A Evolução de Vegeta em Dragon Ball SUPER Ainda Está Por Vir
Vegeta demonstra um crescimento significativo durante a Saga do Moro em Dragon Ball SUPER. Ele busca aprimorar suas habilidades no planeta Yardrat, desenvolvendo técnicas espirituais avançadas para enfrentar Moro.
No planeta Yardrat, Vegeta domina a Fissão Espiritual, uma técnica que retira a energia roubada por Moro e ajuda a restaurar a força dos habitantes de Namek. Esse avanço destaca sua capacidade além da força física.
Embora não derrote Moro sozinho, Vegeta tem papel crucial na reversão dos danos causados, mostrando evolução estratégica e espiritual que promete impacto no restante da saga.
Em Dragon Ball SUPER, Vegeta mostra um crescimento notável durante a Saga do Moro. Embora Goku e ele estejam confiantes como Super Saiyajin Blue, enfrentam um inimigo complicado, capaz de absorver energia para se fortalecer. Vegeta, incomodado com o modo desleal de Moro, parte para o planeta Yardrat, onde busca aprimorar habilidades espirituais diferentes das simples transformações de poder.
No planeta Yardrat, Vegeta treina técnicas complexas que envolvem controle avançado do ki, superando até mesmo Goku em refinamento espiritual. Deste treinamento surge a Fissão Espiritual, uma técnica que não apenas ataca Moro, mas retira a energia que ele havia roubado. Assim, Vegeta consegue devolver vida aos habitantes do planeta Namek que Moro tinha debilitado.
Apesar de não derrotar Moro sozinho, Vegeta foi fundamental para reverter o dano causado e garantir que a energia fosse restabelecida. Mais do que força bruta, ele buscou uma luta justa, reforçando sua identidade e orgulho como guerreiro. Esse episódio marca uma evolução estratégica e espiritual do príncipe dos saiyajins, sugerindo que seu melhor momento ainda está por vir dentro da saga.
Essa fase demonstra que o crescimento de Vegeta vai além de simples aumentos de poder, destacando seu papel essencial nas batalhas e seu compromisso com a honra na luta.
Navios da Marinha dos EUA colidem durante reabastecimento no Caribe
Dois navios da Marinha dos Estados Unidos colidiram durante uma operação de reabastecimento em alto-mar, possivelmente no Mar do Caribe. O USS Truxtun e o USNS Supply estavam envolvidos quando ocorreu o incidente.
Dois tripulantes sofreram ferimentos leves e estão em estado estável. Apesar do choque, as embarcações continuaram suas atividades normalmente, e as causas da colisão ainda estão sendo investigadas pela Marinha americana.
O reabastecimento em alto-mar é essencial para as operações navais, mas requer muita precisão, pois as embarcações ficam próximas, aumentando o risco de acidentes como este.
A Marinha dos Estados Unidos confirmou o choque entre dois navios americanos na quarta-feira (11) durante uma operação de reabastecimento em alto-mar próximo à América do Sul. O incidente envolveu o destróier USS Truxtun e o navio-tanque USNS Supply, que opera o apoio de combate rápido.
Dois tripulantes ficaram levemente feridos, e ambos estão em estado estável segundo o Comando Sul das Forças Armadas dos EUA. Apesar do choque, as embarcações retomaram suas atividades normalmente. As causas da colisão ainda estão sob investigação pela Marinha americana, que não revelou o local exato do ocorrido.
Fontes não oficiais apontam que o episódio pode ter ocorrido no Mar do Caribe, região onde os EUA têm ampliado sua presença com a justificativa de enfrentar o narcotráfico.
O reabastecimento em alto-mar permite que navios de guerra recebam combustível e suprimentos sem necessidade de paradas, acelerando as operações militares. No entanto, a manobra requer proximidade entre as embarcações e o controle preciso da situação, fatores que aumentam o risco de acidentes. Condições climáticas adversas e o desgaste físico da tripulação também contribuem para o perigo do procedimento, onde pequenos erros podem levar a colisões.
O USS Truxtun partiu da Estação Naval de Norfolk, Virgínia, no dia 3, e voltou três dias depois para reparos antes de seguir viagem. O USNS Supply, igualmente baseado em Norfolk, acompanha essas missões de apoio logístico.
Essas operações são vitais para a manutenção das atividades navais, apesar dos riscos envolvidos no compartilhamento de espaços tão próximos durante o reabastecimento.
Delegação brasileira para os Jogos Olímpicos de Inverno 2026: conheça os atletas
O Brasil terá sua maior delegação na história dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026, em Milão-Cortina, com 14 atletas e um reserva. A equipe brasileira disputará cinco modalidades: bobsled, esqui alpino, esqui cross-country, skeleton e snowboard.
As provas acontecerão em várias cidades italianas distantes entre si, apresentando desafios logísticos para o time brasileiro. O Comitê Olímpico do Brasil investe em estrutura e visibilidade, incluindo a primeira Casa Brasil de Inverno e parcerias para uniformes e cobertura nas redes sociais.
O Brasil marcará presença com sua maior delegação da história nos Jogos Olímpicos de Inverno 2026, em Milão-Cortina. A equipe contará com 14 atletas e um reserva, representando um aumento de 40% comparado a 2022, quando 10 competidores participaram. Os brasileiros estarão em cinco modalidades: bobsled, esqui alpino, esqui cross-country, skeleton e snowboard.
As competições estarão espalhadas em várias cidades italianas, como Cortina d’Ampezzo, Bormio, Livigno e Tesero. A distância entre os locais de prova chega a cerca de 400 quilômetros, o que traz desafios logísticos para a equipe. O consultor Jorge Bichara destacou a importância de oferecer a melhor estrutura para os atletas, apesar da dispersão dos locais.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) planeja ações para aumentar a visibilidade dos esportes de inverno no país durante os Jogos. Entre elas, está a criação da primeira Casa Brasil de Inverno e o lançamento da parceria do Time Brasil com a marca adidas e a grife italiana Moncler, que fornecerá os uniformes para as cerimônias de abertura e encerramento.
A estratégia inclui ainda a atuação da Time Brasil Media House, que produzirá conteúdos exclusivos para as redes sociais oficiais, em parceria com o Comitê Olímpico Internacional e as federações brasileiras de esporte na neve e no gelo. A participação nesta edição representa um avanço na consolidação do Brasil nos esportes de inverno, ampliando sua presença em competições internacionais.
Entre os atletas confirmados estão nomes como Edson Bindilatti no bobsled, Alice Padilha no esqui alpino e Nicole Silveira no skeleton, que competirão em provas distribuídas em diferentes datas de fevereiro.
Expedição no oceano Antártico registra espécie rara de tubarão-dorminhoco
Durante uma expedição na região do Oceano Antártico, pesquisadores da Austrália Ocidental registraram uma espécie rara de tubarão-dorminhoco. O animal foi filmado a 1.400 metros de profundidade, em águas próximas a 1ºC, ambiente pouco comum para essa espécie.
O tubarão mede cerca de 3,5 metros e apresenta comportamento lento, típico de sua espécie. Pesquisas buscam entender sua diversidade dentária e sua adaptação a águas frias do hemisfério sul.
Estudos recentes tentam identificar se essas espécies podem se mesclar geneticamente e se sua distribuição pode se expandir no Oceano Antártico devido às mudanças climáticas.
Durante uma expedição na Fossa de Tonga, no sudoeste do Oceano Pacífico, pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental registraram uma filmagem rara de uma espécie desconhecida de tubarão-dorminhoco. O animal foi capturado por câmera subaquática a 1.400 metros de profundidade, em águas a aproximadamente 1ºC — um ambiente próximo ao Oceano Antártico, onde a presença desse tubarão é incomum.
O tubarão observado mede cerca de 3,5 metros, movimentando-se lentamente, típico do comportamento desse grupo. A imagem mostra sua boca aberta, revelando fileiras de dentes, embora a diversidade dentária da espécie ainda não seja conhecida. Esses tubarões habitam diversos oceanos, mas são raramente registrados no hemisfério sul, especialmente em águas tão frias.
Esses animais têm pele manchada, pequenas barbatanas e vivem entre a superfície e grandes profundidades. O nome “dorminhoco” vem de sua movimentação lenta, economizando energia em ambientes frios e escuros. No Hemisfério Norte, o tubarão-da-Groenlândia, que pode viver até 400 anos, é o mais estudado e usado como base para entender essas espécies.
Na região sul, duas espécies parecidas são estudadas: o tubarão-dorminhoco-do-sul e o pacífico. Estudos genéticos recentes sugerem que podem ser uma só espécie, e amostras coletadas ajudarão a confirmar essa hipótese. Também há interesse em entender se a espécie poderá se distribuir mais pelo Oceano Antártico com o aumento das temperaturas causadas pelas mudanças climáticas.
Confira os blocos que vão animar o sábado de Carnaval na Grande Vitória
Neste sábado, a Grande Vitória vai oferecer uma programação diversificada de blocos para o Carnaval. Os eventos acontecem em Vitória, Vila Velha, Guarapari e Serra, com opções para todos os públicos.
Em Vitória, os blocos começam cedo na Avenida Beira-Mar, enquanto Vila Velha terá atividades durante boa parte do dia. Guarapari e Serra também contam com blocos em diferentes bairros, com horários que vão até a madrugada.
A agenda facilita o planejamento para quem quer aproveitar o Carnaval com responsabilidade e diversão, oferecendo alternativas variadas e acessíveis para o público.
O sábado (14) promete agitar a Grande Vitória com diversos blocos para quem quer aproveitar o Carnaval. O planejamento de Carnaval na Grande Vitória fica mais fácil com a ajuda do VIXFeed, que reuniu os principais blocos espalhados por Vitória, Vila Velha, Guarapari e Serra.
Em Vitória, o Bloco Subúrbio começa às 8h na Avenida Beira-Mar, seguido pelo Bloco Afrokizomba às 14h no mesmo local. Vila Velha oferece uma programação extensa, incluindo o CarnaBarra e o Bloco do Boi, ambos das 13h às 19h, além do Bloco Xixi de Bode em Itapuã das 15h às 19h, entre outros.
Guarapari terá diversos eventos espalhados por bairros como Santa Mônica, Perocão, Meaípe e Praia do Morro, com horários que vão das 15h até as 22h. Os blocos mais tradicionais da Avenida Joaquim da Silva Lima terão início a partir das 18h, seguindo até a madrugada.
Na Serra, a programação inclui o Bloco Banho de Mar à Fantasia, de 10h às 14h em Manguinhos, o Bloco Jacara Beach e Ratazanas na orla de Jacaraípe, ambos com atividades durante a tarde e noite, além de outros blocos pelo bairro Vila Nova de Colares e Praia de Carapebus.
Essa abrangente agenda traz opções para todos os gostos, facilitando o aproveitamento do Carnaval. Com tantos blocos em diversos horários e locais, o público tem diversas alternativas para curtir o sábado com responsabilidade e diversão.
Origem e história do primeiro bloco de Carnaval no Brasil
Determinar qual foi o primeiro bloco de Carnaval do Brasil é uma tarefa complexa, já que o conceito de bloco mudou ao longo do tempo. O Carnaval brasileiro tem raízes no Entrudo, festa portuguesa do século 16, que misturava celebrações populares e familiares.
No século 19, influências francesas trouxeram os bailes de máscara e organizaram eventos para as elites. Nas ruas, grupos chamados de clubes, ranchos, cordões ou blocos desfilavam de forma intercambiável e sem definição clara, compondo o cenário carnavalesco.
Entre os blocos mais antigos estão o Congresso das Sumidades Carnavalescas, fundado em 1855, e o Bloco dos Trepadores do Engenho, de 1906, considerado um dos primeiros blocos formais. A música e outras práticas, como o trio elétrico, também foram se consolidando ao longo do tempo.
Determinar qual foi o primeiro bloco de Carnaval do Brasil é complexo, pois o conceito de bloco mudou ao longo do tempo. O Carnaval brasileiro tem raízes no Entrudo, festa portuguesa do século 16 registrada em Pernambuco, que dividia-se entre o Entrudo Popular, uma celebração sem regras e marcada por brincadeiras pesadas nas ruas, e o Entrudo Familiar, evento social dentro de residências.
Durante o século 19, influências francesas trouxeram os bailes de máscara, eventos fechados e elegantes, frequentados por elites, enquanto as ruas se enchiam de desfiles e grupos chamados ora de clubes, ora de cordões, ranchos ou blocos, termos usados de forma intercambiável e sem definição clara.
Dentre as organizações carnavalescas mais antigas, o Congresso das Sumidades Carnavalescas, fundado em 1855, figurou como um clube pioneiro, contando com o escritor José de Alencar entre seus fundadores. O Bloco dos Trepadores do Engenho, surgido em 1906, é apontado como possível primeiro bloco formal. Em São Paulo, o Grupo Carnavalesco Barra Funda, de 1914, marcou o início dos blocos locais, reconstruído em 1954 como escola de samba. O Cordão da Bola Preta, criado em 1918, é reconhecido como um dos mais antigos do Rio de Janeiro.
A música do Carnaval também evoluiu, com Chiquinha Gonzaga compondo em 1899 a marcha “Abre Alas”, inspirada nos relâmpagos dos blocos, enquanto o samba ganhou força a partir de 1917. A introdução do trio elétrico em Salvador, em 1950, e o surgimento das primeiras escolas de samba no Rio consolidaram práticas que hoje definem a festa.
Descontos de até 90% em jogos para Nintendo Switch na eShop internacional
A eShop da Nintendo, em sua versão internacional, oferece descontos de até 90% em diversos jogos para Switch e Switch 2. Entre os títulos com promoções significativas estão No Man’s Sky, The Witcher 3: Wild Hunt, e Persona 3 Reload, entre outros.
Além dos jogos individuais, há também ofertas em consoles com cupons exclusivos e opções de parcelamento. A promoção inclui ainda gift cards com cashback para assinaturas do Nintendo Switch Online. Vale lembrar que essas ofertas são válidas na loja internacional e não na versão brasileira da eShop.
O Carnaval chegou e, se a ideia é aproveitar o feriado para jogar, a eShop da Nintendo traz ofertas que vão ajudar a expandir sua biblioteca com descontos de até 90% em títulos para Switch e Switch 2. Entre os destaques estão jogos como No Man’s Sky, The Witcher 3: Wild Hunt, EA Sports FC 26 Ultimate Edition e Persona 3 Reload. O título Darkest Dungeon está com preço reduzido para R$ 11,99.
Além dos destaques, outras promoções incluem Layers of Fear 2 por R$ 14,90 (-90%), SteamWorld Heist: Ultimate Edition por R$ 11,99 (-88%), Children of Morta por R$ 16,50 (-85%), e ainda Monster Hunter Rise por R$ 36,80 (-80%). Para completar, você encontra Overcooked! 2, Disco Elysium – The Final Cut e Mega Man 11 com descontos entre 67% e 75%.
Para quem tem o Switch 2, jogos como EA Sports Madden NFL 26 Deluxe Edition e EA Sports FC 26 Ultimate Edition também estão em promoção, com descontos de 60% a 70%. Outras opções, como Wild Hearts, Persona 3 Reload e Assassin’s Creed Shadows, também aparecem com preços mais baixos neste período.
Além das promoções em jogos, é possível economizar na compra do console usando cupons exclusivos KaBuM! e parcelar compras na eShop em até 6 vezes sem juros. A compra de gift cards da Nuuvem oferece ainda cashback e cupons de desconto para aproveitar títulos e assinaturas do Nintendo Switch Online com valores reduzidos.
Fique de olho nas ofertas para garantir seus jogos favoritos com descontos e ampliar seu acervo no Switch durante o Carnaval.
Idosas com mais força muscular têm menor risco de mortalidade, mostra estudo
Um estudo recente publicado na JAMA Network acompanhou 5.472 mulheres entre 63 e 99 anos, mostrando que aquelas com maior força muscular apresentam menor risco de mortalidade.
A força foi medida pela preensão manual, revelando que o aumento na força está associado a uma redução significativa na chance de morte. O estudo destaca o papel do fortalecimento muscular independente do exercício aeróbico.
Esses resultados reforçam a importância de exercícios que desenvolvam a força muscular para promover a saúde, preservar a independência e melhorar a qualidade de vida na terceira idade.
Um estudo recente divulgado na revista JAMA Network revela que mulheres idosas com maior força muscular apresentam menor risco de mortalidade. A pesquisa acompanhou 5.472 participantes entre 63 e 99 anos, constatando que aquelas que realizaram qualquer atividade de fortalecimento muscular tiveram uma redução de 15% no risco de morrer, em comparação às que não praticavam exercícios.
A força foi avaliada pela preensão manual, com cada aumento de 5 kg associado a uma diminuição de 8% no risco de morte. O estudo também considerou outras variáveis como idade, etnia, peso, tabagismo, pressão arterial, além do uso de acelerômetros para medir o sedentarismo e atividade física.
Os resultados destacam a importância da força muscular além do exercício aeróbico, apontando que mesmo mulheres que não alcançavam as recomendações oficiais de prática aeróbica apresentaram menor mortalidade quando tinham maior força. O levantamento reforça as recomendações de profissionais da saúde, que indicam atividades de fortalecimento muscular ao menos duas vezes por semana.
O acompanhamento durou mais de 10 anos, período em que foram registrados 1.964 óbitos entre as voluntárias. A manutenção da força muscular está relacionada à preservação da independência funcional e à redução de hospitalizações, fatores que contribuem para a qualidade de vida na terceira idade.
O estudo também aponta que a inflamação associada ao envelhecimento pode comprometer os músculos, mas a força muscular mantém seu papel protetor mesmo após ajustar para esse indicador.
O papel da qualidade e da inovação na avaliação da ciência no Brasil
A avaliação da pesquisa científica é essencial para garantir qualidade, relevância e integridade dos projetos. Ela ocorre antes e depois da execução, equilibrando expectativas e resultados concretos.
O processo envolve critérios técnicos e valores sociais sobre o que é considerada boa ciência, favorecendo tanto propostas seguras quanto ideias inovadoras. No Brasil, há um movimento para incentivar pesquisas de alto risco e potencial transformador.
O desafio está em equilibrar o risco e mérito, tolerando incertezas para fomentar descobertas disruptivas. O Estado tem papel crucial em incentivar esse ambiente propício à inovação científica.
A avaliação da pesquisa científica exerce papel crucial na governança da ciência, assegurando qualidade, relevância e integridade. Ela acontece em duas fases: antes da execução dos projetos, onde prevalecem incertezas, e após a conclusão, quando os resultados são mensuráveis. Esse equilíbrio entre promessa e evidência orienta o sistema atual.
O processo vai além de uma análise técnica, refletindo valores sociais sobre o que é considerada boa ciência. No financiamento público, propostas são avaliadas por critérios como originalidade, mérito e viabilidade, além da qualificação da equipe e adequação orçamentária, geralmente via revisão por pares.
Um desafio importante está na consideração do risco científico, inerente a pesquisas de fronteira que buscam romper paradigmas. Iniciativas internacionais como os programas High-Risk, High-Reward dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e projetos do European Research Council (ERC) exemplificam o financiamento a ideias audaciosas, mesmo sem garantias de sucesso.
No Brasil, embora ainda prevaleça uma cultura voltada a resultados previsíveis, há esforços para o incentivo à ciência de alto risco, como no edital do Instituto Serrapilheira, que aceita propostas sem comprovação exaustiva de viabilidade. Essa mudança busca equilibrar investigação segura e projetos visionários com potencial para descobertas disruptivas.
A avaliação deve tolerar a incerteza e o erro, distinguindo projetos com fundamentação sólida de propostas frágeis, sempre alinhando risco, mérito e impacto social. O papel do Estado é fundamental para criar um ambiente que permita a ousadia necessária à ciência transformadora.
Startups e hub Maravalley fecham parceria para impulsionar inovação no Rio de Janeiro
O Maravalley, hub de inovação localizado na região portuária do Rio de Janeiro, e a plataforma Startups anunciaram uma parceria estratégica para fortalecer o ecossistema de inovação da cidade. O acordo visa ampliar a conexão entre startups, investidores e empresas, promovendo um desenvolvimento regional mais integrado.
Com cerca de 100 empresas, sendo 70 startups, instaladas em seu espaço de 10 mil metros quadrados, o Maravalley recebe diariamente 500 pessoas. As startups residentes já captaram R$ 250 milhões e faturam R$ 1 bilhão anualmente, e a parceria tem como objetivo ampliar essa dinâmica e expandir o ecossistema em 2026.
O Maravalley, hub de inovação no Rio de Janeiro, e a Startups anunciaram uma parceria para fortalecer o ecossistema carioca. O acordo pretende ampliar as conexões entre startups, investidores e empresas, promovendo o desenvolvimento regional de forma integrada.
O Maravalley abriga atualmente 100 empresas, sendo 70 delas startups, em um espaço de 10 mil metros quadrados na região portuária do Rio. O local recebe cerca de 500 pessoas diariamente e planeja expansão para acompanhar o crescimento do ecossistema. Desde seu início, as startups residentes já captaram R$ 250 milhões e registram um faturamento anual de R$ 1 bilhão.
Segundo Daniel Barros, CEO do hub, a aproximação com a Startups é estratégica para ampliar a comunidade e desenvolver projetos em 2026. Do lado da plataforma, Gustavo Brigatto destaca que a colaboração é fundamental para fortalecer hubs regionais e criar uma ponte com o mercado nacional.
Além de atuar no Rio, a Startups mantém parcerias em São Paulo e Porto Alegre, trazendo experiência e relacionamento para impulsionar negócios. A cooperação busca dar mais visibilidade e protagonismo às startups do Rio de Janeiro.
Essa aliança deve fortalecer o ambiente de inovação carioca, facilitando o acesso a investidores e recursos, além de ampliar o networking entre diferentes agentes do setor, colaborando para a expansão tecnológica e econômica da cidade.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação