Seleção com 75 vagas de trabalho remoto disponíveis em diversas áreas
O TecMundo, em parceria com a Remotar, apresenta uma lista atualizada com 75 vagas para trabalho remoto no Brasil. As oportunidades abrangem áreas como Administrativo, Financeiro, Marketing, Design, Produto e Programação, contemplando diversos níveis de experiência.
Destaques incluem cargos como Analista Fiscal, Assistente Administrativo, Gerente Comercial, além de posições em Marketing e Vendas, Design e Tecnologia. Há oportunidades para profissionais desde estagiários até níveis seniores.
Quem busca trabalho remoto pode conferir as vagas no portal Remotar, que disponibiliza uma extensa lista de ofertas atualizadas constantemente, facilitando o acesso para quem deseja atuar à distância.
O TecMundo se uniu à Remotar, um dos maiores portais de vagas remotas do Brasil, para apresentar uma seleção atualizada de oportunidades de trabalho 100% remoto. As posições abrangem áreas como Administrativo, Financeiro, Marketing, Design, Produto e Programação, contemplando diversas funções e níveis de experiência.
Entre as ofertas no setor Administrativo e Financeiro, destacam-se cargos como Analista Fiscal Pleno na Albieri e Associados, Assistente Administrativo em contas a pagar na Atlantica Hospitality International, e Gerente de Planejamento Comercial na Omie. Há ainda vagas para Analista de RH, Estagiários em Direito e Legalização, além de funções focadas em talento e aquisição.
No segmento de Marketing e Vendas, candidatos podem se candidatar para Analista de CRM com foco em automação na Vitascience, Analista de Customer Success na Gestão Talentos, e posições como Social Media Pleno/Sênior em empresas como Guia-se Vila Madalena. Também há oportunidades para estagiários em SEO e criação, assim como para vendedores e agentes de retenção de clientes.
Quem atua em Design, UX e UI encontra vagas que vão de Assistente de Arte na Studio61 a Senior Game UI Designer na Auron Studio, passando por Freelancer de Design e Editor de Vídeo. Já em Produto, há posições para Product Manager Sênior na Vitat e Data Product Owner Sênior na YDUQS.
Na área de Programação, Data Science e QA, as oportunidades incluem Desenvolvedor Front-end (growth) na Omie, Engenheiro de Machine Learning na La Moda, Desenvolvedor Java na Global Hitss e QA Tester Sênior na Cakto, entre outras.
Se ainda não encontrou a vaga adequada, o site da Remotar oferece uma lista extensa e atualizada para quem busca trabalho remoto.
Principais lançamentos de filmes e séries da semana no Brasil (25/01)
Janeiro traz novos filmes e séries para o público brasileiro. Entre as estreias, está a série Magnum na Disney+, que mistura ação e comédia baseada em quadrinhos da Marvel.
Outras novidades incluem a nova temporada de Falando a Real no Apple TV+ e o filme Dupla Perigosa no Prime Video, com tramas que vão do drama à aventura. No cinema, A Voz de Hind Rajab destaca-se com uma história intensa ambientada em Gaza.
Na Netflix, a primeira parte da quarta temporada de Bridgerton foca no romance de Benedict Bridgerton e traz novos personagens, mantendo a atmosfera da elite inglesa. São opções variadas para todos os gostos.
Janeiro ainda reserva bons lançamentos para quem acompanha produções em cinema e streaming. Entre as novidades desta semana, está a série Magnum na Disney+, inspirada no quadrinho Wonder Man da Marvel. Ela traz Simon Williams, um astro de cinema que ganha superpoderes, misturando ação e sátira aos filmes do gênero.
No Apple TV+, estreia a terceira temporada de Falando a Real, que mostra a vida de um psicólogo lidando com a perda da esposa, em uma trama que combina drama e comédia. Já no Prime Video, o filme Dupla Perigosa chega com Jason Momoa e Dave Bautista no papel de meio-irmãos que se unem para desvendar uma conspiração no Havaí.
Para quem prefere cinema, A Voz de Hind Rajab é destaque. O longa, ambientado em Gaza, narra a história de uma menina de seis anos que sobrevive a ataques e foi indicado ao Oscar. A narrativa utiliza áudios reais e aborda fatos que ganharam repercussão internacional.
Por fim, a Netflix lança a primeira parte da quarta temporada de Bridgerton. A série de época enfoca Benedict Bridgerton e seu romance com Sophie Baek, em uma história que mantém o foco nas tradições da elite inglesa, mas com novos personagens e enredos.
Vale a pena explorar essas opções, que trazem diferentes gêneros e histórias para todos os gostos.
Transbordamento em área de escavação da Vale afeta operação da CSN Mineração em Ouro Preto (MG)
Na madrugada do último domingo (25), uma área de escavação da Vale em Ouro Preto (MG) sofreu um transbordamento. A água misturada a sedimentos alcançou partes da operação da CSN Mineração, afetando o almoxarifado, oficinas e acessos internos.
A Vale informou que não houve impacto nas comunidades próximas e que as causas estão sendo investigadas, com órgãos competentes comunicados. Já a CSN afirmou que as estruturas de contenção funcionaram, evitando maiores danos.
O incidente enfatiza a importância do monitoramento constante das operações mineradoras para garantir a segurança das operações e das comunidades vizinhas.
Na madrugada do último domingo (25), uma área de escavação da Vale em Ouro Preto (MG) sofreu um transbordamento. O fluxo de água misturado a sedimentos alcançou operações da CSN Mineração, afetando partes da unidade Pires. A Vale e a CSN confirmaram o ocorrido em comunicado oficial.
A Vale informou que não houve impacto nas comunidades próximas nem nas pessoas que vivem na região. As causas do transbordamento já estão sendo investigadas e os órgãos competentes foram comunicados. A mineradora destacou que o evento não está relacionado às suas barragens locais, que permanecem estáveis e monitoradas 24 horas por dia.
Por sua vez, a CSN Mineração afirmou que a água atingiu áreas específicas da operação, como o almoxarifado, oficinas mecânicas, acessos internos e a região de embarque. Segundo a empresa, as estruturas de contenção de sedimentos da CSN estão funcionando normalmente, evitando maiores danos em outras partes da operação.
Essa situação reforça a importância do acompanhamento constante das operações e das infraestruturas das mineradoras, principalmente em áreas suscetíveis a eventos naturais ou operacionais que possam comprometer a segurança local.
Ambas as companhias acompanham a evolução dos trabalhos para minimizar impactos e garantir a segurança das operações e das comunidades vizinhas.
Imposto na China sobre preservativos não impede queda na taxa de natalidade
A China lançou um imposto de 13% sobre preservativos e outros contraceptivos para tentar aumentar a taxa de natalidade do país. Porém, o impacto desse imposto é mínimo diante dos altos custos para criar filhos.
Especialistas afirmam que despesas extras com contraceptivos são quase insignificantes em comparação com o gasto médio que ultrapassa 538.000 yuans até os 18 anos da criança. Isso torna improvável que o imposto influencie a decisão dos casais.
Experiências internacionais mostram que medidas fiscais têm pouca eficácia para reverter o declínio da fertilidade, que persiste mesmo após a China liberar até três filhos por família.
A China implementou um novo imposto sobre camisinhas e outros contraceptivos, com uma alíquota de 13%, em uma tentativa de estimular a taxa de natalidade do país. A medida, que entrou em vigor em 1º de janeiro, visa reduzir a utilização desses produtos para aumentar o número de nascimentos. No entanto, especialistas apontam que o impacto econômico do imposto é mínimo, representando uma pequena despesa adicional em comparação com o alto custo de criar filhos no país.
O custo médio para criar uma criança até os 18 anos na China ultrapassa 538.000 yuans (mais de US$ 77 mil), o que torna o acréscimo no preço de preservativos e pílulas quase insignificante para as famílias. Esse cenário mostra que o imposto dificilmente influenciará a decisão dos casais.
Além disso, experiências internacionais, como as de Cingapura e Coreia do Sul, indicam que políticas pronatalistas, mesmo com incentivos financeiros e subsídios, não conseguem reverter a baixa taxa de fertilidade. Esses países enfrentam desafios similares, devido à modernização, urbanização e mudanças sociais que afetam os padrões reprodutivos.
A China já abandonou sua antiga política do filho único e agora permite até três filhos por família, mas a taxa de fertilidade permanece em declínio, atingindo 1,0 filho por mulher em 2024, bem abaixo da taxa de reposição de 2,1 necessária para manter a população estável.
Especialistas destacam a chamada “armadilha da baixa fertilidade”, que demonstra a dificuldade em elevar a taxa quando esta está muito abaixo do nível sustentável, algo que medidas fiscais, como o novo imposto, dificilmente conseguirão reverter diante dos custos de vida elevados e das oportunidades ampliadas para mulheres no mercado de trabalho.
Via Super
12 horas atrás - Tecnologia e Inovação
Redes sociais ultrapassam TV como principal fonte de informação política no Brasil
Uma pesquisa do instituto Quaest revelou uma mudança significativa no consumo de informação política no Brasil. Pela primeira vez, as redes sociais foram apontadas como a principal fonte, com 39% da preferência, superando a televisão que teve 34%. Essa transformação reflete uma tendência que deve ganhar força nas próximas eleições.
Além da mudança de hábito, o estudo aponta uma divisão ideológica na percepção das notícias. Apoiadores do ex-presidente Lula tendem a consumir notícias mais positivas, enquanto eleitores independentes e de direita encontram mais conteúdos negativos. Essa segmentação reforça a polarização política e destaca o desafio de diversificar as fontes de informação.
O avanço das redes sociais como meio predominante indica que a comunicação política precisará se adaptar a esse cenário híbrido. Estratégias eficazes deverão integrar mídias digitais e tradicionais para alcançar públicos variados, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando.
Pesquisa recente do instituto Quaest revelou que as redes sociais ultrapassaram a televisão como principal fonte de consumo de informação política no Brasil, com 39% dos entrevistados optando pelo digital contra 34% da TV. Essa mudança indica uma tendência que pode se consolidar nas próximas pesquisas, marcando uma transformação no hábito de se informar sobre política.
A percepção do governo Lula varia segundo as preferências ideológicas dos eleitores: os apoiadores do ex-presidente veem mais notícias positivas, enquanto os eleitores independentes e da direita relatam maior exposição a notícias negativas, evidenciando um consumo de mídia fortemente segmentado.
Esse fenômeno reforça a polarização, já que as plataformas digitais facilitam o acesso a conteúdos alinhados a visões pré-existentes, limitando a diversidade de informações e dificultando a mobilização para escolhas políticas distintas.
Os eleitores de direita apresentam maior preferência por conteúdo digital, enquanto os lulistas ainda se inclinam à TV, refletindo um cenário híbrido de consumo de informação. Essa divisão aponta para desafios na comunicação eleitoral de 2026, que precisará integrar estratégias em meios digitais e tradicionais para alcançar o público de forma eficaz.
O avanço das redes sociais como fonte principal de notícias políticas mostra como o ambiente informacional se adapta às novas tecnologias, exigindo atenção dos atores políticos e comunicadores para dialogar com públicos diversificados em plataformas variadas.
Os 10 filmes de suspense mais aguardados para 2026 no exterior
Os filmes de suspense previstos para 2026 prometem tramas intensas e envolventes, misturando crime real, ação e desafios psicológicos. Destaques incluem “63 Horas de Pânico”, inspirado em um sequestro real dos anos 70, e “Psicopata em Fuga”, que traz a busca de uma policial por um serial killer.
Diversos títulos trazem nomes conhecidos, como “Socorro!” dirigido por Sam Raimi e estrelado por Rachel McAdams, além do thriller policial “Dinheiro Suspeito”, com Matt Damon e Ben Affleck. Sequências como “Casamento Sangrento: A Viúva” mantêm o suspense vivo com histórias sombrias.
Outros lançamentos interessantes são “Verity”, que mistura suspense psicológico com segredos, e “Pânico 7”, que revisita a famosa série de terror. O filme “Caminhos do Crime” mostra um assalto complexo com Chris Hemsworth e Halle Berry no elenco.
Os filmes de suspense em 2026 prometem um ano marcante para o gênero, combinando trajetórias de crime real, desafios psicológicos e ação intensa. A oferta inclui estreias que capturam tanto histórias baseadas em fatos quanto renovações de franquias já conhecidas. Entre eles, destaca-se “63 Horas de Pânico”, dirigido por Gus Van Sant, que aborda um sequestro inspirado em um caso real dos anos 70.
Outro título relevante é Psicopata em Fuga, que traz uma caçada implacável a um serial killer por uma policial em busca de vingança. Sam Raimi dirige Socorro!, que explora a luta pela sobrevivência após a queda de um avião em ilha deserta, com Rachel McAdams e Dylan O’Brien no elenco.
“Dinheiro Suspeito” reúne Matt Damon e Ben Affleck em um thriller policial focado em corrupção e traição em Miami. A sequência “Casamento Sangrento: A Viúva” continua o enredo sombrio envolvendo uma elite poderosa e um jogo mortal para manter suas fortunas.
Outros destaques incluem “Verity”, misturando suspense psicológico com segredos perturbadores, e “Pânico 7”, que vai revisitar a série com Sidney Prescott enfrentando novo perigo. No topo da lista, “Caminhos do Crime” acompanha um assalto complexo, com Chris Hemsworth e Halle Berry.
Para entender as tendências que moldam o cinema atual e o que está por vir, vale conferir as 12 melhores filmes e séries do streaming em 2025, disponíveis em plataformas digitais.
Brasileiros participam de ação coletiva que acusa WhatsApp de acessar mensagens criptografadas
Uma ação coletiva que envolve usuários do Brasil acusa o WhatsApp, empresa da Meta, de violar a privacidade dos usuários ao acessar mensagens protegidas por criptografia de ponta a ponta. O processo foi apresentado no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco, e questiona as declarações da empresa sobre a segurança das conversas.
Os autores da ação afirmam que a Meta armazena, analisa e pode acessar as comunicações dos usuários, contrariando a promessa de que somente remetentes e destinatários teriam acesso às mensagens. O grupo inclui representantes de vários países e traz denúncias sobre práticas internas da empresa.
Essa ação coloca em discussão a confiabilidade dos aplicativos de mensagens em proteger a privacidade e levanta questões sobre o direito dos usuários à proteção de seus dados pessoais e à transparência das grandes empresas de tecnologia.
Uma ação coletiva envolvendo usuários brasileiros acusa a WhatsApp, parte da Meta, de violar a privacidade ao acessar mensagens protegidas pela criptografia de ponta a ponta. O processo, apresentado no Tribunal Distrital dos EUA em San Francisco, questiona declarações da empresa sobre a segurança e confidencialidade das conversas.
Os demandantes afirmam que a Meta armazena, analisa e pode acessar as comunicações dos usuários, contrariando a promessa de que só remetentes e destinatários teriam acesso às mensagens. A criptografia usada, baseada no protocolo Signal, é destacada pela empresa como padrão há mais de uma década.
Um porta-voz da Meta classificou a acusação como “frívola” e defendeu a integridade da criptografia, afirmando que as alegações “são categoricamente falsas e absurdas”. A empresa também avisou que buscará punições contra os responsáveis pelo processo.
O grupo inclui representantes da Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul, e cita a participação de denunciantes que teriam exposto práticas internas de acesso aos conteúdos no WhatsApp. Os advogados tentam consolidar a ação como uma coletânea, aumentando o alcance das acusações em âmbito global.
Essa disputa coloca em xeque a segurança prometida em aplicativos de mensagens e levanta questionamentos sobre os direitos dos usuários em relação à proteção dos dados pessoais e a transparência das grandes empresas de tecnologia.
Ação coletiva com participação de brasileiros acusa WhatsApp de violar privacidade
Uma ação coletiva internacional com participação de brasileiros foi protocolada contra a Meta, responsável pelo WhatsApp, acusando a empresa de acessar conversas supostamente criptografadas. O processo está em andamento no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco.
Os demandantes afirmam que a Meta viola a privacidade ao armazenar e analisar comunicações que deveriam ser protegidas pela criptografia ponta a ponta. A empresa nega as acusações e classifica a ação como sem fundamento.
O caso destaca a preocupação global com a segurança digital e a proteção de dados pessoais em plataformas de mensagens amplamente usadas no mundo todo.
Um grupo internacional, que inclui brasileiros, iniciou uma ação coletiva contra a Meta, acusando a empresa de violar a privacidade no WhatsApp. Os demandantes afirmam que a Meta estaria acessando conversas criptografadas, contrariando as promessas da empresa sobre segurança e privacidade. O processo foi protocolado no Tribunal Distrital dos EUA em San Francisco.
Segundo a ação, apesar do sistema de criptografia “ponta a ponta” ser divulgado como um recurso que assegura que apenas participantes das conversas tenham acesso às mensagens, a Meta e o WhatsApp estariam armazenando, analisando e podendo acessar dados dessas comunicações supostamente protegidas. O grupo alega que a empresa e seus executivos teriam cometido fraude ao comunicar as garantias de privacidade aos bilhões de usuários globalmente.
A Meta respondeu classificando a ação como “frívola” e declarou que buscará punições contra os advogados envolvidos. Andy Stone, porta-voz da companhia, ressaltou que a criptografia ponta a ponta pelo protocolo Signal está em uso desde 2016, e negou qualquer tipo de acesso indevido às mensagens dos usuários.
A ação coletiva reúne participantes de diversos países, incluindo Austrália, Índia, México e África do Sul. Cita ainda denunciantes que contribuíram para as alegações, sem revelar identidades. Advogados responsáveis pelo processo pedem ao tribunal que a ação seja reconhecida como coletiva, o que ampliaria a abrangência das reclamações contra a gigante tecnológica.
O caso coloca em evidência o debate sobre segurança digital e proteção dos dados pessoais em plataformas de comunicação amplamente utilizadas.
Ação coletiva com participação de brasileiros acusa WhatsApp de violar privacidade
Uma ação coletiva internacional reúne brasileiros para acusar a Meta, dona do WhatsApp, de acessar mensagens que deveriam ser protegidas pela criptografia ponta a ponta. O processo alega que a empresa armazenou e analisou conversas confidenciais, contrariando as garantias de segurança oferecidas pelo aplicativo.
A Meta nega as acusações, afirmando que o WhatsApp mantém criptografia forte que só permite leitura das mensagens pelo remetente e destinatário. O caso foi apresentado em tribunal dos EUA e envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Índia e México.
O processo levanta dúvidas sobre o real nível de proteção das mensagens e a transparência das grandes empresas quanto ao uso dos dados pessoais. O desfecho pode impactar bilhões de usuários globalmente e abrir precedentes no debate sobre privacidade digital.
Uma ação coletiva internacional, com participação de brasileiros, acusa a Meta de violar a privacidade dos usuários do WhatsApp ao acessar conversas que deveriam ser protegidas pela criptografia de ponta a ponta. Segundo o processo, a empresa teria armazenado, analisado e acessado mensagens consideradas privadas, contrariando as promessas feitas sobre segurança.
A Meta, dona do aplicativo, nega as acusações, classificando a ação como infundada e afirmando que o WhatsApp usa criptografia ponta a ponta pelo protocolo Signal há uma década. Um porta-voz da empresa afirmou que as mensagens só podem ser lidas pelo remetente e destinatário, e que o processo não tem base concreta.
O processo foi apresentado no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco, e envolve demandantes de países como Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul. Os autores destacam denúncias internas para embasar o caso, alegando que funcionários da Meta podem ter acesso às comunicações criptografadas.
Os advogados responsáveis pedem que o tribunal reconheça a ação como coletiva. A Meta indicou a intenção de buscar sanções contra os responsáveis pelo processo e mantém a defesa da integridade da criptografia oferecida no WhatsApp.
O caso levanta questionamentos sobre o nível de proteção real das mensagens no aplicativo e sobre a transparência das grandes empresas de tecnologia em relação a dados pessoais. Fique atento a novidades sobre esse debate que pode afetar bilhões de usuários globalmente.
Redes sociais superam televisão como principal fonte de notícia política no Brasil
Uma pesquisa do instituto Quaest revelou que, pela primeira vez no Brasil, as redes sociais passaram a ser a principal fonte de informação política, superando a televisão. Em janeiro de 2026, 39% dos brasileiros buscaram notícias políticas nas redes, contra 34% na TV.
O estudo aponta que esse novo comportamento está ligado ao atual cenário eleitoral e à segmentação das plataformas digitais, que reforça visões políticas distintas. A população direita está mais presente no digital, enquanto a esquerda ainda prefere a televisão.
Essa mudança sinaliza a necessidade de adaptação das estratégias de comunicação política para um modelo híbrido, que una meios tradicionais e digitais. Entender essa transformação é essencial para acompanhar o impacto nas eleições e no engajamento do público.
Uma pesquisa recente do instituto Quaest revelou que, pela primeira vez, as redes sociais ultrapassaram a televisão como principal fonte de informação política no Brasil. Enquanto em dezembro de 2025 a TV e as redes estavam empatadas na preferência do público, com 35%, em janeiro de 2026 as redes sociais passaram para 39%, contra 34% da TV.
Esse dado indica uma mudança no comportamento dos brasileiros, especialmente em um ano eleitoral. A pesquisa também mostrou como a percepção das notícias varia conforme a orientação ideológica. Eleitores pró-governo tendem a enxergar as notícias de forma mais positiva, enquanto grupos de direita, como os bolsionistas, afirmam ver mais notícias negativas sobre o governo Lula.
A tendência de consumo hipersegmentado, amplificada pelas plataformas digitais, reforça as visões políticas existentes, criando um ambiente em que é difícil influenciar eleitores a mudarem suas opiniões. A divisão no consumo também reflete preferências diferentes: a direita está mais presente no digital, a esquerda ainda usa mais a TV.
Com essa alteração, a comunicação política em 2026 enfrenta o desafio de se adaptar a um modelo híbrido, que combine estratégias digitais hipersegmentadas com métodos mais tradicionais de comunicação. Essa abordagem é necessária para alcançar um público diversificado em suas formas de acessar notícias e informações.
Esse cenário evidencia a importância crescente das redes sociais no debate político e no processo eleitoral brasileiro, sinalizando mudanças no modo como a população se informa e como campanhas devem se estruturar. Acompanhar essa evolução será crucial para entender o impacto nas eleições e no engajamento político.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação