Renault participa do desenvolvimento da indústria de drones na França com apoio do governo
A Renault, tradicional fabricante francesa de automóveis, foi convidada pelo Ministério das Forças Armadas da França a contribuir no desenvolvimento da indústria nacional de drones. Essa iniciativa faz parte de um esforço do governo para fortalecer a defesa do país frente a desafios geopolíticos.
A parceria envolve a empresa aeronáutica Turgis Gaillard e é coordenada pelo Ministério da Defesa. A Renault aplicará sua expertise em tecnologia avançada e produção em larga escala para otimizar custos e prazos. Fábricas estratégicas no país serão utilizadas, com atenção à participação dos sindicatos locais.
Essa colaboração mostra um movimento estratégico para ampliar a autonomia tecnológica da França em segurança. A união entre indústria automotiva e setor de defesa reflete a busca por inovação e capacidade militar modernizada em um contexto global complexo.
A Renault, fabricante francesa de automóveis, foi convidada pelo Ministério das Forças Armadas da França a colaborar no desenvolvimento da indústria nacional de drones. A parceria envolve a empresa aeronáutica Turgis Gaillard e o projeto será supervisionado pelo Ministério da Defesa.
Essa iniciativa ocorre em um contexto de tensões internacionais e após um pedido do presidente Emmanuel Macron para ampliar o orçamento militar. Macron propôs um aumento de € 36 bilhões até 2030 para fortalecer as Forças Armadas do país.
A Renault contribuirá com sua experiência em tecnologia avançada, produção em massa, além de controlar custos e prazos. As fábricas localizadas em Cléon e Le Mans deverão ser utilizadas no projeto, porém a empresa ainda avalia a participação dos sindicatos antes de divulgar detalhes oficialmente.
Modelos populares da Renault, como o R5 e o Scénic, foram destacados para reforçar sua tradição em fabricação, agora aplicada a drones militares. As declarações oficiais evitam comentar aspectos específicos, mantendo a discrição sobre o tema.
O envolvimento da montadora no setor de defesa mostra um movimento estratégico para reforçar a indústria nacional diante das ameaças geopolíticas, alinhado a uma maior autonomia tecnológica do país. A ação evidencia como fabricantes automotivos podem expandir sua produção para atender a novas demandas de segurança.
Essa colaboração entre a Renault e o Ministério da Defesa marca um passo significativo na modernização das capacidades militares francesas, refletindo um cenário global mais complexo e a busca por respostas tecnológicas.
Frieren Temporada 2: Quantos episódios terá e quando serão lançados
Frieren e a Jornada para o Além retornou com sua segunda temporada desde 16 de janeiro na Crunchyroll. Nesta fase, a série traz a elfa Frieren e seus companheiros em uma nova jornada rumo ao norte, enfrentando desafios ligados ao passado.
A segunda temporada terá menos episódios que a primeira, com previsão de 10 capítulos, contra 28 da temporada anterior. Os episódios são lançados semanalmente às sextas-feiras ao meio-dia, horário de Brasília, até março.
Essa redução está ligada ao ritmo de adaptação do mangá original, garantindo que a série não ultrapasse o material-base. A temporada traz avanços na história e aprofunda temas como memória e passagem do tempo na vida da elfa.
Quase três anos após conquistar fãs, Frieren e a Jornada para o Além voltou à tela para uma nova temporada. Desde 16 de janeiro, a Crunchyroll disponibiliza os episódios inéditos que acompanham a elfa Frieren e seus companheiros em uma jornada rumo ao norte, enfrentando ameaças antigas.
Os episódios são lançados às sextas-feiras, ao meio-dia no horário de Brasília. Diferente da primeira temporada, que teve 28 capítulos, a segunda deve ser menor, com previsão de 10 episódios conforme levantado pela IGN. Essa decisão está ligada à proximidade entre a adaptação animada e o mangá original, evitando ultrapassar o material-base.
A trama continua a explorar a vida de Frieren, uma maga élfica que, devido à longevidade de sua espécie, vive mais que seus antigos companheiros humanos. A narrativa inicia após a morte do cavaleiro Himmel, ocorrida 50 anos após a derrota das forças sombrias. O enredo se aprofunda na reflexão sobre o tempo e as memórias do grupo.
Na nova temporada, a elfa não está sozinha. Com uma aprendiz e aliados mais fortes, ela encara desafios ligados ao passado que mostram que nenhum deles conseguirá vencer sozinho. Essa expansão do universo traz uma nova etapa da jornada, com episódios que prometem avanços na história original.
O cronograma previsto traz um episódio semanal até 20 de março. A temporada mais curta pode significar uma produção mais alinhada com o mangá, contribuindo para lançamentos regulares no futuro.
Semafor é avaliado em US$ 330 milhões após rodada de investimentos com Lemann, Kravis e Pritzker
O site de notícias Semafor atingiu uma avaliação de US$ 330 milhões após uma rodada de investimento que captou US$ 30 milhões. Entre os investidores estão Jorge Paulo Lemann, Henry Kravis e Penny Pritzker.
Fundado há três anos, o Semafor registrou lucro pela primeira vez em 2025, com EBITDA de US$ 2 milhões e receita de US$ 40 milhões. A empresa planeja ampliar seu evento anual e contratar mais jornalistas para expandir sua cobertura internacional.
O site de notícias Semafor alcançou uma avaliação de US$ 330 milhões após uma rodada de investimentos que captou US$ 30 milhões, informou o The Wall Street Journal. O aporte, primeira rodada precificada do veículo, contou com investidores antigos como Jorge Paulo Lemann e Henry Kravis, da KKR, além de novos apoiadores como Penny Pritzker, ligada à Hyatt Hotels Corp.
Fundado há três anos por Justin Smith, ex-CEO da Bloomberg Media, e Ben Smith, ex-editor-chefe do BuzzFeed e ex-colunista do New York Times, o Semafor registrou lucro pela primeira vez em 2025, com EBITDA de US$ 2 milhões sobre receita de US$ 40 milhões. A receita vem de publicidade e patrocínios de eventos.
Com o novo capital, a empresa planeja ampliar o World Economy, evento anual que reúne CEOs em Washington, D.C., e contratar mais jornalistas para expandir sua cobertura em negócios e em regiões como o Golfo Pérsico, a China e Washington, além de lançar uma nova newsletter focada na China.
O Semafor, conhecido por estruturar suas matérias em seções distintas como “a notícia” e “pontos de vista alternativos”, mantém atuação global com mais de 80 funcionários espalhados pelos EUA, África, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido. O veículo gratuito ainda considera oferecer assinaturas futuramente.
Pesquisa revela que 70% dos cabeleireiros valorizam cursos e especializações
Mais de 70% dos cabeleireiros brasileiros investem em cursos técnicos ou específicos para aprimorar suas habilidades, segundo pesquisa da Wella Professionals com a NielsenIQ. A especialização é apontada por 84% dos profissionais como fundamental para o crescimento na área da beleza.
A pesquisa ouviu 200 cabeleireiros em São Paulo e Rio de Janeiro, revelando que profissionais em salões menores acumulam em média 4,25 funções diárias, enquanto em salões maiores essa média é um pouco menor, refletindo maior estrutura de gestão.
Apesar da ausência de graduação formal, 77% já fizeram cursos técnicos, e 79% buscam especialização em colorimetria, área que oferece maior valor agregado aos serviços. Clientes também buscam consultoria constante sobre coloração e estilo, reforçando o papel consultivo do cabeleireiro.
Mais de 70% dos cabeleireiros já investiram em cursos técnicos ou específicos para aprimorar suas habilidades, aponta pesquisa da Wella Professionals em parceria com a NielsenIQ. Além disso, 84% dos profissionais consideram a especialização fundamental para o crescimento na área da beleza. Esse avanço ocorre em um setor que alcançou a marca histórica de mais de US$ 1 bilhão em exportações em 2025, segundo a ABIHPEC.
A pesquisa ouviu 200 profissionais de São Paulo e Rio de Janeiro, incluindo salões variados. Em estabelecimentos menores, o cabeleireiro exerce em média 4,25 funções diárias, combinando atendimento, organização e gestão. Já em salões médios e grandes, essa média varia para 3,52 e 3,81 funções. Com o aumento do porte, cresce também a maturidade da gestão e a estruturação das equipes.
Apesar da profissão historicamente não contar com graduação formal, 77% dos cabeleireiros já passaram por cursos técnicos e 21% possuem algum tipo de formação acadêmica. A especialização em colorimetria, estudando a aplicação das cores nos cabelos, destaca-se, com 79% dos profissionais buscando qualificação nessa área, que oferece maior valor agregado.
No comportamento do consumidor, salões maiores relatam que 86% das clientes procuram consultoria constante sobre coloração, e 64% também pedem orientação sobre estilo e técnica. Isso reforça o papel do cabeleireiro como consultor confiável, especialmente para clientes cada vez mais informadas e interessadas em cuidados personalizados.
Australian Open 2026: saiba horário e onde assistir à estreia de João Fonseca
João Fonseca inicia a temporada 2026 no Australian Open enfrentando o americano Eliot Spizzirri às 22h40, horário de Brasília. O brasileiro, atual 32º do ranking ATP, busca a recuperação após derrota no US Open e um período de lesão nas costas.
A partida poderá ser assistida pela ESPN e Disney+ no dia 19 de janeiro. Este confronto é importante para Fonseca, que quer se firmar entre os principais do tênis mundial e superar o adversário que o derrotou recentemente.
O Australian Open 2026 traz a maior premiação da história do torneio, com aumento de 16% e cerca de R$ 405,5 milhões em premiações totais, destacando a importância da competição para o ranking e carreira dos atletas.
A temporada 2026 começa para o tenista João Fonseca com um desafio importante no Australian Open. O brasileiro, atual número 32 do ranking da ATP, faz sua estreia contra o americano Eliot Spizzirri, número 89 do mundo, em partida marcada para as 22h40, horário de Brasília. Esse confronto traz uma motivação extra, já que Fonseca foi derrotado por Spizzirri em sets diretos na última fase do qualifying do US Open de 2024.
Fonseca não participou dos torneios de Brisbane e Adelaide para tratar uma lesão nas costas, o que resultou em queda de duas posições no ranking. Sua presença como cabeça de chave no Grand Slam australiano é vista como uma chance de recuperação no ranking mundial.
O Australian Open 2026 destaca-se também pela maior premiação da sua história, com um aumento de 16% em relação ao ano anterior, totalizando 111,5 milhões de dólares australianos, o que equivale a cerca de R$ 405,5 milhões. O campeão deste ano levará para casa A$ 4,15 milhões, aproximadamente R$ 15 milhões. O vice-campeão recebe A$ 2,15 milhões e os semifinalistas asseguram pelo menos A$ 1,25 milhão.
A estreia de João Fonseca poderá ser acompanhada pela ESPN e pelo Disney+ a partir das 22h40 do dia 19 de janeiro. O confronto marca um momento importante para o jovem brasileiro, que busca não só se firmar na elite do tênis, mas também reverter o resultado anterior contra seu próximo adversário.
Cientistas brasileiros identificam fragmentos de vidro natural formados por impacto de meteorito
Pesquisadores da Unicamp descobriram pela primeira vez no Brasil fragmentos de vidro natural, chamados geraisitos, formados por impacto de meteorito. Esses fragmentos foram localizados em regiões de Minas Gerais, Bahia e Piauí e são resultado de uma colisão cósmica ocorrida há até 6,3 milhões de anos, no período Mioceno.
Os geraisitos são pedaços vitrificados das rochas graníticas da região do Cráton do São Francisco, produzidos pelo derretimento causado pelo impacto. Medem menos de cinco centímetros e apresentam uma coloração preta com translucidez verde quando iluminados, além de cavidades formadas por gases durante o rápido resfriamento.
Mais de 600 amostras foram coletadas em uma área superior a 900 km², embora a cratera do impacto ainda não tenha sido localizada. Esse achado aumenta a compreensão dos impactos cósmicos na América do Sul e indica que esses eventos podem ser mais comuns do que se imaginava, motivando novas pesquisas.
Cientistas da Unicamp identificaram pela primeira vez no Brasil fragmentos de vidro natural formados por um impacto de meteorito, batizados de geraisitos. Esses tectitos foram encontrados em municípios do norte de Minas Gerais, Bahia e Piauí e se originaram de uma colisão cósmica ocorrida há até 6,3 milhões de anos, no período Mioceno. A descoberta amplia o registro de grandes eventos de impacto na América do Sul, área até então pouco documentada nesse aspecto.
Os geraisitos são pedaços de material vitrificado que resultaram do derretimento das rochas graníticas do Cráton do São Francisco, devido ao impacto. Com menos de cinco centímetros e pesando entre 1 a 85 gramas, esses vidros apresentam pequenas cavidades formadas por gás durante o resfriamento rápido da lava lançada na atmosfera. Sua superfície preta esconde uma translucidez verde quando iluminada, e eles contêm níveis extremamente baixos de água, característica típica desse tipo de formação.
Mais de 600 amostras já foram catalogadas, espalhadas por uma área superior a 900 quilômetros. Embora a cratera responsável pelo impacto ainda não tenha sido encontrada, a grande quantidade e o amplo alcance dos fragmentos indicam que a estrutura geológica deverá ter dimensões relevantes. A mineralogia dos fragmentos apresenta concentrações de sódio e potássio ligeiramente maiores que os tectitos encontrados em outras regiões do mundo.
Esse achado expande a compreensão dos impactos extraterrestres na América do Sul e sugere que esses fenômenos podem ser mais frequentes do que se pensava, provocando a necessidade de mais estudos para localizar a cratera principal e entender melhor as consequências desse evento cósmico.
Petrobras firma contratos de R$ 2,8 bilhões para construir novos navios com três estaleiros brasileiros
Petrobras e sua subsidiária Transpetro assinaram contratos para a construção de cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores em três estaleiros brasileiros, totalizando R$ 2,8 bilhões. O objetivo é ampliar a frota para transporte de gás liquefeito e outros derivados, reduzindo a dependência de afretamentos.
Os estaleiros Rio Grande (RS), Bertolini (Amazônia) e Indústria Naval Catarinense serão responsáveis pelas embarcações. A previsão é que as obras iniciem a entrega dos primeiros navios em até 33 meses, gerando mais de 9 mil empregos diretos e indiretos no setor naval.
O investimento fortalece a presença da Transpetro em águas interiores e abrigadas, ampliando a logística para biocombustíveis. O presidente Lula participou da assinatura, destacando a importância estratégica do projeto para o setor marítimo e energético do Brasil.
A Petrobras e sua subsidiária Transpetro firmam contratos para a construção de cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores em três estaleiros brasileiros, totalizando um investimento de R$ 2,8 bilhões. As embarcações serão destinadas à operação da Transpetro e buscam reduzir a dependência de afretamentos.
O estaleiro Rio Grande (RS) ficará responsável pelos cinco gaseiros, usados no transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP) e derivados, com capacidades variando entre 7 mil m³ e 14 mil m³. O investimento nesta parte chega a R$ 2,2 bilhões, com a frota da Transpetro quase triplicando sua capacidade. A primeira entrega deve ocorrer até 33 meses após o início das obras.
Em paralelo, o estaleiro Bertolini, na Amazônia, construirá as 18 barcaças, que operarão em navegação interior, e o estaleiro da Indústria Naval Catarinense ficará com os 18 empurradores. Estas embarcações terão a primeira barcaça entregue três meses após o início da construção e os empurradores, em cerca de dez meses.
Essa movimentação reforça a presença da Transpetro em águas abrigadas, como rios e canais, viabilizando maior flexibilidade logística para transporte de biocombustíveis e derivados. A expectativa é que as contratações gerem mais de 9 mil empregos diretos e indiretos, além de impulsionar a indústria naval nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da cerimônia de assinatura em Rio Grande (RS), demonstrando a importância estratégica do projeto para o setor marítimo e energético do país.
Conheça o Claude Cowork: ferramenta que organiza arquivos e ajuda na gestão de projetos no Mac
O Claude Cowork é uma ferramenta que atua diretamente no Mac para organizar, analisar e estruturar arquivos locais. Desenvolvido em pouco mais de uma semana, oferece suporte para tarefas como renomear e categorizar documentos, economizando tempo ao usuário.
Além da organização, ele pode assumir funções administrativas em projetos, como ler transcrições de reuniões, identificar demandas e gerar documentos técnicos. Essa integração com inteligência artificial modifica a forma que interagimos com nossos arquivos e o gerenciamento de dados.
Com o Claude Cowork, o usuário passa a focar mais em atividades estratégicas e menos em tarefas operacionais, facilitando a colaboração e aumentando a produtividade no ambiente digital.
O início do ano trouxe a chegada do Claude Cowork, uma ferramenta que promete transformar a maneira como interagimos com nossos arquivos no Mac. Desenvolvido rapidamente em pouco mais de uma semana, o Cowork se baseia no Claude Code e oferece mais que um simples assistente para programadores: ele atua como um colega de trabalho digital, capaz de organizar, analisar e estruturar informações diretamente em seu sistema operacional.
O diferencial do Claude Cowork está na sua habilidade de ler arquivos locais e executar tarefas variadas, desde organizar imagens até criar apresentações. Em testes, a ferramenta foi capaz de renomear e organizar automaticamente mais de 4 GB de prints, classificando gráficos financeiros e slides de pitch, poupando horas de trabalho manual.
Além da organização, o Cowork pode assumir funções de gerência em projetos. Ele lê transcrições de reuniões, identifica demandas, define estratégias e gera tickets e documentações técnicas, facilitando a comunicação entre clientes, stakeholders e desenvolvedores. A integração com o Claude Code permite que a parte de programação seja executada a partir dessa estratégia.
Essa solução muda a forma tradicional de interação com a IA, transformando-a em uma extensão do sistema operacional, que entende e gerencia arquivos com eficiência. O uso do Cowork no plano Max para Mac mostra uma nova direção para as ferramentas digitais, onde a inteligência artificial vai além do navegador e atua diretamente no fluxo de trabalho do usuário.
Vale observar como essa evolução pode impactar a produtividade e o gerenciamento de dados pessoais e profissionais. O papel do usuário passa a ser mais estratégico e menos operacional, abrindo espaço para novas formas de colaboração com a tecnologia.
Azimut Wealth adquire Unifinance para ampliar foco em clientes institucionais
O Grupo Azimut comprou a participação majoritária no Grupo Unifinance, especializado em gestão patrimonial para clientes ultra high net worth e instituições. A Unifinance administra R$ 4,2 bilhões em ativos e possui escritórios no Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A operação foi feita por meio de troca de ações, mantendo a autonomia da Unifinance. A aquisição fortalece a presença da Azimut no mercado institucional, estimado em R$ 1,3 trilhão, ampliando sua carteira para R$ 22 bilhões sob gestão.
Esta estratégia inclui a contratação de especialistas para ofertas personalizadas a fundos e seguradoras, consolidando a atuação da Azimut no wealth management no Brasil.
O Grupo Azimut oficializou a compra da participação majoritária no Grupo Unifinance, focado na gestão patrimonial para clientes ultra high net worth, com investimentos acima de R$ 100 milhões, além de instituições como fundos de pensão e seguradoras. Com mais de 20 anos de atuação e escritórios no Rio de Janeiro e Santa Catarina, a Unifinance administra R$ 4,2 bilhões em ativos e é distribuidora exclusiva da AZ Quest.
A negociação levou um ano e visa fortalecer a presença do Grupo Azimut no segmento institucional, que representa um mercado estimado em R$ 1,3 trilhão. Recentemente, Azimut incorporou Bruno Maueler, ex-SPX, para criar ofertas a fundos privados, patrimoniais e seguradoras, estratégia que agora ganha suporte na Unifinance, considerada especializada em atendimento personalizado e com equipe altamente qualificada, composta 100% por profissionais com mestrado e certificação CFA.
A operação será realizada via troca de ações, sem desembolso financeiro imediato, e mantém a autonomia da Unifinance nos processos e cultura. Com essa aquisição, a Azimut amplia sua carteira para R$ 22 bilhões sob gestão, somando-se à recente compra da Knox Capital, consolidando sua atuação no mercado de wealth management.
Felipe Miranda se afasta da Empiricus após 16 anos de atuação
Felipe Miranda, cofundador da Empiricus, anunciou sua saída da empresa e da parceria com o BTG Pactual, após 16 anos de envolvimento e o fim do acordo de venda previsto. A decisão marca o encerramento de um ciclo negociado entre as partes.
Após atuar como empreendedor, Felipe enfrentou dificuldades para se adaptar ao papel de executivo dentro do BTG. Durante seis meses de “non-compete”, ele pretende se dedicar a estudos acadêmicos sem aplicação imediata definida.
Além dele, Caio Mesquita também deixou a Empiricus, enquanto Rodolfo Amstalden assume o comando. O BTG adquiriu a Empiricus e outras empresas por cerca de R$ 800 milhões, com o grupo apresentando queda de receita e assinantes nos últimos anos.
Felipe Miranda anunciou sua saída da Empiricus, empresa de pesquisa para o varejo que ajudou a criar há 16 anos. Ele também deixou a parceria com o BTG Pactual, que adquiriu a empresa em 2021. A decisão está ligada ao término do earnout previsto no acordo de venda, marcando o fim de um ciclo acordado entre as partes.
Miranda explicou que, após atuar como empreendedor, encontrou desafios na adaptação ao papel de executivo dentro do BTG. Durante o período de seis meses de non-compete, ele pretende dedicar seu tempo a estudos acadêmicos sem aplicação prática imediata, como literatura russa e álgebra linear, ainda sem definir os próximos passos profissionais.
Além de Felipe, Caio Mesquita, cofundador da Empiricus junto com Miranda, também deixou a empresa. O comando do negócio ficará por conta de Rodolfo Amstalden, outro dos fundadores.
O BTG adquiriu o grupo Universa, controlador da Empiricus, da gestora Vitreo e dos sites Money Times e Seu Dinheiro, por R$ 440 milhões em dinheiro e R$ 250 milhões em ações. Após o cumprimento de metas, o valor total da transação alcançou cerca de R$ 800 milhões, conforme informado por Miranda.
No auge, em 2021, o grupo alcançou receita anual de aproximadamente R$ 300 milhões e 450 mil assinantes. Contudo, devido ao cenário adverso para ativos de risco, os números recuaram para cerca de R$ 250 milhões em faturamento e 330 mil assinantes no ano passado.
Felipe destacou que o negócio é voltado para investidores interessados em ativos de risco, já que “ninguém compra conteúdo para organizar o investimento em CDBs”.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação