Lula afirma que América Latina não é mais formada por países colonizados e defende soberania regional
Durante a X Cúpula da CELAC e o I Fórum CELAC-África, Lula afirmou que os países da América Latina não são mais colonizados, destacando a conquista da soberania e a importância de proteger a integridade territorial.
O presidente criticou o bloqueio das Nações Unidas que dificulta sua atuação na paz mundial e apontou o aumento dos conflitos globais desde a Segunda Guerra Mundial, ressaltando a necessidade de cooperação internacional.
Lula ainda falou sobre a relação com a África, ressaltando a cooperação agrícola com o retorno da Embrapa ao continente e reconheceu a dívida histórica do Brasil com os impactos da escravidão, destacando a importância da união entre América Latina e África.
Durante a X Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e o I Fórum CELAC-África, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou que não somos mais países colonizados. Ele frisou a conquista da soberania após a independência e a necessidade de proteger a integridade territorial das nações.
Lula criticou o funcionamento das Nações Unidas, observando que a organização enfrenta um bloqueio que impede sua atuação eficaz na manutenção da paz mundial. Segundo ele, o Conselho de Segurança, responsável por garantir a paz, tem sido palco de conflitos promovidos pelos seus membros permanentes.
O presidente expressou preocupação com a atual conjuntura global, marcada pela maior concentração de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial, enfatizando que este cenário exige atenção e cooperação entre os países.
Sobre a relação com a África, Lula ressaltou o potencial agrícola do continente, apontando a cooperação brasileira por meio do retorno do escritório da Embrapa ao continente, o que visa fortalecer a produção de alimentos globalmente.
Além disso, ele falou sobre a dívida histórica do Brasil com a África, lembrando que, apesar de políticas públicas para igualdade racial, o país ainda está longe de reparar os impactos históricos de 350 anos de escravidão.
O discurso ocorreu em Bogotá, Colômbia, destacando a importância da união latino-americana e africana na promoção da autonomia e do desenvolvimento.
Morre aos 79 anos o juiz aposentado Delano Santos Câmara no Espírito Santo
Delano Santos Câmara, juiz aposentado e figura respeitada do meio jurídico do Espírito Santo, faleceu aos 79 anos. Nascido em Vitória, formou-se em Direito pela UFES e atuou como juiz de Direito e juiz federal entre 1977 e 1995.
Além de sua carreira no Judiciário, Delano fundou a Santos Câmara Advocacia e dedicou-se à literatura, publicando seu romance “O Resto” em 2024. Ele também colaborou como cronista em jornais locais, destacando-se culturalmente.
Deixa três filhos, entre eles um desembargador do TJ-ES, além de netos e amigos. O velório será no Jardim da Paz, com cremação confirmada pela família.
Faleceu aos 79 anos o juiz aposentado Delano Santos Câmara, figura conhecida no meio jurídico do Espírito Santo. Nascido em Vitória, Delano se formou em Direito pela Universidade Federal do Espírito Santo em 1972 e iniciou sua carreira como juiz de Direito em 1977, cargo que ocupou até 1990. Logo depois, atuou como juiz federal entre 1990 e 1995.
Além de sua trajetória no Judiciário, Delano foi fundador da Santos Câmara Advocacia, escritório reconhecido no estado, hoje administrado por seu filho Sandro Câmara, advogado. Outro filho, Raphael Câmara, trilha carreira no Judiciário e atualmente é desembargador no Tribunal de Justiça do Espírito Santo.
Delano também dedicou parte de sua vida à literatura. Autor do romance “O Resto”, escrito ainda durante a faculdade em 1968 e publicado em 2024, ele colaborou como cronista em jornais locais, abordando aspectos culturais e da vida cotidiana do Espírito Santo.
Deixa três filhos — Raphael, Sandro e Karina Americano Câmara, produtora audiovisual — além de netos e amigos. O velório acontece no Jardim da Paz, das 16h30 às 20h, com cremação confirmada pela família.
Congresso dos EUA busca estratégia para saída de Trump enquanto conflito no Irã persiste
O Congresso dos Estados Unidos começa a cobrar um plano claro para a saída do presidente Donald Trump da guerra no Irã, que já registra perdas significativas. Desde o início do conflito, 13 militares americanos morreram e mais de 230 ficaram feridos.
Os custos do conflito, com pedido de US$ 200 bilhões ao Pentágono, elevam o debate enquanto o governo Trump não apresenta uma estratégia definida. Líderes políticos demonstram preocupação com a falta de um plano de retirada.
Apesar do controle republicano, cresce o ceticismo no Congresso sobre os rumos da operação militar e suas consequências, com pressão para definir objetivos e encerrar o conflito.
O presidente Donald Trump conduziu os Estados Unidos à guerra contra o Irã sem obter um voto de aprovação do Congresso, que agora questiona os rumos e custos desse conflito. Três semanas após o início, o impacto da guerra já é visível: pelo menos 13 militares americanos morreram e mais de 230 ficaram feridos. Enquanto isso, o Pentágono aguarda um pedido de US$ 200 bilhões para financiar a campanha militar, que está parado na Casa Branca.
Trump afirmou que considera reduzir as operações, mas também definiu novos objetivos para a ação militar. O Congresso, embora controlado por republicanos que têm geralmente apoiado o presidente, começa a demonstrar ceticismo sobre a falta de uma estratégia clara para a retirada. A legislação atual permite ao presidente conduzir operações militares sem autorização por até 60 dias, mas é esperado que haja pressão para exigir um plano abrangente diante dos gastos e perdas humanas crescentes.
Alguns políticos comentaram a frase de Trump, que indicou o fim da guerra quando “sentir isso nos ossos”. Para o senador Mark Warner, líder democrata, essa justificativa é preocupante. O líder da Câmara, Mike Johnson, aposta numa resolução rápida do conflito, mas a aprovação dos valores pedidos para o esforço militar ainda parece distante.
As dotações de defesa já somam mais de US$ 800 bilhões, além de US$ 150 bilhões adicionais do pacote de cortes de impostos recentes, tornando o pedido atual por US$ 200 bilhões um ponto crítico para as negociações.
Mod de Sobrevivência para Elden Ring traz nova dinâmica ao jogo
Elden Ring continua em alta com uma comunidade ativa e atualizações frequentes desde 2022. Um novo mod para PC chamado ER Survival Modpack introduz elementos de sobrevivência, como a necessidade de se alimentar e beber água, tornando a jogabilidade mais estratégica.
O mod reúne vários arquivos que modificam o ritmo e adicionam funcionalidades, como inimigos com novas rotinas, flechas que curam e um modo cooperativo sem pausas. Isso amplia a experiência dos jogadores, oferecendo desafios e opções de personalização da dificuldade.
Além do mod, Elden Ring também expande sua franquia com a recente expansão Shadow of the Erdtree, projetos para outras mídias e novos lançamentos como Elden Ring Nightreign.
Desde 2022, Elden Ring mantém sua base ativa, graças a updates oficiais e uma comunidade engajada. Um mod para PC chamado ER Survival Modpack traz mecânicas de sobrevivência ao jogo da FromSoftware, exigindo que o personagem se alimente e beba água para continuar explorando.
Este pacote reúne cinco arquivos que modificam o ritmo da aventura, adicionando elementos que tornam a jornada mais tática. O mod principal, ER Survival, imputa novas rotinas inimigas e ferramentas defensivas, além de alterar o uso de itens: por exemplo, flechas especiais agora curam o jogador.
Outra parte do mod, o Seamless Co-op, remove as limitações do modo cooperativo original, permitindo que jogadores explorem a campanha juntos, sem pausas. Já o Rings of Power adiciona 15 talismãs inéditos, criando uma experiência semelhante a RPGs tradicionais, com habilidades exclusivas baseadas nos itens equipados.
A instalação é modular e permite escolher quais recursos habilitar, ajustando a dificuldade e a dinâmica sem alterar o núcleo do gameplay. A novidade amplia a forma como fãs interagem com as vastas Terras Intermédias, oferecendo desafios novos e mais profundos.
Além das modificações, o universo de Elden Ring expande com a recente expansão Shadow of the Erdtree, o lançamento de Elden Ring Nightreign e projetos para outras mídias, incluindo uma adaptação cinematográfica.
Casal é preso em SP suspeito de torturar sobrinha de 12 anos em fazenda
Um casal foi preso em Riolândia, São Paulo, sob suspeita de torturar a sobrinha de 12 anos. A menina foi encontrada com ferimentos e sinais de desnutrição na fazenda onde estava escondida.
A prisão ocorreu após denúncia anônima ao Conselho Tutelar. Investigações revelam agressões que duravam mais de um ano, incluindo socos, chutes e uso de objetos. A vítima foi atendida na Santa Casa e encaminhada a um abrigo.
A criança estava sob os cuidados dos tios devido ao paradeiro desconhecido da mãe. O caso está sob investigação da Polícia Civil, com mandado de prisão temporária contra os suspeitos.
Um casal foi detido em Riolândia (SP) sob suspeita de tortura contra a sobrinha de 12 anos, encontrada com ferimentos e sinais de desnutrição em uma fazenda. A prisão temporária ocorreu na noite de quinta-feira (19), após a menina ser localizada escondida na propriedade rural. Segundo a Polícia Civil, ela apresentava diversas lesões pelo corpo.
Uma denúncia anônima chegou ao Conselho Tutelar na terça-feira (17) apontando maus-tratos pelos tios. Quando procurada pelo órgão, a tia afirmou que a criança estava na casa da avó, que negou a presença da adolescente. Diante da contradição, conselheiros e policiais retornaram à fazenda, onde encontraram a vítima escondida e prestaram socorro imediato.
Investigações indicam que os agressões, incluindo socos, chutes e uso de objetos, vinham ocorrendo por pelo menos um ano. A criança foi atendida na Santa Casa e, em seguida, encaminhada para um abrigo.
De acordo com apuração, a menina estava sob os cuidados dos tios porque o paradeiro da mãe é desconhecido, e no registro de nascimento não há informações sobre o pai. A Justiça expediu mandado que permitiu a prisão temporária dos suspeitos, e o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
Quanto custa montar um PC gamer para jogar Crimson Desert? Confira as peças indicadas
Crimson Desert exige uma configuração robusta para rodar sem travamentos. A placa de vídeo mínima recomendada é a RTX 1060, e o jogo ocupa cerca de 150 GB de espaço no HD.
O processador ideal é o Intel Core i5-14600KF para desempenho acima de 60 FPS, mas o Ryzen 5 5600X também pode atender bem com configuração mais econômica. Refrigeração adequada e uma placa-mãe compatível são essenciais.
A configuração indicada inclui 16 GB de RAM, SSD de pelo menos 500 GB e uma placa de vídeo Radeon RX 9060 XT para resolução Full HD com boa performance. O investimento total fica próximo de R$ 8.000, incluindo fonte e periféricos.
Crimson Desert já está disponível e exige um PC preparado para rodar seu vasto mundo sem travamentos. O game da Pearl Abyss requer pelo menos uma placa RTX 1060 para configurações mínimas e 150 GB de espaço livre para instalação.
O processador é um item chave: o Intel Core i5-14600KF, com seus 14 núcleos híbridos, é a escolha sugerida para quem busca desempenho estável acima de 60 FPS. Para orçamento mais enxuto, há o Ryzen 5 5600X, que entrega bom desempenho com seis núcleos.
Esses processadores precisam de refrigeração adequada. Um cooler a ar ou water cooler de 240 mm resolve bem o aquecimento. O modelo Gigabyte Gaming 360, sistema de refrigeração líquida de 360 mm, é uma alternativa acessível e eficiente.
A placa-mãe MSI Pro B760M-P com chipset B760 é recomendada para essa configuração, suportando até 4 slots de RAM DDR4 em overclock e proporcionando boa conectividade.
Para a memória, o ideal são 16 GB em dual-channel. A XPG Gammix D35 DDR4-3200 MHz é uma opção acessível e compatível com a placa-mãe sugerida. Já o armazenamento pede um SSD com ao menos 500 GB para abrir espaço confortável, considerando os 150 GB que Crimson Desert ocupa.
Na placa de vídeo, a Radeon RX 9060 XT de 8 GB oferece boa performance para Full HD a 60 FPS, além de permitir configurações em QHD com qualidade média e upscaling.
Uma fonte MSI MAG A650BN de 650 W atende a essa configuração e garante espaço para futuros upgrades. Com periféricos e monitor, o investimento total fica em torno de R$ 8.000. Essa configuração permite rodar Crimson Desert e outros jogos atuais com qualidade satisfatória e fluidez.
Descontos em produtos de futebol Nike e Adidas na Netshoes
A Netshoes oferece descontos em uma variedade de produtos de futebol das marcas Nike e Adidas. A promoção inclui camisas oficiais, chuteiras para campo e futsal, bolas e acessórios diversos.
Entre os itens em destaque estão modelos populares como a Chuteira Adidas Predator Artilheira e a camisa do Barcelona Nike. Os preços reduzidos permitem acesso a equipamentos de qualidade para jogadores e fãs.
As ofertas são válidas por tempo limitado e enquanto durarem os estoques. É uma oportunidade para adquirir artigos esportivos renomados com preços mais acessíveis.
A Netshoes antecipou seu clima para a Copa do Mundo com uma série de promoções em produtos das marcas Nike e Adidas, muito procuradas por fãs de futebol. A oferta inclui camisas, chuteiras, bolas e acessórios ideais tanto para quem quer renovar o guarda-roupa quanto para quem procura equipamentos para jogar, tudo com descontos que facilitam o acesso a artigos de qualidade.
Entre os itens em destaque, estão chuteiras para campo e futsal, como a Chuteira Adidas Predator Artilheira 25 Essentials Indoor por R$ 170,99 e a Chuteira Futsal Adidas Predator 24 Club Unissex por R$ 269,99. Camisetas oficiais de times, como a camisa do Juventus US Pack e a do Barcelona Nike I Torcedor Pro 2025/26, também aparecem com preços reduzidos.
Para complementar o visual do jogador ou torcedor, a promoção inclui meiões, shorts, blusas de treino e bolsas, todos confeccionados com a tecnologia associada às marcas. A linha Nike traz opções como o calção Park III Dri-Fit e chuteiras específicas para futsal e society, com valores que iniciam em R$ 56,99.
Essas ofertas vigoram por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques, representando uma chance para quem deseja praticar ou torcer pelo futebol com equipamentos renomados sem gastar valores elevados. A recomendação é acessar os links da campanha para garantir as peças desejadas.
UNICEF divulga dados sobre o abuso sexual de adolescentes brasileiros online
No Brasil, cerca de 3 milhões de adolescentes entre 12 e 17 anos foram vítimas de abuso sexual facilitado pela internet, segundo estudo do UNICEF em parceria com outras organizações.
A pesquisa mostra que quase metade dos agressores é conhecida das vítimas, que muitas vezes não denunciam o abuso, dificultando o combate ao problema.
O estudo alerta para a necessidade de ações conjuntas entre governo, famílias e setor privado para proteger os jovens no ambiente digital e destaca as falhas na aplicação das leis brasileiras.
No Brasil, cerca de 3 milhões de crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos sofreram exploração e abuso sexual facilitados pela tecnologia em apenas um ano, segundo um estudo recente do UNICEF em parceria com ECPAT Internacional e Interpol. A violência sexual online envolve o uso de ferramentas digitais para aliciar, extorquir, produzir ou divulgar conteúdo abusivo, podendo ocorrer só no ambiente virtual ou também presencialmente.
De acordo com a pesquisa, em quase metade dos casos (49%), o agressor é alguém conhecido da vítima, enquanto 26% relataram pessoas desconhecidas. Outros 25% não conseguiram ou não quiseram identificar o responsável, refletindo os desafios para denúncias, especialmente quando a vítima convive com o agressor. Além disso, 34% das vítimas não revelaram a violência a ninguém.
A comunicação entre vítima e agressor utilizou canais online em 66% das situações. Plataformas como Instagram e WhatsApp foram as mais frequentes, seguidas por jogos online. A exposição a conteúdos sexuais não solicitados foi registrada como a forma mais comum de violência, afetando 14% dos entrevistados.
O estudo ressalta que a presença das tecnologias digitais amplia e facilita formas já existentes de abuso, em vez de criar novas. Por isso, há um chamado para que governo, setor privado, escolas, famílias e comunidades se unam para proteger crianças e adolescentes de toda forma de violência, tanto no digital quanto fora dele.
Ainda há lacunas na aplicação das leis brasileiras para esses casos, apesar da legislação vigente. A pesquisa sugere que reconhecer essas falhas pode ajudar a oferecer respostas mais eficazes e centradas na proteção das vítimas.
Revista americana destaca principal erro de Trump na estratégia contra o Irã
O principal erro do ex-presidente Donald Trump na guerra contra o Irã foi não formar uma coalizão com aliados antes dos ataques, aponta a revista americana The National Interest. Essa falta de articulação levou os EUA a buscarem rapidamente parceiros para proteger o estratégico estreito de Ormuz.
A Casa Branca tenta agora envolver países como China, França e Japão para legitimar a operação e reforçar ações militares na região. A decisão de Trump expôs uma falha fundamental na construção de alianças que compromete a estabilidade regional.
Esse contexto de instabilidade elevou tensões após ataques coordenados dos EUA e Israel, levando o Irã a retaliar com ataques contra bases americanas e Israel. A busca tardia por aliados mostra a complexidade e as consequências da estratégia adotada.
O principal erro do presidente dos EUA, Donald Trump, na guerra contra o Irã foi não formar uma coalizão de aliados antes dos ataques. A revista americana The National Interest ressalta que essa decisão levou agora a uma tentativa apressada de reunir parceiros para proteger o estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio mundial de energia.
A Casa Branca busca envolver países como China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido. Esse esforço não é apenas para legitimar politicamente a operação, mas uma necessidade para lidar com as operações militares. O artigo destaca que a falta de coalizão revela um esquecimento das lições básicas da formação de alianças estratégicas.
Por conta da instabilidade no estreito de Ormuz, os EUA recorreram até a rivais como a China, o que pode comprometer a influência americana na região. O pedido de colaboração para proteger a navegação contradiz a postura dos Estados Unidos contra a presença chinesa no Oriente Médio.
As tensões aumentaram após ataques aéreos coordenados pelos EUA e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, durante negociações indiretas sobre o programa nuclear iraniano. O conflito interrompeu a passagem pelo estreito de Ormuz, afetando as rotas de transporte de petróleo e alterando fluxos comerciais importantes.
O Irã respondeu com ataques a Israel e a bases dos EUA na região, agravando o cenário de instabilidade. O apelo tardio deste cenário reforça a complexidade que a falta de aliados trouxe para a estratégia americana no conflito atual.
Morre Juca de Oliveira aos 91 anos, destaque das artes cênicas brasileiras
Juca de Oliveira, ator, diretor e dramaturgo, faleceu aos 91 anos no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Internado desde 13 de março, enfrentava pneumonia e problemas cardíacos. Nascido em São Roque (SP), teve uma carreira extensa com mais de sete décadas dedicadas às artes cênicas brasileiras.
Iniciou no Teatro Brasileiro de Comédia e no Teatro de Arena, onde sua atuação teve forte carga política durante os anos 1960. Na TV, participou de produções icônicas como “Nino, o Italianinho”, “Saramandaia” e “O Clone”. Juca também foi presidente do Sindicato dos Atores de São Paulo, contribuindo para avanços na categoria.
Além do trabalho no palco e na televisão, escreveu peças teatrais de caráter crítico e social. Seu legado impacta o teatro, a dramaturgia e a cultura nacional, refletindo talento, diversidade e compromisso político-cultural.
Faleceu na madrugada de sábado, aos 91 anos, Juca de Oliveira, ator, diretor e dramaturgo com mais de sete décadas de atuação nas artes cênicas brasileiras. Natural de São Roque (SP), Juca foi destaque no Teatro Brasileiro de Comédia e no Teatro de Arena, importantes espaços com forte atuação política nos anos 1960. Entre seus trabalhos mais conhecidos na TV estão Nino, o Italianinho, Saramandaia e O Clone.
Internado desde o dia 13, Juca enfrentava uma pneumonia e problemas cardíacos no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele deixa a esposa, Maria Luiza de Faro Santos, e a filha Isabella Faro de Oliveira. Antes de migrar para as artes, cursou Direito na USP, mas abandonou no terceiro ano para estudar na Escola de Arte Dramática de São Paulo.
Seu início profissional ocorreu no Teatro Brasileiro de Comédia, onde participou de peças que questionavam o regime da época, e depois no Teatro de Arena, conhecido pela resistência cultural durante a ditadura militar. Juca teve envolvimento político ativo e até optou por um breve exílio na Bolívia em 1964.
Na televisão, começou na TV Tupi e depois trabalhou em diferentes canais, com papéis marcantes que lhe garantiram visibilidade nacional. Também atuou como presidente do Sindicato dos Atores de São Paulo, obtendo avanços para a categoria. Além do palco e da TV, escreveu peças como Baixa Sociedade e Mãos Limpas, revelando sua veia crítica e autoral.
Juca de Oliveira deixa um legado amplo no teatro, na televisão e na dramaturgia brasileira, construído com talento e compromisso social.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação