China mantém taxas de empréstimos estáveis pelo oitavo mês seguido
A China manteve as taxas de empréstimos sem alteração pelo oitavo mês consecutivo, com a LPR para 1 ano em 3,00% e a de cinco anos em 3,50%. Essa decisão segue a expectativa do mercado e mostra que o governo não pretende flexibilizar amplamente sua política monetária no momento.
Apesar da estabilidade geral, o país aplicou cortes direcionados em setores específicos para estimular a economia local. Analistas esperam possíveis reduções nas taxas nos próximos meses, considerando os indicadores econômicos e o contexto global.
A manutenção das taxas preserva o custo do crédito para empresas e consumidores, influenciando investimentos e consumo. O Banco Popular da China monitora a recuperação econômica e a inflação com cautela, buscando equilíbrio e crescimento estável.
A China decidiu manter as taxas de empréstimos estáveis pelo oitavo mês consecutivo em janeiro, conforme as expectativas do mercado. A LPR (Loan Prime Rate) para 1 ano segue em 3,00%, enquanto a referência para cinco anos permanece em 3,50%. Essa estabilidade indica que as autoridades chinesas não têm pressa em afrouxar a política monetária de forma ampla.
Apesar da manutenção das taxas, o país aplicou recentemente cortes direcionados a setores específicos, buscando estimular áreas selecionadas da economia. Analistas do mercado apostam que eventuais cortes nas taxas de referência devem ocorrer no primeiro ou segundo trimestre do ano, conforme a evolução dos indicadores econômicos.
Uma pesquisa da Reuters com 22 especialistas confirmou a expectativa unânime de manutenção das taxas para janeiro. A decisão reforça o compromisso do governo em garantir equilíbrio enquanto monitora a recuperação econômica e a inflação.
Essa postura sugere também cautela diante dos desafios globais e internos, incluindo questões comerciais e pressões inflacionárias que influenciam os rumos das taxas de juros na China. O foco segue na busca por um crescimento estável, sem abrir mão da disciplina fiscal e monetária.
A manutenção das taxas afeta diretamente o custo do crédito para empresas e consumidores, impactando decisões de investimento e consumo. Por isso, o mercado acompanha atentamente os próximos passos do Banco Popular da China na política de juros.
O bitcoin (BTC) é negociado próximo de US$ 90 mil na manhã desta terça-feira (20), registrando uma queda superior a 2% nas primeiras horas. O mercado global de criptomoedas apresenta tendência negativa, enquanto o Fear & Greed Index indica que o ambiente está em zona de “medo”.
As bolsas asiáticas fecharam no vermelho, acompanhadas dos principais índices europeus e dos futuros de Nova York, que operam em baixa no mesmo período. Entre as dez maiores criptomoedas, destino ao Bitcoin e Ethereum destacam-se pelo desempenho em queda: o BTC recuou cerca de 1,93% e o ETH teve baixa de 3,28% nas últimas 24 horas.
A tensão política entre União Europeia e Estados Unidos, intensificada após declaração do presidente Donald Trump sobre a possível anexação da Groenlândia, contribui para a percepção de risco no mercado. Paralelamente, a Suprema Corte dos EUA analisa a legalidade das tarifas comerciais impostas às principais economias globais, o que pode afetar ainda mais o cenário econômico.
Dados do SosoValue apontam que os fundos de índice (ETFs) ligados à criptomoedas nos Estados Unidos registraram saques da ordem de US$ 394 milhões nesta terça-feira, reforçando a ideia de maior aversão ao risco entre os investidores. Esse movimento reflete uma cautela maior diante das incertezas globais.
Investidores seguem atentos às movimentações políticas e econômicas que influenciam o mercado digital e tradicional, mantendo uma postura de cautela em meio a instabilidades recentes.
iGreen e o marketing multinível na energia solar: modelo com desafio regulatório no Brasil
A iGreen Energy, fundada pelos irmãos Amanda Durante e Thiago Alexander, oferece energia solar por assinatura por meio de um modelo de marketing multinível. Amanda, também pastora, vê o negócio como um “mover de Deus”, enquanto Thiago destaca o retorno financeiro rápido para licenciados.
O ingresso na rede custa R$ 1.997, com ganhos prometidos por meio de comissões e bônus que incluem prêmios como viagens e carros. A empresa possui cerca de 25 mil licenciados e planeja expandir até 2026, atuando como intermediária entre clientes e fornecedores, sem vender energia diretamente.
Apesar do investimento da Comerc, ligada à Vibra Energia, o modelo levanta preocupações quanto à transparência, cancelamentos e semelhanças com esquemas de pirâmide. O Ministério Público Federal e a Aneel acompanham a atuação da iGreen, num setor regulatório ainda em construção.
Os irmãos Amanda Durante e Thiago Alexander fundaram a iGreen Energy, uma empresa que oferece energia solar por assinatura com um modelo de marketing multinível. Amanda, que também é pastora evangélica, expressa que a iniciativa representa um “mover de Deus” e busca impactar a “vida espiritual” dos parceiros. Thiago, por sua vez, destaca o retorno financeiro rápido como atrativo para os licenciados.
Para entrar na rede, o interessado paga uma licença de R$ 1.997, que Thiago promete poder recuperar em até dez dias. Os ganhos incluem comissões e royalties “até o infinito”, conforme propagado nos vídeos de divulgação, com recompensas que variam de viagens a carros elétricos e até um Porsche Taycan.
A iGreen afirma ter cerca de 25 mil licenciados atualmente e pretende ampliar sua base de clientes, estimada em 500 mil, até 2026. A empresa não vende energia diretamente, funcionando como uma plataforma intermediadora entre fornecedores e clientes que compram energia coletivo. Para isso, oferece acesso a serviços via aplicativos e conecta participantes a fornecedores.
Apesar do investimento institucional da Comerc, ligada à Vibra Energia, o modelo levanta dúvidas quanto à transparência e cancelamento de contratos, além de operar num cenário regulatório ainda em construção. Ganhos dependentes do recrutamento se assemelham a esquemas de pirâmide, algo atentamente monitorado pelo Ministério Público Federal e pela Aneel, que realiza fiscalização específica no setor.
A remuneração dos participantes combina bônus por contratação de novos licenciados e comissões sobre as contas dos clientes. Porém, mais de 90% dos ganhos dos níveis superiores dependem das redes formadas a partir do recrutamento, revelando a complexidade do modelo que mescla fé, negócios e energia solar por assinatura.
Impacto das decisões de Trump nos mercados e perspectiva para o Ibovespa nesta terça-feira
O mercado financeiro está monitorando as recentes ações do presidente Donald Trump, que envolvem tarifas e controle estratégico da Groenlândia. Investidores aguardam seu discurso em Davos e decisões da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas, que podem impactar taxas adicionais.
No Brasil, o Ibovespa registrou leve alta, enquanto moedas e bolsas internacionais operam em baixa. A situação política e econômica nos EUA, com tensões envolvendo o Federal Reserve, gera incertezas nos investidores.
Esses fatores influenciam diretamente o comportamento do mercado brasileiro, afetando desde ações brasileiras até o dólar e criptomoedas, e exigem atenção para decisões financeiras no curto prazo.
O mercado financeiro está atento às recentes movimentações do presidente Donald Trump, que ameaçou impor tarifas a países europeus que resistirem à ideia dos Estados Unidos assumirem o controle da Groenlândia. Os investidores aguardam ainda o discurso de Trump no Fórum Econômico Mundial de Davos, onde espera-se que ele apresente planos para criar fóruns internacionais alternativos, como o denominado Conselho da Paz, que excluiria o Conselho de Segurança da ONU.
Nos Estados Unidos, a expectativa é pelo julgamento da Suprema Corte sobre a legalidade das tarifas reciprocas lançadas por Trump. Caso o resultado seja desfavorável, o presidente ameaça aplicar impostos generalizados de 10%. Outro ponto de atenção é o processo que envolve Lisa Cook, diretora do Federal Reserve, alvo de uma tentativa de demissão de Trump devido a acusações de fraude hipotecária, situação acompanhada de perto por sua influência na autonomia do Fed.
No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) discute a revisão da Resolução nº 400, que define os direitos dos passageiros aéreos, incluindo alimentação, hospedagem e comunicação em casos de atraso ou cancelamento de voos.
Nos mercados, o Ibovespa teve leve alta de 0,03%, fechando aos 164.849,27 pontos, enquanto o dólar à vista caiu 0,16%, cotado a R$ 5,3640. O ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) registra queda de 0,66% no pré-market em Nova York. Bolsas na Ásia e na Europa operam em baixa, e os futuros de Wall Street acompanham essa tendência. O mercado de criptomoedas também recua, com bitcoin e ethereum em queda.
Perspectivas para a inflação dos serviços em 2026 no Brasil
A inflação dos serviços deve continuar alta em 2026, influenciada pelo mercado de trabalho aquecido e aumento da renda disponível. Apesar da projeção de queda do IPCA geral para 3,9%, os preços dos serviços devem permanecer elevados, dificultando a redução da taxa Selic, que deve ficar entre 12,5% e 13%.
O baixo índice de desemprego mantém elevada a demanda por serviços como alimentação fora, transporte por aplicativo, turismo e hospedagem. A nova faixa de isenção do Imposto de Renda deve aumentar o consumo em serviços, beneficiando milhões de trabalhadores.
Fatores como a Copa do Mundo podem provocar variações temporárias em serviços de lazer, mas não alterarão a tendência geral da inflação em 2026. Além disso, oscilações cambiais e do petróleo, junto com o cenário eleitoral, podem influenciar a dinâmica dos preços do setor.
O setor de inflação de Serviços deve manter preços elevados em 2026, pressionado pelo mercado de trabalho aquecido e aumento da renda disponível. Mesmo com essa alta, a projeção do IPCA geral indica uma queda para 3,9%, impulsionada pela estabilidade nos preços de bens. No entanto, a expectativa é de que os serviços não contribuam de forma significativa para acelerar a convergência à meta inflacionária, dificultando cortes mais rápidos na Selic, que deve ficar entre 12,5% e 13% ao longo do ano.
O baixo desemprego, que alcançou 5,2% nos últimos meses de 2025, mantém a demanda por serviços alta, refletindo em aumentos em itens como alimentação fora do domicílio, passagens aéreas, turismo e hospedagem. A alta acumulada em transporte por aplicativo foi expressiva, com 56,08%, resultado da combinação de maior procura, reajustes e custos com combustíveis. Essa tendência deve seguir em 2026, acompanhando a renda estável e a preferência dos consumidores.
Outro ponto que pode ampliar o consumo é a nova faixa de isenção do Imposto de Renda, que agora atinge até R$ 5 mil mensais, beneficiando cerca de 14 milhões de pessoas, com impacto no gasto em serviços como restaurantes, cuidados pessoais e empregados domésticos. Apesar disso, a inflação elevada em serviços, incluindo aluguel e manutenção, deve persistir, limitando um alívio mais amplo nos preços e influenciando as decisões da política monetária.
Eventos temporários, como a Copa do Mundo, podem causar variações pontuais em serviços relacionados a lazer e transporte, mas sem alterar a trajetória geral da inflação. A dinâmica inflacionária em 2026 estará sujeita ainda a influências externas, como a volatilidade cambial e oscilações no preço do petróleo, principalmente em um ano com eleições.
Xbox Cloud Gaming deve ganhar versão gratuita com anúncios em 2026, segundo rumores
A Microsoft pode lançar uma versão gratuita do Xbox Cloud Gaming com anúncios em 2026, de acordo com rumores divulgados por especialistas. Essa novidade permitiria que usuários acessem jogos via nuvem sem precisar de assinatura do Game Pass, suportada por publicidade.
Usuários já notaram mensagens indicando “1 hora de jogo com anúncios por sessão” no serviço, o que sugere testes da Microsoft para esse modelo. A versão gratuita seria destinada especialmente a quem compra jogos mas não é assinante do Game Pass.
A estratégia ajuda a usar servidores ociosos e reduzir custos, além de ampliar a oferta do serviço. A Microsoft ainda não confirmou oficialmente, e detalhes como formato e alcance ainda são desconhecidos, podendo ser anunciados em breve.
A Microsoft pode lançar uma versão gratuita do Xbox Cloud Gaming com anúncios, segundo relatos de Tom Warren (The Verge) e Jez Corden (Windows Central). Essa novidade permitiria acesso ao serviço via nuvem sem a necessidade de assinatura do Game Pass, com sessões gratuitas suportadas por publicidade.
Recentemente, usuários começaram a ver uma mensagem ao iniciar jogos no serviço indicando “1 hora de jogo com anúncios por sessão”. Para Warren, isso confirma que a Microsoft vem testando a inserção de anúncios no Xbox Cloud Gaming.
Corden acrescenta que o modelo gratuito com anúncios deve ser direcionado especialmente a quem compra jogos digitais, mas não tem o Game Pass ativo. Ele explica que assinantes do serviço não seriam afetados pela exibição de publicidade.
Essa estratégia também pode ajudar a usar melhor a capacidade ociosa dos servidores da Azure, reduzindo custos e justificando a expansão da infraestrutura. O serviço via nuvem é uma alternativa para quem não deseja ou não pode investir em consoles ou PCs mais caros.
A Microsoft ainda não confirmou oficialmente a novidade, que pode ser anunciada no Xbox Developer Direct no dia 22 de janeiro. Detalhes como formatos, duração dos anúncios e regiões atendidas ainda não foram divulgados, então as informações devem ser encaradas com cautela.
A expansão do mercado de imóveis de luxo na Flórida em 2025
Em 2025, a Flórida consolidou sua liderança no mercado imobiliário de luxo nos Estados Unidos, representando metade das transações mais caras do país. Destaque para a venda de um complexo à beira-mar em Nápoles por US$ 133 milhões, um recorde no estado.
Compradores de alto poder aquisitivo, incluindo magnatas do Vale do Silício como Larry Page, estão investindo fortemente na região, especialmente em Miami, impulsionando a demanda por imóveis à beira-mar que excede a oferta.
O crescimento populacional no estado, aliado a mudanças tributárias em outras regiões, como a Califórnia, fortalece a tendência de alta nos preços das casas de luxo. A expectativa é de que o mercado continue aquecido em 2026.
Um relatório da Redfin destaca que a Flórida dominou o mercado imobiliário de luxo nos Estados Unidos em 2025, respondendo por seis dos dez imóveis mais caros vendidos no país em dezembro. Ao longo do ano, metade das transações residenciais de maior valor ocorreu no estado, consolidando sua posição no segmento de alto padrão.
A maior venda foi um complexo à beira-mar em Nápoles, negociado por US$ 133 milhões. A transação marca um recorde para o estado, embora ainda esteja abaixo do maior valor já pago nos EUA, o apartamento de US$ 238 milhões em Manhattan, adquirido em 2019 por Ken Griffin.
Já em 2026, o cofundador do Google, Larry Page, adquiriu duas mansões em Miami por US$ 173,4 milhões, ampliando o interesse dos magnatas do Vale do Silício pela região. Segundo especialistas, a procura por imóveis à beira-mar supera a oferta e cresce com a chegada de compradores latino-americanos e a unificação de terrenos para construção de mansões maiores.
Em 2025, 426 imóveis avaliados acima de US$ 10 milhões foram vendidos na Flórida, número próximo ao recorde de 444 unidades em 2021. O crescimento populacional do estado influenciado por mudanças tributárias em outros locais, como a Califórnia, também contribui para o aumento da demanda.
O sul da Flórida, especialmente Miami e Palm Beach, registra os maiores aumentos nos preços de casas de luxo. A expectativa é que essa tendência continue em 2026, sustentada por fatores como segurança, clima, incentivos fiscais e o fluxo crescente de investimentos globais.
China investe em inteligência artificial para automóveis e gadgets do dia a dia
A China avança rapidamente na aplicação da inteligência artificial em diversos setores, desde automóveis até gadgets do cotidiano, como comedouros de pássaros e máquinas de cortar cabelo inteligentes.
Na CES 2026, empresas chinesas destacaram dispositivos que combinam IA a objetos diários, evidenciando uma estratégia de domínio no mercado global de hardware inteligente e um crescimento anual previsto de 18% até 2030.
Esse movimento mostra a importância da “IA física”, com produtos tangíveis como robôs e assistentes pessoais, o que pode mudar o cenário tecnológico mundial, aumentando a competitividade com fabricantes ocidentais.
A China avança na incorporação da inteligência artificial em diversos produtos, desde carros até comedouros de pássaros, evidenciando sua estratégia para dominar o mercado global de hardware com IA. Na CES 2026, empresas chinesas apresentaram dispositivos que unem IA a objetos do cotidiano, como máquinas de cortar cabelo inteligentes e brinquedos que interpretam emoções do usuário.
Grandes fabricantes como SZ DJI Technology mostraram drones com tecnologia de IA, enquanto startups exploram aplicações variadas, do cuidado a idosos com robôs até sistemas automotivos. Shenzhen destaca-se como centro de manufatura, facilitando o rápido desenvolvimento e produção desses aparelhos. O mercado de hardware de IA na China, incluindo eletrodomésticos e dispositivos vestíveis, deve crescer 18% ao ano até 2030, chegando a US$ 153 bilhões em 2025, segundo a Beijing Runto Technology.
Alguns dos produtos expostos indicam a tendência de “IA física”, focada em dispositivos tangíveis, como robôs humanoides e assistentes que interagem em tempo real. Apesar de muitas inovações serem ainda experimentais ou de nicho, o ritmo acelerado da indústria chinesa sugere uma disputa acirrada com empresas ocidentais, que também investem em equipamentos inteligentes, como assistentes para construção e geladeiras que gerenciam o estoque de alimentos.
Especialistas apontam que o domínio na fabricação de itens concretos de IA pode ser um fator decisivo para o controle dessa nova era computacional. A presença forte da China na CES mostra a disputa tecnológica na prática, envolvendo desde aparelhos para consumo diário até equipamentos industriais e de entretenimento.
Economista afirma que independência do Fed já não existe, apesar de controvérsia Trump/Powell
O presidente do Fed, Jerome Powell, enfrenta investigação criminal relacionada a uma reforma na sede do banco. Apesar disso, o mercado permaneceu calmo, indicando que investidores não se assustaram com a situação.
Segundo o economista Tyler Cowen, a independência do Federal Reserve dos EUA já é uma relíquia do passado, impactada por déficits fiscais e políticas que limitam sua liberdade. Isso pode tornar a inflação mais alta inevitável.
O cenário aponta para dificuldades econômicas, com a inflação provável como resposta dos governos em vez de aumento de impostos ou cortes de gastos, influenciando o futuro do dólar e a economia global.
Quando o presidente do Fed, Jerome Powell, revelou estar sob investigação criminal, o mercado reagiu com cautela. A apuração envolve uma reforma de US$ 2,6 bilhões na sede do banco central e foi vista por Powell como um pretexto para pressionar por cortes de juros. Apesar disso, ações, dólar e outros ativos não demonstraram pânico, segundo o economista Tyler Cowen, da Universidade George Mason.
Cowen acredita que os investidores já aceitaram que a independência do Federal Reserve é uma relíquia do passado. Isso teria ocorrido devido a políticas fiscais que reduziram a liberdade real do Fed, como déficits crônicos e cortes de impostos. Para ele, a inflação mais alta será inevitável, pois democracias tendem a preferir essa saída em vez de aumentar impostos ou reduzir gastos.
Esse cenário é semelhante à análise do bilionário Ray Dalio, que aponta três alternativas para países endividados: austeridade, calote ou inflação. Para os EUA, a inflação é a opção mais provável, mesmo que tenha efeitos negativos como perda de padrão de vida e impacto no emprego.
Cowen também avalia que a expectativa de que a inteligência artificial aumente a produtividade pode não ser suficiente para evitar esse ciclo inflacionário, sobretudo porque setores públicos e serviços crescem lentamente. Assim, a erosão da independência do Fed pode ser um reflexo de escolhas políticas e econômicas da última década, sinalizando desafios para o dólar nos próximos anos.
Orelhões começam a ser retirados das ruas em todo o Brasil a partir de 2026
A partir de 2026, os orelhões começam a ser retirados gradualmente das ruas de todo o Brasil. Atualmente, cerca de 38 mil aparelhos ainda estão ativos, mas as operadoras não são mais obrigadas a mantê-los após o fim das concessões.
A remoção será feita principalmente nas áreas que já contam com cobertura de telefonia móvel, garantindo que o serviço só permaneça em locais sem sinal até 2028. O número de orelhões diminuiu drasticamente nos últimos anos, de cerca de 202 mil em 2020 para menos de 40 mil atualmente.
A decisão da Anatel prevê o redirecionamento dos recursos da manutenção desses telefones públicos para ampliar a banda larga e a telefonia móvel, tecnologias mais utilizadas atualmente. Os orelhões foram um símbolo da comunicação pública no Brasil desde 1971 e permanecem na memória cultural do país.
O ano de 2026 marca o início da remoção dos orelhões das ruas brasileiras, encerrando uma longa fase da comunicação pública no país. Atualmente, cerca de 38 mil aparelhos ainda permanecem ativos em várias cidades, mas a retirada desses telefones começa em janeiro, após o fim das concessões das empresas responsáveis.
Operadoras como Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefonica não são mais obrigadas a manter essa infraestrutura, o que acelera o processo de remoção dos telefones públicos. A retirada será gradual e os aparelhos só devem ser mantidos em locais sem cobertura de rede móvel, garantindo comunicação até 2028 nesses casos.
Nos últimos anos, o número de orelhões diminuiu significativamente: em 2020 ainda havia aproximadamente 202 mil unidades nas ruas brasileiras, número que caiu para menos da quinta parte. A Anatel determina que os recursos antes aplicados na manutenção sejam redirecionados para ampliar a banda larga e a telefonia móvel, tecnologias mais usadas atualmente.
Os orelhões foram criados em 1971 pela arquiteta sino-brasileira Chu Ming Silveira, e se destacaram pelo design oval que oferece boa acústica e proteção contra ruídos externos. Durante décadas, esses telefones públicos foram fundamentais para a comunicação, especialmente entre os anos 1970 e 2000, tornando-se um símbolo cultural nacional.
Mesmo com seu uso em declínio, eles ganharam nova visibilidade recentemente ao aparecer no cartaz do filme O Agente Secreto, indicado ao Oscar 2026, mostrando que ainda fazem parte da memória popular.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação