A Nvidia anunciou investimento de US$ 4 bilhões para aprimorar seus chips de inteligência artificial usados em data centers. A quantia ficará dividida entre as fabricantes de produtos fotônicos Lumentum e Coherent. Essa tecnologia óptica utiliza luz para melhorar a velocidade e eficiência dos processadores, respondendo à demanda crescente por IA rápida.
Executivos da Nvidia destacam que essa aplicação de fotônica pode acelerar a produção e desempenho dos modelos de IA. As parcerias garantem compra imediata e futuros direitos sobre lasers e redes ópticas fornecidos pelas duas fabricantes, além do acesso à capacidade de produção avançada.
Esta iniciativa ocorre em meio a uma competição acirrada no setor de hardware para IA, já que gigantes da computação em nuvem começam a desenvolver seus próprios chips. A Marvell Technology, por exemplo, adquiriu a startup Celestial AI para investir em fotônica. Recentemente, a Meta assinou um acordo de US$ 60 bilhões com a AMD, reforçando a disputa entre grandes fabricantes.
O CEO da Lumentum informou que seus investimentos incluirão uma nova fábrica para ampliar a capacidade produtiva. A aposta da Nvidia em tecnologias ópticas deve ajudar a manter sua posição diante dos avanços no mercado de semicondutores para inteligência artificial.
O foco do aporte é fortalecer o desempenho dos processadores para atender às exigências de latência e eficiência nos centros de dados, fundamentais para uso em IA avançada e treinamentos de modelos complexos.
Locaweb lança plataforma de nuvem voltada para PMEs e desenvolvedores
A Locaweb lançou a Locaweb Cloud, uma plataforma de computação em nuvem focada em pequenas e médias empresas (PMEs) e desenvolvedores. Criada inicialmente para uso interno, a plataforma atende a uma demanda local por serviços acessíveis, com suporte em português e preços até 70% menores que os de grandes competidores internacionais.
A infraestrutura está totalmente no Brasil, com data centers em São Paulo, eliminando problemas de latência e variação cambial. O atendimento é 24 horas em português, e a solução cumpre a LGPD, proporcionando segurança e conformidade.
Com cerca de 150 clientes ativos desde o lançamento, a Locaweb projeta alcançar 1.800 empresas até 2026. A estratégia é oferecer uma alternativa simples e econômica para PMEs, integrando nuvem a serviços digitais, fortalecendo o ecossistema local.
A Locaweb Cloud é a nova plataforma de computação em nuvem lançada pela Locaweb, voltada para pequenas e médias empresas (PMEs) e desenvolvedores. A plataforma, originalmente desenvolvida para uso interno, agora atende a uma demanda do mercado brasileiro por serviços mais acessíveis, com suporte totalmente em português e preços até 70% mais baixos comparados a grandes provedores internacionais.
Segundo Pedro Braga, diretor de Produtos Tech da Locaweb, o projeto nasceu para resolver desafios internos de escala e previsibilidade, mas ganhou força ao perceber o interesse dos clientes, especialmente das PMEs. A infraestrutura está 100% hospedada no Brasil, com dois data centers localizados em São Paulo, o que reduz a latência, elimina variações de câmbio e evita dependência de terceiros.
Ao optar por uma solução local, as empresas ganham atendimento disponível 24 horas em português e podem contar com a conformidade à legislação brasileira, como a LGPD. Hoje, cerca de 20% do tráfego de internet no país já passa pela infraestrutura da Locaweb, que desde setembro opera com cerca de 150 clientes ativos na nova plataforma.
O foco da Locaweb é oferecer uma alternativa simplificada para PMEs que enfrentam custos elevados e complexidade ao migrar para nuvens globais. A companhia estima alcançar 1.800 clientes e mais de 2 mil projetos até 2026, sem planos imediatos de expansão internacional. O objetivo é fortalecer seu ecossistema digital, integrando nuvem a soluções de e-commerce, marketing e serviços financeiros.
Higuruma, o novo feiticeiro de Jujutsu Kaisen, eleva a trama
O episódio mais recente do arco Jogo do Abate em Jujutsu Kaisen apresenta Hiromi Higuruma, um personagem que traz uma nova perspectiva à série. Higuruma é advogado e desperta poderes amaldiçoados após se deparar com a corrupção do sistema judiciário, trazendo um conflito interno e simbólico sobre justiça e responsabilidade.
Sua transformação vai além do físico, refletindo seu colapso ideológico diante de um sistema injusto. O confronto que envolve Higuruma e os protagonistas destaca temas profundos como culpa e moralidade, enriquecendo a narrativa da série com intensidade e emoção.
O episódio mais recente do arco Jogo do Abate de Jujutsu Kaisen destacou a chegada de Hiromi Higuruma, considerado um dos feiticeiros mais marcantes da série. Diferente dos protagonistas habituais, Higuruma é um advogado que, após se deparar com a corrupção do sistema judiciário, desperta poderes amaldiçoados justamente num momento em que sua sanidade já estava comprometida. Esse despertar acontece durante o segundo julgamento de um caso de assassinato, em 2018, após uma reviravolta que mostra a pressão da promotoria sobre um acusado.
O personagem se destaca não apenas pelas habilidades, mas pelo simbolismo presente em sua história, refletindo temas como justiça corrompida, culpa e responsabilidade moral. Enquanto Megumi enfrenta uma armadilha com um feiticeiro que usa notas fiscais como vestimenta, Itadori se depara diretamente com Higuruma, cuja transformação vai além da física e reflete um colapso ideológico.
O episódio usa técnicas visuais como rotoscopia e direção cinematográfica para enfatizar o desgaste emocional do personagem, explorando suas emoções por meio de simbolismos como o olhar constantemente aberto de Higuruma, que representa sua exaustão ao tentar enxergar a verdade num sistema injusto.
Além disso, o conceito de energia amaldiçoada no universo de Jujutsu Kaisen ganha novo significado. Enquanto outros personagens despertam energias positivas para curar, Higuruma ativa sua energia no ponto mais crítico da vida, representando um colapso e uma reinterpretação pessoal da justiça. Isso cria um confronto complexo e intenso que adiciona profundidade à narrativa da série.
Idade da ‘Princesa de Bagicz’, na Polônia, é revelada após anos de mistério arqueológico
No século 19, restos mortais de uma jovem chamada ‘Princesa de Bagicz’ foram encontrados na Polônia com ornamentos que indicavam status social elevado.
Estudos iniciais apresentaram dúvidas na datação do caixão, que foi finalmente confirmada por dendrocronologia como sendo por volta de 120 d.C., corrigindo erros de análise anteriores.
Pesquisadores planejam agora análises de DNA e reconstrução facial para entender melhor essa figura histórica e o contexto cultural da época.
No final do século 19, um caixão contendo restos mortais de uma mulher jovem foi encontrado em Bagicz, Polônia, acompanhado por ornamentos de bronze que indicavam seu status elevado, por isso foi apelidada de Princesa de Bagicz. Por décadas, sua datação foi objeto de debate entre arqueólogos e pesquisadores das Universidades de Szczecin e Varsóvia.
As primeiras análises indicavam que o sepultamento datava do final da primeira metade do século 2, contudo, em 2018, a datação por radiocarbono (C14) sugeriu uma antiguidade cerca de 100 anos maior. Para esclarecer a divergência, as equipes acadêmicas recorreram à dendrocronologia, técnica que analisa os anéis das árvores usadas no caixão.
A dendrocronologia comprovou que a madeira foi cortada por volta de 120 d.C., o que indica que a mulher provavelmente morreu nessa época. O estudo também revelou que o caixão foi confeccionado com madeira fresca, prática associada à cultura Wielbark, antiga da região polonesa.
Um erro relevante na datação por radiocarbono foi explicado pelo “efeito reservatório”, causado pelo consumo frequente de peixes de água doce na dieta da mulher. Esse fator pode alterar a datação, já que organismos aquáticos incorporam carbono “antigo”, distorcendo resultados.
Estes achados sugerem que o túmulo da Princesa de Bagicz faz parte de um cemitério maior, possivelmente protegido pelo aumento do nível da água ao longo do tempo. Agora, pesquisadores planejam realizar análises de DNA e reconstrução facial para aprofundar o conhecimento sobre essa figura histórica.
Por que a história do macaquinho Punch comove tanto as pessoas?
O macaquinho Punch, bebê primata rejeitado pela mãe em um centro de resgate no Japão, ganhou destaque nas redes sociais ao se apegar a um ursinho de pelúcia para buscar conforto. Essa situação suscita uma forte resposta emocional global, revelando como a empatia e o consumo afetivo se manifestam na era digital.
Esse fenômeno demonstra o chamado “contágio moral”, em que mensagens emocionais se espalham rapidamente na internet. Embora gere conexão afetiva, essa empatia muitas vezes se limita a reafirmações morais em grupos online, sem levar a ações concretas, como a proteção da biodiversidade.
Além disso, o apego ao macaquinho exemplifica o antropomorfismo, onde sentimentos humanos são projetados em animais, facilitando o vínculo emocional. Para que essa empatia seja efetiva, é necessário direcioná-la a ações reais, como apoio a políticas que garantam o respeito e a liberdade dos animais.
O macaquinho Punch, um bebê primata rejeitado pela mãe em um centro de resgate no Japão, se tornou um fenômeno nas redes sociais ao se apegar a um ursinho de pelúcia para buscar conforto. Essa história mobiliza uma resposta emocional que vai além das espécies e atrai um interesse global, mas também revela dinâmicas da era digital relacionadas ao consumo afetivo e à empatia.
A situação do macaquinho exemplifica o que a ciência chama de “contágio moral”, onde mensagens carregadas de termos emocionais se espalham muito mais rápido nesses ambientes online. Contudo, essa empatia acaba funcionando como uma moeda de troca dentro das chamadas “câmaras de eco”, em que as pessoas procuram reafirmar sua identidade moral para seus próprios grupos, sem necessariamente agir em causas mais amplas, como a proteção da biodiversidade.
Além disso, esse fenômeno também reflete o que o sociólogo Gilles Lipovetsky descreve como a “era do vazio”, na qual o afeto digital substitui o compromisso real. O interesse pelo macaquinho gera uma gratificação emocional rápida, que não se traduz em ações concretas para modificar a situação do animal ou seu ambiente.
Outro ponto importante é a influência do antropomorfismo, mecanismo pelo qual projetamos sentimentos humanos em outros seres, facilitando uma conexão afetiva imediata com Punch, que se parece mais com uma criança buscando abrigo do que com um primata em estado de estresse.
Essa empatia, embora natural, precisa ser direcionada para uma ação consciente, que vá além do consumo emocional online, transformando o sentimento em exigência por políticas públicas que garantam o respeito e a liberdade dos animais.
Irã altera cenário do petróleo, mas alta nos preços pode ser temporária
O recente aumento no preço do barril de petróleo Brent, impulsionado por ataques dos EUA e Israel ao Irã, trouxe uma mudança no mercado global. O valor passou de previsões de queda para acima de US$ 80, refletindo maior prêmio de risco e tensões geopolíticas na região do Estreito de Ormuz. Empresas brasileiras do setor registraram alta no mercado financeiro devido a esse cenário.
Apesar do choque nos preços, analistas alertam para a volatilidade e ressaltam que um conflito prolongado não é esperado. Caso não haja mais ataques a infraestruturas estratégicas, o preço do petróleo pode voltar a se estabilizar. O mercado permanece atento às possíveis repercussões no fornecimento e frete do petróleo mundial.
Os recentes ataques dos Estados Unidos e Israel no Irã causaram impacto direto no mercado de petróleo, alterando expectativas que indicavam preços baixos. O preço do barril de petróleo Brent chegou a ultrapassar os US$ 80, valor não previsto por analistas, fechando em US$ 77,74 com alta de 6,7%. Esta mudança aponta para um cenário de aumento do prêmio de risco, diferente do otimismo anterior que apontava para um barril em torno de US$ 50 devido à sobreoferta.
Empresas como PRIO e Petrobras se beneficiaram dessa nova conjuntura, liderando a alta no Ibovespa, com aumentos de 5% e 4,6%, respectivamente. O mercado agora acompanha as possíveis retaliações no Oriente Médio, sobretudo no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um terço das exportações mundiais de petróleo. A região virou foco de tensão após o Irã atacar um navio-tanque, despertando receio sobre possíveis interrupções nas rotas comerciais, o que pode aumentar ainda mais os custos de frete e o preço do petróleo.
Além disso, a paralisação da maior planta de gás natural liquefeito do mundo, da QatarEnergy, fez os preços do gás dispararem na Europa. Enquanto isso, instituições como o JP Morgan e o BTG destacam que o mercado enfrenta uma volatilidade maior e um risco elevado, sem garantia de estabilidade nos preços. No entanto, analistas alertam que uma guerra prolongada não é vista como provável, e que os preços podem se moderar caso não haja ataques diretos a infraestruturas-chave.
O cenário atual torna a dinâmica do mercado complexo e incerta, com riscos geopolíticos elevando as oscilações e colocando em xeque previsões anteriores sobre o preço do barril de petróleo.
Motorista da Uber chama atenção ao criar jogo interativo para passageiros
Um motorista da Uber, Wallace, inovou ao instalar uma tela interativa no banco traseiro do carro com um jogo sobre sua vida e minigames.
A iniciativa, que não utiliza inteligência artificial nem conexão direta com a Uber, tornou a viagem mais divertida e atraiu mais de 1,1 milhão de visualizações online.
O projeto humaniza o serviço, fortalece a relação com os passageiros e pode ser vantagem competitiva num mercado concorrido.
Um motorista da Uber chamado Wallace inovou no atendimento ao instalar uma tela interativa no banco traseiro do carro. Ele desenvolveu um game que convida os passageiros a responderem perguntas sobre ele, como o número de corridas realizadas, além de oferecer minigames divertidos, como ajudar a “curar” uma perna machucada ou resolver um labirinto ligado à sua família.
Sem recorrer a inteligência artificial ou conexão direta com a plataforma da Uber, Wallace proporciona uma experiência diferenciada durante a viagem. A iniciativa tem atraído atenção nas redes sociais, com o vídeo viralizando e acumulando mais de 1,1 milhão de visualizações.
Esse tipo de abordagem tem ganhado destaque no mercado de transporte por aplicativo, onde avaliações e gorjetas influenciam diretamente a renda dos motoristas. Economistas entrevistados pelo site Up Worthy afirmam que soluções criativas como essa humanizam o serviço, fortalecendo o relacionamento entre condutor e passageiro.
Os comentários dos usuários refletem que o jogo ajuda a criar empatia, apresentando detalhes pessoais e tornando a viagem mais agradável. Wallace também demonstra seu prazer pelo ofício, reforçando o envolvimento com o trabalho.
Com a concorrência acirrada entre plataformas de transporte, iniciativas de engajamento podem se transformar em vantagem competitiva para os motoristas. Se pensa em ter uma experiência diferenciada na próxima corrida, vale ficar de olho em soluções do tipo, que fogem do padrão e fazem a diferença na avaliação.
Google alerta para retaliação cibernética do Irã após ataques na região
O Google alertou que o Irã planeja retaliar ataques aéreos dos EUA e Israel com ações cibernéticas que atingirão vários alvos, não restritas ao Oriente Médio.
Especialistas destacam que o país possui grupos organizados para espionagem, destruição de dados e campanhas digitais, ampliando o risco para outros países aliados dos EUA na região.
O alerta do Google e do Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido reforça a necessidade de reforço nas defesas digitais globalmente para se proteger dessas ameaças complexas.
O chefe de inteligência de ameaças cibernéticas do Google destacou que o Irã responderá aos ataques aéreos dos EUA e de Israel com ataques cibernéticos que atingirão uma variedade de alvos, não se limitando ao Oriente Médio. A declaração foi feita por John Hultquist, analista-chefe do Google Threat Intelligence Group, durante evento em Londres.
Apesar do foco ter sido inicialmente a preocupação com ataques russos na Europa, a escalada no Oriente Médio modificou o cenário das ameaças digitais, com o Irã sendo uma preocupação central por sua reputação em ciberataques complexos e organizados. Desde o início da atual tensão, o país não apenas lançou mísseis a países do Conselho de Cooperação do Golfo, mas também deve direcionar ataques digitais a esses aliados dos EUA na região.
O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido já emitiu alertas para que empresas reforcem suas defesas, ressaltando que o Estado iraniano mantém capacidade operacional para operações cibernéticas. O Irã conta com vários grupos ligados às suas agências de inteligência, como o Cotton Sandstorm e o MuddyWater, que realizam desde espionagem até ataques destrutivos de dados.
Essas organizações trabalham em três frentes principais: espionagem, destruição de informações e campanhas que combinam ataques digitais com propaganda. A abrangência e o histórico dessas ações indicam que as ameaças cibernéticas vinculadas ao Irã podem afetar diversos países, ampliando o impacto para além da região do conflito.
Entenda o cheiro da chuva e por que nem todos sentem
O cheiro característico da primeira chuva é chamado de petricor, formado pela combinação de odores liberados quando a água toca o solo seco, incluindo a geosmina produzida por bactérias do solo.
Além disso, descargas elétricas durante tempestades geram ozônio, contribuindo para o aroma metálico associado à chuva. A sensibilidade ao cheiro varia devido a diferenças genéticas entre as pessoas.
Cada indivíduo possui receptores olfativos distintos, que influenciam a percepção do petricor. Fatores como idade e traumas nasais também podem afetar essa sensibilidade.
O cheiro peculiar que muitos associam à primeira chuva tem nome: petricor. Cientistas australianos Isabel Joy Bear e R. G. Thomas definiram esse termo em 1964 para identificar o aroma liberado quando a água da chuva toca o solo seco. Na verdade, o petricor não é uma única substância, mas uma combinação de odores que inclui a geosmina, produzida por bactérias do solo chamadas actinomicetos, e óleos naturais das plantas.
Além disso, durante tempestades, descargas elétricas criam ozônio e óxidos de nitrogênio no ar, responsáveis por aquele cheiro metálico que muitas pessoas associam à chuva. Nossa capacidade de perceber a geosmina é notavelmente sensível — estudiosos indicam que detectamos concentrações muito pequenas dessas moléculas.
Mas por que ninguém sente petricor da mesma forma? A resposta está na variedade genética humana. Cada pessoa possui cerca de 400 tipos diferentes de receptores olfativos no nariz, e a composição genética faz com que algumas sejam mais sensíveis a certos odores do que outras. Além disso, fatores como idade, histórico de infecções respiratórias e até traumas nasais podem diminuir essa percepção.
Sendo assim, o cheiro da chuva é real e composto por vários elementos químicos no ambiente, mas a forma como cada um percebe esse aroma depende do conjunto único de receptores olfativos de cada pessoa, além de suas experiências prévias.
Série Acordes de Concertos Nacionais e Internacionais retorna a Vitória em 2026
A Série Acordes de Concertos Nacionais e Internacionais inicia sua programação para 2026 em Vitória (ES). O concerto será gratuito, realizado no Acordes Centro de Música e Artes, com início às 19h, reunindo músicos locais e nacionais.
O Quinteto de Cordas de Vitória conduzirá o evento, apresentando obras de Villa-Lobos, Saint-Saëns, Marcos Vinicius e arranjos dos Beatles. A iniciativa é apoiada pela Secretaria de Estado da Cultura por meio da Lei Paulo Gustavo.
O evento promove a valorização da música de concerto, aproxima o público da música erudita e contemporânea e contribui para o fortalecimento dos espaços culturais na cidade.
Na próxima segunda-feira, 9 de março, a Série Acordes de Concertos Nacionais e Internacionais inicia sua programação de 2026 no Acordes Centro de Música e Artes. A apresentação, gratuita e marcada para as 19h, acontece no auditório localizado na Rua Odete de Oliveira Lacourt, 720, em Vitória (ES).
O concerto será conduzido pelo Quinteto de Cordas de Vitória, formado por músicos capixabas e cariocas com vasta experiência. O grupo apresentará um repertório diversificado que inclui composições de Villa-Lobos, Camille Saint-Saëns, Marcos Vinicius e Leo Brouwer, além de arranjos de clássicos dos Beatles.
Essa programação faz parte do projeto realizado pela Acordes Centro de Música e Artes, apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Edital de Espaços Culturais da Lei Paulo Gustavo. Em 2025, a série destacou-se ao promover nove concertos que reuniram artistas locais, nacionais e internacionais, com o objetivo de valorizar o gênero da música de concerto em várias formações.
O evento reforça a importância de espaços culturais no incentivo à música erudita e contemporânea, aproximando público e artistas em um ambiente acessível e gratuito. Quem estiver em Vitória pode aproveitar a oportunidade para conferir esse encontro musical que mescla tradição e modernidade em sua seleção de peças.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação