Obama comenta sobre a existência de alienígenas e nega segredos na Área 51
O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, falou sobre a possibilidade de vida extraterrestre em entrevista recente. Ele acredita na existência de alienígenas, mas ressalta que não há provas físicas sob controle do governo americano.
Obama também negou que seres ou naves estejam escondidos na Área 51, afirmando que uma conspiração desse tamanho não seria possível, nem mesmo para ele durante seu mandato.
Sua curiosidade sobre o tema surgiu logo no início de sua presidência, demonstrando que o interesse por vida fora da Terra permeia até autoridades. Contudo, confirmações oficiais ainda não existem.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, compartilhou sua opinião sobre a existência de vida fora da Terra durante entrevista com Brian Tyler Cohen. Ele afirmou acreditar que alienígenas existem, mas destacou a ausência de provas físicas sob controle do governo americano. Segundo ele, esses seres não estariam escondidos na famosa Área 51, altamente associada a teorias conspiratórias.
Obama descartou a ideia de que o governo dos EUA mantenha naves espaciais ou seres extraterrestres em bases secretas, como a Área 51, afirmando que isso exigiria uma conspiração tão grande que até mesmo ele, como presidente, não teria acesso às informações. “Eles são reais, mas eu não os vi. E eles não estão sendo mantidos na Área 51”, declarou o ex-mandatário.
Além disso, o ex-presidente revelou que sua curiosidade se manifestou logo ao assumir a presidência, quando sua primeira pergunta sobre o tema foi: “Onde estão os aliens?”. A declaração indica que o interesse por vida extraterrestre está presente até mesmo entre as autoridades mais poderosas, embora a confirmação oficial ainda não exista.
Essas declarações ajudam a esclarecer o equilíbrio entre crença na presença de vida no universo e a falta de evidências claras nos arquivos governamentais. O assunto continua sendo tema de debates e pesquisas globais.
Puta Bloco anima o Carnaval de Vitória com desfile na Beira-Mar
O Puta Bloco trouxe muita animação para a Avenida Beira-Mar, no centro de Vitória, neste domingo (15). Integrante oficial do Carnaval de rua da capital capixaba, o bloco reuniu grande público que acompanhou o trio elétrico ao longo da avenida.
Com fantasias brilhantes e adereços coloridos, os foliões celebraram o clima festivo da região portuária. O percurso do bloco destacou a diversidade e o espírito democrático do Carnaval de Vitória, promovendo interação entre moradores e turistas.
A festa destacou a importância dos blocos de rua na movimentação da cidade durante o período carnavalesco, valorizando a participação e a criatividade local.
O desfile do Puta Bloco animou a Avenida Beira-Mar, no Centro de Vitória, na tarde deste domingo (15). Integrante da programação oficial do Carnaval de rua da Capital, o bloco atraiu uma grande multidão que acompanhou o trio elétrico ao longo da via. A festa reuniu foliões com fantasias cheias de brilho e adereços coloridos, ressaltando o clima festivo da região portuária.
A animação tomou conta do público que escolheu o Centro da cidade para celebrar o domingo de Carnaval. O percurso do bloco percorreu a principal avenida da orla, promovendo interação entre participantes e visitantes. O evento destacou-se pela diversidade de estilos e pela presença marcante do Carnaval de Vitória.
O Puta Bloco segue sendo uma das atrações que compõem a agenda dos blocos de rua do Carnaval capixaba. A concentração de foliões e a criatividade nas fantasias contribuíram para fortalecer o ambiente aberto e democrático das festividades na capital.
Quem esteve presente pode conferir de perto a mistura de sons, cores e expressividade que caracterizam esta celebração popular. A iniciativa reforça o papel dos blocos em movimentar a cidade durante o período carnavalesco, incentivando a participação da comunidade local e turistas.
EUA abordam navio petroleiro vinculado à Venezuela no Oceano Índico
As forças dos Estados Unidos abordaram o navio petroleiro Veronica III no Oceano Índico. O navio está relacionado ao transporte de petróleo sancionado, vinculado à Venezuela.
A operação monitora o petroleiro desde o Mar do Caribe, visando impedir a violação das sanções americanas contra embarcações suspeitas. O Veronica III transportava quase 2 milhões de barris de petróleo bruto e óleo combustível.
Essa ação faz parte de uma estratégia maior para controlar o comércio marítimo de petróleo ligado à Venezuela e outros países sancionados. Recentemente, outro navio foi retido para investigação, reforçando o esforço de bloqueio dessas operações.
As forças militares dos Estados Unidos abordaram o petroleiro Veronica III no Oceano Índico em uma operação que visa combater o transporte de petróleo sancionado ligado à Venezuela. O navio, rastreado desde o Mar do Caribe, tentou desafiar uma quarentena determinada pelo ex-presidente Donald Trump contra embarcações sancionadas.
A Venezuela utiliza há anos navios com bandeiras falsas para inserir petróleo nas cadeias globais, contornando sanções dos EUA. O Veronica III, que possui bandeira panamenha, está sujeito a sanções relacionadas ao Irã. Segundo o Departamento do Tesouro americano, o petroleiro saiu da Venezuela em 3 de janeiro com quase 2 milhões de barris de petróleo bruto e óleo combustível, no mesmo dia da captura do então presidente Nicolás Maduro.
O Pentágono afirmou que tropas americanas realizaram a abordagem conforme o direito de visita, interdição marítima e abordagem, rastreando o navio desde o Caribe até o Oceano Índico. O Veronica III é uma parte da frota paralela que movimenta cargas ligadas à Rússia, Irã e Venezuela desde 2023.
Embora o Pentágono não confirme se o petroleiro foi preso oficialmente, essa ação segue a linha da operação que resultou na captura de Maduro e no bloqueio de embarcações sancionadas. Na semana anterior, outro petroleiro identificado, o Aquila II, também foi abordado e permanece retido enquanto o governo decide seu destino.
Esses procedimentos reforçam o esforço americano para interromper o comércio marítimo que viola as sanções, monitorando navios em caminhos longos para controlar o fluxo de petróleo vinculado à Venezuela e países sancionados.
Banco Central confirma vazamento de mais de 5,2 mil chaves Pix do Agibank no início de 2026
O Banco Central divulgou que 5.290 chaves Pix do Agibank foram expostas entre 26 de dezembro de 2024 e 30 de janeiro de 2025. O vazamento revelou dados cadastrais como nome, CPF parcialmente mascarado e informações bancárias.
O BC explicou que o vazamento ocorreu por falhas no sistema do banco, mas dados financeiros como senhas, saldos e extratos não foram afetados. O risco para clientes é considerado baixo.
O Agibank corrigiu o problema rapidamente e não houve prejuízo financeiro. O Banco Central investiga o caso e alerta para que clientes fiquem atentos a possíveis tentativas de golpe via telefone ou mensagens.
O Banco Central informou que 5.290 chaves do Pix de clientes do Banco Agibank SA tiveram dados expostos entre 26 de dezembro de 2024 e 30 de janeiro de 2025. O incidente foi o 21º envolvendo o Pix desde 2020 e o primeiro registrado em 2026. As informações divulgadas incluem nome do usuário, CPF parcialmente mascarado, instituição de relacionamento, agência e número e tipo da conta.
De acordo com o BC, o vazamento ocorreu devido a falhas específicas em sistemas internos do Agibank. Importante destacar que dados protegidos por sigilo bancário, como senhas, saldos e extratos, não foram afetados. A exposição abrangeu apenas dados cadastrais, que não impactam o movimento financeiro das contas.
Embora o risco para os clientes seja considerado baixo, o Banco Central optou por divulgar o caso para manter a transparência. Todos os usuários com informações expostas serão avisados exclusivamente por meio do aplicativo ou internet banking do banco. O BC alerta para que clientes desconsiderem eventuais contatos telefônicos, SMS ou e-mails que se apresentem como aviso sobre o incidente.
O vazamento implica que os dados ficaram acessíveis a terceiros durante o período citado e podem ter sido consultados. O BC já iniciou investigações e poderá aplicar sanções que variam de multas à suspensão ou exclusão do banco do sistema Pix, dependendo da gravidade do caso.
O Agibank declarou que corrigiu o problema imediatamente após a descoberta e que não houve prejuízo financeiro para os clientes. A instituição também reforçou seus protocolos e fará notificações apenas pelos canais oficiais.
Ofertas do dia: Smart TV, projetor portátil e outros eletrônicos em promoção
O Samsung Galaxy A16 traz uma tela de 6,7 polegadas e 128 GB de armazenamento, com bateria de 5.000 mAh e sistema de câmeras versátil. É ideal para quem busca um smartphone com boa performance e recursos modernos.
Para experiências de cinema em casa, o projetor BYINTEK U4 oferece Full HD, foco automático e conectividade WiFi e Bluetooth. A Smart TV LG 50″ entrega qualidade 4K, comando por voz e várias conexões para facilitar o uso.
Outros produtos em destaque são o teclado Logitech MX Keys S, com conexão múltipla e bateria recarregável, e o ventilador Mondial Turbo de 140W, com ajustes para conforto e limpeza fácil.
O Samsung Galaxy A16 128GB é uma opção com tela de 6,7 polegadas e 128 GB de armazenamento interno. Conta com 4 GB de RAM, processador octa-core e suporte a NFC para pagamentos. A bateria é de 5.000 mAh com recarga rápida, enquanto o sistema de câmeras traz sensor principal de 50 MP, além de lentes ultra-wide e macro. É possível expandir o armazenamento via cartão microSD e o carregamento é feito por USB-C.
Para quem busca uma experiência de cinema em casa, o projetor BYINTEK U4 oferece resolução Full HD e suporte a arquivos 4K, com 400 ANSI Lumens. Ele possui foco automático e se conecta via WiFi e Bluetooth 5.0. Também funciona como alto-falante Bluetooth, tem entradas HDMI e USB, e roda sistema Android, permitindo o uso de aplicativos diretamente no aparelho.
O modelo Smart TV 50″ LG UHD (50UA85) entrega qualidade 4K com processador α7 AI Ger8 e sistema WebOS 25, que organiza apps de streaming. Possui Alexa e Google Cast integrados para comandos por voz e espelhamento. O controle Smart Magic conta com sensor de movimento e a TV oferece conexões HDMI 2.1, USB, Wi-Fi e Bluetooth.
O teclado Logitech MX Keys S apresenta perfil baixo, clique silencioso e iluminação automática. Pode se conectar por Bluetooth ou receptor USB Logi Bolt, com bateria recarregável via USB-C, além de permitir pareamento com até três dispositivos simultaneamente.
O ventilador de mesa Mondial Turbo (NVT-40-BL) tem hélice de 6 pás e motor de 140W. Oferece três velocidades, oscilação horizontal e ajuste de inclinação vertical. A grade frontal removível facilita a limpeza.
Israel retoma registro de terras na Cisjordânia e gera críticas por possível anexação
O governo de Israel retomou o processo de registro de terras na Cisjordânia, suspenso desde 1967. A medida obriga proprietários a apresentar documentos que comprovem a posse, ampliando o controle israelense na região.
Essa retomada ocorre após aumento da construção de assentamentos e mudanças que fortalecem o domínio israelense, gerando críticas da Autoridade Palestina. O presidente Mahmoud Abbas classificou a ação como uma violação do direito internacional e pediu intervenção da comunidade internacional.
Organizações israelenses criticam a medida como pouco transparente e preocupam-se com possível “mega apropriação” das terras palestinas, complicando ainda mais o cenário de conflito na região.
O governo de Israel anunciou a retomada de um processo de regulamentação de terras em grande parte da Cisjordânia ocupada, medida que pode ampliar o controle israelense na região. O procedimento, conhecido como assentamento de título de terra, estava suspenso desde 1967. Com isso, qualquer pessoa que reivindique propriedade em uma área terá que apresentar documentos para provar a posse.
Nos últimos meses, Israel expandiu a construção de assentamentos judaicos e legalizou postos avançados na Cisjordânia, além de implementar mudanças burocráticas que fortalecem seu domínio e enfraquecem a Autoridade Palestina. O Ministério das Relações Exteriores de Israel alegou que a Autoridade Palestina estaria realizando registros ilegais na Área C, justificando o reinício do processo para aumentar a transparência.
Entretanto, o grupo israelense anti-assentamento Peace Now vê a iniciativa como uma possível “mega apropriação de terras” dos palestinos. A Área C representa 60% da Cisjordânia e está sob controle militar israelense. Segundo Hagit Ofran, diretora do programa Settlement Watch do Peace Now, o processo de comprovação da propriedade é pouco transparente, o que pode favorecer o Estado e dificultar a defesa dos palestinos.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, qualificou a decisão como uma “grave escalada” e uma violação do direito internacional, comparando-a a uma “anexação de fato”. Ele pediu que a comunidade internacional, especialmente o Conselho de Segurança da ONU e os Estados Unidos, intervenham urgentemente.
Hamnet: Entenda o final do filme de Chloé Zhao indicado ao Oscar
Hamnet acompanha a história de Agnes e William Shakespeare frente à perda do filho gêmeo, Hamnet. O filme mostra o luto do casal, intercalando cenas de afeto familiar e a conexão mística de Agnes com a natureza.
O desfecho revela que a obra é uma homenagem: William transforma sua dor em arte ao criar Hamlet, uma forma de despedida para o filho. Agnes, inicialmente resistente, reconhece a representação como um meio de aceitar a perda.
A relação com o sobrenatural e a espiritualidade permeia a narrativa, mostrando como o luto e a arte caminham juntos. Hamnet expõe a força da memória e da arte para lidar com a dor da perda.
Um dos filmes indicados ao Oscar mais comentados, Hamnet narra o drama de Agnes e William Shakespeare diante da perda do filho gêmeo, Hamnet. A trama intercala cenas de alegria familiar, a conexão sensível de Agnes com a natureza e a dedicação de Shakespeare à dramaturgia, explorando o processo pelo qual o casal enfrenta o luto.
Nos momentos finais, o filme revela que Hamnet é mais que uma história de perda: é também uma homenagem. William expressa sua dor e culpa ao transformar a peça Hamlet em uma forma de despedida, simbolizando o filho no palco. Agnes inicialmente reage com raiva, mas ao reconhecer o filho na encenação, compreende o gesto de Shakespeare como um meio para lidar com o sofrimento.
A relação do filme com elementos sobrenaturais aparece na figura de Agnes, cuja ligação com o mundo natural rende-lhe uma aura mística, fazendo com que seja vista como bruxa na sua aldeia. A espiritualidade permeia a narrativa quando Hamnet, já doente, ora para substituir a irmã no destino da morte, o que, segundo o filme, acontece de forma quase mágica.
Hamnet mostra, assim, como a arte pode eternizar a memória e servir como suporte na reconciliação com perdas irreparáveis. A peça Hamlet torna-se um elo que ajuda pai e mãe a aceitar o luto sem esquecer o filho, uma abordagem delicada para um tema universal.
Motorista foge da polícia, atropela motociclista, cai de ponte e abandona carro no ES
Um motorista no Centro de Irupi, Espírito Santo, desobedeceu a ordem de parada da Polícia Militar e fugiu em alta velocidade. Durante a fuga, atropelou um motociclista e continuou a escapar da polícia.
O motorista perdeu o controle do veículo, que despencou de uma ponte e foi encontrado submerso. Ele abandonou o carro e fugiu a pé, permanecendo foragido até o momento.
A vítima da motocicleta recebeu atendimento do Samu, e a polícia investiga as circunstâncias do acidente, alertando para os riscos da direção imprudente e embriaguez ao volante.
Um incidente envolvendo um motorista em alta velocidade no Centro de Irupi, Espírito Santo, resultou em uma série de eventos preocupantes na noite do sábado (14). De acordo com a Polícia Militar, o condutor desobedeceu a uma ordem de parada e iniciou uma fuga, durante a qual atropelou um motociclista. Imagens de videomonitoramento registraram o momento da colisão.
A vítima da motocicleta recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas seu estado de saúde não foi informado. Testemunhas relataram que o motorista apresentava sinais de embriaguez no momento dos fatos.
As autoridades identificaram o dono do veículo, porém não conseguiram capturar o fugitivo. Posteriormente, o mesmo carro foi encontrado submerso após cair de uma ponte na saída de Irupi. O condutor abandonou o automóvel e escapou a pé, permanecendo foragido até o momento.
O episódio amplia a preocupação com veículos em alta velocidade e fugas que colocam a vida de outras pessoas em risco. A Polícia Militar continua as buscas pelo responsável e investiga as circunstâncias que levaram ao acidente e à queda do veículo.
Ao mesmo tempo, a população é alertada para os perigos relacionados à condução imprudente e à embriaguez ao volante, problemas que seguem sendo desafios constantes na segurança no trânsito.
EUA usaram inteligência artificial para ajudar na captura de Maduro na Venezuela
O governo dos Estados Unidos recorreu à inteligência artificial Claude, da empresa Anthropic, para auxiliar em uma operação que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro. A IA foi usada em conjunto com análises de dados e suporte logístico, embora detalhes específicos ainda sejam confidenciais.
Essa operação contou com uma parceria entre o Pentágono e a Palantir Technologies, evidenciando o interesse militar na tecnologia para missões complexas. O uso da IA levanta debates sobre ética e soberania, já que a ação ocorreu em território venezuelano.
O caso ressalta o crescimento do emprego de inteligência artificial em contextos militares, mesmo diante das restrições e controvérsias envolvendo sua aplicação em operações de conflito.
O governo dos Estados Unidos utilizou a inteligência artificial Claude, da empresa Anthropic, para auxiliar na operação que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, segundo relatório do The Wall Street Journal. A Anthropic desenvolve essa IA generativa com foco em segurança e ética, capaz de processar texto, analisar documentos e auxiliar em decisões.
A operação militar nos contou com uma parceria entre o Pentágono e a empresa Palantir Technologies, especializada em análise de dados, para acessar a inteligência do Claude. No entanto, não há confirmação oficial sobre como exatamente a IA foi empregada: seja na análise de imagens de satélite, planejamento logístico, ou no suporte a decisões táticas em tempo real.
A Anthropic afirmou não ter conhecimento específico sobre o uso do Claude em missões sigilosas e ressaltou que seu uso deve respeitar as políticas da empresa, que proíbem o emprego da IA para ações violentas ou que envolvam vigilância ofensiva. Esse posicionamento teria gerado tensão com o Pentágono, que ameaçou encerrar um contrato de US$ 200 milhões com a Anthropic.
O episódio causa controvérsia internacional, com vários países criticando a invasão da Venezuela, apontada como uma violação da soberania nacional. Para além do aspecto tecnológico, a discussão sobre o uso de IA para fins militares e suas implicações éticas ganha destaque diante desse caso.
O uso do Claude no contexto militar mostra o interesse crescente das forças armadas em integrar inteligência artificial em operações complexas, ainda que detalhes específicos permaneçam confidenciais.
Pentágono considera encerrar parceria com Anthropic por divergências em regras de IA
O Pentágono avalia encerrar a colaboração com a empresa Anthropic devido a divergências sobre as limitações aplicadas aos modelos de inteligência artificial. As Forças Armadas dos EUA querem utilizar as ferramentas de IA para várias finalidades, incluindo operações militares, mas a Anthropic não aceitou essas condições.
Além da Anthropic, outras empresas, como OpenAI, Google e xAI, também enfrentam pressão para liberar suas tecnologias sem restrições. As negociações entre o Pentágono e a Anthropic já duram meses, com sinais de impaciência por parte das autoridades.
Um porta-voz da Anthropic afirmou que não houve discussões específicas sobre o uso do modelo Claude em operações militares. O foco está em políticas que restringem armas autônomas e vigilância em massa, que não afetam as operações atuais.
O Pentágono avalia encerrar parceria com a empresa de inteligência artificial Anthropic por discordâncias sobre restrições de uso de seus modelos de IA, informou a Axios, citando um funcionário do governo dos EUA. As Forças Armadas querem usar as ferramentas para “todos os fins legais”, inclusive na criação de armas, coleta de dados e ações em campo, mas a Anthropic não aceitou essas condições.
Além da Anthropic, OpenAI, Google e xAI estão na lista de empresas pressionadas para liberar suas tecnologias sem limitações padrão. As negociações com a Anthropic se estendem por meses, e o Pentágono mostra cansaço com a resistência da startup.
Um porta-voz da Anthropic declarou que não houve discussão sobre o uso do modelo de IA Claude em operações militares específicas. As negociações focaram em políticas como restrições a armas autônomas e vigilância doméstica em massa, que não impactam as operações atuais.
Curiosamente, o modelo Claude foi usado em uma ação militar para capturar o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, graças a uma parceria entre Anthropic e a empresa de dados Palantir, segundo o Wall Street Journal. A Reuters já havia noticiado a pressão do Pentágono para que as plataformas de IA estivessem disponíveis em redes seguras, com menos limitações.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação