Franquia de vírus sequestra dados de empresas brasileiras em ataques cibernéticos
O ransomware Vect foi identificado em janeiro afetando empresas brasileiras dos setores de educação e manufatura. Ele roubou até 150 GB de dados sensíveis, usando um modelo de ataque Ransomware-as-a-Service que divide lucros entre desenvolvedores e afiliados.
O vírus utiliza a criptografia ChaCha20-Poly1305, mais rápida que a convencional, e ataca diferentes sistemas, incluindo Linux e ambientes virtualizados. Além de sequestrar dados, a ameaça envolve dupla extorsão com divulgação pública dos arquivos roubados na rede Tor.
O vírus realiza reconhecimento interno da rede para evitar detecção e usa criptomoedas para dificultar rastreamento financeiro. A ação representa um novo desafio para a segurança das empresas brasileiras.
Uma nova ameaça em cibersegurança chamada Vect foi identificada em janeiro, afetando empresas dos setores de educação e manufatura no Brasil e na África do Sul. O ransomware conseguiu roubar até 150 gigabytes de dados, incluindo informações pessoais sensíveis e documentos internos. O Vect opera no modelo Ransomware-as-a-Service (RaaS), em que desenvolvedores criam o malware e afiliados aplicam os ataques, compartilhando os lucros.
Para participar, os criminosos pagam US$ 250 em Monero, criptomoeda que oferece anonimato nas transações, dificultando rastreamento financeiro. A escolha dessa moeda indica conhecimento avançado em segurança operacional.
O Vect ransomware se destaca pelo uso do algoritmo de criptografia ChaCha20-Poly1305, que é mais rápido que o AES-256 em sistemas sem aceleração de hardware. Isso acelera a criptografia dos arquivos, reduzindo o tempo para que as equipes de defesa ajam.
Diferente de outros ransomwares focados apenas em Windows, Vect também ataca Linux e VMware ESXi, podendo paralisar ambientes virtualizados. Ele explora serviços expostos como RDP e VPN e usa técnicas como phishing e credential dumping para obter acesso privilegiado.
Antes da criptografia, o vírus realiza um amplo reconhecimento da rede, se movimentando lateralmente e encerrando processos que poderiam impedir o ataque, como bancos de dados, softwares de backup e antivírus. Também força o computador a iniciar em modo de segurança, dificultando a detecção.
Além do sequestro dos dados, o método de dupla extorsão do Vect inclui a ameaça de divulgação pública dos arquivos roubados em um site na rede Tor, aumentando a pressão sobre as vítimas para pagamento.
Fiscalização no ES multa lojas de bicicletas elétricas em R$ 8,5 milhões por irregularidades
Desde o início de 2025, a fiscalização no Espírito Santo multou lojas de bicicletas elétricas em um total de R$ 8,5 milhões, por práticas como venda sem nota fiscal e notas fraudulentas. A ação abrangeu 42 empresas entre 530 do setor de micromobilidade.
Essas irregularidades acarretam sonegação de ICMS, afetando a concorrência e prejudicando os cofres públicos. Até o momento, R$ 1,4 milhão já foi recuperado pela Receita Estadual, que seguirá rigorosa nas auditorias.
Além do impacto financeiro, a falta de nota fiscal prejudica o consumidor e compromete investimentos públicos em saúde, educação e infraestrutura para ciclistas, como ciclovias. A Receita incentiva a denúncia de irregularidades pelo canal Receita Orienta.
Desde o começo de 2025, a fiscalização multa lojas de bike elétricas no Espírito Santo já identificou R$ 8,5 milhões em infrações fiscais. A ação, conduzida pela Receita Estadual, acontece em meio ao crescimento da micromobilidade urbana, sobretudo com o aumento das bicicletas elétricas no mercado local.
Das 530 empresas do setor, 42 passaram por auditorias fiscais, que detectaram práticas como venda sem emissão de nota fiscal, compra de estoque sem documentação e simulação de operações interestaduais com notas fraudulentas. Essas irregularidades geram sonegação de ICMS e prejudicam a concorrência justa.
Até agora, R$ 1,4 milhão em impostos já foi recuperado. O auditor fiscal Thiago Venâncio destaca que o avanço desse segmento deve respeitar as regras para garantir equilíbrio no mercado e evitar perdas significativas para o Estado e a sociedade.
Além do impacto financeiro, a sonegação compromete o financiamento de áreas como saúde, educação e segurança, além de investimentos em infraestrutura para ciclistas, como ciclovias. Sem nota fiscal, consumidores ficam sem documentação para garantir trocas, reparos ou comprovação da compra.
A Receita destaca que a fiscalização seguirá ativa, usando cruzamento de dados e verificação de estoques. Para proteger seus direitos, o consumidor deve exigir a nota fiscal no momento da compra. Dúvidas ou recusas podem ser denunciadas no canal Receita Orienta da Secretaria da Fazenda.
Polícia Federal prende ex-presidente do Rioprevidência por fraudes em investimentos no Banco Master
A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, por fraudes em investimentos no Banco Master. A operação, chamada Barco de Papel, investiga gestão fraudulenta e desvio de recursos. Antunes foi detido após retornar dos Estados Unidos.
O Rioprevidência aplicou cerca de R$ 1 bilhão em ativos de alto risco, colocando em risco os fundos de aproximadamente 235 mil servidores públicos estaduais. O Tribunal de Contas do Rio de Janeiro já havia proibido novos investimentos no banco desde 2025.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos para acelerar a investigação, incluindo apreensão de celulares para análise. O caso levanta dúvidas sobre a segurança das reservas para aposentadorias e pensões no estado.
A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, investigado por fraudes em investimentos do fundo feito no Banco Master. A detenção ocorreu na Via Dutra, após o retorno de Antunes dos Estados Unidos, no âmbito da Operação Barco de Papel.
As investigações buscam esclarecer possíveis crimes como gestão fraudulenta, desvio de recursos, corrupção e infrações ao sistema financeiro, relacionados a aplicações em títulos de alto risco emitidos pelo Banco Master. O Rioprevidência aplicou cerca de R$ 1 bilhão em ativos não cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que compromete os recursos de cerca de 235 mil servidores estaduais.
Desde 2025, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) questionava essas operações e proibiu novos investimentos no banco diante dos riscos identificados. A Polícia Federal também realizou mandados de busca e apreensão para investigar ocultação de provas e manipulação de documentos. Os celulares de Antunes foram apreendidos para análise detalhada.
O caso expõe graves suspeitas sobre a segurança das reservas destinadas ao pagamento de aposentadorias e pensões no estado do Rio de Janeiro, enquanto a apuração segue em andamento.
Operação policial revela esquema de lavagem de R$ 70 milhões em vida de luxo no ES
Na última terça-feira (3), a Operação Castelo de Areia prendeu um casal em Baixo Guandu (ES) por envolvimento em organização criminosa.
O grupo movimentou cerca de R$ 70 milhões entre 2018 e 2024 por meio de empresas de fachada, agiotagem e roubos. O casal mantinha vida luxuosa com imóveis e carros importados.
Além da lavagem de dinheiro, o homem é suspeito de fraudes em seguros e roubo a banco. As investigações seguem com bloqueio judicial de bens e apreensões de armas e dinheiro.
Na última terça-feira (3), em Baixo Guandu (ES), um casal foi detido durante a Operação Castelo de Areia, acusado de fazer parte de uma organização criminosa focada em lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica. As investigações indicam que Bárbara Alves Foege, 34 anos, e Bruno Soares Mendonça, 37 anos, conhecido como “Leite Ninho”, movimentaram aproximadamente R$ 70 milhões entre 2018 e 2024 por meio de empresas de fachada, agiotagem e roubos.
O casal ostentava uma vida com imóveis de alto padrão, veículos importados e grande volume de dinheiro, apontam as autoridades. Bárbara gerenciava uma empresa de estética que não possuía funcionários nem atividade concreta, usada apenas para justificar a origem dos recursos ilegais, que eram reinvestidos em outras entidades fictícias e bens.
Bruno é suspeito de crimes mais diretos, como fraudes em seguros ao simular o roubo de dois veículos e autoria do roubo a uma agência bancária em Guarapari, de onde levaram cerca de R$ 600 mil. O esquema de agiotagem envolvia empréstimos garantidos por bens que eram registrados em cartório como compra e venda, transferindo legalmente a propriedade em caso de inadimplência.
Durante a operação, as forças policiais apreenderam armas, munições, carros importados e dinheiro em espécie. Foram ainda cumpridos mandados em cidades do Espírito Santo e Minas Gerais, com bloqueio judicial de R$ 70 milhões em contas relacionadas aos suspeitos. A ação reuniu cerca de 50 policiais civis e está sob responsabilidade do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), que segue investigando o grupo.
Nater Coop anuncia oportunidades de trabalho no ES em MG
A Nater Coop, maior cooperativa do Espírito Santo na área do agronegócio (agricultura e pecuária), está com inscrições abertas para novas oportunidades de trabalho no estado e em Minas Gerais. As vagas são para profissionais com Ensino Fundamental, Médio e Técnico. Confira as oportunidades:
Requisitos: desejável Ensino Fundamental completo, conhecimento do Pacote Office, experiência em organização de estoque e carga e descarga de mercadorias. Ter experiência com carga e descarga e possuir Carteira Nacional de Habilitação categoria AB são diferenciais.
Requisitos: Ensino médio completo, conhecimento básico do Pacote Office, experiência com vendas de produtos agropecuários, Carteira Nacional de Habilitação categoria B, disponibilidade para viagens municipais e intermunicipais.
Requisitos: formação em Técnico Agrícola, em Agropecuária ou em Agricultura concluídos e registro profissional ativo. Ter experiência com vendas de produtos agropecuários será um diferencial.
Requisitos: Ensino Médio completo, conhecimento básico do Pacote Office, experiência com vendas de produtos agropecuários, Carteira Nacional de Habilitação categoria B, disponibilidade para viagens municipais e intermunicipais
Requisitos: desejável Ensino Médio completo, conhecimento do Pacote Office, experiência em organização de estoque e carga e descarga de mercadorias. Experiência com carga e descarga será um diferencial.
Requisitos: formação em Técnico Agrícola, Técnico em Agropecuária ou em Técnico em Agricultura concluído, conhecimento básico do Pacote Office. Experiência com vendas de produtos agropecuários, Carteira Nacional de Habilitação categoria B e disponibilidade para viagens municipais e intermunicipais serão diferenciais.
Sobre a Nater Coop – Com 61 anos de atividades, a Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Nater Coop) conta com mais de 25 mil cooperados, cerca de 1.240 colaboradores e se relaciona com cerca de 30 mil produtores rurais. A instituição tem 42 lojas de produtos agropecuários no Espírito Santo e em Minas Gerais, além de rede própria de postos de revenda de combustível e lojas de autoatendimento. Fazem parte da Nater Coop as marcas Veneza (alimentos), Rações Coope (Nutrição Animal), Liva (ovos) e Pronova (café). A cooperativa, com sede em Santa Maria de Jetibá, é a maior do Espírito Santo na área do agronegócio (agricultura e pecuária) e exporta para mais de 40 países.
Robô chinês realiza caminhada autônoma em planície a -47ºC e estabelece novo recorde
O robô G1, desenvolvido pela Unitree Robotics, conseguiu completar uma caminhada autônoma de 130 mil passos em temperaturas de -47,4ºC na região de Altai, Xinjiang, na China. Essa façanha representa uma evolução no uso de robôs em ambientes extremamente frios, onde seu desempenho normalmente é prejudicado.
O robô atravessou um campo de neve de 186 por 100 metros, formando o emblema dos Jogos Olímpicos de Inverno no gelo. Para garantir sua operação, ele foi equipado com roupas isolantes e capas plásticas que protegiam articulações, atuadores e bateria contra o congelamento.
Com 1,27 metro de altura e cerca de 35 quilos, o G1 possui motores que garantem agilidade e sensores avançados para navegação e controle por voz. Além disso, seu processador octa-core e modelo de aprendizado permitem melhorar sua performance durante o uso.
Robôs ainda enfrentam dificuldades para operar em condições extremas de frio, já que temperaturas muito baixas podem prejudicar seu desempenho. No entanto, a fabricante chinesa Unitree Robotics avançou nesse desafio com seu robô G1, que completou uma caminhada autônoma de 130 mil passos em temperaturas a -47,4°C, na região de Altai, Xinjiang, na China.
O robô G1 atravessou um campo de neve de 186 metros de comprimento por 100 metros de largura, desenhando o emblema dos Jogos Olímpicos de Inverno no gelo. Esse feito o torna o primeiro robô a realizar uma caminhada tão longa em um cenário tão frio. Para proteger o equipamento, engenheiros da Unitree vestiram o robô com um casaco isolante e capas plásticas para evitar congelamento nas articulações, atuadores e baterias.
Com 1,27 metro de altura e aproximadamente 35 quilos, o G1 possui entre 23 e 43 motores nos membros, dependendo da configuração. Sua bateria de 9.000 mAh oferece até duas horas de uso com troca rápida de carga. Os sensores incluem LiDAR 3D, câmera de profundidade Intel RealSense e microfones com cancelamento de ruído, que permitem controles por voz e navegação precisa usando o sistema chinês Beidou.
O processador octa-core controla as juntas do robô, garantindo agilidade e uma velocidade máxima de 7 km/h. Além disso, o G1 usa o modelo de linguagem UnifoLM e suporta aprendizado por reforço, permitindo melhorar seu desempenho com experiências.
O preço inicial está em US$ 14.240, cerca de R$ 74.345.
Design limitado compromete inovação nas startups brasileiras
O design nas startups brasileiras muitas vezes está restrito a aspectos visuais, sem envolver estratégias de inovação essenciais. Isso dificulta decisões mais estruturadas e reduz as chances de sucesso em um mercado competitivo.
As startups enfrentam desafios como falta de recursos e incerteza econômica. A falta de integração do design nas decisões de negócio prejudica o desenvolvimento de soluções ágeis e sustentáveis.
Profissionais de design atuam mais em execução do que em liderança estratégica. Incorporar design como parte central da inovação pode fortalecer o ecossistema e aumentar a sobrevivência das startups no país.
O Brasil possui cerca de 18 mil startups em operação, mas metade delas não resiste ao mercado. Um dos motivos é a forma como o design é utilizado nessas empresas. Muitas vezes, ele fica restrito a aspectos visuais e interfaces, sem participar da estratégia de inovação. Pesquisas mostram que design pode ajudar a reduzir incertezas e estruturar decisões, mas no Brasil está geralmente limitado à criação de logotipos e comunicação.
Startups brasileiras enfrentam desafios como escassez de recursos e incertezas econômicas. Nesse cenário, inovar com agilidade e ajustar rapidamente o produto pela experiência do usuário é essencial. Ainda assim, o design raramente é incorporado às decisões de negócio, o que compromete o desenvolvimento de soluções sustentáveis.
Quatro formas de inovar foram identificadas entre essas empresas: inovação viável (foco no problema comum), inovação factível (uso de recursos internos), inovação criativa (intuitiva) e inovação baseada em design thinking. Esta última envolve processos estruturados de imersão, geração de ideias e testes rápidos, favorecendo aprendizado contínuo e menor risco. Porém, seu uso ainda é superficial nas startups brasileiras.
Além disso, o profissional de design costuma atuar mais como executor criativo do que como líder estratégico, especialmente porque muitos cursos não formam designers para entender negócios ou empreender. Considerar o design como parte integral da inovação, e não apenas como acabamento visual, pode fortalecer o ecossistema de startups e aumentar chances de sucesso em mercados instáveis.
Pix Mídia capta R$ 2,9 milhões para ampliar plataforma de comunicação corporativa
A startup gaúcha Pix Mídia concluiu uma rodada de investimentos de R$ 2,9 milhões, liderada pela DOMO.VC, para acelerar o crescimento da sua plataforma de comunicação corporativa no Brasil. O foco é fortalecer seu posicionamento no mercado de soluções cross-channel.
Fundada em Esteio, a empresa está há quase 10 anos no mercado, com um faturamento previsto de R$ 6,5 milhões para 2023, que deve chegar a mais de R$ 10 milhões em 2025. A plataforma oferece um sistema integrado que inclui aplicativos móveis e web, impactando 1,5 milhão de usuários diariamente.
Com cerca de mil clientes ativos, a Pix Mídia pretende dobrar essa base até 2028, investindo em marketing digital e aprimorando seus serviços. A equipe conta com 45 colaboradores entre Esteio e Caxias do Sul, sustentando seu crescimento contínuo.
A startup gaúcha Pix Mídia concluiu uma rodada de investimentos no valor de R$ 2,9 milhões para acelerar a expansão da sua plataforma de comunicação corporativa no Brasil. A captação, liderada pela DOMO.VC com participação da Bossa Invest, visa fortalecer o crescimento comercial da empresa no setor de soluções cross-channel.
Fundada em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, a Pix Mídia atua há cerca de 10 anos, e seu faturamento projeta alta de R$ 6,5 milhões em 2023 para mais de R$ 10 milhões em 2025. O crescimento foi impulsionado pela ampliação da carteira de clientes e pelo aprimoramento das estratégias de marketing digital.
A plataforma evoluiu de um software para TVs corporativas para um sistema integrado de comunicação interna, que inclui aplicativos móveis, web e intranet. Dessa forma, a Pix Mídia permite centralizar a gestão de conteúdo, realizar pesquisas de engajamento e oferecer ferramentas colaborativas, impactando diariamente cerca de 1,5 milhão de usuários.
Com cerca de mil clientes no país, a empresa planeja dobrar essa base até 2028, focando na especialização do serviço com base no conhecimento acumulado em mídia paga e marketing digital. O time conta hoje com 45 colaboradores distribuídos entre a sede em Esteio e o polo técnico em Caxias do Sul.
Além de investir em marketing, a Pix Mídia está estruturando suas operações para suportar esse novo ciclo de crescimento e já teve seu valuation multiplicado pela mais de 60 desde o primeiro aporte, em 2017.
Call of Duty Mobile: códigos atualizados para fevereiro de 2026
Confira a lista mais recente de códigos para Call of Duty Mobile, válidos até fevereiro de 2026. Eles oferecem recompensas como operadores, planos de armas e cartas extras.
Para usar, acesse o site oficial, insira seu UID e insira o código desejado para resgatar os prêmios no jogo. A lista é atualizada constantemente para evitar códigos expirados.
O portal Flow Games reuniu todos os códigos ativos em um único lugar, facilitando o acesso dos jogadores, que podem compartilhar suas experiências e itens adquiridos para fortalecer a comunidade.
Se você curte Call of Duty Mobile, vai gostar de saber que há uma lista atualizada de códigos para resgatar recompensas como operadores, planos de armas e cartas extras. Esses códigos são válidos até fevereiro de 2026 e ajudam a melhorar sua experiência no jogo com itens grátis e exclusivos.
Para ajudar, o portal Flow Games reuniu todos os códigos ativos em um só lugar, facilitando o acesso dos jogadores. Entre eles estão:
DBDNZBZCWJ
DBDLZBZQNN
DBDKZBZQUU
DBDJZBZAJU
Caso queira saber como usar os códigos, o processo é simples: basta acessar o site oficial do Call of Duty: Mobile redemption center, inserir seu UID, que fica no jogo na seção “Basic”, colar o código desejado e completar a verificação anti-bot. Após enviar, os prêmios aparecem na sua caixa de mensagens dentro do jogo.
Além dos códigos ativos, existem muitos que já expiraram, portanto, é importante ficar atento à atualização da lista para não perder recompensas. O site Flow Games mantém essas informações atualizadas constantemente, garantindo que você tenha sempre novidades para aproveitar.
Se você já resgatou algum código, pode compartilhar sua experiência e os itens que conseguiu no jogo. Assim, a comunidade se mantém informada e pronta para aproveitar o que o Call of Duty Mobile oferece.
Pejotização e o STF: a importância do tema 1389 para as relações trabalhistas
No Brasil, cerca de 37,8% dos trabalhadores atuam na informalidade, sem contrato formal, conforme dados do IBGE. O tema 1389, em análise no STF, discute a legalidade da contratação por meio de pessoa jurídica e define responsabilidades em casos de fraude.
A discussão vai além do jurídico, refletindo na modernização das relações de trabalho. A pejotização, quando transparente e autônoma, pode promover a formalização e garantir liberdade para empreender, conforme previsto na Lei da Liberdade Econômica.
O STF tem a oportunidade de distinguir casos legítimos de fraudes, proporcionando maior segurança jurídica e contribuindo para a redução de litígios trabalhistas e o fortalecimento da economia.
O Brasil conta com 38,9 milhões de trabalhadores informais, ou seja, 37,8% da população ocupada. Apesar da queda da taxa de desemprego para 5,6%, segundo o IBGE, esse cenário revela uma realidade de quase quatro entre dez brasileiros atuando sem contrato formal, CNPJ ou emissão de nota fiscal. O tema 1389 levado ao STF questiona a legalidade da contratação de pessoa jurídica ou autônomos, além de definir o ônus da prova em casos de fraude.
A discussão vai além do aspecto jurídico, envolvendo uma revisão da rigidez das relações trabalhistas no país. A pejotização, quando realizada com autonomia e contratos transparentes, pode atuar como um instrumento que formaliza, não precariza, o trabalho. A Lei da Liberdade Econômica (13.874/2019) reforça o direito de empreender sem interferência excessiva do Estado, defendendo que contratos legítimos respeitam autonomia, preço livre e ausência de subordinação.
Esse entendimento fornece segurança jurídica para trabalhadores que atuam fora do regime da CLT, possibilitando maior previsibilidade às empresas e liberdade àqueles que buscam se formalizar. Além disso, amplia a base tributária e reduz o contencioso trabalhista, beneficiando o conjunto da economia. O Supremo tem a chance de afirmar que a pejotização lícita é regra, enquanto a fraude deve ser exceção.
Reconhecer essa distinção pode modernizar as relações de trabalho no Brasil, adaptando o sistema jurídico às demandas da economia atual, baseada em serviços e tecnologia. O cenário exige separar o que é fraude do que são relações legítimas, promovendo a formalização por meio da confiança e não da rigidez.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação