REDD+ jurisdicional: transformação das florestas em políticas públicas no Brasil
O REDD+ jurisdicional transforma a conservação ambiental em instrumento de política pública no Brasil. Esse sistema atua em escala estadual para monitorar e comercializar créditos de carbono, reduzindo o desmatamento com eficiência e segurança jurídica.
Estados da Amazônia Legal, como Acre, Mato Grosso, Pará e Amazonas, já estruturam seus sistemas, promovendo inclusão de povos indígenas e comunidades tradicionais. As receitas geradas financiam saúde, educação e desenvolvimento local, impulsionando a bioeconomia e a sustentabilidade.
Essa iniciativa muda a visão sobre a floresta, que deixa de ser um obstáculo para o desenvolvimento e passa a ser um motor sustentável, integrando preservação ambiental e direitos sociais.
Durante muito tempo, a conservação ambiental no Brasil foi vista como um obstáculo ao desenvolvimento. Isso está mudando com a implementação dos sistemas jurisdicionais de REDD+, que transformam a proteção das florestas em um instrumento de política pública e desenvolvimento regional. Ao atuar em escala estadual, esses sistemas permitem monitorar e comercializar créditos de carbono derivados da redução do desmatamento, com maior eficiência e menos riscos.
Essa abordagem tem potencial para gerar até 21 bilhões de dólares em receitas até 2030 para os estados da Amazônia Legal. Acre e Mato Grosso já estruturaram seus sistemas, enquanto Pará, Amazonas, Tocantins, Maranhão e Piauí avançam na construção. Um diferencial importante do REDD+ jurisdicional é o reconhecimento dos direitos territoriais, integrando povos indígenas, quilombolas, agricultores familiares e comunidades tradicionais nos processos, garantindo transparência e respeito.
A Resolução nº 19 do Ministério do Meio Ambiente estabelece diretrizes nacionais que asseguram a participação dessas comunidades e a proteção dos seus modos de vida, regulando o uso tradicional do território e exigindo consultas livres e informadas. Essa regulamentação cria segurança jurídica para investidores e fortalece a integridade dos programas.
O destino das receitas é outro ponto-chave do REDD+. A maior parte dos recursos é investida nos próprios territórios, financiando políticas em saúde, educação, regularização fundiária e desenvolvimento econômico local. No Pará, por exemplo, os investimentos podem chegar a 5 bilhões de dólares até 2030, beneficiando quase 2 milhões de pessoas e impulsionando a bioeconomia.
Esse mecanismo estabelece uma nova lógica para as florestas, que deixam de ser um passivo ambiental para se tornarem um motor de desenvolvimento sustentável, conciliando preservação, direitos e bem-estar social.
Eletromidia contrata novo CMO para liderar inovação e marketing
A Eletromidia acaba de anunciar a contratação de Giovanni Rivetti como seu novo Chief Marketing and Innovation Officer (CMO). O executivo terá a missão de integrar criatividade e inovação nas estratégias da empresa, reportando-se diretamente ao CEO Alexandre Guerrero.
Rivetti comandará equipes de marketing, dados, produtos digitais e inovação, com foco em avançar o uso de dados para personalizar campanhas publicitárias. A empresa opera com 90 mil pontos de contato, 70% deles digitais em locais como ruas, shoppings e aeroportos.
Entre as estratégias previstas estão a hipersegmentação do mobiliário urbano e a expansão de interações interativas, apoiadas por parceria com a Claro. O objetivo é oferecer formatos publicitários mais criativos, eficazes e alinhados ao comportamento dos consumidores.
A Eletromidia, uma das líderes em mídia out of home, está investindo em inovação ao nomear Giovanni Rivetti como chief marketing and innovation officer. O executivo, fundador da Context Creative Tech e com passagem pela Accenture Song, será responsável por integrar criatividade e inovação, reportando-se ao CEO Alexandre Guerrero.
Rivetti terá sob seu comando as equipes de marketing, growth, dados, produtos digitais, inteligência de mercado, criação, design, experiências, conteúdo e inovação. Ele visa avançar a empresa para a próxima fase do setor, focada no uso aprimorado de dados para personalizar campanhas publicitárias.
Atualmente, a Eletromidia opera com 90 mil pontos de contato, sendo 70% digitalizados em ambientes como ruas, shoppings, aeroportos e eventos. Segundo o Cenp-Meios, em 2025 o segmento de mídia out of home representou 12% do investimento publicitário no Brasil.
Entre as estratégias que Rivetti pretende ampliar estão a hipersegmentação do mobiliário urbano, adaptando as mensagens ao público e ao momento do dia, além da expansão das interações ultrainterativas vistas em projetos com Heineken, Santander e em ações dedicadas à Fórmula 1.
Essas ações são suportadas por uma parceria consolidada com a Claro, que fornece dados para um melhor entendimento do público e para viabilizar ativações mais segmentadas e eficazes.
Com foco em tecnologia e dados, a Eletromidia busca criar valor no mercado ao oferecer formatos publicitários mais criativos e ajustados aos consumidores.
Suspeito apontado como líder do tráfico no Morro do Macaco é preso em Vitória
Foi preso em Vitória Patric Santos, suspeito de liderar o tráfico no Morro do Macaco. Ele estava foragido desde março de 2025 e assumiu o controle após a prisão de outro criminoso conhecido como MK.
Na abordagem, a polícia apreendeu uma pistola calibre .40 e munições. A prisão é parte das ações de combate ao crime organizado na capital capixaba.
MK, preso em janeiro, tinha forte influência na região e atuava para uma facção criminosa. Segundo a polícia, ele exercia controle por videochamadas e cobrava pedágio de comerciantes locais.
Foi preso em Vitória o suspeito identificado como líder do tráfico no Morro do Macaco, Patric Santos. A operação ocorreu no bairro Jardim da Penha, onde a Polícia Militar localizou o homem que estava foragido do sistema prisional desde março de 2025. Segundo informações oficiais, Patric assumiu o controle do tráfico na região após a detenção de Marcos Luiz Pereira Júnior, conhecido como “MK”.
Durante a abordagem, os agentes apreenderam uma pistola calibre .40 com numeração suprimida, além de munições em posse de Patric. A prisão reforça as ações contra o crime organizado na capital capixaba.
Marcos Luiz Pereira Júnior foi preso no início de janeiro no bairro Jardim Limoeiro, na Serra. Ele era um dos criminosos mais procurados do Espírito Santo, tendo ficado foragido por mais de três anos. MK cumpria pena de 69 anos por crimes graves, incluindo homicídio qualificado, tráfico de drogas e extorsão.
Conforme a Polícia Civil, MK atuava como operador do Terceiro Comando Puro (TCP) no Estado, com envolvimento em grandes operações de tráfico e em diversos homicídios. Além disso, ele mantinha um esquema de “pedágio”, cobrando taxas de empresários e prestadores de serviços nas áreas dominadas pela facção.
Fabrício Dutra, chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa, destacou que MK exercia influência nos bairros de Vitória e Serra por meio de videochamadas e aplicativos, mantendo contato com o comando central do grupo criminoso no Rio de Janeiro.
Como as chuvas constantes influenciam a arquitetura e o trânsito em Belém
Belém, capital do Pará, enfrenta chuvas quase diárias que influenciam diretamente a rotina da cidade. O ciclo de chuvas impacta o trânsito, o comércio e a organização do dia a dia, dividindo as atividades entre os períodos antes e depois das precipitações.
A arquitetura local adapta-se a esse clima com beirais largos e janelas amplas que favorecem a ventilação e evitam o mofo. Além disso, o crescimento urbano exige soluções inovadoras para a drenagem das águas.
Para os turistas, o conhecimento sobre os horários das chuvas é fundamental para aproveitar os pontos turísticos, como o mercado Ver-o-Peso e as Docas, com segurança e conforto.
Belém é a capital brasileira onde a chuva molda completamente o cotidiano e a organização urbana. A cidade equatorial sofre chuvas quase diárias devido à combinação de altas temperaturas e umidade da floresta amazônica, criando um ritmo próprio. Moradores e comércios adaptam-se ao ciclo natural, dividindo o dia entre antes e depois da chuva, assim evitando interrupções no trânsito e nas atividades.
O clima serve como um verdadeiro relógio natural. As chuvas costumam ocorrer no fim da tarde, criando pausas obrigatórias na rotina, que influenciam o comércio local e o transporte. Horários de funcionamento são ajustados para evitar os picos de precipitação e o represamento de tráfego, especialmente em áreas baixas da cidade.
Na arquitetura, beirais largos, janelas amplas e pé-direito alto são estratégias comuns em Belém para enfrentar o volume constante de água e garantir ventilação. Essas características ajudam a prevenir o mofo e o calor úmido típicos após tempestades. Entretanto, o crescimento urbano desordenado ainda desafia os sistemas de drenagem, o que exige inovação em engenharia e o uso de espécies vegetais que absorvem água.
Para turistas, entender essa rotina é essencial para aproveitar os atrativos, como o mercado Ver-o-Peso e as Docas. Guias usam aplicativos meteorológicos para indicar os melhores horários para passeios fluviais, evitando períodos de chuva intensa. A integração entre a ciência meteorológica e o conhecimento popular mantém a cidade segura, informando a população sobre marés altas e prevenindo danos.
Feira de serviços sociais gratuitos atende 5 mil pessoas em Vitória
A Feira da Cidadania em Vitória levou serviços sociais gratuitos para cerca de 5 mil pessoas, oferecendo desde atendimento do INSS até vacinação de animais. O evento aconteceu na Ilha das Caieiras, facilitando o acesso aos serviços públicos para comunidades carentes.
Foram disponibilizados diversos serviços, como consulta odontológica, vale-computadores e liberação de créditos para reformas residenciais. O programa também incluiu orientações para trabalhadores, MEI digital e cadastro único.
Segundo o ministro Guilherme Boulos, a ação visa aproximar o governo da população, reduzindo burocracias e filas, garantindo direitos e benefícios de forma mais acessível.
A Feira da Cidadania levou serviços gratuitos do governo federal à Ilha das Caieiras, em Vitória, atendendo cerca de 5 mil pessoas, segundo Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR). O evento, parte do programa Governo do Brasil na Rua, reuniu diversas ações para facilitar o acesso da população aos serviços públicos, especialmente em áreas mais carentes, como a comunidade de São Pedro.
Entre os serviços oferecidos, havia perícias do INSS, microchipagem e vacinação de animais, atendimento odontológico, vacinação, Programa Reforma Casa Brasil, pé-de-meia e orientações sobre o SUS Digital. A feira também contou com a entrega de vale-computadores a instituições sociais locais e liberação de créditos da Caixa para reformas residenciais.
Maria Josefa, moradora de São Pedro, ressaltou a importância do atendimento INSS no evento, citando as dificuldades para conseguir vaga nos postos tradicionais. Andreia Ciriano, empreendedora local, aproveitou a microchipagem gratuita para cadastrar sua cachorrinha Mel, citando o custo elevado do serviço usualmente.
O programa no local ofereceu ainda orientações e serviços voltados ao trabalhador, MEI digital, Defensoria Pública, cadastro único e abertura de contas, entre outras facilidades. Segundo Boulos, a ideia é aproximar o governo dos cidadãos, evitando burocracia e filas para garantir direitos e benefícios públicos.
Startup brasileira capta R$ 10 milhões para desenvolver cidades e sociedades digitais em rede
A startup brasileira Tools for the Commons captou R$ 10 milhões em rodada pré-seed para acelerar a criação de cidades e sociedades em rede. A empresa trabalha com infraestrutura digital baseada em blockchain, focando na gestão de bens públicos e novos modelos de governança além das fronteiras físicas.
O objetivo é desenvolver zonas econômicas digitais e físicas com regulações diferenciadas e governança própria, criando uma rede global de zonas para investidores, residentes e empresas. A empresa já atua em lugares como Zanzibar e Honduras.
Fundada em 2024, a startup oferece modelos de “estado em rede”, combinando menos burocracia com regimes tributários otimizados. A iniciativa visa ser referência em soluções institucionais com impacto comparável ao da Zona Franca de Manaus.
A startup brasileira Tools for the Commons captou R$ 10 milhões em rodada pré-seed para impulsionar a criação de cidades e sociedades em rede. A empresa desenvolve infraestrutura digital com blockchain, focada em gestão de bens públicos e novos modelos de governança que ultrapassam fronteiras físicas. O aporte envolve investidores como 468 Capital, Sthorm, Tanssi, Coins e Grupo OSPA, além do apoio do escritório Pinheiro Neto.
O foco da startup é acelerar o desenvolvimento das primeiras zonas econômicas digitais e físicas, ambientes que combinam regulações diferenciadas, tecnologias distribuídas e governança própria. A iniciativa busca construir uma rede global de zonas, atraindo residentes, investidores e empresas, com planos de expansão para América Latina, África e Ásia. Atualmente, a Tools já lidera zonas em Zanzibar e Honduras.
Fundada em 2024, a empresa atua como um marketplace de jurisdições, oferecendo a empreendedores e investidores a escolha de ambientes regulatórios eficientes, com menos burocracia e regimes tributários otimizados. O modelo, chamado “estado em rede”, engloba zonas descentralizadas que partilham regras, governança e infraestrutura digital.
Com equipe majoritariamente brasileira, a companhia mira ser uma exportadora de soluções institucionais, oferecendo modelos de zonas especiais e convênios para estimular novos ambientes de negócios. Os estudos também contemplam zonas de processamento para exportação e regimes tributários diferenciados.
A Tools for the Commons pretende estruturar uma rede ampla e conectada, criando ambientes que podem rivalizar, em impacto institucional, com marcos como a Zona Franca de Manaus, só que com infraestrutura digital e conectada.
Entenda o desfecho da Parte 2 da 4ª temporada de Bridgerton: o destino de Benedict e Sophie
A 4ª temporada de Bridgerton, disponível na Netflix, acompanha a história de amor entre Benedict e Sophie, que esconde sua verdadeira identidade como criada. Sophie é revelada como herdeira de uma fortuna, fato que muda os rumos da trama.
Com o apoio da família Bridgerton, Sophie comprova sua fortuna e conquista a aprovação da Rainha Charlotte. O romance deles culmina com o casamento, enquanto outras histórias paralelas ganham destaque na temporada.
O final ainda prepara o terreno para os próximos episódios, abordando temas de amor, perda e mudanças na alta sociedade, mantendo o charme da série e a influência das convenções sociais.
A Temporada 4 de Bridgerton chegou à Netflix e mostrou em oito episódios a história de amor de Benedict e Sophie, misturando elementos históricos e temas atuais. Benedict, um solteirão convicto, se apaixona por Sophie, uma jovem que esconde sua verdadeira identidade por trabalhar como criada. A trama evolui com descobertas que mudam o destino dela, revelando que Sophie é herdeira legítima de uma fortuna, enganada pela madrasta Araminta por motivos de inveja e ciúmes.
Com a ajuda da família Bridgerton, Sophie encontra o testamento do falecido Lord Penwood, que comprova sua posição social e recursos financeiros, incluindo um dote de 18 mil libras. Isso abre caminho para seu relacionamento com Benedict, mas ainda depende da aprovação da Rainha Charlotte, garantida após intervenção de Lady Danbury e um delicado encontro entre Sophie e a monarca.
Enquanto o romance principal se resolve, a temporada também mostra outras histórias importantes: Francesca enfrenta o luto após a morte do marido John, Violet inicia e depois termina um noivado com Lord Anderson, buscando sua independência. A identidade de Lady Whistledown muda quando Penelope decide abandonar o papel devido ao poder destrutivo de suas fofocas, e uma nova figura assume o pseudônimo misteriosamente.
O fim traz o casamento de Benedict e Sophie, simbolizado por uma dança que representa a união definitiva deles, além de ganchos para os próximos episódios focados em Francesca e Michaela. A série mantém seu charme ao mostrar como as convenções sociais influenciam o amor e as relações na alta sociedade.
Desportiva Ferroviária enfrenta Sport no Estádio Kleber Andrade pela Copa do Brasil
A Desportiva Ferroviária enfrenta o Sport Club do Recife no dia 5, às 20h, pela segunda fase da Copa do Brasil. A partida acontece no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, após mudanças devido a exigências da CBF sobre iluminação.
O clube capixaba tentou manter o jogo no Estádio Engenheiro Araripe, mas não conseguiu cumprir todos os requisitos técnicos. Com a transferência, o confronto será em um estádio que garante as condições necessárias para o duelo eliminatório.
A Desportiva chega motivada após eliminar o Sampaio Corrêa-RJ e disputa vaga contra um adversário tradicional. O resultado definirá quem avança para a terceira fase da Copa do Brasil, onde entram times que disputam a Libertadores e outras equipes classificadas.
A Desportiva Ferroviária enfrenta o Sport Club do Recife no próximo dia 5, às 20h, pela segunda fase da Copa do Brasil. O jogo será no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, valendo uma vaga na terceira fase do torneio. A mudança de local ocorreu porque o estádio Engenheiro Araripe, inicialmente escolhido, não conseguiu atender às exigências de luminosidade da CBF a tempo.
Para tentar sediar o confronto no Araripe, o clube buscou alvará da Vigilância Sanitária, liberação do Corpo de Bombeiros e instalou novos refletores, mas as normas técnicas não foram plenamente cumpridas. Assim, a partida foi transferida para o Kleber Andrade, garantindo as condições necessárias para o duelo eliminatório.
A Desportiva Ferroviária chega motivada após eliminar o Sampaio Corrêa-RJ nos pênaltis na primeira fase, alcançando pela primeira vez a segunda etapa da Copa do Brasil. O adversário Sport, rebaixado no último Campeonato Brasileiro, é considerado o maior investimento e tradição nacional entre os times capixabas nesta fase.
Além da Desportiva, dois outros clubes do Espírito Santo avançaram: Rio Branco Atlético Clube e Porto Vitória Futebol Clube. O Rio Branco enfrentará o Athletic-MG no dia 4, às 20h, no Kleber Andrade, enquanto o Porto Vitória joga contra o Avaí, dia 4 às 19h30, na Ressacada em Florianópolis.
Os jogos definem quem segue para a terceira fase, onde entram os clubes que disputam a Libertadores e outros classificados, elevando a importância dos confrontos para as equipes capixabas e seus torcedores.
Como um ancestral de 600 milhões de anos deu origem aos olhos dos vertebrados modernos
Estudos recentes das universidades de Lund e Sussex revelam que a evolução dos vertebrados começou com uma criatura de olho único no topo da cabeça, chamada de “ciclope”. Esse olho primitivo, capaz de distinguir luz e escuridão, surgiu há cerca de 600 milhões de anos e influenciou o desenvolvimento dos olhos modernos.
Esse organismo, semelhante a uma minhoca, usava esse olho para orientação espacial apesar de seu estilo de vida sedentário. Com o tempo, a necessidade visual aumentou, e os vertebrados desenvolveram olhos pares mais complexos, conectados diretamente ao cérebro, capazes de formar imagens.
O olho original não desapareceu totalmente; ele evoluiu para a glândula pineal, ou “terceiro olho”, que ajuda a regular o ritmo circadiano ao captar a luz do ambiente. Essa pesquisa conecta o passado distante com a biologia atual dos vertebrados.
Um estudo recente das universidades de Lund, na Suécia, e Sussex, no Reino Unido, revela que a evolução dos vertebrados começou com uma criatura com um único olho no topo da cabeça, chamada de “ciclope”. Publicada na revista Current Biology, a pesquisa mostra que esse olho primitivo capaz de distinguir luz e escuridão surgiu há cerca de 600 milhões de anos, influenciando o desenvolvimento dos olhos modernos.
Essa antiga forma de visão, presente em um organismo estimado similar às minhocas atuais, permitia reconhecer a orientação espacial, apesar de seu estilo de vida sedentário e consumo de plâncton. O olho mediano acabou desaparecendo, mas as células fotorreceptoras permaneceram no centro da cabeça.
Com mudanças no comportamento e atividade, as necessidades visuais aumentaram, levando à evolução de olhos pares mais complexos, conectados diretamente ao cérebro, capazes de formar imagens. Essa transição explica as diferenças entre os olhos dos vertebrados e de outros animais, como insetos e lulas, cujos órgãos oculares se originam da pele e não do cérebro.
Outra descoberta importante é que o olho original não sumiu completamente: ele evoluiu para a glândula pineal, localizada no centro do cérebro. Esse “terceiro olho” contribui para a regulação do ritmo circadiano ao captar informações luminosas do ambiente, regulando o sono conforme o ciclo claro e escuro.
Esse estudo esclarece a origem dos olhos modernos e destaca a permanência funcional dos vestígios do olho de ciclope nos vertebrados, conectando passado remoto e presente biológico.
Quanto custa construir casas resistentes ao frio extremo em regiões polares?
Construir casas em regiões polares exige um orçamento que vai além dos materiais, incluindo uma logística complexa que pode representar até metade dos custos totais. Materiais especiais como polímeros reforçados, aerogel e vidros triplos são essenciais para resistir ao frio extremo e ao solo congelado.
Soluções modulares pré-fabricadas aceleram a montagem e diminuem a exposição ao frio, reduzindo custos de mão de obra especializada. Materiais como aço galvanizado e madeira laminada são preferidos, pois suportam melhor as variações térmicas. A vedação hermética é fundamental para evitar perdas de calor e garantir eficiência energética.
Além do custo inicial elevado, o design aerodinâmico e os sistemas de controle de umidade aumentam a durabilidade das casas. Essas estratégias ajudam a reduzir gastos futuros com manutenção e aquecimento, tornando o projeto viável a longo prazo.
Construir em condições severas exige entender o custo real para garantir resistências térmicas eficazes. O orçamento vai além dos materiais e inclui uma logística complexa, que pode representar até 50% do custo devido ao transporte limitado em áreas polares.
O uso de materiais como polímeros reforçados, isolantes em aerogel e vidros triplos com gás árgon eleva o preço do metro quadrado, sobretudo em terrenos com permafrost que exigem fundações térmicas para evitar o descongelamento do solo. Essas soluções são fundamentais para manter a integridade estrutural e térmica.
Estruturas pré-fabricadas modulares facilitam a montagem rápida e minimizam o tempo dos trabalhos expostos ao frio intenso, reduzindo custos com mão de obra especializada, que tem valores bem superiores aos de construções urbanas comuns. Concreto convencional não funciona nessas regiões sem aditivos, por isso aço galvanizado e madeira laminada são mais usados, pois suportam melhor as variações de temperatura.
A vedação hermética é essencial para evitar perdas de calor e a entrada de ar frio, mantendo os sistemas de aquecimento funcionando sem desperdício energético. Investimentos em automação residencial e controle de umidade também tornam o projeto viável a longo prazo.
Além do custo inicial mais alto, o design modular reduz desperdício e melhora a durabilidade, ajudando a economizar na manutenção futura e no aquecimento. O investimento em um projeto aerodinâmico diminui o acúmulo de neve e resistência ao vento, fatores que aumentam a vida útil das construções em regiões extremas.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação