O Brasil acaba de registrar um marco histórico na movimentação aeroportos brasileiros. Entre janeiro e maio deste ano, os aeroportos do país somaram 51,5 milhões de passageiros, entre embarques e desembarques. Este número, divulgado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, representa o maior volume já visto desde o início da série histórica, no ano 2000.
Este desempenho supera em 10% o resultado de 2024. Também ultrapassa o antigo recorde de 48,6 milhões, registrado em 2015. O crescimento demonstra a retomada e o aquecimento do setor aéreo no país.
No detalhamento dos dados, os voos domésticos tiveram um papel importante no crescimento. Eles totalizaram 39,9 milhões de passageiros, um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já os voos internacionais também apresentaram um desempenho notável. Eles movimentaram 11,6 milhões de pessoas, representando um avanço de 15,8%.
O bom momento do setor se repetiu também no desempenho mensal. Apenas em maio, foram registrados 8,2 milhões de passageiros em rotas nacionais. Um aumento de 14% em relação a maio de 2024. Os voos internacionais também cresceram, com 2,1 milhões de passageiros, um aumento de 13,2%.
Os aeroportos de São Paulo se destacaram no ranking de movimentação doméstica. O aeroporto de Guarulhos (SP) lidera a lista, com 11,6 milhões de passageiros. Em segundo lugar está Congonhas (SP), com 9,5 milhões. O terceiro lugar ficou com o terminal de Brasília (DF), que movimentou 5,9 milhões de passageiros entre janeiro e maio.
Outros aeroportos que se destacaram na movimentação de passageiros são Confins (MG), com 4,9 milhões; Campinas – Viracopos (SP), com 4,7 milhões; Galeão (RJ), com 4,4 milhões; Recife (PE), com 3,7 milhões; Salvador (BA), com 2,9 milhões; Porto Alegre (RS), com 2,5 milhões e Santos Dumont (RJ), com 2,4 milhões.
Este aumento expressivo na movimentação aeroportos brasileiros reflete uma tendência positiva para o setor aéreo no Brasil. O aquecimento do mercado interno e o crescimento do turismo internacional impulsionam a demanda por voos. Este cenário deve continuar a impactar positivamente a economia do país.
Via Exame