Carnaval de Santa Leopoldina reúne bonecos gigantes e cinco dias de programação cultural
O Carnaval de Santa Leopoldina, no Espírito Santo, é conhecido pela tradição dos bonecos gigantes, produzidos artesanalmente e que desfilam pelas ruas do centro histórico.
Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, a festa oferece shows de marchinhas, apresentações musicais e matinês infantis, garantindo diversão para toda a família.
O evento valoriza a cultura local e a arquitetura histórica da cidade, atraindo moradores e visitantes para celebrarem a festa em um clima acolhedor e comunitário.
O Carnaval de Santa Leopoldina, na região serrana do Espírito Santo, traz uma tradição que já dura mais de vinte anos: os famosos bonecos gigantes. Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, a festa invade as ruas do centro histórico com música, cores e atrações para todas as idades. Além dos bonecos, a programação oferece shows de marchinhas, apresentações musicais e matinês infantis, criando um ambiente familiar e comunitário.
Os bonecos são produzidos artesanalmente pelo artesão Bebeto, que utiliza papel machê, tecidos e pintura manual para dar vida a personagens do folclore e da cultura local. Eles desfilam com bandas e blocos, conectando tradições pomeranas, italianas e ícones carnavalescos, além de figuras de humor e crítica social.
A programação inclui a Banda de Marchinhas Leopoldinense e a Banda Show Leopoldinense em várias apresentações diárias. Nomes como Andrea Nery, Ton Oliver, SambaJu e Léo Mai animam os shows noturnos. As matinês, realizadas no domingo e segunda-feira, contam com o Bloquinho Kids, recreação infantil e desfiles dos bonecos gigantes, reforçando o caráter familiar do evento.
A festa mantém o clima acolhedor típico de cidades pequenas, valorizando o casario histórico e as ruas de paralelepípedos do município, que se enchem de visitantes e moradores. Além do carnaval, a região oferece atrações como museus, a gastronomia local, monumentos da imigração, o Vale da Lua Capixaba e diversas cachoeiras.
Infidelidade financeira é apontada como causa frequente de divórcios no Brasil
Casos recentes revelam que a infidelidade financeira tem sido um dos principais motivos para divórcios no Brasil. Parceiros que escondem rendimentos, dívidas e gastos causam desequilíbrio e rompem a confiança. Um exemplo é uma professora que arca sozinha com despesas do filho, enquanto o ex-marido investe apenas em seu estilo de vida.
Especialistas alertam que a falta de transparência no dinheiro gera não só conflitos financeiros, mas abala a confiança no relacionamento. O uso crescente de bancos digitais facilita gastos paralelos e segredos financeiros, ampliando o problema.
Essa situação provoca desgaste emocional e influencia disputas por patrimônio e pensão. Para advogados, a confiança financeira é tão essencial quanto a afetiva para a harmonia no casamento.
Casos recentes mostram que a infidelidade financeira tem se tornado uma das principais causas de divórcios. Em relatos, parceiros escondem fatos sobre rendimentos, dívidas e despesas, criando desequilíbrio e rompendo a confiança mútua. Uma professora relatou que, apesar do ex-marido ter renda superior, as despesas com o filho ficaram quase todas com ela, enquanto ele investia só em si mesmo.
Segundo especialistas, a falta de transparência sobre a gestão do dinheiro provoca não só problemas financeiros, mas também abalos na relação. O segredo em contas, dívidas ou gastos paralelos afeta a confiança, fator essencial em qualquer casamento. O aumento do uso de bancos digitais e aplicativos financeiros torna essa situação ainda mais recorrente.
Essa situação gera desgaste emocional, assim como apontado pela professora que, após pedir o divórcio, revelou que o ex-marido tinha um estilo de vida ostentatório, enquanto ela acumulava sobrecarga financeira e emocional cuidando sozinha do filho. Ela afirmou que o homem quase não contribuía para as despesas do filho, apesar dos bens valiosos acumulados por ele.
A infidelidade financeira muitas vezes antecede ou acompanha outros motivos de separação, como a infidelidade afetiva, mas tem papel central nas disputas por patrimônio e pensão. Advogados destacam que a confiança financeira é tão importante quanto a afetiva para manter uma parceria equilibrada.
Os 10 destinos mais procurados na América Latina para turismo em 2026
A América Latina se prepara para um crescimento significativo no turismo em 2026, impulsionado principalmente pela Copa do Mundo de Futebol que terá o México como um dos países-sede. O evento atrairá milhões de torcedores e uma audiência global, fortalecendo o interesse por viagens na região.
Estudos indicam que México, Brasil e Colômbia lideram a preferência dos turistas latino-americanos para 2026. Além dos grandes eventos esportivos, o turismo de luxo também cresce, com foco em experiências autênticas, sustentáveis e personalizadas, valorizando o contato cultural e o respeito ambiental.
Destinos como Patagônia, Cartagena, Rio de Janeiro e Cidade do México são destaque pela diversidade que oferecem, desde turismo de aventura até luxo regenerativo. A tendência é por roteiros mais profundos e significativos, com consultoria especializada para atender a demanda por viagens sob medida.
Com a realização da Copa do Mundo de Futebol em 2026, que terá México como um dos países-sede junto aos Estados Unidos e Canadá, a América Latina promete um aumento expressivo no turismo. O evento deve reunir mais de 7 milhões de torcedores nos estádios e atrair uma audiência superior a 1,6 bilhão em transmissões ao vivo, fortalecendo o interesse por viagens à região.
Um estudo da Marriott International mostra que o México lidera a preferência de turistas latino-americanos para 2026, seguido por Brasil e Colômbia. O crescimento do turismo ligado a eventos esportivos, culturais e musicais vem impulsionando as economias locais, com visitantes chegando dias antes e estendendo suas estadias.
No cenário do turismo de luxo, a tendência é um foco maior em experiências autênticas, sustentáveis e personalizadas. O mercado global desse segmento atingiu US$ 1,38 trilhão em 2023, com previsão de crescimento anual de 7,3% até 2031. Viajantes buscam destinos e roteiros que ofereçam conexão cultural, bem-estar e respeito ambiental, privilegiando o slow travel e o contato genuíno com comunidades locais.
Destinos latino-americanos como Patagônia no Chile, Cartagena na Colômbia, Rio de Janeiro no Brasil, e Cidade do México, entre outros, são destacados por suas ofertas diversificadas, que vão do turismo de aventura ao luxo regenerativo. Essa mudança reflete o interesse por viagens mais profundas e significativas, com roteiros sob medida e consultoria especializada.
Via Forbes
1 hora atrás - Tecnologia e Inovação
Itabirito x Atlético-MG: onde assistir, horário e escalações do Campeonato Mineiro
No sábado, 14 de fevereiro, Itabirito e Atlético-MG se enfrentam pela 8ª rodada do Campeonato Mineiro 2026. O jogo será às 19h, no Estádio Municipal Castor Cifuentes, em Nova Lima (MG), com transmissão ao vivo pela Ge TV no YouTube e Sportynet.
Itabirito está em terceiro no Grupo C com sete pontos, enquanto o Atlético-MG ocupa a segunda posição do Grupo A com 11 pontos. As equipes prometem um duelo equilibrado e disputado pela liderança.
O técnico Marcelo Caranhato escala o Itabirito com Vinícius Dias no gol, tendo uma defesa composta por Gleissinho, Wallace, Felipe Camargo e Bryan. O Atlético-MG, comandado por Lucas Gonçalves, conta com Everson no gol e a dupla ofensiva Hulk e Dudu. As escalações oficiais serão confirmadas próximo ao início da partida.
Sábado, 14 de fevereiro, traz o confronto entre Itabirito e Atlético-MG pela 8ª rodada do Campeonato Mineiro 2026. A partida começa às 19h00 (horário de Brasília) no Estádio Municipal Castor Cifuentes, em Nova Lima (MG). O jogo será transmitido ao vivo pela Ge TV no YouTube e pelo streaming Sportynet.
O Itabirito ocupa a terceira posição do Grupo C com sete pontos, resultado de duas vitórias, um empate e quatro derrotas. Já o Atlético-MG está no segundo lugar do Grupo A, somando 11 pontos com duas vitórias e cinco empates. A equipe da capital mineira segue próxima da liderança, atrás apenas da URT.
Para o confronto, o técnico Marcelo Caranhato deve escalar o Itabirito com Vinícius Dias no gol, linha defensiva com Gleissinho, Wallace, Felipe Camargo e Bryan, meio-campo formado por Serginho, Pedro Rodrigues e Guilherme Givigi. No ataque, Romário Simões, Luís Araújo e Ruan completam o time.
O Atlético-MG, sob comando de Lucas Gonçalves, tem Everson como goleiro, defesa composta por Natanael, Ruan, Vitor Hugo e Renan Lodi. Maycon, Alan Franco, Igor Gomes e Gustavo Scarpa atuam no meio, enquanto Hulk e Dudu formam a dupla ofensiva.
A arbitragem ficará a cargo de Felipe Fernandes de Lima, com Felipe Alan Costa de Oliveira e Magno Arantes Lira como assistentes e Emerson de Almeida Ferreira no VAR. As escalações oficiais serão confirmadas aproximadamente uma hora antes do jogo.
Fique atento para acompanhar este duelo do Campeonato Mineiro que promete equilíbrio e disputa intensa entre as equipes mineiras.
Eclipse no Carnaval inicia período de mudanças e novos começos em 2026
Os eclipses de 2026, especialmente o solar em Aquário no Carnaval, marcam o início de um ciclo de transformações significativas. Esses fenômenos promovem mudanças profundas em diversas áreas, como tecnologia, trabalho e saúde, influenciando também o equilíbrio emocional.
O eclipse lunar em Virgem em março destaca a importância de ajustes na rotina e na saúde, enquanto os eclipses de agosto enfatizam o protagonismo pessoal, encerramento de ciclos e a elevação da intuição. No coletivo, temas como direitos civis, saúde pública e empatia ganham relevância.
Esses eventos astrológicos aceleram rupturas e reorientações, convidando para um futuro mais consciente e alinhado com novos valores, impulsionando escolhas que rompem com padrões antigos.
Em 2026, os eclipses prometem ser fortes agentes de transformação. Regido por Marte, planeta ligado à ação e conflitos, o ano acelera mudanças tanto pessoais quanto coletivas. As previsões da astróloga Rosana Bloise indicam que esses fenômenos vão provocar rupturas estruturais, revelações inesperadas e redirecionamentos profundos, afetando áreas como tecnologia, trabalho, saúde, relações e equilíbrio emocional.
O eclipse solar em Aquário, em 17 de fevereiro, abre um ciclo de renovação e liberdade. Ele encoraja o rompimento com padrões antigos, impulsionando decisões que estavam postergadas. No trabalho, pode haver mudanças inesperadas e projetos inovadores. No âmbito social, o foco estará em temas como direitos civis e inovação tecnológica.
No dia 3 de março, o eclipse lunar em Virgem destaca a necessidade de ajustes na rotina e na saúde. Ele evidencia falhas práticas e convida a revisões em hábitos, finanças e contratos. Também chama atenção para questões emocionais como ansiedade e controle, além de apontar para debates sobre saúde pública e eficiência administrativa.
Em 12 de agosto, o eclipse solar em Leão intensifica o protagonismo pessoal, a criatividade e a busca por visibilidade. Pode estimular o início ou término de relacionamentos e destaca temas ligados a figuras públicas, entretenimento e poder.
Por fim, o eclipse lunar em Peixes, em 28 de agosto, traz fechamento emocional e espiritual, favorecendo a liberação de vínculos e o aumento da intuição. No coletivo, ressaltará assuntos como empatia, saúde mental e revelações sobre manipulações.
Os eclipses de 2026 trazem mudanças aceleradas com foco em reorganização e novas escolhas, convidando a um futuro mais alinhado e consciente.
São Torquato faz desfile simbólico no Carnaval de Vitória sem carros e fantasias
A Independentes de São Torquato realizou um desfile simbólico na abertura da Série Ouro do Carnaval de Vitória 2026. A escola desfilou sem carros alegóricos e fantasias, contando apenas com parte da velha guarda, nove baianas e a bateria, com número reduzido de participantes.
A decisão foi tomada para evitar punições mais severas por não cumprir os requisitos mínimos de desfile. A escola enfrenta dificuldades financeiras e estruturais desde 2023, que afetaram a organização e apresentação no evento.
São Torquato, uma das escolas mais tradicionais do Espírito Santo, com seis títulos, conseguiu manter-se na Série Ouro, mas enfrenta crise que impacta sua performance e participação no Carnaval.
A Independentes de São Torquato realizou um desfile simbólico na primeira noite da Série Ouro do Carnaval de Vitória 2026. A escola entrou na avenida do Sambão do Povo sem carros alegóricos e sem fantasias, contando apenas com parte da velha guarda, nove baianas, a bateria e alguns integrantes. O número de participantes ficou muito abaixo dos cerca de 700 esperados.
A decisão ocorreu para evitar punições mais severas por desistência, já que a escola não cumpriu as obrigatoriedades mínimas, como número de componentes e apresentação de alegorias, fantasias e comissões. A diretoria de São Torquato estava ciente das penalidades, que incluem redução de pontos em vários quesitos como mestre-sala e porta-bandeira.
O enredo apresentado seria “Ewe Ossain: plantas que curam o corpo e a alma”, dedicado ao orixá Ossain, que simboliza a cura pela natureza. Antes do desfile, um representante da escola tentou motivar os poucos presentes, ressaltando a importância da garra e da história da velha guarda.
Desde 2023 a escola enfrenta dificuldades. Naquele ano, o então presidente, insatisfeito, quebrou o troféu de vice-campeão do Grupo de Acesso A, fato que marcou a crise interna. A escola recuou nas colocações nos últimos carnavais, sendo rebaixada. A reformulação da Série Ouro manteve São Torquato no novo formato, mas dificuldades financeiras e estruturais impactam a organização do desfile.
Fundada em 1974, São Torquato é uma das mais tradicionais do Espírito Santo, com seis títulos, sendo cinco no Grupo Especial. O último campeonato na elite foi em 1992.
A Evolução de Vegeta em Dragon Ball SUPER Ainda Está Por Vir
Vegeta demonstra um crescimento significativo durante a Saga do Moro em Dragon Ball SUPER. Ele busca aprimorar suas habilidades no planeta Yardrat, desenvolvendo técnicas espirituais avançadas para enfrentar Moro.
No planeta Yardrat, Vegeta domina a Fissão Espiritual, uma técnica que retira a energia roubada por Moro e ajuda a restaurar a força dos habitantes de Namek. Esse avanço destaca sua capacidade além da força física.
Embora não derrote Moro sozinho, Vegeta tem papel crucial na reversão dos danos causados, mostrando evolução estratégica e espiritual que promete impacto no restante da saga.
Em Dragon Ball SUPER, Vegeta mostra um crescimento notável durante a Saga do Moro. Embora Goku e ele estejam confiantes como Super Saiyajin Blue, enfrentam um inimigo complicado, capaz de absorver energia para se fortalecer. Vegeta, incomodado com o modo desleal de Moro, parte para o planeta Yardrat, onde busca aprimorar habilidades espirituais diferentes das simples transformações de poder.
No planeta Yardrat, Vegeta treina técnicas complexas que envolvem controle avançado do ki, superando até mesmo Goku em refinamento espiritual. Deste treinamento surge a Fissão Espiritual, uma técnica que não apenas ataca Moro, mas retira a energia que ele havia roubado. Assim, Vegeta consegue devolver vida aos habitantes do planeta Namek que Moro tinha debilitado.
Apesar de não derrotar Moro sozinho, Vegeta foi fundamental para reverter o dano causado e garantir que a energia fosse restabelecida. Mais do que força bruta, ele buscou uma luta justa, reforçando sua identidade e orgulho como guerreiro. Esse episódio marca uma evolução estratégica e espiritual do príncipe dos saiyajins, sugerindo que seu melhor momento ainda está por vir dentro da saga.
Essa fase demonstra que o crescimento de Vegeta vai além de simples aumentos de poder, destacando seu papel essencial nas batalhas e seu compromisso com a honra na luta.
Navios da Marinha dos EUA colidem durante reabastecimento no Caribe
Dois navios da Marinha dos Estados Unidos colidiram durante uma operação de reabastecimento em alto-mar, possivelmente no Mar do Caribe. O USS Truxtun e o USNS Supply estavam envolvidos quando ocorreu o incidente.
Dois tripulantes sofreram ferimentos leves e estão em estado estável. Apesar do choque, as embarcações continuaram suas atividades normalmente, e as causas da colisão ainda estão sendo investigadas pela Marinha americana.
O reabastecimento em alto-mar é essencial para as operações navais, mas requer muita precisão, pois as embarcações ficam próximas, aumentando o risco de acidentes como este.
A Marinha dos Estados Unidos confirmou o choque entre dois navios americanos na quarta-feira (11) durante uma operação de reabastecimento em alto-mar próximo à América do Sul. O incidente envolveu o destróier USS Truxtun e o navio-tanque USNS Supply, que opera o apoio de combate rápido.
Dois tripulantes ficaram levemente feridos, e ambos estão em estado estável segundo o Comando Sul das Forças Armadas dos EUA. Apesar do choque, as embarcações retomaram suas atividades normalmente. As causas da colisão ainda estão sob investigação pela Marinha americana, que não revelou o local exato do ocorrido.
Fontes não oficiais apontam que o episódio pode ter ocorrido no Mar do Caribe, região onde os EUA têm ampliado sua presença com a justificativa de enfrentar o narcotráfico.
O reabastecimento em alto-mar permite que navios de guerra recebam combustível e suprimentos sem necessidade de paradas, acelerando as operações militares. No entanto, a manobra requer proximidade entre as embarcações e o controle preciso da situação, fatores que aumentam o risco de acidentes. Condições climáticas adversas e o desgaste físico da tripulação também contribuem para o perigo do procedimento, onde pequenos erros podem levar a colisões.
O USS Truxtun partiu da Estação Naval de Norfolk, Virgínia, no dia 3, e voltou três dias depois para reparos antes de seguir viagem. O USNS Supply, igualmente baseado em Norfolk, acompanha essas missões de apoio logístico.
Essas operações são vitais para a manutenção das atividades navais, apesar dos riscos envolvidos no compartilhamento de espaços tão próximos durante o reabastecimento.
Delegação brasileira para os Jogos Olímpicos de Inverno 2026: conheça os atletas
O Brasil terá sua maior delegação na história dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026, em Milão-Cortina, com 14 atletas e um reserva. A equipe brasileira disputará cinco modalidades: bobsled, esqui alpino, esqui cross-country, skeleton e snowboard.
As provas acontecerão em várias cidades italianas distantes entre si, apresentando desafios logísticos para o time brasileiro. O Comitê Olímpico do Brasil investe em estrutura e visibilidade, incluindo a primeira Casa Brasil de Inverno e parcerias para uniformes e cobertura nas redes sociais.
O Brasil marcará presença com sua maior delegação da história nos Jogos Olímpicos de Inverno 2026, em Milão-Cortina. A equipe contará com 14 atletas e um reserva, representando um aumento de 40% comparado a 2022, quando 10 competidores participaram. Os brasileiros estarão em cinco modalidades: bobsled, esqui alpino, esqui cross-country, skeleton e snowboard.
As competições estarão espalhadas em várias cidades italianas, como Cortina d’Ampezzo, Bormio, Livigno e Tesero. A distância entre os locais de prova chega a cerca de 400 quilômetros, o que traz desafios logísticos para a equipe. O consultor Jorge Bichara destacou a importância de oferecer a melhor estrutura para os atletas, apesar da dispersão dos locais.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) planeja ações para aumentar a visibilidade dos esportes de inverno no país durante os Jogos. Entre elas, está a criação da primeira Casa Brasil de Inverno e o lançamento da parceria do Time Brasil com a marca adidas e a grife italiana Moncler, que fornecerá os uniformes para as cerimônias de abertura e encerramento.
A estratégia inclui ainda a atuação da Time Brasil Media House, que produzirá conteúdos exclusivos para as redes sociais oficiais, em parceria com o Comitê Olímpico Internacional e as federações brasileiras de esporte na neve e no gelo. A participação nesta edição representa um avanço na consolidação do Brasil nos esportes de inverno, ampliando sua presença em competições internacionais.
Entre os atletas confirmados estão nomes como Edson Bindilatti no bobsled, Alice Padilha no esqui alpino e Nicole Silveira no skeleton, que competirão em provas distribuídas em diferentes datas de fevereiro.
Expedição no oceano Antártico registra espécie rara de tubarão-dorminhoco
Durante uma expedição na região do Oceano Antártico, pesquisadores da Austrália Ocidental registraram uma espécie rara de tubarão-dorminhoco. O animal foi filmado a 1.400 metros de profundidade, em águas próximas a 1ºC, ambiente pouco comum para essa espécie.
O tubarão mede cerca de 3,5 metros e apresenta comportamento lento, típico de sua espécie. Pesquisas buscam entender sua diversidade dentária e sua adaptação a águas frias do hemisfério sul.
Estudos recentes tentam identificar se essas espécies podem se mesclar geneticamente e se sua distribuição pode se expandir no Oceano Antártico devido às mudanças climáticas.
Durante uma expedição na Fossa de Tonga, no sudoeste do Oceano Pacífico, pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental registraram uma filmagem rara de uma espécie desconhecida de tubarão-dorminhoco. O animal foi capturado por câmera subaquática a 1.400 metros de profundidade, em águas a aproximadamente 1ºC — um ambiente próximo ao Oceano Antártico, onde a presença desse tubarão é incomum.
O tubarão observado mede cerca de 3,5 metros, movimentando-se lentamente, típico do comportamento desse grupo. A imagem mostra sua boca aberta, revelando fileiras de dentes, embora a diversidade dentária da espécie ainda não seja conhecida. Esses tubarões habitam diversos oceanos, mas são raramente registrados no hemisfério sul, especialmente em águas tão frias.
Esses animais têm pele manchada, pequenas barbatanas e vivem entre a superfície e grandes profundidades. O nome “dorminhoco” vem de sua movimentação lenta, economizando energia em ambientes frios e escuros. No Hemisfério Norte, o tubarão-da-Groenlândia, que pode viver até 400 anos, é o mais estudado e usado como base para entender essas espécies.
Na região sul, duas espécies parecidas são estudadas: o tubarão-dorminhoco-do-sul e o pacífico. Estudos genéticos recentes sugerem que podem ser uma só espécie, e amostras coletadas ajudarão a confirmar essa hipótese. Também há interesse em entender se a espécie poderá se distribuir mais pelo Oceano Antártico com o aumento das temperaturas causadas pelas mudanças climáticas.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação