Analista destaca desequilíbrios do Tribunal Penal Internacional e vulnerabilidade da África
O analista tanzaniano Paternus Niyegira critica o Tribunal Penal Internacional (TPI) por seu foco desproporcional em líderes africanos, apontando um desequilíbrio estrutural que configura uma justiça seletiva. Ele explica que o tribunal atua apenas quando sistemas judiciais nacionais falham ou são ineficazes, enquanto potências como EUA, China e Rússia permanecem fora da jurisdição do TPI.
Niyegira atribui a vulnerabilidade africana a fatores internos, como falhas nos sistemas judiciais, e externos, como a delegação de soberania sem fortalecer a justiça local. O analista reforça a importância de desenvolver tribunais regionais e fortalecer a cultura jurídica para garantir o estado de direito e reduzir as desigualdades.
Ele conclui que, para diminuir os desequilíbrios internacionais, a África precisa consolidar sistemas judiciais sólidos e respeitados, garantindo que ninguém esteja acima da lei e enfrentando pressões externas que a tornam vulnerável.
A atuação do Tribunal Penal Internacional (TPI) tem gerado críticas devido ao foco desproporcional em líderes africanos, segundo o analista tanzaniano Paternus Niyegira. Ele destaca que o tribunal atua apenas quando os sistemas judiciais nacionais falham ou se mostram incapazes, seguindo o princípio da complementaridade. Contudo, grandes potências globais como EUA, China e Rússia, que não reconhecem o TPI, permanecem fora de sua jurisdição.
Esse cenário evidencia um desequilíbrio estrutural no TPI, configurando uma justiça seletiva que afeta especialmente a África. Para Niyegira, essa parcialidade não é exclusividade do tribunal, mas também está presente nas Nações Unidas, cuja atuação em crises internacionais é percebida como desigual.
O analista defende que a vulnerabilidade africana deriva tanto de falhas internas dos Estados quanto de fatores externos, principalmente pela delegação de soberania sem o fortalecimento dos próprios sistemas judiciais nacionais. Essa situação cria um ambiente em que a África é dependente e exposta a pressões externas.
Niyegira reconhece desequilíbrios históricos, mas ressalta que o problema não decorre de um mecanismo intencional para perseguir o continente. Segundo ele, a solução passa pelo fortalecimento da justiça nacional e pelo desenvolvimento de tribunais regionais eficazes, aliados a uma cultura política e jurídica que valorize a Constituição e o estado de direito.
O analista reforça que para diminuir as desigualdades internacionais é crucial que a África construa sistemas sólidos e respeitados, garantindo que ninguém esteja acima da lei, e enfrentando as fragilidades que a tornam suscetível a influências externas.
Leilão de concessão do Aeroporto do Galeão está marcado para março
Empresas interessadas já analisam o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, em preparação para o leilão de concessão agendado para 30 de março. O Ministério dos Portos e Aeroportos concluiu um ciclo de apresentações para seis grupos, destacando que será um dos eventos mais relevantes do setor em 2024.
O valor mínimo para entrar no leilão é de R$ 932 milhões, e a Infraero, que detém 49% do aeroporto, deixará de administrar o terminal. Entre os concorrentes estão o atual consórcio formado pela Vinci Compass e Changi, além de outras empresas como Aena, Zurich e outros grupos internacionais. O vencedor terá a obrigação de repassar 20% do faturamento bruto à União até 2039.
Equipes de empresas já estão no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, para analisar detalhes técnicos, preparando-se para o leilão da concessão marcado para 30 de março. O Ministério dos Portos e Aeroportos concluiu um roadshow com seis grupos interessados, reforçando que o evento será um dos principais do setor em 2024.
O valor mínimo para participação é de R$ 932 milhões, e a operação deixará a Infraero, que detém 49%, fora da administração. O atual consórcio, formado pela Vinci Compass e pela operadora Changi, é o favorito por já conhecer bem a infraestrutura do terminal. Porém, concorrentes como a Aena, que administra o aeroporto de Congonhas, e a suíça Zurich, presente em Natal e Florianópolis, também demonstram interesse e visitaram o Galeão.
Outros nomes, como a francesa VINCI, que opera mais de 70 aeroportos mundialmente, e a alemã Fraport, administradora dos aeroportos de Porto Alegre e Fortaleza, mantêm cautela em relação ao leilão. A mexicana Asur acompanha o processo, mas pode atuar apenas de forma observadora, sem intenção de participar do certame.
O leilão acontece após anos de incertezas, marcado por mudanças contratuais e negociações complexas, que envolveram a saída da Odebrecht da operação. Um dos desafios para os interessados é a competição entre o Galeão e o aeroporto Santos Dumont, cujas limitações de capacidade recentes foram revistas para favorecer o ambiente concorrencial.
Além do pagamento à vista, o vencedor terá um compromisso anual de repassar 20% do faturamento bruto à União até 2039. Esse formato busca garantir estabilidade financeira diante de possíveis alterações regulatórias.
Como líderes de grandes empresas lidam com a ansiedade dos funcionários diante da IA
Líderes de grandes empresas como Jamie Dimon e Brad Smith estão adotando estratégias para diminuir a ansiedade dos funcionários frente às mudanças trazidas pela inteligência artificial. Eles defendem a cautela na substituição de trabalhadores e investem em requalificação para preparar suas equipes.
Esses executivos destacam a importância de pensar nas consequências sociais e humanas enquanto implementam a tecnologia. O desafio é usar a IA para ampliar as capacidades dos funcionários e não para substituí-los, promovendo assim uma transição mais segura.
Relatórios indicam que o acesso à IA entre funcionários aumentou, mas ainda existem dificuldades pela falta de habilidades. Especialistas ressaltam que o sucesso na adoção da IA depende da preparação dos times, mais do que da velocidade da implementação.
À medida que inteligência artificial transforma o mercado de trabalho, líderes de empresas grandes buscam estratégias para amenizar o receio dos funcionários em relação às mudanças. Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, defende cautela na substituição de trabalhadores por IA, alertando para possíveis impactos sociais negativos. Ele revelou planos para requalificar e apoiar seus colaboradores, com mais de 300 mil funcionários em sua folha.
Dimon chegou a considerar a possibilidade de restrições governamentais para evitar demissões em massa causadas pela automação. O executivo enfatiza a importância de pensar nas consequências humanas enquanto investe na implementação da IA.
Essa visão é compartilhada por Brad Smith, presidente da Microsoft, que coloca o foco em usar a tecnologia para ampliar a capacidade dos trabalhadores, e não substituí-los. Smith ressalta que o verdadeiro desafio é garantir que a IA sirva como ferramenta para melhorar o desempenho humano.
Com a expansão da IA nas empresas, o acesso dos funcionários a estas tecnologias aumentou em 50% no último ano, segundo o relatório State of AI in the Enterprise 2026, da Deloitte. No entanto, a falta de habilidades adequadas dos trabalhadores ainda é um impedimento para a integração efetiva da inteligência artificial nos negócios.
Assim, especialistas apontam que o sucesso da adoção da IA depende menos da velocidade da implementação e mais da forma como as organizações preparam seus times para acompanhar as transformações tecnológicas.
Demolidor: Renascido 2ª temporada traz novo herói ao MCU
A segunda temporada de Demolidor: Renascido está confirmada para 2026, trazendo a introdução do Espadachim, personagem interpretado por Tony Dalton que aparece pela primeira vez em Gavião Arqueiro. O novo herói promete um papel mais sombrio e violento na série, adicionando uma nova dimensão ao universo do MCU.
Ao final da primeira temporada, a trama mostra o prefeito Wilson Fisk fortalecendo sua repressão contra vigilantes, enquanto Matt Murdock organiza resistência. O Espadachim, além de suas habilidades com a espada, tem influência social na alta sociedade de Nova York, o que pode ampliar a dinâmica do grupo de Murdock.
Com uma classificação indicativa mais alta, a série deve apresentar cenas mais agressivas e um lado mais sombrio dos personagens. A presença do Espadachim abre espaço para a exploração dos anti-heróis urbanos no MCU, podendo ganhar destaque em futuras produções.
O retorno de Demolidor: Renascido está marcado para 2026, prometendo a chegada de um novo personagem importante para o MCU. A segunda temporada trará o espadachim Jacques “Jack” Duquesne, interpretado por Tony Dalton, que ganhou destaque após sua aparição em Gavião Arqueiro. O que parecia ser um personagem apenas cômico e amante da esgrima primeiro, revela um papel mais sombrio e violento na trama.
Ao final da primeira temporada, o prefeito Wilson Fisk reforça sua força contra vigilantes, chegando a prender aliados como o Justiceiro. Matt Murdock, por sua vez, precisa montar um exército para contra-atacar essa repressão. Na prévia dos novos episódios, aparece uma cena em que Demolidor percorre corredores vazios da prefeitura, sugerindo uma fuga em massa de presos importantes, entre eles o próprio Duquesne.
Jacques Duquesne traz um olhar diferente, pois, além de ser um justiceiro, ele pertence à alta sociedade de Nova York, o que adiciona recursos e influência social para o grupo de Murdock. Com classificação indicativa maior que a série anterior, o personagem poderá mostrar uma versão mais agressiva, usando suas habilidades com a espada de forma letal.
O espaço para anti-heróis urbanos no MCU ainda é pouco explorado, e o Espadachim tem potencial para assumir um papel central, seja em sua própria série ou em novas formações de heróis. A atuação de Tony Dalton pode equilibrar o lado carismático e o lado sombrio do personagem, o que pode marcar uma nova fase para as histórias de rua da Marvel.
Microdrones revolucionam defesa e segurança nacional com avanços tecnológicos
A adoção dos microdrones no setor de defesa representa uma mudança significativa. Essas pequenas aeronaves não tripuladas combinam sensores avançados e inteligência artificial para reconhecimento e vigilância eficazes.
Especialistas apontam que o uso dos microdrones oferece vantagens táticas, como reconhecimento noturno e análise em tempo real, ampliando a capacidade das forças armadas mesmo com orçamentos limitados. A integração com equipamentos de infantaria aumenta a eficiência no campo.
Além disso, sistemas de defesa, como radares móveis russos, evoluem para detectar e neutralizar essas ameaças. A miniaturização dos microdrones redefine estratégias de combate, exigindo respostas rápidas e tecnológicas na área militar.
A adoção crescente dos microdrones representa uma mudança importante no setor de defesa e na proteção da soberania nacional. Essas aeronaves não tripuladas, com peso inferior a 250 gramas e tamanho que cabe na palma da mão, combinam sensores avançados e autonomia operacional. Alguns modelos usam inteligência artificial para identificar alvos e realizar reconhecimento e espionagem.
De acordo com Vinicius Modolo Teixeira, professor da Unemat, os microdrones oferecem uma vantagem tática significativa devido à capacidade de reconhecimento noturno, infravermelho e análise inteligente no campo de batalha. Além disso, o baixo custo torna essa tecnologia acessível até para forças armadas com orçamentos reduzidos, igualando recursos entre diferentes exércitos.
Ricardo Cabral, analista internacional, destaca que o uso eficaz desses drones depende da integração com equipamentos já existentes, especialmente para a infantaria. Ele sugere que dispositivos acoplados ao capacete, com visor que acompanhe em tempo real as imagens captadas, ampliem a consciência situacional tática dos soldados. Isso representa um avanço na guerra eletrônica e na evolução dos veículos não tripulados.
Do lado defensivo, a Rússia tem usado radares móveis capazes de detectar até drones miniaturizados, com funcionalidades que incluem modo contrabateria para localizar granadas e projéteis. Esses sistemas aumentam a resistência em combate e garantem vigilância eficaz contra ataques aéreos.
Essa miniaturização dos microdrones e sua disseminação no cenário militar redefinem a dinâmica da guerra, ampliando as possibilidades de inteligência, vigilância e ataque, enquanto exigem respostas rápidas e tecnológicas para conter essas ameaças.
Rolls-Royce Spectre: o segundo modelo mais desejado da marca é 100% elétrico
O Rolls-Royce Spectre, primeiro modelo totalmente elétrico da marca, tornou-se o segundo carro mais desejado da Rolls-Royce no mundo em 2025, atrás apenas do SUV Cullinan. Lançado em 2023, ele consolida a aceitação dos veículos elétricos no segmento de luxo.
Com quase 2,5 milhões de quilômetros de testes, o Spectre apresenta alta durabilidade e performance. Sua bateria mantém 99% da saúde após extenso uso e tem garantia de 15 anos, o que o torna um investimento para colecionadores.
O carro mantém o design clássico da Rolls-Royce, com linhas elegantes e detalhes personalizados pelo programa Bespoke. Equilibrando tradição e inovação, o Spectre representa uma nova fase dos veículos elétricos no mercado de luxo.
O primeiro carro totalmente elétrico da Rolls-Royce, o Spectre, lançado em 2023, já conquistou um lugar de destaque no mercado de ultraluxo. Em 2025, tornou-se o segundo modelo mais procurado da Rolls-Royce no mundo, ficando atrás apenas do SUV Cullinan. Isso indica que a alta renda não apenas aceita os veículos elétricos, mas os vê como futuros clássicos.
Desenvolvido para ser um patrimônio duradouro, o Spectre passou por testes que totalizam quase 2,5 milhões de quilômetros, garantindo alta durabilidade e desempenho. Um protótipo chegou a manter 99% da saúde da bateria, que conta com garantia de 15 anos e quilometragem ilimitada, reforçando a ideia de investimento para colecionadores.
Os consumidores do público ultraluxo costumam considerar os carros como ativos que serão apreciados por gerações. O Spectre segue essa tradição, com pedidos personalizados pelo programa Bespoke, onde cada cliente define detalhes únicos do veículo. Exemplos incluem homenagens pessoais, como o Spectre Bailey e o Spectre Soulmate, que refletem conexões emocionais dos proprietários.
O design do Spectre mantém as linhas clássicas da Rolls-Royce, com uma silhueta fastback e faróis divididos, evitando exageros futuristas. O interior combina elementos tradicionais, como as Starlight Doors, com tecnologias modernas, equilibrando tradição e inovação.
Assim, o Spectre se posiciona não só como o primeiro elétrico da marca, mas também como um candidato a clássico do futuro, indicando uma mudança na relação entre colecionadores e carros elétricos no segmento de luxo.
Asteroide do tamanho de um prédio pode atingir a Lua em 2032, dizem agências espaciais
O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 metros de diâmetro, tem uma probabilidade de 4% a 4,3% de atingir a Lua em 22 de dezembro de 2032. Pesquisas realizadas pela NASA e pela ESA indicam que esse impacto não oferece perigo para a Terra.
Caso ocorra a colisão, o impacto gerará um clarão intenso visível da Terra, parecido com o brilho do planeta Vênus, e poderá criar uma cratera de aproximadamente 1 km no hemisfério sul lunar. O fenômeno será melhor observado por telescópios em regiões como leste asiático e América do Norte.
Estudos indicam que o evento será um espetáculo raro, mas com baixa chance de acontecer. A análise foi feita com base em 10 mil simulações e aguarda confirmação científica para detalhar os efeitos.
O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 metros de diâmetro, teve 3,1% de chance de atingir a Terra em 2025, segundo a NASA. Atualmente, essa possibilidade está zerada. No entanto, a ameaça agora é para a Lua: a probabilidade de colisão com o satélite natural é de 4,3%, segundo a agência americana, e 4% conforme a Agência Espacial Europeia (ESA).
O impacto, previsto para 22 de dezembro de 2032, não representa perigo para a Terra. A colisão poderá gerar um brilho intenso visível da superfície terrestre por vários minutos. O choque deve ocorrer com velocidade estimada em 14 km/s, possivelmente criando uma cratera de cerca de 1 quilômetro de largura por 150 metros de profundidade na região norte da cratera Tycho, no hemisfério sul lunar.
Para estimar o cenário, pesquisadores fizeram 10 mil simulações da trajetória do objeto pelo sistema solar. O clarão gerado seria semelhante ao brilho de uma estrela, atingindo magnitude entre -2,5 e -3, equiparando-se ao brilho do planeta Vênus no céu noturno.
No dia do evento, cerca de 70% da Lua estará iluminada, o que dificulta a observação do clarão a olho nu, especialmente porque ele só será visível na parte sombreada. Áreas como o leste asiático, Oceania, Havaí e oeste da América do Norte terão as melhores condições para assistir ao fenômeno com auxílio de telescópios.
O estudo que detalha essas estimativas foi publicado em janeiro na plataforma arXiv e aguarda revisão de pares para confirmação dos dados apresentados.
Crise energética em Cuba testa resistência do regime diante da falta de petróleo e aliados
Cuba vive a pior crise energética das últimas décadas após perder seus principais fornecedores de petróleo, a Venezuela e o México. Sem produção própria significativa, o país reduziu semanas de trabalho, cortou transporte público e adotou ensino semipresencial para economizar combustível e energia.
As reservas de petróleo podem acabar em até 20 dias, o que remete à crise econômica dos anos 1990. Cuba voltou a usar lenha e carvão para atividades básicas e tornou o teletrabalho comum. Cortes em trens, ônibus e serviços públicos também foram implementados, enquanto o turismo sofre com fechamentos de resorts.
O apagão frequente atinge o sistema elétrico, dependente de termelétricas, e as negociações com a Rússia para ajuda ainda são incertas. O cenário agrava a fragilidade do regime, que enfrenta dificuldades sem parceiros fortes no exterior.
Cuba enfrenta sua pior crise energética em décadas, pressionada pela escassez de petróleo após a interrupção das exportações da Venezuela e do México. O país, sem produção significativa de combustíveis, adotou medidas rigorosas para economizar energia e combustível, incluindo redução da semana de trabalho, corte no transporte público e aulas semipresenciais nas universidades.
O governo cubano informou que as reservas de petróleo devem durar apenas entre 15 e 20 dias, cenário que lembra o colapso econômico dos anos 1990, após o fim da União Soviética. Para lidar com a situação, estão sendo retomadas práticas antigas, como o uso de lenha e carvão para atividades essenciais.
Além da redução das atividades administrativas entre segunda e quinta-feira, o governo promove o teletrabalho e a dispensa temporária de funcionários. Os serviços de trens, ferries e ônibus sofrerão cortes, com prioridade para setores portuários e aeroportuários. Veículos privados terão restrições no abastecimento.
No setor educacional, as aulas presenciais serão mantidas para crianças pequenas, mas poderão ocorrer cortes de jornada em creches e ensino superior adotará o modelo misto como principal formato. O turismo, fonte crucial de moeda estrangeira, também foi impactado, com fechamento de resorts e realocação de hóspedes.
A matriz elétrica da ilha, dependente de termelétricas, já apresenta blecautes frequentes, com o déficit de energia se agravando. Sem um parceiro forte para ajudar Cub a superar essa fase, as negociações com a Rússia estão em andamento, embora dúvidas persistam sobre a capacidade de Moscou oferecer suporte efetivo diante das sanções ocidentais.
One Piece: Novo pôster revela o visual do Crocodile na segunda temporada
A Netflix confirmou que a segunda temporada de One Piece: Into the Line estreia em 10 de março de 2026. Essa fase da série live-action vai abordar a Saga de Alabasta, com arcos como Loguetown, Reverse Mountain e Drum Island. Um novo pôster divulgado mostra o visual de Crocodile, um dos vilões principais da temporada.
Interpretado por Joe Manganiello, Crocodile é líder da Baroque Works, grupo central na história. A imagem do pôster apresenta o personagem em uma silhueta misteriosa, indicando a tensão até o confronto com Luffy e sua equipe. A Netflix também já começou o desenvolvimento da terceira temporada, prometendo expandir a trama e personagens.
A Netflix confirmou a chegada da segunda temporada de One Piece: Into the Line em 10 de março de 2026. Esta fase da série live-action vai explorar a Saga de Alabasta, incluindo arcos conhecidos como Loguetown, Reverse Mountain, Whiskey Peak, Little Garden e Drum Island. Um novo pôster revelou o visual de Sir Crocodile, um dos antagonistas centrais.
Interpretado por Joe Manganiello, Crocodile é o líder da organização criminosa Baroque Works, que será o principal foco desta temporada. A imagem mostra o vilão em uma silhueta sombria, sugerindo uma ameaça constante até o confronto final com Luffy e sua tripulação. A Netflix já anunciou que a terceira temporada está em desenvolvimento, prometendo ampliar a participação dos personagens e continuar a saga.
Além de Manganiello, o elenco traz retornos e novidades como Mikaela Hoover no papel de Tony Tony Chopper, Lera Abova como Miss All Sunday (Nico Robin), Xolo Maridueña interpretando Portgas D. Ace, David Dastmalchian como Mr. 3, Charithra Chandran como Miss Wednesday (Vivi) e Sendhil Ramamurthy vivendo Nefertari Cobra.
Essas adições mostram o compromisso da plataforma em manter a fidelidade à obra original de Eiichiro Oda e garantir a continuidade da história. Fãs podem se preparar para uma temporada com mais ação e desafios, evidenciando a transição para os territórios da Grand Line.
Dólar fecha no menor valor desde maio de 2024, abaixo de R$ 5,20
O dólar fechou em queda constante nesta segunda-feira, atingindo R$ 5,1886, o menor valor desde maio de 2024. O recuo foi impulsionado pela desvalorização da moeda americana no mercado internacional e pela valorização do real.
Além da influência externa, o Ibovespa registrou alta de 1,80%, superando 186 mil pontos, puxado pelo desempenho positivo de ações de grandes empresas brasileiras. O cenário favorável atraiu investimentos para o mercado local.
No exterior, fatores como a vitória da primeira-ministra japonesa e preocupações com investimentos em títulos dos EUA abriram espaço para moedas emergentes, beneficiando o real e pressionando o dólar.
O dólar apresentou recuo constante frente ao real nesta segunda-feira, encerrando abaixo dos R$ 5,20, influenciado pela queda da moeda norte-americana no exterior. O dólar à vista fechou a R$ 5,1886, valorizando o real ao seu nível mais forte desde 28 de maio de 2024. No acumulado do ano, a divisa americana cai 5,47%. O movimento acompanha o avanço do Ibovespa, que terminou em alta de 1,80%, superando 186 mil pontos pela primeira vez, impulsionado por ações de grandes empresas como Itaú Unibanco, Vale e Petrobras.
Internacionalmente, a moeda americana sofreu perdas diante do iene após a vitória da primeira-ministra Sanae Takaichi no Japão. Além disso, o dólar recuou contra o euro e a libra, enquanto investidores aguardam dados importantes dos Estados Unidos, incluindo números de varejo, inflação e mercado de trabalho, que serão divulgados ao longo da semana.
O cenário externo favoreceu moedas de países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno, situação que também beneficiou o real. Esse contexto é reforçado pelo índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas, em declínio acentuado. Outro ponto que pressionou a moeda foram relatos de que autoridades chinesas orientaram instituições financeiras a diminuir investimentos em títulos do Tesouro dos EUA.
O Ibovespa ficou acima da marca de 186 mil pontos com volume de negociação próximo a R$ 25 bilhões, apoiado pelo bom desempenho das bolsas nos EUA, Europa e Japão, criando um ambiente favorável para entrada de capitais nos mercados emergentes, especialmente o brasileiro.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação