Coreia do Sul busca negociar melhores condições de tarifas de chips com os EUA
A Coreia do Sul está negociando com os Estados Unidos para conseguir termos tarifários mais favoráveis sobre chips usados em inteligência artificial. O objetivo é evitar que as tarifas americanas prejudiquem a competitividade das fabricantes sul-coreanas no mercado global.
Empresas como Samsung e SK Hynix, grandes produtoras mundiais de chips, estão diretamente afetadas pelas atuais tarifas impostas pelos EUA. As negociações pretendem estabelecer um equilíbrio, garantindo que a indústria local não seja prejudicada, mesmo com o cenário de tensões comerciais internacionais.
A Coreia do Sul pretende negociar com os Estados Unidos condições vantajosas relacionadas às tarifas impostas sobre chips importados. Essa movimentação ocorre após o anúncio da administração Trump sobre a aplicação de tarifas para chips usados em inteligência artificial.
Um porta-voz do gabinete presidencial sul-coreano confirmou que o país busca garantir que não seja tratado de forma desfavorável frente aos principais concorrentes no mercado global. Essa posição segue um acordo comercial divulgado no ano passado, que prevê proteção contra tarifas discriminatórias para a indústria do país.
Entre os principais afetados estão fabricantes sul-coreanos como a Samsung Electronics e a SK Hynix, reconhecidos como grandes produtores mundiais de chips de memória. Apesar da cobrança dos impostos americanos, o ministro do comércio da Coreia do Sul avaliou que o impacto será limitado para as companhias locais.
Essa negociação acontece em um momento de tensões comerciais globais, onde as políticas tarifárias têm papel significativo na cadeia produtiva tecnológica. O setor de chips é estratégico para as duas nações, aumentando a importância dos termos a serem discutidos.
As tratativas buscam estabelecer equilíbrio para que as tarifas americanas não comprometam a competitividade das empresas sul-coreanas no mercado internacional. Dessa forma, espera-se evitar prejuízos que possam afetar tanto a indústria quanto a economia dos dois países.
Via InfoMoney
4 horas atrás - Tecnologia e Inovação
Lançamentos da Semana: Os Cavaleiros dos Sete Reinos, Marty Supreme e Outras Estreias (18/01)
A semana traz diversas estreias em filmes e séries para variados gostos. Destaca-se a série “Os Cavaleiros dos Sete Reinos” na HBO Max, que se passa antes dos eventos de Game of Thrones e acompanha personagens centrais como Sor Duncan e Egg, futuro rei Aegon V Targaryen.
No Prime Video, estreia “O Roubo”, com Sophie Turner, um suspense sobre um sequestro em uma empresa de investimentos. Já o Disney+ apresenta “The Beauty”, série de terror que investiga um surto misterioso ligado à alta moda. Nos cinemas, “Marty Supreme” relata a vida de uma lenda do tênis de mesa. Fique atento a essas novidades.
A semana traz lançamentos de destaque em filmes e séries que prometem entreter diversos públicos. Na HBO Max, estreia O Cavaleiro dos Sete Reinos, um spin-off que amplia o universo de Game of Thrones, situando-se quase um século antes dos eventos originais. A série segue dois personagens centrais: Sor Duncan, um cavaleiro inexperiente, e Egg, seu escudeiro, futuro rei Aegon V Targaryen.
No Prime Video, O Roubo estreia com Sophie Turner no elenco principal. A trama mostra o sequestro em uma empresa de investimentos, com funcionários feitos reféns e uma investigação liderada por um detetive lidando com vício em jogos de azar. A produção mistura suspense e drama intenso.
Para quem prefere terror, o Disney+ apresenta The Beauty, criação de Ryan Murphy. A série aborda um surto misterioso que transforma pessoas em versões perfeitas de si mesmas, mas com efeitos colaterais mortais. O FBI investiga um possível vínculo com a alta moda após mortes brutais de supermodelos.
A Apple TV+ retoma a disputa na segunda temporada de Gotas Divinas, onde dois herdeiros brigam pelo controle de uma valiosa coleção de vinhos. Já nos cinemas, Marty Supreme, estrelado por Timothée Chalamet, conta a história real de um homem que se tornou uma lenda do tênis de mesa, superando adversidades e desafios pessoais para alcançar o sucesso.
Essas produções diversificadas ampliam as opções para o público que acompanha a queda e ascensão de personagens complexos, seja na televisão ou nas telonas. Fique de olho nas estreias para não perder o que está em destaque no momento.
Bessent nega conclusão de acordo com UE e defende tarifas sobre Groenlândia
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o acordo comercial com a União Europeia não foi finalizado. Ele defende as tarifas aplicadas recentemente, incluindo as relacionadas à Groenlândia, como ações emergenciais para proteger os interesses americanos.
Bessent destacou a importância estratégica da Groenlândia para os EUA, ressaltando que a proteção da ilha é fundamental para evitar conflitos futuros e garantir a paz. Também mencionou a disposição dos EUA em agir caso o equilíbrio com a China ou Índia seja ameaçado.
Além disso, o secretário minimizou preocupações sobre o impacto das tarifas na Otan e reforçou que os europeus aceitarão a liderança americana para manter a segurança global.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o acordo comercial com a União Europeia (UE) não foi finalizado. Em entrevista ao programa Meet the Press, ele defendeu as novas tarifas que o presidente Donald Trump aplicou recentemente, incluindo aquelas relacionadas à Groenlândia. Segundo Bessent, essas medidas podem afetar a confiança de parceiros em negociações, mas são parte de ações emergenciais para proteger os interesses americanos.
Bessent destacou que os Estados Unidos mantêm um “equilíbrio muito bom” com a China, mas que Trump está disposto a agir caso esse equilíbrio seja quebrado. O mesmo vale para a Índia. O secretário usou como exemplo o fato de que a própria UE já enfrenta tarifas adicionais por compra de petróleo russo, reforçando que o presidente utiliza poderes emergenciais para lidar com essas questões.
Sobre a Groenlândia, ele afirmou que os europeus não têm capacidade para proteger a ilha contra ameaças externas, o que reforça a importância estratégica para os EUA. Isso porque, caso haja um ataque, os Estados Unidos seriam envolvidos devido a garantias da Otan. Bessent ressaltou que “é melhor garantir a paz através da força” e que manter a Groenlândia sob controle americano evitaria conflitos futuros.
Ele não descartou possíveis ações militares na ilha e minimizou preocupações sobre o impacto disso na Otan, ressaltando que os europeus mudariam sua visão para permanecer sob a proteção americana. O secretário reforçou argumentos já usados por Trump, como o papel da Groenlândia para a segurança nacional e sistemas estratégicos.
Lançamentos de games da semana: Final Fantasy VII Remake chega ao Xbox Series e Nintendo Switch 2
Janeiro de 2026 promete novidades para os fãs de jogos eletrônicos. Final Fantasy VII Remake chega para Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2, com gráficos aprimorados e conteúdo extra após exclusividade em outras plataformas.
Além desse RPG, o Nintendo Switch 2 recebe Dynasty Warriors: Origins, com batalhas e combos intensos, e MIO: Memories in Orbit estreia em múltiplas plataformas, explorando uma narrativa emocionante com memórias simbólicas.
Jogadores de estratégia ainda podem aproveitar Arknights: Endfield e Escape From Ever After, com combates táticos e ação com puzzles, garantindo variedade de opções para diversos gostos.
O mês de janeiro revela que 2026 trará novidades para os fãs de jogos, com vários lançamentos marcantes. Entre eles, destaca-se a chegada de Final Fantasy VII Remake às plataformas Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2, após período de exclusividade para PlayStation e PC. O título traz uma versão modernizada da história de Cloud Strife, combinando combate em tempo real e elementos estratégicos, além de melhorias visuais e conteúdo extra.
Também chega ao Nintendo Switch 2 o jogo Dynasty Warriors: Origins, que mescla batalhas em larga escala com combos elaborados e enredo focado em alianças entre generais lendários, aproveitando os recursos do novo hardware com visuais e modos extras. Outro destaque é MIO: Memories in Orbit, disponível para múltiplas plataformas, com exploração emocional e narrativa centrada em fragmentos de memórias dentro de universos simbólicos e oníricos.
Para fãs de estratégia e RPG, o spin-off Arknights: Endfield surge com combates táticos em tempo real, oferecendo modos solo e cooperativo, e pré-registro gratuito. Já Escape From Ever After, para consoles e PC, mistura ação, puzzles e combates em turnos, com atmosfera tensa e visual inspirado em Paper Mario. Ele está disponível em demonstração gratuita e ainda aguarda definição de preço.
Esses lançamentos refletem um cenário diversificado que deve manter jogadores engajados, com novidades para diferentes gostos e plataformas.
Trump chega a Davos com tensão crescente entre EUA e União Europeia por tarifas e Groenlândia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarcou em Davos anunciando medidas que podem agravar as tensões comerciais com a União Europeia. Entre as ações está a ameaça de tarifas de até 10% para países europeus e o Reino Unido, relacionadas à disputa pelo controle estratégico da Groenlândia.
Essa postura aumentou o atrito com aliados europeus, que já convocaram reuniões emergenciais para debater possíveis retaliações. Trump acusa a Europa de prejudicar as empresas americanas de tecnologia e busca reforçar a presença dos EUA na Groenlândia para ampliar sua influência global.
Apesar das pressões comerciais, a imposição das tarifas depende ainda de aprovação legal. Internamente, há alertas sobre os riscos dessa estratégia para as relações com a Otan, mas Trump segue firme em sua agenda, que inclui também um plano interno de habitação popular.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Davos com uma postura que promete aumentar as tensões comerciais entre os EUA e a União Europeia. Ele ameaçou impor tarifas de até 10% a países europeus e ao Reino Unido, relacionado a disputas sobre a Groenlândia, um território estratégico que os EUA desejam controlar diretamente para reforçar seu poder de dissuasão. Essas medidas podem desrespeitar acordos firmados anteriormente com a UE e os britânicos.
Trump expressa há tempos descontentamento com a Europa, considerando que os aliados se aproveitam da força americana e impõem restrições sobre empresas americanas de tecnologia. A iniciativa tarifária já gerou reação imediata: líderes europeus convocaram uma reunião emergencial para discutir possíveis retaliações comerciais. O presidente francês Emmanuel Macron advertiu sobre o uso de mecanismos comerciais inéditos.
Enquanto Trump se prepara para participar do Fórum Econômico Mundial, sua equipe busca ampliar a influência dos EUA em áreas como a Groenlândia. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, destacou que a administração acredita ser estratégico ter controle mais direto sobre o território, atualmente sob defesa americana, para melhorar o posicionamento dos Estados Unidos globalmente.
A imposição das tarifas ainda depende de respaldo legal, que pode ser questionado na Suprema Corte. A Casa Branca não detalhou a base jurídica, mas caracteriza a medida como uma tática de negociação. O ex-vice-presidente Mike Pence sugeriu moderação para evitar danos às relações com a Otan, enquanto Trump segue focado em sua agenda, que inclui um plano de habitação popular para fortalecer seu apoio interno.
Países da União Europeia criticam ameaças tarifárias dos EUA e estudam resposta
Países da União Europeia, incluindo França, Alemanha e Reino Unido, condenaram as ameaças tarifárias feitas pelos Estados Unidos. Donald Trump condicionou o aumento das tarifas ao avanço nas negociações pela venda da Groenlândia, medida vista como chantagem.
Os países afetados já enfrentam tarifas americanas e reforçam que querem diálogo respeitando a soberania e integridade territorial. Líderes europeus, como a primeira-ministra da Dinamarca, descartam aceitar pressões dos EUA.
A União Europeia avalia contramedidas, como o uso do “Instrumento Anti-Coerção”, para restringir o acesso dos EUA a licitações e investimentos, buscando proteger seus interesses econômicos e regionais.
Países da União Europeia criticaram as ameaças tarifárias feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que condiciona o aumento de tarifas contra aliados europeus ao aceite da venda da Groenlândia, ilha ártica vinculada à Dinamarca. A medida foi vista como chantagem por oito países, incluindo França, Alemanha e Reino Unido.
Na prática, Trump prometeu elevar taxas para até 15% sobre produtos de Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega caso não consiga avançar na negociação pela Groenlândia. Todos esses países já enfrentam tarifas americanas, e recentemente participaram de uma ação militar conjunta na Groenlândia, que é descrita como reforço à segurança regional, sem representar ameaça.
Em comunicado conjunto, os países envolvidos afirmaram que querem manter o diálogo respeitando soberania e integridade territorial, rejeitando a escalada tarifária. A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, reforçou que a Europa não aceitará pressão, posição apoiada por líderes da Alemanha e da Suécia. O ministro das Relações Exteriores da Holanda qualificou as ações dos EUA como chantagem.
O Chipre, atual presidente rotativo da UE, convocou embaixadores para tratar da situação em Bruxelas. A França, por sua vez, considera usar o “Instrumento Anti-Coerção” para contra-atacar, medida inédita que pode restringir acesso americano a licitações públicas, investimentos e comércio de serviços, setor onde há saldo positivo para os EUA na UE.
Na Alemanha, a indústria reagiu com críticas às recentes ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, que planeja usar tarifas para pressionar a venda da Groenlândia pela Dinamarca. A medida aumenta a tensão comercial entre os dois países e preocupa o setor industrial europeu, principalmente a alemã, que depende fortemente da exportação.
O presidente da associação de engenharia VDMA, Bertram Kawlath, alertou que ceder à pressão americana pode incentivar mais exigências semelhantes. Ele ressaltou que objetivos políticos controversos estariam sendo ligados a sanções econômicas de maneira inaceitável. Volker Treier, da Câmara Alemã de Comércio e Indústria, concordou com a necessidade de uma resposta europeia consolidada.
Entre as medidas citadas está o uso do Instrumento Anti-Coerção da União Europeia, capaz de retaliar economicamente países que exerçam pressão sobre membros do bloco para mudar suas políticas. O risco é que essa nova onda de tarifas destrua acordos comerciais recentes fechados entre a UE, Reino Unido e Estados Unidos.
A VDMA e a DIHK expressaram dúvidas sobre a aprovação parlamentar da União Europeia para reduzir tarifas sobre produtos americanos, caso as ameaças tarifárias continuem. Kawlath enfatizou que o Parlamento Europeu não pode avançar com cortes tarifários enquanto Washington mantiver pressões econômicas punitivas.
Via InfoMoney
8 horas atrás - Economia
Copel paga R$ 1,1 bilhão em juros aos acionistas; JHSF define data para dividendos
Nesta semana, a Copel efetuará o pagamento de juros sobre capital próprio no valor total de R$ 1,1 bilhão, equivalente a R$ 0,37 por ação, com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025. O pagamento será feito no dia 19 de janeiro de 2026.
Outras empresas também têm datas importantes para acionistas. A JHSF marcou o dia 20 de janeiro como data-base para seus dividendos, que somam R$ 45,8 milhões, com pagamento previsto para 3 de fevereiro. A Allos e a Tim também anunciaram pagamentos para os próximos dias.
Esses pagamentos reforçam a política de distribuição de proventos dessas companhias, beneficiando os investidores registrados nas datas-base estabelecidas. As datas e valores podem sofrer alterações conforme decisão das empresas.
Nesta semana, algumas empresas brasileiras se preparam para remunerar seus acionistas com dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP). A Copel (CPLE3) realiza o pagamento de JCP no valor total de R$ 1,1 bilhão, o que corresponde a R$ 0,37 por ação, com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025. O pagamento ocorrerá na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026.
Na quarta-feira, dia 21, será a vez da Tim (TIMS3) efetuar o pagamento de JCP a seus investidores. O valor por ação será de R$ 0,19, considerado o cadastro acionário de 26 de setembro de 2025.
Além disso, outras duas empresas definiram suas datas-base para o recebimento de dividendos nos próximos dias. A JHSF (JHSF3) instituiu o dia 20 de janeiro como data de corte para acionistas que receberão R$ 0,07 por ação, totalizando R$ 45,8 milhões, com pagamento programado para 3 de fevereiro de 2026.
Já a Allos (ALOS3) deve pagar R$ 0,29 por ação, correspondente a R$ 146 milhões no total. A data base é 21 de janeiro, e o pagamento está previsto para 29 de janeiro.
Esses proventos são direcionados aos acionistas que estiverem registrados nas datas-base estabelecidas e reforçam a política dessas empresas em distribuir ganhos aos seus investidores.
*As datas e valores dos pagamentos estão sujeitos a alterações pelas companhias.
Câmeras noturnas no Pantanal flagraram uma cena incomum: quatro onças-pintadas, normalmente solitárias, interagindo em grupo próximas a uma cerca elétrica que protege o gado. As imagens registraram o aprendizado social dessas onças ao receberem um choque, o que levou o grupo a evitar a barreira, sugerindo uma comunicação e adaptação coletiva.
O grupo é formado por uma fêmea adulta, seus dois filhotes subadultos e um jovem macho aparentado, porém não filho dela. A aceitação desse macho no núcleo familiar indica uma tolerância incomum para a espécie, que normalmente vive isolada. Eles foram observados compartilhando espaço e dividindo carcaças, o que evidencia um comportamento coordenado.
Os registros mostram que o choque elétrico sofrido por uma das onças jovens serviu de alerta para as demais, que passaram a manter distância da cerca, evitando riscos. Essa aprendizagem pode influenciar positivamente a convivência entre humanos e onças, já que o uso de cercas eletrificadas reduz ataques ao gado.
Essas descobertas indicam que as onças-pintadas podem adaptar seu comportamento diante de barreiras artificiais, principalmente entre os jovens, que ainda desenvolvem habilidades de caça. Além disso, o estudo destaca a possibilidade de que laços familiares e o compartilhamento de informações entre indivíduos ajudem a manter um equilíbrio no território compartilhado com a pecuária.
O monitoramento contínuo com armadilhas fotográficas no Pantanal permite observar esses comportamentos raramente registrados, ampliando o conhecimento sobre a vida social dos jaguares e as estratégias para proteger o gado sem prejudicar os felinos.
Nike lança tênis que homenageia local da morte de Martin Luther King Jr.
A Nike lançou um tênis de basquete em tom verde-azulado inspirado no Lorraine Motel, em Memphis, onde Martin Luther King Jr. foi assassinado em 1968. O modelo faz parte da edição “Honor the King” e foi usado por LeBron James em um jogo comemorativo.
O design, que busca homenagear o legado de King, gerou polêmica devido à associação de um local trágico com um produto esportivo. A Nike afirmou que a intenção é valorizar a luta pelos direitos civis, apesar das interpretações variadas.
O lançamento acontece em um momento de maior atenção às questões de direitos civis nos Estados Unidos. O Museu Nacional dos Direitos Civis, que funciona no local, reconhece a importância da história representada, mas não participou do projeto.
Nesta terça-feira (20), a Nike lançou um tênis de basquete em tom verde-azulado que remete ao modelo LeBron XXIII, numa edição chamada “Honor the King”. A cor do produto busca reproduzir o tom externo do Lorraine Motel, em Memphis, onde Martin Luther King Jr. foi assassinado em 1968. O local atualmente funciona como o Museu Nacional dos Direitos Civis.
LeBron James, jogador da NBA que dá nome ao tênis, usou o modelo em um jogo contra o Memphis Grizzlies, em 2 de janeiro, como parte das celebrações dos 23 anos de carreira do atleta. A ideia é prestar uma homenagem ao legado de King, segundo a Nike.
Mas o uso da paleta que lembra o motel gerou polêmica, com críticas que apontam possível falta de tato na associação entre um local trágico e um acessório esportivo.
John Jowers, vice-presidente de comunicação da Nike, afirmou que o design pode ser interpretado de formas diferentes, mas ressaltou a intenção da marca em honrar a figura e seu impacto na luta pelos direitos civis.
Esse lançamento ocorre em um momento em que questões ligadas a direitos civis ganham destaque no país. O presidente do National Civil Rights Museum comentou que não participou do projeto, mas reconhece a importância de valorizar a história representada pelo local.
A Nike já realizou outras iniciativas relacionadas à história negra, como uniformes especiais para o Atlanta Hawks e edição do tênis Air Force One com a palavra “EQUALITY”.
A repercussão do tênis destaca a complexidade de abordar temas históricos em produtos culturais e de consumo.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação