Sergio Ermotti anuncia saída do UBS; sucessão deve ser liderada por Iqbal Khan
O CEO do UBS, Sergio Ermotti, anunciou que deixará o cargo em abril de 2024, após a conclusão da integração dos negócios do Credit Suisse. A decisão ocorre em meio a uma disputa entre o banco e o governo suíço sobre regras de capital mais rigorosas.
Iqbal Khan, atual chefe da divisão de wealth management na Ásia-Pacífico, é o principal nome cotado para suceder Ermotti. O banco busca uma transição tranquila, avaliando outros candidatos internos para evitar conflitos.
Apesar do momento delicado, as ações do UBS tiveram leve alta e valorização significativa no último ano. A saída do CEO marca um ponto crucial na estratégia de expansão e negociação do banco.
O CEO do UBS, Sergio Ermotti, planeja deixar o cargo em abril de 2024, conforme revelou o Financial Times. A saída ocorre após a integração dos negócios do Credit Suisse, em meio a uma disputa entre o banco e o governo suíço sobre regras mais rígidas de capital.
A negociação envolve exigências para capitalizar integralmente as subsidiárias estrangeiras do UBS, o que poderia exigir até US$ 24 bilhões adicionais. O banco contesta a proposta e não descarta transferir sua sede caso o governo mantenha a postura atual.
O processo de sucessão no UBS está em andamento, com a presidência Colm Kelleher avaliando candidatos internos para assumir a liderança. A prioridade é realizar uma transição sem conflitos internos.
Entre os nomes considerados, Iqbal Khan se destaca como favorito. Ele assumiu em 2024 a chefia da divisão de wealth management na região Ásia-Pacífico e é visto como sucessor natural. Outros possíveis candidatos incluem Robert Karofsky, líder da área de wealth nas Américas, Aleksandar Ivanovic, chefe do asset management, e Bea Martin, atual COO, que coordenou a liquidação de partes do Credit Suisse.
Ações do UBS tiveram leve alta de 0,03%, cotadas a 37,95 francos suíços, e acumularam valorização de 27% no último ano. A saída de Ermotti acontece durante um momento sensível para o banco, com a integração do Credit Suisse praticamente concluída e a negociação com o governo ainda em aberto.
Duolingo libera acesso ao recurso premium de IA para todos os usuários
O Duolingo liberou o recurso “Explique minha resposta”, antes exclusivo para assinantes, para todos os usuários no Brasil. Agora, qualquer pessoa pode entender os detalhes por trás das correções nos exercícios em tempo real.
Essa ferramenta usa inteligência artificial para explicar regras gramaticais e erros, aprofundando o aprendizado de idiomas. Ela está disponível nos aplicativos para Android e iOS.
Essa atualização destaca o investimento do Duolingo em IA para tornar o ensino mais interativo e acessível, acompanhando tendências do mercado de educação digital.
A plataforma Duolingo liberou para todos os usuários não assinantes o recurso “Explique minha resposta“, que utiliza inteligência artificial para detalhar o raciocínio por trás de cada exercício. Ao concluir uma tarefa, um botão aparece próximo ao ícone “Continuar”, direcionando para uma explicação que aborda a regra gramatical ou o erro cometido, oferecendo mais que a simples correção.
Anteriormente restrito aos assinantes do Duolingo Max, o serviço agora permite que qualquer usuário dos aplicativos para Android e iOS tenha acesso a esse feedback personalizado em tempo real. A função ajuda a compreender o motivo das respostas certas ou erradas, aprofundando o aprendizado de idiomas.
O Duolingo tem investido significativamente em inteligência artificial para ampliar funcionalidades. Em 2025, lançou 148 novos cursos graças a tecnologias generativas. Em 2024, implementou chamadas telefônicas para praticar conversação. A empresa, contudo, enfrenta críticas por sua aposta no uso da IA, incluindo a possibilidade de substituir colaboradores em algumas áreas do negócio.
Além do Duolingo, outras plataformas também têm explorado recursos com IA para ensino de idiomas. O Google Tradutor, por exemplo, vem testando funcionalidades semelhantes de tradução simultânea e o uso crescente de chatbots para conversação tem atraído atenção no mercado.
Ficar atento a essas atualizações ajuda a entender como o aprendizado de idiomas está evoluindo com suporte da inteligência artificial, tornando o estudo mais interativo e acessível.
Principais Bancos Centrais Mundiais Apoiam Jerome Powell após Pressão do Governo dos EUA
Chefes de bancos centrais importantes, incluindo o presidente do Banco Central do Brasil, manifestaram apoio a Jerome Powell após ameaças do governo dos EUA relacionadas a seu depoimento sobre a reforma do Federal Reserve.
Na declaração conjunta, eles destacaram a importância da independência dos bancos centrais para manter a estabilidade dos preços e do sistema financeiro global, alertando para os riscos de interferência política.
O movimento, coordenado pela presidente do Banco Central Europeu, contou com ampla adesão, ressaltando que a influência política pode aumentar a inflação e a volatilidade nos mercados globais, prejudicando a economia mundial.
Chefes de importantes bancos centrais do mundo, incluindo o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, divulgaram uma declaração conjunta em defesa do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. A manifestação ocorreu após o governo dos EUA ameaçar Powell com um indiciamento relacionado a seu depoimento ao Congresso sobre a reforma da sede do Fed.
Na carta, as autoridades reforçam a importância da independência dos bancos centrais para garantir a estabilidade dos preços e do sistema financeiro. Eles afirmam que a ação contra Powell representa uma tentativa de interferência política, o que pode prejudicar a confiança na condução da política monetária e afetar os mercados globais.
A declaração teve origem na articulação da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, e contou com apoio de governadores de instituições da zona do euro, Suécia, Dinamarca, Suíça, Austrália, Coreia do Sul e França. Também recebeu respaldo do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Notavelmente, o Banco do Japão não assinou o documento, embora tenha manifestado inicialmente apoio à ideia.
Os líderes financeiros destacaram que a influência política sobre o Fed pode levar a um aumento da inflação e a volatilidade nos mercados globais. Por ser a maior economia mundial, os EUA podem exportar essas dificuldades, complicando o controle da inflação por outros bancos centrais.
O grupo reforça a necessidade de preservar a autonomia das instituições monetárias dentro dos limites do estado de direito e da responsabilidade democrática, fundamental para a estabilidade econômica global.
Por que o “avião do apocalipse” dos EUA pousou em um aeroporto comercial?
Leia mais em tecmakerUm pouso incomum chamou atenção de especialistas em aviação e segurança nos Estados Unidos nos últimos dias. O Boeing E-4B Nightwatch, conhecido popularmente como “avião do apocalipse”, foi visto em um aeroporto comercial, algo raro para uma aeronave projetada para operar em cenários extremos, como guerras nucleares ou colapsos institucionais.
A presença do E-4B fora de uma base militar reacendeu debates sobre segurança global, protocolos de contingência e o momento geopolítico atual — especialmente em um período marcado por conflitos regionais, tensões diplomáticas e alertas constantes sobre riscos sistêmicos.
O E-4B Nightwatch é uma das aeronaves mais estratégicas da frota dos Estados Unidos. Ele funciona como um centro de comando aéreo, capaz de manter a cadeia de comando do governo norte-americano mesmo se instalações terrestres forem destruídas.
Projetado durante a Guerra Fria e continuamente modernizado, o avião é preparado para resistir a pulsos eletromagnéticos, operar por longos períodos no ar e coordenar operações militares em cenários considerados extremos.
Por esse motivo, seus movimentos costumam ser altamente restritos e, na maioria das vezes, limitados a bases militares com níveis máximos de segurança.
Por que esse pouso foi considerado incomum?
Tradicionalmente, o E-4B evita aeroportos civis. Quando aparece fora de uma base militar, isso costuma estar ligado a treinamentos logísticos, testes operacionais ou ajustes técnicos específicos.
No entanto, especialistas destacam que a escolha de um aeroporto comercial sempre levanta questionamentos, pois envolve protocolos diferenciados de segurança, coordenação com autoridades civis e exposição pública maior do que o habitual.
Esse tipo de movimentação não significa, necessariamente, que exista uma ameaça iminente — mas indica que rotinas de prontidão estão sendo testadas ou atualizadas.
O contexto global influencia esse tipo de operação?
Sim. Aeronaves como o E-4B fazem parte de uma estratégia de continuidade governamental, que se adapta ao cenário internacional.
Em períodos de instabilidade global, aumento de conflitos armados ou crises diplomáticas, é comum que forças militares revisem protocolos, realizem exercícios e testem capacidades de resposta rápida.
Nos últimos anos, temas como segurança digital, infraestrutura crítica e defesa estratégica têm ganhado ainda mais atenção, especialmente diante da dependência crescente de sistemas tecnológicos complexos.
👉 Para quem deseja entender melhor como tecnologia, segurança e infraestrutura estratégica se conectam em cenários de risco, há análises aprofundadas sobre esse tema em publicações especializadas em tecnologia e inovação.
Sempre que o E-4B aparece fora do padrão, ele acaba sendo associado ao Doomsday Clock — o chamado “Relógio do Juízo Final”, que simboliza o quão próximo o mundo estaria de uma catástrofe global causada por ações humanas.
Embora essa associação seja mais simbólica do que técnica, ela revela algo importante: a percepção pública de que o mundo atravessa um período de risco elevado, seja por conflitos armados, crises climáticas ou tensões tecnológicas.
Ainda assim, autoridades militares costumam reforçar que a maioria dessas operações faz parte de protocolos de rotina, não de respostas a eventos específicos.
O que esse episódio realmente sinaliza?
Mais do que anunciar uma crise imediata, o pouso do E-4B em um aeroporto comercial indica que os sistemas de contingência estão ativos, testados e em constante atualização.
Em um mundo cada vez mais dependente de tecnologia, comunicação e infraestrutura integrada, garantir que cadeias de comando funcionem em qualquer cenário tornou-se uma prioridade estratégica.
👉 Esse tipo de preparação dialoga diretamente com debates atuais sobre tecnologia, segurança digital e resiliência de sistemas críticos, temas amplamente discutidos em análises recentes sobre inovação e riscos globais.
Conclusão: rotina estratégica ou sinal dos tempos?
O pouso incomum do “avião do apocalipse” não confirma um cenário de emergência, mas também não é um evento trivial. Ele mostra como as grandes potências mantêm suas engrenagens de segurança em funcionamento, mesmo fora dos holofotes.
Para o público, o episódio serve como lembrete de que decisões estratégicas, tecnologia militar e planejamento de contingência continuam ativos — silenciosos, técnicos e, muitas vezes, invisíveis até que algo fora do padrão chame atenção.
Entender esses movimentos ajuda a separar fato de especulação e a enxergar como o mundo real se organiza diante de riscos cada vez mais complexos.
Lula nomeia Wellington César, advogado-geral da Petrobras, como ministro da Justiça
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Wellington César Lima e Silva, que atua na área jurídica da Petrobras, para ser o novo ministro da Justiça. A substituição ocorre após o afastamento de Ricardo Lewandowski, ex-presidente do STF, por motivos pessoais.
Wellington César já foi indicado para o ministério em 2016, mas sua posse foi barrada pela Justiça. Desde então, atuou na Presidência e na Petrobras, o que evidencia sua experiência no setor público e jurídico.
A nomeação ocorre em um momento crítico para a segurança pública, tema chave para o governo Lula, que visa reforçar a gestão na área e fortalecer sua base em ano eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou o advogado Wellington César Lima e Silva, que atua como chefe da área jurídica da Petrobras, para assumir o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. Este anúncio foi confirmado pelo governo nesta terça-feira. Wellington César substitui Ricardo Lewandowski, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que pediu afastamento por motivos pessoais após quase dois anos à frente da pasta.
Wellington César já havia sido nomeado ministro da Justiça em 2016 pela então presidente Dilma Rousseff, mas sua posse foi impedida pela Justiça devido a questionamentos relacionados à sua posição como membro do Ministério Público na época. Após se aposentar do Ministério Público, ele passou a integrar a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Presidência da República em 2023 e, no ano seguinte, assumiu a advocacia-geral da Petrobras.
A segurança pública figura entre as áreas mais sensíveis do governo e tem potencial para influenciar as discussões políticas no período eleitoral, já que Lula busca a reeleição para um quarto mandato presidencial. A nomeação de Wellington César ocorre em um momento em que o enfrentamento dessa pauta é considerado crucial para a continuidade da gestão atual.
Portanto, a escolha do novo ministro reflete um movimento estratégico do governo no campo jurídico e político, considerando a experiência acumulada pelo advogado no setor público e na Petrobras, uma das maiores empresas brasileiras.
EUA autorizam exportação do chip avançado H200 da Nvidia para a China
O governo dos Estados Unidos autorizou a exportação do chip H200 da Nvidia para a China, apesar das preocupações sobre o avanço tecnológico do país asiático.
A nova regulamentação impõe limites, restringindo a China a adquirir no máximo 50% desses chips e exige testes independentes para garantir o uso seguro do componente.
Essa medida busca equilibrar interesses econômicos e de segurança nacional, mantendo a vantagem tecnológica dos EUA sem frear completamente o comércio com a China.
O governo dos Estados Unidos autorizou a exportação do chip H200 da Nvidia, o segundo mais potente para inteligência artificial da empresa, para a China, apesar das preocupações de autoridades contrárias ao avanço tecnológico do país asiático. Essa decisão inclui a obrigatoriedade de testes técnicos feitos por um laboratório independente para validar as capacidades do componente antes do envio.
Além disso, a nova regulamentação limita que a China receba no máximo 50% do total desses chips vendidos por empresas americanas. A Nvidia precisa assegurar que há oferta suficiente do H200 em território americano, e os compradores chineses deverão comprovar que adotam procedimentos de segurança e que os chips não terão uso militar.
A exportação do hardware segue uma mudança na política iniciada pelo governo Trump, que revogou a proibição imposta na gestão Biden contra a venda de chips avançados para a China. Com taxas de 25% sobre essas operações, o governo acredita que a liberação pode conter a concorrência chinesa, desestimulando empresas locais, como a Huawei, de desenvolver tecnologias semelhantes.
Essa decisão não está isenta de críticas dentro dos Estados Unidos, onde setores políticos alertam para o risco de enfraquecer a vantagem americana em inteligência artificial, fornecendo componentes que podem reforçar potenciais usos militares na China. A Nvidia e a embaixada chinesa não comentaram o assunto até o momento.
Com essa medida, os Estados Unidos ajustam sua estratégia tecnológica e comercial em meio a uma disputa crescente pelo domínio em inteligência artificial, equilibrando interesses econômicos e de segurança nacional.
Pele sintética que altera cor e textura reproduz camuflagem dos polvos
Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram uma pele sintética capaz de mudar simultaneamente sua cor e textura, inspirada na camuflagem dos polvos. A inovação utiliza camadas poliméricas que se deformam ao contato com água, criando relevos e variações de cor.
Essa tecnologia permite quatro estados visuais distintos e pode revolucionar áreas como camuflagem dinâmica e displays táteis. Apesar das limitações atuais, como a necessidade de líquidos para ativação, o avanço abre caminho para novos materiais programáveis e interativos.
O desenvolvimento é pioneiro ao integrar controle independente de cor e textura em um material sintético, prometendo aplicações futuras em acessibilidade e arte interativa, embora ainda precise superar desafios para uso prático fora do laboratório.
Pesquisadores da Universidade de Stanford criaram uma pele sintética que muda simultaneamente de cor e textura, inspirada na capacidade dos polvos em se camuflar. Essa inovação imita os cromatóforos e papilas destes moluscos, permitindo alterações rápidas e controladas na aparência da superfície.
O dispositivo é formado por camadas de filmes poliméricos que incham quando expostos à água, deformando-se para criar relevos e modificar a cor. A camada superior controla o relevo, coberta por uma fina película de ouro que reflete a luz de maneira ajustável. Na camada inferior, duas camadas douradas formam uma câmara óptica que determina a cor final da superfície.
Essa estrutura possibilita quatro estados visuais diferentes, combinando presença ou ausência de cor e textura, com transformações que ocorrem em cerca de 20 segundos. É a primeira tecnologia a integrar de forma independente controle de cor e textura, algo antes inexistente em materiais sintéticos.
Entre as possíveis aplicações estão camuflagens dinâmicas, displays táteis para pessoas com baixa visão e obras de arte interativas. No entanto, atualmente, a necessidade de imersão em líquidos limita o uso prático e a portabilidade dessa tecnologia.
Segundo o professor Francisco Martin-Martinez do King’s College London, essa pele sintética pode abrir caminho para telas que variam a textura sob demanda, formando botões elevados ou caracteres em braille, que depois se achatam completamente.
O avanço traz novas perspectivas para materiais programáveis que respondem ao ambiente, mas ainda é preciso superar desafios para garantir sua aplicação prática fora de laboratório.
Yvy Capital, gestora ligada a Paulo Guedes, lança fundo de R$ 500 milhões para concessões rodoviárias
A Yvy Capital, gestora vinculada a Paulo Guedes e Gustavo Montezano, está montando um fundo de infraestrutura com objetivo de captar R$ 500 milhões para investimentos em concessões rodoviárias. A iniciativa conta com parceria do Grupo Houer, que contribuirá com R$ 200 milhões.
O fundo pretende adquirir até 25% da concessão da Rota do Pará, administradora de 526 km de rodovias estaduais privatizadas recentemente. Também buscará ampliar seu portfólio com novos projetos e investimentos em empresas associadas.
A captação é direcionada a investidores qualificados, com aplicação mínima de R$ 1 milhão. A estratégia foca concessões em fases iniciais para garantir menor competição e maior potencial de retorno, visando até IPCA + 13% ao ano.
A gestora Yvy Capital, criada pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes e pelo ex-presidente do BNDES Gustavo Montezano, está organizando um fundo de infraestrutura para captar até R$ 300 milhões. O objetivo é investir em concessões rodoviárias, em parceria com o Grupo Houer, que deve aportar mais R$ 200 milhões.
O foco principal é adquirir até 25% da concessão da Rota do Pará, responsável pela administração de 526 km de rodovias estaduais que conectam Marabá a Belém, privatizadas em 2023. Além disso, o fundo vai direcionar recursos para novos projetos rodoviários e investimentos em empresas ligadas ao próprio Grupo Houer.
A captação, iniciada esta semana, é destinada a investidores qualificados, com investimento mínimo de R$ 1 milhão. O fundo espera retorno de até IPCA + 13% ao ano e terá estrutura com cotas seniores para investidores externos e cotas subordinadas para o Grupo Houer, que funcionam como proteção contra perdas iniciais.
A estratégia do fundo Yvy Capital Atlas Rodovias inclui a ampliação do portfólio com concessões em fases preliminares, que apresentam menor competição e maior potencial de lucro. A Yvy Capital foi fundada em 2023 e, desde então, tem investido em infraestrutura, com apoio do UBS no capital social.
O Grupo Houer atua principalmente em consultoria e operação de concessões rodoviárias, com experiência em modelagem de projetos no valor de cerca de R$ 140 bilhões em todo o país.
Crítica de O Cavaleiro dos Sete Reinos destaca nova abordagem no universo de Game of Thrones
O Cavaleiro dos Sete Reinos, disponível no HBO Max, apresenta uma narrativa mais humana e simples no universo de Game of Thrones, focando na vida de Duncan e seu escudeiro Egg. A trama se passa entre A Casa do Dragão e a série original, destacando temas como amizade e paternidade.
A série abre mão de dragões e intrigas políticas intensas para apostar em uma abordagem mais leve, com humor e cenas de ação, mantendo a atmosfera medieval característica de George R. R. Martin. Com episódios curtos, a produção é acessível para novos fãs e agrada quem busca algo diferente.
Uma segunda temporada já está confirmada, prometendo aprofundar ainda mais essa visão íntima de Westeros, consolidando a série como uma aposta dentro do universo Game of Thrones.
A nova série O Cavaleiro dos Sete Reinos, disponível no HBO Max, traz um olhar diferente para o universo de Game of Thrones. Diferentemente das produções anteriores, que focavam em sexo e dragões, ela destaca uma narrativa mais simples e humana, centrada na vida de Duncan, chamado de Dunk, e seu escudeiro Egg. A trama se passa entre a história de A Casa do Dragão e a série original.
Dunk perde seu mentor e decide honrar sua memória entrando em torneios para conquistar uma vaga como cavaleiro entre as casas nobres de Westeros. Egg, um garoto misterioso que se oferece como seu escudeiro, traz um contraste interessante com sua figura pequena e inocente. Juntos, eles exploram temas como amizade, paternidade e a rotina de pessoas comuns em um mundo medieval repleto de desafios.
A produção abre mão de dragões e intrigas políticas intensas para focar em uma abordagem mais leve, com pitadas de humor, mas sem fugir das cenas de ação e da típica atmosfera medieval criada por George R. R. Martin. Destaca-se também o elenco, especialmente Peter Claffey e Dexter Sol Ansell, que dão vida a essa dupla cativante que esbanja equilíbrio entre drama e comédia.
Com episódios curtos, de cerca de 30 minutos, a série oferece uma experiência rápida, que deixa o desejo por mais. Essa escolha faz de O Cavaleiro dos Sete Reinos uma porta de entrada acessível para novos fãs do universo e um alívio para quem buscava algo diferente após o encerramento da saga principal e a demora da segunda temporada de A Casa do Dragão.
Uma segunda temporada já está confirmada, prometendo expandir essa abordagem mais íntima de Westeros.
Estudo global aponta desafios na adoção de inteligência artificial no varejo
Um estudo global realizado pela Tata Consultancy Services revelou que a adoção da inteligência artificial no varejo ainda enfrenta grandes desafios. Apenas 24% das empresas utilizam IA para decisões autônomas, e a maioria ainda depende de tecnologias básicas como chatbots.
A pesquisa ouviu mais de 800 executivos em 18 países e apontou que avanços significativos ainda são limitados, com pouca integração da IA em áreas chave como gestão de estoque e precificação dinâmica. A falta de habilidades e a pressão financeira são os principais obstáculos para uma maior implementação.
Apesar das dificuldades, o setor vê na IA uma ferramenta essencial para o futuro. A expectativa é que investimentos aumentem para ampliar o uso de tecnologias avançadas e alcançar maior agilidade e otimização nas operações varejistas.
Um estudo da Tata Consultancy Services (TCS) mostra que, apesar da IA no varejo ser vista como fundamental para decisões estratégicas, a adoção em larga escala ainda é limitada. Apenas 24% dos varejistas usam inteligência artificial para decisões autônomas, enquanto 85% não começaram nem planejam implementar sistemas de IA multiagentes.
A pesquisa, que ouviu mais de 800 executivos seniores em 18 países, aponta que muitas empresas ainda focam em tecnologias básicas de IA, como chatbots e assistentes virtuais, que são a principal iniciativa de 51% dos varejistas. Recursos mais avançados permanecem isolados em setores de atendimento ao cliente, sem integração profunda em áreas como merchandising, cadeia de suprimentos ou precificação.
Entre as prioridades apontadas pelos executivos para os próximos anos estão a capacidade de detectar mudanças de mercado em tempo real e tomar decisões adaptativas baseadas em IA. No entanto, a lacuna de habilidades na força de trabalho e as pressões financeiras figuram entre os maiores obstáculos até 2026.
O estudo destaca dados importantes:
Apenas 33% dos varejistas apostam em alfabetização digital para transformação organizacional.
Somente 45% aplicam insights de fidelidade em estratégias de preços e promoções.
39% já usam IA para detecção de demanda e 42% planejam implementar precificação dinâmica orientada por IA.
Os resultados indicam que a IA no varejo deverá se expandir, especialmente para otimização e agilidade, deixando claro que o futuro exige investimentos maiores para superar limitações atuais.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação