Chef do renomado restaurante Noma enfrenta denúncias de abusos no trabalho
O famoso restaurante Noma, em Copenhague, está no centro de denúncias por práticas abusivas no ambiente de trabalho. Ex-funcionários relatam agressões físicas e psicológicas, principalmente contra estagiários e jovens cozinheiros, durante o comando do chef René Redzepi.
Relatos incluem episódios de humilhação coletiva e agressões físicas, como socos, que ocorreram mesmo após pedidos públicos de desculpas do chef. A cultura tóxica teria se estendido por anos e refletido na equipe atual.
A repercussão cresceu com a abertura do pop-up do Noma em Los Angeles, onde os preços elevados e as denúncias causam críticas e afastamento de patrocinadores. O caso evidencia os desafios na cultura da alta gastronomia, especialmente no que tange à saúde e respeito dos trabalhadores.
O renomado restaurante Noma, em Copenhague, famoso por sua alta gastronomia e pelo chef René Redzepi, vem sendo alvo de denúncias que revelam um passado de abuso físico e psicológico na cozinha. Ex-funcionários relataram que Redzepi praticava agressões como socos, humilhações públicas e intimidações diversas durante o trabalho, especialmente contra estagiários e jovens cozinheiros.
Um dos relatos mais chocantes envolve um episódio de 2014, no qual Redzepi obrigou sua equipe a participar de uma humilhação coletiva após um subchefe tocar música techno, gênero que o chef não apreciava. Em outra ocasião, ele supostamente agrediu uma cozinheira com socos durante o atendimento.
A cultura tóxica do Noma, segundo esses relatos, perdurou por anos, mesmo com pedidos públicos de desculpas do chef. Embora Redzepi tenha afirmado que trabalha para controlar sua raiva e tenha se afastado da operação diária, muitos ex-membros da equipe afirmam que a prática abusiva continuou, por vezes sob chefes seniores como extensão do comportamento do fundador.
O caso ganhou nova repercussão com a inauguração recente do pop-up do Noma em Los Angeles, onde jantares são servidos por US$ 1.500, suscitando críticas sobre a exploração dos profissionais da cozinha e a exclusividade do empreendimento. Patrocinadores importantes se retiraram do evento, demonstrando preocupação com as denúncias.
Além das agressões físicas, o ambiente de trabalho era marcado por jornadas longas, pressão constante e medo entre a equipe, fatores comuns na alta gastronomia, mas que neste caso ultrapassaram limites e deixaram marcas profundas nos envolvidos.
Na manhã desta sexta-feira (13), a cidade da Serra recebeu a carreta de saúde que oferece exames para detectar câncer de mama e do colo do útero. Instalado em frente ao Terminal de Laranjeiras, em Civit II, o veículo faz parte do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, que amplia o acesso a consultas e exames para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
A unidade móvel conta com equipamentos modernos e equipe multiprofissional para realizar mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, biópsias e consultas ginecológicas especializadas. O atendimento está voltado para mulheres que têm agendamento e encaminhamento pela rede municipal de saúde.
Com essa iniciativa, o objetivo é diminuir o tempo de espera por exames e consultas, facilitando o diagnóstico precoce de doenças, especialmente os cânceres mencionados. A presença da carreta na Serra reforça o compromisso do governo federal em ampliar o alcance dos serviços especializados para a população local.
A disponibilização desses serviços em formato móvel é uma estratégia para levar a prevenção e o diagnóstico para regiões com dificuldade de acesso, colaborando para a redução da mortalidade decorrente dessas doenças. A expectativa é que a ação ajude a aumentar a quantidade de exames realizados, beneficiando a saúde da mulher na cidade.
Pedro Pereira assume como novo CFO do iFood vindo do Bank of America
Pedro Pereira deixa o Bank of America para ser CFO do iFood a partir de 2 de abril. Ele traz 15 anos de experiência em finanças e tecnologia, além de atuar como parceiro global da Prosus, holding controladora da empresa.
O executivo assume o cargo vago desde dezembro e pretende tornar a área financeira mais estratégica, alinhando finanças à operação para otimizar o capital com foco em resultados de longo prazo.
O setor de delivery no Brasil está mais competitivo, e o iFood busca manter a liderança investindo em diversidade, qualidade e inovação na plataforma.
Pedro Pereira está deixando o Bank of America para ocupar o cargo de CFO do iFood, assumindo a posição em 2 de abril. Ele traz uma combinação de experiência em finanças e tecnologia, acumulada após 15 anos no banco, onde atuava como chief strategy officer e liderava a área de tecnologia para a América Latina. Além disso, Pereira será global investment partner da Prosus, holding que controla o iFood.
O posto de CFO do iFood estava vago desde dezembro, quando Gustavo Mendes saiu para a Totvs. Pereira afirmou que seu foco será tornar a área financeira mais estratégica, aproximando-se da operação e do produto para melhorar a alocação de capital com foco em resultados de longo prazo.
A relação do executivo com o iFood começou em 2017, quando atuava como banqueiro em várias transações para a empresa. O CEO Diego Barreto destaca que Pereira tem conhecimento profundo do negócio e experiência global para apoiar o crescimento.
O mercado de food delivery no Brasil enfrenta mais concorrência, com a entrada de grandes empresas asiáticas como Keeta e 99 Food, intensificando a disputa pelo consumidor. Pereira reconhece que competição é constante, reflexo do esforço do iFood em desenvolver o setor e ampliar sua plataforma.
Nos últimos resultados, o iFood apresentou receita anualizada próxima de R$ 10 bilhões e uma margem EBITDA de 19%. Para manter a liderança, a empresa aposta na diversidade de oferta, qualidade de serviço e inovação dentro da plataforma.
Revista Traços estreia no Espírito Santo com edição especial em março
A Revista Traços, conhecida por sua atuação em Brasília e Rio de Janeiro, amplia sua circulação para o Espírito Santo. A primeira edição capixaba será lançada no dia 27 de março, no Theatro Carlos Gomes, em Vitória, com destaque para a artista Elisa Lucinda.
O projeto, uma parceria com a Secretaria da Cultura do Espírito Santo, visa distribuir a revista por pessoas em situação de vulnerabilidade, promovendo cultura e geração de renda. A publicação foca na cena cultural local, com reportagens e conteúdos diversos.
Com mais de 100 edições publicadas e reconhecida nacionalmente, a revista mantém uma tiragem média de três mil exemplares e também atua no meio digital, fortalecendo a cultura capixaba e dando voz a artistas do estado.
A Revista Traços, presente há mais de uma década em Brasília e cinco anos no Rio de Janeiro, amplia sua circulação para o Espírito Santo. A estreia local está marcada para o dia 27 de março, às 19h, no Theatro Carlos Gomes, em Vitória. A primeira edição capixaba traz na capa a artista Elisa Lucinda.
O projeto é uma parceria entre a Secretaria da Cultura do Espírito Santo e a Associação Traços de Comunicação e Cultura, inspirado em modelos internacionais de publicações de rua. As revistas são distribuídas por pessoas em situação de vulnerabilidade, conhecidas como porta-vozes da cultura, que vendem a publicação como fonte de renda.
Com mais de 100 edições publicadas, a Revista Traços já promoveu trabalhos de mais de quatro mil artistas e acumulou mais de 16 prêmios nacionais e internacionais. Seu conteúdo inclui reportagens, perfis, ensaios fotográficos, entrevistas, crônicas e poesias, com foco na cena artística local.
A chegada ao Espírito Santo envolve edições dedicadas exclusivamente à cultura capixaba e a criação de uma rede local de porta-vozes. A revista mantém uma tiragem média de três mil exemplares por edição e também atua digitalmente, atualizando diariamente seu portal.
O lançamento no Theatro Carlos Gomes é aberto ao público, proporcionando uma nova plataforma para artistas e agentes culturais do Estado.
Estúdio brasileiro une realidade virtual e inteligência artificial em novo jogo
O estúdio brasileiro ARVORE, vencedor do Emmy 2020, lançou o jogo Fabula Rasa Dead Man Talking, que combina inteligência artificial generativa com realidade virtual. A inovação permite que personagens respondam em tempo real ao jogador via grandes modelos de linguagem.
A proposta visa expandir a experiência narrativa, mantendo a criatividade humana. O jogo oferece interações dinâmicas e histórias personalizadas, adaptando-se aos comandos do usuário para criar uma narrativa imprevisível.
Apesar das controvérsias em torno do uso da IA generativa, o título destaca uma tendência de integrar tecnologia avançada em jogos, abrindo caminho para novas formas de contar histórias digitais.
O estúdio brasileiro ARVORE, vencedor do Emmy 2020, apresentou no South By Southwest o jogo Fabula Rasa Dead Man Talking, que combina inteligência artificial generativa com realidade virtual. A proposta é criar uma narrativa interativa onde personagens controlados por Large Language Models (LLMs) respondem em tempo real às falas do jogador, gerando diálogos e histórias únicas a cada partida.
Segundo a diretora criativa Luiza Justus, a intenção não é que a IA substitua o processo criativo, mas sim que expanda a experiência narrativa com conversas dinâmicas, mantendo o olhar humano da equipe. Essa abordagem tem gerado debates pela característica controversa da IA generativa, que é conhecida por remixar conteúdos existentes e não criar de forma original.
O jogo aposta na interação espontânea entre jogador e personagens para oferecer uma experiência que mistura tecnologia e criatividade humana. A narrativa se adapta aos comandos do usuário, criando imprevisibilidade e personalização no desenrolar da história.
A reação do público e da crítica ao uso intenso de IA no roteiro ainda é uma incógnita, mas certamente o título reforça a tendência de integrar inteligência artificial generativa na criação de jogos, abrindo caminhos para novas formas de contar histórias digitais.
Confira o trailer oficial para entender como essa tecnologia é aplicada na prática e fique atento para novidades sobre o lançamento do jogo.
Fred Trajano destaca foco em margem e inteligência artificial no Magalu
O Magalu superou expectativas no último trimestre, apresentando lucro líquido ajustado de R$ 124 milhões, apesar da queda anual de 10,5%. O CEO Fred Trajano atribuiu o desempenho à priorização dos canais e segmentos mais rentáveis, com crescimento nas lojas físicas e foco em produtos de maior valor.
A empresa aposta na inteligência artificial para melhorar experiências de compra, como o assistente virtual no WhatsApp, que já alcançou 3 milhões de usuários. A estratégia inclui ampliar a integração entre e-commerce, lojas físicas e serviços, além de priorizar produtos de marca e fortalecer a Luizacred.
Embora o primeiro semestre seja considerado desafiador devido a juros altos, Fred espera recuperar o ritmo com a Copa do Mundo e a redução das taxas. O Magalu mantém o foco em equilíbrio entre crescimento e rentabilidade para os próximos anos.
Apesar dos juros elevados, o Magalu apresentou um resultado no quarto trimestre acima das previsões do mercado e anunciou um novo plano estratégico para os próximos quatro anos. O lucro líquido ajustado foi de R$ 124 milhões, uma queda anual de 10,5%, porém mais que o dobro do consenso Bloomberg, influenciado por créditos tributários.
O CEO Fred Trajano atribuiu o desempenho à decisão de priorizar segmentos e canais mais rentáveis. Com isso, o marketplace teve uma queda de 11,7%, principalmente por reduzir vendas de produtos com menor valor agregado, enquanto as vendas mesmas lojas físicas cresceram 8,4%.
A receita líquida atingiu R$ 11,1 bilhões, avanço de 3,4%, alinhada ao consenso. O EBITDA ajustado cresceu 2,5%, chegando a R$ 867 milhões, superando as expectativas de R$ 833 milhões. Celebrando dez anos como CEO, Fred destacou o foco em inteligência artificial (AI) para extrair valor do ecossistema construído, que inclui MagaluPay, KaBuM! e Netshoes.
O diferencial do Magalu está na integração entre lojas físicas, e-commerce e serviços, planejando ampliar essa lógica com mais unidades da Galeria Magalu e maior diversidade de produtos físicos. A aposta maior é na agentic AI, com experiências de compra mais conversacionais por meio de assistentes virtuais, como o WhatsApp da Lu, que já alcançou 3 milhões de usuários e converte três vezes mais que outras plataformas.
A estratégia também inclui dar prioridade a produtos de marca no e-commerce, com uma curadoria mais focada para equilibrar crescimento e rentabilidade. A Luizacred, joint venture com Itaú, é outro componente central da diversificação, mostrando melhorias na inadimplência e potencial de crescimento principalmente no ambiente online.
Trajano espera um primeiro semestre desafiador, mas vê potencial para recuperação com a Copa do Mundo e queda dos juros.
Pesquisa mostra que 82% dos brasileiros até 40 anos querem o fim da escala 6×1
Uma pesquisa realizada pela Nexus revela que 82% dos brasileiros entre 16 e 40 anos apoiam o fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. A amostra incluiu 2.021 pessoas de todas as regiões do país, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Os jovens da Geração Z (16 a 24 anos) e os millennials (25 a 40 anos) são os principais defensores da mudança, refletindo uma mudança nos valores e nas expectativas em relação às condições de trabalho no Brasil. A pesquisa também indica a necessidade de discussão sobre jornadas mais flexíveis para atender a essas gerações.
Pesquisa da Nexus revela que 82% dos brasileiros de 16 a 40 anos apoiam o fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. A amostra incluiu 2.021 pessoas com 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Entre os jovens de 16 a 24 anos, conhecidos como Geração Z, 31% são totalmente favoráveis ao fim da escala independentemente do salário, enquanto 47% só apoiam se o pagamento for mantido. Já os millennials (25 a 40 anos) apresentam 35% de apoio irrestrito e 42% condicionando ao salário.
Nessas duas faixas etárias, o total que defende o fim da escala 6×1 sem corte no salário alcança 82%. Oscila para 62% entre quem tem entre 41 e 59 anos e cai para 48% entre os maiores de 60 anos.
O CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, destaca que existe um grupo menor, porém significativo, que apoia a extinção da escala independentemente do impacto no salário. Isso indicaria uma mudança nos valores relacionados ao trabalho no Brasil.
A pesquisa também reforça a importância de discutir condições de trabalho que atendam às expectativas das gerações mais jovens, que mostram maior interesse em flexibilização da jornada, mesmo diante de desafios salariais.
Azos capta R$125 milhões em rodada Série C liderada por Kaszek e Kevin Efrusy
A insurtech Azos captou R$125 milhões em uma rodada Série C, com liderança dos investidores Kaszek e Kevin Efrusy, que também participou da rodada anterior. A Endeavor Catalyst investiu na rodada, que ocorre menos de um ano depois de uma Série B de R$170 milhões.
Os recursos serão usados para fortalecer a tecnologia da empresa, focando em inteligência artificial para melhorar subscrição, atendimento e monitoramento. A empresa dobrou o faturamento em 2025 e ampliou sua rede para mais de 11 mil corretores em 24 cidades.
O CEO Rafael Cló destaca que a rodada aumentará os investimentos e acelerará avanços tecnológicos no setor. A Azos projeta crescer R$80 bilhões em capital segurado até 2026 e reduzir o tempo médio para pagamento de sinistros para cinco dias úteis.
A insurtech Azos captou R$125 milhões em uma rodada Série C liderada pela Kaszek e pelo investidor Kevin Efrusy, que já havia participado do aporte anterior. Além deles, a Endeavor Catalyst também entrou no capital da empresa. Essa nova captação acontece menos de um ano após a Série B, quando a Azos levantou R$170 milhões.
Com esses recursos, a Azos pretende fortalecer sua estrutura tecnológica, especialmente com foco no uso de inteligência artificial para aprimorar operações como subscrição, atendimento e monitoramento de qualidade. A empresa destaca que em 2025 dobrou seu faturamento e ultrapassou R$100 bilhões em capital segurado, além de expandir sua rede para mais de 11 mil corretores em 24 cidades.
O CEO Rafael Cló afirma que a rodada amplia a capacidade de investimento e reforça a estratégia de acelerar avanços tecnológicos no setor segurador. A Azos também projeta crescer R$80 bilhões em capital segurado até o fim de 2026 e reduzir o tempo médio para pagamento de sinistros para cinco dias úteis.
Kevin Efrusy ressalta a persistência da empresa ao modernizar um mercado tradicional, enquanto Andy Young, da Kaszek, destaca que a Azos foi concebida como uma empresa com base tecnológica e está preparada para aproveitar as oportunidades da era da inteligência artificial.
A Azos oferece seguros de vida individual com coberturas de até R$5 milhões sem necessidade de exames médicos, com análise rápida e emissão automatizada das apólices em até um dia útil.
Google lança função para testar jogos pagos antes da compra no Brasil
O Google Play apresenta o recurso Game Trials, que permite testar jogos pagos gratuitamente por um tempo limitado antes da compra. Inicialmente disponível em alguns títulos para celular, a função deve chegar ao Google Play Games para PC em breve.
Jogos como Dredge oferecem cerca de 60 minutos para experimentar o gameplay antes de escolher adquirir ou não o jogo completo. A novidade também inclui melhorias na loja, com mais jogos independentes e uma seção para games otimizados para PC.
Além disso, o Google lançou o Play Games Sidekick, um assistente de IA que dá dicas em tempo real durante o jogo, e o recurso Publicações da Comunidade para trocas entre jogadores. Esses avanços ampliam a experiência e a interação dos usuários na plataforma.
O Google Play lançou o recurso Game Trials, que permite experimentar jogos pagos antes de comprá-los. Disponível inicialmente para alguns títulos na versão móvel, a ferramenta deve chegar em breve ao Google Play Games para PC. Nos jogos compatíveis, um botão “Experimentar” oferece um período gratuito de teste.
Um exemplo é o jogo “Dredge”, que oferece aproximadamente 60 minutos para o usuário testar o gameplay antes de decidir pela compra ou remoção do app. Após o período, o jogador escolhe se quer adquirir o jogo completo.
Além dessa função, o Google planeja ampliar a oferta de jogos independentes pagos na Play Store. A empresa também criou uma nova seção dedicada a games otimizados para PC com Windows, permitindo que usuários adicionem títulos à lista de desejos e sejam avisados sobre promoções.
Outra novidade é o Play Games Sidekick, assistente baseado em inteligência artificial Gemini, que fornece dicas em tempo real durante a jogatina, eliminando a necessidade de pesquisar informações externas. Para quem prefere interação humana, o Google introduziu o recurso Publicações da Comunidade, que permite acessar conteúdos e discussões feitas por outros jogadores diretamente nas páginas dos jogos na loja.
Por enquanto, esses recursos estão disponíveis para um número limitado de títulos e idiomas, mas refletem esforços do Google para ampliar a experiência de jogo e ampliar conexões entre usuários.
Morador na República Tcheca encontra molde antigo de ponta de lança da Idade do Bronze
Um morador da República Tcheca encontrou em seu quintal um molde antigo de ponta de lança que data da Idade do Bronze. O artefato, feito de rocha vulcânica, tem quase 23 cm e pertence à cultura dos Campos de Urnas, conhecida por práticas funerárias específicas.
O molde indica produção em série de armas e pode ter influenciado conflitos e comércio na Europa Central naquele período. Apesar de descoberto em 2007, sua análise foi divulgada apenas em 2025, após estudos detalhados.
O artefato foi doado a um museu local para preservação e reforça as conexões comerciais e culturais da Idade do Bronze na região dos Cárpatos.
Um achado arqueológico inesperado surgiu em um celeiro na República Tcheca: o tcheco J. Tomanec encontrou um antigo molde de ponta de lança datado da Idade do Bronze. O artefato, feito de tufo riolítico, rocha vulcânica originária das montanhas Bükk, no norte da Hungria, foi estudado e publicado recentemente na revista Archeologické Rozhledy.
Com quase 23 centímetros e pesando mais de um quilo, o molde representa apenas uma das metades que, originalmente, ficavam unidas por fio de cobre. Segundo os pesquisadores, ele pertence à cultura dos Campos de Urnas, conhecida por cremar e sepultar os mortos em urnas enterradas em campos da Europa Central, e foi encontrado na Morávia do Sul.
O formato da ponta de lança, com nervuras ao longo da lâmina e uma crista afiada no encaixe, indica a produção em série, possivelmente criando dezenas de peças a partir daquele molde. Essa fabricação em larga escala pode ter contribuído para o aumento dos conflitos armados e impulsionado o comércio na região da Bacia dos Cárpatos.
Apesar de o molde de ponta de lança ter sido descoberto em 2007, sua análise completa só foi divulgada em 2025. Estudos por tomografia e difração de raios-X confirmaram a origem da matéria-prima. O artefato foi doado ao Museu da Morávia para preservação e estudos futuros.
Esse achado esclarece detalhes do passado da Europa Central, mostrando conexões comerciais entre áreas distantes da Idade do Bronze e o uso sistemático de moldes para armas em uma era marcada por transformações sociais e culturais.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação