Oppo lança celular dobrável com dobra quase invisível, rivalizando com Samsung
A Oppo lançou o Find N6, seu novo celular dobrável que chama atenção pela dobra quase invisível na tela, contrastando com modelos como o Galaxy Z Fold 7 da Samsung. O aparelho utiliza uma dobradiça de segunda geração que minimiza as marcas típicas das telas flexíveis.
Com tela interna de 8,12 polegadas e externa de 6,62 polegadas, ambas OLED com atualização de 120 Hz, o Find N6 conta com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, até 16 GB de RAM e bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido.
O modelo está disponível apenas no mercado asiático por enquanto, sem previsão oficial de lançamento no Brasil. A inovação na dobradiça promete maior durabilidade e uma experiência visual mais uniforme para usuários de celulares dobráveis.
A Oppo revelou seu mais recente dobrável, o Oppo Find N6, em evento recente. O destaque principal é a tela praticamente livre de vinco, uma característica que contrastou diretamente com o Galaxy Z Fold 7 da Samsung, que exibe uma dobra mais visível. Essa comparação silenciosa chamou atenção para um desafio antigo dos celulares dobráveis, as marcas na tela, que são resultado do material flexível usado para permitir o movimento.
Para minimizar o vinco, o Find N6 incorpora a dobradiça Titanium Flex de segunda geração, fabricada a laser com um desnível de apenas 0,05 mm. Essa inovação permite uma resistência maior, suportando até um milhão de dobras, o que contribui para uma experiência visual mais uniforme e duradoura.
Além da dobra quase invisível, o Oppo Find N6 oferece uma tela interna ampla de 8,12 polegadas e uma externa de 6,62 polegadas, ambas OLED LTPO com taxa de atualização variável de 120 Hz e brilho máximo de 2.500 nits. O aparelho é equipado com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, até 16 GB de RAM LPDDR5X e 1 TB de armazenamento.
Outro ponto importante é a bateria de 6.000 mAh, que suporta carregamento rápido de 80W e recarga sem fio de 50W. No setor fotográfico, a câmera principal tem sensor ISOCELL HP5 de 200 megapixels, acompanhada por duas lente telefoto de 50 MP e uma ultrawide também de 50 MP.
Disponível a partir de 9.999 yuan na China, o Find N6 está focado em mercados asiáticos, sem previsão de lançamento oficial no Brasil.
Cães de Caça: nova temporada aposta em boxe clandestino com salto temporal de três anos
A série Cães de Caça retorna à Netflix em 3 de abril com um salto temporal de três anos, focando no boxe clandestino internacional. Gun-woo visa o título mundial enquanto Woo-jin assume o papel de treinador, fortalecendo a parceria dos protagonistas.
A temporada apresenta Baek-jeong, novo vilão interpretado por Rain, que representa uma ameaça centrada em poder e dinheiro. O cenário é de uma liga secreta com regras poucas e riscos altos.
A produção mantém o estilo visceral da estreia com cenas de luta intensas e realistas. O público pode esperar uma narrativa mais madura e tensa, com desafios maiores para os personagens num ambiente brutal e global.
A série Cães de Caça retorna à Netflix no dia 3 de abril, trazendo um salto temporal de três anos e uma ambientação mais perigosa focada no boxe clandestino internacional. O enredo apresenta Gun-woo e Woo-jin, cuja parceria evolui: agora, Gun-woo busca o título mundial de boxe, enquanto Woo-jin atua como seu treinador, consolidando o laço entre eles.
O novo cenário envolve uma liga secreta onde regras são raras e as apostas altas. A temporada vai introduzir Baek-jeong, vilão interpretado por Rain, conhecido por sua carreira no K-pop e no cinema. Baek-jeong encarna um antagonista focado em poder e dinheiro, enfrentando diretamente o protagonista Gun-woo.
A produção manteve o estilo visceral da primeira temporada, com coreografias de luta intensas e realismo nas cenas de combate. Os atores passaram por rigoroso treinamento para garantir a autenticidade da ação, valorizando o esforço físico e evitando cortes excessivos. O trailer destaca o aumento da escala dos confrontos, com adversários variados em estilos e nacionalidades.
Essa atualização traz uma transformação no universo da série, ampliando as dificuldades para os protagonistas em um ginásio onde sobrevivência e ambição se misturam. O público pode esperar um desenvolvimento mais maduro e tenso, com foco tanto na evolução pessoal dos personagens quanto no crescimento da ameaça representada pelo novo vilão.
O retorno de Cães de Caça promete ampliar o sucesso da primeira temporada e colocar luz em uma arena mais brutal e global, mantendo a essência de combates genuínos e relações profundas.
Presidente da CPMI do INSS critica decisões do STF que restringem investigações
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, criticou decisões recentes do STF que restringiram depoimentos e limitaram as investigações sobre fraudes no INSS.
Ele argumenta que essas limitações prejudicam o trabalho da comissão, que tem respaldo constitucional, e pediu a recuperação de dados sigilosos apagados por ordem do STF, além da prorrogação dos trabalhos para garantir a conclusão do relatório.
Além disso, a comissão aprovou convites para depoimentos importantes, como o do presidente do Banco Central, para aprofundar as investigações sobre desvios e conexões com o crime organizado.
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana, criticou nesta quinta-feira (19) decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiram depoimentos e limitaram as investigações da comissão.
Viana afirmou que tais decisões impediram a oitiva de pessoas importantes e ressaltou que as prerrogativas da CPMI são constitucionais e não deveriam ser relativizadas por interpretações momentâneas ou isoladas.
Mais cedo, a Polícia Federal cumpriu uma ordem do ministro André Mendonça, do STF, para apagar dados sigilosos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo das investigações. O senador concordou com a determinação, mas pediu a recuperação dessas informações para a comissão.
O presidente da CPMI também defendeu a prorrogação dos trabalhos, que estão previstos para terminar em 28 de março, caso não haja extensão. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, também pediu mais tempo para elaborar o relatório final e criticou a falta de movimentação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Na reunião desta quinta, os parlamentares aprovaram convites para depoimentos do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do ex-presidente Roberto Campos Neto, para esclarecer assuntos relacionados aos desvios no INSS.
O colegiado solicitou ainda o compartilhamento de informações da CPI do Crime Organizado, visando aprofundar as investigações sobre integrantes ligados ao banqueiro Vorcaro.
A nova era da influência global é a guerra digital
O poder global está migrando do controle de recursos naturais para a tecnologia avançada, como semicondutores, inteligência artificial e dados. Essa mudança cria uma nova dinâmica de influência entre países, onde o domínio tecnológico garante vantagem estratégica e econômica.
A inteligência artificial e os dados tornaram-se recursos cruciais para a inovação e controle das informações globais. O Brasil ainda enfrenta desafios para alcançar autonomia tecnológica, mesmo com avanços na digitalização. Essa dependência limita o protagonismo brasileiro na economia digital.
Com a crescente importância da tecnologia, o desenvolvimento autônomo é vital para a segurança e competitividade no século XXI. A guerra digital já é realidade e seu impacto ultrapassa o setor comercial, moldando o futuro da geopolítica mundial.
Vivemos uma mudança no cenário mundial, onde o poder global não depende mais apenas de território, força militar ou recursos naturais, mas se centraliza na tecnologia. No século XX, o controle sobre recursos como o petróleo definia a influência entre países. Hoje, o domínio está relacionado a semicondutores, capacidade computacional, inteligência artificial e dados.
Esses elementos são a base da economia digital e determinam inovação, segurança e poder. Por exemplo, são os semicondutores que garantem o funcionamento de praticamente todos os sistemas modernos, inclusive impulsionando a inteligência artificial. Nesse contexto, a busca por autonomia estratégica ultrapassa a esfera comercial e se torna uma corrida tecnológica global.
A inteligência artificial oferece não só aumento de eficiência, mas também potencial para análise e decisões em larga escala, expandindo o controle tecnológico para além da economia, influenciando até a informação e a percepção pública. Os dados, por sua vez, são o recurso mais valioso da atualidade, e quem sabe utilizá-los amplia sua vantagem competitiva.
O Brasil, mesmo com um mercado significativo e aplicações locais, ainda está distante desse centro tecnológico, limitando seu protagonismo. Embora tenha avançado na digitalização, o país não alcança níveis importantes em setores como semicondutores, IA base e infraestrutura computacional, o que mantém uma dependência estratégica.
Essa dependência representa uma limitação num mundo em que o poder está na capacidade de desenvolver e aplicar tecnologia de forma autônoma. O século XXI destaca a importância dos dados, colocando no mesmo patamar de relevância os que conseguem transformar informação em decisão.
Dia do Artesão será celebrado com exposição especial no Mercado da Capixaba
Uma exposição especial ganhará espaço no Mercado da Capixaba nesta sexta-feira, dia 19 de março, em comemoração ao Dia do Artesão. Com peças desenvolvidas por artesãos participantes do projeto Acelera Artesanato, inciativa promovida pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES) no último trimestre de 2025, a mostra busca valorizar a produção artesanal capixaba. Além da exposição, batizada de “Fé, fibra e argila: um novo artesanato religioso capixaba”, a programação contará com atividades especiais ao longo do dia, todas abertas ao público.
“O Acelera Artesanato foi realizado em duas frentes: uma em Marataízes, com foco em fibras vegetais, e outra no Centro de Vitória, dedicada à cerâmica”, explica a coordenadora de Artesanato do Sebrae/ES, Clebia Pettene. Segundo ela, ambas as turmas trabalharam a criação de souvenires religiosos, desenvolvendo peças inovadoras inspiradas em elementos da fé popular, como imagens de Nossa Senhora, São Francisco e diferentes modelos de terços. Todas essas obras ficarão expostas ao público até o dia 19 de maio. O horário de visitação é de terça a domingo, das 9h às 17h.
“Os trabalhos foram desenvolvidos com a orientação de dois artesãos goianos reconhecidos nacionalmente e integrantes da lista dos Top 100 do Artesanato Brasileiro: João de Fibra, referência em fibras vegetais, e Valmir Neves, que é mestre ceramista”, comentou Clebia. Segundo ela, enquanto a etapa de cerâmica foi intensiva, conduzida ao longo de quatro dias, o trabalho com fibras vegetais demandou quase três meses de imersão. “O resultado é uma coleção inédita, que será apresentada oficialmente ao público acompanhada de um catálogo especial”, adiantou.
Pedro Rigo, superintendente do Sebrae/ES, considera o dia 19 de março uma oportunidade de reconhecer o impacto do setor na economia criativa do Espírito Santo. “O artesanato capixaba é uma expressão viva da nossa identidade e da nossa cultura. Ao apoiar iniciativas como o Acelera Artesanato, contribuímos para que esses profissionais tenham mais visibilidade, oportunidades e condições de transformar seu talento em negócio. Celebrar o Dia do Artesão é celebrar nossa história e nosso futuro criativo.”, afirma.
A exposição também dará destaque a artesãos que estarão presentes no Mercado da Capixaba para falar sobre sua trajetória e a importância de espaços que ampliem a visibilidade de seus trabalhos, o que, para muitos deles, ainda é um desafio. Radicado em Vitória desde 1976, o cearense Acélio Rubens conta que a arte entrou em sua vida quando ele ainda era criança e brincava de criar os seus próprios brinquedos. “O barro é a matéria-prima com a qual eu mais me identifiquei devido à sua plasticidade e à facilidade de manuseio. Minha arte é feita manualmente com produtos da própria terra”, relata.
Para Acélio, a arte é vida, alegria, sentimento e prazer. “Aprecio toda as formas de artes manuais, mas, entre todas, as que mais me atraem são a popular e a sacra”, conta. Para ele, participar da exposição comemorativa ao Dia do Artesão é uma conquista muito positiva. “Ter a oportunidade de mostrar que o Espírito Santo também produz arte é algo muito satisfatório.”
Natural de Itapemirim, Marcely Martins também é uma das artesãs que irá apresentar o seu trabalho na exposição comemorativa ao Dia do Artesão. Ela, que trabalha com fibras, disse que a experiência com o material foi muito desafiadora, mas também muto satisfatória. Em seus trabalhos, ela emprega a fibra do abacaxi, fruta característica da região Sul do estado. “Utilizar uma matéria-prima nunca explorada, que é a fibra do abacaxi, foi um grande aprendizado. Fiquei muito satisfeita com o resultado dos trabalhos manuais que vamos expor na mostra”, relata.
Serviço Exposição Fé, fibra e argila: um novo artesanato religioso capixaba
Onde: Mercado da Capixaba (Rua Arariboia, 261, Centro de Vitória)
Vítor De Vincentis: (21) 99647-4055 / vitor@p6comunicacao.com.br
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Demolidor: possíveis retornos de Elektra e Punho de Ferro na nova temporada
As gravações da terceira temporada de Demolidor: Renascido estão acontecendo em Nova York, com rumores fortes sobre a volta dos atores Elodie Yung e Finn Jones, que interpretam Elektra e Punho de Ferro. Publicações nas redes sociais deles aumentaram as expectativas dos fãs para essa possível reintrodução no MCU.
Elodie Yung e Finn Jones demonstraram interesse em retomar seus papéis, enquanto a trama promete explorar temas de redenção e expansão do universo Marvel. A terceira temporada terá ainda o retorno de personagens como o Justiceiro e Jessica Jones, além da participação da organização O Tentáculo.
O enredo acompanhará Matt Murdock enfrentando Wilson Fisk pelo domínio de Nova York, com Charlie Cox e Vincent D’Onofrio de volta. A nova fase estreia em 24 de março no Disney+, trazendo mais ação e integração entre as histórias da franquia.
As gravações da 3ª temporada de Demolidor: Renascido ocorrem em Nova York, e recentes movimentações nas redes sociais indicam possíveis retornos ao MCU. Os atores Elodie Yung e Finn Jones, que interpretaram Elektra e Punho de Ferro, publicaram fotos que geraram especulações sobre suas participações na nova fase da série.
Yung compartilhou imagens de treinamento com a legenda “new goals”, enquanto Jones publicou uma foto em Nova York, alimentando teorias sobre seus personagens.
Esses retornos poderiam ampliar a presença desses heróis no universo compartilhado. Elektra aparece como uma personagem que pode explorar temas de redenção após seu arco em Os Defensores. Danny Rand, o Punho de Ferro, poderia ser reintroduzido e reconfigurado dentro do MCU, segundo declarações dos próprios atores.
Elodie Yung já manifestou interesse em reviver Elektra, ressaltando o prazer que teve no papel: “Se me chamarem, eu vou responder”. Finn Jones reconheceu críticas e demonstrou vontade de provar seu valor em futuras aparições, pedindo uma chance para os fãs.
A nova temporada segue expandindo o núcleo urbano da Marvel, com retornos anteriores como o Justiceiro e Jessica Jones. A presença da organização O Tentáculo sugere uma maior integração entre as histórias da franquia.
Na trama, Matt Murdock enfrenta Wilson Fisk, que controla Nova York, mantendo o foco em resistência e reconstrução. Charlie Cox e Vincent D’Onofrio retornam como Demolidor e Rei do Crime, respectivamente. A estreia está marcada para 24 de março no Disney+.
Brasil enfrenta momento decisivo para ampliar papel da filantropia na ciência e estimular o desenvolvimento
A filantropia no Brasil está passando por uma janela de oportunidade para fortalecer seu papel no financiamento da ciência. Esse movimento busca garantir autonomia intelectual às universidades e aumentar os recursos privados que complementam o investimento público.
O apoio filantrópico estimula pesquisas inovadoras e disruptivas, fundamentais para o desenvolvimento nacional. Em 2024, projetos como a Aliança Brasileira de Filantropia Científica buscam ampliar esse suporte privado à ciência.
Essa articulação entre governo, ciência e filantropia é crucial para assegurar investimentos estáveis e plurianuais, necessários para enfrentar desafios sociais e impulsionar o crescimento econômico do país.
A palavra filantropia tem origem no grego e significa “amor à humanidade”. Ao longo do tempo, a prática evoluiu para focar na resolução das causas estruturais de problemas sociais, como investimentos em educação, saúde pública e pesquisa científica. No Brasil, essa conexão entre filantropia e ciência tem ganhado força, especialmente para garantir autonomia intelectual às universidades e estimular financiamentos complementares ao investimento público.
O apoio filantrópico pode fomentar pesquisas disruptivas e inovadoras, embora o financiamento estatal continue fundamental para manter a ciência como um motor estratégico do desenvolvimento nacional. Dados do GIFE mostram que os investimentos privados alcançaram R$ 5,8 bilhões, porém apenas 16% destinam recursos para ciência e tecnologia, evidenciando espaço para crescimento nessa área.
Iniciativas como o GEMA Filantropia na USP e grupos na SBPC promovem o diálogo entre filantropia e ciência, reforçando a importância dessa parceria. Em 2024, foi proposta a criação de uma “Aliança Brasileira de Filantropia Científica”, buscando ampliar o apoio privado, inspirado em modelos internacionais.
A nova Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) recomenda estimular a filantropia científica e fundos patrimoniais para fortalecer universidades e centros de pesquisa. A articulação entre governo, ciência e filantropia é vista como essencial para garantir recursos estáveis e plurianuais, permitindo o avanço científico necessário para enfrentar desafios e promover o crescimento do país.
O momento atual representa uma oportunidade para consolidar a participação da filantropia no financiamento científico, ampliando a cultura de doação e incentivando investimentos privados que podem complementar o financiamento público.
Rebecca Ferguson terá participação limitada a uma cena em Duna: Parte 3
Rebecca Ferguson revelou que sua participação em Duna: Parte 3 será restrita a apenas uma cena. A decisão foi do diretor Denis Villeneuve para manter a personagem Lady Jessica, que tem papel reduzido na história.
A atriz comentou que originalmente não faria parte do filme, mas foi incluída para preservar a continuidade do enredo baseado no livro Messias de Duna. A experiência de voltar ao set foi estranha para ela.
A trama acontece 12 anos após os eventos do segundo filme e encerra a trilogia. A estreia está marcada para 18 de dezembro de 2026, com um elenco de peso e direção de Villeneuve.
A atriz Rebecca Ferguson confirmou que sua presença em Duna: Parte Três será limitada a apenas uma cena. Apesar de aparecer no trailer, a participação da personagem Lady Jessica segue o enredo do livro Messias de Duna, de Frank Herbert, no qual a figura tem papel reduzido. A inclusão dessa cena foi uma decisão do diretor Denis Villeneuve durante a produção.
Ferguson revelou ao podcast Happy Sad Confused que originalmente não faria parte do terceiro filme da franquia. Ela explicou que o diretor reconheceu a importância de manter a personagem ao menos em uma aparição, o que resultou na inserção tardia dessa sequência. A atriz descreveu essa experiência como estranha, por retornar a um set que já conhece, mas sem integrar completamente o elenco do filme.
Uma possível cena com a presença de Lady Jessica é mostrada no trailer, quando Paul Atreides questiona a mãe sobre o passado do pai, destacando um diálogo sobre o caráter dele. Na saga literária, Jessica é membro da ordem Bene Gesserit, com habilidades físicas e mentais marcantes, e foi responsável por decisões que influenciaram o rumo dos eventos, incluindo a criação de Paul.
Duna: Parte Três se passa 12 anos após o segundo filme e acompanha as consequências da guerra liderada por Paul. A estreia está marcada para 18 de dezembro de 2026, com um elenco que inclui Timothée Chalamet, Zendaya, Jason Momoa e Florence Pugh, e encerrará a trilogia dirigida por Villeneuve.
A guerra global impacta negativamente os fundos multimercado em março
A guerra internacional e o aumento inesperado do preço do petróleo causaram forte impacto nos fundos multimercado em março. Cerca de 80% desses fundos registraram resultados negativos, com perdas médias de 1,7%, e algumas quedas inferiores a 10%. Muitos instrumentos de proteção falharam diante dessas mudanças repentinas.
Além disso, o medo de inflação crescente levou a ajustes significativos nas curvas de juros globais e ações estratégicas do Tesouro Nacional brasileiro, que precisou recomprar títulos para manter a liquidez. A valorização do dólar e a queda do ouro indicam movimentos de gestores buscando equilíbrio em meio à instabilidade.
Com retorno médio de 1,3% em 2024, o cenário permanece incerto. Gestores buscam reduzir exposição enquanto fatores locais e globais, como greve de caminhoneiros e correção no setor de tecnologia, ainda pesam nas decisões financeiras dos fundos multimercado.
A rápida alteração no cenário econômico global afetou significativamente os fundos multimercado. Uma análise da consultoria Outliers Advisory, com 243 fundos coletados até 17 de março, revelou que 80% dos fundos multimercado apresentaram resultados negativos neste mês. A perda média foi de 1,7%, com 44 fundos sofrendo quedas acima de 3% e alguns passando de 10%.
Segundo Samuel Ponsoni, fundador da Outliers Advisory, a guerra global foi o principal fator para essa mudança. Ele explica que o aumento inesperado do preço do petróleo em março, após uma tendência de queda, causou impacto imediato nos preços dos ativos. Muitos instrumentos de proteção, os chamados hedges, deixaram de proteger como esperado.
O medo de uma inflação crescente também levou à abertura das curvas de juros em vários países. No Brasil, o Tesouro Nacional precisou realizar leilões para recomprar títulos pré-fixados e atrelados à inflação, garantindo liquidez ao mercado, que estava sem referência de preço.
Outra mudança foi a valorização do dólar e a queda do ouro, possivelmente por gestores vendendo ativos valorizados para cobrir perdas ou comprar ativos com preços mais baixos.
Eduardo Rosman, analista do BTG Pactual, relata que muitos fundos macro/hedge estão reduzindo exposição em busca de um cenário mais claro. Entre as preocupações estão a correção das ações de tecnologia e acontecimentos locais, como a possibilidade de uma greve dos caminhoneiros.
Após março, o retorno médio dos fundos multimercado em 2024 é de apenas 1,3%, menos da metade do CDI, com só 24% dos fundos superando esse índice. Em 12 meses, o rendimento médio é de 15%, ligeiramente acima do CDI de 14,75%, sendo que metade dos fundos conseguiu superar essa referência.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação