Agenda Econômica da Semana: Ata do Copom, Inflação dos EUA e Decisões dos Bancos Centrais
Esta semana traz importantes indicadores que podem impactar os mercados globais no fim de dezembro. No Brasil, destaque para a Ata do Copom na terça-feira e reuniões do Conselho Monetário Nacional e da FGV.
Nos EUA, investidores acompanham dados como Payroll, CPI e vendas no varejo. Na Europa e Ásia, decisões dos bancos centrais e indicadores econômicos também ganham atenção, influenciando tendências futuras.
Esta semana destaca-se pela divulgação de diversos indicadores que podem movimentar os mercados globais na reta final de dezembro. No centro das atenções no Brasil, está a Ata do Comitê de Política Monetária, o Copom, prevista para terça-feira (16), além da reunião do Conselho Monetário Nacional na quinta (18) e a divulgação da confiança do consumidor pela FGV na sexta-feira (19). O IBC-Br e o Relatório Focus também integram a agenda nacional.
Nos Estados Unidos, os investidores acompanham dados relevantes, como o Payroll e as vendas no varejo na terça, o índice de preços ao consumidor (CPI) e os pedidos semanais de seguro-desemprego na quinta-feira, além do índice de gastos com consumo pessoal (PCE) referente a outubro, na sexta-feira.
Na Europa, os olhos estão voltados para indicadores da zona do euro, incluindo produção industrial, balança comercial, percepção econômica ZEW e CPI. O Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar sua decisão de política monetária na quinta-feira.
Na Ásia, Japão e China publicam dados que abrangem o PMI industrial e de serviços, balança comercial e inflação medida pelo CPI. O Banco do Japão tem também uma decisão esperada de política monetária, ao passo que a China inicia a semana com números sobre produção industrial, vendas no varejo e desemprego.
Esse conjunto de indicadores poderá influenciar as decisões dos agentes econômicos globalmente, abrindo pistas sobre tendências econômicas para os próximos meses.
JBL: Caixas de som e fones de ouvido para o Natal com opções abaixo de R$ 500
Com o Natal se aproximando, a JBL tem se destacado no mercado brasileiro como uma opção popular para presentes que unem utilidade e qualidade sonora. A marca oferece uma variedade de caixas de som e fones de ouvido que atendem desde os usuários ocasionais até os mais exigentes apaixonados por música.
No Mercado Livre, é possível encontrar diversos modelos da JBL com preços acessíveis, a maioria custando menos de R$ 500. Entre os destaques, estão produtos das linhas Tune, Wave, Quantum, Endurance e Go, que entregam bom desempenho e conforto para diferentes necessidades.
Essas oportunidades de compra são ideais para quem deseja garantir equipamentos de áudio para as festas de fim de ano. As promoções trazem variedade de estilos e funcionalidades, mas são limitadas, por isso é importante aproveitar os preços enquanto durarem.
Com o Natal se aproximando, a JBL se destaca como uma escolha frequente para presentes que combinam utilidade e estilo. A marca é reconhecida por entregar produtos com som de qualidade e graves intensos, atendendo desde os usuários casuais até os fãs mais dedicados de música e podcasts.
No Mercado Livre, é possível encontrar diversas opções de fones de ouvido, headsets e caixas de som da JBL com descontos interessantes, a maioria custando menos de R$ 500. Entre os modelos em promoção estão aparelhos das linhas Tune, Wave, Quantum, Endurance e Go, que oferecem qualidade sonora e conforto para diferentes usos.
Alguns destaques incluem o Headphone JBL Tune 520BT por R$ 220,58 e o Fone de Ouvido JBL Wave Beam 2, que pode ser encontrado por R$ 247,25. Para quem busca opções mais acessíveis, o Fone de Ouvido JBL Tune 110 está disponível por R$ 50,34. Já para quem prefere caixas de som portáteis, o JBL Clip 5 e o JBL Go 4 têm preços a partir de R$ 265,00.
Essas promoções são uma oportunidade de garantir equipamentos de áudio para as festas de fim de ano, com praticidade e variedade em estilos e funcionalidades. Vale lembrar que as ofertas são limitadas, e interessados devem conferir os links para aproveitar os preços.
Jogo brasileiro homenageia amigo falecido em emocionante aventura
O jogo Master Lemon: The Quest for Iceland, desenvolvido pelo estúdio brasileiro Pepita Digital, é uma homenagem emocionante a André Lima, amigo do fundador Julio Santi, falecido em 2016. A obra usa pixel art e uma narrativa sensível para expressar o luto e a preservação das memórias.
O jogador acompanha o protagonista Limão em uma jornada pela Islândia para combater uma praga que apaga lembranças, simbolizando a dor da perda. O game utiliza linguagem e quebra-cabeças para criar uma experiência focada em palavras e conexões.
Disponível para diversas plataformas, incluindo PC, PlayStation, Xbox e Switch, Master Lemon é a primeira produção do estúdio no universo dos games e convida a valorizar as memórias e o presente.
A Steam recebe cerca de 200 lançamentos por semana, o que torna difícil a visibilidade dos jogos. No meio dessa oferta, Master Lemon: The Quest for Iceland chama atenção por ser mais que um game. Desenvolvido pelo estúdio brasileiro Pepita Digital, a obra é uma homenagem a André Lima, amigo do fundador Julio Santi, falecido em 2016.
Este jogo adota pixel art e uma narrativa que reflete o luto e a preservação das memórias por meio da aventura na Islândia. O jogador acompanha o protagonista Limão na missão de combater uma praga que apaga lembranças, simbolizando a dor da perda. O estúdio, que atua com audiovisual e agora com games, reúne uma equipe de cinco pessoas e aposta na linguagem e em quebra-cabeças para criar uma experiência focada em palavras e conexões.
Julio, formado em Letras e com experiência em cinema e teatro, viu nos games uma alternativa para continuar seu trabalho narrativo. Master Lemon nasceu de uma madrugada em que o nome e a história surgiram juntos, evoluindo em um projeto que levou cinco anos para ficar pronto.
Além de captar emoções ligadas ao luto, o jogo tem um visual leve que contrasta com os temas profundos, inspirado no conceito japonês yūgen, que une dor e beleza. Disponível para PC, PlayStation, Xbox e Switch, conta inclusive com uma demo gratuita na Steam.
O título representa uma trajetória de aprendizado e um convite para valorizar as memórias e o presente, sendo também a primeira produção da Pepita Digital no universo dos games.
Ford prepara grupo secreto para inovar na indústria automotiva dos EUA
Após deixar a Apple em 2021, Doug Field retornou à Ford com a missão de revitalizar a indústria automotiva dos EUA por meio do desenvolvimento de veículos elétricos competitivos.
Uma unidade secreta foi criada, operando como uma startup para estimular inovação, com profissionais vindos de montadoras como Tesla e Rivian, focando em avanços em baterias e processos produtivos.
A estratégia busca reduzir custos e acelerar a produção, visando um modelo com preço acessível a partir de 2027, enfrentando a forte concorrência chinesa no mercado global de veículos elétricos.
Após deixar a Apple em 2021, Doug Field voltou à Ford com a missão de salvar a indústria automotiva dos EUA ao desenvolver veículos elétricos capazes de competir com as montadoras chinesas. Para isso, criou uma unidade secreta de inovação que opera como uma startup, com equipes separadas da estrutura tradicional da Ford.
O projeto reúne profissionais de Tesla, Rivian e Lucid, entre outros, responsáveis por desenhar carros e sistemas inovadores. A equipe mantém um ambiente protegido da burocracia para estimular a criatividade, com foco em baterias, motores e processos produtivos mais eficientes.
A Ford aposta em métodos modernos, como moldagem de alumínio fundido para reduzir custos e facilitar a montagem de picapes, prometendo preços competitivos na faixa de US$ 30 mil. Embora a produção em larga escala dependa desses avanços, o primeiro modelo resultante só deve ser lançado em 2027.
Além da Ford, diversas startups americanas estão inovando na fabricação de baterias, buscando reduzir custos e usar materiais menos dependentes da China. Essa revolução é crucial, já que empresas chinesas controlam cerca de 60% do mercado global de veículos elétricos.
Com elétricos representando apenas 10% das vendas nos EUA contra 50% na China, a pressão para inovar cresce. A estratégia da Ford mira transformar a cultura da montadora, unindo décadas de experiência à agilidade do Vale do Silício para manter sua relevância global.
Mackenzie Scott doa R$ 140 bilhões e é a 3ª maior filantropa dos EUA
Na última semana, Mackenzie Scott anunciou doações que somam US$ 7,2 bilhões (R$ 38,88 bilhões), elevando seu total para US$ 26 bilhões (R$ 140,43 bilhões) em doações ao longo da vida.
Ela é a terceira maior doadora dos Estados Unidos, atrás somente de Warren Buffett e Bill Gates. Suas doações são direcionadas principalmente à educação superior e à causa ambiental.
Scott pretende continuar doando até esgotar seu patrimônio estimado em US$ 30 bilhões, tendo já destinado mais de 46% de sua fortuna para projetos sociais.
Na última semana, a bilionária Mackenzie Scott anunciou doações no valor de US$ 7,2 bilhões (R$ 38,88 bilhões), seu maior montante anual desde 2019. Com isso, o total entregue em causas sociais ao longo da vida alcança US$ 26 bilhões (R$ 140,43 bilhões), colocando-a entre os três maiores doadores dos EUA, segundo a Forbes.
Apenas Warren Buffett e Bill Gates superam Scott em doações totais, com cerca de US$ 65 bilhões e US$ 48 bilhões, respectivamente. Ela já ultrapassou doações de nomes como Michael Bloomberg e George Soros, que apesar disso lidera em percentual doado em relação ao patrimônio.
As doações da filantropa têm foco em educação superior, apoiando universidades historicamente negras e programas para estudantes indígenas. Também destinou recursos a iniciativas na área de clima, incluindo organizações como ClimateWorks Foundation e Global Methane Hub.
Scott detém um patrimônio estimado em US$ 30 bilhões, valor abaixo do pico de US$ 59 bilhões em 2021. Sua fortuna vem principalmente da Amazon, da qual recebeu cerca de 400 milhões de ações após o divórcio com Jeff Bezos. Desde então, já vendeu mais de 75% dessas ações.
Ela utiliza veículos conhecidos como fundos aconselhados por doadores (DAFs) para transferir parte dessas ações, estratégia que facilita a doação e oferece vantagens fiscais, possibilitando reinvestimento em projetos de impacto social.
Scott afirmou que pretende continuar doando “até que o cofre esteja vazio”, o que se reflete no fato de já ter destinado mais de 46% de sua riqueza, um percentual alto mesmo entre bilionários.
Reddit processa governo australiano após proibição de menores em redes sociais
Desde 10 de dezembro, a Austrália proibiu menores de 16 anos de criar ou manter contas em redes sociais para protegê-los de conteúdos nocivos e assédio virtual.
O Reddit contestou a medida na Justiça, alegando violação do direito à comunicação política e questionando a necessidade dos métodos de verificação de idade.
A empresa argumenta ainda que é um fórum de discussão e não uma rede social, o que pode isentá-la da lei. A disputa promete ser longa e levanta questões sobre privacidade e liberdade online.
Desde 10 de dezembro, a Austrália está proibindo menores de 16 anos de criar ou manter contas em plataformas sociais, o que causou reação entre adolescentes e empresas como o Reddit. A plataforma, sediada nos EUA, contesta a medida alegando que tal restrição fere o direito à comunicação política livre previsto na Constituição local. Além disso, o Reddit argumenta que jovens de 16 e 17 anos logo serão eleitores e precisam participar dos debates que influenciam suas decisões.
O Reddit defende ainda sua posição legal, afirmando que não se enquadra como uma rede social, mas sim como um fórum de discussão, o que poderia isentá-lo da lei australiana. Outro ponto levantado pela empresa é a preocupação com a privacidade, principalmente em relação aos métodos de verificação de idade exigidos, como análise de atividades online ou reconhecimento facial.
A lei foi criada pelo órgão regulador eSafety, que visa proteger jovens do acesso a conteúdos nocivos, assédio, bullying virtual e questões associadas ao uso excessivo dessas plataformas. O Reddit já iniciou um processo judicial contra o governo australiano e o Ministério das Comunicações, prometendo uma disputa prolongada. Banir menores nas redes sociais levanta dúvidas sobre liberdade e privacidade, tornando o tema bastante discutido internacionalmente.
Ucrânia desiste de entrar na Otan para avançar em negociações de paz
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy anunciou que o país desistiu de buscar a adesão à Otan, focando em garantias de segurança oferecidas por aliados ocidentais como EUA, Europa e Canadá.
Essa decisão visa facilitar o fim da guerra com a Rússia, cumprindo uma exigência de Moscou para que a Ucrânia renuncie oficialmente à entrada na aliança militar internacional.
Enquanto isso, Ucrânia e países parceiros discutem um plano de cessar-fogo e estratégias para manter a segurança, sem iniciar conversas diretas com a Rússia, diante dos ataques recentes.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy anunciou que a Ucrânia abriu mão de sua meta de ingressar na Otan em troca de garantias de segurança ocidentais. A mudança busca facilitar um caminho para o fim da guerra com a Rússia, marcando uma reviravolta após anos de busca pela adesão que estava, inclusive, na Constituição do país.
Zelenskiy explicou que, em vez da adesão, o compromisso agora são garantias bilaterais juridicamente vinculativas oferecidas pelos Estados Unidos, Europa, Canadá, Japão e outros parceiros. Essas garantias funcionariam como salvaguardas para impedir futuras invasões russas, aproximando-se do conceito do Artigo 5 da Otan, que protege seus membros em caso de ataque.
Esse movimento também atende a uma das exigências de Moscou, que insiste que a Ucrânia deve renunciar oficialmente à Otan, garantir neutralidade e abdicar do controle sobre parte do Donbas. Moscou busca um documento formal dos países ocidentais comprometendo-se a não expandir a aliança para o leste, excluindo Ucrânia, Geórgia e Moldávia.
Enquanto isso, Zelenskiy se reúne em Berlim com representantes dos EUA e Europa para discutir um plano de 20 pontos visando um cessar-fogo, possivelmente nas atuais linhas de frente. O chanceler alemão Friedrich Merz promove um encontro de líderes europeus para apoiar essas negociações. A Ucrânia, entretanto, mantém a posição de não dialogar diretamente com a Rússia.
No cenário externo, líderes europeus buscam reforçar o suporte financeiro a Kiev utilizando ativos congelados da Rússia. A tensão segue alta, com ataques russos afetando infraestrutura essencial da Ucrânia, segundo Zelenskiy.
Astronautas de 20 países se reúnem pela primeira vez na América Latina em Mogi das Cruzes
Cerca de 100 astronautas de 20 países se reuniram em Mogi das Cruzes para o 36º Encontro Internacional da Associação de Exploradores Espaciais (ASE), realizado pela primeira vez na América Latina. O evento contou com representantes da NASA, ESA, JAXA e outras agências espaciais.
Foram apresentados planos futuros, como o programa Artemis da NASA, que planeja o retorno de humanos à Lua em 2026. Também foram debatidos temas importantes como o lixo espacial e o papel crescente do setor privado em missões lunares.
Além disso, a reunião destacou avanços tecnológicos, parcerias internacionais e pesquisas para o futuro da exploração espacial, incluindo a desativação da Estação Espacial Internacional prevista para 2030.
Em novembro, cerca de 100 astronautas se reuniram em Mogi das Cruzes para o 36º Encontro Internacional da Associação de Exploradores Espaciais (ASE). Pela primeira vez na América Latina, o evento reuniu representantes da NASA, ESA, JAXA, além das agências espaciais da Turquia, Canadá, China e Emirados Árabes Unidos, totalizando 20 países.
Durante o encontro, foram apresentados os planos futuros da exploração espacial, com destaque para o programa Artemis da NASA. Entre os destaques está o retorno planejado de humanos à órbita lunar em 2026 com Artemis II, seguida da missão Artemis III, que pretende levar astronautas à superfície da Lua usando o módulo Starship da SpaceX.
A Nasa informou que a Estação Espacial Internacional (ISS) será desativada em 2030, abrindo espaço para estações privadas e novas parcerias comerciais. A Agência Espacial Europeia também trouxe alertas sobre o crescente problema do lixo espacial, discutindo a necessidade de regras internacionais para evitar colisões e riscos em órbita.
Entre outras novidades, a agência japonesa JAXA anunciou melhorias no veículo de carga HTV-X, enquanto a Turquia apresentou seus avanços no programa espacial, incluindo seleção de astronautas e objetivos lunares. Destacaram-se ainda tecnologias de impressão 3D em microgravidade e pesquisas científicas em andamento para preparar a era pós-ISS.
O evento também reforçou o papel crescente do setor privado, com a SpaceX e Blue Origin desempenhando papéis críticos nas futuras missões lunares. Fora do eixo Artemis, China e Emirados Árabes Unidos apresentaram progressos em missões interplanetárias e exploração lunar.
Pesquisadores brasileiros poderão publicar artigos gratuitamente em revistas científicas de grandes editoras a partir de 2026
A partir de 2026, pesquisadores de 452 instituições brasileiras poderão publicar artigos científicos sem pagar taxas em revistas das editoras Elsevier, Springer Nature e ACM, graças a acordos firmados pela Capes, vinculada ao MEC.
Esses acordos garantem acesso e publicação gratuita em periódicos de acesso aberto ou híbrido, incentivando a divulgação científica e ampliando a visibilidade da pesquisa nacional no cenário internacional.
Com investimentos de cerca de US$ 215 milhões, a iniciativa segue práticas europeias de publicação em acesso aberto, reduz custos para os pesquisadores e fortalece a presença do Brasil na literatura científica global.
Pesquisadores de 452 instituições brasileiras poderão publicar artigos científicos sem custo em revistas das editoras Elsevier, Springer Nature e ACM a partir de 2026. A Capacitação para publicação científica sem custos foi possível graças a acordos firmados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), vinculada ao MEC. Esses acordos transformativos, no valor total de US$ 215 milhões (cerca de R$ 1 bilhão), garantem acesso e publicação gratuita em periódicos que antes exigiam pagamento de taxas conhecidas como APCs.
A iniciativa permite que pesquisadores leiam e submetam artigos em acesso aberto ou híbrido, tornando mais acessível a divulgação científica. O contrato com a Elsevier, maior editora científica global, terá vigência de três anos, assegurando acesso a aproximadamente 160 revistas com cerca de 8 mil artigos em aberto. A Springer Nature, que publica periódicos do portfólio Nature, oferecerá acesso e publicações gratuitas em mais de 6 mil artigos híbridos.
A Capes arcará com cerca de US$ 153 milhões para a Elsevier, US$ 59,8 milhões para Springer Nature e US$ 2,4 milhões para ACM. Este modelo reduz os custos tradicionais, nos quais pesquisadores precisam pagar para publicar ou acessar seus próprios trabalhos, respaldando o princípio de acesso aberto.
Especialistas apontam que o acordo incentiva a participação brasileira na literatura científica internacional, acompanhando prática já avançada na Europa, onde cerca de 80% dos artigos são publicados em acesso aberto. A medida promete ampliar o alcance e a visibilidade da pesquisa nacional nas principais plataformas globais.
Via Folha de S.Paulo
2 horas atrás - Tecnologia e Inovação
Grande parte do setor agropecuário deve manter posição contrária ao governo em 2026, avalia líder da FPA
Às vésperas das eleições de 2026, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, afirma que boa parte do setor agropecuário manterá uma postura contrária ao governo atual. O setor busca um projeto político de centro-direita que dê ênfase ao desenvolvimento econômico e à redução da dependência de políticas assistencialistas.
Lupion destaca críticas às políticas de aumento de impostos e à priorização do assistencialismo, indicando preferência por uma agenda que estimule o empreendedorismo. Ele aponta que nomes de centro-direita, como Tarcísio de Freitas, podem ter papel decisivo no pleito de 2026 para representar esse segmento.
Além disso, Lupion ressalta a importância da segurança jurídica e prevê maior tensão entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A FPA busca ampliar sua influência no Congresso, especialmente no Senado, para defender os interesses do agronegócio no próximo ciclo político.
Às vésperas das eleições de 2026, o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), projeta que uma boa parte do agro manterá uma postura divergente do atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Lupion aponta que o setor buscará um projeto de unidade da centro-direita, com foco no desenvolvimento econômico e na redução da dependência assistencialista.
O deputado critica a política de aumento de impostos vigente, destacando que muitos setores produtivos, além do agro, têm posições contrárias ao governo atual que, segundo ele, prioriza o assistencialismo em vez do empreendedorismo e do crescimento sustentável. Em 2022, a FPA apoiou Jair Bolsonaro, embora Lupion destaque que o foco para o próximo pleito será formar uma chapa consensual da centro-direita, envolvendo nomes com histórico de aprovação como Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Eduardo Leite e Flávio Bolsonaro.
Lupion observa que o governador Tarcísio de Freitas se destaca dentro do agronegócio por defender políticas econômicas que estimulam o empreendedorismo, diminuem a interferência estatal e favorecem a meritocracia. Ele também sublinha a importância da segurança jurídica como tema central para o setor no ano eleitoral.
Sobre as relações entre os poderes, Lupion prevê maior tensão entre Congresso, Executivo e Judiciário, ressaltando a necessidade de respeito às instituições em pautas sensíveis como o marco temporal das terras indígenas. A FPA, que é a maior bancada do Congresso com 353 parlamentares, espera ampliar sua influência, especialmente no Senado.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação