Prima de Suzane von Richthofen registra boletim de ocorrência por furto de bens da herança
A prima de Suzane von Richthofen, que também é namorada do tio de Suzane, Miguel Abdalla Neto, registrou um boletim de ocorrência acusando Suzane de furto dos bens deixados na herança de Miguel, avaliada em R$ 5 milhões. Suzane teria retirado diversos itens da casa, como carro e eletrodomésticos, sem autorização judicial.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo e envolve uma disputa judicial sobre a herança. Suzane está em regime aberto, mas pode ter a pena agravada dependendo das provas que surgirem. A família aguarda ainda resultados do Instituto Médico Legal para esclarecer a morte de Miguel.
A disputa envolve também a alegação da prima de união estável com o falecido Miguel por 14 anos, enquanto Suzane se apresenta como parente direto para administrar o espólio. O processo está sendo acompanhado na Vara de Família e Sucessões.
Duas semanas após a investigação inicial, a prima de Suzane von Richthofen e também namorada de Miguel Abdalla Neto, tio da acusada, registrou um boletim de ocorrência acusando Suzane de furto dos bens do espólio. Miguel, que foi encontrado morto em 9 de janeiro, havia deixado uma herança estimada em R$ 5 milhões.
O boletim detalha que Suzane admitiu estar na posse de diversos itens da residência, como um carro Subaru 2021, uma lavadora de roupas, um sofá, uma poltrona e uma bolsa com documentos e dinheiro. A acusação se baseia no inventário aberto na Vara de Família e Sucessões, em que Suzane confessou ter retirado esses bens sem autorização judicial e até teria soldado o portão da casa para proteger os objetos.
Essa disputa sobre a herança envolve Suzane e sua prima Carmem Silvia Gonzalez Magnani, que alega viver em união estável com Miguel por 14 anos, enquanto Suzane se apresenta como parente consanguínea mais próxima para ser inventariante.
A Polícia Civil de São Paulo, por meio do 27º DP, iniciou a apuração do caso desde 20 de janeiro e continua a investigar a suposta subtração. Como Suzane está em regime aberto desde janeiro de 2023, há possibilidade de regressão para prisão fechada ou semiaberta, dependendo das provas apresentadas, conforme explicou o advogado criminalista Gustavo Henrique Moreno Barbosa.
O caso aguarda ainda os laudos do Instituto Médico Legal para esclarecer a causa da morte de Miguel Abdalla Neto, que era tutor do irmão de Suzane desde o assassinato dos pais deles em 2002.
Carnaval de Vitória 2026: confira a ordem e horários dos desfiles
O Carnaval de Vitória 2026 acontece no Sambão do Povo, com os desfiles das dez escolas do Grupo Especial. A festa começa na sexta-feira (6) e segue no sábado (7), transmitida pela TV Sim/SBT para quem não puder estar presente.
Cada escola terá entre 55 e 65 minutos para desfilar, com regras rigorosas para manter o cronograma. A programação prevê início dos desfiles às 22h, encerrando na madrugada de domingo.
A organização garante intervalos precisos para manter o ritmo do evento. Os espectadores poderão acompanhar toda a celebração cultural com segurança e conforto pela TV.
O Carnaval de Vitória agita o Sambão do Povo na próxima sexta-feira (6) e sábado (7) com os desfiles das dez escolas do Grupo Especial. A transmissão será oficial pela TV Sim/SBT, trazendo toda a festa para quem não puder comparecer pessoalmente.
Cada escola terá entre 55 e 65 minutos para percorrer a avenida, com penalizações de um décimo a cada minuto que ultrapassar ou ficar abaixo do tempo estabelecido. A organização visa manter a programação rigorosa para que o evento siga no ritmo esperado.
Na sexta-feira, começam os desfiles a partir das 22h com a escola Pega no Samba, seguida por Novo Império, Unidos de Jucutuquara, Mocidade Unida da Glória e encerrando a noite com Imperatriz do Forte, cujo desfile está previsto para terminar às 4h15.
No sábado, a festa continua a partir das 22h com Rosas de Ouro. Depois, passam pela avenida Unidos da Piedade, Independente de Boa Vista, Chegou O Que Faltava e, finalizando o Carnaval, o Andaraí, com previsão de término às 4h15.
Os horários de concentração variam desde o início da noite até a madrugada, garantindo que a sequência dos desfiles ocorra sem interrupções. As escolas entram em cena com intervalos planejados para manter o fluxo.
Os fãs do Carnaval de Vitória podem acompanhar as apresentações pelas telas da TV Sim/SBT e aproveitar cada detalhe dessa tradição local, que reúne cultura e entretenimento em grande estilo.
Bradesco registra ROE de 15,2% em 2025, mas previsão para 2026 decepciona mercado
O Bradesco teve lucro de R$ 6,5 bilhões no quarto trimestre de 2025, com crescimento anual de 20,6%. O ROE chegou a 15,2%, superando o custo do capital, destacando avanços na gestão do banco.
Embora os resultados de 2025 tenham sido positivos, o guidance para 2026 trouxe projeções que desapontaram o mercado. O lucro esperado é de R$ 27,5 bilhões, abaixo das previsões, e o ROE estimado é ligeiramente maior, em 15,5%.
O banco projeta uma desaceleração no crescimento da carteira de crédito e receitas de serviços, além de aumento das despesas operacionais. Essa perspectiva fez as ações do Bradesco caírem quase 6% no pós-mercado.
O Bradesco registrou um lucro de R$ 6,5 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 5% em relação ao trimestre anterior e crescimento anual de 20,6%. No acumulado do ano, o banco alcançou um lucro de R$ 24,7 bilhões, 26,1% superior ao ano anterior.
O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) subiu de 12,7% em dezembro de 2024 para 15,2% no fim do ano passado, superando o custo de capital, um marco importante na reestruturação liderada pelo CEO Marcelo Noronha.
Embora o resultado tenha ficado dentro do esperado, o guidance para 2026 desapontou o mercado. Projeções indicam lucro próximo de R$ 27,5 bilhões, inferior à expectativa de R$ 29 bilhões do consenso, e previsão de ROE em cerca de 15,5%.
O banco prevê uma expansão mais lenta da carteira de crédito, entre 8,5% e 10,5%, queda em relação aos 11% de 2025. Além disso, espera crescimento modesto nas receitas de serviços (3% a 5%) e aumento das despesas operacionais acima da inflação, entre 6% e 8%.
O desempenho das operações de seguros também deve desacelerar, com crescimento estimado entre 6% e 8% em 2026, abaixo dos 16,1% de 2025.
A carteira de crédito chegou a R$ 1,1 trilhão em 2025, com expansão acima do esperado, impulsionada pelo segmento de grandes empresas. O ROE da seguradora foi de 24,3% e o lucro do setor segurador atingiu R$ 10,1 bilhões.
No pós-mercado, os papéis do Bradesco caíram quase 6%, com o valuation de 1,3x price-to-book e 7,8x lucro estimado para o próximo ano.
Homem bate recorde mundial ao equilibrar escada no queixo por mais de 19 minutos
O americano David Rush quebrou seu próprio recorde mundial ao equilibrar uma escada de alumínio no queixo por 19 minutos e 11 segundos em Boise, Idaho. O feito foi documentado e aprovado pelo Guinness World Records. A escada pesa entre 7 e 10 quilos, exigindo equilíbrio e resistência física do recordista.
David Rush já detém mais de 350 recordes mundiais simultâneos e é especialista em equilibrar objetos. Antes desse feito, havia alcançado 18 minutos e 11 segundos nesse desafio, além de uma marca anterior de 5 minutos e 31 segundos em 2016. Embora um erro no cronômetro tenha reduzido seu tempo oficial para 19 minutos e 11 segundos, o tempo real é de 19 minutos e 13 segundos.
O americano David Rush voltou a melhorar seu próprio recorde mundial ao manter uma escada de alumínio equilibrada no queixo por 19 minutos e 11 segundos. A façanha aconteceu em Boise, Idaho, e foi registrada em vídeo com aprovação do Guinness World Records. A escada, que pesa entre 7 e 10 quilos, exigiu do recordista um controle preciso do equilíbrio e resistência física.
Rush, conhecido por deter o maior número de títulos simultâneos no Guinness, já conquistou mais de 350 recordes. O equilíbrio da escada é uma de suas especialidades. Ele havia batido anteriormente esse tipo de recorde em 2016, com 5 minutos e 31 segundos. Recentemente, recuperou o título com 18 minutos e 11 segundos antes de superar novamente seu tempo.
No próprio site de David Rush, ele ressalta a importância da paciência e do cuidado para evitar lesões, pois o aumento abrupto da carga ou da duração pode causar problemas na região lombar. Curiosamente, houve um pequeno erro no cronômetro oficial: o tempo correto seria 19 minutos e 13 segundos, mas ele perdeu dois segundos para o registro oficial por essa falha.
Essa conquista destaca as exigências físicas e mentais para afirmar-se em um desafio tão específico, que combina força, equilíbrio e foco. A habilidade de Rush em manter o corpo estável diante de um objeto pesado é o que garante a manutenção do recorde mundial por tanto tempo.
BR Partners registra queda na receita, mantém ROE em 22% e prevê retomada dos M&As
A BR Partners divulgou que a receita líquida no quarto trimestre caiu 8,7%, chegando a R$ 131,4 milhões. Apesar disso, o lucro líquido teve alta de 5,7%, beneficiado pela redução de custos operacionais.
O retorno sobre o patrimônio (ROE) ficou em 22,1% no ano, indicando estabilidade no desempenho financeiro. O setor de M&A, que estava com baixo volume, mostrou melhora no último trimestre com sete transações fechadas.
Para o primeiro semestre de 2026, a expectativa é de maior dinamismo nas negociações de M&A, apoiado por perspectivas de queda nos juros e aumento da atividade no mercado de emissão de dívidas.
A BR Partners divulgou resultados do quarto trimestre com queda na receita líquida, alcançando R$ 131,4 milhões, 8,7% menos que no ano anterior. A receita com clientes teve redução de 10,9%, chegando a R$ 105 milhões, enquanto a remuneração do capital apresentou leve alta de 1,3%, totalizando R$ 25,5 milhões.
Apesar disso, o lucro líquido cresceu 5,7% na comparação anual, somando R$ 44,5 milhões, influenciado pela redução de despesas em 16,6%. Marcelo Costa, chefe da tesouraria, destacou a flexibilidade na gestão de custos, especialmente ajustando a remuneração variável, principal componente da folha, mesmo com aumento no número de funcionários.
No acumulado do ano, a receita totalizou R$ 531 milhões, 8,6% menor que em 2024, com lucro líquido caindo 9,6% para R$ 175 milhões. O retorno sobre o patrimônio (ROE) ficou em 22,1%, ligeiramente abaixo do ano anterior, mas ainda acima do custo de capital. Parte dessa queda no ROE está associada à expansão da plataforma de wealth management.
Vinicius Carmona, diretor de RI, afirmou que o ritmo lento de negociações no setor de M&A contribuiu para o desempenho anual, com os nove primeiros meses de 2025 sendo os mais fracos dos últimos cinco anos. No entanto, no último trimestre, o volume de operações começou a aumentar, com sete transações fechadas, incluindo a joint venture entre Imetame e Hapag-Lloyd.
A perspectiva para o primeiro semestre de 2026 é de recuperação no mercado de M&A, com maior dinamismo nas negociações e a expectativa de queda de juros dando suporte. A área de emissão de dívida (DCM) manteve desempenho expressivo, registrando aumento do tíquete médio das operações.
Kiwi: a origem e a mudança de nome da fruta para conquistar o Ocidente
O kiwi, originalmente chamado de “mihoutao” na Ásia, teve seu nome alterado para conquistar o mercado ocidental. Sua trajetória começa na China, mas ganhou um novo nome na Nova Zelândia, onde foi introduzido no início do século 20.
Na década de 1950, devido a questões políticas da Guerra Fria, o nome “groselha chinesa” foi substituído por “kiwi”, inspirado no pássaro símbolo da Nova Zelândia. Essa mudança ajudou na aceitação e na expansão das exportações para os Estados Unidos.
Hoje, o kiwi é produzido em vários países, incluindo China, Estados Unidos e Itália. Sua história mostra como fatores políticos e culturais podem impactar a inserção de uma fruta no mercado global.
A trajetória do kiwi na cultura ocidental envolve mais do que apenas sabor e cultivo. Originária da Ásia, onde era chamada de “mihoutao” ou “fruta do macaco”, essa fruta ganhou outro nome ao chegar à Nova Zelândia. Mary Isabel Fraser trouxe sementes da China no início do século 20 e entregou a Alexander Allison para cultivo local, que deu frutos pela primeira vez em 1910.
Na Nova Zelândia, a fruta foi apelidada de “groselha chinesa”, referência ao sabor, apesar de não ser da família das groselhas. O nome “kiwi” só ganhou força na década de 1950, quando a exportação para os EUA começou. A mudança ocorreu devido à Guerra Fria: o termo “groselha chinesa” tinha conotações negativas pois a China era aliada da União Soviética.
Para evitar problemas nas vendas, a empresa exportadora Turners and Growers adotou “kiwi” em 1959, nome inspirado no pássaro símbolo da Nova Zelândia, que tem aparência semelhante à fruta. O apelido também correspondia ao gentílico dos neozelandeses, o que facilitou a aceitação.
O sucesso comercial aumentou na década de 1970, e hoje o kiwi é produzido em vários países, incluindo os Estados Unidos, Itália e China — essa última é atualmente a maior produtora, usando tanto o nome original quanto o novo.
Assim, o kiwi exemplifica como questões políticas, culturais e mercadológicas influenciam a presença de um produto no mercado global, muito além das suas características naturais.
Exportações brasileiras para EUA caem 25,5% em janeiro; vendas para China crescem 17%
Dados do MDIC revelam que as exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram 25,5% em janeiro de 2026, totalizando US$ 2,4 bilhões. Essa queda é atribuída às sobretaxas aplicadas pelos EUA desde 2025, que dificultam o comércio bilateral.
Enquanto isso, as vendas brasileiras para a China cresceram 17,4%, alcançando US$ 6,47 bilhões, impulsionando um superávit comercial para o Brasil. A corrente de comércio com a China também aumentou, enquanto com os EUA houve queda, sinalizando uma mudança no foco dos mercados brasileiros.
Dados recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 25,5% em janeiro de 2026, totalizando US$ 2,4 bilhões, ante US$ 3,22 bilhões no mesmo mês do ano anterior. Esta é a sexta queda seguida desde que os EUA aplicaram uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros em meados de 2025.
A tarifa revisada no final do ano passado ainda atinge cerca de 22% das exportações brasileiras com alíquotas entre 40% e 50%, o que contribuiu para o déficit comercial de US$ 670 milhões com os EUA. As importações brasileiras de produtos norte-americanos também sofreram queda de 10,9%, somando US$ 3,07 bilhões.
Enquanto isso, o comércio com a China segue apresentando crescimento. As exportações brasileiras ao país asiático aumentaram 17,4%, chegando a US$ 6,47 bilhões, contra US$ 5,51 bilhões em janeiro de 2025. Por outro lado, as importações da China diminuíram 4,9%, garantindo um superávit para o Brasil de US$ 720 milhões.
A corrente de comércio entre Brasil e China atingiu US$ 12,23 bilhões, alta de 5,7% em relação ao ano anterior, enquanto com os Estados Unidos houve queda de 18%, totalizando US$ 5,47 bilhões. Esses números indicam uma mudança no protagonismo comercial do Brasil, com maior foco nos mercados asiáticos diante das dificuldades enfrentadas no mercado americano.
Cidade nos EUA substitui avenidas por jardins e prioriza vida sustentável
Um bairro no Arizona, Estados Unidos, aboliu veículos particulares em sua configuração urbana, substituindo avenidas por jardins e espaços para pedestres. O projeto valoriza a mobilidade humana, a sustentabilidade e melhora a qualidade de vida ao reduzir poluição e ruídos.
O bairro aposta em distâncias curtas, com acesso fácil a serviços essenciais e conexão eficiente com o sistema de transporte público, que integra o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A ausência de carros permite mais segurança e estimula o comércio local, dinamizando a comunidade.
Além da manutenção facilitada graças à ausência de carros pesados, o modelo ganha atenção mundial como alternativa para cidades que desejam priorizar o contato das pessoas com áreas verdes e espaços comunitários.
Um novo conceito urbano surge com o bairro Culdesac Tempe, localizado no Arizona, EUA, que foi planejado para eliminar totalmente os veículos particulares. Isso marca um avanço na construção de cidades que favorecem a mobilidade humana, a sustentabilidade e a qualidade de vida. O projeto aposta em áreas verdes para reduzir as ilhas de calor e prioriza a caminhada e o uso de bicicletas ao substituir estacionamentos por praças.
Essa proposta se apoia em distâncias curtas, onde o acesso a serviços essenciais está disponível em poucos minutos a pé. Para manter a integração com o restante da cidade, o sistema de transporte conta com a conexão ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), garantindo mobilidade eficiente para os moradores.
Além da redução de ruídos e poluição, o bairro aumenta a segurança ao praticamente eliminar o trânsito de carros. Isso contribui para a saúde mental e física dos residentes. A ausência de garagens e a ampla área destinada a pedestres estimulam o comércio local, tornando o local atrativo para pessoas que buscam uma rotina mais ativa e comunitária.
Do ponto de vista financeiro, o custo inicial com infraestrutura especial é compensado pela manutenção simplificada, já que o solo sofre menos danos sem a circulação de carros pesados. O modelo tem despertado interesse global, com gestores urbanos avaliando a viabilidade de transformar centros usados pelo automóvel em espaços verdes e para pedestres.
Essa transição para uma cidade que valoriza a vivência sem carros privados sinaliza um caminho diferente para a ocupação do espaço urbano, destacando o protagonismo do ser humano, da sustentabilidade e de comunidades mais conectadas.
Jared Kushner e Steve Witkoff participam de reunião dos EUA com Irã em Omã
O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e o empresário Jared Kushner, genro de Donald Trump, tiveram reunião marcada com o Irã em Omã, no dia 6 de fevereiro. O encontro acontece em meio às tensões regionais intensificadas pela presença militar dos EUA no Golfo.
A negociação foi confirmada pelo chanceler iraniano, destacando a mediação de países como Catar, Turquia e Egito. A reunião focará exclusivamente no programa nuclear do Irã, com a decisão de transferir o local de Istambul para Mascate.
Kushner tem assumido um papel ativo na diplomacia americana, incluindo negociações recentes envolvendo Rússia e Ucrânia. A Casa Branca aguarda atualizações do presidente sobre este diálogo importante para a segurança regional.
O enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, e o empresário Jared Kushner, genro do ex-presidente Donald Trump, representarão os Estados Unidos nas negociações com o Irã em Omã. O encontro, marcado para o dia 6 de fevereiro, ocorre em um contexto de tensões elevadas, intensificadas pelo envio do porta-aviões USS Abraham Lincoln ao mar Arábico.
A confirmação da reunião foi feita pelo chanceler iraniano Abbas Araghchi, que destacou a importância da mediação de Catar, Turquia e Egito para viabilizar o diálogo. Inicialmente prevista para Istambul, a negociação foi transferida para Mascate por decisão de Teerã e terá foco exclusivo no programa nuclear iraniano.
Nos últimos anos, os Estados Unidos e o Irã realizaram cinco rodadas de conversas sobre o enriquecimento de urânio, interpretado por Washington e Israel como uma possível ameaça militar, embora Teerã negue tal intenção. A pausa nas conversas ocorreu após um ataque norte-americano a instalações nucleares iranianas em junho de 2025.
Kushner, que participou recentemente das negociações trilaterais entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia em Abu Dhabi, vem assumindo um papel ativo na diplomacia americana. Sua presença em Omã, antes incerta, foi confirmada pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que aguarda atualizações do presidente.
A reunião deve abordar exclusivamente o programa nuclear iraniano, evitando outras questões como o financiamento de grupos xiitas ou o desenvolvimento de mísseis, temas que o Irã não quer discutir neste momento.
Polymarket promove supermercado gratuito em Nova York com foco social
A Polymarket lançou em Nova York um supermercado gratuito que funcionará por quatro dias, oferecendo mantimentos sem custo para os moradores da cidade. A ação, marcada para 12 de fevereiro, visa ajudar a comunidade diante do aumento do custo de vida.
Além disso, a empresa doou US$ 1 milhão para um banco de alimentos local, reforçando seu compromisso social. Essas iniciativas coincidem com debates sobre acessibilidade financeira e políticas do novo prefeito de Nova York.
Essas ações fazem parte de uma estratégia de marketing que associa a marca a causas sociais. Resta acompanhar se a Polymarket manterá esse engajamento ou se a iniciativa será apenas um movimento pontual para melhorar sua imagem.
Na semana que antecede o Super Bowl, marcado pelo maior volume de apostas nos Estados Unidos, duas grandes empresas de prediction markets lançaram ações que misturam marketing e filantropia para atrair usuários. Depois da Kalshi distribuir vouchers de US$ 50 em um supermercado de Manhattan, a Polymarket anunciou a abertura de um supermercado gratuito em Nova York, chamado “The Polymarket”.
A loja será inaugurada em 12 de fevereiro e ficará aberta por apenas quatro dias, oferecendo mantimentos sem custo para os nova-iorquinos. A empresa afirmou que o local estará totalmente abastecido e aberto a todos, evidenciando sua intenção de apoiar a comunidade local, especialmente diante da crescente preocupação com o custo de vida na cidade.
Além dessa iniciativa, a Polymarket doou US$ 1 milhão a um banco de alimentos de Nova York. O momento dessas ações coincide com o recente aumento da discussão sobre acessibilidade financeira na cidade, que levou à eleição do prefeito Zohran Mamdani, defensor da criação de mercados públicos para reduzir o preço dos alimentos.
Por sua vez, essas ações refletem uma estratégia conhecida como cause marketing, prática usada por empresas para associar suas marcas a causas sociais e, assim, aumentar sua base de clientes. Exemplos tradicionais dessa abordagem são campanhas ambientais da Patagonia e o “McDia Feliz” do McDonald’s no Brasil.
Resta observar se essas operadoras de prediction markets vão manter iniciativas sociais como esta ou se o movimento é apenas um caso de social washing, onde empresas buscam melhorar sua imagem sem mudanças profundas em suas práticas.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação