Fase da Lua neste sábado, 28 de fevereiro de 2026: Crescente com 87%
Hoje, 28 de fevereiro de 2026, a Lua está na fase Crescente, com 87% de sua superfície iluminada e em expansão. Essa etapa indica que em apenas três dias a Lua atingirá sua plenitude, conhecida como Lua Cheia.
O ciclo lunar deste mês começou com a Lua Cheia no dia 1, seguida pela Minguante no dia 9, Nova no dia 17 e Crescente no dia 24. Cada fase dura cerca de uma semana, marcando o movimento da Lua entre Terra e Sol.
Este ciclo influencia tanto fenômenos naturais quanto culturais. Acompanhar esses estágios é importante para observadores do céu e tradições ligadas à Lua.
Hoje, 28 de fevereiro de 2026, a Lua está na fase Crescente, com 87% de sua face visível e em expansão. Essa fase indica que em apenas três dias a Lua atingirá seu ponto de maior brilho, a Lua Cheia.
O ciclo lunar de fevereiro começou com a Lua Cheia no dia 1, às 19h10. Em seguida, veio a Lua Minguante no dia 9, às 9h44, seguida pela Lua Nova no dia 17, às 9h03. A fase Crescente foi registrada no dia 24, às 9h28, dando sequência ao ciclo que se repete a cada 29,5 dias, aproximadamente.
Durante esse intervalo, a Lua passa pelas quatro fases principais – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – cada uma com cerca de uma semana de duração. Entre essas fases, ainda existem variações como os quartos e gibosas crescente e minguante, que marcam a transição entre os estágios principais.
A fase Crescente é caracterizada pelo aumento gradual do brilho da Lua, representando momentos de crescimento e desenvolvimento. A trajetória da Lua no céu pode ser acompanhada conforme essas fases, refletindo a posição relativa entre a Terra, o Sol e o satélite natural.
Esse ciclo lunar influencia diversos aspectos naturais e culturais, sendo fundamental para quem acompanha observações do céu ou cultiva tradições associadas aos movimentos da Lua. Fique atento para os próximos dias, quando a Lua alcançará sua plenitude com a chegada da Lua Cheia.
Supermercados fecham aos domingos e filas devem aumentar nos demais dias
O fechamento dos supermercados aos domingos começou em março, conforme acordo entre sindicatos no Espírito Santo. Apenas pequenos comércios familiares e alguns estabelecimentos seguem abertos. A medida visa garantir o descanso dos funcionários e facilitar a organização do trabalho.
A expectativa é de aumento de movimento e filas nos demais dias da semana, principalmente nas compras de última hora. Consumidores e empresários têm que se adaptar a essa nova rotina para evitar transtornos e penalidades legais.
Além do impacto no atendimento, a mudança afeta a jornada de trabalho e a operação das redes. A adaptação será fundamental para manter o atendimento eficiente diante das novas regras.
O mês de março começa com uma mudança que já preocupa os consumidores: o fechamento dos supermercados aos domingos. A partir do dia 1º, supermercados, atacarejos, mercearias e minimercados que contam com funcionários registrados deverão manter suas portas fechadas aos domingos, conforme acordo firmado entre sindicatos patronais e Sindicomerciários-ES.
Pequenos comércios familiares sem empregados, padarias e açougues continuam autorizados a abrir. A mudança tem gerado dúvidas sobre como a população vai se adaptar a essa nova rotina, já que o domingo se tornou dia estratégico para as compras das famílias.
A advogada Ana Luiza de Castro explica que o acordo prioriza o descanso semanal e o convívio familiar dos funcionários, além de responder à dificuldade dos empresários em manter mão de obra nos domingos. Ela destaca que o acordo é uma obrigação legal, e o descumprimento pode acarretar multas e ações trabalhistas.
O impacto deve ser notado nos supermercados de bairro, que serviam de apoio para compras rápidas e inesperadas. A nova regra também altera o dimensionamento das equipes e a jornada de trabalho nas redes. A expectativa é que o fechamento aos domingos resulte em movimentação maior nos outros dias da semana, podendo provocar filas e mais intenso atendimento.
Os empresários precisarão se organizar para cumprir a norma e evitar penalidades, enquanto os consumidores terão que ajustar seus hábitos para realizar compras em dias úteis. A adaptação de toda a cadeia, de funcionários a clientes, será o foco neste início de março.
OpenAI firma parceria com o Pentágono após veto de Trump a concorrente
A OpenAI firmou um acordo com o Departamento de Defesa dos EUA para integrar seus modelos de IA à rede das Forças Armadas. A iniciativa foi anunciada pelo CEO Sam Altman logo após o presidente Donald Trump vetar o uso da tecnologia da rival Anthropic no governo federal.
O secretário de Defesa classificou a Anthropic como risco para a segurança nacional, motivando a suspensão do uso de seus serviços pelo governo. O contrato com a OpenAI inclui restrições para evitar vigilância doméstica em massa e exige supervisão humana em sistemas militares.
Essa movimentação destaca a competição entre fornecedores de IA para órgãos governamentais e reforça os debates sobre o uso ético e seguro da tecnologia na área militar.
A OpenAI firmou um acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos para integrar seus modelos de inteligência artificial na rede das Forças Armadas. O anúncio foi feito pelo CEO Sam Altman em rede social na última sexta-feira (27). Essa decisão ocorre após o presidente Donald Trump determinar, no mesmo dia, a suspensão imediata do uso da tecnologia da concorrente Anthropic no governo federal.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, classificou a Anthropic como um “risco de cadeia de suprimentos para a segurança nacional”, o que resultou em pressão para que fornecedores do Pentágono deixem de utilizar seus modelos.
Segundo Altman, o contrato com o Pentágono contempla duas restrições claras: a proibição da vigilância doméstica em massa e a exigência de supervisão humana no uso da força, inclusive em sistemas de armas autônomas. Esses limites foram incluídos para garantir um uso responsável da inteligência artificial na área militar.
A Anthropic foi a primeira empresa a oferecer seus modelos para a rede de Defesa, mas suas negociações foram interrompidas após tentar incluir cláusulas similares às adotadas pela OpenAI. A startup expressou tristeza com a decisão e informou que pretende contestar judicialmente a classificação da empresa como risco pelo governo.
Esse acordo da OpenAI marca uma movimentação importante no uso da inteligência artificial por órgãos governamentais, especialmente em um contexto de competição entre fornecedores e debate sobre as aplicações éticas e de segurança da tecnologia.
Procrastinação do sono: por que muitas pessoas adiando a hora de dormir?
Você sabia que existe um nome para a situação em que pessoas preferem ficar acordadas mesmo cansadas? Trata-se da procrastinação vingativa do sono, que acontece quando alguém adia intencionalmente o momento de dormir para aproveitar atividades de lazer, como usar o celular ou assistir vídeos.
Esse comportamento, identificado em um estudo de 2014 na Universidade de Utrecht, está ligado ao desejo de recuperar autonomia após um dia cheio de obrigações. O problema é que essa prática pode prejudicar a qualidade do sono e a saúde física e mental a longo prazo.
Especialistas alertam que, apesar do entretenimento ser importante, é fundamental controlar esse hábito para garantir o descanso necessário e evitar consequências negativas no desempenho cognitivo e bem-estar geral.
Você já ouviu falar em procrastinação vingativa do sono? É um fenômeno que acontece quando, mesmo cansadas, as pessoas preferem adiar a hora de dormir para aproveitar o tempo livre. Esse comportamento, também conhecido como procrastinação do sono, foi investigado pela primeira vez por pesquisadores da Universidade de Utrecht, em 2014.
O estudo revelou que a razão para esse atraso não é evitar o sono em si, mas sim não querer abandonar outras atividades que proporcionam lazer, como usar o celular, jogar videogame ou assistir a vídeos. Com a disponibilidade constante de entretenimento digital, fica mais fácil se distrair e postergar o descanso.
O termo “vingança” foi popularizado pela internet para descrever essa atitude como uma forma simbólica de recuperar autonomia após um dia exaustivo. Pessoas que passam a maior parte do dia em obrigações veem a noite como um momento para se dedicar a si mesmas, mesmo que comprometa o sono.
Estudos posteriores mostraram que essa procrastinação do sono é mais frequente nos dias de trabalho e entre quem consome mais mídia. O problema é que esse ciclo pode levar a privação de sono, afetando o desempenho cognitivo, a saúde física e o bem-estar mental.
Assim, apesar de parecer inofensivo, adiar o descanso para buscar momentos de lazer pode prejudicar a qualidade de vida a longo prazo.
Professora no ES atravessa rio a pé após ponte ser destruída pelas chuvas
Maria de Lourdes Coelho, professora de Educação Especial em Afonso Cláudio, Espírito Santo, precisou atravessar um rio a pé para chegar à escola após a ponte da região ser destruída por fortes chuvas. A passagem ficou difícil, e o trecho central apresentava correnteza forte, tornando a travessia perigosa.
Aos 53 anos e atuando há 25, Maria de Lourdes contou com o apoio do marido para conseguir atravessar o rio e não faltar às aulas, mesmo enfrentando medo e dificuldades. Morando a 14 km da escola, ela precisou passar a noite na casa da sogra para retornar no dia seguinte.
Apesar dos desafios, a professora ressaltou a importância de manter a rotina nas aulas com crianças com necessidades especiais. A Prefeitura de Afonso Cláudio ainda não se pronunciou sobre a recuperação da ponte e obras na região.
A professora de Educação Especial Maria de Lourdes Coelho, residente na zona rural de São Vicente, em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, precisou atravessar um rio a pé para chegar ao Centro Municipal de Educação Rosinelma Batista Moreira, onde trabalha. As fortes chuvas que atingiram a região derrubaram a ponte que ela costumava usar, tornando o trajeto mais difícil.
Segundo Maria de Lourdes, de 53 anos, a ponte já tinha ficado intransitável outras vezes, mas desta vez foi completamente levada pela enxurrada. No dia da aula, ela não teve alternativa senão enfrentar a travessia. Voltou para casa, pegou uma muda de roupa e, acompanhada pelo marido, iniciou a caminhada pelo rio.
O trecho inicial era raso, porém na parte central a água ficou profunda e a correnteza forte, chegando quase ao pescoço. Apesar do medo, conseguiu atravessar com o apoio do marido. A professora, que atua há 25 anos, afirma nunca ter visto a água tão turbulenta.
Morando a 14 quilômetros da escola, Maria de Lourdes não conseguiu voltar para casa no dia seguinte e passou a noite na casa da sogra. Mesmo com os desafios, ela valorizou a importância de não faltar às aulas, especialmente porque atende crianças com necessidades especiais, para as quais manter a rotina é essencial.
A Prefeitura de Afonso Cláudio foi contatada sobre a recuperação da ponte e obras na região, mas ainda não se manifestou oficialmente.
A exposição coletiva “Rios Voadores” está em cartaz na Galeria Homero Massena, no Centro Histórico de Vitória, com entrada gratuita até 24 de abril. A mostra reúne trabalhos de três artistas negros de diferentes regiões do Brasil, que apresentam suas trajetórias e reflexões sobre ancestralidade e memória.
Inspirada no fenômeno natural dos rios voadores, a exposição conecta arte, história e cultura afro-diaspórica. As obras abrangem pintura e instalação, dialogando com conceitos do pensador indígena Ailton Krenak sobre os rios como seres vivos.
O projeto destaca a diversidade cultural e territorial dos artistas, que vêm de Porto Seguro, Campos dos Goytacazes e Vila Velha. A Galeria Homero Massena está aberta de segunda a sexta, com horário estendido às quartas, e também funciona aos sábados e feriados.
A exposição coletiva Rios Voadores está em cartaz na Galeria Homero Massena, no Centro Histórico de Vitória, com entrada gratuita até 24 de abril. A mostra apresenta trabalhos de três artistas negros periféricos de diferentes regiões do Brasil, que unem suas trajetórias artísticas no território capixaba.
Inspirada no fenômeno natural dos rios voadores, correntes de vapor d’água que ligam a Amazônia a outras áreas do continente, a exposição usa esse conceito para refletir sobre a ancestralidade afro-diaspórica, memória, saberes e afetos. As obras contemplam linguagens como pintura e instalação, oferecendo um diálogo entre essas formas de expressão.
O projeto também se conecta às ideias do pensador indígena Ailton Krenak, que vê o rio como um ser vivo. A partir dessa visão, a arte surge como um espaço de travessia coletiva, onde diferentes tempos e experiências se encontram no presente.
Os artistas vêm de Porto Seguro, Campos dos Goytacazes e Vila Velha, mostrando processos que partem de contextos pessoais e coletivos. Essa diversidade territorial e cultural reforça as conexões promovidas pela exposição no Espírito Santo.
A Galeria Homero Massena funciona de segunda a sexta, das 9h às 18h, com horário estendido às quartas até às 20h. Aos sábados e feriados, o espaço abre das 10h às 16h.
Fintech Oxus Finance capta US$ 2,4 milhões para expandir uso de stablecoins nas remessas internacionais
A fintech Oxus Finance recebeu um aporte de US$ 2,4 milhões em rodada liderada pela Echo3 para ampliar o uso de stablecoins nas remessas internacionais. A empresa planeja expandir operações para América do Norte, Europa e Ásia, além do Brasil e EUA, oferecendo uma plataforma que utiliza inteligência artificial para escolher as melhores rotas de pagamento cross border.
Fundada há seis meses, a Oxus atende diversos setores, como petroquímico e telecomunicações, facilitando pagamentos internacionais e a gestão de expatriados. A fintech integra emissores de stablecoins, plataformas tradicionais de câmbio e sistemas internacionais, incluindo SWIFT, buscando soluções ágeis nos mercados cripto e tradicional.
A regulamentação em desenvolvimento no Brasil, promovida pelo Banco Central, tende a impulsionar a adoção institucional das stablecoins. A Oxus pretende também criar um hub educacional para esclarecer as diferenças entre os ativos virtuais e apoiar a digitalização financeira corporativa no país.
A fintech Oxus Finance captou US$ 2,4 milhões em uma rodada de investimentos liderada pela Echo3 Participações para ampliar o uso de stablecoins em remessas internacionais. A empresa planeja expandir sua atuação para América do Norte, Europa e Ásia, complementando seus escritórios no Brasil e EUA. Segundo o CEO Fillipe Trentin, o objetivo é oferecer uma plataforma que funciona como um marketplace de rotas para pagamentos cross border, usando inteligência artificial para escolher as melhores opções que consideram cotação e spread.
Fundada há seis meses, a companhia atende clientes dos setores petroquímico, telecomunicações, importação e tecnologia, facilitando o pagamento de funcionários expatriados, entre outras operações. A Oxus Finance atua como agregadora, conectando emissores de stablecoins, plataformas tradicionais de câmbio e sistemas internacionais, incluindo integração com redes como o SWIFT para oferecer soluções rápidas tanto no mercado cripto quanto no tradicional.
O CEO destaca que a regulamentação em andamento no Brasil, com regras definidas pelo Banco Central e recentes propostas para o Marco Legal das stablecoins, abre caminho para maior adoção institucional e consolidação do mercado. Essa legislação busca diferenciar claramente stablecoins lastreadas em ativos reais das algorítmicas, elevando a segurança. A Oxus também pretende criar um hub educacional para esclarecer as diferenças entre os ativos virtuais e apoiar a digitalização das finanças corporativas no país.
Duo de saxofone e piano inaugura terceira temporada do Som na Sexta em Vitória
O projeto Som na Sexta retorna em 6 de março com a terceira temporada de apresentações gratuitas em Vitória-ES. A abertura fica por conta do duo formado pelo saxofonista Paulo Rosa e o pianista Willian Lizardo, que apresentará peças de compositores renomados às sextas-feiras, às 18h, no Instituto Marlin Azul.
O repertório inclui obras de Prokofiev, Bach e Villa-Lobos, misturando composições originais e adaptações. Paulo Rosa e Willian Lizardo, experientes músicos e professores, ampliam a proposta do evento com shows mensais, sempre de entrada livre, promovendo acesso à cultura.
O Som na Sexta segue como importante iniciativa para difundir música instrumental na comunidade local. O espaço valoriza o intercâmbio entre músicos e o público, fortalecendo a cena artística capixaba com concertos regulares e gratuitos.
O projeto Som na Sexta retoma suas apresentações abertas e gratuitas no dia 6 de março, com a estreia da terceira temporada. O duo formado pelo saxofonista Paulo Rosa e o pianista Willian Lizardo fará a abertura dos recitais, que acontecem mensalmente, às sextas-feiras, às 18h, na sede do Instituto Marlin Azul, em Jardim da Penha, Vitória-ES.
A décima nona edição do sarau terá um repertório que inclui peças de compositores como Sergei Prokofiev, Carl Bach e Heitor Villa-Lobos, apresentadas na formação de saxofone e piano. O duo, que existe desde 2022, interpreta obras originalmente para esses instrumentos e adapta composições feitas para outras combinações, além de apresentar criações inéditas de compositores contemporâneos, ampliando o diálogo musical.
Paulo Rosa é saxofonista, pesquisador e compositor, com formação que inclui bacharelado, mestrado e doutorado na área. Com passagens por vários festivais e orquestras brasileiras, também atua como professor na Faculdade de Música do Espírito Santo e no Programa de Pós-Graduação em Performance e Pedagogia do Instrumento/Canto (FAMES/UnAC).
Willian Lizardo, natural do Espírito Santo, é bacharel em música com habilitação em piano pela mesma faculdade, e mestre pela UFRJ. Premiado em concursos nacionais e internacionais, ele combina carreira de solista e camerista com a docência como professor adjunto de piano na FAMES desde 2022, dedicando-se ainda à pesquisa sobre música capixaba.
O Som na Sexta segue como um espaço para a comunidade apreciar diferentes expressões musicais, sempre às primeiras sextas do mês, com entrada livre.
O ferry China Zorrilla, da Buquebus, será o maior barco 100% elétrico do mundo, ligando Buenos Aires, Argentina, a Colonia del Sacramento, Uruguai. A embarcação sairá da Tasmânia entre 15 e 25 de março e deve chegar ao sul da América do Sul até o fim de abril após uma viagem de cerca de 30 dias.
Para o transporte, foi contratado um navio heavy lift, especializado em cargas pesadas, com custo estimado em US$ 6 milhões. Esse navio submerge seu convés para posicionar o ferry e depois eleva a carga para transportá-la, exigindo profundidade mínima de 23 metros para a operação.
O China Zorrilla passou por rigorosos testes de dois meses e meio, incluindo avaliações do sistema de armazenamento de energia. Em vez de baterias convencionais de lítio, o ferry usa um sistema que minimiza a perda de densidade energética em baixas temperaturas para operar nas águas frias do Rio da Prata.
A embarcação tem capacidade para 2.100 passageiros, 226 veículos e 3.000 metros quadrados de área de lazer, resultado de um investimento de US$ 200 milhões. O ferry exigirá uma infraestrutura elétrica robusta com um cabo especial de 9 quilômetros em Colonia e acumuladores de 50 MW, para suprir seu consumo.
Após a chegada e liberações técnicas, o navio deve entrar em operação na rota Buenos Aires–Colonia em maio de 2026, com a infraestrutura portuária praticamente pronta e treinamentos para os capitães já iniciados.
Cruzeiro e Pouso Alegre se enfrentam na semifinal do Campeonato Mineiro: horário e onde assistir
Cruzeiro e Pouso Alegre jogam neste sábado, às 18h30, no Mineirão, pela semifinal do Campeonato Mineiro. O Cruzeiro tem vantagem após vitória por 2 a 1 no jogo de ida.
A partida será transmitida pelo Premiere e Sportynet. As escalações incluem jogadores-chave de ambas as equipes, com o Cruzeiro liderando seu grupo e o Pouso Alegre buscando surpreender.
O resultado definirá quem avança para a final do torneio estadual, em um duelo importante para as pretensões dos times nesta temporada.
Neste sábado (28), o Cruzeiro e Pouso Alegre se enfrentam no jogo de volta da semifinal do Campeonato Mineiro, marcado para as 18h30 no Mineirão, em Belo Horizonte. A equipe da Raposa chega com uma vantagem após vencer o jogo de ida por 2 a 1. Além do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro disputa o Brasileirão, onde ainda não conquistou vitórias nesta temporada.
O Cruzeiro encerrou a fase de grupos na liderança do Grupo C e superou o URT nas quartas de final. Já o Pouso Alegre ficou em segundo no Grupo B, batendo o Uberlândia nas quartas, e atualmente disputa a Série D do Campeonato Brasileiro. O confronto promete ser disputado diante das circunstâncias e das ambições de ambas as equipes.
O jogo terá transmissão pelo canal pay-per-view Premiere e também pelo Sportynet, possibilitando o acesso aos torcedores em diferentes plataformas. A arbitragem será comandada por Daniel da Cunha Oliveira Filho, com o suporte do VAR sob Marco Aurélio Augusto Fazekas.
As prováveis escalações indicam que o Cruzeiro entrará em campo com Cássio; William, Fabrício Bruno, Villalba, Kaiki; Lucas Romero, Lucas Silva, Gerson, Christian, Matheus Pereira; Kaio Jorge, sob comando do técnico Tite. O Pouso Alegre deve mandar Thiago Braga; Marcelo Cauã, Da Silva, Victão, Xandão, Matheus Nunes; Alexandre, Jorge Magé, Romário, Thiago Rubim, Gabriel Tota, com Danilo na função de técnico.
As escalações oficiais serão confirmadas aproximadamente uma hora antes do início do jogo. Esta partida é fundamental para definir quem avançará à final do Campeonato Mineiro.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação