35 anos do maior roubo de arte dos EUA sem solução até hoje

Descubra o caso do maior roubo de arte nos EUA, com obras de Rembrandt e Vermeer desaparecidas há 35 anos.
10/12/2025 às 19:41 | Atualizado há 3 meses
               
O maior roubo de arte: meio bilhão em obras desaparecidas do Museu Gardner, 1990. (Imagem/Reprodução: Super)

Em 1990, o Museu Isabella Stewart Gardner, em Boston, foi alvo do maior roubo de arte dos Estados Unidos. Dois falsos policiais entraram durante uma festa local e levaram 13 obras valiosas, incluindo peças de Rembrandt e Vermeer.

Apesar de investigações extensas do FBI, as obras seguem desaparecidas e os suspeitos não foram condenados. O caso envolve suspeitas de máfia e conivência interna, dificultando a solução do crime.

Até hoje, as molduras vazias permanecem no museu em memória das peças perdidas, mantendo o mistério sobre o paradeiro dessas obras inestimáveis e reforçando os desafios no combate a esse tipo de crime.

Em 18 de março de 1990, o maior roubo de arte da história dos Estados Unidos ocorreu no Museu Isabella Stewart Gardner, em Boston. Dois falsos policiais convenceram o segurança a abrir a porta, entraram e mantiveram os vigias presos até o amanhecer, enquanto subtraíam 13 obras avaliadas em mais de meio bilhão de dólares. Entre elas, peças raras de Rembrandt, Vermeer e Manet.

O roubo aconteceu durante a madrugada, no Dia de São Patrício, momento em que a cidade estava em festa. Os ladrões agiram com rapidez, retirando pinturas das molduras e objetos de valor, incluindo um ornamento de bronze chinês e uma águia dourada de uma bandeira napoleônica. Ao todo, desapareceram obras que, até hoje, seguem desaparecidas, mantendo intacta a moldura vazia e suspensa em memória da coleção original.

Apesar de múltiplas investigações conduzidas pelo FBI, nenhum suspeito foi condenado, e o paradeiro das peças permanece um mistério. A investigação enfrentou diversas linhas, incluindo envolvimento da máfia local e a suspeita de conivência interna, pois sensores de movimento não registraram atividades em certas salas, o que reforça a complexidade do caso.

Figuras ligadas ao crime organizado foram apontadas, entre elas Robert Guarente e Robert “The Cook” Gentile, mas nenhum indicativo claro levou à recuperação das obras. A negociação e tentativa de venda internacional também fracassaram.

O caso segue aberto e é um exemplo emblemático da dificuldade para solucionar roubos de arte que envolvem redes criminosas e conhecimento interno, contribuindo para o desaparecimento irreparável de obras valiosas no patrimônio mundial.

Via Super

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