Yakuza Kiwami 1 e 2 chegam com legendas em português e melhorias técnicas
Os remakes Yakuza Kiwami 1 e 2 oferecem uma ótima oportunidade para conhecer a saga japonesa desde o início. Os jogos trazem personagens marcantes como Kazuma Kiryu e recriam a narrativa original com mais qualidade técnica.
Esses lançamentos se destacam por trazer textos em português, tornando a experiência mais acessível para o público brasileiro. Além disso, eles apresentam melhorias no desempenho, garantindo 60 quadros por segundo e resolução 4K, sem alterar o visual clássico.
Apesar de não permitir transferência de saves das versões anteriores, os jogos reforçam o apelo da série e facilitam o acesso à sua rica história para novos jogadores e fãs antigos.
Para quem busca conhecer a saga japonesa do estúdio Ryu Ga Gotoku, os remakes Yakuza Kiwami 1 e 2 são uma das melhores formas de mergulhar desde o início. Eles capturam a essência da série com personagens como Kazuma Kiryu, cujo percurso começa no título original de 2005, e oferecem decisões narrativas que marcaram o universo expandido de Kamurocho.
O ponto alto destes relançamentos é a inclusão de textos em português, um recurso que torna a experiência mais acessível para o público brasileiro. Antes disponível apenas em inglês ou japonês, o conteúdo agora chega com uma localização focada na qualidade, o que tende a ampliar a base de fãs por aqui.
Além da atualização de idioma, a SEGA ajustou o desempenho para as plataformas atuais, garantindo 60 quadros por segundo mesmo nas sequências de combate dinâmicas. Mantendo a resolução em 4K e preservando o filtro visual característico, os jogos oferecem fluidez sem alterações gráficas profundas.
No entanto, os jogadores não poderão transferir seus saves das versões anteriores, o que obriga a começar do zero. Apesar disso, os remakes continuam sendo um convite para novos jogadores e fãs interessados em revisitar a narrativa de Kiryu sem barreiras linguísticas.
O pacote Kiwami 1 + 2 reforça a relevância da série com uma retomada técnica que mantém o apelo de seus primeiros capítulos e facilita o acesso à rica história dos jogos Yakuza.
A história real por trás da série All Her Fault, disponível no Prime Video
A série All Her Fault, disponível na Amazon Prime Video, acompanha a história de Marissa, uma mãe lidando com o sequestro do filho pequeno, Milo. A trama se desenvolve em oito episódios e revela detalhes de uma investigação policial complexa envolvendo os personagens.
Apesar de não ser baseada em fatos reais, a criadora Andrea Mara se inspirou em um episódio pessoal de medo ao buscar sua filha na casa de um vizinho que já havia se mudado, gerando pânico e desespero. Essa experiência motivou a construção da narrativa que explora o receio dos pais em confiar seus filhos a outras pessoas.
A história destaca ainda a complexidade do responsável pelo rapto, que é a babá dos vizinhos, e provoca reflexões sobre a segurança infantil e a confiança dos pais. Esses temas emocionais são parte importante do interesse pelo suspense da série.
All Her Fault, série de suspense da Amazon Prime Video estrelada por Sarah Snook, ganhou destaque recentemente. A trama acompanha Marissa, uma mãe que vive o trauma do sequestro do filho pequeno, Milo, em uma história que se desdobra ao longo de oito episódios. A produção aborda o desaparecimento em detalhes, mostrando uma investigação policial que revela camadas complexas sobre os personagens envolvidos.
Embora a narrativa não seja baseada em fatos reais, a série tem uma ligação direta com uma experiência pessoal da criadora, Andrea Mara. Em entrevista, Mara relatou um episódio que a marcou: ao buscar a filha na casa de um vizinho, descobriu que a família havia se mudado, gerando um instante de pânico e desespero que inspirou a criação da história. Esse momento real serviu para explorar o medo que muitos pais enfrentam ao confiar suas crianças a estranhos.
No enredo, o desaparecimento de Milo acontece após um convite para brincar na casa de um colega, local onde ninguém sabia do combinado. A investigação mostra que o responsável pelo rapto é a babá dos vizinhos, e a série revela motivações que desafiam a imagem tradicional do “vilão”.
A obra provoca reflexões sobre a segurança das crianças e a confiança dos pais, temas que encontram eco em muitos espectadores. Essa combinação de suspense e questão emocional contribui para o interesse contínuo pela série.
O Xbox Game Pass continua a expandir seu catálogo com sete novos jogos, disponíveis para diversas plataformas, incluindo nuvem, PC, consoles Xbox e dispositivos portáteis. Os assinantes ganham acesso a títulos que variam entre RPGs de ação, jogos de aventura e luta, além de clássicos remasterizados.
Destaque para o Final Fantasy 2D remodelado, que traz a história original com gráficos atualizados e melhorias no ritmo de jogo, disponível em nuvem, Xbox Series X|S e PC. Outra novidade é Brews & Bastards, um RPG que mistura combates em tempo real e construção de vilarejos, acessível em nuvem, PC e Xbox Series X|S.
Para fãs de suspense e quebra-cabeças, o Little Nightmares Enhanced Edition chega com gráficos aprimorados em várias plataformas, aumentando a tensão da narrativa. O combate rápido e fluido é a proposta de Atomfall, que também oferece suporte multiplataforma, garantindo partidas dinâmicas e progressão constante.
Lost in Randon: The Eternal Die adiciona desafios roguelike com masmorras procedurais, enquanto Rematch entrega batalhas de luta com personagens únicos em arenas estratégicas, perfeito para jogatinas rápidas ou multiplayer. Por fim, o shooter Warhammer 40.000: Space Marine – Master Crafted Edition revisita o universo de ação com melhorias técnicas e suporte moderno.
Essas adições reforçam o valor do Xbox Game Pass ao oferecer uma diversidade de estilos e formatos para o público, permitindo experiências variadas com uma única assinatura.
Empregos na indústria dos EUA recuam mesmo após promessa de crescimento de Trump
O setor de manufatura nos Estados Unidos registrou queda no número de empregos por oito meses consecutivos até dezembro, contrariando as expectativas de crescimento após as tarifas de importação implementadas pelo governo Trump. Essas tarifas buscavam estimular a produção local e gerar novas vagas, mas não atingiram os resultados esperados.
Apesar da taxa de desemprego ter caído para 4,4% em dezembro, o aumento real em empregos industriais foi menor que o previsto, gerando dúvidas sobre a eficácia das políticas adotadas. O setor manufatureiro perdeu 8 mil vagas e atingiu o menor número de empregados desde março de 2022.
Além disso, a Suprema Corte dos EUA deve em breve analisar a validade das tarifas, que geram controvérsia sobre seu impacto na indústria e nas receitas do país. Outros setores, como construção, mostraram crescimento lento, enquanto mineração enfrentou quedas no emprego.
Os empregos no setor de manufatura dos EUA continuaram em declínio por oito meses seguidos em dezembro, contrariando as previsões de crescimento feitas após a implementação dos impostos de importação pelo presidente Donald Trump. Essas tarifas buscavam estimular a produção nacional e a geração de vagas, por meio de um rearranjo no comércio global que resultou em arrecadação mensal de aproximadamente US$30 bilhões.
Apesar disso, o aumento esperado nos postos industriais não aconteceu, alimentando a insatisfação de consumidores e trabalhadores com preços elevados e dúvidas sobre o futuro do mercado de trabalho. Em dezembro, a taxa de desemprego caiu para 4,4%, abaixo dos 4,5% de novembro, mas as taxas de criação de empregos foram revisadas para números mais baixos, mostrando um cenário misto para o Federal Reserve.
O crescimento mensal de empregos sob Trump foi estimado em 49 mil para 2025, um decréscimo de mais de dois terços em comparação ao último ano do mandato anterior, que teve 168 mil novas vagas criadas por mês. A constância na taxa de desemprego se deve ao controle na força de trabalho, influenciado por políticas rígidas de imigração.
O setor manufatureiro perdeu 8 mil empregos em dezembro, totalizando 12,69 milhões de vagas, o menor patamar desde março de 2022. Já a construção manteve um crescimento lento, impulsionado por investimentos em data centers, enquanto mineração e extração de madeira tiveram redução de postos, atingindo 608 mil vagas em dezembro.
A Suprema Corte dos EUA deve avaliar em breve a validade das tarifas impostas, que buscam aumentar a receita e restabelecer a presença industrial americana, mas ainda geram dúvidas quanto à eficácia das medidas.
2026 Aponta Desafios na Sustentabilidade Econômica do Produtor Rural, Alerta Roberto Rodrigues
O agronegócio brasileiro enfrenta em 2026 um cenário complexo. Apesar do aumento na produção, a renda do produtor rural está sob forte pressão devido a custos elevados, queda nos preços internacionais e juros altos. Muitos produtores, mesmo com lucro operacional, encerram o ano com prejuízos.
A alta produtividade, principal diferencial para o lucro, depende de fatores como crédito, clima e insumos, que nem sempre são favoráveis. A pecuária também sofre com barreiras comerciais, especialmente na China. O cooperativismo é destacado como uma estratégia importante para reduzir custos e aumentar a inclusão no setor.
Roberto Rodrigues ressalta a necessidade do Brasil assumir papel maior em política agrícola global. A agricultura é vista como missão estratégica que vai além do campo, exigindo foco em segurança alimentar e sustentabilidade para garantir o futuro do setor.
O agronegócio brasileiro inicia 2026 em um cenário paradoxal. Apesar da produção expressiva, capaz de abastecer o mercado interno e manter as exportações, a renda do produtor rural se encontra pressionada, comprometendo a sustentabilidade do setor. Este alerta vem de Roberto Rodrigues, professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e Embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo.
Segundo ele, os custos da produção subiram, os preços internacionais caíram em dólar e os juros altos, próximos a 20% ao ano, deixam a atividade agrícola financeiramente difícil. Mesmo com lucros operacionais de cerca de 15%, muitos produtores terminam no vermelho.
Embora o Brasil deva colher 354,4 milhões de toneladas na safra 2025/2026, um aumento de 0,6% em relação ao ciclo anterior, o aumento na produção não se traduz em ganhos para o produtor. Essa disparidade pode causar, nos próximos anos, queda em investimentos e áreas plantadas, impactando a produtividade.
Produtividade é o principal fator que separa lucro e prejuízo, mas depende de variáveis como clima, acesso a crédito e qualidade dos insumos, que nem sempre estão sob controle do agricultor. A pressão sobre a renda também se estende à pecuária, especialmente após tarifas chinesas dificultarem as exportações.
Além disso, a eficiência da tecnologia, antiga aliada do setor, diminui com cortes na qualidade de fertilizantes. O cooperativismo surge como ferramenta importante para inclusão e redução de custos, reunindo mais da metade da produção agropecuária nacional.
Rodrigues destaca ainda que o Brasil precisa assumir maior protagonismo político para enfrentar desafios globais ligados à segurança alimentar e sustentabilidade, reforçando que agricultura é uma missão estratégica que ultrapassa o campo.
A empresa ComBio, que atua com energia térmica renovável para grandes indústrias, recebeu investimentos de dois bancos europeus de desenvolvimento: o alemão DEG e o francês Proparco. Ambas as instituições investiram US$ 10 milhões cada, por meio de fundos das gestoras SPX e Lightrock. Esses fundos entraram na ComBio em 2023, ano em que a companhia alcançou um faturamento de R$ 1 bilhão ao substituir combustíveis fósseis por biomassa para clientes como Grupo Votorantim e Klabin.
O aporte dos bancos não foi direto, mas um co-investimento via fundos que já possuem participação da companhia. O DEG entrou por meio da SPX, enquanto o Proparco, braço da Agência Francesa de Desenvolvimento, o fez pela Lightrock. Essa é a primeira operação do Proparco com foco climático no Brasil.
Para o DEG, o Brasil é um dos maiores mercados atuais, e investir na ComBio reforça o compromisso com fontes renováveis e a redução das emissões, segundo Monika Beck, membro do conselho do banco. O processo de due diligence durou cerca de um ano e meio.
A entrada dessas instituições representa um selo de confiança em termos de ESG, abre portas para novos clientes europeus e facilita o acesso a linhas de financiamento, como green bonds, afirmou o CEO Paulo Skaf Filho. O modelo de negócios da ComBio é o de full outsourcing, que inclui investimento, construção e gestão de caldeiras a vapor movidas a biomassa.
Com expectativa de triplicar o faturamento até 2030, a empresa planeja uma nova rodada de investimentos para 2027, contando com a estrutura reforçada por um financiamento de R$ 450 milhões obtido em 2024.
Groenlândia: riqueza em recursos naturais estratégicos e desafios ambientais
A Groenlândia é a maior ilha do mundo e possui vastas reservas de recursos naturais, incluindo lítio, elementos de terras raras e hidrocarbonetos comparáveis às reservas dos EUA. Sua riqueza mineral vem de uma história geológica de bilhões de anos, com depósitos de ouro, rubis e metais importantes para tecnologias modernas.
O derretimento da camada de gelo, acelerado pelas mudanças climáticas, revela essas reservas, criando um dilema entre explorar para a transição energética e preservar o meio ambiente. A extração enfrenta desafios ambientais e logísticos relevantes, e a política local regula a atividade mineradora.
O interesse internacional, como o dos Estados Unidos, pode pressionar por mudanças na exploração dos recursos. Minerais como disprósio e neodímio são estratégicos para energia renovável, mas a situação exige equilíbrio entre desenvolvimento econômico e conservação ambiental.
A Groenlândia, a maior ilha do mundo, é destaque por sua vasta riqueza em recursos naturais, incluindo depósitos significativos de lítio e elementos de terras raras (ETRs). Esses elementos são essenciais para tecnologias verdes, como baterias e motores elétricos. A ilha ainda possui grandes reservas de hidrocarbonetos, incluindo petróleo e gás, estimadas em 31 bilhões de barris equivalentes na costa nordeste, número comparável às reservas dos Estados Unidos.
As reservas minerais da Groenlândia resultam de uma história geológica que ultrapassa quatro bilhões de anos, com formações que incluem rochas antigas e até pedaços de ferro nativo. A ilha passou por períodos variados, como extensão da crosta terrestre e atividade vulcânica, que contribuíram para depósitos de ouro, rubis, grafite e metais como chumbo, cobre, ferro e zinco.
Destaca-se também o potencial para a extração de ETRs raros como o disprósio e o neodímio, que podem suprir uma parte significativa da demanda mundial futura. Esses minerais têm papel importante em energia renovável e tecnologias de ponta, porém sua mineração enfrenta desafios ambientais e logísticos, especialmente sob a camada de gelo que cobre a maior parte da ilha.
O derretimento de gelo, acelerado pelas mudanças climáticas, expõe essas reservas, mas cria um dilema entre explorar os recursos para a transição energética e evitar impactos ambientais graves, como aumento do nível do mar e perda da paisagem natural. Atualmente, a exploração é regulada pelo governo da Groenlândia, mas o interesse internacional, especialmente dos EUA, pode pressionar por mudanças nessa política.
Desafios econômicos ameaçam a sustentabilidade do produtor rural em 2026, alerta Roberto Rodrigues
O agronegócio brasileiro inicia 2026 com produção robusta, mas a renda dos produtores rurais está em queda. Custos elevados e juros altos pressionam a atividade, mesmo com aumento leve da safra.
Esse cenário ameaça a continuidade do trabalho no campo, podendo reduzir investimentos e áreas cultivadas nos próximos anos. A produtividade e o acesso a crédito são decisivos para o equilíbrio financeiro.
O cooperativismo surge como solução para reduzir custos e ampliar o crédito, especialmente para pequenos produtores. Roberto Rodrigues alerta para a necessidade de ampliar mercados e garantir sustentabilidade ao setor agrícola.
O agronegócio brasileiro começa 2026 em um cenário contraditório. A produção continua sólida, garantindo oferta interna e exportações. Porém, a renda do produtor rural se estreita, ameaçando a continuidade da atividade, conforme análises de Roberto Rodrigues, professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e Embaixador da FAO para o Cooperativismo.
Os custos de produção seguem em alta, enquanto os preços internacionais, medidos em dólar, recuam. Os juros, por volta de 20% ao ano, tornam inviável fechar as contas — até mesmo quem obtém 15% de lucro operacional pode encerrar o ciclo no vermelho.
Apesar da safra 2025/2026 projetada em 354,4 milhões de toneladas, um aumento leve de 0,6% em relação ao ano anterior, essa robustez não se traduz em ganhos para o produtor. Produzir mais sem aumento de renda pode resultar, nos próximos anos, em redução de investimentos e de áreas cultivadas.
A produtividade, afetada por fatores como clima e crédito, torna-se decisiva para o equilíbrio financeiro. Alguns setores, como café e pecuária, enfrentam desafios específicos, incluindo tarifas elevadas da China sobre a carne bovina.
Além disso, ajustes na indústria de fertilizantes impactam a eficiência dos insumos, refletindo na produtividade. O cooperativismo é apontado como um caminho para aumentar inclusão, reduzir custos e facilitar o acesso ao crédito, especialmente para pequenos produtores.
Rodrigues destaca ainda que o Brasil não aproveitou completamente seu peso político global na agropecuária. O desafio é ampliar mercados para acompanhar o crescimento da produção e garantir a sustentabilidade do setor.
FIIs: EQI ajusta carteira para janeiro com maior foco em fundos de escritórios
A carteira recomendada de FIIs da EQI Research para janeiro passa por ajustes, priorizando fundos de escritórios e reduzindo a participação em fundos híbridos.
O fundo Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) entra com peso de 5%, enquanto Guardian Real Estate (GARE11) e Pátria Renda Urbana (HGRU11) têm suas cotas reduzidas de 7,5% para 5% cada. Essa mudança acompanha o cenário de juros baixos e a reprecificação no setor.
A estratégia visa manter um perfil defensivo, aproveitando a baixa vacância e alta liquidez em locais como Paulista, Itaim Bibi e Vila Olímpia, em São Paulo. A carteira valorizou 3,21% em dezembro e acumula ganhos de 23,2% em 2025, superando o IFIX.
A carteira recomendada de FIIs da EQI Research para janeiro passou por ajustes, com maior atenção ao segmento de escritórios e redução em fundos híbridos. O fundo Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) entrou com peso de 5%, enquanto as participações em Guardian Real Estate (GARE11) e Pátria Renda Urbana (HGRU11) foram cortadas de 7,5% para 5% cada.
A analista Carolina Borges destaca que as mudanças refletem uma assimetria no mercado de escritórios, após um longo período de reprecificação, em um ambiente de Selic mais baixa. A estratégia mantém o perfil defensivo da carteira e aumenta a sensibilidade à queda dos juros.
O fundo RCRB11 foi incorporado por oferecer geração constante de renda, gestão ativa e forte presença em áreas corporativas consolidadas, com 80% da área locável nos bairros Paulista, Itaim Bibi e Vila Olímpia, em São Paulo. Estes locais têm baixa vacância e alta liquidez.
Além disso, o fundo negocia com desconto significativo frente ao valor patrimonial, com P/VP em torno de 0,7, o que oferece uma margem de segurança percebida como interessante por investidores.
No desempenho recente, a carteira valorizou 3,21% em dezembro, acompanhando o IFIX, que subiu 3,24%. Em 2025, o portfólio acumulou ganhos de 23,2%, superando o índice, que avançou 21,3%.
Estudo aponta que IA pode automatizar quase 10 milhões de empregos no Brasil
A Randstad Research divulgou um estudo sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho brasileiro. Quase 10 milhões de empregos, principalmente em funções repetitivas e administrativas, podem ser automatizados. Além disso, 17,3 milhões de trabalhadores terão aumento de produtividade, mas precisarão desenvolver novas habilidades.
O levantamento indica que surgirão cerca de 7,1 milhões de empregos em áreas de inovação e tecnologia até 2034, com destaque para setores de TI, telecomunicações e finanças. Setores como agricultura e construção devem manter estabilidade, com pouca influência da IA.
Apesar de 25% dos trabalhadores já utilizarem ferramentas de IA, 77% não receberam treinamento formal. O estudo alerta para a necessidade de investimento em qualificação e adaptação para garantir a empregabilidade diante das mudanças tecnológicas.
A Randstad Research divulgou um estudo que mostra como a inteligência artificial deve modificar o mercado de trabalho no Brasil nos próximos anos. Mesmo que o uso da tecnologia seja baixo, seus efeitos já são visíveis e devem crescer rápido. Atualmente, só 16,9% das médias e grandes indústrias adotam IA, enquanto 75% das empresas globais planejam usar essa tecnologia nos próximos cinco anos.
O levantamento indica quatro impactos principais da IA: automação, aumento da produtividade, criação de empregos e atividades estáveis. São quase 10 milhões de empregos que podem ser automatizados, principalmente funções repetitivas e administrativas. Outros 17,3 milhões de trabalhadores devem ver sua produtividade aumentar sem perder o emprego, mas exigindo novas habilidades.
Além disso, prevê-se o surgimento de 7,1 milhões de novas vagas até 2034, focadas em inovação e tecnologia, especialmente em áreas como TI, telecomunicações e finanças. Contrariamente, setores como agricultura e construção terão pouca interferência da IA e estabilidade nas funções.
Uma pesquisa qualitativa com mais de 800 brasileiros revelou que um quarto dos trabalhadores já usa ferramentas de IA, mas 77% não receberam treinamento formal, apesar de que 87,6% têm interesse em aprender. Também há preocupação: 60% temem perder seus empregos para a automação, principalmente em setores administrativos e financeiros.
O estudo recomenda que empresas invistam em qualificação contínua e na adoção responsável da IA, preparando equipes e líderes para as mudanças. A adaptabilidade será fundamental para que os profissionais mantenham a empregabilidade na próxima década.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação