Amazon encerra 14 mil empregos em reestruturação global

Gigante do comércio eletrônco, Amazon, anuncia cortes de 14 mil empregos. Entenda as razões e impactos dessa decisão no mercado.
28/10/2025 às 10:41 | Atualizado há 5 meses
               
Cortes na Amazon
Cortes em funções estratégicas impactam diversas regiões, segundo a empresa. (Imagem/Reprodução: G1)

A Amazon anunciou a eliminação de 14 mil postos de trabalho como parte de uma reestruturação global. A companhia não especificou quais países serão mais afetados por essa decisão, mas a medida reflete a necessidade de adaptação ao novo cenário econômico e tecnológico.

As demissões atingirão principalmente funções de apoio como recursos humanos e publicidade. Segundo a Amazon, essa reestruturação é uma resposta ao avanço da inteligência artificial, que está transformando o mercado de trabalho e exigindo novas habilidades dos profissionais.

A empresa pretende realocar recursos para áreas com maior potencial de crescimento e dará prioridade aos funcionários afetados a encontrar novas oportunidades internamente. Essa ação está alinhada com o movimento de outras grandes empresas do setor tecnológico que também implementam cortes de custos.
A gigante do comércio eletrônico, Amazon, anunciou uma reestruturação que resultará em Cortes na Amazon, com a eliminação de 14 mil empregos em diversas áreas. A medida, de alcance global, não especificou quais países serão mais impactados. A decisão reflete uma estratégia de adaptação da empresa frente às mudanças no cenário tecnológico e econômico.

A reestruturação da Amazon afetará principalmente funções de apoio e áreas estratégicas, como recursos humanos e publicidade. A empresa justificou a decisão como uma resposta à rápida expansão da inteligência artificial, que tem transformado o mercado de trabalho e exigido novas competências.

Em contrapartida aos Cortes na Amazon, a empresa busca realocar recursos para áreas de maior potencial de crescimento. A Amazon planeja oferecer aos funcionários afetados um período de 90 dias para buscarem novas oportunidades dentro da própria empresa, priorizando esses candidatos em seus processos de recrutamento.

A decisão de realizar os Cortes na Amazon também está ligada aos esforços da empresa em otimizar seus custos operacionais. Após um período de contratações em massa durante o auge da pandemia, a empresa busca agora um equilíbrio financeiro, ajustando seu quadro de funcionários à demanda atual do mercado.

Com um quadro de 1,56 milhão de funcionários em tempo integral e parcial, a Amazon busca agora reduzir a burocracia interna e otimizar seus processos. A vice-presidente de Recursos Humanos e Tecnologia da Amazon, Beth Galetti, ressaltou que a medida visa realocar recursos para áreas estratégicas e garantir investimentos nas principais apostas da empresa.

Ainda segundo a executiva, a força de trabalho dos armazéns da empresa não deve ser afetada pelos Cortes na Amazon. A empresa busca concentrar seus esforços de reestruturação em áreas administrativas e de apoio, visando maior eficiência e agilidade em suas operações.

Os Cortes na Amazon acompanham a crescente onda de demissões no setor de tecnologia, com empresas como Meta e Google também anunciando medidas semelhantes. A mudança reflete um novo cenário no mercado de trabalho, com empresas buscando otimizar seus custos e investir em novas tecnologias.

Com a crescente adoção da inteligência artificial e outras tecnologias disruptivas, as empresas buscam agora profissionais com novas habilidades e competências. A Amazon, assim como outras gigantes da tecnologia, busca se adaptar a essa nova realidade, investindo em áreas estratégicas e otimizando sua estrutura de custos.

Em meio aos Cortes na Amazon, a empresa busca se manter competitiva em um mercado em constante transformação. A companhia pretende continuar investindo em áreas como inteligência artificial, computação em nuvem e comércio eletrônico, buscando novas oportunidades de crescimento e inovação.

Via G1

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.