Overcooked 2 e outros jogos para Nintendo Switch com descontos de até 90% na eShop internacional
O final de janeiro traz descontos de até 90% em diversos jogos para Nintendo Switch na eShop internacional, incluindo títulos como Overcooked 2, Borderlands e Cult of the Lamb.
Essas promoções são uma ótima oportunidade para quem quer ampliar a biblioteca de jogos com preços mais acessíveis, cobrindo diferentes estilos e preferências.
Além dos jogos, há ofertas para facilitar a compra de consoles e assinaturas, como cupons e parcelamentos via gift cards, ampliando as condições para quem deseja aproveitar as promoções.
O final de janeiro marca o encerramento das férias e a última chance de aproveitar os jogos em promoção na eShop para Nintendo Switch. Esta semana, a loja oferece descontos que chegam a até 90% em uma seleção de títulos para os consoles da Nintendo. Entre os destaques estão Overcooked! 2 – Gourmet Edition, Borderlands: The Handsome Collection, Cult of the Lamb e Citizen Sleeper 2: Starward Vector, com preços bastante acessíveis. Um exemplo é Figment, disponível por apenas R$ 11,99.
Se você está pensando em enriquecer sua biblioteca, vale conferir títulos como Sherlock Holmes The Awakened por R$ 18,90 (-90%) e Children of Morta por R$ 16,50 (-85%). Outros games, como XCOM 2 Collection e o bundle Blasphemous + Blasphemous 2, também participam das promoções, com descontos significativos. Há opções para diversos estilos de jogo, todos com valores reduzidos para facilitar a compra.
Além das promoções nos jogos, é possível economizar no próprio Nintendo Switch utilizando o cupom KaBuM!, válido para as versões comum, Lite e OLED do console. Outra forma interessante de parcelar as compras da eShop é por meio dos gift cards da Nuuvem, que permitem dividir o pagamento no cartão em até 6x sem juros e ainda oferecem cashback. Isso abrange jogos, assinaturas do Nintendo Switch Online e cartões da própria loja.
Quem acompanha essas ofertas tem a chance de curtir bons títulos com preços menores e condições facilitadas. Fique de olho nas promoções para aproveitar o que há de melhor na plataforma da Nintendo.
Governo intensifica controle sobre importação de aço para proteger indústria nacional
O governo brasileiro adotou novas medidas para restringir a entrada de aço importado principalmente da China e Índia, aplicando tarifas antidumping que vigoram por cinco anos. Uma tarifa provisória de 25% foi também implementada sobre vários códigos NCM do aço para combater práticas de preços predatórios no mercado nacional.
Essas medidas visam equilibrar os preços internos e proteger a indústria siderúrgica nacional, sem caracterizar protecionismo, mas sim defesa comercial. Análises do mercado indicam que as maiores beneficiadas serão as empresas brasileiras CSN e Usiminas, que devem aumentar sua capacidade produtiva devido à maior estabilidade do setor.
O setor segue negociando acordos internacionais para reduzir tarifas impostas por outros países, buscando equilíbrio comercial sustentável para o aço brasileiro. O cenário reflete esforços para fortalecer a indústria doméstica frente à pressão das importações e favorecer um ambiente competitivo saudável.
O governo brasileiro intensificou o controle sobre a entrada de aço importado, especialmente da China e da Índia, ao adotar novas medidas antidumping para reforçar a proteção da indústria local. O Comitê de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) aprovou tarifas extras aplicadas sobre o aço pré-pintado desses países, que valerão por cinco anos. Além disso, foi instaurada uma tarifa provisória de 25% por 12 meses sobre nove códigos da NCM relacionados ao aço, com o objetivo de barrar produtos que entravam no mercado nacional a preços abaixo do valor justo.
Marco Polo de Mello Lopes, presidente do Instituto Aço Brasil, destaca que as medidas não configuram protecionismo, mas sim defesa comercial. Ele lembra que, em 2025, as importações corresponderam a 25% das vendas anuais do setor no país. As ações visam impedir práticas comerciais consideradas predatórias.
Análises do Bank of America e do Itaú BBA indicam que essas restrições podem beneficiar especialmente a CSN e a Usiminas, principais empresas do setor com forte exposição aos produtos afetados. O Itaú BBA destaca que a maior proteção poderá conduzir a um ambiente de preços mais equilibrado e, consequentemente, a um aumento na utilização da capacidade produtiva das siderúrgicas.
Para o Bank of America, a tarifa antidumping de 25% aplicada sobre o aço pré-pintado é positiva, sobretudo para a CSN. Isso porque a China representa mais de 95% dessas importações, praticando preços significativamente menores que outros mercados, o que pressionava os preços internos.
O setor continua buscando, junto ao governo brasileiro e americano, um acordo para a redução das tarifas impostas pelos Estados Unidos, que ainda mantêm taxas próximas de 50% sobre itens como aço e alumínio. Anteriormente, existia um acordo bilateral que vigorou por seis anos, beneficiando ambos os países.
Ibovespa encerra janeiro com alta superior a 12%, apesar de queda na última sexta-feira
O Ibovespa fechou a sexta-feira (30) em queda de 0,97%, alcançando 181.363 pontos, em meio a um ambiente de cautela no mercado. Apesar disso, o índice acumulou um ganho expressivo de 12,9% durante o mês de janeiro, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro no mercado brasileiro.
O dólar valorizou-se e atingiu R$ 5,2481 no fim do dia, influenciado por movimentos de mercado e expectativas sobre a política monetária dos Estados Unidos. A moeda norte-americana, mesmo com a alta recente, encerrou o mês com queda acumulada de 4,39%, demonstrando volatilidade nos preços.
A movimentação do dólar reflete ainda a indicação de Kevin Warsh como possível presidente do Federal Reserve, o que gerou expectativas sobre os rumos das taxas de juros americanas. Essa conjuntura impacta diretamente o mercado brasileiro, que segue acompanhando as oscilações cambiais e as repercussões internacionais.
O mercado financeiro brasileiro fechou a sexta-feira (30) sob clima de cautela, com o Ibovespa registrando queda após ganhos expressivos em janeiro. O índice, principal do mercado acionário, recuou 0,97%, alcançando 181.363 pontos, após oscilar entre 180.088 e 183.620 pontos durante o dia.
Mesmo com a queda, o Ibovespa acumulou alta de 12,9% no mês e ganho de 1,40% na última semana, impulsionado por entrada de capital estrangeiro ao longo de janeiro.
O dólar acompanhou trajetória diferente, valorizando-se e aproximando-se de R$ 5,25. A moeda norte-americana fechou o dia com alta de 1,04%, cotada a R$ 5,2481, influenciada pela disputa na formação da Ptax de fim de mês e pelo fortalecimento global do dólar.
A Ptax, referência do Banco Central para liquidação de contratos futuros, sofre manipulação momentânea nas janelas de coleta de preços, conforme investidores buscam posições favoráveis. Entre 10h e 13h, movimentos comprados elevaram o dólar no mercado à vista.
Além disso, o avanço do dólar reflete a reação dos investidores à indicação de Kevin Warsh como possível substituto de Jerome Powell para comando do Federal Reserve em maio. Warsh é visto como mais moderado nas políticas de juros, o que gerou expectativa de que cortes nos juros americanos possam demorar, fortalecendo a moeda.
Apesar da alta recente, o dólar encerra janeiro com queda acumulada de 4,39% e recuo semanal de 0,75%, destacando volatilidade no câmbio ao longo do mês.
Blue Origin suspende voos do New Shepard para focar em módulo lunar
A Blue Origin decidiu interromper os voos do foguete reutilizável New Shepard por pelo menos dois anos. O objetivo é concentrar esforços no desenvolvimento do módulo lunar Blue Moon, em parceria com a NASA, para missões tripuladas na Lua.
O New Shepard realizou 38 voos suborbitais desde 2021, transportando passageiros e experimentos científicos. A suspensão do programa suborbital permite à empresa redirecionar recursos para a exploração lunar e projetos de maior alcance.
Com um contrato de US$ 3,6 bilhões, a Blue Origin concorre com a SpaceX para enviar astronautas à superfície lunar nesta década. A pausa no New Shepard visa acelerar o avanço tecnológico para futuras missões espaciais.
A Blue Origin, empresa espacial fundada por Jeff Bezos, decidiu pausar os voos do foguete New Shepard por pelo menos dois anos. A medida tem como foco o redirecionamento de recursos para o desenvolvimento de um módulo de pouso lunar tripulado, em parceria com a Nasa. Esse projeto visa levar astronautas à superfície da Lua ainda nesta década.
O New Shepard é um foguete reutilizável de 18 metros de altura, responsável por 38 voos suborbitais desde 2021, incluindo transporte de passageiros pagantes e experimentos científicos do Texas até a linha da fronteira espacial, a cerca de 112 km de altitude. Seu sistema de pouso vertical contribuiu para avanços técnicos utilizados no foguete orbital New Glenn, também da Blue Origin.
O CEO da Blue Origin, Dave Limp, comunicou a equipe sobre a decisão, ressaltando que o ânimo para pausar o programa do New Shepard foi cuidadoso. A paralisação é entendida como o cancelamento do programa suborbital, permitindo maior investimento na construção de sistemas lunares.
O contrato da Blue Origin com a Nasa, avaliado em US$ 3,6 bilhões, financia o desenvolvimento do Blue Moon, módulo de pouso que concorre com o Starship da SpaceX para missões tripuladas à Lua. A empresa pretende acelerar sua capacidade de exploração lunar, direcionando esforços para missões que vão além do turismo espacial oferecido pelo New Shepard.
BRK Ambiental registra prejuízo de R$ 24 milhões no 4º trimestre de 2025
A BRK Ambiental protocolou pedido de abertura de capital em dezembro e viu seu prejuízo no 4º trimestre de 2025 disparar para R$ 24 milhões, alta de 1100% em relação ao ano anterior. O aumento das despesas foi o principal fator para o resultado negativo.
No acumulado do ano, a empresa registrou prejuízo de R$ 108 milhões, frente ao lucro de R$ 7 milhões em 2024. Apesar disso, a receita cresceu 10%, impulsionada pelo reajuste médio nas tarifas, e o Ebitda operacional aumentou 14,8%.
O resultado financeiro negativo subiu 26,7%, impactado por maior endividamento e inflação. A empresa mantém a alavancagem financeira controlada e planeja captar R$ 2,5 bilhões com a abertura de capital para fortalecer seu crescimento.
A BRK Ambiental, que protocolou pedido de abertura de capital na bolsa em dezembro, registrou aumento no prejuízo do quarto trimestre de 2025. O resultado negativo passou de R$ 2 milhões para R$ 24 milhões, alta de 1100%, influenciado principalmente pelo aumento das despesas. Apesar disso, o CEO Alexandre Thiollier considera 2025 como o início de uma nova etapa para a companhia.
No acumulado do ano, o prejuízo somou R$ 108 milhões, frente ao lucro de R$ 7 milhões registrado em 2024. Por outro lado, a receita subiu 10%, alcançando R$ 1 bilhão, impulsionada pelo reajuste médio de 5,3% nas tarifas.
O Ebitda operacional chegou a R$ 555 milhões, com crescimento de 14,8%, e a margem Ebitda Ajustado alcançou 55,2%, alta de 2,3 pontos percentuais. Segundo Thiollier, estes resultados refletem a disciplina de custos e a eficiência operacional adotadas.
O resultado financeiro negativo aumentou 26,7%, atingindo R$ 1,34 bilhão, devido a novas dívidas e inflação nos indexadores. A dívida bruta consolidada totalizou R$ 14,24 bilhões em dezembro, com 32% concentrada na holding e o restante nas sociedades específicas que gerenciam concessões pelo país.
A alavancagem financeira caiu para seis vezes, ante 6,4 vezes ao final de 2024. Fundada em 2008 a partir do spin-off da Odebrecht, a BRK está presente em mais de 100 municípios de vários estados brasileiros e é a segunda maior empresa privada de saneamento do Brasil.
A abertura de capital pode captar cerca de R$ 2,5 bilhões, com oferta primária e possivelmente secundária, ampliando as possibilidades de crescimento orgânico e por aquisições.
Uber investe mais de R$ 2 bilhões em equipe de tecnologia no Brasil
A Uber está ampliando suas operações no Brasil com a abertura de um segundo escritório em São Paulo, localizado no Itaim Bibi. O novo espaço terá 16 mil metros quadrados e poderá abrigar até 1.000 profissionais focados em desenvolver produtos para mais de 70 países.
Com essa expansão, a empresa ultrapassa R$ 2 bilhões em investimentos na equipe de tecnologia no Brasil, financiados em quatro etapas. O Tech Center de São Paulo, maior centro tecnológico da América Latina, continuará a ser o principal polo de inovação da empresa.
Além do investimento em São Paulo, a Uber planeja abrir um segundo Tech Center no Rio de Janeiro, com aporte previsto de R$ 500 milhões. A empresa mantém vagas abertas para profissionais de tecnologia nessas unidades.
A Uber está ampliando suas operações no Brasil com a abertura de um segundo escritório em São Paulo. Localizado no Itaim Bibi, o novo espaço terá cerca de 16 mil metros quadrados distribuídos em 11 andares, podendo abrigar até 1.000 profissionais focados em desenvolver produtos para uso nos mais de 70 países onde a empresa atua. A previsão é que esteja completamente em funcionamento até o primeiro trimestre de 2027.
Esse novo escritório complementará o atual, em Pinheiros, que continuará dedicado às equipes de operações e funções corporativas. Com essa expansão, a Uber ultrapassa o investimento de R$ 2 bilhões em tecnologia no Brasil, realizadas em quatro etapas.
O principal centro tecnológico no país é o Tech Center de São Paulo, o maior da América Latina, que reúne profissionais de engenharia, produto, design e ciência de dados. Este espaço atende diversas áreas do negócio, como mobilidade e delivery. Rafael Pereira, diretor de engenharia da Uber no Brasil, destaca que o novo espaço deve facilitar a colaboração entre os times técnicos, fortalecendo o desenvolvimento de soluções globais.
Além do investimento em São Paulo, a Uber anunciou em 2025 a implantação de um segundo Tech Center no Rio de Janeiro, com aporte previsto de R$ 500 milhões. Atualmente, cerca de 600 profissionais atuam no Tech Center paulistano, que receberá reforço nos próximos anos.
A Uber mantém várias vagas abertas nessas unidades para profissionais interessados em tecnologia, com inscrições disponíveis no site oficial da empresa.
O Indicador de Incerteza Econômica (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas subiu 12,6 pontos em janeiro, chegando a 117,1, o maior valor desde abril de 2025. Essa alta reflete o aumento das tensões globais, como a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela e as políticas tarifárias unilaterais aplicadas por Washington.
A economista Anna Carolina Gouveia destaca que as recentes declarações dos EUA sobre possíveis reivindicações na Groenlândia também contribuíram para a alta da insegurança econômica mundial. Esses fatores pressionaram o componente de Mídia do IIE-Br, que alcançou 122,5 pontos, nível mais alto desde novembro de 2021.
Além disso, as crises envolvendo o Banco Master tiveram impacto menor, mas significativo, no aumento da incerteza fiscal no Brasil. Por outro lado, o componente de Expectativas — que mede a dispersão de projeções para variáveis econômicas no horizonte de 12 meses — caiu pelo quarto mês seguido, indicando menor volatilidade nas previsões dos especialistas.
Segundo a especialista da FGV, a incerteza econômica deve permanecer alta nas próximas semanas, influenciada principalmente pela evolução das disputas internacionais e pela proximidade das eleições presidenciais brasileiras.
O ambiente global de instabilidade, marcado pelas medidas e tensões envolvendo os EUA, tem sido o principal motor do cenário atual, colocando a economia brasileira em um patamar de alerta que merece atenção para os desdobramentos futuros.
Tupy e Vamos fecham acordo para frota a gás e biometano na coleta de lixo do RJ
A Tupy e o grupo Vamos firmaram uma parceria para desenvolver caminhões e ônibus movidos a biometano e gás natural. O acordo inicial prevê a entrega de 100 caminhões destinados à coleta de resíduos urbanos no Rio de Janeiro ainda este ano.
A tecnologia de propulsão será fornecida pela MWM, controlada pela Tupy, enquanto a Vamos ficará responsável pela compra e adaptação dos veículos. O projeto tem investimento previsto de R$ 150 milhões e foco na redução do impacto ambiental no transporte público.
A Tupy e o grupo Vamos firmaram parceria para desenvolver caminhões e ônibus com motores a biometano e gás natural. O primeiro acordo prevê a entrega de 100 caminhões ainda este ano, destinados à coleta de resíduos urbanos no Rio de Janeiro.
A fabricante de motores MWM, controlada pela Tupy, será responsável por fornecer toda a tecnologia de propulsão, incluindo motor, sistema de armazenamento, válvulas e linhas de combustível. Já a BMB, unidade da Vamos, cuidará da compra dos veículos e da instalação dos componentes em sua linha de preparação de veículos especiais.
O projeto conta com investimento de R$ 150 milhões e tem como cliente a Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb). As entregas estão previstas para ocorrer até o fim do primeiro trimestre de 2026.
Segundo a Vamos, os caminhões adaptados apresentam desempenho equivalente aos modelos a diesel, porém com custo operacional inferior, embora não tenham sido divulgados detalhes técnicos sobre essa economia.
Essa iniciativa une tecnologia e eficiência operacional, com foco na redução do impacto ambiental na mobilidade pesada do Brasil. Os veículos movidos a biometano e gás natural representam um passo que pode influenciar a sustentabilidade no setor de transporte público e coleta de resíduos.
O compromisso entre a Tupy e a Vamos mostra o interesse crescente em alternativas aos combustíveis fósseis tradicionais, buscando opções mais limpas e econômicas no mercado.
Astrônomos descobrem exoplaneta com chance real de ser habitável
Astrônomos anunciaram a descoberta do exoplaneta HD 137010 b, que apresenta até 50% de chance de ser habitável. Ele está situado a cerca de 150 anos-luz da Terra e tem dimensões próximas às do nosso planeta, orbitando uma estrela similar ao Sol.
O planeta tem um período orbital de quase 355 dias e está na borda externa da zona habitável, onde a água pode existir em estado líquido. Apesar da estrela emitir menos energia que o Sol, a presença de uma atmosfera densa poderia aumentar a temperatura, possibilitando condições favoráveis para a vida.
A descoberta foi possível graças a dados da missão K2 que capturou um trânsito do planeta em 2017. Estudos futuros com telescópios como TESS e PLATO poderão aprofundar as análises da atmosfera e confirmar a habitabilidade.
Astrônomos anunciaram a descoberta do exoplaneta HD 137010 b, que apresenta até 50% de chance de ser habitável. Localizado a cerca de 150 anos-luz, esse corpo celeste tem dimensões próximas às da Terra e orbita uma estrela semelhante ao Sol, do tipo anã K. Com um período orbital de quase 355 dias, sua órbita está na borda externa da zona habitável, onde a água líquida pode existir.
Apesar disso, a estrela emite menos de um terço da energia que o Sol fornece à Terra, o que sugere temperaturas baixas na superfície, estimadas em até -68 °C, semelhantes às de Marte. A presença de uma atmosfera mais densa, rica em gases como dióxido de carbono, poderia elevar a temperatura e possibilitar condições para água líquida.
A identificação do planeta se deu a partir da análise de dados da missão K2, extensão do telescópio espacial Kepler. Foram detectados trânsitos — quando o planeta passa em frente à sua estrela e reduz momentaneamente seu brilho — sendo que, até agora, apenas um trânsito foi capturado em 2017. Isso dificulta a confirmação definitiva do planeta, já que é necessário observar eventos repetidos com intervalos regulares.
HD 137010 b é um candidato promissor para estudos futuros, especialmente com missões como TESS e CHEOPS, que podem detectar novos trânsitos. Projetos futuros, incluindo o Observatório de Mundos Habitáveis e o telescópio espacial PLATO, poderão analisar sua atmosfera em busca de sinais de vida ou condições apropriadas para habitabilidade.
Estatais federais terão déficit de R$ 5,1 bilhões em 2025, conforme meta da LDO
O Ministério da Gestão e Inovação divulgou que as estatais federais terão um déficit de R$ 5,1 bilhões até 2025, valor dentro da previsão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O relatório considera 19 empresas estatais, destacando investimentos e pagamento de dividendos que impactam o resultado final.
A Emgepron contribuiu significativamente para o déficit, com R$ 2,8 bilhões em investimentos, apesar de apresentar lucro acumulado. Outros entes, como os Correios, registram prejuízo significativo, o que influencia o balanço fiscal geral.
Esses dados indicam uma situação fiscal equilibrada, com o déficit previsto pela LDO sendo respeitado, mesmo diante dos grandes investimentos e desafios financeiros enfrentados pelas empresas estatais federais.
O resultado financeiro das estatais federais até 2025 registrou um déficit de R$ 5,1 bilhões, conforme relatório do Ministério da Gestão e Inovação (MGI). Esse valor está alinhado com a previsão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que apontava um déficit de R$ 6,2 bilhões para o período. O balanço considera 19 empresas estatais monitoradas pelo governo.
O MGI destacou que o déficit foi influenciado principalmente pelos investimentos e pelo pagamento de dividendos, despesas que impactam negativamente o resultado primário, mesmo quando refletem situações financeiras positivas. Em 2025, essas estatais juntas aplicaram R$ 5,1 bilhões em investimentos e distribuíram R$ 1,6 bilhão em dividendos e juros sobre capital próprio.
O déficit também foi puxado pela Emgepron, empresa que sofreu impactos de R$ 2,8 bilhões em função de seus investimentos. Apesar disso, a estatal apresentou lucro acumulado de R$ 254 milhões até setembro, ainda trabalhando no projeto de construção de fragatas. Segundo o MGI, é comum que empresas ligadas ao governo apresentem lucro acumulado enquanto exibem déficit contábil.
Dos 20 entes considerados nas estatísticas do Banco Central, 16 registram lucro em 2025, com metade delas apresentando desafio na contabilidade fiscal. Entre as que apresentaram prejuízo, os Correios lideram, com R$ 6,057 milhões de prejuízo acumulado e déficit fiscal de R$ 1,047 bilhão até setembro do mesmo ano.
Esses dados revelam uma situação fiscal equilibrada em termos de déficit esperado, apesar dos valores expressivos envolvidos nas operações, investimentos e resultados das empresas estatais federais.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação