Como identificar e evitar movimentos especulativos no mercado financeiro brasileiro
O mercado financeiro pode apresentar movimentos especulativos, onde os preços sobem não por fundamentos, mas por expectativas de lucro rápido. No Brasil, isso pode ser observado em contextos como o aumento repentino do ouro e prata devido a fatores externos e especulativos.
Especialistas recomendam atenção a sinais como valorização rápida e volumes elevados para evitar prejuízos. Estratégias como a compra gradual e o cuidado com notícias exageradas ajudam na prevenção.
Distinguir especulação de investimentos de longo prazo é essencial para tomar decisões conscientes e seguras no mercado financeiro nacional.
O recente aumento expressivo no preço do ouro e da prata mostra como a combinação de fundamentos concretos com a especulação pode impactar os mercados. O rally do ouro e da prata, que alcançou valores notáveis como US$ 5.326 para o ouro e uma alta de mais de 140% para a prata em apenas um ano, foi inicialmente impulsionado por fatores como tensões globais e compras de bancos centrais. A incerteza sobre decisões do Federal Reserve sob a gestão Trump também contribuiu para movimentar esse cenário.
Esse ambiente criou um movimento de busca por proteção contra riscos sistêmicos, mas o mercado também sofreu com episódios de especulação. Um movimento especulativo acontece quando o preço de um ativo cresce não por fundamentos sólidos, mas pela expectativa de rápida valorização, motivada por notícias ou rumores. Investidores apostam na chance de revender esses ativos por preços elevados em curto prazo, mesmo que isso não reflita o real valor do ativo.
Especialistas indicam que uma valorização muito rápida, com altas de 10% a 20% em meses, combinada a volumes recordes de negociação, é um sinal de alerta para possíveis bolhas especulativas. A estratégia para evitar prejuízos inclui distribuir as compras no tempo, prevenindo variações bruscas de preço. Além disso, recomenda-se cautela diante de notícias otimistas em excesso e garantir sempre uma margem de segurança.
O professor Sergio Goldbaum e o sócio João Ferreira reforçam a importância de separar especulação de movimentos de longo prazo para melhor avaliar riscos e oportunidades no mercado de rally do ouro e da prata.
WEG anuncia nova fábrica de baterias em Itajaí para impulsionar expansão
A WEG confirmou a instalação de uma nova fábrica em Itajaí (SC), dedicada à produção de sistemas de armazenamento de energia em baterias, os chamados BESS. A unidade terá capacidade anual de 2GWh e deve ser concluída até o segundo semestre de 2027.
O investimento de R$ 280 milhões conta com apoio do BNDES e FINEP, visando ampliar a atuação da empresa no segmento de eletrificação que cresce no Brasil. A fábrica terá linhas automáticas e laboratório de testes.
Especialistas avaliam que o projeto pode aumentar a receita da WEG e fortalecer sua presença no mercado, apesar dos desafios da concorrência internacional, especialmente chinesa. A unidade terá ainda uma subestação para simulações reais, acelerando o desenvolvimento de novas soluções.
A WEG confirmou a construção de uma nova fábrica em Itajaí, Santa Catarina, focada na produção de sistemas de armazenamento de energia em baterias, conhecidos como BESS. A expectativa é que a unidade esteja pronta no segundo semestre de 2027.
A planta terá capacidade anual estimada em 2 Gigawatt-hora, com linhas de montagem automatizadas e um laboratório para testes e desenvolvimento de produtos. O projeto será financiado com R$ 280 milhões pelo BNDES, via programa Mais Inovação, em colaboração com a FINEP.
Essa iniciativa deve ampliar a atuação da WEG no mercado de eletrificação, considerada em expansão no Brasil. Analistas da XP destacam que o BESS poderá contribuir de forma relevante para o crescimento da receita da empresa, acompanhando a transição energética do país. A previsão indica que esse segmento poderá representar até um dígito percentual do faturamento até 2028.
O BTG Pactual ressalta que a WEG enfrentará desafios com o aumento da demanda por redes de energia resilientes e a chegada de concorrentes internacionais, especialmente da China, onde os preços podem ser mais competitivos. Porém, a companhia se beneficia por sua presença geográfica e canais de distribuição consolidados no Brasil.
A fábrica também incluirá uma subestação para simular condições reais de operação, o que deve agilizar o lançamento de novas soluções no mercado. O investimento reafirma o compromisso da WEG com a expansão e diversificação no setor de eletrificados.
Moya, o robô humanoide que imita emoções, expressões e temperatura corporal
O robô humanoide Moya, desenvolvido pela startup chinesa DroidUp, apresenta emoções, expressões faciais realistas e controle de temperatura corporal entre 32 °C e 36 °C. Com tecnologia de inteligência artificial, ele reconhece pessoas e reproduz microexpressões em tempo real, buscando uma conexão emocional.
Inspirado no controle cerebral humano, o Moya consegue passos naturais e interação social, com foco em setores como saúde e educação. O robô tem aplicação prevista para cuidados com idosos e deve ser lançado comercialmente ainda este ano.
Robôs humanoides ainda geram dúvidas por conta da aparência e dos movimentos. A startup chinesa DroidUp lançou o robô humanoide Moya, que busca superar esse cenário. Revelado no Vale da Robótica de Zhangjiang, em Xangai, o modelo aposta em uma plataforma biônica personalizável, permitindo a escolha de gênero, traços e expressões faciais com detalhes sutis que imitam emoções humanas.
O sistema de locomoção do Moya é inspirado no controle do cerebelo humano, o que proporciona passos e giros mais naturais. A empresa afirma que o robô alcança 92% de similaridade com a caminhada humana, embora pequenas diferenças sejam perceptíveis. Seu foco principal, no entanto, está na interação social, que inclui contato visual, sorriso e resposta emocional à presença das pessoas.
O Moya utiliza câmeras posicionadas atrás dos olhos, com inteligência artificial, para reconhecer indivíduos e reproduzir microexpressões realistas em tempo real. Outra característica incomum é o controle de temperatura corporal, conseguindo manter a “pele” entre 32 °C e 36 °C. A textura da pele simula músculos, gordura e maciez, complementada por uma estrutura que inclui caixa torácica.
Segundo Li Qingdu, fundador da DroidUp, o objetivo é criar máquinas capazes de gerar uma conexão emocional com as pessoas. O Moya deve ser aplicado em setores como saúde e educação, especialmente no cuidado com idosos. O lançamento comercial está previsto para este ano, com preço estimado em cerca de US$ 173 mil.
Petição reúne mais de 15 mil assinaturas para mudar nome da Avenida Dante Michelini em Vitória
Um abaixo-assinado em Vitória já conta com mais de 15 mil assinaturas para alterar o nome da Avenida Dante Michelini, na orla de Camburi. A proposta é renomear a via para Avenida Araceli Cabrera Crespo, em homenagem à menina assassinada em 1973, que marcou a luta contra a violência infantil no Espírito Santo.
A avenida homenageia atualmente um empresário local, cujo filho foi acusado no caso do assassinato de Araceli. A forte associação do nome Michelini ao crime reacendeu o debate público e social na cidade. A petição busca evitar a perpetuação do nome ligado à violência e à impunidade.
O abaixo-assinado visa pressionar a Prefeitura e a Câmara Municipal de Vitória a reverem a denominação da avenida. A mudança homenagearia vítimas de violência e reforçaria o compromisso da cidade com a memória e a justiça social. Interessados podem participar através do site oficial da campanha.
Um abaixo-assinado para alterar o nome da Avenida Dante Michelini, na orla de Camburi, em Vitória, voltou a ganhar atenção com mais de 15 mil assinaturas. A proposta é renomear a via para Avenida Araceli Cabrera Crespo, em referência à menina assassinada em 1973, cujo caso representa um marco contra a violência infantil no Espírito Santo e no Brasil.
A avenida atualmente homenageia Dante de Brito Michelini, empresário local, mas o debate se intensifica porque seu filho, Dante de Barros Michelini, conhecido como Dantinho, foi um dos principais acusados no crime contra Araceli. Ele faleceu recentemente, o que reacendeu a discussão pública.
Embora os réus tenham sido absolvidos por falta de provas, o nome Michelini carrega forte associação com o caso, tornando a homenagem um ponto de contestação social. A petição enfatiza que a mudança não se refere somente ao patriarca, mas busca evitar a perpetuação do nome ligado a denúncias de violência e impunidade.
O assassinato de Araceli levou à criação do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio. Ativistas também apresentaram denúncias à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, requerendo reparações pelo fracasso do Estado em investigar o caso.
Histórico de tentativas para mudar o nome da avenida inclui consultas populares, mas sem avanços oficiais. Com o apoio de milhares, o abaixo-assinado pretende pressionar a Câmara Municipal e a Prefeitura de Vitória a retomar a discussão formalmente, incentivando a cidade a homenagear vítimas e não símbolos controversos.
Projeto propõe renomear Avenida Dante Michelini para Avenida Governador Gerson Camata em Vitória
Um projeto de lei em Vitória prevê a mudança do nome da principal via da Praia de Camburi. A proposta é renomear a Avenida Dante Michelini para Avenida Governador Gerson Camata, em homenagem à importância política de Camata no Espírito Santo.
A iniciativa busca revogar a lei de 1967 e evitar polêmicas ligadas ao atual nome, por conta do envolvimento do filho de Dante Michelini no Caso Araceli. O vereador Armandinho Fontoura defende que a alteração trará um caráter simbólico e educativo à cidade.
Se aprovada, a Prefeitura terá a responsabilidade pelos custos da troca das placas. A proposta também reacende o debate sobre memória e justiça, após tentativas anteriores de homenagear Araceli não serem aprovadas.
Um projeto de lei na Câmara Municipal de Vitória propõe mudar o nome da principal via da Praia de Camburi. A atual Avenida Dante Michelini pode ser renomeada para Avenida Governador Gerson Camata. A proposta, de autoria do vereador Armandinho Fontoura (PL), busca revogar a legislação de 1967 e homenagear uma figura importante da política capixaba.
O vereador fundamenta a troca apontando para o Caso Araceli, crime emblemático de 1973 que gerou debates nacionais sobre impunidade. O argumento central é que o filho do atual nome da avenida, Dante Brito Michelini, foi acusado do assassinato, embora tenha sido inocentado. A mudança tenta evitar que o nome esteja ligado a essa polêmica.
Por outro lado, a substituição ressalta a trajetória de Gerson Camata, que foi o primeiro governador eleito diretamente no Espírito Santo após a redemocratização, entre 1983 e 1986, além de senador por três mandatos. Para o autor do projeto, nomear a avenida em referência a Camata tem caráter educativo e simbólico para a cidade.
Se aprovado, a Prefeitura de Vitória será responsável pelos custos da troca das placas e sinalização. O vereador agora busca apoio dos colegas para avançar com o projeto na Câmara.
É importante lembrar que propostas anteriores já sugeriram batizar a avenida com o nome de Araceli, mas nunca tiveram aprovação. Esta nova investida volta a trazer o debate para a pauta pública, envolvendo memória, justiça e homenagens na cidade.
Mercado Pago apresenta seguro-boleto e modo de segurança para usuários no Brasil
O Mercado Pago lançou o seguro-boleto, um serviço que oferece proteção para pagamentos feitos pelo aplicativo em caso de perda de renda, como desemprego. A cobertura, disponível por R$ 4,99 mensais, cobre trabalhadores formais, informais e freelancers, ampliando a segurança financeira dos usuários.
Além disso, a empresa criou o Modo Blindado para aumentar a segurança durante o Carnaval 2026, ocultando saldos e bloqueando transações em locais inseguros. O recurso visa proteger contra furtos e roubos de celulares.
Mercado Pago também considera solicitar licença bancária no Brasil, após iniciativas semelhantes no México e Argentina, buscando expandir seus serviços financeiros no país.
O Mercado Pago anunciou novidades durante evento em 5 de novembro de 2025, incluindo um crescimento de 118% em patrocínios em 2026. Entre as novidades está o lançamento do “seguro-boleto”, em parceria com a Prudential, que protege o pagamento de contas feitas pelo app em casos de perda de renda, como desemprego. Quanto mais contas pagas via Mercado Pago, maior a cobertura do seguro.
O seguro será oferecido por R$ 4,99 mensais para os mais de 50 milhões de usuários do aplicativo. A cobertura abrange trabalhadores formais, informais e freelancers, protegendo contra eventos que impeçam a realização de atividades remuneradas, como acidentes e licenças não remuneradas, segundo executivos da empresa. Detalhes como tempo e limite da cobertura ainda não foram divulgados.
Outra novidade é o modo de segurança chamado Modo Blindado, que foi lançado especialmente para o Carnaval 2026, período com aumento de furtos e roubos de celulares. Com ele, saldos, investimentos e informações sensíveis ficam ocultos, além de permitir bloqueios para transferências e Pix em locais considerados inseguros pelo usuário.
Além dos patrocínios ao Big Brother Brasil 2026, Caldeirão do Mion, carnavais e Brasileirão, a empresa avalia solicitar licença bancária no Brasil, após já ter feito pedidos no México e Argentina. O objetivo é concluir os projetos atuais para reavaliar essa possibilidade por aqui.
OranjeBTC mantém estratégia de longo prazo apesar da queda do bitcoin
A OranjeBTC, maior detentora corporativa de bitcoin na América Latina, mantém foco em longo prazo mesmo com a alta volatilidade e queda de 60% nas ações desde a estreia. A estratégia é aumentar a quantidade de bitcoins por ação, sem intenção de vender os ativos.
Com baixa alavancagem e dívidas para 2030, a empresa suporta oscilações severas evitando riscos relacionados ao preço do bitcoin. Além disso, aproveita o preço das ações abaixo do valor dos ativos para recompras, reforçando sua posição.
O CEO Guilherme Gomes destaca que a OranjeBTC é uma alternativa para quem busca exposição ao bitcoin via mercado de capitais, com educação e cursos para fortalecer o conhecimento no ecossistema. O primeiro balanço como empresa pública sai em março de 2026.
A empresa OranjeBTC, listada na B3, atua como uma tesouraria de bitcoin, focada em aumentar a quantidade do ativo digital por ação ao longo do tempo. Com cerca de 3.700 bitcoins em tesouraria, tornou-se a maior detentora corporativa na América Latina em apenas quatro meses de mercado.
O CEO Guilherme Gomes explica que o modelo da companhia lembra investimentos imobiliários em regiões valorizadas, só que aplicado a terrenos digitais como o bitcoin. Apesar da alta volatilidade e da queda superior a 60% nas ações desde a estreia, a companhia mantém a estratégia de longo prazo, sem intenção de vender seus bitcoins.
A estrutura financeira é desenhada para suportar oscilações severas, com baixa alavancagem e dívidas somente para 2030, evitando riscos que dependam da variação do preço do bitcoin. Atualmente, as ações da OranjeBTC são negociadas abaixo do valor de mercado dos seus ativos em bitcoin, o que levou a empresa a priorizar recompras de ações para aproveitar o “desconto”.
Gomes ressalta que investidores que buscam exposição direta ao bitcoin devem adquiri-lo, mas a OranjeBTC oferece uma alternativa para quem prefere uma estrutura corporativa e acesso ao mercado de capitais.
Além da acumulação de bitcoins, a empresa investe em educação sobre o ativo, lançando cursos para ampliar a base de conhecimento e convicção no ecossistema.
A companhia deve divulgar seu primeiro balanço como empresa pública em março de 2026, momento em que será possível avaliar a execução da estratégia com mais clareza.
Bitcoin sofre queda significativa e reverte ganhos pós-eleições nos EUA
O bitcoin registrou uma queda acentuada, atingindo seu nível mais baixo desde a vitória de Donald Trump nas eleições de 2024. Após alcançar cerca de US$ 76,9 mil, a criptomoeda recuou para US$ 72,2 mil, perdendo os ganhos obtidos com o pleito americano.
Além do bitcoin, outras criptomoedas também caíram devido a uma venda massiva no mercado, influenciada pela indicação para o Federal Reserve e retirada de fundos institucionais. Mesmo com o cenário atual, analistas mantêm uma perspectiva positiva para o médio e longo prazo, prevendo uma possível recuperação futura.
O bitcoin enfrentou uma queda significativa nesta quarta-feira (4), atingindo seu patamar mais baixo desde a vitória do presidente Donald Trump nas eleições de 2024. Depois de alcançar máximas próximas a US$ 76,9 mil, a criptomoeda recuou para US$ 72,2 mil, encerrando o pregão com queda que apagou os ganhos conquistados após o pleito. No início da tarde, o ativo seguia em baixa, cotado a US$ 66,5 mil, uma retração diária em torno de 9%.
Nas últimas semanas, o bitcoin passou por uma liquidação expressiva, depois de bater recordes de até US$ 96.951. Esse movimento inclui uma queda de 7% registrada no sábado anterior. A desvalorização do ativo não é atribuída a um único motivo, segundo Rob Hadick, sócio da gestora Dragonfly Capital, que mantém uma visão positiva para o médio e longo prazos.
Por outro lado, Michael Burry, investidor que previu a crise imobiliária de 2008, alertou para a possibilidade de uma “espiral da morte” no mercado cripto, que poderia afetar empresas expostas ao bitcoin. Analistas destacam que a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve pode ter influenciado parte da queda, mas o principal impulsionador parece ser a retirada em massa de recursos por ETFs institucionais.
Outras moedas digitais, como Ethereum, BNB e Solana, também caíram, refletindo um movimento de redução de risco pelos investidores. O mercado está dominado por um movimento de venda por impulso, que, segundo especialistas, deve se reverter, levando a uma nova valorização futura do setor.
Corpo de menino de 10 anos que se afogou no Rio Doce é encontrado em Linhares
O corpo de um menino de 10 anos que se afogou no Rio Doce, em Linhares, no Espírito Santo, foi encontrado na manhã de quinta-feira (5). A criança desapareceu na quarta-feira (4) após entrar na água para nadar e não retornar.
Os mergulhadores do Corpo de Bombeiros retomaram as buscas pela manhã e localizaram o corpo preso em galhos submersos, cerca de quatro metros de profundidade. A ocorrência foi transferida às autoridades para os procedimentos legais.
O caso destaca a necessidade de atenção em áreas com corpos d’água. A comunidade e autoridades acompanham a investigação para esclarecer as circunstâncias do afogamento e prevenir novos acidentes.
O corpo de um menino de 10 anos que havia desaparecido após se afogar no Rio Doce foi localizado na manhã desta quinta-feira (5) em Linhares, no Norte do Espírito Santo. A criança sumiu na quarta-feira (4) quando entrou na água para nadar e não retornou à superfície.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou as buscas ainda na quarta, interrompendo os trabalhos ao anoitecer. Mergulhadores retomaram as buscas pela manhã e encontraram o corpo submerso a cerca de quatro metros de profundidade, preso em galhos no fundo do rio por volta das 7h30.
Após a localização, a equipe retirou o corpo da água e encaminhou a ocorrência às autoridades para os procedimentos legais. O acidente aconteceu no bairro Aviso, e envolveu equipes especializadas em resgate aquático.
Este caso reforça a necessidade de atenção redobrada em áreas próximas a corpos d’água. O trabalho de busca e resgate contou com o apoio do Corpo de Bombeiros, que atua em situações de risco envolvendo afogamentos e outras emergências.
A comunidade local e autoridades acompanham o desenrolar da investigação para esclarecer as circunstâncias do afogamento e tomar medidas preventivas para evitar incidentes semelhantes.
Após anos colaborando com a estratégia de parcerias e inovação aberta do iFood, Thiago Viana agora integra o time global de investimentos da Prosus, grupo europeu que controla o iFood, além de outras empresas como Decolar e OLX. Como Managing Director, ele vai focar em identificar e acelerar startups em estágio inicial.
Thiago está se mudando para Amsterdã, sede da Prosus, onde se reunirá com Fabricio Bloisi, ex-CEO do iFood e atual CEO do grupo. Seu desafio principal será fomentar a sinergia entre as empresas investidas e o ecossistema da Prosus, definindo teses globais de investimento e estruturando programas de apoio e mentoria para as startups.
Em entrevista exclusiva, Thiago destacou que o objetivo é ir além de um mero portfólio, buscando conectar fundadores, negócios e regiões como América Latina, Europa e Índia, focando em quatro pilares: Food Delivery, Viagens, Classificados e Pagamentos/Fintech.
Ele ressaltou que sua experiência no iFood, onde ajudou a empresa a se tornar uma plataforma aberta a parcerias estratégicas, será valiosa para acelerar essa integração global. A Prosus realizou mais de 30 investimentos globais no último ano, incluindo seis no Brasil, como na edtech BeConfident.
Thiago afirmou que seu papel vai além da decisão de novos investimentos, concentrando-se em maximizar o valor do portfólio existente por meio da construção de conexões efetivas. Ele destacou ainda a importância de apoiar startups em estágios iniciais com governança, acesso a capital e infraestrutura adequadas.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação