O Ibovespa fechou em alta de 1,32%, atingindo 141.041,20 pontos. O apetite dos investidores foi impulsionado pelo otimismo no cenário eleitoral e expectativas de cortes nas taxas de juros nos EUA. Durante o pregão, o índice chegou a 142.138,27 pontos, indicando um forte interesse por ativos de risco.
O dólar também teve queda, sendo cotado a R$ 5,4064, uma redução de 0,20%. A disputa presidencial aponta para um segundo turno entre Lula e Tarcísio, este último à frente nas pesquisas. Essa situação gera expectativas positivas para os investidores, que aguardam mudanças favoráveis no mercado.
No cenário das ações, Magazine Luiza liderou as altas, com quase 10% de valorização. Distribuidoras de combustíveis também se destacaram, enquanto cinco ações fecharam em baixa. A operação contra o crime organizado no setor de combustíveis em São Paulo chamou atenção, refletindo a atuação das autoridades na segurança do mercado.
O Ibovespa tem alta e fechou o dia em alta, impulsionado por otimismo no cenário eleitoral e expectativas de cortes nas taxas de juros nos Estados Unidos. O principal índice da bolsa brasileira alcançou 141.041,20 pontos, com um aumento de 1,32%. Durante o pregão, chegou a atingir o patamar histórico de 142.138,27 pontos, refletindo o apetite dos investidores por risco.
O dólar à vista (USBRL) encerrou o dia cotado a R$ 5,4064, registrando uma queda de 0,20%. No cenário doméstico, as atenções se voltaram para a disputa presidencial. Uma pesquisa da LatAm Pulse indicou um possível segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Tarcísio de Freitas, com Tarcísio à frente nas intenções de voto.
Especialistas do mercado financeiro apontam que a perspectiva para o Ibovespa nos próximos meses é positiva, caso o ambiente eleitoral continue favorável e os indicadores externos permaneçam estáveis, com a possibilidade de juros mais baixos nos EUA. Pesquisas indicando a liderança de Tarcísio de Freitas também tendem a impulsionar o mercado, por ser visto como um candidato com política econômica alinhada aos desejos do mercado.
Ainda no âmbito nacional, uma megaoperação contra o crime organizado no setor de combustíveis chamou a atenção. A ação envolveu diversas forças policiais e o Ministério Público, com mandados de busca e apreensão na região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo.
Investidores também aguardam o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026, que deverá ser enviado ao Congresso. O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, garantiu que o texto incluirá receitas para cumprir a meta fiscal, além de contemplar programas como o Pé-de-Meia e o Auxílio Gás.
No cenário do Ibovespa tem alta, apenas cinco ações fecharam o dia em baixa: GPA (PCAR3), Telefônica Vivo (VIVT3), Suzano (SUZB3), Petz (PETZ3) e BRF (BRFS3). A valorização foi liderada por Magazine Luiza (MGLU3), com alta de quase 10%, impulsionada pelo alívio na curva de juros futuros.
Distribuidoras de combustíveis como Ultrapar (UGPA3), Vibra Energia (VBBR3) e Cosan (CSAN3) também se destacaram, influenciadas pela operação na Faria Lima. Bancos e empresas de commodities registraram ganhos em bloco. Vale (VALE3) chegou a subir, mas perdeu força após não alcançar acordo sobre a renovação de concessões de estradas de ferro.
Petrobras (PETR3; PETR4) acompanhou o bom desempenho do petróleo, que teve alta de quase 1%.
No exterior, os índices de Wall Street fecharam em reação a dados econômicos e resultados da Nvidia (NVDA). O S&P 500 superou os 6.500 pontos. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA subiu 3,3% no segundo trimestre, superando as expectativas. As apostas de corte nos juros pelo Federal Reserve (Fed) continuaram elevadas.
Na Europa, os principais índices fecharam majoritariamente em queda, com o cenário político-econômico da França no radar. Na Ásia, o índice Nikkei do Japão subiu, enquanto o Hang Seng de Hong Kong recuou.
Via Money Times