O Allianz Parque completou 11 anos desde a inauguração em 19 de novembro de 2014. Construído pela WTorre sem custo para o Palmeiras, em troca de 30 anos de direitos, já recebeu mais de 17 milhões de visitantes.
Em 2024, faturou R$ 240 milhões com shows de Paul McCartney a Taylor Swift e 340 jogos do Palmeiras. Camarotes com 92% de ocupação e espaços como Fanzone impulsionam a economia local e turismo em São Paulo.
Modelo Arena Viva garante ocupação diária, destacando-se entre estádios brasileiros em retorno financeiro e eventos multissetoriais.
O estádio impulsiona cultura e esporte na cidade, com tours para 500 mil pessoas e naming rights atraindo artistas globais. Fique atento à evolução do modelo.
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O Allianz Parque atingiu 11 anos de operação em 19 de novembro de 2014, destacando-se como arena multiuso eficiente no Brasil. Administrado pela WTorre, o estádio não custou nada ao Palmeiras, que cedeu 30 anos de exploração em troca da construção.
Com mais de 17 milhões de visitantes, gerou R$ 240 milhões só em 2024. Integra futebol e eventos variados, mantendo ocupação diária pelo conceito Arena Viva.
Realizou 254 grandes shows, de Paul McCartney a Taylor Swift, com recorde de 49.596 pagantes em 2023. No esporte, sediou 340 jogos do Palmeiras, incluindo títulos da Libertadores 2020/2021 e Brasileirão 2016/2018.
Espaços corporativos brilham: 160 camarotes com 92% de ocupação, até R$ 1 milhão por temporada. Inclui restaurantes, barbearia, estúdios de tatuagem, Parque Mirante e áreas para 2 mil pessoas. O tour atraiu 500 mil visitantes.
O Fanzone, gerido pela Soccer Hospitality, acomoda 500 torcedores por jogo, com shows, open food e bar. Naming rights são elogiados, atraindo artistas globais.
Desafios incluem jogos fora por shows e grama artificial para múltiplos eventos, dentro das regras. Ainda assim, lidera em retorno financeiro entre novos estádios brasileiros, impulsionando economia, turismo e cultura em São Paulo.
Fique de olho em como o modelo continua evoluindo.
Via InfoMoney