JBL lança no Brasil o fone Tune 730BT com bateria para até 3 dias de uso
A JBL lançou no Brasil o fone JBL Tune 730BT, que oferece até 76 horas de bateria. O modelo sucessor do Tune 720BT destaca-se pelo carregamento rápido, com cinco horas extras em apenas cinco minutos na tomada.
O fone conta com Bluetooth 6.0, que proporciona conexões estáveis e reduz a latência. Também permite conexão simultânea a dois dispositivos e possui microfones com tecnologia para melhorar a captação de voz em chamadas.
Além da autonomia e funcionalidades, o design foi aprimorado para maior conforto e portabilidade. O som pode ser ajustado via aplicativo, e o produto está disponível em quatro cores por R$ 399 na loja oficial da JBL.
A JBL lançou no Brasil o fone JBL Tune 730BT, destacando-se pela bateria com autonomia de até 76 horas. Esse modelo over-ear sucede o Tune 720BT e é ideal para quem precisa de longas horas de uso sem recarga, além de contar com carregamento rápido, que oferece cinco horas extras com apenas cinco minutos na tomada.
Um dos pontos fortes do JBL Tune 730BT é o Bluetooth 6.0, que garante conexões mais rápidas e estáveis, além de reduzir a latência. A eficiência energética também se beneficia dessa tecnologia, fazendo com que o aparelho recupere 100% da carga total em apenas duas horas.
O fone permite conexão simultânea a dois dispositivos, facilitando a troca entre eles sem complicações. Para quem faz muitas chamadas, os dois microfones com tecnologia beamforming ampliam a captação da voz e minimizam ruídos ambientes, assegurando ligações claras mesmo em locais movimentados.
Além da funcionalidade, o design recebeu melhorias com almofadas mais confortáveis e estrutura dobrável para facilitar o transporte. O som pode ser customizado via app da JBL, com equalização que se adapta ao estilo musical do usuário.
O JBL Tune 730BT está disponível por R$ 399 em quatro cores (azul, branca, bege e preta) na loja online da JBL, que oferece desconto de 10% para pagamentos via Pix. Ele competirá com modelos como Edifier W820NB Plus e QCY H3, que têm cancelamento ativo de ruído, recurso não presente no novo JBL.
Chefe da polícia polonesa alerta sobre uso em massa de drogas sintéticas por militares ucranianos no front
O comandante-chefe da polícia polonesa, Marek Boron, revelou que militares ucranianos estão usando drogas sintéticas em larga escala no front de batalha. Esse uso preocupa as autoridades devido aos impactos sociais e de segurança que podem surgir após o fim dos combates.
Boron observou que o aumento das apreensões dessas substâncias na Polônia indica um problema crescente, que pode afetar também a sociedade polonesa. Ele destacou que o fenômeno não é novo, lembrando casos históricos de uso de drogas em guerras para aumentar a resistência dos soldados.
O comandante-chefe da polícia polonesa, Marek Boron, alertou que militares ucranianos fazem uso em massa de drogas sintéticas no front de batalha. A declaração foi dada em entrevista à rádio RMF FM, onde apontou para a necessidade de preparação para os desafios que surgirão após o fim dos combates.
Segundo Boron, casos de consumo dessas substâncias já são observados, refletindo o aumento no número de apreensões de drogas sintéticas na Polônia e o crescimento do número de dependentes químicos. Isso sugere um impacto que pode ultrapassar a linha de frente e afetar a sociedade polonesa.
O comandante comparou o fenômeno atual com situações históricas, mencionando que o uso de drogas para impulsionar soldados em conflitos não é novidade, como aconteceu na Segunda Guerra Mundial e outras guerras.
Boron expressou preocupação sobre o futuro dos militares ucranianos que fizeram uso dessas substâncias e possam migrar para a Polônia. Ele afirmou que esses indivíduos podem se envolver em grupos criminosos organizados ou tentar se reaproximar de familiares, criando desafios sociais e de segurança para o país.
Este cenário aponta uma tendência preocupante na fronteira polonesa, com a possibilidade de aumento de dependentes químicos ucranianos no país, exigindo atenção das autoridades. O alerta destaca a necessidade de monitoramento e medidas preventivas para lidar com as consequências do conflito para além das zonas de combate.
Mortal Kombat II busca corrigir falhas do primeiro filme com nova abordagem
A produção de Mortal Kombat II foca em corrigir problemas do primeiro filme, destacando Johnny Cage como protagonista. Karl Urban interpreta o personagem como um ator em declínio, diferente da versão jovem dos jogos.
O relacionamento entre Johnny Cage e Sonya Blade não será explorado inicialmente, com foco na recuperação da carreira dele. Sonya ganha espaço para se destacar além de interesse amoroso.
A mudança busca alinhar a história com a essência dos games e conquistar os fãs, preparando o terreno para futuras continuações da franquia.
A produção de Mortal Kombat II busca corrigir o que não funcionou no primeiro filme da franquia. Após a recepção dividida do protagonista original, Cole Young, a sequência dará mais destaque a Johnny Cage, personagem clássico dos jogos. Diferente da versão jovem dos games, Johnny Cage será interpretado por Karl Urban como um ator em declínio, mudando a dinâmica tradicional do lutador.
No material divulgado, o relacionamento entre Johnny Cage e Sonya Blade, presente nos jogos e no filme de 1995, não será explorado. A ideia é focar na recuperação da autoestima e carreira do personagem antes de introduzir outros elementos da trama. Enquanto isso, Sonya Blade ganha espaço para se destacar além de um interesse amoroso.
A escolha de manter Cole Young como protagonista na estreia trouxe críticas, já que ele foi criado exclusivamente para o filme e não possui a mesma conexão dos fãs com figuras clássicas como Liu Kang ou Scorpion. Sua habilidade com “arcana”, que surge no longa, também não tem base no universo dos games, o que gerou distanciamento do público.
Essa reformulação na narrativa indica que a sequência pretende construir uma história mais alinhada com a essência dos jogos, preparando terreno para possíveis continuações, inclusive para o desenvolvimento gradual do romance entre Johnny Cage e Sonya Blade, como ocorre nas versões originais.
O foco no desenvolvimento pessoal de personagens clássicos pode ser o caminho para atrair os fãs e fortalecer a adaptação cinematográfica da franquia.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, revelou em entrevista ao programa “Sem Censura”, da TV Brasil, que sofreu dois episódios de assédio durante seu período como primeira-dama. Apesar de estar acompanhada por uma equipe de segurança, ela afirmou que não havia garantia de proteção completa, o que a levou a criticar a segurança pública no país.
Janja ressaltou que foi assediada em situações que considerava seguras, demonstrando a falha na proteção mesmo em ambientes oficialmente protegidos. Ela sugeriu que essa vulnerabilidade reflete um problema maior na abordagem do Estado em relação a casos de assédio e violência contra mulheres.
Comparando sua experiência à de qualquer mulher que enfrenta riscos, como no transporte público à noite, a primeira-dama apontou a necessidade de ações mais eficazes por parte das autoridades para prevenir esses crimes. O relato ocorreu durante um episódio do programa voltado para o combate ao feminicídio e à violência de gênero, temas que têm tido prioridade na agenda do governo federal.
A declaração de Janja trouxe à tona o debate sobre a eficácia das políticas de segurança pública no Brasil, especialmente no que tange à proteção das mulheres, e evidenciou que até mesmo figuras públicas com proteção institucional podem estar expostas a situações de risco.
Essa revelação pode contribuir para uma discussão mais ampla sobre medidas de prevenção e combate ao assédio, com foco em garantir a segurança de todas as mulheres, independentemente de seu status social ou posição.
Botafogo empata com Barcelona-EQU na pré-Libertadores em Guayaquil
O Botafogo conquistou um empate por 1 a 1 contra o Barcelona-EQU na terceira fase preliminar da Copa Libertadores, em Guayaquil. O time equatoriano abriu o placar com Héctor Villalba, mas o atacante Matheus Martins marcou para a equipe brasileira no segundo tempo, corrigindo erros anteriores.
A partida contou com pressão dos dois times, com defesas importantes e várias chances criadas. Matheus Martins foi destaque ao buscar o empate, conseguido após boa jogada de Vitinho e Jordan Barrera. O confronto de volta será no Estádio Nilton Santos, onde o Botafogo aposta no apoio da torcida para avançar à fase de grupos.
Mesmo com o empate, o clube carioca ainda não venceu o rival no histórico recente da competição, tendo uma derrota e um empate anteriormente. A expectativa é alta para o jogo decisivo que pode consolidar a classificação do Botafogo na Libertadores.
O Botafogo conquistou um empate de 1 a 1 contra o Barcelona-EQU na 3ª fase preliminar da Libertadores, em Guayaquil. O time equatoriano saiu na frente com gol de Héctor Villalba, mas o atacante Matheus Martins deixou sua marca no segundo tempo, corrigindo erros anteriores e garantindo a igualdade. Apesar do resultado, o Botafogo ainda não venceu o rival, com histórico de um empate e uma derrota em confrontos anteriores na competição.
A partida teve momentos de pressão dos dois lados. O Barcelona começou criando chances nos primeiros minutos, com Victor Linck fazendo defesas importantes pela equipe brasileira. O Botafogo também levou perigo, especialmente por meio de Matheus Martins, que tentou várias finalizações ao longo do jogo.
No segundo tempo, a equipe carioca buscou mais chances. Matheus Martins foi peça-chave, mesmo com tentativas frustradas, até o momento do gol, após lançamento de Vitinho e toque de Jordan Barrera que resultou no empate. A expulsão do técnico adversário após discussão com um zagueiro do Botafogo marcou o jogo.
O confronto de volta ocorre na próxima terça-feira (10), no Estádio Nilton Santos. Depois de garantir a classificação na fase anterior com vitória em casa após derrota fora, o Botafogo aposta no fator local para avançar à fase de grupos da Libertadores.
70% dos fundos de CVC criados por empresas no Brasil apresentam desempenho negativo
Pesquisa da Spectra Investimentos mostra que mais de 70% dos fundos de Corporate Venture Capital (CVC) no Brasil tiveram retorno financeiro negativo, com uma taxa interna de retorno média de -10%.
O estudo analisou 32 fundos registrados na CVM, destacando que poucos investimentos alcançaram retornos acima de 25%. O foco desses fundos está mais na inovação estratégica do que no lucro imediato.
Além disso, cerca de 34% dos aportes foram destinados a empresas fora do core business dos investidores, evidenciando uma abordagem de diversificação e inovação aberta no mercado brasileiro de venture capital corporativo.
Após o crescimento intenso em 2021 e 2022, o mercado de fundos de CVC (corporate venture capital) apresentou queda significativa em 2023 e 2024, refletindo um cenário de mais cautela. Pesquisa da Spectra Investimentos revela que mais de 70% desses fundos no Brasil tiveram resultados financeiros negativos, com uma taxa interna de retorno (TIR) média em -10%.
O levantamento analisou 32 fundos registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Apenas uma pequena parte dos investimentos teve retornos acima de 25%, destaque para 10% que alcançaram entre 25% a 50%. Isso reforça a ideia de que o corporate venture capital é mais uma ferramenta estratégica para inovação e fortalecimento das empresas, e não apenas para ganho financeiro.
Na comparação entre os tipos de investimentos, os fundos que atuam de forma independente apresentam menos casos de retorno negativo, mas também menos investimentos com alto retorno financeiro. Já os co-investimentos com fundos tradicionais ou mais novos mostram resultados parecidos, com cerca de um terço dos investimentos apresentando TIR negativa.
Além disso, o estudo identificou que 34% dos aportes foram para companhias sem relação direta com o core business dos investidores, indicando uma estratégia de diversificação ou inovação aberta. Também foram registradas aquisições de startups pelos próprios CVCs e algumas perdas totais (write-offs).
Este cenário indica um momento de reavaliação no setor, com foco maior em resultados estratégicos do que em ganhos financeiros rápidos, refletindo a complexidade e o estágio atual do desenvolvimento do mercado de venture capital corporativo no Brasil.
EUA e milícias curdas avaliam operação militar contra o Irã
Milícias curdas do Curdistão iraquiano estão em negociações com autoridades dos Estados Unidos sobre uma operação militar dentro do Irã. A intenção é atacar forças de segurança iranianas, aproveitando uma ofensiva conjunta liderada pelos EUA e Israel.
Os grupos curdos buscam apoio americano, incluindo armas e suporte da CIA. As discussões também envolvem líderes curdos e o governo de Bagdá, para tratar da logística e coordenação da ação. Especialistas alertam para o risco de escalada e impacto na estabilidade regional.
Milícias curdas do Curdistão iraquiano têm conversado com autoridades dos Estados Unidos sobre uma possível operação militar dentro do Irã, segundo relatos obtidos por fontes de segurança. O plano está em fase de análise e visa atacar forças de segurança iranianas, aproveitando a ofensiva conjunta liderada pelos EUA e Israel contra o país.
Esses grupos curdos, com histórico de ações contra o Irã e interesses separatistas, buscam apoio americano, incluindo fornecimento de armas e ajuda da CIA. As negociações acontecem também entre líderes curdos de Erbil e autoridades de Bagdá, discutindo aspectos logísticos e coordenação da operação.
Até o momento, nenhuma decisão oficial foi anunciada. Especialistas alertam que uma ofensiva curda com suporte estrangeiro pode impactar a estabilidade regional e aumentar as tensões envolvendo países vizinhos, como Turquia e Paquistão. O risco de escalada para um conflito mais amplo ainda é considerado alto.
Nem o Pentágono, a CIA, nem os representantes curdos comentaram publicamente sobre as negociações ou eventuais planos. As conversas refletem a complexidade da guerra no Oriente Médio e os múltiplos atores interessados em modificar o equilíbrio de forças no Irã.
Conflito no Oriente Médio registra mortos em oito países em meio à escalada regional
O conflito no Oriente Médio já impacta oito países, com mortes confirmadas em diferentes regiões, tanto entre civis quanto soldados. A guerra entre Irã, Israel e aliados chega ao quinto dia, trazendo um aumento preocupante nas fatalidades.
O Irã registrou centenas de mortes, incluindo vítimas em escola atingida por míssil. Israel e Líbano também contabilizam perdas significativas, enquanto outros países do Golfo, como Bahrein, Kuwait, Omã e Emirados Árabes Unidos, também tiveram vítimas.
Diante da escalada, a comunidade internacional clama por cessar-fogo e vigilância para impedir expansão do conflito, que ameaça a estabilidade e segurança regional de forma ampla.
A escalada do conflito no Oriente Médio já afeta oito países, com um impacto humanitário significativo. Em seu quinto dia, a guerra entre Irã, Israel e seus aliados registra mortes em várias frentes, atingindo civis e militares.
No Irã, foram confirmadas pelo menos 787 mortes, incluindo 165 vítimas em uma escola primária em Minab, atingida por um míssil. Já em Israel, 10 civis perderam a vida, a maioria em um ataque com mísseis na região próxima a Jerusalém.
No Líbano, bombardeios israelenses resultaram em 50 mortos, enquanto no Bahrein registrou-se uma vítima na área industrial de Salman City após um incêndio causado pela interceptação de um míssil. O Kuwait confirmou três mortos, entre eles dois soldados, oriundos de ataques atribuídos ao Irã.
Outros países como Omã e Emirados Árabes Unidos também relatam fatalidades: em Omã, uma pessoa morreu devido ao impacto de um projétil contra um petroleiro; e nos Emirados, três mortes foram contabilizadas. As forças americanas informaram seis militares mortos após ataque em Kuwait.
Esse aumento dos confrontos acarretou chamadas internacionais por cessar-fogo, enquanto governos monitoram a possibilidade de uma expansão ainda maior dos combates. O conflito demonstra-se agora de caráter regional, envolvendo múltiplas nações e afetando a estabilidade na área.
Comparativo entre JBL Tune Buds 2 e Tune Buds: qual escolher?
Os fones JBL Tune Buds e JBL Tune Buds 2 são modelos wireless que oferecem Bluetooth 5.3, design intra-auricular e cancelamento ativo de ruído. A versão mais recente traz melhorias como Google Fast Pair, personalização via app e carregamento rápido.
Ambos os modelos têm bateria para até 48 horas de uso total e resistência IP54. O Tune Buds 2 se destaca pela qualidade sonora equilibrada, ajuste do cancelamento e seis microfones para chamadas mais claras.
Quem busca recursos atualizados e maior personalização pode optar pelo Tune Buds 2, enquanto o modelo original atende quem quer uma opção equilibrada a um custo menor.
Os fones JBL Tune Buds e JBL Tune Buds 2 são modelos sem fio que ressaltam o uso do Bluetooth 5.3, design intra-auricular e Cancelamento de Ruído Ativo (ANC). Ambos têm a tecnologia JBL Pure Bass Sound, que eleva os graves para um áudio mais encorpado. A segunda geração traz aprimoramentos, como suporte ao Google Fast Pair e personalização sonora via Personi-Fi 3.0 pelo aplicativo JBL Headphones.
Os dois fones possuem bateria com até 48 horas de uso total, com 12 horas nos fones e 36 horas no estojo. O Tune Buds 2 oferece carregamento rápido, permitindo quatro horas de reprodução com 15 minutos de carga. Em qualidade sonora, o Tune Buds 2 apresenta um equilíbrio mais definido entre graves e agudos, além de permitir ajuste do nível de cancelamento pelo app, elevando a experiência em ambientes barulhentos.
Na captura de áudio, o Tune Buds 2 conta com seis microfones, ao passo que o modelo original tem quatro, melhorando a clareza nas chamadas, apesar de não ser perfeito. O suporte a conexões também evoluiu com a versão mais recente, que inclui Google Fast Pair e conexão multiponto para alternar dispositivos sem reconectar.
Ambos os fones dispõem de certificação IP54, garantindo resistência contra poeira e respingos. As cores disponíveis são preto e branco, com design discreto e estojo compacto com indicador de bateria. Preços começam em R$ 379 para o modelo original e R$ 406 para a segunda geração.
Para quem prioriza recursos atualizados e personalização, o JBL Tune Buds 2 se destaca, enquanto o modelo anterior é uma alternativa equilibrada para orçamento limitado.
Brasil atualiza política de defesa, mas mantém foco em ameaças militares tradicionais
Em novembro de 2025, o Brasil atualizou sua política nacional de defesa, renovando os documentos centrais da estratégia de segurança do país. A atualização mantém o foco em ameaças militares tradicionais, como invasões externas.
No entanto, os desafios reais atuais envolvem crimes organizados, ataques cibernéticos e impactos climáticos, que não são contemplados na doutrina atual. Essa discordância mostra que o Brasil está resolvendo problemas que não correspondem às reais ameaças.
Para garantir segurança eficaz, o país precisa adotar uma visão mais ampla, integrando defesa militar, civil e digital. O fortalecimento das instituições democráticas e a resiliência civil são fundamentais para responder aos riscos do século XXI.
Em novembro de 2025, o governo brasileiro renovou discretamente a política nacional de defesa, a estratégia nacional de defesa e o livro branco de defesa nacional, documentos centrais para a segurança do país. Apesar da atualização, a abordagem permanece focada em ameaças externas tradicionais, como possíveis invasões militares, o que já não reflete os desafios atuais enfrentados pelo Brasil.
Hoje, as principais ameaças são bem diferentes: redes criminosas controlando fronteiras, desastres climáticos afetando sistemas energéticos e alimentares, ataques de ransomware a hospitais públicos e campanhas de desinformação que enfraquecem instituições democráticas. Essas questões exigem uma visão mais ampla da segurança, que vá além da simples defesa territorial.
A crescente presença do crime organizado, que opera em segmentos como mineração ilegal e lavagem de dinheiro, associada à vulnerabilidade diante de ataques cibernéticos—o Brasil respondeu por cerca de 30% das vítimas de ransomware na América Latina em 2025—e impactos climáticos evidenciam lacunas na doutrina atual. Ainda assim, os recursos continuam focados na dimensão militar, em vez de fortalecer prevenções e a resiliência civil.
Outros países já adotaram modelos amplos de segurança, integrando defesa militar, civil, econômica e digital para responder ao ambiente multifacetado das ameaças modernas. Para o Brasil, reconhecer riscos sistêmicos e fortalecer instituições democráticas é fundamental para adaptar sua segurança ao século XXI.
Fazer isso inclui proteger serviços públicos e cadeias de suprimentos, combater a corrupção como risco estratégico e investir em infraestrutura resiliente. Se essa mudança não acontecer, o país continuará vulnerável a crises que uma abordagem militar tradicional não resolve.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação