- Donald Trump aceitou convite de Xi Jinping para visitar Pequim em abril, após ligação telefônica sobre Ucrânia, fentanil e agricultura americana.
- O objetivo é avançar compromissos de cúpula recente na Coreia do Sul, com trégua em tarifas e negociações sobre soja e minerais raros.
- O impacto pode moldar o comércio bilateral EUA-China nos próximos meses, apesar de dúvidas sobre cumprimento de promessas chinesas.
- Debates internos nos EUA sobre venda de tecnologia de IA à China adicionam tensão às relações.
O presidente Donald Trump aceitou um convite do líder chinês Xi Jinping para visitar Pequim em abril. A proposta veio durante uma ligação telefônica na segunda-feira. Os líderes trataram de temas como Ucrânia, exportações chinesas de químicos para fentanil e compras de produtos agrícolas americanos.
Essa conversa segue uma cúpula recente na Coreia do Sul. Lá, acordaram uma trégua de um ano que suspendeu tarifas impostas por Trump e retaliações de Pequim. Trump chamou a ligação de “muito boa” em post nas redes sociais. Ele destacou progresso nos compromissos da reunião anterior.
Trump convidou Xi para uma visita de Estado aos EUA ainda este ano. A mídia estatal chinesa confirmou discussões sobre Ucrânia e pediu manter o ritmo positivo das relações. Xi reforçou a posição da China sobre Taiwan, dizendo que seu retorno é parte da ordem pós-guerra.
Há cautela nos EUA sobre o cumprimento das promessas. A China comprou só 1,5 milhão de toneladas de soja americana desde outubro, longe das 12 milhões prometidas. Detalhes de minerais raros e soja ainda em negociação.
O governo debate vender tecnologia de IA à China, como o chip H200 da Nvidia. Decisão cabe a Trump, que ouve conselheiros divididos sobre riscos à segurança nacional.
Esses passos podem moldar o comércio bilateral nos próximos meses. Fique de olho em atualizações.
Via InfoMoney