex-funcionário do Santander.
O Santander Brasil confirmou que Gilson Finkelsztain, atual CEO da B3, assumirá a presidência do banco até o final de julho. Ele substituirá Mario Leão, que esteve no banco por quase 11 anos, incluindo cinco como CEO. Mario havia comunicado sua saída no começo do ano, iniciando o processo de sucessão.
Gilson, que também começou sua carreira no Citibank nos anos 90, integra o “mapa de sucessão” do Santander e já foi cotado para assumir a liderança em 2021. A troca de comando é relevante, pois Gilson deixará o cargo na B3, essencialmente um monopólio, para atuar num setor bancário competitivo, pressionado por neobanks, fintechs e desafios relacionados ao crédito.
Desde 2017, Gilson lidera a Bolsa e, antes disso, ocupou cargos executivos no próprio Santander entre 2011 e 2013. A B3 ainda não anunciou oficialmente o sucessor de Gilson, mas o nome mais forte na bolsa interna é Luiz Masagão, vice-presidente de produtos e clientes, também ex-Santander.
O movimento ocorre num momento favorável, já que o Santander apresenta ganhos expressivos no exterior e trabalha para manter retornos consistentes antes de impostos no Brasil. Mario Leão, agora com 50 anos, declarou que busca novos desafios fora do banco e garantiu que a agenda 2024 segue firme, ressaltando a maturidade da instituição para uma transição tranquila.
Unipar registra trimestre difícil, mas conclui ciclo de investimentos
A Unipar enfrentou um trimestre complicado no quarto trimestre de 2025, com queda significativa no EBITDA e prejuízo devido à baixa nos preços do PVC e da soda cáustica, além da variação cambial que impactou os custos dos insumos.
Apesar das dificuldades no fim do ano, a empresa concluiu um ciclo importante de investimentos em modernização e expansão, com um capex superior a R$ 1 bilhão. O CEO da companhia destaca que o ano foi positivo em termos consolidados, mesmo com a redução do lucro.
Para 2026, a Unipar aposta na recuperação dos preços e na redução dos investimentos, acreditando que o último trimestre de 2025 foi o ponto mais baixo. Condições externas, como a guerra no Irã e a possível queda da taxa de juros no Brasil, podem favorecer essa retomada.
A Unipar enfrenta um trimestre difícil no quarto trimestre de 2025, marcado por uma combinação de fatores que afetaram seus resultados financeiros. Os preços do PVC e da soda cáustica atingiram níveis baixos, enquanto a desvalorização do dólar e a valorização do euro encareceram insumos e reduziram a competitividade dos produtos da empresa. Além disso, houve prejuízos não-recorrentes de R$ 39 milhões relacionados a impairment de estoques e writeoffs ligados a projetos de expansão.
Esses fatores resultaram em uma queda de 71% no EBITDA, que ficou em R$ 125 milhões, e um prejuízo de R$ 7 milhões, frente ao lucro de R$ 107 milhões no mesmo período de 2024. A receita líquida recuou 24%, alcançando R$ 1,2 bilhão, e a margem EBITDA caiu para 10%. No entanto, o CEO Rodrigo Cannaval afirma que o ano como um todo foi positivo, com EBITDA anual de R$ 1,1 bilhão e margem de 22%, apesar de uma redução de 14% no lucro para R$ 483 milhões.
A empresa investiu mais de R$ 1 bilhão em modernizações e ramp-up de plantas, incluindo a fábrica de Cubatão e projetos de autogeração em parceria com a Casa dos Ventos. A dívida líquida triplicou para R$ 2,4 bilhões, com 90% dos vencimentos concentrados após 2030 e condições consideradas vantajosas pela diretoria.
Cannaval acredita que o quarto trimestre foi o ponto mais baixo, com sinais de recuperação nos preços no início de 2026, beneficiados por fatores como a guerra no Irã e a perspectiva de queda na taxa de juros brasileira. A companhia prevê redução significativa do capex em 2026, concluindo seus projetos.
Estudo revela que envelhecimento cerebral pode ocorrer mais rápido que a idade biológica e é influenciado pelo sono
Um estudo da Universidade da Califórnia mostrou que a idade do cérebro pode ser maior que a idade real, aumentando o risco de demência em quase 40% a cada 10 anos extras.
A pesquisa analisou dados de 7 mil pessoas entre 40 e 94 anos, usando EEG durante o sono para captar padrões cerebrais que indicam envelhecimento. O sono de qualidade está diretamente ligado ao funcionamento cerebral e proteção contra doenças neurodegenerativas.
Melhorar o sono e controlar fatores como peso e apneia pode ajudar a desacelerar o envelhecimento do cérebro, oferecendo chances para intervenções precoces e prevenção de doenças como Alzheimer.
Um estudo publicado na revista JAMA Network Open revelou que a idade cerebral superior à idade biológica aumenta o risco de demência. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco analisaram dados de 7 mil pessoas entre 40 e 94 anos. Foi observado que um avanço de 10 anos na idade cerebral representa quase 40% mais chance de doenças neurodegenerativas.
O estudo utilizou um modelo de machine learning baseado em 13 características das ondas cerebrais registradas por eletroencefalograma (EEG) durante o sono. Mil participantes desenvolveram demência ao longo de 3,5 a 17 anos de acompanhamento. A atividade cerebral no sono oferece uma medida única sobre o envelhecimento do cérebro, segundo Yue Leng, pesquisadora da UCSF.
A análise identificou que padrões detalhados do EEG durante o sono fornecem informações que métodos tradicionais não captam. O estudo destacou que picos abruptos e intensos no EEG, chamados de curtose, estão relacionados a menor risco de demência. Como a coleta do EEG no sono é não invasiva, a identificação precoce da idade cerebral pode facilitar a detecção dos riscos.
Além disso, a pesquisa sugere que melhorar a qualidade do sono pode impactar positivamente o envelhecimento cerebral. Tratamentos de distúrbios do sono mostram alterações nos padrões das ondas cerebrais. “Uma gestão corporal adequada, incluindo controle do peso e atividade física para reduzir apneia, pode ajudar a melhorar a saúde cerebral”, explica Haoqi Sun, do Beth Israel Deaconess Medical Center.
A atriz Kirsten Dunst foi confirmada como a personagem Alex no filme Minecraft 2, sequência da adaptação do popular jogo. A produção conta com o retorno do diretor Jared Hess e de nomes já conhecidos do elenco, como Jack Black e Jason Momoa.
O filme está previsto para estrear em 23 de julho de 2027, mantendo a expectativa dos fãs por uma aventura que combine elementos do jogo com a experiência cinematográfica. A escolha de Kirsten Dunst reforça a aposta em um elenco com atores experientes.
A continuação do filme mostra o interesse da indústria em adaptar videogames para o cinema, trazendo novos talentos para reforçar o universo de Minecraft e agradar tanto antigos quanto novos públicos.
O filme Minecraft 2 confirmou a contratação da atriz Kirsten Dunst para interpretar Alex, personagem principal na sequência da adaptação do popular jogo. Reconhecida por seu papel como Mary Jane na trilogia original do Homem-Aranha, Dunst traz experiência para o elenco que retorna com nomes como Jack Black, Jason Momoa, Danielle Brooks, Matt Berry e Jennifer Coolidge.
O diretor Jared Hess retorna para comandar o projeto, mantendo a continuidade com o primeiro filme. A produção já tem data prevista para chegar às telonas, marcada para 23 de julho de 2027, mantendo o interesse dos fãs da franquia Minecraft e do cinema de aventura.
Com o sucesso comercial do primeiro filme, a sequência ganhou destaque imediato no mercado audiovisual. A escolha de Kirsten Dunst reforça a aposta da produção em atrair público com uma atriz experiente e conhecida, atribuindo maior visibilidade à personagem Alex.
A expectativa é que o filme mantenha a combinação de aventura e elementos do universo do jogo, ampliando o alcance da adaptação para os fãs e novos espectadores. O retorno do elenco veterano junto à nova adição indica que a produção manterá a linha que agradou o público anteriormente.
Essa novidade confirma que a indústria continua interessada em transformar grandes títulos dos videogames em filmes, envolvendo talentos consagrados para nova fase da franquia Minecraft nos cinemas.
Surto de meningite em universidade britânica deixa duas mortes e preocupa estudantes
Dois estudantes morreram e cerca de 20 estão em tratamento após surto de meningite na Universidade de Kent, no Reino Unido. A doença afetou uma geração que não foi vacinada contra a cepa responsável pela infecção, pois a vacina passou a ser oferecida rotineiramente somente após 2015.
A bactéria responsável pela meningite se espalha facilmente em ambientes como universidades, onde há contato próximo entre alunos. O programa público de vacinação não inclui adultos, o que dificulta a imunização dessa população, e o custo da vacina privada é elevado.
O governo britânico avalia mudanças na política de vacinação para incluir universitários. Enquanto isso, a situação reforça a importância da prevenção e levanta questões sobre os critérios que limitaram o acesso à vacina para esse grupo de risco.
Dois jovens faleceram e cerca de 20 estudantes estão em tratamento após um surto de meningite na Universidade de Kent. Esse grupo pertence a uma geração que não recebeu a vacinação rotineira contra a cepa responsável pela doença. A vacina Bexsero, disponível desde 2013 para a meningite do grupo B, foi incluída no calendário de imunização do Reino Unido apenas para bebês a partir de setembro de 2015. Por isso, estudantes universitários atualmente não têm proteção de rotina contra essa forma comum de meningite bacteriana.
O programa do NHS não foi estendido para adultos nem houve campanhas retroativas. Um ponto crucial é que a vacina protege o indivíduo, mas não impede a transmissão das bactérias na população. Ou seja, não gera imunidade coletiva. Como a bactéria se espalha por contato próximo — como beijos e compartilhamento de objetos — ambientes universitários são propícios para a disseminação rápida.
Estudos indicam que o risco de contrair meningite tipo B é quase 12 vezes maior para estudantes do primeiro ano que moram em alojamentos. Apesar da disponibilidade privada da vacina, seu custo é elevado, ficando em torno de £220 (aproximadamente R$ 1.440), o que dificulta o acesso para muitos. Após o surto, houve aumento significativo na demanda por vacinação privada.
A reação do governo tem sido reavaliar a política de vacinação para incluir o público universitário. Enquanto a atual geração não vacinada terá que aguardar até 2033 para estar protegida de forma automática, a crise em Kent levanta dúvidas sobre os critérios econômicos que limitaram o programa ao grupo infantil, especialmente diante do risco alto associado à vida acadêmica.
Inaugurada a maior trilha costeira contínua do mundo na Inglaterra, com 4.327 km
O rei Charles 3º inaugurou oficialmente a maior trilha costeira contínua do mundo, localizada na Inglaterra, com 4.327 km de extensão. A nova rota permite caminhada ao longo de toda a linha costeira do país, conectando praias, dunas, falésias e áreas históricas.
O projeto, que levou quase 20 anos para ser concluído, integrou trechos existentes e adicionou 1.600 km novos, incluindo infraestrutura para acessibilidade e adaptação às mudanças climáticas. A trilha promove o acesso público à costa e incentiva o lazer e a preservação ambiental.
Embora existam pontos que exigem travessias de balsa, a rota representa um avanço na relação da população britânica com o mar, podendo ser parte de um percurso de mais de 14 mil km pela Grã-Bretanha, ideal para aventureiros e amantes da natureza.
O rei Charles 3º inaugurou oficialmente a nova trilha costeira de 4.327 km que circunda toda a Inglaterra, tornando-se o percurso contínuo mais longo desse tipo no mundo. Desenvolvida pela agência Natural England, a rota oferece acesso ininterrupto à linha costeira num só trajeto, permitindo caminhada ao lado do mar em qualquer direção.
Durante quase 20 anos, o projeto integrou trechos já existentes e adicionou cerca de 1.600 km novos, incluindo passarelas, pontes e melhorias para aproximar o percurso da costa. Essa trilha passa por variados ambientes, como praias, dunas, falésias (como as famosas Seven Sisters) e regiões históricas, ampliando o contato com diversos ecossistemas.
Além de garantir o direito público de acessar praias e falésias entre o caminho e o mar, a rota traz acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e inclui mecanismos para adaptação frente a mudanças climáticas como a erosão costeira, permitindo que a trilha se desloque para o interior quando necessário.
Apesar da continuidade planejada, há pontos que exigem travessias de balsa ou a pé em função de rios e marés, mas a iniciativa é vista como um avanço significativo na relação entre a população britânica e sua costa, promovendo o lazer e a preservação ambiental.
Conectada às rotas do País de Gales, a trilha pode ser parte de um percurso de mais de 14 mil km ao redor da Grã-Bretanha, que levaria quase dois anos para ser finalizado a pé.
Investigação aponta causa da explosão do foguete em Alcântara
A investigação sobre a explosão do foguete sul-coreano HANBIT-Nano em Alcântara revelou que a causa foi um vazamento de gases na câmara do primeiro estágio. Esse problema ocorreu devido a falhas na remontagem do sistema, com vedação e compressão inadequadas.
O lançamento, que durou apenas 33 segundos, terminou com a ruptura do foguete em vários fragmentos. A análise detalhada dos dados de telemetria, imagens e peças recuperadas permitiu identificar precisamente o defeito.
Com base nas conclusões, a equipe da INNOSPACE implementará melhorias nos processos de montagem, controle de qualidade e atualização de componentes para evitar novos acidentes. Um novo lançamento está previsto para 2026, após as correções e aprovação das autoridades.
A investigação sobre a explosão do foguete sul-coreano HANBIT-Nano no Centro de Lançamento de Alcântara, em dezembro de 2025, apontou que o incidente foi causado por um vazamento de gases de combustão na câmara do primeiro estágio. Esse problema resultou da falha na remontagem do sistema, especialmente na junção dos componentes da câmara de combustão, com vedação insuficiente e compressão inadequada.
O lançamento, que durou apenas 33 segundos, terminou com a ruptura do veículo em vários fragmentos, analisados detalhadamente pela equipe da INNOSPACE e pelo CENIPA. A investigação utilizou dados de telemetria, imagens e fragments recuperados para compreender o que levou à desintegração do foguete.
A partir dessa conclusão, a INNOSPACE definiu uma série de medidas para corrigir os processos de montagem e gestão de qualidade. Além disso, serão implementadas melhorias no projeto e atualizações em componentes críticos para evitar novos problemas. A empresa também adicionará verificações funcionais mais rigorosas no protocolo antes dos lançamentos futuros.
O CEO da INNOSPACE, Soojong Kim, destacou que as descobertas ajudaram a entender melhor a dinâmica do voo e que os dados gerados serão usados para aprimorar as tecnologias de lançadores.
O CENIPA confirmou que o caso foi classificado como um incidente, seguindo normas internacionais, o que afeta os procedimentos legais e o histórico do veículo. A INNOSPACE planeja realizar um novo lançamento em 2026, após as correções e liberação da agência espacial sul-coreana (KASA).
SXSW 2026 destaca transformação das startups com foco em eficiência e IA
O SXSW 2026 revelou um novo momento para as startups, marcado pela crescente adoção da inteligência artificial e pela busca por eficiência. Cerca de 44% dos investimentos estão direcionados a empresas que integram IA em seus produtos ou modelos de negócio. Além disso, há uma valorização das deep techs, principalmente na aplicação de IA e hardware, o que atrai fundos de venture capital.
As equipes de startups têm se tornado menores, com fundadores reduzindo de 10 para 6 pessoas em médias de rodadas seed, evidenciando a tendência de fazer mais com menos. O ecossistema mostra também um crescimento mais orgânico, priorizando bootstrapping e uma operação eficiente, antes de buscar capital externo.
Outro ponto importante é o aumento do tempo médio para IPO, que agora é de cerca de 12 anos, enquanto outras estratégias como aquisições ganham espaço. As startups adotam modelos híbridos que equilibram escalabilidade, sustentabilidade e múltiplas fontes de financiamento, refletindo a maturidade do setor.
Nos últimos anos, o ecossistema de startups passou por mudanças importantes, mostrando um novo momento focado em eficiência e maturidade. No SXSW, Ashley Neville, diretora de insight da plataforma Carta, destacou que cerca de 44% dos investimentos estão direcionados a empresas que usam inteligência artificial em seus produtos ou modelos de negócio, reforçando a presença da inteligência artificial como uma camada transversal em diversas indústrias.
Esse cenário aumenta o interesse em deep techs, especialmente em IA aplicada e hardware, que têm atraído valuations elevados e mais atenção dos fundos de venture capital. As startups também vêm operando com equipes menores, com a média de fundadores em rodadas seed reduzida de 10 para cerca de 6 pessoas, mostrando a busca por fazer mais com menos.
Essas mudanças refletem um ambiente de investimentos mais seletivo e o uso de ferramentas baseadas em inteligência artificial para dar suporte à criação e validação de produtos. A eficiência operacional ganha espaço, assim como o aumento do bootstrapping, em que o crescimento orgânico é priorizado antes de buscar capital externo.
Além disso, o tempo de maturação para um IPO aumentou para uma média de 12 anos, com outras estratégias de liquidez, como aquisições, mantendo sua importância. O ecossistema adota modelos híbridos que equilibram crescimento com sustentabilidade, mostrando que hoje o jogo é uma estratégia complexa entre escalabilidade, eficiência e diversas fontes de financiamento.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação