Leões-marinhos de Galápagos continuam amamentando após a maturidade
Leões-marinhos da espécie Zalophus wollebaeki nas Ilhas Galápagos mantêm um comportamento atípico: continuam a mamar nas mães mesmo após a maturidade sexual. Pesquisas mostram que alguns indivíduos amamentam até os 16 anos, um fenômeno que desafia a lógica evolutiva tradicional e indica a persistência do vínculo materno além da independência alimentar.
Estudos realizados por quase duas décadas revelam que cerca de 11% dos leões-marinhos voltam a amamentar depois da puberdade, sendo que 20% desses mantêm essa prática na fase adulta. Apesar de já se alimentarem de peixes e lulas, esses “supermamadores” continuam buscando o leite materno, que é rico em gorduras, gerando um custo energético elevado para as mães.
Essa amamentação prolongada pode enfraquecer as chances dos irmãos mais jovens em períodos de escassez alimentar, mas acredita-se que também fortaleça os laços sociais entre mãe e filho adulto. O comportamento, raro e pouco compreendido, contribui para as características únicas dessa população de mamíferos marinhos e segue sendo objeto de estudo na biologia comportamental.
Leões-marinhos de Galápagos, espécie Zalophus wollebaeki, apresentam um comportamento incomum: continuam a mamar em suas mães mesmo após atingir a maturidade sexual. Estudos que acompanham essa população no oceano Pacífico indicam que alguns exemplares chegam a mamar até os 16 anos, idade equivalente a 60 anos humanos. Essa persistência na amamentação desafia a lógica evolutiva tradicional, que prevê o desmame após a independência alimentar e capacidade reprodutiva.
Pesquisadores observaram vários casos ao longo de quase duas décadas. Aproximadamente 11% dos leões-marinhos voltam a mamar nas mães mesmo após a puberdade. Dentre esses, um em cada cinco mantém esse comportamento durante a fase adulta, ao mesmo tempo em que já se alimentam de peixes e lulas. Surpreendentemente, não há preferência pelo sexo das crias nessa amamentação tardia.
Esse fenômeno gerou o termo “supermamadores” para esses adultos dependentes do leite materno. A produção do leite, que é rica em lipídios, requer alto custo energético das mães, levantando dúvidas sobre as vantagens evolutivas desse comportamento. Em anos de escassez alimentar, a presença desses “supermamadores” pode prejudicar a sobrevivência dos irmãos mais jovens e totalmente dependentes.
Embora a quantidade e o valor nutricional do leite nas amamentações prolongadas ainda sejam incertos, uma hipótese sugere que, além da nutrição, esse ato fortaleça vínculos sociais entre mãe e filho já adulto. Esse comportamento inusitado se soma a outras peculiaridades dessa população, como a caça cooperativa para capturar peixes, configurando um ecossistema único nas ilhas Galápagos.
Pesquisas continuam para compreender as causas e consequências desse padrão, considerado um enigma na biologia comportamental. A complexidade dos laços maternos entre esses mamíferos marinhos segue desafiando as teorias atuais.
Irã enfrenta apagão total da internet há quase três semanas
O Irã está quase três semanas sem acesso à internet após uma ordem governamental para o bloqueio total desde 8 de janeiro. Provedores e backbones foram instruídos a interromper a rede, impedindo a comunicação digital no país.
Essa medida afeta o dia a dia da população, dependente da internet para comunicação e serviços. Apesar do bloqueio, apps que funcionam sem internet, como o Bitchat, cresceram em popularidade como alternativa. A situação mostra o controle crescente em infraestruturas digitais e o surgimento de novas formas de conexão.
O Irã está completando quase três semanas sem acesso à internet, após o governo ordenar o bloqueio total desde 8 de janeiro. Provedores e backbones foram instruídos a interromper o funcionamento da rede, isolando o país do mundo digital. Até serviços via satélite, como a Starlink, foram bloqueados com equipamentos de interferência e apreensões de aparelhos, enquanto o uso de VPNs também foi barrado por técnicas avançadas de monitoramento.
Essa medida extremada afeta o dia a dia da população, que depende da internet para comunicação, pagamentos e acesso a serviços. O apagão do Irã está entre os mais longos já registrados, superando casos como o bloqueio no Egito durante a Primavera Árabe.
Em reação ao bloqueio, ganhou força no país o uso de aplicativos como o Bitchat, criado por Jack Dorsey, que permite comunicação sem internet, usando conexões via bluetooth em uma rede de malha entre celulares próximos. O app oferece mensagens criptografadas e recursos de privacidade, como a eliminação instantânea de dados enviados. No Irã, uma versão local chamada Noghteha tem registrado crescente popularidade.
Essa situação evidencia a crescente capacidade de governos para controlar a infraestrutura da internet, apesar de a rede ter sido desenvolvida para resistir a intervenções. Ao mesmo tempo, novas tecnologias de comunicação descentralizadas chamam a atenção como alternativas para manter ao menos parte dos direitos digitais em ambientes de repressão.
Irã enfrenta apagão de internet que já dura quase três semanas
O Irã enfrenta o seu maior apagão de internet desde 8 de janeiro, com o governo bloqueando provedores locais e protocolos internacionais, isolando o país da rede global. O acesso a sites nacionais e estrangeiros está inacessível para os iranianos.
Tentativas de usar internet via satélite foram barradas, com o governo interferindo nos sinais e reprimindo o uso de VPNs. Como alternativa, aplicativos que operam sem internet, como o Bitchat, têm sido adotados para manter a comunicação.
Essas medidas mostram como bloqueios digitais afetam serviços essenciais e aumentam a busca por tecnologias alternativas, destacando a resistência à censura e a busca por liberdade de comunicação.
O Irã está enfrentando seu apagão de internet mais longo, que já dura quase três semanas. Desde 8 de janeiro, o governo iraniano ordenou a paralisação dos provedores locais e o bloqueio dos protocolos internacionais, isolando o país da internet global. O acesso a sites iranianos e estrangeiros tornou-se impossível para a população local.
Tentativas de manter a conexão com o serviço Starlink, de internet via satélite, também foram barradas após apenas três dias de funcionamento. O governo passou a usar equipamentos que interferem no sinal, apreendeu aparelhos e prendeu usuários, complicando o uso de VPNs e outras formas de driblar o bloqueio.
Derrubar a internet em um país representa um ato extremo, comprometendo acesso a serviços essenciais como comunicação, pagamentos, notícias e compras online. O bloqueio iraniano supera o famoso apagão do Egito durante a Primavera Árabe, que durou apenas cinco dias.
Em meio a essa situação, surge o uso de aplicativos que não dependem da internet, como o Bitchat, criado pelo fundador do Twitter, Jack Dorsey. O app usa a tecnologia bluetooth para formar redes locais entre celulares próximos, permitindo comunicação segura e privada mesmo sem conexão tradicional.
O Bitchat é um aplicativo de código aberto, com mensagens criptografadas e funcionalidades que protegem os usuários, como um comando de exclusão rápida de mensagens. No Irã, uma versão adaptada chamada Noghteha tem ganhado espaço, possibilitando a criação de redes alternativas em áreas densamente povoadas.
Esse episódio demonstra que, embora a infraestrutura tradicional da internet esteja suscetível a bloqueios governamentais, tecnologias paralelas estão evoluindo para garantir a continuidade da comunicação em cenários de censura digital.
10 filmes e séries para assistir com Wagner Moura no streaming
Wagner Moura é um dos atores brasileiros mais renomados, com destaque no cinema e na televisão. Ganhador do Globo de Ouro por “O Agente Secreto”, Moura tem uma carreira sólida, que inclui papéis marcantes como o Capitão Nascimento em “Tropa de Elite” e Pablo Escobar na série “Narcos”.
Sua versatilidade é evidente na variedade de trabalhos em streaming. Ele participa de produções como “Sr. e Sra. Smith” no Prime Video, “A Busca” na Netflix e “Praia do Futuro” no Telecine/Globoplay. Moura também atua em dramas, suspenses e comédias, mostrando seu talento em diferentes gêneros.
Além dos sucessos internacionais, Moura está em séries como “Iluminadas” e “Ladrões de Drogas” no Apple TV, e filmes recentes como “Guerra Civil” na Netflix. Sua trajetória o consolida como uma referência no audiovisual nacional e global.
Wagner Moura é um dos atores brasileiros mais reconhecidos, com carreira marcada em cinema e televisão. Ele ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que também recebeu quatro indicações ao Oscar, incluindo uma para o próprio ator. Seu desempenho impressiona ao concorrer com nomes de Hollywood.
Natural de Salvador, Moura iniciou a trajetória artística no teatro e novelas, destacando-se nos anos 2000 com o papel icônico do Capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite. A projeção internacional veio com a série Narcos da Netflix, onde interpretou Pablo Escobar, que elevou seu reconhecimento mundial.
A versatilidade do ator fica evidente na diversidade de seus trabalhos disponíveis em plataformas de streaming. Ele participa da série Sr. e Sra. Smith no Prime Video, e de produções como A Busca na Netflix, que conta a história de um médico em busca do filho desaparecido, e Praia do Futuro no Telecine/Globoplay, onde vive um salva-vidas que se muda para a Alemanha.
Além disso, Moura está na série Iluminadas e em Ladrões de Drogas, ambas no Apple TV, com papéis de destaque em histórias de suspense e investigação. Ele também brilha em comédias como Saneamento Básico: O Filme, enquanto em Tropa de Elite e Narcos mostra sua força em papéis dramáticos. Seu trabalho recente inclui o filme Guerra Civil, disponível na Netflix.
O talento e a diversidade de Wagner Moura fazem dele uma referência sólida no audiovisual brasileiro e internacional, com indicações e papéis que alcançam diferentes públicos.
Bank of America prevê corte de 0,50 ponto na Selic nesta semana
O Bank of America projeta que o Copom iniciará a redução da taxa Selic em 0,50 ponto percentual, baixando-a para 14,50% já nesta semana. Essa previsão difere do consenso, que indica manutenção dos juros na reunião de quarta-feira.
Os economistas do banco destacam que a política monetária ainda está apertada, com a inflação desacelerando e se aproximando da meta. O corte deve ser gradual, acompanhando a expectativa de inflação para 2027 em linha com a meta.
A flexibilização dos juros será comunicada com cuidado para evitar expectativa de cortes rápidos. A previsão é que a Selic encerre 2026 em 11,25%, acompanhando a estabilidade da inflação e a desaceleração econômica.
O Comitê de Política Monetária (Copom) deve iniciar a flexibilização da Selic já nesta semana, reduzindo a taxa em 0,50 ponto percentual para 14,50%, segundo projeção do Bank of America (BofA). Essa previsão contrasta com o consenso de mercado, que aponta para a manutenção dos juros na reunião marcada para esta quarta-feira (28).
A análise dos economistas do BofA, David Beker, Natacha Perez e Gustavo Mendes, indica que a política monetária ainda está bastante apertada, e que as expectativas de inflação têm se aproximado da meta estipulada. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou de 4,5% em novembro para 4,26% em dezembro, embora a inflação de serviços, especialmente os essenciais, permaneça resistente, com taxa anualizada em torno de 5%.
Além disso, a reunião atual ocorre durante uma transição do horizonte da política monetária para 2027, com projeções de inflação revisadas para baixo. O BofA estima que a inflação para o segundo trimestre de 2027 será de 3,1%, abaixo dos 3,2% anteriores, devido à valorização do câmbio e a uma atividade econômica mais fraca.
Os economistas do banco ressaltam que o corte da Selic deve ser acompanhado de uma comunicação cuidadosa, sem indicar um ritmo acelerado de redução dos juros. A expectativa é que a flexibilização prossegue de forma gradual ao longo de 2026, com a taxa chegando a 11,25% ao final do ano, acompanhando a convergência da inflação ao intervalo da meta.
Visão de futuro em tecnologia: Integração de blockchain e inteligência artificial destaca criptomoedas no Brasil
O avanço tecnológico no Brasil ganha força com a convergência entre blockchain e inteligência artificial, destacando a atuação de empresários visionários como Jihan Wu. Essa integração aponta novas possibilidades para o mercado de criptomoedas no país, trazendo inovações e perspectivas para a economia digital.
Além disso, o setor de criptomoedas mantém debates sobre investimentos em moedas digitais como bitcoin, Solana, Aave e Ethereum, que são indicadas para o futuro. A tokenização de imóveis e a crescente captação de fundos por empresas como BitGo revelam o interesse institucional e os desafios da liquidez para ativos digitais.
O mercado financeiro tradicional influencia diretamente os preços das criptomoedas, como aconteceu recentemente com o bitcoin, que sofreu queda devido a oscilações nos títulos soberanos dos EUA. Essas movimentações ressaltam a importância de entender o cenário para aproveitar oportunidades nesse segmento em expansão.
Quem seria o herói da nossa era quando falamos em visão de futuro e impacto tecnológico? Inspirado por figuras históricas como Getúlio Vargas, que moldou a identidade e infraestrutura do Brasil, essa pergunta ganha relevo no contexto atual do avanço digital. Segundo Guilherme Prado, Country Manager do Brasil na Bitget, um destacado nome é Jihan Wu, empresário chinês que antecipou a convergência entre blockchain e inteligência artificial. Esse olhar à frente aponta caminhos para a aplicação dessas tecnologias no Brasil, trazendo possibilidades para o mercado de criptomoedas e além.
O mercado de criptomoedas se mantém em alta com debates sobre investimentos, como nos casos de bitcoin, Solana, Aave e Ethereum, sugeridos por especialistas para 2026. Além disso, temas como imóveis tokenizados mostram desafios, principalmente no que diz respeito à liquidez esperada para ativos reais digitalizados. Outro destaque recente foi a captação de US$ 212,8 milhões pela BitGo, empresa de custodiante de criptoativos, que conseguiu vender ações acima do valor esperado, ressaltando o interesse institucional no setor.
Vale ainda mencionar a influência dos mercados financeiros tradicionais nas oscilações das criptomoedas. Na última terça-feira (20), a valorização dos títulos soberanos dos EUA afetou o preço do bitcoin, que caiu abaixo dos US$ 90 mil diante do aumento das tensões comerciais globais.
O futuro das criptomoedas está atrelado a figuras visionárias e a eventos do mercado que impactam diretamente na adoção e valorização dessas tecnologias. Fique atento às próximas movimentações e análises para entender como essa integração tecnológica pode modernizar a economia nacional.
Como o jiu-jitsu influenciou a liderança da CEO da Termolar
Natalie Ardrizzo, CEO da Termolar, utilizou princípios do jiu-jitsu para superar desafios na liderança da empresa. A prática ajudou a desenvolver resistência e uma postura firme frente às dificuldades.
Com o tempo, Natalie percebeu que uma liderança mais humana e comunicativa traria melhores resultados. Ela adotou uma postura mais intuitiva, substituindo os esportes de combate pela dança, e passou a valorizar a escuta ativa e o equilíbrio.
Essa mudança impactou positivamente os resultados da Termolar, que fatura R$ 350 milhões e exporta para mais de 30 países. A CEO destaca que reconhecer os limites e focar na cultura da empresa é essencial para o sucesso e a inspiração das equipes.
A trajetória da CEO Natalie Ardrizzo na Termolar, fabricante gaúcha que exporta para mais de 30 países, mostra uma mudança profunda na forma de liderar. Durante anos, Natalie se inspirou no jiu-jitsu para enfrentar as dificuldades da empresa, aplicando uma liderança focada em resistência e confronto. Com o tempo, percebeu que esse estilo não era sustentável, tanto para sua saúde quanto para os negócios.
Após sucessivas lesões, Natalie trocou os esportes de combate pela dança, representando simbolicamente a transição para uma liderança mais intuitiva, humana e comunicativa. Ela passou a ouvir mais e a fluir com as situações, adotando decisões que levaram a resultados melhores para a Termolar, que tem cerca de 700 colaboradores e faturou R$ 350 milhões em 2025.
A mudança no comando refletiu no reposicionamento da empresa, que agora busca diversificar o portfólio, ampliar a atuação internacional e conquistar as gerações futuras, mirando os 70 anos de fundação em 2028.
Natalie destaca que a principal lição de sua experiência foi reconhecer os próprios limites, aprendeu que parar também é uma forma de inteligência. Hoje, ela conduz a empresa com foco na cultura, comunicação e inspiração das equipes, complementando o conhecimento técnico presente no conselho familiar.
A história da CEO e da Termolar está disponível no podcast Do Zero ao Topo, que apresenta relatos de líderes brasileiros sobre desafios e estratégias de negócios.
Heineken enfrenta queda no mercado brasileiro e troca de CEO
A Heineken anunciou a troca de seu CEO global, Dolf van den Brink, em um cenário desafiador para o mercado cervejeiro brasileiro, onde o consumo está em queda e as margens estão sob pressão.
Apesar de ampliar a produção, principalmente em Passos (MG), a empresa enfrenta diminuição nos volumes vendidos e dificuldades para manter investimentos sustentáveis no Brasil.
No terceiro trimestre de 2025, o volume global caiu 4,3%, com forte retração nas Américas de 7,4%. O consumo no Brasil apresentou queda acumulada entre 6,5% e 7% até setembro, impactado por fatores como clima, competição de gastos e mudança nos hábitos dos consumidores.
A saída do CEO global da Heineken, Dolf van den Brink, ocorre em um momento delicado para o mercado brasileiro de cerveja, que registra queda de consumo e pressão sobre margens. Enquanto a empresa amplia a capacidade de produção, especialmente na sua fábrica em Passos (MG), enfrenta volumes em retração e desafios para sustentabilidade dos investimentos no País.
No terceiro trimestre de 2025, a Heineken viu o volume global de cerveja cair 4,3%, com queda mais intensa nas Américas, alcançando 7,4%. A perspectiva para o lucro operacional orgânico indica crescimento próximo ao limite inferior das projeções anteriores, entre 4% e 8%.
O mercado brasileiro acompanha essa tendência, com consumo acumulado em queda de 6,5% a 7% no período de janeiro a setembro de 2025, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil). São estimados pelo diretor-geral Paulo Petroni uma redução total de volume de 15,5 bilhões para cerca de 14,7 bilhões de litros neste ano.
Fatores como temperaturas menores, menos ocasiões de consumo e competição pelo orçamento dos consumidores, que direcionam gastos para apostas esportivas, explicam parte da retração. Estudos da NielsenIQ indicam que os consumidores compram com frequência, porém em quantidades menores por compra.
A Heineken manteve preços congelados no mercado brasileiro até abril de 2025, retomando reajustes médios de 6% em julho, sinalizando ajuste diante do cenário mais restrito. A expectativa para 2026 é moderada, com estímulos pontuais como a Copa do Mundo e mais feriados, que podem aumentar as ocasiões de consumo, mas sem indicar recuperação rápida dos volumes.
Via InfoMoney
5 horas atrás - Tecnologia e Inovação
Quem é Egg? Descubra a verdadeira identidade do escudeiro em Cavaleiro dos Sete Reinos
A série Cavaleiro dos Sete Reinos, disponível no HBO Max, apresenta uma história focada em Ser Duncan e seu escudeiro Egg. Descobrir quem é Egg ajuda a conectar as narrativas do universo criado por George R.R. Martin.
Egg, na verdade Aegon Targaryen, vive longe da corte para esconder sua linhagem. Aparece pela primeira vez no Torneio de Vaufreixo e é designado escudeiro por Ser Duncan, recebendo o apelido “Egg” após o irmão raspar seu cabelo.
Como Aegon V, Egg teve importância no reino, impulsionando reformas no trono e lutando para manter o poder. Sua história mostra o lado complexo da realeza e as batalhas que moldaram Westeros.
A série Cavaleiro dos Sete Reinos, disponível no HBO Max, apresenta um estilo mais realista diferente de Game of Thrones e A Casa do Dragão. A trama foca na jornada de Ser Duncan e seu escudeiro, o jovem Egg, cuja identidade verdadeira é Aegon Targaryen, um membro da família ligada aos dragões, mas que vive longe da corte. Conhecer o personagem ajuda a entender a ligação entre as histórias do universo criado por George R.R. Martin.
Egg aparece pela primeira vez em 209 no Torneio de Vaufreixo, quando é confundido com um cavaleiro simples e designado pelo próprio Ser Duncan para cuidar dos seus cavalos. Ele segue Duncan como escudeiro, revelando em seguida ser Aegon Targaryen, filho de Maekar Targaryen. Para esconder sua identidade dos familiares, seu irmão Daeron raspa seu cabelo, dando origem ao apelido “Egg”.
Durante sua vida, Aegon teve participação relevante no reino, casando com Betha Blackwood e atuando no gerenciamento do território. Após diversas rebeliões, ele se torna rei de Westeros em 233. Como Aegon V, proibiu casamentos incestuosos e enfrentou dificuldades na manutenção do poder, contando com Duncan à frente de sua guarda real. Sua dedicação incluiu esforços para o retorno dos dragões a Westeros, missão que terminou na morte trágica do rei.
Apesar de ligado diretamente ao trono, o escudeiro mantém um sinete dado pelo pai, que pode chamar aliados do reino em momentos de aperto. Essa história mostra o lado menos glamoroso da realeza, explorando missões e batalhas que moldaram Westeros.
Santander identifica ações fora do consenso e classifica Banco do Brasil como complacente
O Santander analisou o mercado e identificou ações que estão fora do consenso, destacando empresas com potencial subestimado ou superestimado. A análise divide as ações em quatro categorias: compostos sub-alocados, geração de caixa mal precificada, empresas pouco acompanhadas e complacência.
No segmento de complacência, o Banco do Brasil foi incluído devido a riscos no agronegócio, provisões elevadas e restrições causadas pela intervenção governamental. O objetivo é mostrar como esses fatores influenciam o valuation e a flexibilidade da instituição.
Outras empresas, como Orizon e Suzano, foram apontadas como subestimadas, enquanto Lojas Renner e Marcopolo possuem geração de caixa mal avaliada. O relatório oferece uma visão clara para investidores sobre oportunidades e riscos.
O Santander identificou ações que, segundo sua análise, estão fora do consenso do mercado, tanto para posições compradas quanto vendidas. O objetivo é apontar empresas cujo potencial está sendo subestimado ou superestimado, especialmente num momento em que há uma migração de investimentos de ações de crescimento para ações de valor, categoria que inclui o Brasil.
As ações selecionadas se dividem em quatro grupos, baseados em distorções percebidas: compostos sub-alocados, histórico de geração de caixa mal precificado, empresas pouco acompanhadas e complacência.
No grupo dos compostos sub-alocados, o banco destaca a Orizon Valorização de Resíduos, enfatizando seu papel como consolidadora do mercado de tratamento de resíduos e o crescimento em biometano e créditos de carbono. A Suzano também é citada, com o mercado subestimando a empresa devido a narrativas negativas, mas que tem reajustado preços e enfrenta restrições estruturais na oferta de madeira. Já a Totvs é mencionada pela geração consistente de caixa e pelo potencial de revisões após aquisição da Linx.
No quesito geração de caixa mal precificada, o Santander aponta a Lojas Renner, cuja forte liquidez e remuneração aos acionistas são ignoradas, e a Marcopolo, que embora pressionada por movimentos táticos, deve se beneficiar de melhora na demanda e dividendos em 2026.
Empresas pouco acompanhadas incluem Brava Energia, Cogna, IRB Brasil, Randon e Ser Educacional, todas com fundamentos melhorando e expectativas de recuperação ou crescimento.
Por fim, o Banco do Brasil entra na categoria de complacência, com valuation justificado por riscos no agronegócio, provisões maiores e ganhos financeiros dependentes, além de maior intervenção governamental que limita sua flexibilização.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação