STF suspende benefícios específicos a trabalhadores dos Correios após decisão do TST
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu suspender parte dos benefícios concedidos aos trabalhadores dos Correios após o dissídio coletivo julgado pelo TST em dezembro. A medida bloqueia pagamentos como ticket alimentação extra, plano de saúde, adicional por trabalho em dias de repouso e gratificação de férias.
A decisão atende pedido da estatal, que enfrenta dificuldades financeiras e precisa equilibrar suas contas com aportes estimados em R$ 8 bilhões até 2026. O STF apontou o impacto financeiro elevado dessas cláusulas e considerou que a Justiça do Trabalho extrapolou seus poderes ao mantê-las.
Por enquanto, a suspensão é provisória e pode ser revista em recurso futuro. A decisão foi tomada em caráter liminar enquanto o presidente do STF estava de férias, mantendo o tema em aberto para novas discussões.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, suspendeu parte dos benefícios concedidos aos trabalhadores dos Correios por decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) no julgamento do dissídio coletivo em dezembro. A medida atende a pedido da estatal e bloqueia cláusulas relacionadas ao pagamento extra do ticket alimentação/refeição, conhecido como “vale peru”, plano de saúde, adicional de 200% para trabalho em dias de repouso e gratificação de férias de 70%.
Em dezembro, o TST ordenou o fim da greve dos Correios e aprovou reajuste salarial de 5,10%, mantendo cláusulas do acordo coletivo que a empresa contestava. A estatal enfrenta um cenário financeiro delicado, precisando aportar cerca de R$ 8 bilhões para equilíbrio até o fim de 2026.
A estatal afirmou que o valor extra de ticket alimentação resultaria em despesa anual de R$ 213 milhões; o plano de saúde, em R$ 1,4 bilhão; o adicional para trabalho em repouso, R$ 17 milhões; e a gratificação de férias, R$ 272,9 milhões.
Na decisão, Moraes destacou a “indevida extrapolação do poder” da Justiça do Trabalho e apontou o considerável impacto financeiro das parcelas e a situação delicada da empresa. A liminar foi emitida por ele na função de presidente em exercício do STF, enquanto o presidente Edson Fachin está de férias.
Segundo a assessoria do tribunal, a decisão não precisará de aprovação do plenário, mas pode ser revista mediante recurso, mantendo o tema em aberto para futuras discussões.
Empresa americana processa Apple por suposto uso indevido de tecnologia de câmeras para iPhone
A empresa americana Reincubate entrou com um processo contra a Apple em tribunal federal de Nova Jersey. A acusação é de que a Apple copiou tecnologia do aplicativo Camo para integrar ao iPhone a funcionalidade ‘Câmera de Continuidade’.
Além da acusação de roubo tecnológico, a Reincubate aponta que a Apple mantém monopólio ilegal no mercado de software móvel dos EUA. O processo também afirma que a Apple teria usado dados do aplicativo para desenvolver sua própria ferramenta.
A Reincubate busca indenização financeira e ações legais para impedir essa prática. Até agora, a Apple não se manifestou sobre o caso, que reforça debates sobre competição no mercado de tecnologia.
A empresa americana Reincubate entrou com um processo contra a Apple em um tribunal federal de Nova Jersey, alegando que a fabricante do iPhone copiou tecnologia do seu aplicativo Camo. O app, lançado em 2020, permite que smartphones funcionem como webcams em computadores. Segundo a Reincubate, recursos patenteados do Camo foram incorporados ao iOS na funcionalidade chamada Câmera de Continuidade em 2022.
A ação judicial também acusa a Apple de manter um monopólio ilegal no mercado de software móvel dos Estados Unidos, restringindo a competição ao “prender” os usuários ao seu sistema operacional. O governo dos EUA tem um processo antitruste similar em andamento desde 2024, contra a mesma empresa.
De acordo com o processo, a Apple teria induzido a Reincubate a compartilhar dados técnicos e versões beta do aplicativo, usando esse acesso para desenvolver sua própria ferramenta de câmera. O CEO da Reincubate, Aidan Fitzpatrick, afirmou que a Apple agiu para impedir concorrentes ao “copiar sua propriedade intelectual” e criar obstáculos no mercado.
A companhia pede indenização financeira e medidas judiciais para impedir essa prática. Até o momento, a Apple não se pronunciou sobre as acusações.
Esse caso é apontado pela Reincubate como um exemplo de Sherlocking, expressão usada para descrever quando a Apple integra funcionalidades similares a apps externos, limitando seu sucesso dentro do seu ecossistema.
Via Folha de S.Paulo
43 minutos atrás - Negócios
Associação pede ação judicial contra BTG, XP e Nubank por venda de CDBs do Banco Master
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e Trabalhador (Abradecont) pediu ao Ministério Público do Rio a abertura de uma ação civil pública contra BTG Pactual, XP e Nubank. A motivação é a venda dos CDBs do Banco Master, na qual as assessorias desses bancos teriam falhado em informar claramente os riscos aos investidores.
Segundo a Abradecont, os bancos teriam usado o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como garantia, o que levou muitos clientes a investirem acima do limite protegido pelo FGC, de R$ 250 mil. Alguns investidores adquiriram estes produtos sem a real consciência dos riscos envolvidos, resultando em prejuízos financeiros.
O Nubank afirmou que encerrou a oferta desses CDBs em 2024 e que não usa assessores de investimento, ressaltando o cumprimento das normas. Já o Ministério Público avaliará os pedidos da Abradecont, que incluem depósitos caução e indenizações por danos não cobertos pelo FGC, além de possíveis danos morais.
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e Trabalhador (Abradecont) solicitou ao Ministério Público do Rio a abertura de uma ação civil pública contra a XP, BTG Pactual e Nubank. O motivo é a atuação das assessorias desses bancos na comercialização de CDBs do Banco Master, que, segundo a Abradecont, não incluiu informações claras sobre os riscos aos investidores.
Evilásio Erthal, diretor jurídico da Abradecont, aponta que os bancos usaram o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como garantia, levando muitos clientes a investir acima do limite de R$ 250 mil protegido por essa garantia. Além disso, alguns clientes adquiriram produtos vinculados ao conglomerado Master sem consciência dos riscos, o que resultou em prejuízos.
Em resposta, o Nubank informou que encerrou a oferta desses CDBs do Banco Master em 2024 e não utiliza assessores de investimento, enfatizando o respeito às normas regulatórias vigentes. XP e BTG não comentaram o caso.
A Abradecont pede que os bancos façam um depósito caução e que sejam responsabilizados para indenizar os danos materiais não cobertos pelo FGC, além de eventuais danos morais. Segundo Erthal, a análise do prejuízo deve ser feita caso a caso, condicionada à comprovação de erro ou falta de clareza nas informações sobre o produto.
A ação foi encaminhada ao Ministério Público, que deve se posicionar em breve. A iniciativa da Abradecont veio após a associação identificar diversas reclamações relacionadas a esses bancos em plataformas como o Reclame AQUI.
Um estudo recente do Center for Strategic and International Studies (CSIS) estima que o número de mortos, feridos e desaparecidos na guerra entre Rússia e Ucrânia está próximo de 2 milhões. A pesquisa indica cerca de 1,2 milhão de baixas russas e 600 mil ucranianas, após quase quatro anos de conflito. Esses dados são baseados em informações dos governos dos Estados Unidos, Reino Unido e outras fontes, já que números oficiais são limitados.
O avanço russo no território ucraniano é lento, com ganhos médios diários entre 15 e 70 metros. Atualmente, a Rússia ocupa cerca de 20% da Ucrânia, tendo conquistado 1,5% desde janeiro de 2024. O clima rigoroso tem dificultado as ofensivas, especialmente nas regiões de Luhansk e Donetsk, onde Moscou busca controle total.
Modificações nas táticas militares também são evidentes. A Rússia passou a usar pequenos grupos em motocicletas para evitar drones ucranianos, enquanto os ucranianos monitoram movimentações pela neve. Essas mudanças refletem adaptação ao cenário tecnológico em campo.
Em paralelo, negociações recentes entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos mostraram um tom positivo, com a Ucrânia disposta a continuar o diálogo. Contudo, não há garantias de que Moscou aceite propostas de paz discutidas.
Além das perdas humanas, a guerra afeta a economia russa, que cresce apenas 0,6% em 2025 e enfrenta declínio industrial. O estudo aponta que esse cenário indica um enfraquecimento da Rússia enquanto grande potência militar e econômica.
Estados Unidos prendem grupo que usava malware para driblar caixas eletrônicos
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos prendeu 87 pessoas envolvidas em uma rede que usava malware para manipular caixas eletrônicos e liberar dinheiro ilegalmente.
A investigação revelou que o grupo aplicava técnicas sofisticadas, como a instalação de malware Ploutus, e avaliava sistemas de segurança antes dos ataques, usando os lucros para financiar um grupo terrorista.
As acusações abrangem crimes de fraude bancária e lavagem de dinheiro, com penas que podem chegar a 335 anos, enquanto clientes não tiveram contas afetadas.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusou 87 pessoas por participação em uma rede nacional que realizava ATM jackpotting, uma técnica que usa malware para obrigar caixas eletrônicos a dispenderem dinheiro ilegalmente. A operação descobriu que os lucros alimentavam a Tren de Aragua (TdA), grupo designado como terrorista pelo governo americano.
Investigadores identificaram o uso do malware Ploutus, desenvolvido para controlar a função de dispensação dos caixas, fazendo com que eles liberassem todo o dinheiro armazenado. O software ainda tinha capacidade de apagar seus rastros para dificultar a detecção e investigação. Os criminosos empregavam três métodos para instalar o malware, incluindo troca física do disco rígido e uso de dispositivos externos como pen drives.
As ações da rede envolviam grupos que realizavam monitoramento cuidadoso dos pontos de ataque, avaliando sistemas de alarme, câmeras e patrulhamento antes de executar o golpe. Após o roubo, os ganhos eram divididos conforme funções hierárquicas, com parte dos valores enviados para a TdA, que usava o dinheiro para atividades criminosas e terroristas.
O Departamento de Justiça anunciou as acusações em três etapas desde outubro de 2025. As penas previstas para os réus vão de 20 a 335 anos de prisão, abrangendo crimes como fraude bancária, invasão, lavagem de dinheiro e apoio a terrorismo.
Vale destacar que clientes não tiveram suas contas afetadas, pois o valor roubado era do caixa eletrônico, pertencente às instituições financeiras. Casos semelhantes já tinham ocorrido, como o de dois venezuelanos condenados por esquema parecido em quatro estados americanos.
Marcelo Marangon é promovido a co-líder global de corporate banking no Citi
Marcelo Marangon, presidente do Citi no Brasil, foi promovido a co-head global de corporate banking na América Latina. A divisão da liderança permitirá foco maior nas necessidades dos clientes em cada região.
Marangon e seu colega Kaleem Rizvi substituirão os antigos líderes e se reportarão a Vis Raghavan, que possui futuro promissor na gestão do Citi. A missão da dupla é definir a estratégia para crescimento e continuidade do segmento.
Além de Marangon, outros executivos assumirão cargos-chave na América do Norte, fortalecendo a área globalmente. Desde 2017, Marangon elevou o lucro do segmento de atacado no Brasil de R$600 milhões para R$3 bilhões.
Marcelo Marangon, presidente do Citi no Brasil, foi promovido a co-head de corporate banking para a América, segundo anúncio da instituição. Ele assume o comando da área na América Latina, enquanto Kaleem Rizvi, atual líder do segmento na região JANA (Japão, Ásia Norte e Austrália), ficará responsável pelo Reino Unido, Europa, Oriente Médio e Ásia.
Os dois profissionais vão se reportar a Vis Raghavan, head de banking do Citi, que é visto como potencial sucessor da CEO Jane Fraser. Marangon e Rizvi substituem Jason Rekate e John Chirico, respectivamente promovidos a global chairs de corporate banking e investment banking.
O banco divulgou que os co-heads terão a missão de definir a estratégia da unidade, com foco em continuidade e maior ambição para crescimento. Marangon relatou que a divisão de liderança entre os dois permitirá um olhar mais atento às necessidades dos clientes em suas regiões específicas.
Marangon, que acumulará os dois cargos durante a transição, ainda não teve seu sucessor definido, mas a expectativa é que a escolha seja interna. Após retornar ao Citi em 2013, ele assumiu a presidência no Brasil em 2017, com o objetivo de reposicionar o banco após a venda da operação de varejo ao Itaú.
Desde então, o segmento de atacado do Citi no Brasil elevou seu lucro anual de R$ 600 milhões para R$ 3 bilhões e aumentou seu total de ativos de R$ 48 bilhões para cerca de R$ 190 bilhões em 2025.
Além disso, Paul Burroughs, head de corporate banking na América do Norte, será vice chair da área, enquanto Cathy Shepherd e Andrew Padovano assumirão como co-heads em América do Norte, todos reportando-se a Marangon e Rizvi.
Denúncias de censura política no TikTok nos EUA fortalecem concorrente australiano UpScrolled
A gestão do TikTok nos Estados Unidos, sob controle de investidores ligados ao ex-presidente Donald Trump, enfrenta denúncias de censura política na plataforma. Essas acusações abriram espaço para o crescimento do aplicativo australiano UpScrolled, que destaca a imparcialidade e a liberdade de expressão.
Lançado em 2025, o UpScrolled ganhou destaque como um dos apps mais baixados entre usuários de iPhone nos EUA, especialmente devido à insatisfação dos internautas com as limitações do TikTok. O TikTok nega as acusações, atribuindo as falhas na publicação de conteúdos a problemas técnicos.
O crescimento do UpScrolled reflete uma demanda por redes sociais que ofereçam menos restrições na publicação de conteúdos sensíveis, em meio a um cenário de polarização política e controvérsias sobre censura digital.
A recente gestão do TikTok nos Estados Unidos, agora controlada por investidores ligados ao ex-presidente Donald Trump, vem enfrentando críticas por suposta censura que favorece o governo. Essas denúncias agitaram o mercado de redes sociais, beneficiando o aplicativo australiano UpScrolled, que promete ser mais imparcial e valoriza a liberdade de expressão.
Lançado em 2025, o UpScrolled se tornou o app mais baixado entre usuários de iPhone nos EUA, segundo dados da Sensor Tower, ficando atrás apenas do ChatGPT no ranking geral. O crescimento é atribuído à insatisfação dos usuários do TikTok, que relataram dificuldades para publicar vídeos sobre o assassinato do enfermeiro Alex Pretti, ocorrido em ações de agentes federais durante o governo Trump.
O TikTok negou as acusações, atribuindo os problemas a falhas técnicas nos servidores. Enquanto isso, o UpScrolled tem registrado uma média de 14 mil downloads diários, o que sobrecarregou seus servidores, causando instabilidade recente. O fundador Issam Hijazi destaca o compromisso da plataforma em dar “uma chance justa a cada postagem”.
Essa mudança no controle do TikTok inclui a participação de empresas americanas, como a Oracle, cujo presidente é aliado político de Trump. A nova gestão reforça o contexto político que impulsiona a migração para alternativas como o UpScrolled, que foca em conteúdo textual, imagens e vídeos com menos restrições.
O movimento evidencia uma demanda crescente por plataformas que garantam maior liberdade na publicação de conteúdos sensíveis, especialmente em um cenário de polarização política e denúncias de censura digital.
A empresa Aylo, controladora de sites como Pornhub, YouPorn e Redtube, anunciou que a partir de 2 de fevereiro não aceitará novos usuários no Reino Unido. A decisão é uma resposta à Online Safety Act (OSA), lei britânica que reforça a verificação de idade para impedir o acesso de menores a conteúdo adulto. Segundo Aylo, a lei não alcançou seu objetivo e trouxe riscos à privacidade dos usuários.
Desde que a OSA entrou em vigor há seis meses, a Ofcom, órgão regulador do Reino Unido, tem a responsabilidade de fiscalizar o cumprimento das normas, que preveem multas pesadas para quem permitir acesso de crianças ao material impróprio. No entanto, a empresa questiona a efetividade dessas regras, alegando que elas afastam usuários para sites obscuros e menos seguros.
Aylo critica o impacto da verificação de idade nas informações pessoais, defendendo uma abordagem que utilize a configuração dos dispositivos para restringir o acesso, em vez de exigir controle em cada site individualmente. A empresa sustenta que celulares e computadores deveriam vir preparados para limitar conteúdo impróprio automaticamente.
Usuários do Reino Unido que tenham passado pela verificação antes do prazo continuarão acessando os sites normalmente. Essa restrição de novos cadastros já foi aplicada pela Aylo em outros países, reforçando sua posição contra as leis britânicas, que julga ineficazes para manter menores protegidos.
INSS suspende atendimento online e presencial entre 27 e 31 de janeiro
O INSS vai suspender temporariamente seus serviços online e presenciais a partir do dia 27 de janeiro até o dia 31. O site, o aplicativo Meu INSS e a central telefônica 135 ficarão fora do ar durante esse período para manutenção dos sistemas.
O atendimento presencial das agências estará suspendido entre os dias 28 e 30 de janeiro. O sistema PrevJud, que processa ordens judiciais, continuará ativo e as solicitações feitas por lá ficarão em fila até a retomada dos serviços.
Essa manutenção visa melhorar a estabilidade, segurança e eficiência dos sistemas, que têm enfrentado alta demanda nos últimos dias. Usuários com agendamentos nos dias afetados poderão consultar novas datas pelo app ou telefone 135 após o retorno.
A partir desta terça-feira (27), os canais de atendimento do INSS terão uma suspensão temporária. Essa parada é para manutenção nos sistemas da autarquia e vai até 31 de janeiro. Durante esse período, o site e o aplicativo Meu INSS, além da Central Telefônica 135, ficarão indisponíveis. O atendimento presencial nas agências também será suspenso entre os dias 28 e 30.
Apesar da manutenção, o sistema PrevJud, que recebe ordens judiciais, segue ativo. As solicitações feitas por esse canal ficam em fila até a retomada dos serviços. O INSS informou que a reforma visa melhorar a estabilidade, segurança e eficiência dos sistemas.
Nos últimos dias, o aplicativo Meu INSS sofreu com picos de uso que atingiram até 10 milhões de acessos em apenas dois dias, conforme a Dataprev, responsável pela operação do sistema. Para tentar amenizar os problemas, atendimentos especiais foram oferecidos nos dias 17, 18, 24 e 25.
Quem tinha agendamento nos dias em que o atendimento estará suspenso poderá verificar a nova data pelo app ou pelo telefone 135 após o retorno das atividades. Além disso, o instituto também adiou o prazo para contestar descontos indevidos.
Parceria entre Embraer e grupo indiano Adani impulsiona ações da companhia
As ações da Embraer (EMBJ3) subiram 2,51% em resposta à parceria com o grupo indiano Adani para produzir aeronaves de transporte regional na Índia. O acordo envolve montagem, serviços pós-venda e treinamento, sem detalhes financeiros divulgados.
Analistas veem potencial para pedidos significativos, incluindo até 20 jatos para a Star Air e até 80 unidades do avião militar KC-390. A iniciativa também pode fortalecer a presença da Embraer no mercado de aviação comercial e defesa indiano.
Além disso, a expectativa de crescimento econômico na Índia favorece a expansão da Embraer no país, com impactos positivos para suas ações e carteira de pedidos em curto prazo.
As ações da Embraer (EMBJ3) subiram 2,51%, chegando a R$ 104,97 na tarde desta terça-feira (27), após o anúncio de uma parceria com o grupo indiano Adani focada na montagem e produção de aeronaves de transporte regional na Índia. Essa iniciativa alia a presença da Adani no setor aeroespacial e aeroportos à experiência da Embraer para expandir a produção local na Índia.
O memorando de entendimento entre as empresas prevê colaboração na fabricação de aeronaves, serviços pós-venda, cadeia de suprimentos e treinamento de pilotos, sem divulgar detalhes financeiros. Analistas do Santander consideram o acordo importante para a divisão de Aviação Comercial da Embraer, especialmente se resultar em um grande pedido de jatos da linha E-Jet.
Além disso, o banco destaca o potencial da Índia como adquirente do avião militar KC-390 Millennium, parte do programa MTA, o que pode ampliar a atuação da Embraer no país tanto na aviação comercial quanto na defesa. O Bradesco BBI também vê impacto positivo, citando a recente abertura de escritório da Embraer na Índia e a expectativa de crescimento do PIB local, que deve impulsionar o setor aéreo.
Segundo os analistas, a parceria pode gerar pedidos importantes no curto prazo, incluindo até 20 jatos para a Star Air e um possível pedido de 40 a 80 unidades do KC-390, elevando significativamente a carteira de pedidos da empresa. Outros fatores que podem influenciar as ações incluem a suspensão de tarifas comerciais, novos acordos para jatos comerciais e as certificações do projeto de eVTOL da subsidiária Eve.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação