20/01/2026 às 14:12 | Atualizado há 3 horas
               
A descrição destaca que infartos muitas vezes ocorrem sem aviso médico, mas estilo de vida saudável e boa nutrição são a chave para preveni-los. (Imagem/Reprodução: Super)

Um estudo internacional chamado PURE revelou que 40% dos casos de infarto acontecem em pessoas consideradas de baixo risco pelos métodos tradicionais usados pelos médicos. Isso indica que esses modelos podem não captar todos os fatores que levam ao infarto, deixando parte da população fora das estratégias preventivas.

O estudo acompanhou cerca de 200 mil pessoas em 21 países, mostrando que, mesmo com baixo risco, fatores sociais, estilo de vida e acesso à saúde influenciam muito os eventos cardiovasculares. Entre os principais fatores que explicam 90% dos infartos estão tabagismo, pressão alta, alimentação ruim, sedentarismo, obesidade e estresse.

Além disso, o acesso a serviços de saúde faz grande diferença. Países com mais recursos têm mais diagnóstico e tratamento, resultando em menos mortes, enquanto regiões de menor renda encaram mais fatalidades, mesmo entre quem tem risco baixo.

O estudo destaca que uma alimentação balanceada — com frutas, legumes e proteínas — junto à prática regular de exercícios e manutenção da força muscular, são essenciais para proteger o coração. Também se sabe que tanto o excesso quanto a falta de sal na dieta podem aumentar o risco cardiovascular. A hipertensão segue sendo o principal fator de risco, com muitos adultos sem diagnóstico ou tratamento adequado.

O desafio atual está em aplicar o conhecimento científico para prevenir o infarto, garantindo que a prevenção seja contínua e acessível, desde a infância até a vida adulta. Isso inclui políticas públicas eficientes e mudanças de hábito para melhorar a qualidade de vida e aumentar a longevidade.

Via Super

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.