Reflexões sobre a violência contra animais nas cidades brasileiras
A morte brutal de um cão comunitário causada por adolescentes nas ruas de várias cidades brasileiras chama atenção para um preocupante aumento da violência gratuita. Esse comportamento violento surge da falta de limites e empatia, revelando uma crise ética que merece reflexão.
A sociedade precisa repensar seus valores, reconhecendo que a forma como trata os animais reflete nosso estágio de humanidade. Não se trata de equiparar animais a pessoas, mas de entender que a crueldade gratuita é um sinal de problemas sociais mais profundos e que podem causar males maiores se ignorados.
Nas ruas, um silêncio diferente chamou atenção após a morte brutal de um cão comunitário, vítima de adolescentes. Esses jovens, que ainda deveriam aprender sobre limites e empatia, mostraram uma violência que não surge da necessidade, mas do vazio e da falta de freios internos. A situação revela um preocupante padrão crescente em várias cidades, sinalizando uma crise ética.
Ao observar esses episódios, fica claro que a forma como a sociedade trata seus animais indica o estágio da humanidade em que vivemos. Não se trata de equiparar animais a pessoas, mas de reconhecer que a crueldade gratuita é um sintoma que, se ignorado, pode provocar males maiores.
O desafio está em entender onde erramos: na educação em casa, na escola ou na valorização excessiva da força e do poder? Parece que enfatizamos mais a vitória e o sucesso do que a responsabilidade e o caráter. Educamos para o mercado, mas esquecemos de formar cidadãos que respeitem os limites impostos pela moral.
Essa história com o cão comunitário deveria nos causar constrangimento e repensar nossos valores. A crueldade juvenil frequentemente carrega a marca silenciosa do ambiente adulto que a tolera. Ainda há tempo para reaprender que a verdadeira humanidade não está em discursos, mas em gestos diários de cuidado e respeito pelo outro — humano ou não.
Paulo Pimenta acusa filho de Bolsonaro de envolvimento em fraudes no INSS na CPMI
Na CPMI do INSS, o deputado Paulo Pimenta acusou o senador Flávio Bolsonaro de possível participação em um esquema que desviou cerca de R$ 6,3 bilhões em benefícios sociais. Ele citou conexões entre pessoas ligadas ao senador e os principais articuladores do crime.
Pimenta negou qualquer ligação do filho do presidente Lula com o caso, ressaltando que a Polícia Federal descartou envolvimento dele. O deputado pediu que as investigações avancem para apurar a real participação de Flávio Bolsonaro no esquema.
O presidente Lula afirmou que qualquer familiar envolvido nos desvios deverá responder legalmente. O debate reforça a busca por transparência e responsabilidade no caso de fraudes ao INSS.
Na retomada da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de possível envolvimento no esquema que desviou cerca de R$ 6,3 bilhões dos benefícios sociais. Pimenta destacou a ligação entre a administradora do escritório de Flávio, Letícia Caetano dos Reis, e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos principais articuladores do crime.
A irmã de Letícia, Alexandre Caetano dos Reis, foi mencionada pela Polícia Federal como sócia de Antônio Carlos em negócios nas Ilhas Virgens Britânicas. O deputado defendeu que a investigação avance para apurar se Flávio Bolsonaro tem participação no esquema iniciado em 2021, durante o governo de Jair Bolsonaro, atualmente preso por tentativa de golpe de Estado.
Paulo Pimenta negou qualquer relação do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, com o caso. Segundo ele, relatório da Polícia Federal descarta qualquer vínculo do filho do presidente com as fraudes em descontos associativos no INSS ou crédito consignado. Pimenta classificou as acusações contra o filho de Lula como tentativas de criar narrativas falsas para desviar o foco das investigações.
O presidente Lula também comentou o assunto, afirmando que, se qualquer familiar estiver envolvido nos desvios, deverá responder pelas consequências legais.
A importância das mulheres na história da cartografia
As mulheres desempenharam um papel importante na criação de mapas desde a antiguidade, embora sua contribuição tenha sido pouco reconhecida. Desde o bordado de mapas na China antiga até a produção de mapas na Segunda Guerra Mundial, sua participação foi constante e essencial.
A representação feminina da Terra em mapas antigos reflete a simbolização cultural da mulher como origem da vida e conexão com o ambiente. Com o avanço tecnológico, mulheres como Gladys West e Evelyn Pruitt ampliaram a função da cartografia com modelos matemáticos e o conceito de sensoriamento remoto.
Apesar dos avanços, ainda há desafios na inclusão de dados que reflitam as experiências femininas. Organizações dedicadas buscam fortalecer a presença das mulheres na cartografia para garantir representações mais justas e completas dos territórios e suas desigualdades.
As contribuições das mulheres na criação de mapas são antigas, mas historicamente pouco reconhecidas. Desde o bordado de mapas em seda, realizado no século IV na China, até a participação crucial durante a Segunda Guerra Mundial, quando foram responsáveis pela produção de mapas topográficos e interpretação de fotografias aéreas, o papel feminino na cartografia se mantém presente apesar da pouca visibilidade.
A representação da Terra como feminina é tradicional em muitas culturas, simbolizando a origem da vida e a conexão com o ambiente. Mapas antigos, como o “Europa Regina”, utilizavam formas femininas para ilustrar países, revelando as relações entre território, poder e gênero.
Com o avanço da tecnologia, as mulheres ampliaram seu espaço na cartografia. A matemática Gladys West, por exemplo, desenvolveu modelos matemáticos essenciais para o funcionamento dos sistemas de GPS. Na década de 1950, o termo sensoriamento remoto foi criado por Evelyn Pruitt, destacando o uso de imagens de satélite para mapear a Terra.
No entanto, a cartografia ainda enfrenta a falta de dados adequados para refletir as questões das mulheres, especialmente em temas como saúde, violência e planejamento urbano. Para ampliar essa participação, organizações como African Women in GIS, GeoChicas e Women in GIS promovem treinamentos e mapeamentos com foco nas necessidades femininas.
Hoje, a presença e o protagonismo das mulheres na elaboração de mapas são fundamentais para uma representação mais completa e justa dos territórios, ajudando a ampliar a compreensão sobre o mundo e suas desigualdades.
Bancos centrais devem demorar a vender ouro, afirma Stuhlberger
Os bancos centrais provavelmente vão demorar para vender suas reservas de ouro, segundo o gestor Luis Stuhlberger. Apesar das oscilações recentes, o ouro mantém seus fundamentos sólidos e é visto como proteção por grandes investidores.
A demanda pelo ouro cresceu desde 2022 devido a fatores como a guerra na Ucrânia e o confisco de ativos russos. Isso reforça o papel do metal como ativo seguro em meio a incertezas econômicas e tensões internacionais.
Bancos centrais vão demorar para vender ouro, afirma Luis Stuhlberger, gestor com longa experiência no mercado de metais preciosos. Segundo ele, apesar das recentes oscilações, a valorização dos ativos reais, especialmente do ouro, tem fundamentos sólidos e deve continuar. Grandes investidores e bancos centrais seguem comprando o metal como proteção, sem intenção de vender em curto prazo.
Stuhlberger destaca que a demanda por ouro aumentou a partir de 2022, influenciada pela guerra na Ucrânia e pelo confisco de ativos russos, que levou países a buscar alternativas à renda fixa. Além disso, preocupações fiscais e relações tensas entre nações reforçam o papel do ouro como ativo de segurança.
Apesar da forte queda de preços em janeiro, após indicação de Kevin Warsh para a presidência do Fed, o ouro mantém uma valorização expressiva no médio prazo: alta de 170% em cinco anos e 71% no último ano. A prata, embora mais volátil, superou essas altas.
O gestor observa que bancos centrais podem vir a comprar prata, mas ainda não o fizeram, e alerta para sinais especulativos em outros metais preciosos, como platina e paládio, que apresentam movimentos mais bruscos. O ouro segue como aposta de proteção financeira, mais focada em estabilidade do que em retorno rápido.
Essa perspectiva reforça o ouro como um ativo-chave para quem busca proteger investimentos diante das incertezas globais e mudanças no panorama econômico mundial.
Caso Epstein: quem é a brasileira mencionada nos documentos
O nome da ex-modelo Luma de Oliveira foi citado em documentos públicos vinculados ao caso do bilionário Jeffrey Epstein, investigado por abusos e tráfico sexual. A menção ocorreu em e-mails de 2012 trocados entre Epstein e um agente ligado a uma agência de modelos.
Apesar da menção, não há acusação ou envolvimento formal da brasileira no caso. Os documentos ressaltam a escala da rede de contatos do bilionário, sem indicar participação direta nas atividades ilegais investigadas.
Luma de Oliveira, conhecida como ícone do Carnaval e modelo nas décadas passadas, não está envolvida em nenhum processo até o momento. A revelação destaca apenas a extensão das relações de Epstein, sem responsabilidades específicas.
O nome da ex-modelo brasileira Luma de Oliveira foi mencionado em documentos públicos relacionados ao caso do bilionário Jeffrey Epstein, conhecido por ser alvo de investigações sobre abuso e tráfico sexual. A divulgação recente inclui uma troca de e-mails de 2012 entre Epstein e o agente francês Jean-Luc Brunel, ligado à agência de modelos que colaborava com o esquema.
Em uma das mensagens, Epstein questiona Brunel sobre a “namorada de Eike Batista”, referindo-se a Luma durante o período em que ela teve um relacionamento com o empresário brasileiro, entre 1991 e 2004. Essas conversas fazem parte de um conjunto de mais de 3 milhões de páginas, com diversas menções a figuras públicas internacionais.
É importante destacar que a simples citação em arquivos do processo não implica acusação ou envolvimento direto em crimes. Os documentos apresentam uma ampla rede de contatos mantida por Epstein, muitas vezes sem conexão clara com as práticas ilícitas que motivaram as investigações.
Luma de Oliveira ganhou destaque nas décadas de 1980 e 1990 como modelo e ícone do Carnaval. Até o momento, não há indícios formais ou processos envolvendo a ex-rainha de bateria relacionados ao caso.
Esses documentos reforçam apenas a extensão dos relacionamentos do bilionário, sem apontar responsabilidades específicas para as personalidades citadas.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, expressou insatisfação com a falta de resposta à proposta da Rússia para estender em um ano o Novo START, tratado que controla armas nucleares estratégicas entre Rússia e Estados Unidos. Com o término do acordo, especialistas apontam para o encerramento de uma era significativa na limitação dessas armas.
Dmitry Suslov, vice-diretor do Centro de Estudos Europeus e Internacionais da Escola Superior de Economia da Rússia, considera absolutamente improvável a substituição do Novo START em um futuro próximo, dada a conjuntura política global e as divergências entre as partes envolvidas.
Um dos principais pontos de conflito reside na decisão dos EUA de exigir a inclusão das armas nucleares não estratégicas russas no futuro acordo, enquanto Moscou vê esses armamentos como essenciais para equilibrar a superioridade convencional dos EUA e da OTAN.
Além disso, os Estados Unidos defendem que a China seja incluída no possível tratado, enquadrando Pequim como um adversário estratégico e aliado nuclear da Rússia. Já Moscou insiste na consideração das forças nucleares da França e do Reino Unido, posição rejeitada pelos EUA.
Fatores políticos internos nos EUA também dificultam acordos. A administração anterior evitou expandir negociações enquanto persistisse o conflito na Ucrânia, e para alguns setores americanos, restringir o arsenal prejudica a dissuasão contra Rússia e China. Por isso, há resistência para prolongar ou substituir o tratado, favorecendo a liberdade de ampliar o arsenal nuclear.
Essa situação indica que o controle tradicional de armas nucleares entre Rússia e EUA pode continuar sem renovação ou substituição, refletindo tensões estratégicas não resolvidas.
Modelo de inteligência artificial prevê estresse térmico em corais com semanas de antecedência
Pesquisadores desenvolveram um modelo de inteligência artificial que prevê o estresse térmico em recifes de coral com até seis semanas de antecedência. O sistema utiliza dados ambientais históricos desde 1985 para identificar riscos que possam causar branqueamento, ameaça grave aos recifes.
O estudo focou nos recifes da Grande Barreira de Corais da Flórida, nos EUA, destacando a precisão da previsão que permite antecipar ações preventivas. A ferramenta também explica os fatores ambientais que influenciam o estresse, auxiliando gestores a proteger melhor esses ecossistemas.
Pesquisadores desenvolveram um modelo de IA capaz de prever o estresse térmico em recifes de coral com até seis semanas de antecedência. O sistema utiliza dados ambientais coletados entre 1985 e 2024, incluindo temperatura do mar, do ar, ventos e radiação solar, para antecipar eventos que indicam risco de branqueamento, principal ameaça à saúde dos recifes.
O estudo, focado nos recifes da Grande Barreira de Corais da Flórida, EUA, mostra que o modelo supera métodos tradicionais ao prever não só a ocorrência do estresse térmico, mas também o momento aproximado do seu início, com margem de erro de até uma semana. Essa precisão ajuda a planejar ações preventivas.
Uma característica importante é que a ferramenta usa IA explicável, ou seja, detalha quais fatores ambientais contribuem para cada previsão. Isso facilita a compreensão dos riscos locais e auxilia gestores ambientais a direcionar os recursos e intensificar o monitoramento de forma eficiente.
A pesquisadora Marybeth Arcodia destaca que saber quando o estresse térmico começará permite respostas mais rápidas durante ondas de calor marinhas, que têm se tornado mais frequentes e intensas devido às mudanças climáticas.
Além de dados locais, o modelo leva em conta características específicas de cada recife para fornecer análises personalizadas, contribuindo para reduzir os impactos econômicos na pesca, no turismo e nas comunidades costeiras que dependem desses ecossistemas.
Essa ferramenta pretende complementar sistemas de alerta existentes, oferecendo uma vantagem na proteção dos recifes ao antecipar o estresse térmico e ajudar a mitigar os efeitos do branqueamento.
PF realiza operação contra quadrilha de falso investimento no Espírito Santo
Na manhã desta quinta-feira, a Polícia Federal cumpriu mandados em São Mateus, Espírito Santo, contra uma quadrilha suspeita de aplicar golpes com falsas promessas de investimento. Os criminosos captavam dinheiro das vítimas prometendo altos rendimentos sem autorização legal.
Investigações revelaram que valores eram desviados para contas pessoais e usados em sites de apostas e compra de criptoativos. Uma das vítimas entregou um imóvel acreditando investir em um negócio legítimo, mas sofreu prejuízo após a venda do bem.
Durante a operação, um dos suspeitos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma. Os envolvidos podem responder por estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro, com penas que podem passar de 20 anos.
Na manhã desta quinta-feira (05), a Polícia Federal realizou uma operação em São Mateus, Espírito Santo, contra uma quadrilha investigada por aplicar golpes relacionados a falsos investimentos. Os criminosos captavam recursos de vítimas com promessas de rendimentos altos, sem autorização legal.
As investigações começaram após uma denúncia onde uma mulher entregou um imóvel acreditando estar investindo em um negócio financeiro rentável. Posteriormente, descobriu que o bem foi vendido por valor inferior ao avaliado, causando prejuízo.
Durante a apuração, foi constatado que os valores recebidos das vítimas eram desviados para contas pessoais dos envolvidos e não eram aplicados em investimentos. Uma parte significativa dessas quantias foi direcionada a sites de apostas e compra de criptoativos, indicando tentativa de disfarçar a origem ilícita do dinheiro.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, com um dos suspeitos preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Os investigados poderão responder por estelionato, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro nacional e posse irregular de arma, com penas que podem ultrapassar 20 anos de prisão e multas.
Essas ações demonstram a atuação da Polícia Federal no combate ao crime financeiro, especialmente em fraudes que envolvem promessas enganosas de investimento.
As redes sociais transformaram a circulação de informação, ampliando o alcance de denúncias de corrupção, abusos e crimes. Porém, cresce o debate sobre a necessidade de regulação da internet para combater desinformação, o que pode limitar a liberdade de expressão. Esse direito é essencial para a democracia, inovação e economia, já que países com mais liberdade de fala apresentam PIB per capita maior.
O liberalismo defende que o cidadão deve pensar por conta própria, sem tutela estatal. A tentativa de controlar a verdade pelas autoridades pode levar à censura, como acontece em países que regulam redes sociais para combater ‘fake news’ e acabam silenciando opositores.
Combater a mentira com censura não é eficaz. O diálogo aberto corrige informações falsas e fortalece a opinião pública. A liberdade permite que intenções boas ou ruins sejam expostas, enquanto sua ausência pode esconder condutas ilegais.
Defender a liberdade não é tolerar a impunidade. As leis brasileiras já punem crimes digitais como calúnia, difamação e incitação à violência. O debate é sobre evitar que o poder de decidir o que se pode dizer fique nas mãos do Estado, capaz de controlar o pensamento ao definir a “verdade”.
A internet deve continuar sendo um espaço para o exercício da autonomia individual, pois ceder essa voz em troca de segurança é restringir a liberdade da sociedade.
Cristiano Rios assume a liderança de operações na NTT Data
Cristiano Rios foi nomeado diretor de Estratégia e Operações da NTT Data, substituindo Bruno Leal Magalhães. Ele se reportará a Marco Chaves, sócio líder de Digital Strategy.
Com mais de 20 anos de experiência, Cristiano atuará para ampliar a eficiência operacional e reduzir custos, aprimorando processos com tecnologia. Sua chegada fortalece a capacidade da NTT Data em oferecer soluções digitais completas.
O foco da gestão de Cristiano está em aumentar a produtividade dos clientes por meio de estratégias claras e execução eficaz, alinhando inovação e resultados práticos nas operações.
A multinacional japonesa NTT DATA, reconhecida em serviços de TI e consultoria, anunciou Cristiano Rios como o novo diretor de Estratégia e Operações, substituindo Bruno Leal Magalhães, que migrará para a área de Business Process Services. Nesta nova função, Cristiano se reportará a Marco Chaves, sócio líder de Digital Strategy.
A nomeação ocorre em um momento em que a eficiência operacional e a redução de custos são imperativos para as empresas manterem sua competitividade. O papel de Cristiano será ampliar a oferta de soluções que combinam processos e tecnologia para ajudar clientes a alcançarem maior agilidade e produtividade.
Com mais de 20 anos de experiência, Cristiano traz um histórico consolidado em operações e estratégia digital, tendo atuado em organizações como FTI Consulting, KPMG e Deloitte. Sua formação inclui Engenharia de Produção pela FEI, além de especialização em Marketing pela Universidade de Minnesota.
Em nota, ele destacou que seu foco tem sido melhorar a eficiência, aumentar a produtividade e reduzir custos, aplicando sua expertise para implementar soluções que entreguem resultados claros, da estratégia à execução.
Marco Chaves ressalta que a chegada de Cristiano fortalece a capacidade da empresa em enfrentar os desafios das operações digitais. A NTT DATA mantém atuação como consultoria completa, desde a concepção da estratégia até a entrega das soluções, promovendo transformação e ganhos operacionais para os clientes.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação