Venezuela revoga licenças de Gol, Latam e outras quatro aéreas por suspensão de voos

Venezuela cancela licenças de operação de Gol (GOLL4), Latam, Iberia, TAP e mais por interromperem voos. Acusação de seguir EUA em meio a tensões. Impacto em rotas internacionais.
27/11/2025 às 09:43 | Atualizado há 2 meses
               
Voos para a Venezuela
Venezuela revoga direitos de 6 aéreas, incl. Gol e Latam, após suspensão. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

A Venezuela revogou as licenças operacionais de seis companhias aéreas internacionais, incluindo as brasileiras Gol e Latam, após elas suspenderem voos para o país. Outras afetadas são Iberia, TAP, Avianca Colômbia e Turkish Airlines.

O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) acusa as empresas de aderirem a ‘ações de terrorismo de Estado’ dos EUA. Alerta da FAA sobre riscos na Venezuela influenciou as suspensões. Gol e Latam não se manifestaram.

A Venezuela cancelou as licenças de operação de seis companhias aéreas internacionais após elas interromperem voos para a Venezuela. Entre elas estão as brasileiras Gol (GOLL4) e Latam, além de Iberia, TAP, Avianca Colômbia e Turkish Airlines.

Air Europa e Plus Ultra pausaram os serviços temporariamente, mas ainda têm permissão para voar. A Latam Airlines Brasil não faz rotas para o país.

O Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) acusa as empresas de seguirem “ações de terrorismo de Estado” dos EUA ao suspenderem os voos unilateralmente.

Sábado (22), a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) emitiu alerta sobre riscos ao sobrevoar a Venezuela. Citou alta atividade militar e problemas em sistemas de navegação.

Nos últimos meses, os EUA mandaram tropas ao Caribe por tensões com Caracas. Acusam o governo de Nicolás Maduro de ligações com tráfico de drogas.

Copa e Wingo seguem operando. Empresas locais voam para Colômbia, Panamá e Curaçao.

Segunda (24), a IATA disse que as autoridades venezuelanas deram 48 horas para retomar operações, sob pena de perda de licenças.

Gol e Latam não comentaram quando contatadas.

Empresas precisam decidir rápido entre riscos de segurança e sanções locais nos voos para a Venezuela.

Via Money Times

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