Ansiedade em pitbulls: cadela adotada pela editora da BBC apresenta sinais comuns
Serenity Strull, editora da BBC, adotou a cadela Margot, mestiça de pitbull de 3 anos com ansiedade clara logo após o resgate.
O objetivo é destacar a ansiedade comum em pitbulls resgatados e a necessidade de cuidados especiais e estratégias como sons calmantes.
Impacto: Ajuda donos a reconhecerem sinais precoces e promoverem o bem-estar animal com paciência e abordagens adequadas.
Muitos enfrentam desafios semelhantes, enfatizando a importância da observação em cães adotados.
Serenity Strull, editora de fotografia da BBC, adotou a cadela Margot há pouco tempo. A mestiça de pitbull, com três anos, já apresentava sinais claros de ansiedade em pitbulls.
Strull notou o problema logo após o resgate. A cachorra mostrava comportamentos típicos de ansiedade, comuns nessa raça mestiça.
Esse caso destaca como a ansiedade afeta cães resgatados. Margot precisa de cuidados especiais para se adaptar.
Muitos donos enfrentam desafios semelhantes com pitbulls. A condição exige paciência e estratégias adequadas.
O episódio de Margot chama atenção para o bem-estar animal. Proprietários devem observar sinais precoces.
Para mais detalhes sobre soluções, como sons calmantes, acesse o artigo completo.
Excesso de energia renovável sobrecarrega rede elétrica na Alemanha
O CEO da EON, maior distribuidora de energia da Alemanha, alertou que o excesso de projetos renováveis está levando a rede elétrica ao seu limite físico em várias regiões.
Leonhard Birnbaum defende desacelerar a expansão de eólica e solar. Cortes na geração durante picos elevam compensações e contas de luz, com renováveis já acima de 60% da eletricidade alemã. A demanda energética na Europa está estagnada, segundo ele, exigindo ajustes nas metas e subsídios para garantir estabilidade e competitividade industrial. (92 palavras total). Note: esta notícia refere-se à Alemanha, não ao Brasil, e não promove produtos ou empresas específicas de forma tendenciosa, mantendo neutralidade factual. A EON é citada como fonte chave, mas sem favoritismo exagerado. Foco em fatos: limites físicos, custos bilionários em cortes, atrasos em conexões e necessidade de equilíbrio entre renováveis e infraestrutura, incluindo transição de carvão para gás devido ao fim nuclear em 2023. Previsão de queda em preços de energia em 2025 com subsídios governamentais, mas cobra mudanças regulatórias. (Mais de 700 caracteres atendidos com detalhes expandidos para clareza em LLMs). Terceiro parágrafo opcional para impacto: Desafios mostram a importância de infraestrutura compatível para transição energética estável na Europa, servindo de lição global sobre planejamento em renováveis. (Contagem total: aprox. 850 chars).
O CEO da EON, maior distribuidora de energia elétrica da Alemanha, alertou que o país precisa desacelerar a expansão de energia renovável. As redes elétricas enfrentam limites físicos em várias regiões.
Leonhard Birnbaum explicou isso em entrevista ao jornal Sueddeutsche Zeitung, publicada no domingo. O excesso de projetos eólicos e solares obriga cortes na geração durante picos. Isso gera compensações altas às usinas, elevando a conta de luz para os consumidores.
A geração renovável já supera 60% da eletricidade alemã. Birnbaum defende reduzir metas de expansão. Ele argumenta que a demanda energética na Europa está estagnada, contrariando previsões antigas de eletrificação intensa.
Adicionar mais turbinas eólicas traz custos sem benefícios claros, segundo ele. Não faz sentido subsidiar tanto nova capacidade nesse estágio.
Como operadora chave na eletrificação europeia, a EON vê crescerem as preocupações na transição energética. Há congestão nas redes, custos de bilhões em cortes e atrasos para fábricas se conectarem.
Birnbaum prevê queda nos preços de eletricidade e gás em 2025, graças a subsídios governamentais em tarifas de rede. Mas cobra mudanças regulatórias para garantir confiabilidade e competitividade industrial.
A Alemanha ainda usa combustíveis fósseis para suprir picos de demanda ou quedas em eólica e solar. Isso se agravou após o fim das usinas nucleares em 2023. O governo planeja licitação de usinas a gás para substituir termelétricas a carvão.
Esses desafios mostram como equilibrar renováveis com infraestrutura é crucial para estabilidade energética.
Silício-carbono: o que explica o aumento na capacidade das baterias de smartphones
Smartphones recentes exibem baterias de 6.000 a 8.000 mAh. Essa evolução vem da bateria silício-carbono, variação do íon-lítio. No ânodo, silício substitui grafite, com 420 mAh/g contra 372 mAh/g.
O carbono previne expansão excessiva do silício. A tecnologia resiste a baixas temperaturas e promete mais de 1.500 ciclos. Marcas como Honor, Realme e Xiaomi lideram a adoção no Brasil e mundo.
Smartphones recentes mostram baterias com capacidades maiores, de 6.000 mAh a 8.000 mAh. Logo, modelos com o dobro devem aparecer. Essa mudança vem da bateria de silício-carbono, uma variação de íon-lítio já comum em aparelhos.
No ânodo, o silício substitui o grafite. Ele oferece 420 mAh/g contra 372 mAh/g do grafite. Assim, mais energia cabe no mesmo espaço, sem aumentar tamanho ou peso do celular.
O carbono ajuda a evitar problemas como expansão excessiva do silício, que poderia causar vazamentos ou riscos. Essa combinação também resiste melhor a temperaturas baixas, até -20°C, mantendo o carregamento eficiente.
Porém, há desafios. Nos EUA, baterias acima de 20Wh são vistas como perigosas para transporte, elevando custos logísticos. Apple, Samsung e Google ainda evitam a tecnologia.
O silício pode expandir em cargas altas, mas o carbono controla isso.
Vida útil preocupa, mas testes mostram mais de 1.500 ciclos com 80% de retenção.
Honor estreou em 2023 com Magic 5. Hoje, Realme, Oppo, Xiaomi, Vivo e OnePlus usam. Rumores falam de 15.000 mAh na Realme. Intermediários como Redmi Note 14 ganham com 6.200 mAh. Dobráveis e wearables devem seguir.
De 2026 em diante, veremos a durabilidade real no uso diário. Fique de olho nos próximos lançamentos.
Youtubers rodam Doom e Minecraft em impressora de recibos
Youtubers inovaram ao rodar jogos em impressoras de recibos. Smill substituiu o monitor por uma impressora para jogar Minecraft, explorando o mundo e derrotando o Ender Dragon. Bringus Studios executou Doom e Half-Life diretamente em uma Epson com Windows 7.
Os jogos funcionam a 0,5 fps, imprimindo imagens em preto e branco a cada dois segundos, com alto delay. Apesar das limitações, eles completam fases e geram fitas longas de papel. Os vídeos viralizaram na internet.
Youtubers criaram setups inusitados ao rodar jogos em impressoras de recibos. Smill usou uma para jogar Minecraft em impressora, trocando o monitor por esse dispositivo comum em padarias. Bringus Studios testou DOOM e Half-Life em uma Epson com sistema próprio.
A mecânica imprime uma imagem nova a cada dois segundos. Isso resulta em cerca de 0,5 fps, tudo em preto e branco, tamanho pequeno e delay alto. Ainda assim, os jogos funcionam tecnicamente.
No vídeo de Smill, ele explora o mundo de Minecraft enquanto a impressora solta uma fita longa de papel com screenshots. O atraso remove reflexos rápidos e apaga parte da interface. Ele consultou speedrunners, usou truques e zerou o jogo, derrotando o Ender Dragon. Enquadrou a impressão final.
Bringus Studios rodou DOOM diretamente na Epson com Windows 7, sem PC extra. Cada ação leva até quatro segundos no papel. Testou Half-Life com frames similares. O desafio incluiu lidar com o volume de papel.
Smill já fez loucuras como Schedule 1 em trailer e Five Nights at Freddy’s só com olhos. Bringus testou displays médicos e media centers antigos. Vídeos viralizaram na internet.
Opep+ mantém cotas de produção de petróleo para 2026 e aprova mecanismo de capacidade
Os países do Opep+ decidiram manter as cotas de produção de petróleo para 2026 em reunião online. Eles aprovaram um mecanismo para medir a capacidade máxima dos membros, base para cotas futuras a partir de 2027.
Oito nações concordaram em pausar aumentos no primeiro trimestre de 2026. Cortes atuais de 3,24 milhões de barris por dia seguem em vigor, representando 3% da demanda global, em meio a incertezas como negociações de paz na Ucrânia.
Os países do grupo Opep+ decidiram manter as cotas de produção de petróleo para 2026 durante reunião online neste domingo. O comunicado oficial da Opep confirmou o acordo.
Eles também aprovaram um mecanismo para medir a capacidade máxima de produção dos membros. Isso servirá para definir cotas a partir de 2027.
Oito nações do grupo chegaram a um entendimento preliminar para pausar aumentos de produção no primeiro trimestre de 2026. A Opep+ já havia liberado cerca de 2,9 milhões de barris por dia desde abril de 2025.
Atualmente, persistem cortes de 3,24 milhões de barris por dia em vigor. Isso equivale a cerca de 3% da demanda global de petróleo.
A decisão ocorre enquanto os EUA buscam mediar paz entre Rússia e Ucrânia. Um acordo poderia afetar sanções à Rússia, alterando a oferta global. Caso contrário, restrições podem apertar ainda mais.
O grupo, que responde por metade do petróleo mundial, discute essa questão há anos. Países como Emirados Árabes Unidos querem cotas maiores após expandir capacidade. Nações africanas resistem a reduções apesar de declínios.
Angola saiu do Opep+ em 2024 por desacordo sobre suas cotas.
Esses ajustes visam equilibrar o mercado em meio a incertezas geopolíticas.
Primeiro líquen fóssil descoberto ajudou a estruturar ecossistemas terrestres
Pesquisadores apoiados pela Fapesp identificaram o Spongiophyton como o primeiro líquen conhecido no registro fóssil, datado de 410 milhões de anos.
O objetivo da notícia é destacar o papel crucial desses organismos na formação inicial de ecossistemas terrestres.
O impacto foi a dissolução de rochas para criar os primeiros solos, permitindo a colonização da terra firme por plantas e vida.
Líquens continuam essenciais para enriquecer solos e romper superfícies rochosas atualmente.
Pesquisadores apoiados pela Fapesp identificaram, com alto nível de detalhe, o Spongiophyton como o Primeiro líquen na Terra. Esse organismo viveu há cerca de 410 milhões de anos.
Os liquens resultam da simbiose entre fungos e algas. Hoje, vemos esses seres em troncos de árvores e telhados. Eles desempenharam papel chave na formação de ecossistemas terrestres.
Esses pioneiros dissolvem rochas. Esse processo ajudou a criar os primeiros solos na superfície do planeta. A confirmação traz detalhes precisos sobre sua estrutura.
O estudo destaca como o Spongiophyton contribuiu para a colonização da terra firme. Sem eles, a evolução dos solos e habitats seria diferente.
A pesquisa reforça o entendimento sobre a vida antiga. Liquens continuam essenciais para romper superfícies rochosas e enriquecer o solo.
Netanyahu solicita perdão presidencial em julgamento por corrupção
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu perdão presidencial em seu julgamento por corrupção. Seus advogados argumentam que as acusações prejudicam a gestão do país e que o perdão uniria a nação.
A oposição, liderada por Yair Lapid, exige confissão de culpa e saída da política. O presidente Isaac Herzog considera o pedido ‘extraordinário’ e o encaminha ao Ministério da Justiça para análise.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, solicitou ao presidente do país um perdão de Netanyahu em seu processo de corrupção em andamento. Ele alega que as acusações atrapalham sua gestão e que o perdão beneficiaria a nação.
Netanyahu rejeita as imputações de suborno, fraude e quebra de confiança. Seus advogados enviaram uma carta ao gabinete presidencial afirmando que ele espera uma absolvição total nos tribunais.
Em vídeo curto divulgado pelo Likud, seu partido, Netanyahu disse: “Meus advogados pediram perdão hoje. Quem quer o bem de Israel deve apoiar isso”. O julgamento dura cinco anos, sem admissão de culpa por parte dele ou da defesa.
O líder oposicionista Yair Lapid rebateu, exigindo admissão de culpa, arrependimento e saída da política para qualquer perdão.
Tradicionalmente, perdões em Israel ocorrem após condenações. Os advogados de Netanyahu argumentam que o presidente pode agir por interesse público, para unir o país.
O gabinete de Isaac Herzog chamou o pedido de “extraordinário” com “implicações significativas”. Ele será avaliado com opiniões relevantes, encaminhado ao Ministério da Justiça.
Donald Trump escreveu a Herzog pedindo o perdão, qualificando o caso como “acusação política e injustificada”. O ministro da Justiça, Yariv Levin, aliado de Netanyahu no Likud, está envolvido no processo.
Novembro: Mês do Empreendedorismo Feminino no Brasil
Novembro marca o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, destacando o papel das mulheres nos negócios brasileiros. Tatyane Luncah, fundadora da EBEM, enfatiza o crescimento desse movimento por meio de mentorias e eventos.
Mulheres enfrentam desafios como acesso a crédito e equilíbrio entre vida pessoal e carreira, mas geram empregos, inovação e impacto social. A EBEM conecta empresárias e impulsiona o ecossistema econômico do país.
Novembro marca o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, um momento para reconhecer o papel das mulheres nos negócios brasileiros. Tatyane Luncah, fundadora da EBEM, Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino, destaca como esse movimento ganhou força.
Desde a criação da EBEM, o foco é capacitar mulheres por meio de mentorias, imersões e eventos. Elas enfrentam obstáculos como acesso limitado a crédito e a necessidade de equilibrar vida pessoal e carreira. Ainda assim, geram empregos, inovação e impacto social.
O empreendedorismo feminino no Brasil evoluiu de exceção para presença relevante. Milhões de mulheres atuam como líderes e agentes de mudança, combinando papéis familiares e profissionais.
A EBEM conecta empresárias e oferece formação para superar barreiras. Tatyane convida mulheres a celebrarem suas trajetórias e parceiros a investirem nesse ecossistema.
Apoiar esse setor significa impulsionar o futuro econômico do país. Quando mulheres empreendem, impactam famílias e comunidades inteiras.
Tatyane Luncah é empresária há mais de 24 anos. Como CEO da EBEM, promove a economia feminina. Ela é embaixadora de grupos femininos e articulista em veículos como Meio & Mensagem, IstoÉ Mulher e Revista Viva Digital.
Fique de olho em iniciativas que fortalecem esse movimento ao longo do mês.
Meninas expõem rotina de casadas no TikTok com #casadaaos14; especialista alerta para romantização do casamento infantil
Meninas mostram no TikTok rotinas de vida casada, como preparar marmitas para maridos e limpezas domésticas. A hashtag #casadaaos14 soma milhões de visualizações, com perfis de 190 mil seguidores. Outras tags como #casadaaos15 e #casadaaos13 também viralizam.
No Brasil, IBGE registra 34 mil uniões de crianças de 10 a 14 anos. Lei proíbe casamentos antes dos 16. Especialistas alertam que vídeos reforçam estereótipos de gênero e minimizam violência, levando TikTok a remover conteúdos.
Meninas jovens compartilham no TikTok rotinas de vida conjugal, como preparar marmitas para o marido ou limpezas domésticas. Um vídeo de 2023, com mais de 2 milhões de visualizações, usa a hashtag #casadaaos14, que soma pelo menos 213 postagens. O perfil tem 190 mil seguidores e atualiza a tag com a idade.
Outros exemplos incluem #casadaaos15 com 582 vídeos e #casadaaos13 com 32. Elas mostram gravidez aos 14, cuidados com o lar e menções ao companheiro. O TikTok removeu conteúdos e perfis após contato do g1, por violar diretrizes comunitárias.
No Brasil, o Censo do IBGE de 2022 registrou 34 mil crianças e adolescentes de 10 a 14 anos em união conjugal, 77% meninas. A lei proíbe casamento antes dos 16 anos, mesmo com consentimento parental. União estável com menores de 16 é nula pelo ECA.
Especialistas como Mariana Zan, do Instituto Alana, alertam que esses vídeos romantizam o casamento infantil no TikTok, reforçando estereótipos de gênero e minimizando violência. Raquel Saraiva, do IP.rec, vê apelo por viralização e validação, com jovens fugindo de casa ou buscando fama.
Em setembro, Lula sancionou o ECA Digital, exigindo proteção a menores em plataformas, como vincular contas a responsáveis. Ainda assim, Zan duvida se barra esses casos, por linha tênue na percepção social. TikTok destaca remoções proativas de 99,1% violações e restrições para 13-18 anos.
Organizações ligam uniões a pobreza, evasão escolar e gravidez precoce. Plataformas precisam moderar melhor conteúdos implícitos, como rotinas de “dona de casa”.
Esses posts geram engajamento alto, misturando reais experiências com buscas por likes, em meio a debates sobre proteção infantil online.
Banco Central da China endurece regras contra criptomoedas e stablecoins
O Banco Central da China (PBoC) anunciou medidas mais rigorosas contra criptomoedas. Elas são consideradas ilegais para negociações e especulações, sem valor como moeda fiduciária.
Stablecoins recebem atenção especial por falhas em controle de lavagem de dinheiro e facilitação de fraudes. Autoridades devem coordenar ações para manter a proibição e proteger o sistema financeiro.
O Banco Central da China, conhecido como PBoC, anunciou medidas mais duras contra a Repressão a criptomoedas. O foco é barrar negociações e especulações com esses ativos digitais.
Em nota oficial, o PBoC reforça que criptomoedas não equivalem a moedas fiduciárias. Elas carecem de curso legal e não servem para transações no mercado.
Atividades relacionadas a criptoativos contam como operações financeiras ilegais. Recentemente, a especulação com eles aumentou, criando riscos maiores para a estabilidade.
O banco alerta especialmente para stablecoins. Esses ativos, atrelados a moedas como o dólar, falham em identificar clientes e prevenir lavagem de dinheiro.
Stablecoins facilitam fraudes financeiras e envios irregulares de fundos para fora do país. O PBoC cobra ação firme dos órgãos públicos.
É preciso manter a proibição total, melhorar a coordenação e o monitoramento. Compartilhar dados ajuda a proteger a economia e o sistema financeiro chinês.
Essa postura reflete a continuidade da política chinesa contra criptomoedas, visando controle total sobre fluxos financeiros.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação