Carnaval de Vitória 2026: confira como foi a primeira noite dos desfiles do Grupo Especial
A primeira noite do Carnaval de Vitória 2026 animou o Sambão do Povo com desfiles do Grupo Especial que uniram tradição, crítica social e cultura regional. As escolas Pega no Samba, Novo Império, Unidos de Jucutuquara, Mocidade Unida da Glória e Imperatriz do Forte apresentaram temas variados, destacando ancestralidade, meio ambiente e representatividade feminina.
A Pega no Samba abriu com um enredo sobre a proteção ambiental e a fé na Umbanda, evidenciando a saíra-apunhalada, espécie rara da Mata Atlântica. Já a Novo Império celebrou a força e sabedoria feminina, enquanto a Unidos de Jucutuquara destacou a personagem Maria Padilha e sua importância cultural nas tradições afro-brasileiras.
A Mocidade Unida da Glória homenageou a cientista Teresa da Baviera e reforçou a preservação ambiental. Por fim, a Imperatriz do Forte ressaltou as raízes africanas Jeje, Banto e Ketu, com um desfile que valorizou a resistência, a ancestralidade e o samba.
A primeira noite do Carnaval de Vitória 2026 animou o Sambão do Povo com desfiles do Grupo Especial que misturaram tradição, crítica social e cultura regional. As escolas Pega no Samba, Novo Império, Unidos de Jucutuquara, Mocidade Unida da Glória e Imperatriz do Forte apresentaram enredos variados, com mensagens ligadas à ancestralidade, meio ambiente, representatividade feminina e religiosidade.
A Pega no Samba abriu o evento com o tema “Okê Caboclo Sete Flechas – Guardião Ancestral da Natureza”. Suas 20 alas mostraram a relação entre proteção ambiental e a fé nas entidades da Umbanda. Uma das alas destacou a saíra-apunhalada, ave rara da Mata Atlântica capixaba, simbolizando a preservação local.
A Novo Império elevou o protagonismo feminino com o enredo “Aruanayê – guardiãs dos mistérios ancestrais”, celebrando a mulher como guardiã da sabedoria e espiritualidade. Apesar de problemas técnicos e falta de algumas fantasias, o público manteve apoio intenso.
Unidos de Jucutuquara levou à avenida o enredo “Arreda, homem, que aí vem mulher”, focando na figura de Maria Padilha e sua força ancestral dentro das tradições afro-brasileiras, conectando história, cultura e memória.
A Mocidade Unida da Glória destacou a cientista Teresa da Baviera, que catalogou a biodiversidade capixaba em 1888. O desfile mostrou a importância da preservação ambiental usando símbolos como colibris e orquídeas.
Encerrando a noite, a Imperatriz do Forte propôs “Xirê: Festejo às Raízes”, celebrando as matrizes africanas Jeje, Banto e Ketu. Com 20 alas e quatro carros alegóricos, o desfile reforçou a conexão entre samba, resistência e ancestralidade.
Revoluções Passivas e a Cidadania de Papel: desafios da juventude periférica
A análise aborda o conflito de adolescentes em atos infracionais a partir do pensamento de Antonio Gramsci, destacando o conceito de cidadania de papel. Esse conceito ilustra a exclusão social dos jovens da periferia, que enfrentam falta de dignidade, educação e trabalho e são empurrados para o sistema repressivo.
O Direito, em vez de proteger, funciona como ferramenta para manter a ordem social, refletindo a “revolução passiva” que limita mudanças estruturais. O Estatuto da Criança e do Adolescente, apesar dos avanços, convive com práticas punitivas e excludentes que distanciam a norma da realidade.
O silêncio dos jovens diante das autoridades simboliza resistência contra a marginalização, e a superação das desigualdades sociais é fundamental para garantir segurança duradoura e proteção dos direitos juvenis.
Ao analisar o conflito envolvendo adolescentes em atos infracionais, é essencial recorrer ao pensamento de Antonio Gramsci para compreender como instituições de controle atuam na disputa entre consenso e coerção. O conceito de cidadania de papel ilustra a situação do jovem da periferia que, diante da ausência de dignidade, educação e trabalho, enfrenta um sistema que o exclui socialmente e o direciona para vias ilícitas, como o tráfico de drogas.
Nesse cenário, o Direito, antes proteção, torna-se ferramenta para gerir o conflito social e manter a ordem estabelecida, refletindo a chamada “revolução passiva” gravada por Gramsci. Nela, medidas superficiais e reformas pontuais buscam neutralizar os conflitos sem provocar mudanças estruturais, oferecendo apenas paliativos que mascaram a desigualdade material e social persistente.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), embora representa avanço jurídico, convive com práticas que ainda remetem a uma lógica punitiva e excludente, mostrando a distância entre a norma e a realidade. Na linguagem oficial, termos suaves substituem expressões duras, criando uma burocracia que distorce o sofrimento em procedimentos formais, enquanto a juventude periférica percebe a neutralidade do Estado como um reflexo da divisão de classes.
Para o policial que deseja agir com consciência crítica, o desafio é trabalhar a tensão entre as limitações do sistema e a proteção legal dos direitos, utilizando o garantismo como escudo. No limite, a segurança duradoura dependerá da superação das desigualdades que alimentam esse ciclo de exclusão e violência.
O silêncio do jovem diante das autoridades é, muitas vezes, um gesto de resistência e denúncia contra as estruturas que o marginalizam, representando a complexidade do exercício da cidadania nessa realidade.
Kirara amplia a complexidade de Jujutsu Kaisen com novos poderes e debates
O episódio recente de Jujutsu Kaisen destaca Kirara, que apresenta uma nova abordagem de poderes e conflitos na trama. Sua saída da escola jujutsu, junto a Hakari, expõe um choque entre tradições antigas e técnicas modernas, como feitiços ligados a elementos urbanos.
Kirara, personagem transexual, enfrenta rejeições simbólicas e técnicas, incorporando temas importantes à narrativa sem apelos excessivos. Sua técnica baseada em constelações permite estratégias complexas, desafiando os personagens em batalhas intensas.
Além disso, a presença de Kirara levanta discussões sobre preconceito e evolução das artes amaldiçoadas, enriquecendo a profundidade da série. A qualidade da animação destaca ainda mais a força e singularidade de seus poderes.
O episódio recente de Jujutsu Kaisen destacou Kirara, revelando sua importância na narrativa e seu poder único. Sua decisão de deixar a escola jujutsu ao lado de Hakari não foi impulsiva, mas resultado de um choque com a ala conservadora da escola, que valoriza apenas feitiços tradicionais baseados em símbolos antigos.
Kirara e Hakari representam a quebra desse padrão, trazendo técnicas modernas como feitiços que envolvem elementos urbanos e jogos de azar japoneses, como pachinko. Isso gera um debate dentro da história sobre a evolução das artes amaldiçoadas e o conflito entre tradição e inovação.
Além desse aspecto, Kirara se destaca por sua trajetória pessoal. A personagem, revelada como transexual, enfrenta uma rejeição simbólica e técnica, o que empurra seu afastamento da escola. A obra apresenta essa temática de modo sutil, integrando-a à trama sem apelo excessivo.
Quanto à técnica de Kirara, ela funciona como uma constelação de cinco estrelas, onde cada marcação possui um nome e cria forças de atração ou repulsão entre pessoas e objetos. Essa característica possibilita estratégias complexas em batalhas, exigindo que os personagens sigam um caminho específico entre as “estrelas” para avançar.
Megumi, ao compreender essa dinâmica, consegue inverter a situação, usando Inteligência e controle do ambiente para superar Kirara em combate. O episódio também chamou atenção pela qualidade da animação e pelos animadores que traduziram visualmente um poder complexo.
Kirara, assim, representa mais que uma adversária: sua presença levanta temas sobre preconceito, evolução do jujutsu e conflitos ideológicos, enriquecendo o universo da série.
EUA eliminam tarifa de 25% sobre importações da Índia a partir de fevereiro
O governo dos Estados Unidos anunciou a suspensão da tarifa de 25% aplicada sobre importações provenientes da Índia. A medida, que entra em vigor a partir de 7 de fevereiro, foi tomada após negociações bilaterais e visa eliminar uma barreira comercial imposta em função das compras indianas de petróleo russo.
O ministro do Comércio da Índia informou que as negociações devem resultar em um acordo comercial conjunto em poucos dias. A expectativa é de que esse movimento fortaleça a relação econômica entre os dois países e amplie as oportunidades de comércio e investimento.
Além da retirada das tarifas, a Índia também se comprometeu a aumentar as compras de produtos norte-americanos em diversos setores, como energia, tecnologia, agricultura e carvão, elevando o potencial econômico de ambas as nações.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que suspende a tarifa de 25% sobre importações vindas da Índia. Essa tarifa havia sido implementada em resposta às compras indianas de petróleo russo e será eliminada a partir de 7 de fevereiro.
O ministro do Comércio da Índia, Piyush Goyal, informou que as negociações entre os dois países devem resultar em uma declaração conjunta para um acordo comercial bilateral dentro de quatro a cinco dias.
Anteriormente, em 2 de fevereiro, Trump havia anunciado que, a pedido do primeiro-ministro Narendra Modi, concordou em reduzir as tarifas das importações indianas para 18%. Além disso, Modi prometeu aumentar as compras de produtos norte-americanos em mais de US$ 500 bilhões, envolvendo setores como energia, tecnologia, agricultura e carvão.
Essa decisão marca um movimento para fortalecer a relação comercial entre Índia e Estados Unidos, ampliando o comércio bilateral e reduzindo barreiras tarifárias. A expectativa é que o acordo traga maior dinamismo econômico para ambos os países, com a Índia ampliando suas compras de produtos americanos e o mercado americano ganhando acesso facilitado a diversos itens importados.
Essa alteração nas tarifas ocorre em meio a negociações contínuas que refletem um interesse mútuo em ampliar o comércio e investimentos entre as duas nações, além de fortalecer parcerias estratégicas em diversas áreas.
Polícia Civil não descarta relação entre morte de Dante e caso Araceli
O delegado-geral do Espírito Santo, José Darcy Arruda, afirmou que a conexão entre a morte de Dante de Brito Michelini e o caso Araceli não pode ser descartada. Dante foi investigado e posteriormente inocentado no caso de 1973.
As investigações agora analisam todas as hipóteses, incluindo histórico de Dante, venda do imóvel e relações familiares. A polícia descartou latrocínio e procura a cabeça do homem, o que pode indicar crime por encomenda ou ato de sadismo.
O delegado-geral do Espírito Santo, José Darcy Arruda, afirmou que não se pode descartar ligação entre a morte de Dante de Brito Michelini, conhecido como Dantinho, e o caso Araceli, que teve repercussão em 1973. Dante foi um dos investigados na época, condenado e depois inocentado.
José Darcy confirmou que as investigações vão considerar todas as hipóteses. Ele destacou que, além do histórico de Dante, a situação da venda do imóvel onde ocorreu o crime e as relações familiares serão analisadas com cautela.
Inicialmente, a polícia considerou latrocínio, pois alguns pertences de Dante sumiram. Porém, esses foram encontrados nos escombros da casa incendiada logo após o crime, descartando essa possibilidade.
A cabeça de Dante, decapitada, ainda não foi localizada. A polícia esvaziou a piscina do sítio onde ele morava, à procura da cabeça, encontrando apenas carcaças de tartarugas. Esse ato pode indicar crime por encomenda, com evidência para quem contratou, ou ação de sadismo do autor.
O delegado Fabrício Dutra, do DEHPP, destacou a precisão do corte na decapitação, diferente do que ocorre normalmente, e evidências de que Dante foi morto por facadas, com duas marcas encontradas no tórax dele. O trabalho da Polícia Científica confirmou a cena de homicídio clara.
(Des)controle aborda o alcoolismo feminino e os desafios para buscar ajuda
O filme (Des)controle retrata o alcoolismo feminino, evidenciando como a doença afeta mulheres de forma única. A trama acompanha Kátia, personagem vivida por Carolina Dieckmann, que enfrenta o vício e a dificuldade de ser aceita em sua rede de apoio.
Baseado na experiência pessoal da roteirista Iafa Britz, o filme destaca a importância de quebrar o silêncio e incentivar quem sofre a procurar ajuda. As diretoras reforçam a necessidade de dar voz a esse tema na sociedade.
A amizade e o apoio emocional são elementos centrais na história, mostrando que acolhimento e compreensão são essenciais na luta contra o alcoolismo feminino.
O filme (Des)controle aborda o alcoolismo feminino mostrando como esta doença afeta mulheres de forma distinta dos homens, misturando julgamentos sociais com perigos específicos. Carolina Dieckmann vive Kátia, personagem que enfrenta a luta contra o vício enquanto tenta manter uma rede de apoio, que inicialmente não aceita. A trama destaca a dificuldade de reconhecer a dependência e a importância de pedir ajuda para a recuperação.
A roteirista Iafa Britz baseou o roteiro em suas experiências pessoais, desejando que seu filme pudesse servir de identificação para quem enfrenta o problema. As diretoras Rosane Svartman e Carol Minêm reforçam que esse tema precisa ganhar espaço para quebrar o silêncio sobre o tema.
Para interpretar Kátia de forma realista, Carolina fez preparação intensiva, incluindo visitas a reuniões de Alcoólicos Anônimos, aprimorando tanto a expressão mental quanto corporal para refletir os efeitos do vício. Uma cena marcante é a transformação da personagem sob o efeito do álcool, representada simbolicamente por sua alter ego, que evidencia a perda de controle.
A amizade feminina surge como ponto vital na trama, personificada por Júlia Rabello, que interpreta Léo, amiga próxima de Kátia. A relação de apoio é retratada sem julgamentos, mostrando a importância do afeto na luta contra o alcoolismo feminino.
Disney Lorcana amplia o multiverso dos personagens Disney
Disney Lorcana é um jogo de cartas colecionáveis que conecta personagens e versões alternativas inéditas da Disney, expandindo o conceito conhecido do multiverso. No jogo, os participantes são Iluminadores que invocam personagens usando tinta mágica, criando novas interpretações além das versões dos filmes.
Diferente das produções oficiais da Disney, que mantêm seus universos separados, Lorcana permite a interação entre personagens de franquias distintas, promovendo narrativas paralelas e sinergias entre mundos. A tinta usada no jogo é um elemento central que reforça a existência e a identidade dessas múltiplas versões.
Assim, Disney Lorcana deixa de ser apenas um jogo e se transforma em uma plataforma criativa para novas histórias, complementando o universo tradicional da Disney. Isso oferece aos fãs a oportunidade de explorar um multiverso oficial e paralelo, com experiências inéditas e conexões emocionais entre personagens.
Disney Lorcana é um jogo de cartas colecionáveis que vai além da jogabilidade tradicional, propondo uma expansão no multiverso Disney. O título conecta personagens, mundos e versões alternativas inéditas, dando aos fãs uma nova forma de explorar esse universo tão conhecido.
No jogo, os participantes assumem o papel de Iluminadores, capazes de invocar versões alternativas de personagens por meio da tinta mágica. Essas representações não são exatamente as dos filmes, mas sim novas interpretações que coexistem, aumentando o conceito de multiverso dentro da Disney.
Personagens icônicos como Mickey, Elsa e Stich aparecem em múltiplas versões, cada uma com habilidades e visuais distintos. Essas variações representam diferentes momentos, personalidades e abordagens que não aparecem no cinema, criando um ambiente onde várias histórias podem coexistir e interagir.
Ao contrário das produções oficiais da Disney, que mantêm universos separados, Disney Lorcana permite que personagens de franquias diferentes compartilhem o mesmo espaço e criem sinergias. Esse encontro de mundos distintos possibilita narrativas paralelas que se fundem, levando a experiências inéditas para os jogadores.
A tinta, usada como recurso central, serve também como elemento narrativo que justifica a existência do multiverso. Cada tipo de tinta carrega uma identidade emocional e moral, ajudando a construir o universo e a aprofundar as conexões entre as versões dos personagens.
Disney Lorcana deixa de ser apenas um jogo para se tornar uma plataforma de experimentação criativa, onde novas histórias são criadas, complementando o cânone tradicional da Disney e oferecendo um multiverso oficial e paralelo para os fãs explorarem.
Câmera é instalada em buraco na geleira Thwaites, na Antártida, para monitoramento
A equipe do British Antarctic Survey e do Korea Polar Research Institute instalou uma câmera em um buraco de aproximadamente 30 cm de diâmetro perfurado na geleira Thwaites, na Antártida. Este monitoramento visa captar imagens e dados internos dessa massa de gelo considerada uma das mais instáveis do planeta.
A geleira Thwaites tem grande importância no aumento do nível do mar, contribuindo atualmente com 4% do acréscimo anual. O estudo das águas quentes em sua base é fundamental para entender o avanço do derretimento e seus efeitos.
Apesar de dificuldades durante a coleta, como aparelhos presos no gelo, os dados reunidos são essenciais para prever os impactos das mudanças climáticas e orientar futuras pesquisas sobre essa região crítica.
Nos confins da Antártida, a geleira Thwaites, apelidada de “geleira do fim do mundo”, representa uma das maiores e mais instáveis massas de gelo do planeta. Seu derretimento pode causar uma elevação significativa do nível do mar global, um cenário que preocupa cientistas. Parte da geleira já está próxima do colapso, o que motiva diversas expedições para entender os efeitos da água quente sob seu gelo.
A última missão, liderada pelo British Antarctic Survey (BAS) e Korea Polar Research Institute (KOPRI), instalou instrumentos oceanográficos para medir a dinâmica marítima sob a geleira. Para isso, a equipe passou mais de uma semana perfurando cerca de mil metros no gelo usando água quente, possibilitando imagens internas e análise das camadas e grutas da massa de gelo. O buraco, com 30 cm de diâmetro, precisava de manutenção constante devido às baixas temperaturas e ao movimento diário da geleira, que chega a 9 metros.
Os dados coletados indicam a presença de águas relativamente quentes capazes de acelerar o derretimento da base da geleira. Atualmente, a Thwaites contribui com cerca de 4% do aumento anual do nível do mar. Apesar de um contratempo no final da expedição, quando equipamentos ficaram presos e limitaram a coleta de dados, o trabalho forneceu informações valiosas para futuras pesquisas sobre a evolução dessa importante massa de gelo.
O monitoramento contínuo da geleira Thwaites é essencial para compreender os riscos associados ao aumento do nível do mar e suas consequências globais, já que o derretimento dessa geleira pode desencadear mudanças significativas para diversas regiões costeiras no mundo.
Steve Carell protagoniza comédia universitária na HBO Max
“Rooster” é a nova série de comédia da HBO Max que traz Steve Carell no papel de Greg Russo, um escritor renomado que se envolve no tumulto do ambiente universitário ao ajudar sua filha.
Na trama, Greg enfrenta os desafios do cotidiano acadêmico, desde festas até confrontos com a direção da faculdade, enquanto lida com questões pessoais da família. A série combina humor e drama familiar em 10 episódios.
Criada por Bill Lawrence e Matt Tarses, a produção estreia em 8 de março e reúne um elenco diversificado, explorando o lado cômico e complexo da vida universitária.
Rooster é a nova série de comédia da HBO Max que traz Steve Carell de volta às telas. A trama gira em torno de Greg Russo, um escritor famoso por romances policiais, que vai ajudar a filha, Katie, em meio ao caos universitário. Ao se mudar para o campus, ele enfrenta situações inesperadas e conflitos com o reitor da instituição.
Na história, Katie sofreu um incêndio acidental que atingiu a faculdade e teve seu casamento desfeito, enquanto o ex-marido se envolveu com uma aluna de pós-graduação. Greg, interpretado por Carell, se vê no meio de festas e confusões típicas de uma universidade, onde os estudantes o confundem com seu personagem literário durão, “Rooster”.
A série é criação de Bill Lawrence e Matt Tarses, responsáveis por sucessos como Scrubs e Ted Lasso. Além de Carell, o elenco inclui Phil Dunster, Danielle Deadwyler, Lauren Tsai e John C. McGinley, que retorna à parceria com Carell em cena.
Com 10 episódios previstos para serem lançados semanalmente, a produção mistura humor ácido com drama familiar, mostrando Greg tentando conciliar sua vida pessoal com o novo papel no ambiente acadêmico. A estreia está marcada para 8 de março, na HBO Max.
Se você gosta de comédias que exploram relações familiares e sátiras ao universo universitário, Rooster pode ser uma opção para acompanhar nas próximas semanas.
Limitar o acesso de menores de 16 anos às redes sociais protege de verdade?
A discussão sobre restringir o acesso às redes sociais para menores de 16 anos reacende o debate sobre a proteção digital de jovens. Na Europa, a idade mínima varia entre 13 e 16 anos, com a Espanha adotando 14 anos como limite.
Estudos indicam que o uso precoce das redes pode aumentar riscos como exposição a conteúdos inadequados e impactos na saúde mental. O modelo dessas plataformas estimula o engajamento, podendo expor crianças a conteúdos nocivos.
Especialistas defendem que a proibição precisa estar acompanhada de educação digital, fiscalização das plataformas e envolvimento dos pais para garantir um ambiente online mais seguro.
A recente discussão sobre a limitação da idade de acesso às redes sociais na Espanha reacende um debate complexo que envolve proteção digital para menores de idade. Embora o governo espanhol proponha proibir o uso dessas plataformas para menores de 16 anos, o Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE permite que essa idade varie entre 13 e 16 anos, ficando a Espanha com o limite de 14 anos.
Estudos como os da EU Kids Online e relatórios do UNICEF mostram um crescente risco digital para crianças e adolescentes, incluindo exposição precoce a celulares, pornografia e redes sociais. Esses dados indicam que o uso dessas tecnologias às vezes agrava problemas de saúde mental, assédio e comportamentos nocivos entre os jovens.
Além do limite etário, há uma preocupação com o modelo de negócios dessas plataformas, que exploram mecanismos de engajamento, como o scroll infinito, para manter a atenção do usuário e monetizar a privacidade. Algoritmos promovem conteúdos polarizados e podem facilitar a exposição a discursos de ódio e pornografia.
Especialistas defendem que a proibição deve ser acompanhada por medidas mais amplas, como políticas públicas que incluam educação digital, responsabilização das escolas e fiscalização rigorosa das plataformas digitais. Pais e educadores também desempenham papel fundamental, já que o primeiro contato das crianças com as redes é muitas vezes mediado por eles.
Para garantir um uso digital seguro, é necessário um esforço conjunto entre governo, sociedade, familiares e empresas, para proteger a saúde mental e o desenvolvimento social das crianças e adolescentes.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação