Semana encerra com quedas nos mercados globais e apreensão no pré-mercado

Mercados globais fecham a semana em queda, com investidores cautelosos diante da falta de dados econômicos e incertezas nos EUA.
14/11/2025 às 09:27 | Atualizado há 3 meses
               
Pré-mercado em queda
Notícias e indicadores que impactam os preços dos ativos nesta sexta-feira, 14 de novembro. (Imagem/Reprodução: Forbes)

Os mercados globais encerram a semana com quedas e um clima de cautela, principalmente nos contratos futuros dos principais índices americanos. A paralisação do governo dos EUA gerou preocupações devido à ausência de dados oficiais cruciais, aumentando a incerteza no pré-mercado.

A falta de informações dificulta a análise da inflação e da atividade econômica, forçando investidores a uma postura mais conservadora. A inflação resiste ao ajuste, o consumo permanece forte e o mercado de trabalho ainda pressiona aumentos salariais, complicando as decisões do Federal Reserve.

Essa combinação mantém as taxas de juros elevadas por mais tempo, afetando setores como tecnologia e bancos, que apresentam alta volatilidade. No Brasil, o IGP-10 de novembro surpreendeu com variação maior que o mês anterior, enquanto investidores no mundo aguardam as próximas decisões do Fed para definir os rumos dos mercados.
“`html

Os mercados globais iniciam a sexta-feira em clima de cautela, com os contratos futuros dos principais índices americanos registrando queda no Pré-mercado em queda. Investidores estão apreensivos com a possibilidade de que a paralisação do governo dos Estados Unidos tenha causado a perda de dados oficiais, um problema recorrente em shutdowns anteriores.

A ausência ou atraso de informações cruciais dificulta a análise da atividade econômica e da inflação. Sem dados confiáveis, o mercado opera com maior incerteza, elevando a aversão ao risco. Este cenário surge em um momento delicado para a política monetária dos EUA, com a inflação mostrando resistência e o consumo ainda forte.

O mercado de trabalho, embora perdendo força, continua a pressionar os salários. Essa combinação de fatores reforça a tese de que o Federal Reserve (FED) pode ser forçado a adotar uma postura ainda mais conservadora, sem espaço para cortes de juros no curto prazo. Nos mercados de ações, os setores mais sensíveis às taxas de juros apresentam oscilações intensas.

Empresas de tecnologia exibem alta volatilidade, enquanto bancos reagem às expectativas em relação à curva de rendimentos. Companhias ligadas ao consumo sofrem com a perspectiva de juros elevados por um período prolongado. No mercado de renda fixa, o rendimento dos títulos públicos americanos de prazos mais longos permanece em patamares elevados.

No Brasil, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de novembro apresentou uma variação de 0,20%, superando a taxa de 0,10% observada no mês anterior. Não havia expectativa de um valor específico para este indicador. Nos Estados Unidos, não foram divulgados indicadores econômicos relevantes.

O cenário de Pré-mercado em queda reflete um momento de incerteza e apreensão nos mercados globais, com investidores aguardando ansiosamente por sinais mais claros sobre a direção da economia e a política monetária nos Estados Unidos. A atenção se volta agora para os próximos indicadores e decisões do Federal Reserve, que podem influenciar significativamente o desempenho dos mercados nas próximas semanas.

Via Forbes Brasil

“`

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.