Bradesco anuncia novo diretor de marketing e promove substituta
O Bradesco nomeou Renato Camargo como seu novo chief marketing officer (CMO), cargo que ele assume em fevereiro. Ele substitui Nathalia Garcia, que estava no comando do marketing do banco nos últimos quatro anos e agora lidera uma nova unidade interna. Essa mudança faz parte de uma reestruturação estratégica no banco.
Renato Camargo traz mais de 20 anos de experiência, com passagens por empresas como Pague Menos, RecargaPay e Grupo Pão de Açúcar. No Bradesco, ele será responsável pelos investimentos em agências como AlmapBBDO e Grupo Dreamers, em um momento em que o setor financeiro reforça inovação e relacionamento com clientes.
O Bradesco anunciou a nomeação de Renato Camargo como seu novo chief marketing officer (CMO), cargo que assumirá em fevereiro. Renato substitui Nathalia Garcia, que esteve à frente do marketing do banco nos últimos quatro anos e agora comandará uma nova unidade de negócios interna. Segundo uma fonte familiarizada com as mudanças, essa transição faz parte de uma reestruturação estratégica.
Antes dessa mudança, Renato ocupava a posição de vice-presidente de clientes na rede de drogarias Pague Menos, onde também liderava o marketing. Com mais de 20 anos de experiência no mercado publicitário, ele já trabalhou em empresas como RecargaPay, Grupo Pão de Açúcar e Accor, acumulando atuação em setores variados.
Essa troca no Bradesco integra um movimento maior entre os principais bancos do país, com recentes alterações em cargos de marketing. Em julho, Juliana Cury, então no Santander, voltou ao Itaú para assumir a liderança do marketing. O Santander promoveu Guilherme Bernardes para substituir Juliana, enquanto o Nubank busca um CMO global para seu time.
No Bradesco, Renato terá sob sua responsabilidade os investimentos destinados principalmente às agências AlmapBBDO e Grupo Dreamers. Essa mudança no comando de marketing do banco ocorre em um momento importante para o setor financeiro, que intensifica iniciativas voltadas a inovação e relacionamento com clientes.
Caso de guaxinim que ingeriu álcool evidencia importância de estudos sobre esses animais
Em Ashland, Virgínia (EUA), um guaxinim entrou em uma loja de bebidas, consumiu álcool em excesso e desmaiou, chamando atenção para sua inteligência surpreendente. Pesquisas indicam que esses animais possuem neurônios semelhantes aos humanos, o que pode explicar seu comportamento e capacidade cognitiva.
Apesar de pouco estudados em laboratórios, os guaxinins apresentam habilidades únicas, como memória avançada e uso hábil das patas dianteiras, comparáveis às mãos humanas. Essas características os tornam importantes para a compreensão do funcionamento cerebral dos mamíferos.
Futuros estudos em ambientes naturais poderão ampliar o conhecimento sobre esses animais e suas adaptações urbanas, oferecendo novos insights para a ciência cognitiva e comportamento animal.
Em dezembro de 2025, um guaxinim invadiu uma loja de bebidas em Ashland, Virgínia (EUA), consumiu álcool em excesso e desmaiou no banheiro. Esse episódio chamou atenção para a inteligência sorprendente desses animais, frequentemente comparada à dos primatas devido ao número elevado de neurônios em seus cérebros, algo inédito entre mamíferos urbanos.
Apesar de serem conhecidos por sua capacidade de resolver problemas e curiosidade, os guaxinins raramente são estudados em laboratórios. A praticidade de criar roedores, que se adaptam bem e se reproduzem rapidamente, faz com que camundongos e ratos dominem as pesquisas.
Entretanto, pesquisas recentes lideradas pela Universidade de Richmond revelam que o cérebro dos guaxinins contém neurônios idênticos aos encontrados em humanos e grandes primatas, como os neurônios de von Economo, relacionados ao processamento emocional e controle de impulsos. Essa especialização neural pode explicar tanto a inteligência quanto o comportamento arriscado desses animais.
Além disso, estudos mostram que guaxinins possuem maior número de células no hipocampo, associadas à memória e aprendizado, similar a motoristas de táxi que decoram centenas de ruas.
Suas patas dianteiras, habilidosas, têm uma representação cerebral parecida com a das mãos humanas, fator que contribui para o domínio de tarefas complexas.
Esse conjunto de características sugere que os guaxinins urbanizam-se, tornando-se mais tolerantes e adaptativos, ao mesmo tempo que exibem capacidades cognitivas avançadas, indicando que são uma espécie importante para entender o funcionamento dos cérebros mamíferos, inclusive o humano.
Estudos futuros podem usar ambientes naturais para investigar melhor esses animais, ultrapassando as limitações dos laboratórios tradicionais.
Via Folha de S.Paulo
41 minutos atrás - Tecnologia e Inovação
Como a Termolar superou crises financeiras e se reinventou após 60 anos
A Termolar, fabricante gaúcha de garrafas térmicas, enfrentou diversos desafios nos últimos anos, incluindo pandemia, restrições de crédito e enchentes no Sul do Brasil. Sob a liderança da CEO Natalie Ardrizzo, a empresa passou por um processo de recuperação que exigiu resiliência e gestão estratégica.
Fundada em 1958 por um empreendedor uruguaio e controlada pela família Ardrizzo desde 2012, a Termolar supera dívidas estruturais e limitações financeiras para seguir crescendo. Atualmente, está presente em mais de 30 países e tem faturamento próximo a R$ 350 milhões.
Com planejamento focado no futuro, a empresa saiu da fase de sobrevivência para se consolidar como referência nacional no segmento de conservação térmica, mostrando como a inovação e a gestão eficiente podem transformar desafios em oportunidades.
A fabricante gaúcha de garrafas térmicas, Termolar, enfrentou uma década marcada por crises severas, incluindo pandemia, restrições de crédito, ataques cibernéticos e enchentes no Sul do Brasil. No comando dessa fase desafiadora, a CEO Natalie Ardrizzo, que assumiu em meio à turbulência, descreve-se como uma “CEO das crises”, destacando a necessidade de resiliência para garantir a sobrevivência da companhia.
Fundada em 1958 por um empreendedor uruguaio, a empresa nasceu após a aquisição de uma fábrica de vidro falida no Rio Grande do Sul, focando na produção de garrafas térmicas. A virada societária aconteceu em 2012, quando a família Ardrizzo passou a controlar integralmente o negócio, assumindo uma responsabilidade maior para sustentar a empresa e seus cerca de 700 funcionários.
Ao assumir a área financeira em 2015, Natalie rapidamente passou a liderar a empresa em meio a dívidas estruturais e dificuldades de crédito, situação agravada após o fim das linhas emergenciais da pandemia em 2022. A empresa viveu um ciclo difícil, o que limitava qualquer planejamento de longo prazo.
A partir da estabilização dos resultados operacionais, a Termolar iniciou um processo de planejamento estratégico, superando a mentalidade de apenas sobreviver. Atualmente, com presença em mais de 30 países, a empresa fechou 2025 com faturamento próximo a R$ 350 milhões, consolidando-se como referência nacional no segmento de conservação térmica.
A empresa aeroespacial Blue Origin anunciou planos para lançar uma rede própria de 5.408 satélites em órbita baixa e média até o final de 2027. A intenção é criar a TeraWave, um sistema de internet via satélite que funcionará de forma diferente das redes já conhecidas, como a Starlink da SpaceX e a Leo da Amazon.
Ao contrário dessas redes, o serviço da Blue Origin será restrito, focado em atender empresas, centros de dados e governos que dependem de conexões confiáveis para operações essenciais. O público geral não terá acesso ao sistema. A expectativa é atender cerca de 100 mil clientes, bem menos do que os competidores que visam centenas de milhões.
Os satélites da TeraWave serão colocados em órbita usando o foguete New Shepard, desenvolvido pela própria Blue Origin. A rede funcionará em altitudes que variam de até 2.000 km para órbita baixa, e entre 2.000 e 35.786 km para órbita média, garantindo cobertura diversificada.
Esse movimento posiciona a Blue Origin para competir no mercado de internet via satélite, tradição dominada pela SpaceX e pela Amazon, porém com um foco mais segmentado em clientes corporativos e governamentais. A expectativa é que essa rede contribua para oferecer uma infraestrutura estável e dedicada a quem precisa de conexão segura para operações críticas.
O projeto reafirma o interesse da empresa em ampliar sua atuação no setor espacial, buscando consolidar presença no mercado de telecomunicações por satélite.
Chuvas abaixo da média elevam alerta no setor elétrico brasileiro e acionam usinas da Eneva
O setor elétrico brasileiro está em alerta devido às chuvas abaixo da média, o que pode levar à adoção da bandeira vermelha nas contas de luz, afetando consumidores e a geração de energia. Com menor volume de água nos reservatórios, a Eneva deve aumentar o acionamento de suas usinas, o que pode elevar suas receitas ao longo do ano.
A previsão é que a bandeira tarifária evolua da verde para a amarela em abril e maio, chegando à vermelha nível 1 em junho, com risco de bandeira vermelha nível 2 entre julho e novembro. Essa situação indica um possível aumento médio de 13% na conta de energia, dificultando o cenário para consumidores e geradores.
O setor elétrico brasileiro está em alerta diante das chuvas abaixo da média, fato que pode levar à adoção da bandeira vermelha nas contas de luz, impactando consumidores e a geração de energia. Com a perspectiva de menor volume de água nos reservatórios, a Eneva deve ter suas usinas acionadas com maior frequência, elevando suas receitas ao longo do ano.
O banco Itaú BBA classificou a Eneva como top pick no setor de utilities, mesmo após a alta de 91% nas ações da empresa em 2025. A expectativa é de que a bandeira tarifária, atualmente verde e sem custos extras, evolua para a amarela em abril e maio, avançando para a vermelha nível 1 em junho.
Se as chuvas continuarem abaixo do esperado, a tarifa poderá sofrer o acréscimo da bandeira vermelha nível 2 entre julho e novembro, representando um aumento médio de 13% na conta de energia, ou R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Essa elevação ainda não está refletida nas projeções oficiais de inflação.
Para monitorar a situação, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou um Gabinete de Acompanhamento das Condições do Sistema Interligado Nacional, considerado por especialistas como um indicativo da gravidade da crise.
O ex-diretor da Aneel, Edvaldo Santana, apontou o risco de início da bandeira vermelha já em fevereiro e a possibilidade de subir ao nível 2 a partir de maio, caso as chuvas não se recuperem. O cenário remete a crises anteriores, apesar das condições ainda não serem comparáveis à crise de 2001.
Morre aos 95 anos Gladys West, matemática que contribuiu para criação do GPS
Gladys West, matemática e programadora, faleceu aos 95 anos nos Estados Unidos, conforme divulgado por sua família. Ela foi fundamental no desenvolvimento do sistema global de posicionamento, que deu origem ao GPS que conhecemos hoje.
Nascida na Virgínia em 1930, Gladys enfrentou barreiras de gênero e raça para estudar Matemática e seguir carreira na área tecnológica. Seu trabalho na Marinha dos EUA na década de 1960 foi crucial para criar algoritmos que permitiram localizar objetos com precisão via satélites.
West também liderou projetos importantes na análise dos oceanos e continuou seus estudos acadêmicos mesmo após se aposentar. Seu reconhecimento veio tardiamente, mas marcou sua contribuição histórica na tecnologia global de navegação.
A programadora e matemática Gladys West faleceu aos 95 anos nos Estados Unidos. A família anunciou a morte no último domingo (18), mencionando que ela “faleceu em paz, ao lado de sua família e amigos”. Gladys foi peça-chave no desenvolvimento do sistema global de posicionamento, base para o atual GPS.
Nascida em 1930 no condado rural de Dinwiddie, Virgínia, Gladys conquistou uma bolsa para estudar Matemática na Virginia State College. Na época, poucas mulheres, principalmente negras, atuavam em áreas de tecnologia e ciência, tornando sua trajetória ainda mais singular.
Em 1956, iniciou sua carreira no Naval Surface Warfare Center, importante centro de pesquisa da Marinha dos EUA. Seu trabalho inicial envolvia programação e algoritmos para grandes computadores, muitas vezes aplicados a sistemas de armamentos. Na década de 1960, suas análises sobre a órbita, forma e gravidade da Terra foram fundamentais para criar um sistema que coletava e processava dados de satélites, determinando com precisão a localização de objetos no planeta, tecnologia que evoluiu para o GPS.
Além disso, West foi gerente do projeto do satélite Seasat, dedicado à análise dos oceanos. Ela se aposentou em 1998, mas mesmo após enfrentar dois derrames, defendeu uma tese de doutorado. Seu trabalho ficou por muito tempo pouco reconhecido, mas foi homenageada em 2018 no U.S. Air Force Space and Missile Pioneers Hall of Fame.
Sabesp conclui compra majoritária da Emae com aval de Cade e Aneel, mas descarta acordo de reorganização
A Sabesp finalizou a compra de 11.009.550 ações da Emae, totalizando cerca de 74,9% do capital social votante. A operação custou R$ 682,6 milhões e foi aprovada pelo Cade e Aneel, sem restrições regulatórias.
Apesar da aquisição e da intenção de ampliar sua atuação no setor energético, a Sabesp informou que não há acordo para reorganização societária entre as empresas. A companhia manterá a Emae como companhia aberta por pelo menos um ano.
O negócio reforça a estratégia da Sabesp no mercado energético e aponta para possíveis movimentos futuros, sempre dentro da legislação e das normas da Comissão de Valores Mobiliários.
A Sabesp finalizou a compra de 11.009.550 ações ordinárias da Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae), representando cerca de 74,9% do capital social votante. A operação, registrada nesta quarta-feira (22), custou R$ 62 por ação, totalizando R$ 682,6 milhões pagos à Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, agente fiduciário dos debenturistas da Phoenix Água e Energia S.A.
Essa aquisição foi possível após aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que liberaram a transação sem restrições, mesmo diante de questionamentos pela Phoenix, grupo do empresário Nelson Tanure, que tentou impedir a negociação por vias regulatórias e judiciais.
O acordo decorreu de uma negociação direta com a Vórtx, que detém as ações após execução de garantias relacionadas a debêntures emitidas por Phoenix. A Sabesp já havia anunciado em outubro de 2025 a intenção de assumir o controle da companhia.
Com a conclusão da compra, a Sabesp deverá enviar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido para oferta pública visando adquirir as ações ordinárias restantes da Emae, conforme prevê a legislação vigente. No entanto, a empresa informou que não planeja cancelar o registro como companhia aberta da Emae dentro do prazo de um ano, conforme regras da CVM, nem há decisão sobre qualquer reorganização societária envolvendo as duas empresas.
O processo reforça a estratégia da Sabesp para ampliar sua atuação no setor energético, mantendo a governança dentro dos parâmetros regulatórios. A expectativa é de que novos movimentos sejam comunicados futuramente, seguindo as normas da Comissão de Valores Mobiliários.
O que é o Conselho da Paz proposto por Trump e qual o papel da ONU
Donald Trump propôs o Conselho da Paz para supervisionar a Faixa de Gaza e mediar conflitos globais, com foco inicial na reconstrução da região. O conselho recebeu aprovação da ONU, embora com abstenções importantes.
O Conselho prevê liderança vitalícia de Trump, com poderes significativos, incluindo veto e escolha dos membros. Países interessados devem contribuir para a reconstrução de Gaza para participar.
A iniciativa amplia a atuação para além de Gaza, questionando o papel tradicional da ONU e levantando debates sobre a influência dos Estados Unidos na diplomacia mundial.
Donald Trump lançou a proposta de um Conselho da Paz para supervisionar a Faixa de Gaza durante um governo de transição e atuar na mediação de conflitos globais. Inicialmente focado na reconstrução de Gaza, o órgão pode representar uma alternativa ao Conselho de Segurança da ONU, com amplos poderes concedidos a Trump.
Este Board of Peace recebeu aprovação em novembro de 2025 pelo Conselho de Segurança da ONU, com 13 votos a favor, e abstenção de China e Rússia. A proposta prevê uma liderança vitalícia de Trump, que terá poder de veto e escolha dos membros. Países que quiserem ser membros permanentes devem contribuir com US$ 1 bilhão para a reconstrução de Gaza.
Dezenas de líderes mundiais foram convidados a integrar o Conselho, incluindo nomes como Vladimir Putin, Emmanuel Macron e Jair Bolsonaro. Um conselho executivo já foi formado, composto por figuras políticas, econômicas e pessoais próximas a Trump, sem representantes palestinos confirmados até o momento.
O estatuto do Conselho defende um papel mais ágil para a manutenção da paz, criticando diretamente as instituições tradicionais da ONU. Trump já demonstrou afastamento da organização, retirando os Estados Unidos de várias entidades vinculadas a ela.
O Conselho da Paz pode, portanto, funcionar não só no âmbito de Gaza, mas também como mediador em outras regiões de conflito, o que foge ao escopo inicialmente aprovado pela ONU. A iniciativa levanta questões sobre a influência dos Estados Unidos na cena internacional e o futuro da diplomacia multilateral.
Ibovespa sobe mais de 3% e atinge nova máxima histórica
O Ibovespa subiu 3,33% nesta quarta-feira, chegando perto dos 172 mil pontos, sua maior marca histórica. O crescimento foi puxado principalmente por ações da Itaú e Vale, que também atingiram recordes.
Durante o pregão, o índice superou várias barreiras, como entre 167 mil e 171 mil pontos, com um volume financeiro alto de R$ 43,32 bilhões. Analistas atribuem essa valorização ao aumento do investimento estrangeiro no Brasil.
Esse movimento é resultado de uma realocação global de capital, com recursos saindo de mercados desenvolvidos para países emergentes. Além disso, o dólar caiu 1,10%, fortalecendo o real e atraindo mais investidores para o mercado brasileiro.
O Ibovespa alcançou nova máxima histórica ao subir 3,33% nesta quarta-feira, chegando próximo dos 172 mil pontos. O movimento foi impulsionado principalmente por ações de empresas como Itaú e Vale, que atingiram também seus recordes.
Durante o pregão, o índice superou consecutivamente marcas importantes entre 167 mil e 171 mil pontos, com volume financeiro de R$ 43,32 bilhões, bem acima da média anual. Analistas destacam que o fluxo de investidores estrangeiros para o Brasil é a principal força por trás desse desempenho.
Esse movimento faz parte de uma realocação global, em que capital deixa mercados desenvolvidos, especialmente os Estados Unidos, para buscar oportunidades em países emergentes. A diversificação geográfica é vista como resposta às tensões políticas e comerciais envolvendo os EUA.
Na mesma sessão, o dólar recuou 1,10%, fechando a R$ 5,32, menor cotação desde dezembro de 2025. A queda acompanha a valorização do real frente a outras moedas de emergentes e o aumento dos investimentos estrangeiros no mercado brasileiro.
O ouro também teve alta, aproximando-se de US$ 4.900 a onça, refletindo a busca por ativos de proteção diante do cenário geopolítico tenso. Apos o presidente dos EUA, Donald Trump, suavizar seu discurso sobre a Groenlândia, o mercado global reagiu com mais otimismo, mas o metal precioso mantém suporte pela expectativa de estabilidade dos juros nos EUA.
Descoberta na Indonésia revela a arte rupestre mais antiga do mundo
Uma pintura rupestre com 67,8 mil anos foi descoberta na ilha de Sulawesi, Indonésia, considerada a arte rupestre mais antiga do mundo. A imagem corresponde a um estêncil de mão criado com pigmento soprado na parede da caverna, evidenciando a capacidade simbólica dos primeiros Homo sapiens.
A idade da pintura foi estimada por datação de séries do urânio, método que analisou depósitos minerais formados após a criação da arte. A descoberta indica uma tradição artística contínua na região de pelo menos 35 mil anos, demonstrando um complexo comportamento cultural ancestral.
Essa evidência reforça teorias sobre a migração humana para a Oceania há mais de 65 mil anos e o desenvolvimento de expressões simbólicas sofisticadas. A origem exata do autor da obra ainda é incerta, mas sugere um pensamento artístico avançado dos antigos habitantes da região.
Uma pintura rupestre na Indonésia, com 67,8 mil anos, foi identificada como a arte rupestre mais antiga do mundo. Encontrada na ilha de Sulawesi, a imagem é um estêncil de mão criado ao soprar pigmento ao redor da palma apoiada na parede da caverna. Essa descoberta amplia nosso entendimento sobre a chegada humana à Oceania e a capacidade simbólica dos primeiros Homo sapiens.
A idade da obra foi definida por um método indireto chamado datação por séries do urânio, que analisa depósitos minerais formados após a pintura. Os cálculos indicam que a arte tem, no mínimo, 67,8 mil anos, possivelmente mais. Ela apresenta detalhes modificados para parecer uma mão com garras, sugerindo um pensamento simbólico elaborado além de uma simples marca.
A caverna em Sulawesi também revelou que ali havia uma tradição artística de pelo menos 35 mil anos, com várias camadas de pinturas mais recentes. Essa continuidade indica que a arte não era um evento pontual, mas parte de uma representação cultural antiga e persistente.
Essa evidência apoia a hipótese de que os ancestrais dos habitantes da Austrália e Nova Guiné já estavam na região chamada Sahul há mais de 65 mil anos, provavelmente atravessando rotas pelo norte da Indonésia. A pintura reforça que nossos antepassados da Era do Gelo já possuíam um pensamento simbólico e cultural sofisticado, expressando identidades e relações com o ambiente.
Ainda não se sabe ao certo qual espécie humana criou o estêncil, mas pesquisadores indicam que provavelmente foi obra de humanos modernos. A descoberta abre novas questões sobre como as tradições artísticas e culturais foram transmitidas durante a migração humana pelo Sudeste Asiático.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação