Rise Tower: o novo arranha-céu de 96 andares que transformará o horizonte da América Latina no México
A Rise Tower, em Monterrey, México, está em construção para se tornar o maior prédio da América Latina, com 96 andares. A torre vai superar a Gran Torre Santiago, apresentando uma combinação de áreas comerciais, residenciais e corporativas em um único edifício.
O projeto destaca inovações em engenharia, com concreto de alta resistência, elevadores inteligentes e fachada de vidro duplo para isolamento térmico. Tecnologias avançadas garantirão conforto e segurança para os usuários.
Além do impacto arquitetônico, a Rise Tower movimenta a economia local ao impulsionar turismo, comércio e gerar empregos. O governo investe em infraestrutura para atender à demanda gerada pela nova estrutura, reforçando o papel do México na América Latina.
O surgimento da Rise Tower no México promete transformar o horizonte urbano da região ao se tornar o maior prédio da América Latina. Com 96 andares, o edifício superará a Gran Torre Santiago, que atualmente detém o recorde de 300 metros. A construção em Monterrey combina áreas comerciais, residenciais e corporativas em uma única estrutura que prioriza a integração tecnológica e a sustentabilidade.
O projeto oferece avanços significativos na engenharia, destacando o uso de concreto de ultra-alta resistência e sistemas de elevadores inteligentes projetados para maior velocidade e eficiência. A fachada de vidro duplo promoverá isolamento térmico, contribuindo para a economia de energia. Além disso, o prédio contará com mecanismo de amortecimento harmônico para manter o conforto interno mesmo em ventos fortes de grandes altitudes.
A torre abrigará escritórios premium, um hotel internacional e áreas de lazer, além de um mirante panorâmico que permitirá visualizações inéditas da cidade e suas nuvens. Para gerenciar o grande fluxo de pessoas, a Rise Tower usará tecnologias de inteligência artificial que otimizam segurança e tempo de espera. A construção segue rigorosos padrões internacionais de segurança e sustentabilidade, visando certificações ambientais rigorosas.
Esse empreendimento não só impacta a engenharia e a arquitetura, mas também movimenta a economia local, impulsionando setores como turismo, comércio e geração de empregos. O governo investe em infraestrutura urbana para absorver as demandas geradas pela torre, fortalecendo a posição do México no cenário econômico regional.
GTF capta R$ 375 milhões em CRA para ampliar produção e lançar novos produtos
A GTF, empresa paranaense, captou R$ 375 milhões em sua segunda emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). O montante, que é mais de 350% maior que a primeira emissão, será usado para estruturar a escala industrial e desenvolver novos produtos, especialmente no segmento IQF.
A empresa enfrenta um cenário difícil no crédito rural, com juros altos, mas mantém a confiança dos investidores devido a seu histórico sólido e disciplina financeira. A GTF atua nacionalmente com produção diversificada, emprega mais de 10 mil pessoas e pretende aumentar a capacidade produtiva para 800 mil aves abatidas por dia.
Os recursos também serão aplicados em automação e expansão da cadeia produtiva, buscando maior eficiência e sustentabilidade. A companhia projeta crescimento em faturamento e mantém certificações internacionais para exportação a mais de 100 países.
A paranaense GTF realizou sua segunda emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), captando R$ 375 milhões em meio a um cenário desafiador de crédito rural restrito e juros elevados. O valor é mais de 350% superior à primeira emissão, reforçando a presença do mercado de capitais como principal fonte de financiamento para a empresa.
Segundo Vinícius Gonçalves, vice-presidente da GTF, o aumento da demanda para quase R$ 400 milhões indica maior confiança dos investidores, atraídos pelo histórico de resultados consistentes e disciplina financeira da companhia. A empresa optou por limitar a emissão para manter a solidez do processo.
A GTF, fundada em 1992, comercializa mensalmente mais de 38 mil toneladas de produtos como frango, peixes e vegetais congelados, além de 6,5 mil toneladas de derivados de fécula de mandioca, empregando mais de 10 mil pessoas e operando com frota própria e unidades espalhadas pelo país.
Parte dos recursos captados será direcionada ao desenvolvimento de produtos IQF (Individually Quick Frozen), que auxiliam na diferenciação do portfólio no mercado interno. No exterior, o foco está na automação industrial para aumentar eficiência e competitividade nas exportações.
Com faturamento de R$ 4 bilhões em 2024, a empresa projeta atingir R$ 5 bilhões até 2026, ampliando a capacidade produtiva para superar 800 mil aves abatidas por dia. Os investimentos abrangem toda a cadeia, incluindo incubatórios, fábricas de ração e logística, visando a sustentabilidade e a manutenção da verticalização do negócio.
O crédito bancário mais caro e seletivo no campo impacta a capacidade dos produtores integrados, o que representa um desafio para os planos de expansão. Mesmo assim, a GTF mantém certificações internacionais e está habilitada para exportar para mais de 100 países.
Nacionalização da fila do INSS: efetividade e desafios da nova medida
Desde janeiro, o INSS adotou a nacionalização da fila para unificar a análise de pedidos de benefícios em todo o Brasil. Essa medida permite que servidores de regiões com menor demanda avaliem processos de outros estados, priorizando casos que aguardam mais de 45 dias, conforme determinação do STF. Em apenas uma semana, 2,4 mil servidores iniciaram mais de 118 mil análises, buscando acelerar o atendimento e reduzir desigualdades regionais.
Apesar da maior agilidade, há preocupação com a qualidade das avaliações, já que a pressão por metas pode resultar em análises apressadas e indeferimentos injustos. A preocupação central é evitar que a limpeza da fila pela negação de direitos apenas transfera o problema para a Justiça, gerando processos mais longos e custosos.
Assim, o desafio é garantir que a nacionalização da fila não seja apenas uma medida para cumprir números, mas sim uma estratégia para assegurar o reconhecimento justo dos benefícios previdenciários e assegurar uma vida digna aos segurados.
Desde 13 de janeiro, o INSS adotou a nacionalização da fila para unificar pedidos de benefícios em todo o Brasil. Com essa mudança, servidores de regiões com menor demanda podem analisar processos de segurados de outros estados, priorizando casos que aguardam há mais de 45 dias, conforme o prazo definido pelo STF.
Em uma semana, essa estratégia mobilizou 2,4 mil servidores e iniciou mais de 118 mil análises, buscando acelerar o atendimento e diminuir as desigualdades regionais. Além disso, o INSS oferece bônus de produtividade para motivar os servidores a concluir esses pedidos com mais agilidade.
Porém, o aumento da quantidade de processos analisados levanta a questão sobre a qualidade dessas avaliações. A pressão para alcançar metas pode levar a análises rápidas demais, que deixam passar detalhes importantes e resultam em indeferimentos injustos.
Se a fila administrativa for “limpa” apenas por meio da negação de direitos, o problema pode ser transferido para a justiça, tornando o processo mais longo e oneroso. O verdadeiro objetivo deve ser garantir que o reconhecimento dos benefícios previdenciários promova uma vida digna aos segurados, e não apenas números para cumprir metas internas.
Verão Guriri 2026 encerra com luau gratuito e show da banda Macucos
O Verão Guriri 2026 chega ao fim com um luau gratuito na praia de São Mateus, reunindo música e cultura local. A banda Capixaba Cerradus abre a noite com seu estilo que mistura pop rock, forró, reggae e axé, preparando o público para o encerramento.
A banda Macucos, com mais de 20 anos de carreira, faz o show principal com repertório que envolve reggae e clássicos da música brasileira. O evento é organizado pela Prefeitura de São Mateus e ADETUR, marcando o fim de um mês de atividades culturais e esportivas na região.
O Verão Guriri 2026 chega ao fim nesta quarta-feira (4) com um luau gratuito na praia, reunindo música, energia e a presença da banda Macucos. A partir das 19h, a banda capixaba Cerradus inicia a noite com seu estilo que mistura pop rock, forró, reggae e axé, preparando o público para o encerramento.
Com mais de 20 anos de carreira, o grupo Macucos encerra o evento com um repertório que inclui canções como “Além do Mar / Linha do Horizonte”, “Lugar que Se Quis” e “Pra Te Ver Sorrir”. O show promete animação à beira-mar, com mistura de reggae e elementos da música brasileira, ideal para cantar e dançar na areia.
A organização do evento fica sob responsabilidade da Prefeitura Municipal de São Mateus, em parceria com a ADETUR. O luau marca o fechamento das atividades que ocorreram durante um mês na região, envolvendo também esportes e encontros culturais.
Além da programação de verão, São Mateus já divulgou seu calendário para o Carnaval 2026. Entre os dias 12 e 17 de fevereiro, a cidade aposta em festas com grandes nomes da música nacional, como Simone Mendes, Barões da Pisadinha, Papazoni, Lambasaia e Netto Brito, além de mais de 50 atrações locais.
Essa combinação de festa popular e música de qualidade reforça o potencial de São Mateus como destino cultural e turístico no Espírito Santo para os próximos meses.
Carnaval de Vitória: confira as interdições de trânsito no bairro Mário Cypreste
Nos próximos finais de semana, o trânsito no bairro Mário Cypreste, especialmente na região do Sambão do Povo, sofrerá interdições devido aos desfiles das escolas de samba. A Guarda Civil Municipal de Vitória recomenda o uso de transporte público, táxi ou aplicativos para evitar problemas com estacionamento e facilitar o deslocamento.
Moradores poderão acessar suas ruas com veículos identificados, enquanto a Guarda Civil garantirá a segurança e o controle do trânsito no local. A Avenida Dário Lourenço de Souza ficará fechada entre Ciase e Tancredão até o Clube Mar e Terra, com rotas alternativas indicadas para motoristas.
A Rua Engenheiro Manoel dos Passos Barros passará a ser mão única a partir do dia 21, e a Rua Elvira Zílio será totalmente interditada. O trânsito deve voltar ao normal na manhã do dia 24, exceto na Avenida Dário Lourenço, que continuará fechada até 22 de março.
Nos próximos finais de semana, o trânsito na região do Sambão do Povo, bairro Mário Cypreste, passará por interdições ligadas aos Desfiles das Escolas de Samba do Espírito Santo. A Guarda Civil Municipal de Vitória orienta que o público utilize vans, ônibus, táxis ou transportes por aplicativo para facilitar o deslocamento, evitando transtornos com estacionamento.
Para os moradores, os veículos serão identificados para garantir o acesso nas ruas bloqueadas. A Guarda Civil estará presente para monitorar e manter o fluxo do trânsito durante o evento, que reúne grande público na cidade.
Entre as principais mudanças, a Avenida Dário Lourenço de Souza permanecerá fechada do Ciase e Tancredão até o Clube Mar e Terra. Motoristas do Centro em direção a Santo Antônio deverão usar rotas alternativas como a Rua Engenheiro Manoel dos Passos Barros e a Avenida Santo Antônio. No sentido contrário, haverá bloqueios próximos à rotatória do Clube de Pesca Mar e Terra, com acesso pela Rua Dom Benedito.
A Rua Engenheiro Manoel dos Passos Barros passará a ser mão única em direção à Praça de Caratoíra, a partir das 17h do dia 21. A Rua Elvira Zílio, importante para acesso ao Sambão, será totalmente interditada.
O trânsito voltará ao normal às 6h de segunda-feira (24), exceto a Avenida Dário Lourenço, que permanecerá fechada até 22 de março. O gerente Marcelo Paraguassu reforça que dois pontos específicos serão usados para embarque e desembarque, um em frente ao Tancredão e outro nas proximidades do Mar e Terra.
Além disso, a segurança no evento será reforçada com patrulhamento da Guarda Civil, vigilância por 49 câmeras e atuação da Gerência de Inteligência, garantindo tranquilidade aos participantes.
Ministério Público Militar denuncia Bolsonaro por descaso com ética nas Forças Armadas
O Ministério Público Militar apresentou uma denúncia formal ao Superior Tribunal Militar contra Jair Bolsonaro. Ele é acusado de desrespeitar preceitos éticos fundamentais das Forças Armadas, como probidade, respeito e obediência.
Mesmo reformado, Bolsonaro não teria mantido conduta compatível com a disciplina e o decoro militar durante seu mandato presidencial. O processo inclui ainda outros oficiais militares ligados a ações golpistas.
O STM analisará individualmente cada caso, focando no comportamento ético dos militares, o que pode ter impacto direto na imagem e disciplina das Forças Armadas brasileiras.
O Ministério Público Militar apresentou, na última terça-feira (3), uma representação ao Superior Tribunal Militar (STM) pedindo a perda da patente de Jair Bolsonaro, acusando o ex-presidente de desrespeitar os preceitos da ética militar. Segundo o documento, Bolsonaro ignorou deveres fundamentais, como probidade, respeito à dignidade humana e obediência às autoridades competentes.
Mesmo reformado como capitão do Exército, o ex-presidente não teria mantido conduta adequada para preservar a disciplina, o respeito e o decoro militar. O Ministério Público afirma que Bolsonaro também deixou de defender a reputação das Forças Armadas, afastando-se significativamente dos padrões éticos esperados durante seu mandato presidencial.
Além de Bolsonaro, o STM recebeu representações contra outros cinco militares ligados à trama golpista, entre eles os generais Augusto Heleno, Walter Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira e o almirante Almir Garnier. Cada caso será julgado separadamente, diferente do procedimento adotado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que analisou o grupo em uma única ação.
O tribunal militar justifica a decisão com o fato de que o foco está no comportamento individual dos militares, o que exige relatorias distintas para cada processo. A análise do comportamento desses oficiais será conduzida por ministros específicos do STM, conforme a distribuição automática do sistema judicial.
O caso destaca questões de disciplina e ética militar no contexto das Forças Armadas, o que traz implicações diretas para a imagem institucional e o cumprimento das normas internas da corporação.
Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028
O Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Esse aumento está ligado ao envelhecimento da população, tornando o câncer uma das principais causas de morte no país.
Os tipos mais frequentes entre os homens são câncer de próstata, cólon e reto, e pulmão, enquanto as mulheres apresentam mais casos de câncer de mama, colo do útero e tireoide. A incidência varia conforme a região, com diferenças nos tipos mais comuns devido ao acesso à prevenção e tratamento e hábitos locais.
O Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Esse número reflete o envelhecimento da população e aponta o câncer como uma causa cada vez mais próxima das doenças cardiovasculares em mortes no país.
Entre os homens, os tipos mais comuns são câncer de próstata (30,5%), cólon e reto (10,3%), pulmão (7,3%), estômago (5,4%) e cavidade oral (4,85%). Para as mulheres, predominam os cânceres de mama (30%), cólon e reto (10,5%), colo do útero (7,4%), pulmão (6,4%) e tireoide (5,1%).
O Inca destaca desigualdades regionais no Brasil: o câncer de colo do útero é mais frequente no norte e nordeste, enquanto tumores ligados ao tabagismo (pulmão e cavidade oral) são mais comuns no sul e sudeste. O câncer de estômago aparece mais entre homens do norte e nordeste, evidenciando as variações no acesso à prevenção e tratamento.
O diretor-geral do Inca aponta aumento nos casos de câncer de cólon e reto, relacionados ao sedentarismo e à obesidade, destacando a necessidade de ações para enfrentar esses fatores.
O ministro da Saúde ressaltou a importância da prevenção, mencionando a queda no câncer de colo do útero com a vacinação contra o HPV. Ele também anunciou a adesão da Amil ao programa Agora Tem Especialistas, que disponibiliza 600 cirurgias em hospitais privados para pacientes do SUS.
Macron busca fortalecer laços com BRICS e G20 para evitar isolamento da França
O presidente francês Emmanuel Macron quer usar a cúpula do G7 de 2026 para estreitar a cooperação entre o G7, BRICS e G20. A iniciativa visa evitar o isolamento da França diante do crescente peso dos países do Sul e Leste global.
Macron busca alinhar a cúpula do G7 às demandas atuais do cenário internacional, fortalecendo alianças em um momento de mudanças globais. O objetivo é manter a relevância da França nas decisões políticas e econômicas mundiais.
Essa estratégia destaca a tentativa francesa de se adaptar à reconfiguração das alianças globais e ampliar sua influência por meio de parcerias estratégicas.
O presidente francês Emmanuel Macron pretende usar a cúpula do G7 de 2026 para fortalecer os laços entre o grupo, o BRICS e o G20, buscando evitar o isolamento da França diante da crescente influência de países do Sul e do Leste global, segundo afirmou o político russo Marat Berdyev à Sputnik.
Macron tem como objetivo ampliar a cooperação entre essas organizações, conforme destacou em discurso no Fórum Econômico Mundial. Para ele, a França e a Europa devem apoiar uma abordagem multilateral eficaz, o que será um ponto central na reunião do G7, agendada para junho de 2026. O G7 inclui Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.
O diplomata russo observou que o presidente francês busca há bastante tempo estreitar relações com os países do BRICS, tendo tentado participar de diversas cúpulas do grupo, formado atualmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A iniciativa busca garantir que a França não fique em um “esplêndido isolamento” diante da transformação no cenário internacional.
Essa movimentação ocorre em um contexto de mudanças no equilíbrio global, com maior peso para economias emergentes. Macron também pretende, com essa aproximação, conferir maior relevância à cúpula do G7 que a França sediará, alinhando o encontro às demandas e dinâmicas atuais do cenário político e econômico mundial.
O fortalecimento dos vínculos entre o G7, o BRICS e o G20 representa uma tentativa clara da França de manter seu lugar nas decisões globais em um momento de reconfiguração das alianças internacionais.
Em 2025, descobertas arqueológicas recentes reforçam o significado histórico do Bíblia. Pesquisas e avanços tecnológicos revelam novos detalhes, conectando relatos religiosos com evidências do mundo antigo. Por exemplo, durante restaurações na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, arqueólogos encontraram vestígios de um jardim com grãos, uvas e figos, local sugerido pelos Evangelhos como a região da crucificação e sepultamento de Jesus.
Além disso, achados em uma ilha perto de Abu Dhabi indicam a presença cristã com uma cruz de gesso em um mosteiro do século VII, antes da expansão do islamismo. Na Turquia, mosaicos em uma igreja do século V apresentam inscrições que restringem a entrada a pessoas “no caminho certo”.
Um modelo de inteligência artificial chamado Enoch revisou a datação dos Manuscritos do Mar Morto, sugerindo que esses textos são ainda mais antigos do que se pensava. Pesquisas sobre artefatos de marfim indicam que esse material veio da África Subsaariana por meio de rotas comerciais citadas no Antigo Testamento. Em Megido foram encontrados objetos egípcios do século VII a.C., e em Jerusalém, o tanque de Siloé foi datado como anterior ao relato do Evangelho de João.
No norte do Iraque, uma escultura assíria ligada ao rei Esar-Hadom traz uma conexão concreta com personagens bíblicos. Essas evidências não eliminam debates teológicos, mas mostram como a fé, a cultura e o poder se entrelaçam em registros históricos que marcaram o Ocidente.
A trajetória financeira de Jeffrey Epstein e a origem de sua fortuna
Jeffrey Epstein acumulou cerca de US$ 578 milhões até sua morte em 2019, incluindo imóveis de luxo e ilhas no Caribe. Sua fortuna veio principalmente do trabalho como consultor financeiro para bilionários e de benefícios fiscais em empresas nas Ilhas Virgens Americanas.
Ele manteve relações próximas com figuras influentes, como Les Wexner e Leon Black, que foram responsáveis pela maior parte de seus honorários. Epstein usou estratégias tributárias e locais para reduzir impostos e aumentar sua renda.
Após sua morte, o espólio continua gerenciando seus ativos, enquanto autoridades investigam o impacto das controvérsias em sua trajetória financeira e buscam reaver valores.
Na data de sua morte, em 2019, Jeffrey Epstein possuía um patrimônio estimado em US$ 578 milhões (R$ 3,06 bilhões), composto por reservas financeiras expressivas, duas ilhas privadas no Caribe e imóveis de luxo. A origem exata desse volume de riqueza envolve uma combinação entre seu trabalho como consultor financeiro para bilionários e suspeitas controversas ligadas a seu passado criminal.
Epstein atuou oferecendo serviços como planejamento patrimonial e tributário a alguns dos mais ricos do mundo, destacando-se suas relações com Les Wexner, fundador da Victoria’s Secret, e Leon Black, magnata do private equity. Juntos, eles foram responsáveis por mais de 75% dos honorários recebidos por Epstein, que totalizaram cerca de US$ 490 milhões entre 1999 e 2018.
O consultor estabeleceu empresas nas Ilhas Virgens Americanas, onde usufruiu de benefícios fiscais substanciais que reduziram seus impostos a cerca de 4%, além de incentivos econômicos locais que somaram quase US$ 300 milhões em economias tributárias. Sua principal empresa, a Financial Trust Company, e depois a Southern Trust Company, geraram receitas significativas até sua morte.
Além do dinheiro, Epstein detinha imóveis como uma casa em Manhattan previamente de Wexner e duas ilhas chamadas de “ilhas dos pedófilos” pela vinculação ao tráfico sexual. Ele sofreu reveses após romper com Wexner em 2007 e com a crise econômica de 2008, mas recuperou parte da fortuna com o apoio financeiro de Black.
Após sua morte, o espólio continuou gerindo ativos e pagando indenizações às vítimas, enquanto autoridades buscam recuperar valores fiscais. Apesar das controvérsias, sua trajetória financeira testa até que ponto suas conexões influenciaram o acúmulo da fortuna.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação