Diante da Derrocada do IOF, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, informou que a equipe econômica tem um prazo de duas a três semanas para encontrar uma solução. A decisão do congresso impactará as contas públicas de 2025 e 2026, sendo um fator crucial na elaboração do próximo relatório bimestral de receitas e despesas.
O governo está avaliando alternativas para sustentar o equilíbrio fiscal após a derrocada do IOF. Segundo o secretário, as decisões envolvem diversas instâncias do governo. A estimativa inicial era de arrecadar R$ 10 bilhões com o decreto ainda este ano.
O decreto do IOF, assinado em maio, visava aumentar a arrecadação sobre investimentos no exterior e transações financeiras internacionais. A medida fazia parte de um esforço para equilibrar as contas públicas. No entanto, o Congresso derrubou o decreto, exigindo uma resposta rápida do governo.
Ceron enfatizou a urgência de definir uma solução para a derrocada do IOF dentro de duas a três semanas, a fim de programar o próximo relatório bimestral. Ele explicou que o governo está considerando todas as possibilidades para mitigar o impacto da decisão.
A derrocada do IOF pode forçar o governo a realizar contingenciamentos ou bloqueios no orçamento, afetando a execução das despesas nos próximos meses. Essa situação exige uma análise cuidadosa das finanças públicas e a busca por alternativas para evitar maiores impactos negativos.
A equipe econômica busca alternativas para recompor as perdas causadas pela derrocada do IOF. As opções em estudo envolvem diferentes áreas do governo, visando uma solução abrangente e eficaz. O objetivo é minimizar os efeitos sobre os investimentos e programas governamentais.
O desafio do governo é encontrar um novo caminho para garantir a estabilidade fiscal. A derrocada do IOF impõe a necessidade de medidas compensatórias, que devem ser definidas em breve. As decisões serão tomadas em conjunto com outras esferas do poder executivo.
Via Exame