O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, lançou um apelo global para intensificar ações contra as mudanças climáticas. Ele destaca a importância de manter o aquecimento global abaixo dos 1,5 ºC, incentivando cooperação entre governos e instituições.
A carta aberta utiliza relatórios internacionais para mostrar que é possível reverter a falta de ambição, financiamento e tecnologia. A presidência brasileira da COP30 foca em fortalecer o multilateralismo e conectar as ações climáticas ao cotidiano das pessoas.
Além disso, a proteção da Amazônia e a redução do desmatamento são prioridades, com iniciativas financeiras inovadoras. A COP30 é vista como uma oportunidade decisiva para transformar conhecimento em ações concretas e promover solidariedade global.
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O Presidente da COP30, André Corrêa do Lago, fez um apelo global neste sábado, 08, por meio de uma carta aberta. O objetivo é mobilizar governos, instituições e diversos atores para combater as mudanças climáticas de forma colaborativa e eficaz. A meta principal é manter o aquecimento global abaixo de 1,5 ºC, intensificando a cooperação e a implementação de medidas.
Corrêa do Lago convida todos os envolvidos a transformar os desafios climáticos em oportunidades de progresso. A carta se baseia em relatórios como o Global Tipping Points Report e outros da PNUMA e UNFCCC, reconhecendo tanto a magnitude dos problemas quanto as ferramentas disponíveis para superá-los. O foco é impulsionar ações, convertendo a falta de ambição, financiamento e tecnologia em forças motrizes.
O Presidente da COP30 ressalta que o Acordo de Paris continua sendo um instrumento fundamental e eficaz. A presidência brasileira da COP30 estabeleceu três prioridades interligadas para guiar seus trabalhos, visando fortalecer o multilateralismo, conectar as ações climáticas à vida cotidiana das pessoas e acelerar a implementação do Acordo de Paris.
A carta faz um apelo para que países e organizações globais acelerem a aplicação das medidas estabelecidas no Acordo de Paris, que abrangem desde a promoção de energia limpa até a restauração de florestas, a redução do metano e o desenvolvimento de infraestruturas digitais. Essas soluções serão promovidas na agenda de negociações, na Agenda de Ação, na Cúpula do Clima de Belém e no Mutirão Global.
A Agenda de Ação, estruturada em seis eixos temáticos, servirá como uma plataforma para direcionar a colaboração global em áreas cruciais. Belém se apresenta como um ponto de convergência, onde esforços locais e globais se unem para alcançar objetivos comuns, abrangendo desde o setor financeiro até a proteção de florestas, energia e empreendedorismo.
A presidência da COP30 destaca a importância da Amazônia como um elemento central e um catalisador para as ações climáticas. A redução contínua do desmatamento no Brasil e a criação de novos mecanismos financeiros, como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), demonstram que a proteção dos ecossistemas e das comunidades deve ocorrer de forma integrada.
Corrêa do Lago conclui sua carta enfatizando que a COP30 tem o potencial de mudar o curso da luta climática. A conferência representa um momento crucial para transformar conhecimento em ação e solidariedade.
Via InfoMoney
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