Capital One adquire fintech brasileira Brex por US$ 5,1 bilhões nos EUA
A Capital One anunciou a aquisição da fintech Brex por US$ 5,15 bilhões, parcela dividida entre ações e dinheiro. A Brex, fundada em 2017 pelos brasileiros Pedro Franceschi e Henrique Dubugras, atua no mercado de cartões corporativos e gerenciamento financeiro. A operação será concluída em 2026, sujeita às condições de fechamento habituais.
A união permitirá expandir o portfólio de produtos para empresas, combinando a tecnologia da Brex com a infraestrutura da Capital One. A fintech utiliza inteligência artificial para automatizar processos financeiros complexos. Os fundadores, com experiência prévia na Pagar.me, continuarão à frente da empresa.
Este é o maior investimento da Capital One desde 2025, destacando a importância do negócio no mercado financeiro dos EUA. A Brex é reconhecida no Vale do Silício e já recebeu mais de US$ 1 bilhão em aportes de investidores globais.
A Capital One anunciou ter fechado um acordo para adquirir a fintech Brex por US$ 5,15 bilhões, valor dividido igualmente entre ações e dinheiro. Fundada em 2017 por Pedro Franceschi e Henrique Dubugras, brasileiros que se destacaram na lista 30 Under 30 da Forbes, a Brex é focada em cartões de crédito corporativos e softwares para gerenciamento de despesas.
O fundador e CEO da Brex destacou que a união com a Capital One permitirá acelerar o crescimento e ampliar o portfólio de soluções para empresas, aproveitando a experiência da fintech e a infraestrutura da nova controladora. A Brex também utiliza agentes de inteligência artificial para automatizar fluxos complexos e melhorar o controle financeiro de seus clientes.
Para a Capital One, a aquisição representa o maior investimento desde a compra da Discover Financial Services, em 2025, que transformou a empresa no maior emissor de cartões de crédito dos Estados Unidos. A conclusão do negócio está prevista para o meio de 2026, sujeita às condições tradicionais de fechamento, e Franceschi continuará liderando a Brex.
Ambos os fundadores, com experiência prévia na startup Pagar.me, deixaram a Universidade Stanford para expandir a Brex, que recebeu mais de US$ 1 bilhão em investimentos de grandes fundos como Tiger Global e Peter Thiel. Atualmente, a empresa é referência no Vale do Silício e seus líderes bilionários.
A ferramenta gratuita Grok, desenvolvida pela xAI de Elon Musk e integrada à rede social X, tem gerado polêmica intensa. Pesquisadores estimam que, em apenas 11 dias, a IA produziu cerca de três milhões de imagens sexualizadas, incluindo aproximadamente 23 mil envolvendo menores, por meio de edições simples em fotos reais, como “vista-a com biquíni” ou “tire a roupa dela”.
Este volume expressivo de deepfakes levou a múltiplas restrições, com países como Filipinas, Malásia e Indonésia proibindo o uso da ferramenta, enquanto autoridades no Reino Unido, França e Estados Unidos investigam o caso. O procurador-geral da Califórnia abriu um inquérito contra a xAI devido ao material sexualmente explícito gerado.
Figuras públicas, incluindo a atriz Selena Gomez, as cantoras Taylor Swift e Nicki Minaj, além de políticas como a vice-primeira-ministra sueca Ebba Busch e a ex-vice-presidente dos EUA Kamala Harris, tiveram suas imagens manipuladas pelo Grok.
Após as denúncias, a rede social X anunciou a restrição da função de criação dessas imagens em territórios onde sua geração é ilegal. Até o momento, a xAI não se pronunciou além de uma resposta automática que classificou as acusações como “mentiras da mídia tradicional”.
O relatório do Centro de Combate ao Ódio Digital define claramente o problema: Grok atua como uma “fábrica para produção de material de abuso sexual”, gerando um debate sobre os impactos éticos e legais da tecnologia na criação de conteúdo falso e sexualmente explícito.
Esses episódios destacam a necessidade crescente de regulamentação e controle sobre o uso de inteligência artificial na internet, especialmente na manipulação de imagens e proteção à privacidade. Fique atento a novas atualizações sobre esse assunto.
CMN modifica estatuto do FGC após início dos pagamentos do caso Master
O Conselho Monetário Nacional (CMN) atualizou o estatuto do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para aprimorar o processo de ressarcimento aos investidores após o início dos pagamentos relacionados à liquidação do Banco Master.
As mudanças permitem que o conselho do FGC proponha ajustes nas contribuições das instituições associadas e ampliam a cobertura do fundo para despesas de atos de gestão feitos de boa-fé, além de melhorar a transparência com prazos mais curtos para pagamento.
Essas alterações visam fortalecer a estabilidade do sistema financeiro nacional e minimizar os impactos financeiros sem afetar os processos recentes de liquidação.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) atualizou o estatuto do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para melhorar os processos de ressarcimento aos investidores. As mudanças foram aprovadas em 22 de novembro, após o início dos pagamentos relacionados à liquidação do Banco Master, ocorrida em novembro de 2025. O FGC garante proteção a investidores que aplicaram em produtos associados a instituições financeiras associadas.
Uma modificação importante permite que o conselho de administração do FGC proponha ajustes nas contribuições das instituições associadas, conforme a necessidade identificada. Essas propostas são avaliadas pelo Banco Central e decididas pelo CMN, mas não há sinalização atual de aumento nas alíquotas.
Com prejuízos estimados em torno de R$ 47 bilhões devido à liquidação de empresas do grupo Master e do Will Bank, o fundo adotará medidas para minimizar impactos na liquidez, como antecipar contribuições em cinco anos e implementar cobranças adicionais. Isso está previsto no conjunto de normas vigente.
Além disso, o novo regulamento amplia o suporte à transferência de controle ou ativos e passivos das instituições em situações adversas, desde que reconhecidas pelo Banco Central. O FGC também passará a cobrir despesas resultantes de atos de gestão feitos de boa-fé.
Para aumentar a transparência, o fundo divulgará o saldo dos instrumentos garantidos por cada associado, além de estabelecer prazo máximo de três dias para pagamentos após o recebimento das informações necessárias. Essas ações buscam tornar os pagamentos mais ágeis e alinhados a padrões internacionais.
O FGC destaca que as atualizações fortalecem a estabilidade do sistema financeiro nacional sem afetar processos recentes de liquidação.
Economista Sincero invade a Groenlândia: Charles Mendlowicz analisa in loco plano de anexação de Trump
Enquanto o mundo observa as movimentações diplomáticas em torno do Ártico, o economista Charles Mendlowicz, criador do canal Economista Sincero, realiza uma missão crucial. Charles está na Groenlândia para a quarta temporada de sua série de coberturas internacionais, intitulada \”Economista Sincero invade…”, com foco na região.
O objetivo central da viagem é analisar, diretamente do território dinamarquês, o clima político e as questões econômicas após o renovado interesse do presidente Donald Trump em anexar a ilha aos Estados Unidos. Além de vídeos no canal Economista Sincero, nos próximos dias Charles lançará a quarta temporada do podcast Economista Sincero, onde ele traduz o mundo, sem enrolação, pontuando de forma analítica como essa possível transição afetaria o comércio global, a exploração de recursos naturais e a hegemonia americana.
Com passagens marcantes pela Argentina (eleições de 2023, nos dois turnos) e pelos Estados Unidos (cobertura do cenário econômico norte americano em 2022, e as eleições de 2024 em Washington), Mendlowicz consolida seu papel como um correspondente econômico independente.
\”A Groenlândia deixou de ser apenas um ponto geográfico estratégico para se tornar o epicentro de uma discussão de soberania e macroeconomia sem precedentes no século XXI\”, afirma Charles Mendlowicz. \”Não basta ler os relatórios, é preciso entender no local como a população e a economia regional reagem a essa pressão de Washington. Meu objetivo é traduzir essa complexidade geopolítica para o investidor brasileiro, mostrando as peças desse xadrez em tempo real\”, completa o Economista Sincero.
A expedição promete entregas de conteúdo multiplataforma, unindo o rigor da análise financeira e sincera de Charles Mendlowicz com a agilidade das redes sociais e o noticiário, atingindo uma audiência que busca entender os desdobramentos do governo Trump para além das fronteiras tradicionais.
Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero
Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller \”18 princípios para você evoluir\”. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.
Via: Grayce Rodrigues
6 horas atrás - Economia
CMN aprova mudanças no estatuto do FGC para fortalecer governança e proteção a depositantes
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou alterações no estatuto do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para aprimorar a governança e a proteção dos depositantes. As mudanças visam garantir maior transparência e suporte nas transferências de controle em instituições financeiras em situações adversas.
A nova norma inclui cobertura para despesas com processos decorrentes de atos regulares da administração do FGC e estabelece prazos para pagamentos de garantias. Essas medidas buscam fortalecer a estabilidade do sistema financeiro brasileiro, alinhando-o a padrões internacionais.
Além disso, o CMN definiu a divulgação pública dos saldos cobertos por cada instituição financeira, promovendo transparência e segurança para os clientes. As mudanças também ajudam a reduzir custos e riscos para o sistema financeiro como um todo.
O Conselho Monetário Nacional aprovou mudanças no estatuto e regulamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), visando aprimorar a governança e a proteção dos depositantes, conforme norma divulgada pelo Banco Central.
As alterações incluem maior suporte na transferência de controle ou ativos e passivos em instituições em “situação conjuntural adversa”. Segundo o FGC, esses acordos buscam garantir a continuidade dos serviços financeiros e reduzir custos e riscos para o sistema financeiro.
Também foi prevista a cobertura de despesas com processos judiciais, inquéritos e reclamações, desde que decorrentes de atos regulares e de boa-fé da administração do Fundo. Essas mudanças devem fortalecer a estabilidade e solidez do sistema, alinhando-o a padrões internacionais sem interferir nas recentes liquidações.
Além disso, a norma introduz maior transparência, obrigando a divulgação pública do saldo de instrumentos cobertos por cada instituição financeira. O regulamento estabelece ainda um prazo máximo de três dias para iniciar pagamentos de garantias após o envio formal das informações pelos liquidantes.
O Conselho Monetário Nacional é formado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, e pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
Direção de Elenco: Entenda a nova categoria do Oscar que indicou “O Agente Secreto”
O filme brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo a inédita categoria de Direção de Elenco. Essa nova categoria reconhece o trabalho fundamental na escolha e coordenação dos atores.
Gabriel Domingues, indicado pelo filme, destacou-se ao selecionar um elenco equilibrado, reunindo atores consagrados e novos talentos que reforçam a narrativa sobre a ditadura militar no Brasil. O elenco conta com Wagner Moura e outros nomes importantes.
Essa é a primeira categoria criada pela Academia em mais de 20 anos, oficializando um reconhecimento que a profissão já buscava. A cerimônia do Oscar será transmitida ao vivo em 15 de março.
O filme brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, garantiu quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo a inédita categoria de Direção de Elenco. Esta é a primeira nova categoria criada pela Academia em mais de 20 anos, ampliando o reconhecimento a profissionais essenciais na escolha e coordenação dos atores.
O papel do diretor de elenco é selecionar os atores mais adequados para cada personagem, considerando não só talento individual, mas a harmonia do conjunto. Gabriel Domingues, indicado pelo filme, soube equilibrar nomes consagrados com talentos emergentes, fortalecendo a narrativa do longa que retrata a ditadura militar no Brasil.
O elenco reúne Wagner Moura como Marcelo, um professor perseguido, e atores como Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido e Alice Carvalho, que interpreta Fátima. Uma atuação de destaque é de Tânia Maria, de 79 anos, estreante no cinema, para quem o papel foi escrito e adaptado pelo diretor especificamente.
Desde 2013, a Academia conta com um ramo de diretores de elenco, mas a nova estatueta só foi oficializada recentemente, respondendo a um pedido antigo da indústria para valorizar esse profissional. O anúncio dos vencedores do Oscar será em 15 de março, com transmissão ao vivo.
Detroit e os bastidores da Fórmula 1: tecnologia e inovação em foco
Estar em Detroit para acompanhar o lançamento do novo carro da Fórmula 1 da Oracle Red Bull Racing foi uma experiência que uniu emoção e tecnologia. A Fórmula 1 passa por mudanças importantes para 2026, com inovação em aerodinâmica e análise de dados para melhorar segurança e eficiência.
A sustentabilidade é um foco crescente no esporte, com novos motores que usam metade da energia elétrica e combustível renovável. Essas soluções reduzem emissões sem perder desempenho, mostrando a Fórmula 1 como um laboratório de inovações para veículos futuros.
O evento mostrou que o esporte vai além do entretenimento, sendo um ambiente de pesquisa intensa. Tecnologias desenvolvidas na Fórmula 1 já influenciam a indústria automotiva, destacando seu papel no avanço tecnológico e na mobilidade.
Estar em Detroit para acompanhar o lançamento do novo carro da Fórmula 1 da Oracle Red Bull Racing e Racing Bulls foi uma experiência única que reuniu emoção e avanço tecnológico. Com as mudanças técnicas previstas para 2026, a categoria passa por uma transformação profunda que envolve túnel de vento, simulações em dinâmica de fluidos e uma análise intensa de dados, buscando máxima eficiência e segurança na construção dos carros.
Um destaque importante é a entrada definitiva da Fórmula 1 na sustentabilidade. Os novos power units vão operar com metade da energia proveniente de eletricidade e a outra metade de combustível renovável. Esses combustíveis sintéticos têm como objetivo reduzir emissões sem comprometer o desempenho em pista, mostrando que a categoria se tornou um campo de testes para soluções energéticas que podem influenciar a mobilidade futura.
O esporte sempre serviu como laboratório aberto para inovações que depois chegam aos carros comuns. A fibra de carbono, os sistemas híbridos de recuperação de energia, e a telemetria avançada nasceram na atenção à eficiência e segurança nas corridas.
Sair do evento deixou claro que a Fórmula 1 vai além do entretenimento. É um ambiente de alta pesquisa e desenvolvimento, onde tecnologias são testadas em condições extremas para gerar avanços que impactam a indústria automotiva mundial.
JPMorgan aumenta em 10% salário do CEO Jamie Dimon para US$ 43 milhões em 2025
O JPMorgan Chase anunciou que o salário do CEO Jamie Dimon será aumentado em 10,3% para 2025, atingindo US$ 43 milhões. O pacote inclui salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável ligada ao desempenho. Esta será a 20ª gestão consecutiva de Dimon no comando do banco.
O conselho ressaltou que a decisão considera o desenvolvimento de líderes internos e o compromisso de Dimon com os acionistas. O banco vem registrando receitas históricas, impulsionadas pela volatilidade do mercado e retomada das fusões. No mesmo dia, Donald Trump processou o banco e Dimon, alegando motivos políticos para encerramento de contas, o que foi negado pelo JPMorgan.
O JPMorgan Chase anunciou um aumento de 10,3% no salário do CEO Jamie Dimon para 2025, totalizando US$ 43 milhões. O pacote inclui um salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável vinculada ao desempenho. Esta é a 20ª gestão consecutiva de Dimon no comando da instituição financeira.
O conselho destacou que a decisão levou em conta o desenvolvimento contínuo de líderes dentro do banco e o compromisso de Dimon com os acionistas. No ano anterior, ele recebeu US$ 39 milhões. O JPMorgan segue registrando receitas históricas, impulsionadas, entre outros fatores, pela maior volatilidade nos mercados e a retomada das fusões e aquisições.
Em 2025, o banco registrou um lucro de US$ 57 bilhões, levemente abaixo do recorde do ano anterior. Jamie Dimon é um dos executivos mais longevos de Wall Street e esteve presente no lançamento da nova sede do JPMorgan na Park Avenue.
No mesmo dia do anúncio salarial, o ex-presidente Donald Trump moveu um processo contra o banco e Dimon, pedindo US$ 5 bilhões. A ação alega que o banco encerrou contas suas e de suas empresas por motivos políticos. O JPMorgan negou a acusação, citando riscos legais e regulatórios.
Microsoft enfrenta instabilidade no Outlook e Microsoft 365 nesta quinta-feira (22)
Usuários relataram instabilidade nos serviços da Microsoft no final da tarde desta quinta-feira (22). O Outlook e o pacote Microsoft 365 apresentaram quedas, afetando tanto o uso pessoal quanto profissional.
A plataforma está funcionando de forma instável, indicando que a empresa está solucionando o problema. Não houve ainda comunicado oficial detalhado sobre as causas dessas interrupções.
Esses serviços são amplamente utilizados, e a instabilidade impacta muitos usuários. Recomenda-se acompanhar as atualizações pelas redes oficiais para saber quando o acesso será totalmente restabelecido.
Usuários relataram instabilidade nos serviços da Microsoft no final da tarde desta quinta-feira (22). A plataforma de e-mails Outlook e o pacote Microsoft 365 apresentaram quedas que afetaram a experiência online de diversas pessoas.
Apesar da dificuldade, a plataforma já opera em modo instável, indicando que o problema está em processo de resolução. Ainda não houve um comunicado oficial detalhado da empresa explicando as causas dessas interrupções.
Os serviços afetados são amplamente usados tanto para uso pessoal quanto profissional, o que torna essa instabilidade relevante para um grande volume de usuários. A situação reforça a importância da estabilidade para aplicações voltadas para negócios e comunicação diária.
A empresa costuma resolver esses episódios rapidamente, mas até o momento a recuperação completa dos sistemas não foi confirmada. Usuários são aconselhados a acompanhar atualizações diretamente pelas redes oficiais para entender quando o acesso voltará à normalidade.
É comum que problemas técnicos momentâneos como esse impactem plataformas complexas e que envolvem vasta infraestrutura. Enquanto isso, a comunidade de usuários aguarda que o acesso esteja totalmente restabelecido nas próximas horas.
Fique atento para novas informações sobre a restabelecimento dos serviços da Microsoft e como isso pode afetar seu uso diário do Outlook e Microsoft 365.
Ibovespa atinge novo recorde histórico por três dias consecutivos e supera 175 mil pontos
O Ibovespa fechou em forte alta, alcançando 175.584 pontos e renovando seu recorde histórico pelo terceiro dia consecutivo. O desempenho foi estimulado principalmente pela entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira, além da redução das tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia.
O volume financeiro negociado no pregão foi de R$ 44,1 bilhões, significativamente acima da média diária do ano. O dólar recuou para R$ 5,28, refletindo a valorização do real frente ao dólar devido ao alívio nas disputas entre EUA, Otan e Europa.
No cenário internacional, índices como S&P 500 e STOXX 600 também fecharam em alta, indicando um ambiente global mais estável. Especialistas indicam que a combinação de fatores locais e externos deve continuar favorecendo o mercado brasileiro no início do ano.
O Ibovespa fechou em alta de 2,2% nesta quinta-feira (22), atingindo 175.584 pontos e renovando o recorde histórico pelo terceiro dia consecutivo. Esse movimento foi impulsionado principalmente pelo robusto fluxo de investimentos estrangeiros na bolsa brasileira e pela redução das tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia.
Durante o pregão, o volume financeiro negociado atingiu R$ 44,1 bilhões, valor expressivamente superior à média diária do ano, que é de R$ 30 bilhões. Dados da B3 confirmam a entrada de capital externo, com saldo positivo próximo de R$ 8,8 bilhões somente em janeiro até o dia 20.
O dólar acompanhou esse cenário e recuou para a faixa abaixo dos R$ 5,30, fechando em R$ 5,28, a menor cotação desde 11 de novembro de 2025. A valorização do real frente à moeda americana foi influenciada pelo alívio das disputas entre os Estados Unidos, a Otan e a Europa sobre a Groenlândia.
Na véspera, o presidente dos EUA, Donald Trump, descartou a imposição de tarifas comerciais e o uso da força para controlar a ilha, garantindo acesso permanente dos EUA à região por meio de um acordo com a Otan. Esse entendimento foi bem recebido pelos mercados, trazendo um ambiente mais favorável para ativos de risco como as ações brasileiras.
Em paralelo, índices internacionais, como o S&P 500 e o STOXX 600, também fecharam em alta, refletindo um cenário global mais estável. Segundo especialistas, o momento positivo mundial, aliado à vantagem das taxas de juros locais, deve continuar favorecendo a bolsa brasileira no início deste ano.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação