Will Bank, banco digital ligado ao Master, tem liquidação decretada pelo Banco Central
O Will Bank foi um banco digital criado em 2017 e integrado ao Banco Master em 2024. Em janeiro de 2026, o Banco Central decretou sua liquidação extrajudicial após manter o banco em regime especial temporário.
A instituição atendia cerca de 9 milhões de clientes e focava na inclusão financeira, principalmente no Nordeste, oferecendo cartões de crédito sem anuidade. Apesar de lucro em alguns trimestres, enfrentou prejuízos e dificuldades financeiras graves, agravadas pela suspensão das transações pela Mastercard.
Negociações para a venda do banco, incluindo propostas de figuras como Luciano Huck, não avançaram. Sem alternativas viáveis, o Banco Central decidiu encerrar as operações do Will Bank, retirando-o do sistema financeiro nacional.
O Will Bank, banco digital criado em 2017 e integrado ao Banco Master no início de 2024, teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em 21 de janeiro de 2026, após operar em regime especial temporário. A instituição buscava ampliar a inclusão financeira, principalmente no Nordeste, oferecendo cartões de crédito sem anuidade e chegou a ter cerca de 9 milhões de clientes.
Adquirido pelo Banco Master quando possuía 6 milhões de clientes e faturamento de R$ 2,8 bilhões, o Will Bank encerrou o primeiro semestre de 2025 com R$ 14,4 bilhões em ativos, patrimônio líquido em torno de R$ 300 milhões e prejuízo de R$ 244,7 milhões. Apesar do lucro líquido de R$ 408,3 milhões no terceiro trimestre daquele ano, sua situação patrimonial piorou.
Quando o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master, manteve o Will Bank sob regime especial, já que havia interesse em vendê-lo e reduzir o passivo do Master, o que não ocorreu. Tentativas de compra, incluindo negociações com o apresentador Luciano Huck e a Mubadala Capital, não avançaram.
Além das negociações travadas, a situação operacional se agravou quando a Mastercard suspendeu transações com cartões do banco por falta de pagamentos, aumentando a pressão financeira. Sem alternativas viáveis, o Banco Central decidiu interromper as atividades do Will Bank e retirá-lo do sistema financeiro nacional.
Entenda a liquidação extrajudicial e o que diz a legislação brasileira
A liquidação extrajudicial é um procedimento previsto na Lei nº 6.024/1974, utilizado pelo Banco Central para encerrar o funcionamento de instituições financeiras em situação insolvente. O objetivo é garantir uma transição ordenada do banco para proteger o sistema financeiro e os clientes.
Quando decretada, a intervenção suspende dívidas e obrigações vencidas, e o Banco Central nomeia um interventor para administrar a instituição. Essa medida busca evitar maiores prejuízos e assegurar o regular funcionamento das operações financeiras durante o processo.
O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank nesta quarta-feira (21), seguindo a liquidação do Banco Master em novembro de 2025. Até então, o Will Bank operava sob regime especial de administração temporária.
Esse procedimento faz parte do regime de resolução pelo qual o BC encerra o funcionamento de uma instituição financeira com problemas graves, organizando sua saída do Sistema Financeiro Nacional. A medida ocorre em casos de insolvência irrecuperável, como foi constatado no Will Bank.
A decisão, assinada pelo presidente do Banco Central Gabriel Galípolo, apontou o comprometimento da situação econômico-financeira do Will Bank, com vínculo direto e controle do Banco Master. A liquidação visa proteger o sistema e regularizar as operações financeiras vinculadas à instituição.
A liquidação extrajudicial está prevista na Lei nº 6.024/1974. Segundo ela, a intervenção inicial tem duração de seis meses, podendo ser estendida por mais seis meses. Durante esse período, um interventor nomeado pelo BC assume a gestão da instituição com plenos poderes.
Após a decretação da intervenção, são suspensas a exigibilidade das obrigações vencidas, a fluência do prazo das dívidas e a exigibilidade dos depósitos existentes na data da decisão. Além disso, os bens dos administradores da instituição ficam indisponíveis até o encerramento da liquidação.
Esse mecanismo busca garantir uma transição ordenada e minimizar prejuízos a clientes e ao próprio mercado financeiro.
Azul aprova novo plano de negócios e confirma aporte de US$ 100 milhões para encerrar recuperação judicial nos EUA
A Azul divulgou a aprovação de um plano de negócios revisado que prevê a antecipação da saída do Chapter 11, processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. O plano inclui um aporte adicional de US$ 100 milhões por credores e investidores, acelerando o pagamento de dívidas e melhorias financeiras.
Essa reestruturação contempla redução do endividamento, ajustes nos contratos de leasing de aeronaves e renegociação com bancos locais. A companhia projeta sair do Chapter 11 já em fevereiro, com liquidez e alavancagem melhoradas para um cenário financeiro mais sólido.
Além disso, a Azul planeja uma nova oferta pública de ações, podendo captar até US$ 950 milhões, o que pode gerar diluição na base acionária. Essa medida busca fortalecer o caixa e garantir estabilidade para os próximos anos.
A companhia aérea Azul divulgou aprovação de um plano de negócios atualizado que prevê a antecipação da saída do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, conhecido como Chapter 11, com previsão para ser concluído já em fevereiro. Esse avanço conta com novos aportes financeiros e ajustes operacionais projetados para melhorar a saúde financeira da empresa.
O plano mantém a expectativa de que a Azul deixará o Chapter 11 em condições mais sólidas, com menor endividamento total, redução de passivos e pagamentos ajustados de arrendamento das aeronaves. A reestruturação inclui acordos estratégicos com fabricantes de aeronaves, alinhando o cronograma de entrega da frota, além de negociações com bancos locais para condições comerciais mais favoráveis.
Entre os pilares do novo acordo está um aporte adicional de US$ 100 milhões (equivalente a R$ 538 milhões), oferecido por credores e outros envolvidos, o que acelera a saída do processo. Com essa injeção, a captação total prevista pela companhia aumenta para US$ 950 milhões, divididos entre garantia firme de subscrição de US$ 650 milhões na oferta pública e US$ 200 milhões de investidores estratégicos.
A Azul também pretende realizar uma nova oferta pública de ações com registro automático na CVM, podendo captar até US$ 950 milhões. Os papéis serão vendidos com desconto aproximado de 30% em relação ao valor estabelecido no plano, o que deve causar uma diluição em torno de 80% na base acionária atual.
A empresa projeta que, no momento da saída do Chapter 11, terá uma alavancagem líquida de 2,5 vezes o Ebitda e liquidez de US$ 811 milhões. Para 2029, a previsão indica alavancagem líquida reduzida para 1 vez e liquidez em torno de US$ 1,96 bilhão.
Inteligência Artificial já auxilia 35% do código e 10% das cotações na Junto Seguros
A Junto Seguros incorporou a Inteligência Artificial Generativa como prioridade estratégica para 2025, após anos de investimento desde 2018 e testes iniciais em 2019. O uso da IA está estruturado em três áreas principais: segurança e governança, eficiência interna e relacionamento com parceiros comerciais.
Atualmente, cerca de 10% dos corretores utilizam IA para cotar apólices, enquanto 35% do código-fonte contou com auxílio dessa tecnologia. A empresa enfrenta desafios como a aceitação da equipe e desempenho dos agentes, superados por maior integração e governança rigorosa.
Para 2026, a Junto Seguros planeja ampliar o uso da IA para todas as áreas, estimulando autonomia na criação de assistentes internos, num ambiente seguro e governado. O avanço promete transformar o mercado segurador com maior eficiência e inovação.
A Junto Seguros estabeleceu a Inteligência Artificial Generativa como foco estratégico em 2025, após anos de investimentos desde 2018 e testes iniciais em 2019. A empresa organizou essa ação em três pilares: segurança e governança, eficiência interna e transformação das relações com parceiros comerciais. A liderança acompanha diretamente os avanços com monitoramento semanal e ampliação dos investimentos.
Os primeiros resultados indicam avanços em diferentes áreas. Cerca de 10% da base de corretores usa o agente de IA para cotação de apólices, e aproximadamente 10% dos processos de subscrição recebem suporte de modelos proprietários. Na área técnica, 35% das linhas de código já contam com auxílio da GenAI, e todos os colaboradores têm acesso a ferramentas que garantem a privacidade dos dados.
Implantar essa tecnologia enfrentou desafios, especialmente relacionados à performance inicial dos agentes, que impactou a aceitação pela equipe. A superação ocorreu com maior integração entre equipes e plataformas, fortalecendo a confiança no uso da IA e garantindo explicabilidade nas decisões, algo essencial para o setor regulado.
A empresa destaca a importância de um programa estruturado para GenAI, incluindo governança, segurança e consultoria especializada, o que facilitou a identificação de riscos e aceleração da adoção de forma controlada. Para 2026, pretende ampliar o uso da IA em todas as áreas, promovendo autonomia para criação de assistentes internos, dentro de um ambiente seguro e governado, além de intensificar a transformação do mercado segurador.
Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Will Financeira controlada pelo Banco Master
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A., controlada pelo Banco Master, que já estava sob regime especial desde novembro de 2025. A decisão ocorreu após a Will Financeira perder a capacidade de honrar pagamentos no sistema Mastercard, o que levou ao bloqueio de suas operações.
A empresa enfrentava dificuldades financeiras, encerrando o primeiro semestre de 2025 com prejuízo de R$ 244,7 milhões e ativos de R$ 14,4 bilhões. A investigação da Polícia Federal também trouxe à tona suspeitas de fraudes ligadas ao dono do Banco Master, preso desde novembro de 2025.
O Banco Central continua apurando responsabilidades, podendo aplicar medidas administrativas e bloqueio de bens dos envolvidos, buscando proteção ao sistema financeiro nacional.
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A., controlada pelo Banco Master, que estava sob regime especial desde a liquidação do Banco Master em novembro de 2025. O Conglomerado Master, considerado pequeno e classificado no segmento S3, concentrava 0,57% do ativo total e 0,55% das captações do Sistema Financeiro Nacional.
A medida foi tomada após a Will Financeira descumprir sua grade de pagamentos no arranjo Mastercard em janeiro de 2026, resultando no bloqueio de sua participação no sistema de pagamentos. A insolvência da instituição e seu vínculo com o Banco Master foram fatores determinantes para a decisão do Banco Central.
A situação se agravou após a bandeira Mastercard suspender transações com os cartões emitidos pelo Will Bank, como forma de conter o passivo da instituição. A empresa encerrou o primeiro semestre de 2025 com R$ 14,4 bilhões em ativos, prejuízo de R$ 244,7 milhões e patrimônio líquido de cerca de R$ 300 milhões.
Esse cenário ocorre enquanto a Polícia Federal investiga, na Operação Compliance Zero, suspeitas de manipulação financeira, envolvendo o dono do Master e Will Bank, Daniel Vorcaro, preso desde novembro sob acusação de liderar esquema de carteiras falsas para incrementar o patrimônio do Banco Master.
O Banco Central segue apurando responsabilidades, com possibilidade de medidas administrativas e bloqueio de bens ligados aos controladores e ex-administradores.
Ibovespa alcança novo recorde com expectativa para discurso de Trump
Na quarta-feira, o Ibovespa atingiu um novo recorde nominal, fechando o dia em 166.277 pontos com alta de 0,87%, impulsionado principalmente pelas ações da Vale e Petrobras.
O mercado global apresenta tensão, com queda nos índices americanos e alta no ouro, causada por declarações de Donald Trump sobre a Groenlândia. A União Europeia reage convocando reunião de emergência.
O foco está no discurso de Trump no Fórum Econômico Mundial, que pode influenciar o cenário internacional. Enquanto isso, investidores estrangeiros buscam diversificação, reforçando os investimentos no mercado brasileiro.
Na quarta-feira, 21 de janeiro, o mercado global mantém um clima de tensão que pressiona os índices asiáticos, enquanto o Ibovespa atinge novo recorde nominal, encerrando o dia anterior em 166.277 pontos, com alta de 0,87%. O desempenho positivo no Brasil foi impulsionado principalmente pelas ações da Vale, que subiram 1,92%, beneficiadas por perspectivas de maior produção de cobre, metal-chave para a transição energética, e também pela Petrobras, que cresceu 0,37% após anunciar investimentos na frota de transporte.
Internacionalmente, os contratos futuros dos índices americanos registraram queda de cerca de 2%, e o ouro avançou 2,1%, batendo recorde ao atingir US$ 4.865 por onça. A situação é agravada pelas declarações do presidente Donald Trump sobre a possibilidade de anexar a Groenlândia, inclusive sem descartar o uso da força, atitude que reforça temores de guerra comercial. Em resposta, a União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir as implicações e proteger sua parceria histórica com os Estados Unidos.
O destaque desta quarta está no discurso que Trump fará no Fórum Econômico Mundial em Davos, evento que pode definir se a corrida das tensões se acalma ou se eleva ainda mais. Curiosamente, o cenário complicado no exterior tem beneficiado as ações brasileiras, já que investidores buscam diversificação e voltam a aportar recursos no mercado nacional, sustentando seu crescimento apesar das adversidades globais.
Como preparar herdeiros para a sucessão em empresas familiares
Guilherme Benchimol, fundador da XP, adiantou a mesada das filhas para ensiná-las a lidar com dinheiro e responsabilidade financeira. A mesada é tratada como um salário que ajuda os jovens herdeiros a entender quando gastar e administrar seus recursos.
O programa, criado em parceria entre XP e Cambridge Family Enterprise Group, foca na continuidade dos negócios familiares, abordando organização, formação de talentos e sucessão. Participantes discutem desafios como a “maldição da terceira geração” e a pressão de manter o legado.
Além disso, os jovens debatem sobre o papel de cada um na empresa, onde trabalhar é uma escolha, não obrigação. O curso também oferece orientações de liderança para evitar crises e garantir a continuidade do negócio.
Guilherme Benchimol, fundador da XP, antecipou a mesada que daria às suas filhas para que elas aprendam a lidar com abundância e saibam administrar seus recursos. Segundo Benchimol, a mesada funciona como um salário, mas os jovens precisam entender como e quando gastar. Ele falou a um grupo de jovens herdeiros em um programa criado em parceria entre XP e Cambridge Family Enterprise Group (CFEG), consultoria renomada no assunto.
O projeto é voltado para famílias empresárias e aborda temas essenciais para a continuidade dos negócios entre gerações, como organização familiar, formação de talentos e planejamento sucessório. Cesar Chicayban, CEO do XP Private Bank, destaca a importância do programa para lidar com as expectativas das famílias e o desafio do envelhecimento do capital.
Segundo pesquisas, apenas um terço das empresas familiares chegam à terceira geração, com 15% sobrevivendo a essa fase, conhecida como a “maldição da terceira geração”. O curso da XP selecionou participantes da segunda à quarta geração para discutir questões como a pressão de cumprir legados e os desafios da sucessão.
Os jovens debatem se devem trabalhar nas empresas da família e como se preparar para isso, reconhecendo diferentes formas de atuação, como gestão de patrimônio ou atuação em conselhos. Halina Matos, sócia da CFEG, ressalta que trabalhar na empresa é uma escolha, não uma obrigação.
Durante o curso, foram identificados perfis comuns de sócios e discutido o papel de cada um para promover o crescimento do negócio. Além disso, a palestra de Leonardo Farah tratou sobre liderança em momentos inesperados, reforçando o desafio de evitar crises e manter a continuidade.
De Campos Planos a Alimentos em 3D: O Papel da IA Física na Agricultura Brasileira
A inteligência artificial física vem revolucionando a agricultura ao interpretar o ambiente agrícola em três dimensões, simulando terrenos, solos e condições climáticas reais. Essa tecnologia permite a criação de gêmeos digitais dinâmicos que ajudam produtores a planejar a irrigação e otimizar o uso de recursos.
Com a IA física, é possível antecipar problemas como secas e pragas, tornando o processo produtivo mais eficiente e sustentável. Algumas soluções já aplicam essa tecnologia para melhorar a resiliência climática, reduzindo desperdícios e apoiando práticas regenerativas.
Apesar dos avanços, o maior desafio está na coleta e processamento de dados 3D precisos. O futuro da agricultura depende do investimento em ferramentas que reconheçam o campo como um sistema vivo e tridimensional, abrindo caminho para uma inteligência agrícola mais detalhada e efetiva.
A agricultura tem sido tradicionalmente avaliada em hectares e safras, mas o terreno agrícola é bem mais complexo do que números planos. Para quem desenvolve infraestrutura em inteligência artificial (IA) para o setor, surge a possibilidade de aplicar a IA física, que entende o mundo em 3D, interpretando terrenos, objetos e sistemas reais, diferente dos modelos que aprendem só com textos.
Essa tecnologia permite criar gêmeos digitais dinâmicos das fazendas, simulando a irrigação conforme o relevo, a composição do solo e as condições climáticas locais. Assim, ferramentas alimentadas por essa IA podem ajudar produtores a tomar decisões mais precisas, ampliando seu conhecimento com dados que refletem a realidade no campo.
Em vez de reagir a eventos como secas ou pragas, o sistema pode antecipar essas situações, otimizando o uso de insumos e aumentando a eficiência. A integração entre a percepção dos agricultores e esses modelos digitais cria uma inteligência híbrida, capaz de detalhar o comportamento da terra em vez de tratar tudo como uma imagem plana.
Além disso, a IA física contribui para práticas mais sustentáveis, simulando estratégias que reduzem o desperdício de água, limitam o uso excessivo de fertilizantes e apoiam o plantio regenerativo. Empresas já aplicam essa função para melhorar a resiliência climática no agro.
A maior barreira para essas aplicações é a obtenção de dados 3D estruturados e precisos. Investir em ferramentas que geram e processam esses dados será essencial para escalar a inteligência agrícola, reconhecendo o campo como um sistema vivo e tridimensional.
Como funciona a instalação de aplicativos via arquivo APK no Android
A instalação de aplicativos no Android pode ser feita diretamente pela Play Store ou através de arquivos APK, que permitem instalar apps manualmente fora da loja oficial. Isso possibilita acessar aplicativos que não estão disponíveis na Google Play, além de versões beta ou antigas.
Para usar um APK é necessário baixá-lo de fontes confiáveis, ativar a permissão para instalar apps desconhecidos e seguir os passos para instalação no dispositivo. Apesar de simples, esse processo exige cuidado pois arquivos APK podem conter malwares que comprometem a segurança e a privacidade.
Portanto, o uso de APKs é recomendado apenas quando necessário, garantindo sempre o download em sites confiáveis e a proteção do sistema para evitar riscos como vírus, invasões ou perda de dados.
Instalar aplicativos no Android pode ser feito não só pela Google Play Store, mas também usando arquivos APK. Esses arquivos são pacotes compactados com tudo o que o sistema precisa para instalar um app fora da loja oficial. Isso permite a instalação manual, conhecida como sideloading, que oferece acesso a jogos e ferramentas que podem não estar disponíveis na Play Store.
Para usar um arquivo APK, é preciso baixá-lo direto no dispositivo, de sites confiáveis como APK Mirror e APK Pure. Depois, você deve habilitar nas configurações a opção que permite a instalação de apps desconhecidos, geralmente em “Configurações > Apps > Acesso especial”. Localize o arquivo na pasta Downloads e confirme a instalação.
Apesar de o processo ser simples, há riscos de segurança envolvidos. Arquivos APK não passam pelo controle rigoroso da Play Store, o que pode facilitar a entrada de malwares, programas espiões e riscos de phishing. Esses apps podem comprometer sua privacidade, acessar dados pessoais e até dar controle remoto do dispositivo a terceiros.
Por isso, é importante baixar somente de fontes confiáveis, manter o sistema protegido e gerenciar permissões dos aplicativos instalados. O uso de arquivos APK é recomendado quando o app não está disponível oficialmente no seu país, foi removido da loja, ou para acessar versões beta ou antigas. Ainda assim, tomar cuidado é essencial para evitar problemas.
Trump domina as atenções em Davos e mercado brasileiro reage; veja o que esperar do Ibovespa
Donald Trump foi o centro das atenções durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, ao demonstrar interesse em comprar a Groenlândia e anunciar tarifas elevadas contra países europeus. Essas ações aumentaram tensões internacionais, especialmente com a França e países do norte da Europa.
No Brasil, o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, alcançando um novo recorde nominal, enquanto o dólar registrou leve variação. Investidores também acompanham de perto decisões da Suprema Corte dos EUA, que podem afetar a autonomia do Federal Reserve.
No cenário internacional, a Netflix teve queda de quase 7% no after-market após resultados trimestrais, apesar de ter superado expectativas em lucro e receita. O mercado aguarda os próximos movimentos diante desse cenário global turbulento.
Donald Trump ganha destaque no mercado financeiro durante o Fórum Econômico Mundial em Davos. Ele confirmou o interesse em adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca, intensificando tensões com países europeus. Para pressionar, Trump anunciou tarifas de até 200% em vinhos e champanhes franceses, além de impor taxas de 10%, aumentando para 25%, em produtos de países que rejeitem a negociação sobre a ilha.
Essa medida afetaria Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido, tendo validade a partir de 1º de fevereiro. A disputa ocorre após França recusar convite para um “Conselho de Paz” para Gaza, proposto por Trump.
No cenário americano, destaque para audiências na Suprema Corte que discutem a tentativa da Casa Branca de destituir Lisa Cook, diretora do Federal Reserve, acusada de irregularidades. O caso é acompanhado por investidores devido à sua relação com a autonomia do banco central dos EUA.
No mercado brasileiro, o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, atingindo novo recorde nominal com 166.276,80 pontos. O dólar variou para R$ 5,3805. Já o ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) subiu 0,42% no after-market.
Internacionalmente, a Netflix caiu quase 7% em after-market, apesar de resultados trimestrais acima da expectativa. A empresa reportou lucro de US$ 2,42 bilhões e receita de US$ 12,05 bilhões, mas o guidance para o próximo trimestre decepcionou o mercado.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação