Saída do presidente gera corrida por alimentos na Venezuela
A saída do presidente Nicolás Maduro da Venezuela provocou uma corrida aos supermercados em busca de alimentos e suprimentos essenciais. Filas se formaram em Caracas, com produtos básicos como água e papel higiênico logo esgotados.
A crise política gerou insegurança alimentar e queda nos serviços essenciais, como eletricidade e internet. Moradores de várias regiões demonstraram preocupação e estocaram itens para proteger suas famílias diante do cenário incerto.
Além dos bombardeios e danos a prédios, a situação agravou-se com restrições e tensão nas ruas, reforçando o clima de instabilidade econômica e social no país.
Com a captura do líder Nicolás Maduro e ataques aéreos dos Estados Unidos na capital, os venezuelanos correram para os supermercados em busca de alimentos e suprimentos básicos. Na manhã de sábado (3), filas se formaram diante de lojas abertas em Caracas, enquanto a maioria permanecia fechada.
Produtos como água, papel higiênico e alimentos foram rapidamente adquiridos, refletindo a insegurança alimentar crescente no país. Ruas com pouco movimento, quedas na eletricidade e falhas em provedores privados de internet indicam o impacto dos ataques. Em bairros como Plaza Venezuela e La Candelaria, moradores demonstraram preocupação com o agravamento da crise.
Na cidade de Valência, a ninguém parecia claro o desenrolar dos acontecimentos, o que aumentou a ansiedade. Consumidores compraram grandes quantidades de itens básicos para garantir o abastecimento de suas famílias, principalmente idosos e crianças. Em regiões fronteiriças como Zulia e Táchira, o temor pela extensão dos conflitos também motivou compras antecipadas.
Em áreas afetadas pelos bombardeios, houve relatos de danos a prédios residenciais e restrições de acesso controladas por apoiadores do governo. A governadora do estado de Sucre convocou manifestantes contra a intervenção. Enquanto isso, o racionamento de combustíveis e a atuação de grupos armados intensificam o clima de tensão nas ruas.
A mobilização para estocar alimentos evidencia o receio diante da instabilidade política e econômica. Com serviços básicos comprometidos, muitos venezuelanos buscam proteger sua sobrevivência diante do cenário incerto que o país enfrenta.
Entenda a indústria petrolífera da Venezuela que Trump quer estimular
A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, mas enfrenta grande queda na produção devido à falta de investimentos e sanções internacionais. Trump afirmou que os EUA poderiam ajudar a recuperar a indústria petrolífera local, com potencial para gerar grandes receitas.
Atualmente, a produção é cerca de 1% da oferta global, afetada por problemas técnicos e financeiros da estatal PDVSA. A Chevron é a única grande empresa ocidental que ainda atua no país, mantendo operações e exportando parte do petróleo para os EUA.
Especialistas alertam que a recuperação exigiria bilhões de dólares e muitos anos, além de uma complexa reestruturação. Mesmo com apoio externo, o aumento significativo da produção venezuelana será desafiador e demandará investimentos robustos.
Em coletiva, o ex-presidente Donald Trump afirmou que a indústria petrolífera da Venezuela faria muito dinheiro com o apoio dos Estados Unidos. Segundo ele, empresas americanas poderiam investir bilhões para reparar a infraestrutura do petróleo no país, danificada após anos de descuido. Trump destacou que a produção atual é muito inferior ao potencial do país.
A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, estimadas em mais de 300 bilhões de barris. Entretanto, o país produz hoje cerca de 1 milhão de barris por dia, o que representa aproximadamente 1% da oferta global. Essa queda acentuada ocorre devido à deterioração das instalações, cortes frequentes de energia e falta de investimentos.
A estatal PDVSA enfrenta problemas financeiros e técnicos para recuperar a produção, que já foi superior a 2 milhões de barris diários na última década. Sanções dos EUA limitaram as exportações, que agora são principalmente para a China. No meio disso, a Chevron é a única grande petrolífera ocidental que ainda opera no país, produzindo cerca de um quarto do petróleo venezuelano.
A Chevron mantém projetos onshore e offshore, exportando metade de sua produção para os Estados Unidos. Com as recentes ações políticas americanas, a empresa ressaltou seu compromisso com a segurança dos funcionários e operações locais, além do apoio a uma transição pacífica no país.
Especialistas apontam que recuperar a produção venezuelana custaria bilhões de dólares e levaria anos. Mesmo com controle americano, o processo será complexo e envolve altos investimentos para alcançar um aumento significativo na produção de petróleo.
Chefe do Fed de Filadélfia sinaliza possíveis cortes de juros, mas com cautela
A presidente do Fed da Filadélfia, Anna Paulson, indicou que cortes de juros podem ocorrer caso a inflação desacelere, mas ressaltou que isso não deve acontecer tão cedo.
Paulson mostrou otimismo cauteloso sobre a redução das pressões inflacionárias e disse que o banco central pode realizar ajustes modestos nas taxas ainda neste ano, dependendo do cenário econômico.
Ela também destacou a complexidade do mercado de trabalho, mencionando sinais contraditórios, e enfatizou a necessidade de monitorar dados para definir futuros movimentos na política monetária.
A presidente do Federal Reserve (Fed) da Filadélfia, Anna Paulson, indicou que o Fed pode voltar a cortar os juros caso a inflação mostre sinais claros de desaceleração. No entanto, ela destacou que não espera que esses cortes aconteçam tão cedo. Atualmente, a taxa dos Fed Funds está entre 3,5% e 3,75%, um patamar considerado ainda “um pouco restritivo”.
Paulson declarou estar “cautelosamente otimista” com a possibilidade de as pressões inflacionárias diminuírem nos próximos meses. Se o cenário econômico se mantiver estável e os preços desacelerarem, o banco central poderia realizar “ajustes modestos adicionais” na taxa de juros ainda neste ano.
A dirigente lembrou seu apoio aos três cortes de 25 pontos-base feitos no outono, visando suavizar um mercado de trabalho que tem mostrado sinais de enfraquecimento. Ela citou que os membros do Fed recebem “sinais divergentes” sobre a saúde do emprego, o que sugere um mercado que está “se dobrando, mas não quebrando”.
Enquanto aguarda mais dados para avaliar um possível movimento, Paulson sinalizou cautela. A ata da reunião de política monetária de dezembro revelou que alguns membros do Fed têm dúvidas sobre novas reduções de juros no curto prazo, e investidores já esperam manutenção das taxas no próximo encontro.
O posicionamento da presidente do Fed da Filadélfia reflete a atenção do banco central em equilibrar estímulo com controle da inflação, mantendo a política monetária sob vigilância próxima para o desenvolvimento econômico dos EUA.
Vice-presidente da Venezuela reafirma legitimidade de Maduro e exige sua libertação imediata
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro, alegando que ele teria sido capturado por militares dos Estados Unidos após ataques ao país.
Ela enfatizou que Maduro é o único presidente legítimo da Venezuela e alertou contra tentativas externas de controlar os recursos naturais venezuelanos, ativando órgãos do Estado para proteger o território.
Rodríguez destacou a importância da união entre os poderes e a sociedade para defender a soberania nacional, agradeceu a solidariedade internacional e alertou sobre o risco da imposição da força em outros países.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu neste sábado (3) a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro, que teria sido capturado por militares dos Estados Unidos após ataques contra o país. Em pronunciamento na TV estatal, Rodríguez afirmou que Maduro é o único presidente legítimo e reforçou que a Venezuela não aceitará ser colônia de nenhuma potência.
Delcy declarou que Maduro foi “sequestrado” por volta da 1h58 (horário local) e considerou a ação uma tentativa dos EUA de controlar os recursos naturais venezuelanos sob pretextos falsos. Ela informou que, por decreto presidencial, ativou todos os órgãos do Estado para proteger o território contra invasões.
A vice-presidente pediu união entre Poderes e cidadãos para defender a soberania e a integridade do país. Durante o pronunciamento, agradeceu a solidariedade internacional e alertou que o que aconteceu na Venezuela pode ocorrer em qualquer outra nação, destacando o uso da força para impor vontade política.
O discurso de Delcy veio minutos após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar em coletiva que Washington comandaria o país até uma “transição segura” e admitiu que empresas norte-americanas explorariam os recursos petrolíferos venezuelanos.
Além de Delcy, participaram do Conselho de Defesa da Nação o ministro da Defesa Vladimir Padrino López, o ministro do Interior Diosdado Cabello e a presidente do Tribunal Superior de Justiça, Caryslia Rodríguez.
Reações globais à intervenção dos EUA na Venezuela: entre polêmica e apoio
O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que resultou na deposição do presidente Nicolás Maduro, gerou diversas reações pelo mundo.
Autoridades de países como Alemanha, Argentina e Brasil emitiram opiniões diferentes sobre a intervenção, refletindo uma divisão global.
Enquanto alguns defendem a transição política e a recuperação da democracia, outros condenam a ação como uma violação da soberania venezuelana e um risco para a estabilidade internacional.
O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrido no sábado (3), que resultou na deposição do presidente Nicolás Maduro, gerou reações diversas no cenário internacional. Autoridades de vários países expressaram opiniões divergentes sobre a intervenção militar.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, ressaltou que a análise jurídica da ação levará tempo e destacou a necessidade de manter a estabilidade política na Venezuela, garantindo uma transição eleitoral legítima. O presidente argentino, Javier Milei, celebrou a captura de Maduro, comparando a situação venezuelana à experiência cubana dos anos 1960.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou os bombardeios e afirmou que a operação ultrapassa limites aceitáveis, ameaçando a soberania venezuelana e criando um precedente perigoso para a comunidade internacional. A Bolívia apoiou a “recuperação da democracia” na Venezuela, enquanto a Colômbia manifestou preocupação com as ações, enfatizando o compromisso com os princípios da Carta das Nações Unidas.
Chile e México também repudiaram o ataque, defendendo soluções pacíficas baseadas no diálogo e o respeito ao direito internacional. A China qualificou a ação como uma violação à soberania da Venezuela e um ato de hegemonia dos EUA, enquanto Cuba classificou os ataques como criminosos.
O governo do Reino Unido se mostrou satisfeito com o fim do mandato de Maduro, buscando uma transição pacífica. Já a Rússia expressou solidariedade ao povo venezuelano e a importância de evitar escaladas por meio do diálogo.
Essas manifestações mostram a complexidade e a divisão global em torno da operação, refletindo diferentes perspectivas sobre soberania, legalidade e os rumos políticos da Venezuela.
Conselho de Segurança da ONU marca reunião após ação dos EUA na Venezuela
O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião para discutir a recente intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à deposição do presidente Nicolás Maduro. O secretário-geral António Guterres alertou para os riscos dessa ação, destacando a importância da legalidade e da Carta das Nações Unidas.
A solicitação da reunião partiu da Colômbia e recebeu o apoio da Rússia e da China, refletindo as tensões entre Washington e Caracas. Nos encontros anteriores, já foram abordadas questões relacionadas à situação venezuelana, que permanece instável.
Além da ação militar, os EUA intensificaram a presença na região, aplicando bloqueios e sanções econômicas contra a Venezuela. A diplomacia global acompanha atentos às consequências desse conflito e à defesa da soberania do país sul-americano.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas marcará reunião nesta segunda-feira (5), após o ataque dos Estados Unidos na Venezuela que levou à deposição do presidente Nicolás Maduro. O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou a ação como um precedente perigoso, ressaltando a importância do respeito ao direito internacional e à Carta da ONU.
A Colômbia solicitou a convocação do Conselho, com apoio da Rússia e China, em meio a tensões crescentes entre Washington e Caracas. Em outubro e dezembro, já ocorreram encontros para tratar dessa situação. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que Washington gerenciará a Venezuela “até o momento em que possamos fazer uma transição segura, adequada e criteriosa”, mas sem detalhes sobre como isso será feito.
O embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada, acusou os EUA de promoverem uma “guerra colonial” para derrubar um governo eleito e impor um regime que facilite a exploração das vastas reservas de petróleo do país. Ele afirmou que os Estados Unidos violaram a Carta da ONU ao usar força contra a integridade territorial da Venezuela.
A ação militar recente dos EUA também envolveu a intensificação da presença militar na região, bloqueio de embarcações e interceptação de navios-tanque com petróleo venezuelano, parte das sanções que Washington impõe contra o país sul-americano.
Presidente da Eurasia diz ser difícil ter eleições livres e justas na Venezuela alinhadas aos EUA
O presidente da consultoria Eurasia, Ian Bremmer, afirmou ser difícil imaginar eleições democráticas totalmente livres e justas na Venezuela num curto prazo, diante da recente intervenção militar dos Estados Unidos. Na madrugada do dia 3, os EUA capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, e mantêm controle até uma transição política.
Bremmer explicou que o objetivo do governo americano é substituir Maduro por um regime mais estável, mas reconheceu que o cenário para eleições livres está distante e complicado. Ele destacou que os militares venezuelanos só colaboraram por acreditar que o país não seria entregue à oposição.
O especialista enfatizou a insegurança política na Venezuela, descrevendo o ambiente como uma “lei da selva”, com alianças instáveis e hostilidades repentinas. Apesar da mudança no comando, o caminho para eleições democráticas ainda é incerto e repleto de desafios.
O presidente e fundador da consultoria Eurasia, Ian Bremmer, considerou “difícil” imaginar eleições democráticas “totalmente livres e justas” na Venezuela em curto prazo após a recente intervenção dos Estados Unidos. Na madrugada deste sábado (3), os EUA lançaram uma ação militar no país que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa Cilia Flores, confirmação dada pelo presidente Donald Trump.
Trump declarou que as forças militares americanas permanecerão na Venezuela por tempo indeterminado e exercerão controle até que seja realizada uma transição política. Bremmer explicou que o objetivo do governo Trump era destituir Maduro e estabelecer um novo regime “estável e flexível” no país. Segundo ele, a retirada de Maduro já foi alcançada, e o acordo político é o próximo passo, embora com dificuldades evidentes para eleições livres e justas nesse cenário.
O especialista destacou que os militares venezuelanos teriam colaborado com os EUA apenas se acreditassem que o país não seria simplesmente entregue à oposição. Bremmer chamou atenção para a complexidade do ambiente político atual, ressaltando que “a lei da selva” é uma realidade perigosa, na qual alianças e hostilidades podem se inverter rapidamente.
Essas declarações indicam que, apesar da mudança no comando, o caminho para um processo eleitoral democrático na Venezuela enfrenta desafios significativos e um cenário político ainda instável.
Operação dos EUA para capturar Maduro envolveu casa simulada e Forças Especiais
Na madrugada de sábado, os Estados Unidos anunciaram a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa após uma operação militar complexa. A missão envolveu ensaios em réplica do esconderijo, com atuação de tropas de elite como a Força Delta e apoio da CIA no monitoramento.
A operação contou com suporte aéreo massivo, mais de 150 aeronaves e 15 mil soldados da região. Após resistência armada, as tropas entraram na residência de Maduro, que se rendeu rápido. O presidente americano Donald Trump acompanhou a ação ao vivo e divulgou imagens do líder venezuelano detido.
A missão contou também com apoio de autoridades importantes, incluindo o diretor da CIA. Nenhum soldado americano morreu no confronto, embora alguns tenham se ferido. A ação marca um importante episódio nas relações entre EUA e Venezuela.
Na madrugada deste sábado, os Estados Unidos anunciaram a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, após uma operação militar complexa. O presidente Donald Trump divulgou a ação em sua rede Truth Social, destacando o planejamento detalhado que envolveu ensaios em uma réplica do esconderijo de Maduro. Tropas de elite, como a Força Delta, atuaram na missão denominada Operação Absolute Resolve, que contou com o suporte de mais de 150 aeronaves, inclusive jatos F-35 e F-22.
A CIA mantinha uma equipe no local desde agosto para monitorar o padrão de vida de Maduro e identificar seu paradeiro. Um agente próximo ao presidente venezuelano também ajudou a localizar o líder durante a operação. O aval final para a ação foi dado por Trump na noite de sexta-feira, e o presidente acompanhou os desdobramentos em tempo real, desde o clube Mar-a-Lago, na Flórida.
Com o respaldo do Pentágono, que enviou mais de 15.000 soldados e um porta-aviões à região, ataques aéreos atingiram alvos militares na Venezuela, incluindo sistemas de defesa aérea em Caracas. Após enfrentarem resistência armada, as tropas entraram na residência fortificada de Maduro, que se rendeu rapidamente, embora tenha tentado escapar para uma sala segura.
Trump divulgou uma foto do líder venezuelano algemado a bordo do navio USS Iwo Jima. Nenhum soldado americano morreu, apesar de alguns terem sido feridos durante a operação. A missão contou ainda com amplo apoio de autoridades como Marco Rubio e o diretor da CIA, John Ratcliffe.
EUA anunciam retorno das petroleiras na Venezuela, afirma Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as empresas petrolíferas americanas irão operar na Venezuela, com objetivo de recuperar a produção de petróleo do país, que possui uma das maiores reservas mundiais. Segundo Trump, os investimentos serão feitos sem custo para os EUA, financiados pela exploração local.
Ele destacou que as petrolíferas planejam reparar a infraestrutura debilitada da indústria venezuelana, que foi nacionalizada na década de 1970. A Chevron é a única grande empresa americana atualmente atuando no país, mas outras companhias devem retornar neste processo. O anúncio reforça a presença dos EUA na região em meio a pressões políticas e econômicas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país manterá presença na Venezuela por tempo indefinido, até que uma transição de poder “segura” aconteça. Ele destacou que as empresas petrolíferas dos EUA estão prontas para entrar no território venezuelano e investir na recuperação da produção de petróleo, setor estratégico para o país, que detém 17% das reservas mundiais.
Segundo Trump, grandes companhias americanas vão aplicar bilhões para reparar a infraestrutura petrolífera venezuelana, cujo estado atual é considerado precário. Ele ressaltou que a operação “não custará um centavo” aos EUA, pois os custos serão cobertos pela exploração do petróleo local.
O presidente acusou os governos anteriores venezuelanos de terem se apropriado indevidamente da indústria petrolífera, desenvolvida com capital e mão de obra dos EUA. Em 1976, a Venezuela nacionalizou o setor ao criar a estatal PDVSA, expropriando ativos das empresas internacionais.
Atualmente, a Chevron é a última grande petrolífera americana com atuação no país, operando sob autorização especial e exportando cerca de 150 mil barris diários para a Costa do Golfo dos EUA. Outras empresas como Exxon Mobil e ConocoPhillips tiveram presença histórica na Venezuela. O American Petroleum Institute acompanha as consequências desses eventos para o mercado global de energia.
Em dezembro, os EUA iniciaram um bloqueio naval aos petroleiros venezuelanos, alegando impedir recursos que financiem narcotráfico. A Casa Branca reforçou a pressão com aumentos na presença militar e ataques no Oceano Pacífico e Caribe, regiões próximas à Venezuela, atingindo pelo menos 100 pessoas.
Tech for Humans inicia nova fase como consultoria estratégica em inteligência artificial
A Tech for Humans iniciou um novo ciclo focado em fortalecer sua atuação como consultoria estratégica em inteligência artificial. A empresa está investindo R$ 50 milhões no desenvolvimento da plataforma T4Ai, que oferece IA como serviço para automatizar processos em grandes organizações.
Fundada em 2020, a consultoria desenvolve agentes de IA personalizados, atendendo clientes de diversos setores, como bancos, seguradoras e fintechs. A empresa também incorporou novos executivos para sustentar seu crescimento e planeja lançar um serviço inovador de agentes de IA autônomos.
Com equipe remota de cerca de 100 profissionais, a Tech for Humans busca democratizar o acesso à inteligência artificial, combinando pesquisa, desenvolvimento e soluções aplicadas para acelerar resultados empresariais.
A Tech for Humans inicia uma nova etapa focada em fortalecer sua atuação como consultoria estratégica em inteligência artificial. Com investimento de R$ 50 milhões no desenvolvimento da T4Ai, plataforma própria de IA as a Service (IAaaS), a empresa combina consultoria e tecnologia para automatizar processos essenciais em grandes organizações.
Fundada em 2020 por Fernando Wolff e Alex Rocha, cuja experiência inclui a criação da plataforma Smarkio, a consultoria se diferencia ao desenvolver, operar e supervisionar agentes de IA personalizados. A atuação abrange desde bots conversacionais até sistemas complexos que integram técnicas avançadas, como Multiagents e Human in the Loop, garantindo eficiência e governança nos projetos para bancos, seguradoras, fintechs e consórcios.
Entre seus projetos recentes, está a criação de agentes para automação de jornadas de crédito e um agente de voz para a seguradora Mapfre, que usa IA generativa para abertura de sinistros pelo WhatsApp, reconhecendo sotaques e linguagem natural. Além disso, atende grandes grupos financeiros, como Porto e Allianz.
Para apoiar o crescimento, a empresa incorporou dois executivos ao time C-Level: Vanessa Salles, com experiência em vendas no setor financeiro, e Tereza Santos, especializada em operações e escalabilidade. O plano inclui lançar o AGENTIC BPO, serviço inovador que transforma processos de negócios em agentes de IA autônomos, capazes de tomar decisões e executar tarefas sem intervenção humana.
Atuando remotamente com cerca de 100 profissionais, a Tech for Humans busca democratizar o acesso à inteligência artificial, alinhando pesquisa, desenvolvimento e soluções aplicadas para acelerar resultados corporativos.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação