Um estudo internacional chamado PURE revelou que 40% dos casos de infarto acontecem em pessoas consideradas de baixo risco pelos métodos tradicionais usados pelos médicos. Isso indica que esses modelos podem não captar todos os fatores que levam ao infarto, deixando parte da população fora das estratégias preventivas.
O estudo acompanhou cerca de 200 mil pessoas em 21 países, mostrando que, mesmo com baixo risco, fatores sociais, estilo de vida e acesso à saúde influenciam muito os eventos cardiovasculares. Entre os principais fatores que explicam 90% dos infartos estão tabagismo, pressão alta, alimentação ruim, sedentarismo, obesidade e estresse.
Além disso, o acesso a serviços de saúde faz grande diferença. Países com mais recursos têm mais diagnóstico e tratamento, resultando em menos mortes, enquanto regiões de menor renda encaram mais fatalidades, mesmo entre quem tem risco baixo.
O estudo destaca que uma alimentação balanceada — com frutas, legumes e proteínas — junto à prática regular de exercícios e manutenção da força muscular, são essenciais para proteger o coração. Também se sabe que tanto o excesso quanto a falta de sal na dieta podem aumentar o risco cardiovascular. A hipertensão segue sendo o principal fator de risco, com muitos adultos sem diagnóstico ou tratamento adequado.
O desafio atual está em aplicar o conhecimento científico para prevenir o infarto, garantindo que a prevenção seja contínua e acessível, desde a infância até a vida adulta. Isso inclui políticas públicas eficientes e mudanças de hábito para melhorar a qualidade de vida e aumentar a longevidade.
Ruvo: fintech do ex-Uber facilita transferências com Pix entre Brasil e EUA
A fintech Ruvo, criada pelo ex-funcionário do Uber Alec Howard, está operando em São Paulo para facilitar transferências internacionais entre Brasil e EUA. A plataforma utiliza stablecoins para integrar Pix, Visa e moedas digitais numa única carteira digital.
Com taxas entre 0,9% e 1,8% e transferências quase instantâneas, a Ruvo oferece uma alternativa mais rápida e barata que os métodos tradicionais, que podem levar até cinco dias. A startup também permite compras em dólar e investimentos em USDT, com rendimentos atraentes.
A empresa mira brasileiros que recebem do exterior e pequenas empresas, seguindo as regulamentações locais atuais e futuras. O objetivo é tornar as transferências internacionais tão simples quanto o Pix, ampliando o acesso a serviços financeiros globais.
Alec Howard, ex-funcionário do Uber, está se instalando em São Paulo para impulsionar a expansão da sua fintech de pagamentos internacionais, a Ruvo. A startup utiliza stablecoins para tornar transferências entre Brasil e EUA mais simples e econômicas, conectando o Pix, Visa e moedas digitais numa única wallet.
A Ruvo recentemente captou US$ 4,6 milhões numa rodada liderada pela 1confirmation, investidora da Coinbase e Polymarket. A empresa oferece transferências quase instantâneas, com taxas de 0,9% a 1,8%, muito abaixo do custo e do tempo exigidos pelas transações tradicionais via Swift, que podem levar até cinco dias.
Com foco em brasileiros que recebem receita no exterior, a plataforma facilita o envio de recursos e permite compras em dólar via cartão Visa. Clientes podem ainda investir em USDT, a stablecoin atrelada ao dólar, com rendimento de até 6% ao ano.
Alec e seu sócio Mike Mason identificaram que fintechs do México e Argentina já operavam com stablecoins para remessas internacionais, mas o Brasil ainda não tinha opções semelhantes. O avanço das regulamentações no Brasil e EUA dá maior segurança a essa operação.
A fintech segue normas locais e pretende se adequar a futuras regras do Banco Central. A Ruvo atende especialmente pessoas físicas e pequenas empresas, aproveitando vínculo com instituições financeiras brasileiras e americanas. Operações com stablecoins são isentas de IOF, um benefício que pode mudar com novas regulamentações.
O objetivo da Ruvo é permitir que brasileiros e americanos façam transferências internacionais tão facilmente quanto um Pix, ampliando o acesso a produtos financeiros globais.
Pomelo capta US$ 55 milhões em rodada Série C para expansão na América Latina
A Pomelo anunciou a captação de US$ 55 milhões em sua rodada Série C, co-liderada por Kaszek e Insight Partners. O investimento será direcionado para expandir sua atuação na América Latina, América Central e Caribe, com foco no desenvolvimento de soluções globais e novos métodos de pagamento.
A empresa planeja aprimorar suas tecnologias voltadas à emissão e processamento de cartões, além de lançar um cartão global em stablecoins e implementar inteligência artificial para gestão de pagamentos. A Pomelo tem crescido rapidamente, atendendo grandes bancos e empresas no mercado regional.
A Pomelo, empresa que atua na área de infraestrutura de pagamentos, anunciou uma captação de US$ 55 milhões em sua rodada Série C, co-liderada por Kaszek e Insight Partners. Desde 2021, a companhia já levantou um total de US$ 160 milhões. Os investimentos serão usados para expandir sua atuação na América Latina, América Central e Caribe, focando no desenvolvimento de soluções globais e novos métodos de pagamento.
Com destaque para o aprimoramento de tecnologias voltadas à emissão e processamento de cartões, a Pomelo planeja lançar um cartão global nativo em stablecoins, implementar tokenização de pagamentos e usar inteligência artificial para a gestão de chargebacks. A empresa também visa criar novas unidades de negócio dedicadas a sistemas modernos de pagamento.
Fundada por Gastón Irigoyen, Hernán Corral e Juan Fantoni, a Pomelo desenvolveu uma plataforma cloud-native com arquitetura API-first, que opera diretamente com Mastercard e Visa. Em poucos anos, ampliou sua base para atender mais de 150 clientes, incluindo bancos como Santander e BBVA, além de empresas como Western Union e Rappi.
Nos últimos dois anos, a empresa registrou um crescimento de receita superior a 250%, resultado da demanda por infraestrutura financeira eficiente e regional. Investidores ressaltam a execução rápida e a solidez da tecnologia como fatores decisivos para apoiar esta nova fase da Pomelo, reforçando sua posição no mercado de pagamentos na América Latina.
Felipe K.M.: Liderança em Tecnologia na GSK Brasil
Felipe K.M. lidera a área de tecnologia da GSK Brasil, focando na transformação dos dados em benefícios clínicos e sociais. Com experiência em grandes empresas e consultoria, ele integra inteligência artificial, machine learning e dados genéticos para inovar nas operações farmacêuticas.
Para Felipe, o papel do CIO vai além da manutenção de sistemas. É preciso visão global e sensibilidade para atuar em um setor regulado, priorizando governança digital e segurança da informação. Ele destaca a importância da capacitação das equipes para ampliar o acesso à saúde e aprimorar a experiência de pacientes e profissionais.
Sob sua liderança, a GSK aposta em tecnologias que aumentam a eficácia clínica e promovem um sistema de saúde mais inclusivo. A combinação entre ciência, talento humano e tecnologia busca uma cultura de inovação responsável, conectando propósitos corporativos aos desafios do setor.
Felipe K. M. comanda a tecnologia da GSK Brasil, focando em transformar dados em benefícios sociais e clínicos. Com experiência na Bayer, Johnson & Johnson e consultoria própria, ele integra inteligência artificial, machine learning e dados genéticos nas operações farmacêuticas.
Para Felipe, o papel do CIO vai além de manter sistemas funcionando. Exige visão global e sensibilidade, especialmente em um setor regulado, onde governança digital e segurança da informação são essenciais. Ele enfatiza que o sucesso dependerá da capacitação das equipes, criando um ambiente onde a tecnologia expanda o acesso à saúde e melhore a experiência de pacientes e profissionais.
Sob sua liderança, a GSK aposta em tecnologias de plataforma para melhorar a eficácia clínica e tornar o sistema de saúde mais inclusivo. Felipe acredita que liderança atual deve equilibrar empatia e coragem para conectar pessoas e dados em um cenário em constante evolução.
A combinação entre ciência e talento humano busca estabelecer uma cultura de inovação responsável, garantindo que a tecnologia entregue impacto social relevante. Sua estratégia tem foco em soluções que aumentem o acesso e a efetividade dos tratamentos, alinhando propósitos corporativos com os desafios do setor.
Confira a entrevista completa no podcast Forbes CIOs, onde ele detalha sua visão sobre o futuro do setor farmacêutico em meio à transformação digital.
Nova teoria de fã revela ligação entre trailers de Vingadores: Doutor Destino
Durante janeiro, fãs identificaram códigos ocultos nos trailers de Vingadores: Doutor Destino, que parecem se conectar a momentos de Vingadores: Ultimato.
Esses códigos indicam cenas específicas e sugerem que o filme pode explorar consequências das viagens temporais, impactando a trama do Doutor Destino.
Embora haja dúvidas sobre a repetição dos códigos, os diretores garantem que os trailers escondem histórias que serão detalhadas no filme, previsto para o fim de 2026.
Durante janeiro, várias prévias de Vingadores: Doutor Destino apresentaram personagens e subtramas que têm gerado especulações entre os fãs. Uma nova teoria ganhou destaque ao identificar códigos ocultos no final dos trailers, que parecem se relacionar a cenas específicas de Vingadores: Ultimato.
Os códigos, como 1e 24ber 02020 no trailer do Capitão América e 1e 17ber 02020 no de Thor, sugerem marcações de tempo para buscar momentos do filme anterior. Entre esses, destaca-se uma cena em que a Anciã alerta sobre riscos causados pelas alterações temporais para impedir Thanos, e outra em que Loki, disfarçado de Steve Rogers, planeja uma operação de resgate.
Há ainda cenas que indicam um tom mais leve, com Rocket Racoon e Homem-Formiga conversando sobre uma possível viagem espacial. Isso alimenta hipóteses de que o longa pode explorar consequências de viagens temporais ou interuniversais, afetando o vilão Doutor Destino e motivando seu envolvimento na trama.
Apesar do enredo parecer conectado, há pontos questionáveis, como a repetição dos mesmos segundos nos códigos. Porém, os diretores afirmaram que os trailers escondem histórias que serão melhor exploradas no filme, que estreia no fim de 2026.
A movimentação dos fãs e os detalhes nos trailers indicam um vínculo esperado entre as produções, mantendo o interesse vivo para a chegada do filme.
Itaú é o único banco brasileiro no ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo
O Itaú Unibanco é o único representante brasileiro no ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo divulgado em 2025 pela Brand Finance. O banco subiu 20 posições e ocupa a 254ª colocação, com a marca avaliada em US$ 9,9 bilhões.
O valor da marca do Itaú cresceu 15% em 2026, e seu Brand Strength Index atingiu 80,3 pontos, garantindo a nota AAA-. Esse crescimento reflete estratégias como expansão do crédito e fortalecimento do banco digital, além de campanhas que reforçam a conexão com os clientes.
O Itaú Unibanco é o único representante brasileiro na lista das 500 marcas mais valiosas do mundo, segundo o ranking divulgado pela consultoria Brand Finance em 20 de maio de 2025. O maior banco privado nacional avançou 20 posições e agora aparece na 254ª colocação global.
O valor da marca do Itaú cresceu 15% em 2026 e atingiu US$ 9,9 bilhões. Já o seu Brand Strength Index (Índice de Força de Marca) alcançou 80,3 pontos, garantindo a nota AAA-, que indica uma forte conexão com o público.
De acordo com Eduardo Chaves, diretor-gerente da Brand Finance no Brasil, esse aumento reflete o desempenho das receitas e ganho de mercado do banco, impulsionados pela expansão do crédito, crescimento do banco digital e campanhas publicitárias como a “Feito do Futuro”.
Na mesma pesquisa, a Apple mantém o topo do ranking com valor de US$ 607,6 bilhões (+6%), seguida pela Microsoft, que teve crescimento de 23% atingindo US$ 565,2 bilhões. O Google e Amazon completam o pódio, com alta de 5% e 4%, respectivamente.
Outro destaque foi a Nvidia, cuja marca cresceu 110%, alcançando US$ 184,3 bilhões e superando nomes como TikTok e Facebook. O YouTube se destacou como marca mais forte do mundo, com nota 95,30 no Brand Strength Index.
A metodologia da Brand Finance avalia o valor da marca pelo benefício financeiro líquido da licença no mercado, e a força da marca por atributos intangíveis como reconhecimento e fidelidade. Anualmente, o estudo considera 6 mil marcas globais e seleciona as 500 mais valiosas para o relatório Global 500.
Tela Brasil: governo esclarece status do streaming gratuito de cinema nacional
Nos últimos dias, o nome Tela Brasil passou a circular com força em portais de tecnologia e cultura, gerando expectativa sobre o lançamento de uma nova plataforma pública de streaming dedicada ao cinema nacional. A movimentação, no entanto, veio acompanhada de informações desencontradas que levaram muitos usuários a acreditar que o serviço já estaria oficialmente disponível.
Diante da repercussão, o Ministério da Cultura divulgou um esclarecimento: a plataforma ainda não foi lançada e permanece em fase inicial de testes, com previsão de disponibilização ao público no primeiro trimestre de 2026.
O que é o Tela Brasil
O Tela Brasil é uma iniciativa do Governo Federal voltada à valorização do audiovisual brasileiro. A proposta é oferecer, de forma gratuita, um catálogo amplo de produções nacionais, incluindo longas-metragens, documentários, animações, séries e obras históricas preservadas pela Cinemateca Brasileira.
O projeto busca ampliar o acesso a filmes que muitas vezes ficam fora do circuito comercial tradicional, fortalecendo a diversidade cultural e regional do país. Além do entretenimento, a plataforma também é pensada como um recurso educativo, com potencial de uso em escolas, universidades e projetos culturais.
Por que surgiu a confusão sobre o lançamento
A confusão começou após a publicação de matérias em blogs e sites especializados indicando que o aplicativo do Tela Brasil já estaria disponível para download. Usuários relataram dificuldade para encontrar o app na Google Play Store e problemas de acesso em versões previamente instaladas.
Em nota oficial, o Ministério da Cultura esclareceu que essas informações não procedem. Segundo o órgão, o aplicativo para Android faz parte de uma fase beta restrita, utilizada para testes técnicos e ajustes da plataforma. Eventuais instabilidades e a retirada temporária do app da loja fazem parte desse processo.
O que esperar da plataforma
Quando oficialmente lançado, o Tela Brasil deverá funcionar mediante login único do gov.br, garantindo acesso gratuito e seguro ao conteúdo. A curadoria promete contemplar diferentes períodos do cinema nacional, desde produções contemporâneas até obras de relevância histórica.
A iniciativa se insere em um movimento mais amplo de uso da tecnologia como ferramenta de democratização cultural, aproximando o público de produções nacionais que nem sempre encontram espaço nos serviços comerciais de streaming.
Análise complementar
O impacto do Tela Brasil vai além do catálogo de filmes. A plataforma levanta debates importantes sobre cultura digital, acesso público à tecnologia e o papel do Estado na preservação e difusão do patrimônio audiovisual.
Uma análise mais aprofundada sobre o funcionamento da plataforma, o contexto tecnológico e as implicações dessa iniciativa para o ecossistema digital brasileiro pode ser encontrada em um artigo publicado no site TechMaker, que detalha o projeto e seus desdobramentos no cenário atual da tecnologia e da cultura.
Até o momento, o Tela Brasil não está disponível para download público. O Ministério da Cultura reforça que o lançamento oficial ocorrerá apenas após a conclusão dos testes técnicos, com comunicação formal nos canais institucionais.
Enquanto isso, a expectativa em torno da plataforma evidencia o interesse crescente do público por iniciativas que unam tecnologia, cultura e acesso gratuito, apontando para novas formas de distribuição do audiovisual brasileiro no ambiente digital.
5 sugestões de livros e jogos para explorar em janeiro
Para começar o ano com entretenimento variado, indicamos cinco opções entre livros e jogos que trazem temas envolventes e diversos. Entre as leituras, destaca-se “A Arte do Descaso”, que explora o maior roubo de arte no Brasil, e “Só as Partes Engraçadas”, com memórias da roteirista Nell Scovell.
No universo dos jogos, há o “Scout”, um jogo de cartas estratégico, e “Enigma do Medo”, game brasileiro de mistério e dedução lançado em 2024. Além disso, o romance “Voltar a Quando” aborda a crise venezuelana a partir de uma perspectiva humana e política.
Essa seleção oferece um mix cultural para quem busca diversificar o lazer no início do ano, unindo entretenimento, história e reflexões sociais em formatos atraentes e acessíveis.
Para quem busca entretenimento em janeiro, a indicação é explorar uma seleção que mistura livros e jogos com temas variados e envolventes. Entre as obras, “A Arte do Descaso” destaca-se ao investigar o maior roubo de arte já registrado no Brasil, ocorrido no Museu da Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, onde quadros de Monet, Picasso, Matisse e Dalí desapareceram. O crime, completando 20 anos, segue sem solução e é detalhado pela jornalista Cristina Tardáguila.
Para os fãs de jogos, o “Scout” se destaca com suas cartas numeradas, desafiando o formato clássico ao impedir mudanças na ordem das cartas na mão. A mecânica designer fomenta partidas estratégicas e rápidas. Já “Enigma do Medo”, game brasileiro lançado em 2024, une mistério e dedução, colocando o jogador na pele de Mia, uma detetive que busca seu pai desaparecido, acompanhada do cão Lupi. O projeto contou com financiamento coletivo que ultrapassou R$ 4 milhões.
Para os apaixonados por roteiros e histórias reais, “Só as Partes Engraçadas” traz as memórias de Nell Scovell, roteirista que trabalhou em produções como Os Simpsons, revelando os bastidores da comédia e os desafios enfrentados por mulheres no meio.
Por fim, o romance “Voltar a Quando” acompanha a crise venezuelana a partir da vida de um casal com opiniões contrárias sobre o governo de Hugo Chávez, explorando os impactos políticos e familiares em meio à crise.
Esta variedade oferece opções culturais para quem quer diversificar as leituras e jogos neste começo de ano.
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4 horas atrás - Tecnologia e Inovação
Vaca na Áustria usa vassoura para se coçar, revela estudo científico
Uma vaca chamada Veronika, na Áustria, foi registrada usando uma vassoura para se coçar, comportamento raro entre bovinos e pouco documentado. Acredita-se que essa atitude seja uma estratégia para aliviar coceiras causadas por insetos.
Estudo da Universidade de Medicina Veterinária de Viena aponta que Veronika usa tanto as cerdas quanto o cabo da vassoura para atingir diferentes partes do corpo. Esse uso flexível indica uma escolha intencional da ferramenta.
Os pesquisadores destacam que o ambiente arborizado e o convívio livre favorecem o desenvolvimento dessas habilidades cognitivas na vaca. A descoberta amplia a compreensão sobre a inteligência dos bovinos e seu comportamento.
Na Áustria, uma vaca chamada Veronika chamou atenção científica ao usar uma vassoura para se coçar, comportamento raro e pouco documentado em bovinos. Pesquisadores da Universidade de Medicina Veterinária de Viena investigaram o uso flexível dessa ferramenta, notando que ela utiliza tanto as cerdas quanto o cabo para atingir diferentes partes do corpo.
Segundo o estudo publicado no periódico Current Biology, Veronika consegue controlar a vassoura para aliviar coceiras causadas por picadas de insetos. Ela emprega a extremidade com cerdas na parte superior do corpo e o cabo de madeira para a região inferior, o que indica uma escolha intencional e adaptativa da ferramenta.
Veronika vive como animal de estimação em um ambiente arborizado, e sua rotina inclui livre interação com o espaço. Essa condição distinta de fazendas industriais provavelmente favorece o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas, segundo a bióloga Alice Auersperg, autora da pesquisa. Ela ressalta que o uso de ferramentas demonstra um nível de inteligência frequentemente subestimado em vacas.
Além dessas observações, vídeos e relatos anedóticos sugerem que outros bovinos também utilizam objetos, como galhos, para se coçar, o que pode indicar uma capacidade natural mais ampla. Cientistas esperam que esses achados ampliem a compreensão sobre a cognição e o comportamento dos animais de fazenda, incentivando uma nova visão a respeito desses animais.
O estudo reforça a ideia de que o uso de ferramentas não é exclusividade de espécies tradicionalmente reconhecidas pela inteligência, como chimpanzés e corvos, mas pode estar presente também em gados, sobretudo quando criados em ambientes estimulantes.
xAI, de Elon Musk, deve ser lucrativa antes da OpenAI, aponta ex-diretor financeiro
A empresa de inteligência artificial xAI, criada por Elon Musk, tem previsão de se tornar lucrativa até 2028, segundo análise feita pela Forbes. Atualmente, a companhia conta com cerca de US$ 10 bilhões em caixa e planeja um fluxo de caixa positivo entre dois anos e meio e três anos. A previsão indica que o xAI poderá atingir o lucro antes da OpenAI, que espera equilíbrio financeiro apenas em 2030.
Para conseguir essa meta, a xAI adota um modelo de financiamento inovador que reduz custos e riscos. Isso envolve a criação de um veículo chamado Valor Compute Infrastructure (VCI), focado especialmente na compra e aluguel da infraestrutura essencial, como racks de chips da Nvidia. Este método permite captar grandes recursos e viabilizar investimentos em tecnologia e capacidade computacional.
Enquanto a OpenAI enfrenta altos custos para equipar sua estrutura, a estratégia da xAI busca reduzir o custo do capital, evitando perda de valor em captação via emissão de ações. Essa abordagem pode ser decisiva para que a empresa alcance seu objetivo financeiro em menos tempo, destacando-se no mercado de IA global.
O laboratório de inteligência artificial xAI, fundado por Elon Musk, tem previsão de se tornar lucrativo até 2028, conforme apresentação a investidores analisada pela Forbes. Atualmente, a empresa dispõe de cerca de US$ 10 bilhões em caixa. Segundo Jonathan Shulkin, da Valor Equity Partners, o fluxo de caixa positivo deve ocorrer entre dois anos e meio a três anos.
A xAI está adotando um modelo de financiamento inovador para reduzir custos e riscos relacionados à construção de centros de dados essenciais para a operação. Essa estrutura envolve um veículo, chamado Valor Compute Infrastructure (VCI), focado na compra e aluguel da infraestrutura crítica, como racks de chips da Nvidia, para a xAI.
Esse modelo permite captar US$ 7,5 bilhões em recursos próprios e quase o dobro em dívidas, incluindo aportes da Nvidia e várias gestoras de private equity. A iniciativa busca viabilizar investimentos que podem chegar a US$ 22 bilhões em capacidade computacional, além de pedidos de chips avançados da Nvidia avaliados em mais de US$ 10 bilhões.
Enquanto isso, a OpenAI projeta atingir equilíbrio financeiro apenas em 2030, devido a seus compromissos bilionários em infraestrutura, e a Anthropic planeja lucro em 2028, alinhando-se aos planos da xAI. A estratégia da xAI foca em reduzir o custo do capital, já que captar recursos via emissão de ações pode consumir até metade do valor levantado, tornando o modelo pelo veículo uma alternativa mais econômica.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação