Guia para escolher o smartwatch ideal para cada perfil de usuário
Escolher um smartwatch exige avaliar compatibilidade com o smartphone, design confortável, sensores precisos e autonomia de bateria. Modelos variam em tamanho e material, como alumínio leve ou titânio resistente.
Para atletas, priorize durabilidade e métricas avançadas de treino. Usuários de saúde buscam monitoramento de sono e estresse. No dia a dia, opte por equilíbrio entre notificações e bateria longa. Versões LTE oferecem independência.
Escolher um smartwatch exige atenção a fatores como compatibilidade, design, sensores e bateria. A Galaxy Watch Samsung integra saúde, treinos e notificações em um ecossistema conectado, especialmente com smartphones Galaxy.
A compatibilidade é chave. Esses relógios sincronizam notificações, chamadas e dados via Samsung Health e Galaxy AI, oferecendo análises de sono, estresse e treinos.
No design, o Galaxy Watch 8 é fino (8,6 mm), em alumínio, nos tamanhos 40 mm e 44 mm, ideal para uso contínuo. O Watch 8 Classic tem caixa de 46 mm em aço inoxidável com coroa giratória e vidro de safira (63,5 g). O Watch Ultra mede 47,4 x 47,1 x 12,1 mm, em titânio (60,5 g), para resistência em esportes.
Todos usam BioActive Sensor 2 para frequência cardíaca, oxigênio no sangue e composição corporal, com Galaxy AI dando recomendações personalizadas.
Baterias variam: Watch 8 com 325 mAh (40 mm) ou 435 mAh (44 mm); Classic com 445 mAh; Ultra com 590 mAh, até 100 horas em modo economia.
Versões Bluetooth atendem uso próximo ao celular; LTE permite independência com eSIM para chamadas e mapas.
Para esportes, Ultra destaca com métricas avançadas e durabilidade. Produtividade favorece Classic e Watch 8. Monitoramento de saúde vai para Watch 8 e Classic. Dia a dia, Watch 8 equilibra recursos.
O ecossistema une Samsung Health e Galaxy AI para dados precisos. Compre na loja oficial Samsung para garantia e suporte.
Fique de olho em atualizações para mais integrações.
China alerta para risco de bolha em robôs humanoides
A agência de planejamento econômico da China emitiu um alerta raro sobre o risco de uma bolha no setor de robôs humanoides. O crescimento acelerado de investimentos e produção preocupa as autoridades.
Autoridades monitoram o mercado para prevenir instabilidades, semelhantes a bolhas passadas. A posição pode impactar estratégias de investimento e regulamentações futuras no país.
A agência de planejamento econômico da China emitiu um alerta sobre os riscos de uma bolha de robôs humanoides na indústria nacional.
Essa declaração oficial é rara e reflete preocupação com o setor, que tem crescido rapidamente nos últimos tempos.
O aviso destaca possíveis excessos no desenvolvimento e investimentos em robôs humanoides, tecnologia que atrai atenção global.
Autoridades chinesas monitoram o mercado para evitar instabilidades econômicas semelhantes a bolhas passadas em outros segmentos.
O crescimento acelerado da produção e das empresas do ramo impulsiona o debate sobre sustentabilidade a longo prazo.
Essa posição oficial pode influenciar estratégias de investimento e regulamentações futuras no país.
Investidores e empresas do setor acompanham de perto as próximas movimentações regulatórias.
George A. Romero e o filme de Resident Evil que nunca foi realizado
George A. Romero, criador de A Noite dos Mortos-Vivos, foi contratado pela Capcom para adaptar o primeiro Resident Evil ao cinema. Ele escreveu um roteiro em seis semanas, fiel aos jogos, com Chris Redfield como fazendeiro nativo americano e criaturas como tubarão-zumbi.
Executivos rejeitaram o script por custos altos e pouca ação. O filme de Paul W.S. Anderson saiu em 2002 com Alice. Em 2024, um documentário resgata o projeto perdido de Romero.
O cinema guarda histórias de projetos que nunca viram a luz dos dias, como o filme de Resident Evil que George A. Romero, criador de A Noite dos Mortos-Vivos, quase dirigiu. Fã de terror e games, Romero moldou o gênero zumbi em 1968 com seu filme de baixo orçamento, que trouxe metáforas sociais e inspirou gerações.
Seu legado inclui Despertar dos Mortos e Dia dos Mortos, cheios de crítica social e hordas famintas. Em 1996, após o sucesso de Resident Evil da Capcom, a empresa o contratou para um comercial de Resident Evil 2 no Japão, com estilo sombrio e atores como Brad Renfro.
Impressionados, Sony e Capcom o convidaram para adaptar o primeiro jogo. Romero escreveu o roteiro em seis semanas, fiel à mansão Spencer, com Chris Redfield como nativo americano fazendeiro e Jill Valentine ligada à Umbrella. Incluía criaturas como tubarão-zumbi e cobra gigante, priorizando tensão e horror lento, diferente do filme de 2002 de Paul W.S. Anderson, com Alice e ação estilo Matrix.
Executivos da Capcom e Constantin Film rejeitaram o script por não agradar, custos altos e excesso de fidelidade. Yoshiki Okamoto disse que não era bom. Em 2024, o documentário George A. Romero’s Resident Evil resgata roteiros e artes conceituais.
A franquia de Anderson faturou US$ 1,2 bilhão, mas fãs ainda sonham com a versão de Romero, mais sombria e próxima dos jogos. Fique de olho em mais curiosidades do cinema e games.
Como é criado um escape room? Conheça o processo por trás das salas
O processo de criação de um escape room inicia com a definição do tema central, como mistérios ou aventuras futuristas. Criadores desenvolvem narrativas envolventes e enigmas conectados à história, usando objetos cotidianos com pistas escondidas.
Tecnologia eleva a imersão: luzes programáveis, sons sincronizados e apps interativos transformam salas comuns em mundos vivos. Testes com jogadores beta refinam o fluxo, equilibrando diversão e dificuldade para uma experiência perfeita.
Histórias cativantes, enigmas desafiadores e tecnologia avançada se unem no desenvolvimento de uma experiência imersiva.
O processo começa com a ideia inicial. Criadores definem o tema central, como mistérios antigos ou aventuras futuristas. Eles constroem narrativas que guiam os participantes.
Em seguida, vêm os enigmas. Cada puzzle é projetado para se conectar à história. Ferramentas digitais, sensores e efeitos especiais entram em cena para tornar tudo mais realista.
A tecnologia faz a diferença. Luzes programáveis, sons sincronizados e apps interativos criam ambientes vivos. Participantes resolvem desafios usando pistas escondidas em objetos cotidianos.
Do conceito ao teste inicial, equipes iteram. Jogadores beta experimentam e dão feedback. Ajustes refinam o fluxo, garantindo que a experiência imersiva flua sem falhas.
Essa combinação transforma salas comuns em mundos envolventes. Equipes de escape room investem tempo para equilibrar diversão e dificuldade.
Fique de olho em novas aberturas. Elas prometem mais inovações nessa mistura de narrativa e tech.
Série recria com precisão os gigantes da Era do Gelo
Uma série traz a recriação mais precisa dos gigantes da Era do Gelo, como um ‘unicórnio’ pré-histórico real.
O objetivo é desafiar ideias preconcebidas sobre criaturas extintas usando ciência atual.
O impacto é surpreender o público com visuais fiéis que atualizam nossa visão da história natural.
Destaca como representações científicas mudam percepções do passado distante.
Olhar para uma tela e não reconhecer o que está ali pode soar estranho. Mas há algo cativante nisso, especialmente com um animal impressionante que você acha que já conhece.
Meu lado nerd da Era do Gelo levou uma rasteira. Ainda assim, saí no lucro. Enfrentei uma unicórnio da vida real retratada de forma inédita.
Essa representação desafia o que imaginamos sobre criaturas pré-históricas. Ela surge em uma série que recria com precisão os gigantes daquela época.
A experiência mistura surpresa e descoberta. O que parecia familiar vira algo novo e intrigante aos olhos.
Detalhes visuais precisos deixam o espectador boquiaberto. É como ver pela primeira vez um bicho extinto em toda sua glória real.
A coluna explora essa recriação fiel. Ela destaca como a ciência atualiza nossas visões do passado distante.
Fique de olho para mais sobre essas representações científicas. Elas mudam nossa percepção da história natural.
A campanha Gracyovos, criada pelo Canva na ação ‘Faz Bonito’ com Gracyanne Barbosa, lançou uma marca fictícia de ovos de luxo com embalagem sofisticada. Ela viralizou rapidamente nas redes sociais, gerando curiosidade e debates.
O sucesso veio do planejamento meticuloso, storytelling gradual, uso de IA e ativação natural com influenciadores. Em 48 horas, alcançou engajamento orgânico massivo, provando que histórias bem construídas superam ações precipitadas.
A Campanha da Gracyovos, do Canva na ação “Faz Bonito” com Gracyanne Barbosa, viralizou nos últimos dias. Ela criou uma marca fictícia de ovos de luxo, com embalagem chique e visual caprichado, que se revelou marketing criativo.
Essa iniciativa destaca planejamento cuidadoso em vez de ideias rápidas. O time interno do Canva construiu narrativa sólida, storytelling gradual e usou influenciadores de forma natural. Incluíram estética unificada, ativação social precisa e ferramentas de Inteligência Artificial no processo.
A página no Instagram montada em tempo real manteve identidade visual coerente, promessa clara e linguagem afinada. Em 48 horas, gerou engajamento orgânico massivo, sem vendas diretas, mas criando curiosidade e conversa.
Gracyanne Barbosa virou a própria marca. O público se envolveu, comprando a história antes do produto. Diferente de campanhas urgentes que evaporam rápido, essa apostou em método: preparo, roteiro lapidado e profundidade.
A escolha ousada de ovos de luxo pareceu real, gerando debates como “É publi?” ou “Quero provar”. Assim, criou memes, comunidade e cultura compartilhada, sem depender de impulsionamento.
Hoje, marcas precisam de consistência narrativa e repertório cultural para conquistar atenção verdadeira. Histórias bem contadas seguem como ativo chave para engajar.
Pesquisadores da UFRR identificam mais de cem pegadas de dinossauros em Roraima
Pesquisadores da UFRR anunciaram a descoberta de mais de cem pegadas de dinossauros em Roraima, no Norte do Brasil.
O objetivo é destacar o potencial paleontológico da região e mapear hábitos de dinossauros na América do Sul.
O impacto inclui atrair atenção global, reforçar a importância de Roraima para estudos fósseis e possivelmente reescrever partes da história evolutiva local.
Análises continuam para identificar espécies e tamanhos exatos das pegadas.
Pesquisadores da Universidade Federal de Roraima (UFRR) anunciaram a descoberta de mais de cem pegadas de dinossauros em Roraima, na região Norte do Brasil.
Essas marcas foram localizadas em uma área no norte do estado. Os cientistas sugerem que elas podem incluir algumas das maiores pegadas de dinossauro já registradas no mundo.
A revelação veio recentemente e destaca o potencial paleontológico da região. As pegadas foram identificadas em rochas que preservam vestígios antigos desses répteis pré-históricos.
Essa descoberta reforça a importância de Roraima para estudos sobre dinossauros na América do Sul. Áreas remotas do Norte brasileiro guardam segredos fósseis que ainda estão sendo explorados.
Os pesquisadores da UFRR continuam analisando o local para entender melhor o tamanho e a espécie dos animais que deixaram as marcas. Tal achado pode reescrever partes da história evolutiva na região.
Investigações iniciais indicam que as pegadas variam em tamanho, com algumas excepcionalmente grandes. Isso atrai atenção global para o sítio em Roraima.
Estudos como esse ajudam a mapear rotas migratórias e hábitos de dinossauros no continente. A UFRR planeja mais escavações para confirmar os detalhes.
Planepoints: app gratuito para iPhone facilita planejamento de voos com milhas
O app Planepoints chegou à App Store para iPhone, após beta, oferecendo dados em tempo real sobre voos e disponibilidade de assentos com milhas em 16 companhias da aliança Oneworld, como American Airlines e Qatar Airways.
A versão gratuita permite buscas básicas e alertas de disponibilidade. O plano Pro libera mais classes de assentos. Novas aéreas serão adicionadas mensalmente, com versão Android em desenvolvimento.
O App de viagens do iPhone Planepoints chegou à App Store para facilitar o planejamento de voos. Ele oferece dados em tempo real sobre voos, disponibilidade de assentos com milhas e suporte a várias companhias aéreas.
Após meses em beta, o lançamento público ocorreu em 27 de novembro, coincidindo com o feriado de Ação de Graças nos EUA. Testes revelam uma interface simples e mapas de assentos detalhados da AeroLOPA.
Por enquanto, cobre 16 companhias, focadas na aliança Oneworld. A lista inclui Aer Lingus, Alaska Airlines, American Airlines, British Airways, Cathay Pacific, Etihad Airways, Finnair, Iberia, Japan Airlines, Malaysia Airlines, Qantas, Qatar Airways, Royal Air Maroc, Royal Jordanian, Singapore Airlines e SriLankan Airlines.
Usuários buscam voos com milhas em múltiplas aéreas. O app envia alertas se assentos mudarem ou ficarem disponíveis. Também verifica códigos de tarifa e notifica sobre recompensas.
A versão gratuita mostra disponibilidade básica de assentos. O plano Pro libera dados para outras classes, como para portadores do cartão Gold da British Airways. Ideal para quem viaja muito.
Novas companhias entram mensalmente. Uma versão Android está em fase de desenvolvimento. Fique de olho para atualizações que expandem o alcance.
EUA enfrentam desafio energético com boom de datacenters de IA de US$ 2,5 trilhões
Gigantes da IA como OpenAI, Google e Microsoft planejam dobrar capacidade computacional até 2030, consumindo hoje 40 GW de energia, equivalente a 30 milhões de casas. O investimento total chega a US$ 2,5 trilhões, com foco em GPUs e novas usinas.
Estudo do Goldman Sachs prevê 500 TWh anuais em datacenters de IA nos EUA até 2030. Há riscos de falta de energia em 2028-29, mas otimismo com adição de 63 GW de usinas em 2024, gás natural e nuclear.
Grandes empresas de inteligência artificial, como OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Meta, planejam mais que dobrar a capacidade computacional para suas operações entre 2025 e 2030. Hoje, elas consomem 40 gigawatts de energia, o equivalente ao suprimento de 30 milhões de casas.
O investimento total chega a US$ 2,5 trilhões (R$ 13,35 trilhões). Desse valor, 80% vai para GPUs de fornecedores como Nvidia e AMD. Os outros US$ 500 bilhões (R$ 2,67 trilhões) cobrem novas usinas e linhas de transmissão.
Estudo do Goldman Sachs prevê que, até 2030, datacenters de IA nos EUA usem 500 terawatts-hora anuais, mais de 10% da eletricidade residencial. Analistas alertam para riscos de falta de energia em 2028-2029.
Casos já ocorrem. A Amazon reclama de recusa de energia no Oregon para US$ 30 bilhões em datacenters. Em Santa Clara, centros prontos aguardam atualizações na rede até 2028.
Mas há otimismo. Os EUA adicionaram 40 GW de usinas em 2023 e miram 63 GW este ano, metade solar. Empresas constroem geração própria, como turbinas a gás no Texas. Chevron planeja 5 GW na Bacia Permiana.
Gás natural deve suprir 60% da nova demanda. Nuclear ganha força: Meta e Microsoft contratam reatores antigos. Novas usinas e reatores modulares avançam com apoio federal.
Eficiência também ajuda. IA pode otimizar reservas de petróleo e redes, liberando mais energia. Datacenters ricos garantem soluções para manter liderança em IA.
Produtor de Minas Gerais adota manejo sustentável e aumenta produção de café em 22%
Guilherme Foresti administra a Fazenda Lobo, em Três Corações, Minas Gerais. Ele adotou agrofloresta em 5% da área e plantas de cobertura entre as linhas de café. No biênio 2024/2025, a produção atingiu 37,15 sacas por hectare, alta de 22% em relação ao período anterior.
Após geada em 2021 que destruiu 40% da colheita, as práticas trouxeram resiliência. A fazenda recircula água, protege nascentes e integra o Programa AAA da Nespresso, reduzindo emissões e dependência de crédito rural.
Guilherme Foresti administra a Fazenda Lobo, em Três Corações, Minas Gerais. Ele adota práticas sustentáveis para elevar a produção de café. No biênio 2024/2025, a fazenda alcançou 37,15 sacas por hectare, alta de 22% ante 30,4 sacas no período anterior. Comparado a 2019/2020, com 26,85 sacas, o ganho chega a 38,3%.
Uma geada em 2021 destruiu 40% da colheita recorde, afetando as finanças até 2023. Em 2022, Foresti implantou agrofloresta em 5% dos 100 hectares. Árvores protegem contra geadas e baixam temperaturas, gerando café especial.
Outras medidas incluem plantas de cobertura entre linhas de café. Elas regeneram solo, ciclam nutrientes e descompactam terra em 90 dias. Há recirculação de água na lavagem, arborização, reflorestamento e proteção de nascentes.
O custo inicial da agrofloresta reduz produtividade em 8% a 12%, sacrificando linhas de café para árvores. Ainda assim, trouxe resiliência. A fazenda cortou dependência de crédito rural, comum no setor, e superou dificuldades pós-geada.
Forest convence pares jovens mostrando resultados em intempéries climáticas. A Fazenda Lobo integra o Programa AAA da Nespresso, com 550 propriedades no Brasil. A empresa dá suporte técnico e financeiro para solos saudáveis e biodiversidade.
Nespresso subsidia testes com compostos de palha e esterco, cortando 70% das emissões de fertilizantes sintéticos. Co-investimento de R$ 5 milhões com 130 produtores totaliza R$ 10 milhões.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação