Departamento de Defesa dos EUA confirma posse de armas de energia dirigida
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou oficialmente que possui armas de energia dirigida, tecnologias que utilizam feixes de alta intensidade como lasers e micro-ondas para combate. Essas armas podem variar desde efeitos dissuasivos até destrutivos, dependendo da potência aplicada.
Além disso, o órgão informou que está investindo para ampliar a escala e a potência dessas armas, com orçamentos acima de US$ 1 bilhão em 2023. Rumores indicam que essas tecnologias podem ter sido usadas em operações na Venezuela, embora isso não tenha sido oficialmente confirmado.
Essas armas têm vantagens como menor custo por disparo, já que dependem apenas de energia elétrica, mas possuem limitações como alcance restrito e sensibilidade a condições climáticas adversas. Modelos mais fracos são usados para dispersar tropas, enquanto os mais potentes podem derrubar drones e veículos.
O Departamento de Guerra dos Estados Unidos confirmou oficialmente possuir armas de energia dirigida em publicação no X nesta sexta-feira (23). O órgão também informou que está trabalhando para ampliar a escala dessas tecnologias, aumentando sua potência.
Essa confirmação ocorre após rumores que indicaram o uso dessas armas durante a operação para capturar o presidente Nicolás Maduro na Venezuela. Relatos apontam que soldados venezuelanos teriam ficado “de joelhos” diante da ação do armamento misterioso.
As armas de energia dirigida utilizam feixes de alta intensidade, como lasers e micro-ondas, substituindo projéteis físicos. A energia disparada, que viaja à velocidade da luz, pode variar entre efeitos dissuasivos e destrutivos, dependendo da potência.
Elas são capazes de superaquecer alvos, derreter materiais ou interferir em sistemas eletrônicos. Além disso, o custo por disparo é menor, já que dependem apenas de energia elétrica. A limitação dessas armas está no alcance restrito e na sensibilidade a condições climáticas, como neblina e tempestades.
Existem versões mais fracas, usadas para afastar tropas com ondas milimétricas que causam desconforto, enquanto os modelos mais potentes são desenvolvidos para derrubar drones ou veículos.
Relatórios vazados do Pentágono indicam que, em 2023, o orçamento anual para o desenvolvimento dessas armas ultrapassava US$ 1 bilhão. A tecnologia inclui lasers e micro-ondas voltados para combate e desativação de ameaças, apesar de preocupações éticas e de saúde sobre seu uso.
Embora o uso durante a operação na Venezuela não tenha sido confirmado, uma fonte do setor de inteligência sugere que essa pode ter sido a primeira aplicação real em combate dos armamentos.
Jornada de consentimento dificulta adesão das empresas ao Open Finance no Brasil
A adesão das empresas brasileiras ao Open Finance cresce, mas ainda é baixa, com apenas 3% utilizando o sistema, em contraste com 20% no Reino Unido. Um desafio importante é a jornada de consentimento, que é complexa para pessoas jurídicas com múltiplos representantes.
Um estudo da EY mostra que 30% dos executivos veem as múltiplas autorizações internas como barreira. Além disso, 20% das instituições financeiras não focam no público empresarial, mesmo com 82% dos pequenos empresários dispostos a compartilhar dados.
Entre abril de 2024 e abril de 2025, a conexão das empresas ao Open Finance cresceu 146%. Há que melhorar a educação e simplificação para ampliar o acesso, especialmente para as PMEs que buscam benefícios como crédito mais barato e gestão financeira integrada.
A adesão das empresas brasileiras ao Open Finance está crescendo, mas permanece abaixo do esperado. Apenas 3% das empresas no país utilizam o sistema, enquanto o Reino Unido alcança 20%. Um dos principais desafios é a complexidade da jornada de consentimento, especialmente para pessoas jurídicas com múltiplos representantes legais.
Um estudo da EY com 50 executivos indica que 30% apontam a necessidade de diversas autorizações internas como barreira central. Porém, dado que o Brasil possui mais de 17 milhões de CNPJs com apenas um sócio, acredita-se que outras questões também dificultam a expansão.
Além disso, 20% das instituições financeiras não focam no público empresarial em suas iniciativas de Open Finance e 17% não têm proposta clara para esse segmento. Essa falta de estratégia contrasta com o interesse dos pequenos e médios empresários, onde 82% manifestam disposição para compartilhar dados em troca de serviços personalizados.
Outro ponto é que 86% das PMEs mantêm contas em mais de uma instituição financeira, favorecendo soluções integradas via Open Finance. Entre abril de 2024 e abril de 2025, o número de empresas conectadas saltou 146%, de 239 mil para 589 mil.
Segundo a Serasa Experian, 42% das empresas enxergam no compartilhamento de dados uma chance para crédito mais barato e melhor gestão financeira. Entretanto, 45% desconhecem o modelo e seus benefícios, mostrando que educação e simplificação da experiência são necessárias.
Iniciativas que automatizam a gestão financeira, como o uso de inteligência artificial, apoiam a tomada de decisões e ajudam PMEs a profissionalizar seus negócios via Open Finance.
Marty Supreme: conheça a história real por trás do filme estrelado por Timothée Chalamet
O filme Marty Supreme, protagonizado por Timothée Chalamet, estreou nos cinemas brasileiros em 22 de janeiro e já soma oito indicações ao Oscar 2026. A produção retrata a vida de Marty Reisman, jogador nova-iorquino de tênis de mesa conhecido como o “Bad Boy” do esporte.
Reisman destacou-se desde criança, combinando habilidade e astúcia para superar desafios e financiar suas competições por meio de apostas. O longa aborda sua resistência a mudanças no esporte, como a rejeição à raquete sanduíche, além de explorar o submundo das apostas e a cultura nova-iorquina.
Além da carreira esportiva, Marty também se envolveu em apresentações inusitadas e na gestão de clubes frequentados por celebridades. Sua trajetória mostra como ele uniu talento e estratégias para se manter competitivo até 2012, marcando a história do tênis de mesa.
O filme Marty Supreme, estrelado por Timothée Chalamet, chegou aos cinemas brasileiros no dia 22 de janeiro e vem ganhando destaque com oito indicações ao Oscar 2026. A trama é inspirada na vida real de Marty Reisman, conhecido como o “Bad Boy do tênis de mesa”. O longa explora sua trajetória como jogador nova-iorquino que utilizava apostas e esquemas para financiar suas competições.
Reisman começou a jogar tênis de mesa ainda criança para aliviar a ansiedade e rapidamente se destacou, conquistando títulos entre 1946 e 2002. Sua personalidade provocadora e estilo de jogo foram marcados por provocações aos adversários e ao público, além de estratégias para lucrar nas partidas, como perder propositalmente para dobrar apostas.
Um dos pontos centrais do filme e da vida real é a revolução causada pela “raquete sanduíche”, que mudou o ritmo do esporte. Reisman preferia o estilo tradicional e rejeitou a nova armação, que tornava as jogadas imprevisíveis. O longa também inclui personagens e eventos ficcionais, como o magnata Milton Rockwell e a atriz Kay Stone, para enriquecer a história.
Além do esporte, Reisman teve contato com a cultura nova-iorquina e o submundo das apostas. Ele também se apresentou com os Harlem Globetrotters em performances inusitadas e passou a administrar clubes de tênis de mesa frequentados por diversas celebridades. Até 2012, manteve a postura competitiva, passando à história como um jogador que unia habilidade com astúcia para sobreviver fisicamente e financeiramente.
Executivo da BlackRock lidera principais apostas para novo presidente do Fed
Rick Rieder, executivo da BlackRock, destaca-se como principal aposta do mercado para assumir a presidência do Federal Reserve, sucedendo Jerome Powell. Plataformas de apostas financeiras indicam que ele tem quase 50% das probabilidades para essa nomeação.
Além de liderar nas apostas, Rieder conta com apoio significativo de Wall Street e do então presidente Donald Trump, segundo reportagens. Sua experiência como diretor de investimentos globais da BlackRock reforça sua posição como nome influente no controle das políticas monetárias dos EUA.
A possível mudança na liderança do Fed tem impacto direto em decisões sobre taxas de juros e estabilidade econômica mundial. Por isso, investidores e especialistas acompanham de perto esse cenário que ainda está em definição.
O executivo da BlackRock, Rick Rieder, destaca-se como favorito nas apostas para suceder Jerome Powell na presidência do Federal Reserve. Em plataformas preditivas como Polymarket e Kalshi, ele ultrapassou o ex-diretor Kevin Warsh, que agora ocupa a segunda colocação com cerca de 32% das apostas.
À tarde da sexta-feira, 23, Rieder liderava na Polymarket com 47% de probabilidade de assumir o comando do banco central americano, enquanto Warsh ficou atrás com 33%. O atual diretor do Fed, Christopher Waller, aparece em terceiro lugar, com apenas 10%.
Reportagens da Bloomberg indicam que Rick Rieder tem o apoio de Wall Street e do presidente Donald Trump para ocupar a posição mais alta do Federal Reserve. Sua experiência como diretor de investimentos globais de renda fixa da BlackRock o posiciona como nome de peso para controlar as políticas monetárias futuras dos Estados Unidos.
O mercado acompanha de perto essa possibilidade, já que a escolha do novo presidente do Fed pode influenciar significativamente as decisões sobre juros e estabilidade econômica global. Rieder já demonstra forte presença entre investidores e especialistas, refletida nas plataformas que funcionam como termômetros para expectativas e movimentos financeiros.
Com a crescente atenção direcionada ao executivo, as apostas indicam uma mudança na liderança do banco central americano, processo que, apesar de ainda não oficializado, já movimenta o mercado e as discussões econômicas internacionais.
Lula critica proposta de Trump para uma nova ONU sob controle dos EUA
O presidente Lula criticou a iniciativa do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, de criar uma “nova ONU” controlada exclusivamente pelos americanos. Ele ressaltou que o Brasil, mesmo com forças armadas limitadas, mantém sua dignidade e não aceita ordens externas.
Lula destacou que a proposta de Trump ignora a carta original da ONU e rejeita reformas que incluam mais países no Conselho de Segurança. Para preservar o multilateralismo, conversou com líderes como Putin, Xi Jinping e Modi.
O presidente afirmou que o Brasil não busca alianças que o coloquem em subordinação e rejeita qualquer posição de “colônia”. Ele também manifestou desejo de evitar conflitos como o entre Israel e Palestina, reafirmando a soberania brasileira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o multilateralismo está sendo substituído pelo unilateralismo, criticando a iniciativa do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criar uma “nova ONU” sob seu comando exclusivo. Em evento com o MST em Salvador, Lula ressaltou que, embora o Brasil tenha forças armadas limitadas, o país mantém sua dignidade e não aceitará ordens externas.
Segundo Lula, a carta original da ONU está sendo ignorada, e em vez de reformas que incluam novos países no Conselho de Segurança, Trump propõe uma organização dominada apenas pelos EUA. O presidente brasileiro destacou que passou a semana dialogando com líderes como Vladimir Putin, Xi Jinping, Narendra Modi e Claudia Sheinbaum, buscando preservar o multilateralismo para evitar que prevaleça a “lei do mais forte”.
Lula defendeu que o Brasil não possui preferência por alianças, mas rejeita qualquer condição que o coloque em posição de subordinação, ou seja, como uma “colônia”. Ele ainda criticou a repetição de conflitos, mencionando o desejo de evitar novas tensões como as que existem entre Israel e Palestina.
“Não queremos mais guerra fria”, disse, reforçando que o país não tem armas, mas mantém o caráter e a soberania para negociar com todos os países “olho no olho”. A fala destaca a preocupação com a preservação da autonomia brasileira dentro do cenário global.
FGC confirma pagamento de 67% dos credores do Banco Master
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que já ressarciu 67% dos credores do Banco Master, totalizando cerca de R$26 bilhões pagos desde 19 de janeiro. O sistema processa cerca de 2,8 mil pedidos por hora, e o órgão segue monitorando e ajustando os processos para agilizar os pagamentos.
Algumas verificações adicionais são feitas para evitar fraudes, o que pode prolongar o prazo de liberação para certos credores. O Banco Master está em liquidação extrajudicial desde novembro, após intervenção do Banco Central e investigações que resultaram na prisão do proprietário, Daniel Vorcaro.
O FGC também acompanha a liberação de garantias do Will Bank, estimadas em R$6,3 bilhões, que ocorrerá após a consolidação da base de credores. Essas ações visam garantir os direitos e ressarcimentos aos clientes afetados.
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que já ressarciu 521 mil credores do Banco Master, o que equivale a 67,29% do total. Até as 17h50 desta sexta-feira, foram pagos R$26 bilhões em garantias, representando 66,43% do montante total a ser reembolsado. Os pagamentos começaram em 19 de janeiro e o sistema processa cerca de 2,8 mil pedidos por hora.
Segundo o FGC, as equipes continuam monitorando e ajustando os sistemas para acelerar os pagamentos. No entanto, por medidas de segurança e prevenção a fraudes, alguns processos podem passar por verificações adicionais, o que pode estender o prazo de liberação individual.
Sobre o Will Bank, o órgão estima R$6,3 bilhões em garantias a serem pagos. A liberação ocorrerá após a consolidação da base de credores pelo liquidante com apoio do FGC.
O Banco Master está em liquidação extrajudicial desde 18 de novembro, quando o Banco Central decretou a medida. No mesmo dia, o proprietário Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal em uma operação que investiga suspeitas de fraudes bilionárias, mas atualmente ele cumpre medidas cautelares após ser solto.
Vorcaro afirmou em depoimento que a Diretoria de Fiscalização do Banco Central recomendou a venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB), negando envolvimento em facilitação política ou fraudes.
Ibovespa ultrapassa 179 mil pontos com fluxo de capital estrangeiro e alta de 8,6% na semana
O Ibovespa atingiu novo recorde ao fechar acima dos 179 mil pontos, impulsionado por forte entrada de capital estrangeiro e uma sequência de cinco sessões positivas. Durante o pregão, o índice chegou a 180.532 pontos, também inéditos, com volume financeiro elevado em R$ 33,26 bilhões.
Na semana, o índice acumulou alta de 8,66%, refletindo maior apetite dos investidores por risco e melhorias no cenário geopolítico global. Esse movimento também está relacionado ao aumento dos recursos externos direcionados a ativos brasileiros. O dólar teve leve valorização na sexta-feira, mas manteve queda acumulada na semana e no ano, apoiado pela compra de ativos nacionais por investidores internacionais.
O Ibovespa fechou a última sexta-feira em um novo recorde, ultrapassando a marca dos 179 mil pontos pela primeira vez. O índice registrou alta de 1,98%, chegando a 179.063,59 pontos, com desempenho impulsionado por um forte fluxo de capital estrangeiro e uma sequência de cinco sessões positivas. Durante o pregão, o índice atingiu máxima intradia de 180.532,28 pontos, também inédita. O volume financeiro negociado somou R$ 33,26 bilhões, valor acima da média diária do ano.
Na semana, o Ibovespa acumulou ganho de 8,66%, elevando os rendimentos para 11,13% desde o começo de 2026. Especialistas creditam esse movimento ao maior apetite por risco dos investidores e à melhoria no cenário geopolítico global, que tem atraído recursos externos para ativos brasileiros.
Enquanto isso, o dólar registrou valorização marginal de 0,08%, encerrando cotado a R$ 5,2876. Apesar dessa leve alta na sexta-feira, a moeda americana teve queda acumulada de 1,59% na semana e de 3,67% no ano, encontrando suporte na compra de ativos nacionais por investidores estrangeiros. O mercado também reagiu positivamente a acordos internacionais que reduziram tensões globais, como o acesso dos EUA à Groenlândia, contribuindo para o ambiente favorável.
O fluxo de capitais estrangeiros reforça o interesse pelo mercado acionário brasileiro, confirmando a tendência de fortalecimento do Ibovespa dentro do contexto econômico atual.
Como críticas negativas inspiraram o criador de Five Nights at Freddy’s a criar a série
Scott Cawthon enfrentava críticas duras e dificuldades financeiras antes de criar Five Nights at Freddy’s. Seu jogo anterior recebeu feedback negativo, com comentários chamando os personagens de “animatronics assustadores”. Essa reação inesperada o motivou a desenvolver um jogo de terror que se tornou um fenômeno.
Five Nights at Freddy’s coloca o jogador no papel de vigia noturno, onde o desafio é sobreviver a ataques de bonecos animatrônicos em um restaurante. A série ganhou popularidade especialmente entre streamers e fãs que se dedicam a teorias e mistérios do jogo.
Apesar do sucesso, Cawthon mantém uma postura reservada e já enfrentou polêmicas relacionadas a seu posicionamento político. Atualmente, ele afirma fazer os jogos por paixão e está preparado para críticas, continuando envolvido na produção dos jogos e filmes da franquia.
O sucesso da série Five Nights at Freddy’s nasceu de críticas negativas e de uma fase difícil na vida do criador Scott Cawthon. Antes do fenômeno de terror, ele desenvolvia jogos com temática cristã que não geravam retorno financeiro e enfrentava uma crise pessoal e de fé. Em 2013, após o lançamento de Chipper & Sons Lumber Co., que foi duramente criticado, Cawthon recebeu comentários que descreviam os personagens do jogo como “animatronics assustadores”.
Esse feedback inesperado se tornou inspiração. Em vez de desistir, ele decidiu criar algo realmente assustador, dando origem a Five Nights at Freddy’s. No jogo, o jogador atua como vigia de um restaurante, monitorando câmeras para evitar ataques de bonecos animatrônicos que ganham vida à noite. O objetivo é sobreviver cinco noites com um uso limitado de energia elétrica, o que cria tensão e estratégia.
A franquia cresceu rapidamente, especialmente entre streamers que se interessaram pela dinâmica curta e pelos mistérios que alimentam teorias entre os fãs. Apesar da popularidade, Cawthon mantém uma postura discreta, e teve sua imagem questionada após revelações sobre apoio político controverso, gerando reações diversas dentro da comunidade.
O criador declarou que não faz mais por dinheiro, mas por gosto pessoal, e que está preparado para o cancelamento. Ele se mantém envolvido com os jogos e os filmes da série, que permanecem como um caso curioso onde críticas negativas se transformaram em sucesso global.
Fim do roaming no Mercosul depende de ajustes operacionais, afirma Anatel
O governo federal anunciou o fim do roaming no Mercosul a partir de 2 de dezembro de 2025, incluindo Argentina, Uruguai e Paraguai. A medida permite usar celulares desses países sem cobrança extra, mas ainda depende de definições técnicas dos reguladores para funcionar plenamente.
A Anatel explica que embora o acordo tenha respaldo legal, a aplicação prática do fim da cobrança no roaming ainda enfrenta obstáculos operacionais. Sem prazo definido para a conclusão dessas adequações, a cobrança pode permanecer conforme o funcionamento das operadoras.
O acordo beneficia brasileiros e estrangeiros no Mercosul, mas a Bolívia ainda não integra esse benefício por estar em processo de adaptação. A expectativa é que, com a regularização técnica, o uso dos serviços móveis no bloco seja completamente gratuito e sem complicações.
O governo federal anunciou que o fim do roaming entre Brasil e países do Mercosul está valendo desde 2 de dezembro de 2025. Isso inclui Argentina, Uruguai e Paraguai. A medida garante que usuários possam usar seus celulares no bloco como se estivessem em seus próprios países, sem cobrança extra por dados, ligações ou mensagens.
Contudo, a Anatel esclareceu que o fim da cobrança ainda não está totalmente operacional. Os órgãos reguladores dos países do Mercosul precisam definir regras para viabilizar a aplicação prática do acordo, mas não há prazo estabelecido para isso. Até lá, a cobrança pode continuar dependendo do funcionamento das operadoras.
Essa mudança foi aprovada pelo Senado em agosto de 2025 e confirmada por decreto presidencial em dezembro do mesmo ano. O acordo é recíproco, beneficiando tanto brasileiros em outros países do bloco quanto estrangeiros em território nacional. Vale destacar que a Bolívia, membro pleno do Mercosul desde 2024, não está inclusa nesse acordo por ainda estar em adaptação às regras da região.
O decreto que encerra a cobrança no roaming decorre de um pacto firmado na Cúpula do Mercosul em 2019, em Santa Fé, Argentina. Além destes países, o Brasil já mantém um acordo semelhante em vigor com o Chile desde 2023. A expectativa é que, após o alinhamento operacional entre as agências reguladoras, o uso dos serviços móveis no Mercosul se torne efetivamente gratuito e sem complicações para os usuários.
Como assistir aos filmes indicados ao Oscar 2026 no Brasil
A temporada do Oscar 2026 já começou, com os filmes indicados disponíveis para streaming e nas salas de cinema brasileiras. Plataformas como HBO Max, Netflix, Prime Video, Apple TV+ e Disney+ oferecem títulos que concorrem nas principais categorias.
Na HBO Max destacam-se “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra”, enquanto a Netflix traz “Frankenstein” e outras produções relevantes. Nos cinemas, alguns indicados ainda estão em cartaz, garantindo a experiência da telona para os fãs.
A cerimônia do Oscar será em 15 de março, transmitida pela TNT e HBO Max. Até lá, os brasileiros podem aproveitar diversas opções para assistir aos concorrentes e se preparar para a premiação.
A temporada de premiação está aberta com os indicados ao Oscar 2026 já anunciados. Para quem quer se preparar, os filmes indicados podem ser assistidos em diferentes plataformas de streaming e cinemas no Brasil, incluindo títulos que já estão disponíveis e outros que chegarão após a cerimônia. Isso permite uma boa seleção para maratonar os principais concorrentes.
A HBO Max lidera a oferta, com produções como Pecadores, que acumula 16 indicações, e Uma Batalha Após a Outra. Além desses, o catálogo inclui filmes como Weapons, The Alabama Solution – Alabama: Presos do Sistema e o documentário Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud.
A Netflix também marca presença com o filme Frankenstein, indicado em várias categorias, além de Train Dreams (Sonhos de Trem), dirigido por Adolpho Veloso. Outras produções no serviço incluem Guerreiras do K-Pop e A Vizinha Perfeita.
Plataformas como Prime Video oferecem títulos como A Meia-Irmã Feia via MUBI e Jurassic World Rebirth. A Apple TV+ conta com produções como F1: O Filme e The Lost Bus. Já o Disney+ disponibiliza Elio e deve receber Avatar: Fire and Ash e Bugonia mais adiante.
Nos cinemas, filmes indicados como Marty Supreme, Hamnet e O Agente Secreto ainda estão em exibição, garantindo a experiência da telona para os fãs.
A cerimônia do Oscar 2026 ocorrerá em 15 de março, com transmissão pela TNT e HBO Max. Até lá, vale aproveitar as opções disponíveis para acompanhar os favoritos ao prêmio.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação