04/02/2026 às 14:01 | Atualizado há 5 horas
               
Descobertas arqueológicas em 2025 revelam conexões entre Bíblia e história antiga. (Imagem/Reprodução: Danuzionews)

Em 2025, descobertas arqueológicas recentes reforçam o significado histórico do Bíblia. Pesquisas e avanços tecnológicos revelam novos detalhes, conectando relatos religiosos com evidências do mundo antigo. Por exemplo, durante restaurações na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, arqueólogos encontraram vestígios de um jardim com grãos, uvas e figos, local sugerido pelos Evangelhos como a região da crucificação e sepultamento de Jesus.

Além disso, achados em uma ilha perto de Abu Dhabi indicam a presença cristã com uma cruz de gesso em um mosteiro do século VII, antes da expansão do islamismo. Na Turquia, mosaicos em uma igreja do século V apresentam inscrições que restringem a entrada a pessoas “no caminho certo”.

Um modelo de inteligência artificial chamado Enoch revisou a datação dos Manuscritos do Mar Morto, sugerindo que esses textos são ainda mais antigos do que se pensava. Pesquisas sobre artefatos de marfim indicam que esse material veio da África Subsaariana por meio de rotas comerciais citadas no Antigo Testamento. Em Megido foram encontrados objetos egípcios do século VII a.C., e em Jerusalém, o tanque de Siloé foi datado como anterior ao relato do Evangelho de João.

No norte do Iraque, uma escultura assíria ligada ao rei Esar-Hadom traz uma conexão concreta com personagens bíblicos. Essas evidências não eliminam debates teológicos, mas mostram como a fé, a cultura e o poder se entrelaçam em registros históricos que marcaram o Ocidente.

Via Danuzio News

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