Expansão sem ponto cego: como escalar redes de franquias com segurança
No dinâmico setor de franchising, o desejo de expandir a marca rapidamente muitas vezes colide com um obstáculo invisível, mas potencialmente letal: o risco de compliance. O modelo tradicional de checagem de antecedentes, realizado apenas no momento da entrada do parceiro, tem se mostrado insuficiente para proteger grandes corporações. É o que especialistas chamam de \”erro da foto do momento\”.
Segundo Gustavo Tremel, CEO e cofundador da VAAS, a visão estática do risco é um perigo latente. \”No setor de franchising, a checagem de antecedentes apenas no onboarding é o que chamamos de \’erro da foto do momento\’. O risco é um organismo vivo. Um franqueado aprovado hoje pode se tornar um passivo crítico amanhã\”, alerta o executivo.
Franqueadora responde pelos atos ilícitos de parceiros
A urgência por um monitoramento contínuo não é apenas uma questão de reputação, mas de sobrevivência financeira. Nos termos da Lei Anticorrupção (Lei 12.846/13), as empresas detêm a chamada responsabilidade objetiva. Na prática isso significa que a franqueadora pode responder pelos atos ilícitos de seus parceiros, independentemente de ter tido conhecimento ou culpa direta.
As penalidades são severas: multas que podem atingir até 20% do faturamento bruto da matriz. \”O compliance em franquias não pode ser reativo. É preciso orquestrar o risco em tempo real\”, reforça Simone Vollbrecht, Head de Compliance da VAAS.
Identificação do beneficiário final é desafio para redes de franquias
Um dos maiores desafios operacionais na expansão de redes é a identificação do Beneficiário Final (UBO). O uso de \”laranjas\” e holdings ocultas pode mascarar indivíduos sancionados ou com históricos impeditivos que buscam se associar a marcas consolidadas.
“Para combater essa prática, a utilização de algoritmos avançados torna-se essencial. Essas ferramentas conseguem revelar as complexas camadas societárias, garantindo que a marca não herde passivos de terceiros”, avalia Simone.
Tecnologia é aliada da expansão segura
Para consolidar uma infraestrutura de decisão robusta, Gustavo Tremel destaca que a segurança da marca não termina na assinatura do contrato, exigindo um monitoramento 24/7 que acompanhe mídias negativas, sanções e listas restritivas em tempo real.
Ele ressalta que hoje a tecnologia trabalha a favor da franqueadora para eliminar gargalos burocráticos. \”Na VAAS, a nossa plataforma substitui o processo manual e lento de trocas de e-mails e PDFs por uma orquestração automatizada. Isso permite que a eficiência operacional seja elevada a um novo patamar, onde parceiros são aprovados em segundos com total segurança, garantindo que o rigor técnico não seja sacrificado em prol da velocidade da expansão\”, contextualiza Tremel.
Complementando essa visão, Simone Vollbrecht reforça que essa proteção deve ocorrer de dentro para fora. A executiva explica que a agilidade na ponta deve ser sustentada por uma infraestrutura que mantenha o controle total da rede sob vigilância constante, integrando a análise de riscos reputacionais e indicadores ESG para uma governança de fato sustentável. \”A segurança da marca não é um evento único, mas um estado de vigilância contínua. Expandir com governança significa garantir que o crescimento de hoje não se torne o tribunal de amanhã\”, conclui a especialista em compliance.
Sobre a VAAS
Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma conecta mais de 40 fontes de dados e utiliza IA preditiva para automatizar processos de KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e falhas regulatórias. Com mais de R$ 50 milhões em contratos ativos, a startup lidera a transição para um compliance digital, autônomo e integrado à estratégia de negócios. Mais informações estão disponíveis no site www.vaas.com.br.
Via: Grayce Rodrigues
6 horas atrás - Mundo
Caso WePink: como a falta de due diligence pode expor marcas bilionárias a riscos de lavagem de dinheiro
O recente escândalo envolvendo a rede de influenciadores ligada à marca WePink, da empresária Virgínia Fonseca, trouxe à tona um debate crucial para o mundo dos negócios: o impacto da falta de processos robustos de due diligence. O caso, apurado inicialmente pela Agência Pública e que envolve investigações de lavagem de dinheiro e conexões com o crime organizado, serve como um alerta severo para empresas que negligenciam o pilar de KYP (Know Your Partner).
Para Simone Vollbrecht, Head de Compliance da VAAS, startup especializada em gestão de risco inteligente,o imbróglio da WePink não é apenas um problema de imagem, mas uma falha estrutural de governança. “O conceito de Know Your Partner (Conheça seu Parceiro) é um dos mais negligenciados no Brasil. No caso da WePink, um processo básico de due diligence teria revelado, anos atrás, sinais de alerta vermelhos em torno de figuras centrais na estrutura societária”, explica Simone.
Sócios ocultos e endereços compartilhados são elos de risco
A análise técnica do caso aponta para a figura de Karen de Moura Tanaka-Mori, que atuou como sócia em empresas ligadas à fundadora da marca, Samara Pink. Karen, presa em 2024 sob acusação de lavagem de dinheiro para organizações criminosas, possuía um perfil clássico de risco: baixa exposição no marketing da empresa, mas presença estratégica no papel.
“Em compliance, a ausência de um papel claro de um sócio no dia a dia do negócio é um red flag. Quando cruzamos dados, vemos que holdings ligadas a essas figuras compartilhavam endereços físicos com a estrutura da própria Virgínia Fonseca. Isso cria uma \’contaminação\’ de risco que a análise automatizada de dados detectaria em segundos”, afirma a especialista da VAAS.
A responsabilidade jurídica e o fim da \”boa-fé\”
Um dos pontos mais sensíveis destacados por Vollbrecht é a responsabilidade legal dos sócios. Segundo a legislação brasileira de lavagem de dinheiro, a omissão pode ser interpretada como cegueira deliberada.
“Muitos empresários acreditam que alegar desconhecimento sobre o passado de um sócio ou parceiro é uma defesa válida. Não é. A lei responsabiliza quem deveria ter impedido o crime e não o fez por negligência. Sem uma due diligence documentada, a empresa perde a proteção da boa-fé. E em casos mais extremos, os sócios podem responder com o próprio patrimônio porque nesses casos é difícil ter essa consideração da personalidade jurídica”, alerta Simone.
Tecnologia como escudo reputacional
Para a Head de Compliance da VAAS, o caso WePink é uma lição sobre a velocidade do risco na era digital. Enquanto marcas de influenciadores escalam faturamentos bilionários em meses, a checagem de antecedentes ainda é vista como burocracia, quando deveria ser o alicerce do crescimento.
“Não se trata de travar o negócio, mas de monitoramento contínuo. Usar inteligência de dados para mapear beneficiários finais e listas de restrições é o que separa uma marca de sucesso de um alvo de investigação policial. No mercado atual, a confiança é o ativo mais caro, e ela só se sustenta com transparência de dados”, conclui Vollbrecht.
Sobre a VAAS
Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma conecta mais de 40 fontes de dados e utiliza IA preditiva para automatizar processos de KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e falhas regulatórias. Com mais de R$ 50 milhões em contratos ativos, a startup lidera a transição para um compliance digital, autônomo e integrado à estratégia de negócios. Mais informações estão disponíveis no site www.vaas.com.br.
Via: Grayce Rodrigues
7 horas atrás - Mundo
Miami avança como polo financeiro e atrai capital global
A edição de 2026 da XP Global Conference, que aconteceu em março no coração financeiro de Miami, ocorreu em um momento em que as bússolas dos investidores globais parecem buscar um novo Norte. No centro desse debate, o economista Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, participou in loco do evento e aponta para uma reconfiguração profunda nas estratégias de investimento.
O desafio da eficiência: a visão de Howard Marks
Nos bastidores do primeiro dia da XP Global Conference, Mendlowicz teve a oportunidade de gravar um vídeo exclusivo com Howard Marks, cofundador da Oaktree Capital e um dos nomes mais respeitados do value investing global. No centro da conversa, a crescente dificuldade de encontrar retornos assimétricos em um mercado cada vez mais institucionalizado.
Para o economista, a percepção de Marks reforça a necessidade de uma análise técnica profunda para o investidor moderno. \”Tive a chance de conversar com o Howard Marks e ele foi muito enfático: temos que assumir que os outros investidores também vão descobrir as oportunidades. Os mercados tornam-se mais eficientes à medida que são descobertos, e a verdadeira \’vantagem\’ está em áreas onde a informação ainda não é óbvia\”, destaca Mendlowicz.
Geopolítica e o radar americano sobre a América Latina
O cenário macroeconômico global, marcado por uma fragmentação geopolítica sem precedentes na última década, foi outro pilar das discussões. Segundo dados observados por Mendlowicz no evento, o número de conflitos globais dobrou em relação aos últimos cinco anos, criando um ambiente de risco permanente.
O economista destaca que a disputa de influência entre Estados Unidos e China continua sendo o principal motor dessa volatilidade. No entanto, uma janela de oportunidade parece se abrir para o Sul.
\”A América Latina, incluindo o Brasil, entrou definitivamente no radar estratégico americano para os próximos anos. Esse é um movimento que vai além da atual administração e que deve ditar o fluxo de capital estrangeiro para a região\”, afirma Mendlowicz.
Inteligência artificial como deflator de longo prazo
Diferente das narrativas de pânico sobre o mercado de trabalho, o consenso entre os especialistas no evento aponta para um ciclo de investimentos que remete aos grandes saltos tecnológicos da história. Mendlowicz traça um paralelo com a expansão das ferrovias e das telecomunicações.
\”O que estamos vendo em IA agora é um novo ciclo de investimentos. Embora haja uma redução de postos de trabalho em alguns setores, o lado positivo é um salto de produtividade real, capaz de reduzir pressões inflacionárias globalmente\”, explica o economista.
Miami: a consolidação da \”Wall Street do Sul\”
A escolha de Miami como sede do evento reflete uma mudança estrutural no mapa financeiro das Américas. O distrito de Brickell, onde a conferência está sediada, transformou-se em um hub que abriga hoje mais de 60 bancos internacionais e movimenta cerca de US$ 28 bilhões anuais na economia local.
Mendlowicz observa que o movimento de migração de grandes fortunas e fundos para a Flórida não é meramente sazonal, mas pautado por incentivos fiscais e segurança jurídica.
\”Brickell se transformou em um ponto de encontro natural entre o capital americano e os investidores da América Latina. Não por acaso, o mercado já consolidou o termo \’Wall Street do Sul\’ para definir essa região\”, pontua.
Alocação para 2026: menos EUA e mais valor
Para o investidor que busca posicionamento no pós-COVID, as diretrizes discutidas na XP Global Conference sugerem uma rota de fuga do crescimento especulativo. Com juros que devem permanecer em patamares elevados, o foco migra para a resiliência.
As principais conclusões de Mendlowicz para a carteira do investidor moderno são:
Apostas em value stocks: preferência por empresas com fundamentos sólidos e geração de caixa em detrimento de empresas de crescimento (growth) sem lucro;
Diversificação internacional: redução da exposição concentrada em ativos dos EUA em favor de uma alocação global mais equilibrada;
Renda variável seletiva: foco em ativos que se beneficiam da nova dinâmica de juros e produtividade tecnológica.
\”Evolui quem continua em movimento e buscando entender o mundo para tomar decisões conscientes. O cenário atual exige que o investidor amplie seu repertório e ouça diferentes visões para lapidar seu conhecimento\”, conclui o economista.
Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero
Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller \”18 princípios para você evoluir\”. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.
Via: Grayce Rodrigues
30/03/2026 às 11:24 - Mundo
Apostas online viram a principal causa de dívidas no Brasil
O cenário econômico brasileiro enfrenta um novo e agressivo vilão: as plataformas de apostas online, conhecidas como bets. O que antes era visto como entretenimento casual transformou-se na principal causa de endividamento no país, superando até mesmo os juros de cartão de crédito e empréstimos.
Segundo um levantamento do Ibevar, em parceria com a FIA Business School, o coeficiente associado às apostas (0,2255) é superior ao impacto do crédito sobre a renda (0,0440) e dos juros ao consumidor (0,0709). A pesquisa, divulgada recentemente, mostra as bets deixaram de ser apenas um hábito de consumo e passaram a representar um risco real para a saúde financeira das famílias.
Outro estudo, feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), aponta que a popularização dessas plataformas atraiu 39,5 milhões de brasileiros entre 2024 e 2025 – o equivalente a um terço dos consumidores digitais do país.
Para Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, a situação atingiu um ponto de ruptura. \”Chegamos a um ponto onde a situação saiu do controle. Na minha opinião, isso aqui já está acontecendo há muito tempo. Milhões de pessoas estão endividadas, é praticamente um problema de saúde pública\”, avalia o economista.
\”Dinheiro vazio\”
A grande diferença entre o endividamento por apostas e o consumo tradicional reside no destino do capital. Mendlowicz classifica o prejuízo das bets como \”dinheiro vazio\”, pois, diferente de um financiamento de imóvel ou veículo, não há um bem físico ou retorno futuro que justifique o gasto.
\”A pessoa gasta o dinheiro que ela economizou, o dinheiro que ela tem agora, e compromete o futuro por nada. É um endividamento sem justificativa plausível, que leva a pessoa a uma situação desesperadora\”, afirma o Economista Sincero.
O estudo da CNDL mostra que o impacto das bets já é visível na economia: 41% dos apostadores já deixaram de consumir algum produto ou serviço para jogar, e cerca de 17% dos apostadores admitem que deixaram de pagar contas básicas, como luz e água, para priorizar as apostas.
Do bolso das famílias ao caixa das empresas
A crise não se restringe às contas domésticas. Um dado alarmante, revelado em uma pesquisa feita pelo Fundo de Impacto Estímulo e pela MindMiners, indicou que quase 20% dos pequenos negócios já utilizaram o caixa da empresa para realizar apostas online. Além disso, o vício tem gerado conflitos familiares e problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão, relatados por 28% dos participantes do estudo da CNDL.
Charles critica a postura governamental, que, segundo ele, foca excessivamente na arrecadação tributária em vez de conter o avanço do vício. \”O governo está sendo negligente com a saúde emocional, física e familiar das pessoas. Passa a impressão de que só quer saber de arrecadar a parte dele\”, acredita o economista.
A perigosa lógica do jogador
O ciclo de endividamento é alimentado por uma lógica perigosa de \”recuperação\” do prejuízo. Muitas vezes influenciados por promessas de lucros rápidos em redes sociais, apostadores utilizam o pouco recurso que resta na tentativa de quitar dívidas anteriores.
\”A conta que o jogador faz é sempre o próximo passo. A pessoa cria a lógica dela sempre achando que vai ganhar um dinheiro, é um pensamento extremamente preocupante. Com o endurecimento das regras de crédito e o aumento da inadimplência, o Brasil caminha para um ‘passivo violento’ que pode levar anos para ser sanado”, conclui o Economista Sincero.
Via: Grayce Rodrigues
27/03/2026 às 21:41 - Curiosidades
Por que o ghosting causa mais sofrimento do que a rejeição, segundo estudos
O ghosting acontece quando alguém desaparece repentinamente, sem dar explicações, deixando a outra pessoa sem respostas. Um estudo da Universidade de Milão acompanhou voluntários que passaram por ghosting e rejeição para analisar suas reações emocionais.
Os resultados mostram que, embora ambos os casos causem sofrimento, o ghosting provoca uma angústia mais lenta e prolongada. A incerteza emocional dificulta o fechamento e mantém o desconforto por mais tempo.
Entender esse comportamento ajuda a promover diálogos mais claros e empáticos em relacionamentos virtuais, melhorando o bem-estar psicológico em um mundo cada vez mais digital.
Você já teve alguém que simplesmente desaparece do nada, sem explicação? Esse comportamento tem nome: ghosting. Uma pesquisa da Universidade de Milão acompanhou reações psicológicas em tempo real de pessoas que passaram por esse tipo de situação. O estudo foi publicado na revista Computers in Human Behavior e revela que esse sumiço repentino causa impacto emocional prolongado.
O ghosting ocorre quando alguém interrompe a comunicação sem avisar, deixando a outra pessoa em dúvida e sem um fechamento claro. Para analisar seus efeitos, 46 voluntários conversaram por chat durante seis dias com parceiros que, no quarto dia, sumiram (ghosting), rejeitaram diretamente ou continuaram o diálogo normalmente.
Os resultados indicam que o fim do contato, seja ghosting ou rejeição, gera sofrimento. Porém, o desaparecimento causa uma angústia mais lenta e duradoura, pois deixa as pessoas presas na incerteza emocional. A confusão dificulta o processamento do ocorrido e prolonga o desconforto.
Segundo Alessia Telari, autora do estudo, a falta de comunicação impede um término emocional saudável, evidenciando que mesmo relações curtas merecem um fechamento claro. Essa pesquisa destaca o impacto do ghosting no bem-estar psicológico em ambientes digitais, onde essa prática ganhou força.
Além disso, uma pesquisa da Forbes Health/OnePoll mostra que 76% dos entrevistados nos Estados Unidos já foram ou praticaram ghosting em relacionamentos amorosos entre 2018 e 2023, reforçando sua frequência na atualidade.
Entender os efeitos desse comportamento pode ajudar a lidar melhor com términos virtuais e promover diálogos mais conscientes e empáticos.
Steam libera 4 jogos gratuitos para baixar esta semana
A Steam adicionou quatro novos jogos gratuitos para download e diversão sem custo. Entre os títulos, há um shooter em hotel mal-assombrado, um jogo de ritmo desafiador e corridas de kart multiplayer local.
Esses jogos oferecem diferentes estilos para variados gostos, desde ação e parkour até ritmo e corrida. São excelentes opções para quem quer experimentar novidades sem investir dinheiro.
A lista traz mais opções para diversificar o catálogo de games sem custo na plataforma. Vale a pena conferir e garantir o download enquanto estão disponíveis.
A plataforma Steam adicionou mais de 440 jogos na última semana, entre eles diversas opções gratuitas para baixar e jogar. Entre os destaques, há jogos de tiro no estilo retrô, corrida de kart e ritmo, que podem ser aproveitados sem custo algum. A variedade de títulos gratuitos amplia as possibilidades para diversos tipos de jogadores.
Um dos jogos disponíveis é Cleaning House, um game de tiro em primeira pessoa com inspiração nos chamados boomer shooters. Nele, o cenário é um hotel mal-assombrado com ambientes gerados proceduralmente, garantindo que cada sessão tenha desafios diferentes e permitindo múltiplas jogatinas.
OMVROS traz um estilo clássico de jogos de ritmo, similar a DJ Max e Guitar Hero, mas com uma inovação: as notas surgem tanto na parte inferior quanto na superior da tela, aumentando a dinâmica e o nível de desafio.
Para fãs de corrida, Kart Attack oferece corridas de kart com suporte a multiplayer local para quatro jogadores em tela dividida, percorrendo pistas variadas e usando power-ups para conseguir vantagem contra os adversários.
Já Synthopolis é um jogo de ação em primeira pessoa focado em parkour. O objetivo é dominar a movimentação e competir em modos competitivos onde é preciso capturar e manter um artefato enquanto escapa do perseguidor, utilizando itens colecionáveis para melhorar o desempenho.
Estas opções gratuitas na Steam ampliam o catálogo para quem busca diversão sem investir dinheiro. Vale a pena conferir e experimentar cada um desses títulos para diversificar a experiência.
3ª Temporada de Jujutsu Kaisen encerra com destaque para Yuta Okkotsu
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen foi concluída com o foco no feiticeiro Yuta Okkotsu, que se destacou em uma batalha decisiva na colônia de Sendai. Ele mostrou um controle impressionante da energia amaldiçoada, consolidando sua posição como o segundo mais poderoso da série.
O enredo desenvolveu-se no meio de um cenário de guerra entre personagens fortes, como Dhruv Lakdawalla, Takako Uro e Ryu Ishigori. Yuta conseguiu romper este impasse ao eliminar seus adversários de forma estratégica, usando até energia reversa para derrotar espíritos amaldiçoados.
Além da força bruta, Yuta se destacou pela inteligência em combate, copiando técnicas inimigas e usando-as a seu favor. A temporada impressiona pela animação detalhada e mantém o público atento com suas decisões estratégicas, reforçando a importância do anime no gênero shounen.
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen encerrou com destaque ao apresentar o feiticeiro de nível especial Yuta Okkotsu em uma batalha decisiva na colônia de Sendai. Esta sequência final mostrou não só a força bruta do personagem, mas também sua estratégia e controle de energia amaldiçoada, consolidando-o como o segundo mais poderoso da série, atrás apenas de Satoru Gojo.
A trama se desenvolveu num cenário de guerra, com personagens poderosos como Dhruv Lakdawalla, Takako Uro e Ryu Ishigori em um impasse que parecia impossível de romper. Porém, Yuta rompeu esse equilíbrio ao enfrentar todos simultaneamente, eliminando seus adversários com táticas inteligentes e domínio técnico. Destaca-se o momento em que ele derrota um espírito amaldiçoado utilizando energia reversa aplicada com um beijo, explorando as fraquezas naturais das maldições.
Além do poder ofensivo, Yuta se sobressai pela inteligência em combate, que o diferencia dos demais. Ele consegue copiar técnicas inimigas e usá-las em seu benefício, como quando utiliza a técnica espacial de Takako Uro para virar o jogo contra Ryu Ishigori. Essa combinação de força, versatilidade e pensamento estratégico evidencia que seu poder vai além do mero confronto físico.
Com animação detalhada e tomada de decisões que mantêm o espectador atento, essa temporada reforça o posicionamento de Jujutsu Kaisen no cenário dos animes shounen atuais, aproximando-se de clássicos do gênero pelo desenvolvimento dos personagens e intensidade das batalhas.
Emergência Radioativa e Destaques em Filmes e Séries para o Fim de Semana na Netflix
A Netflix traz para este fim de semana uma programação diversificada que agrada a todos os gostos. Entre os destaques está a animação “Academia Unicórnio”, ideal para crianças e famílias, além de dramas históricos como “Movimento de Jesus” e thrillers de ação como “Stratton”. Séries recentes também marcam presença, como a terceira temporada de “Heartbreak High”.
O filme brasileiro “Emergência Radioativa” relembra o acidente do Césio-137 em Goiânia, contando uma história baseada em fatos reais. Para fãs de true crime, a minissérie “Amor e Morte” explora um caso de assassinato nos anos 80. Esses títulos ampliam as opções de entretenimento e conhecimento.
Quem aprecia tramas intensas e diversificadas tem ainda “Peaky Blinders: O Homem Imortal”, que traz à tona a atmosfera da Segunda Guerra Mundial. Já o drama francês “Uma Mulher Diferente” aborda a jornada de uma documentarista autista, enriquecendo o catálogo com temas sensíveis e atuais. Aproveite para atualizar sua lista de filmes e séries.
A Netflix oferece uma variedade de títulos para este fim de semana, com opções que vão desde animação para crianças até dramas históricos e thrillers de ação. A programação inclui a animação canadense Academia Unicórnio, que traz uma trama sobre uma adolescente entre criaturas mágicas, ideal para toda a família.
Quem prefere um drama com fundo histórico pode optar por Movimento de Jesus, filme que recria um movimento religioso dos anos 1970 nos EUA. Para os fãs de true crime, a minissérie Amor e Morte explora um caso real de assassinato no Texas dos anos 1980, com uma narrativa intensa e personagens complexos.
Outro destaque é o drama francês Uma Mulher Diferente, que acompanha uma documentarista diagnosticada com autismo, retratando suas mudanças pessoais. A série australiana Heartbreak High: Onde Tudo Acontece retorna com a terceira temporada, mostrando os desafios adolescentes de forma direta e autêntica.
Para quem busca ação e emoção, o filme britânico Stratton segue um agente do MI6 numa missão perigosa para evitar um ataque em Londres. A Netflix também traz o filme tão aguardado Peaky Blinders: O Homem Imortal, onde Tommy Shelby enfrenta novas ameaças na Segunda Guerra Mundial, mantendo a tensão e atmosfera sombria da série.
A produção brasileira Emergência Radioativa fecha a lista, relembrando o acidente do Césio-137 em Goiânia em 1987, com roteiro baseado em fatos reais.
Fique de olho nas novidades para ampliar sua lista de próximos títulos e aproveitar o melhor da plataforma neste fim de semana.
Conflito no Irã completa um mês entre tensões regionais e repercussões globais
No último sábado, completou-se um mês do conflito iniciado entre EUA, Israel e Irã, que já causou centenas de mortes e danos significativos. A explosão em uma escola feminina de Teerã destacou a gravidade das ações, com vítimas entre civis e lideranças políticas.
Apesar das ofensivas, o Irã resistiu e retaliou, atingindo bases americanas e Israel, comprometendo sistemas de defesa e gerando tensões na região. As ameaças de fechar o estreito de Ormuz pioram o cenário, impactando diretamente o mercado mundial de petróleo.
As negociações de cessar-fogo ainda não avançaram, e o conflito eleva o risco de escalada, inclusive nuclear. A instabilidade regional permanece alta, dificultando soluções imediatas e pressionando a geopolítica internacional.
Neste sábado (27) completa-se um mês do conflito iniciado entre Estados Unidos, Israel e o Irã. Os ataques na primeira fase causaram vítimas que variam entre 201 e 1.045 mortos, incluindo o líder supremo Ali Khamenei e familiares. Um dos locais mais afetados foi a escola feminina Shajareh Tayyebeh, onde 168 meninas morreram após uma explosão causada por míssil Tomahawk.
Apesar da premissa de eliminar a liderança iraniana, o Irã resistiu e retaliou, atingindo bases estadunidenses em países vizinhos, realizando ataques a Israel e furando o sistema de defesa antiaéreo Domo de Ferro. Ameaças de fechamento do estreito de Ormuz intensificam a pressão no comércio mundial de petróleo.
Analistas apontam a falta de objetivos claros dos EUA no conflito. O presidente Donald Trump teria esperado um resultado similar ao da pressão sobre a Venezuela, algo que não se concretizou no Irã. A resistência iraniana é atribuída a mudanças na doutrina militar desde antigos conflitos, que melhoraram sua capacidade defensiva.
Ainda que sofrendo danos operacionais e atrasos nos programas militares, o regime iraniano mostrou coesão política reforçada após a morte de Khamenei, com maior centralização do poder pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica. Isso diminui as chances de concessões diplomáticas.
Os EUA tentam negociar um cessar-fogo por meio do Paquistão e da Turquia, mas com pouco sucesso. O conflito eleva o risco de escalada nuclear, especialmente diante da cooperação militar entre Arábia Saudita e Paquistão, que poderia ampliar respostas em cadeia, agravando ainda mais a instabilidade regional.
O cenário segue incerto, com impactos globais no mercado energético e um complicado jogo político que indica difícil resolução no curto prazo.
Futuro do sistema financeiro brasileiro depende de experiência, ecossistema e execução
O setor financeiro na América Latina está evoluindo para valorizar a experiência do cliente e integrar serviços digitais de forma fluída. Plataformas como super apps e e-commerces ganham espaço na jornada do consumidor, exigindo soluções inovadoras e práticas.
O conceito de embedded finance cresce, com serviços financeiros inseridos em ecossistemas digitais, incluindo wallets e criptoativos. No Brasil, o avanço do Open Finance e pagamentos instantâneos mostra a maturidade da infraestrutura financeira local.
Desafios incluem a colaboração entre reguladores e instituições para fortalecer a confiança do usuário. A transformação também requer mudanças culturais nas organizações, com equipes mais ágeis para garantir resultados escaláveis.
O Fintech Americas mostrou que o setor financeiro na América Latina está mudando o foco da inovação para a entrega de valor real ao cliente. Hoje, as instituições competem não só entre si, mas também com empresas que oferecem jornadas digitais práticas e integradas, como plataformas de e-commerce e super apps. Esse cenário exige experiências fluídas e quase invisíveis na jornada do consumidor.
A incorporação do embedded finance é fundamental nesse novo modelo, com serviços financeiros atuando fora do ambiente tradicional, integrados a marketplaces e outros ecossistemas digitais. O avanço de wallets, criptoativos e stablecoins reforça essa transformação, com bancos adotando estratégia voltada a ecossistemas em vez de produtos isolados.
No debate, a expansão internacional ganhou destaque, mostrando que estratégias variam conforme o mercado. Países como Estados Unidos demandam foco e segmentação, enquanto o Brasil se destaca em infraestrutura financeira, já consolidando o Open Finance e pagamentos instantâneos.
Apesar do avanço tecnológico, o principal desafio do Open Finance está na colaboração entre reguladores, bancos e fintechs, com a construção da confiança do usuário sendo crucial. A inteligência artificial, por sua vez, evolui como ferramenta para eficiência e decisão, embora muitas empresas ainda enfrentem dificuldades para transformar testes em resultados concretos.
A transformação no setor financeiro depende também de mudanças na cultura e gestão das organizações. Estruturas mais flexíveis e times autônomos tendem a entregar valor com mais rapidez. A chave para os próximos anos está em conectar experiência, ecossistema e execução para gerar resultados consistentes e escaláveis.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação