A JSL intensifica operações no e-commerce com a Black Friday se aproximando. A aquisição da FSJ em 2023 mudou o cenário, prevendo alta de 30% nas operações, acima dos 14,7% a 17% do setor.
Viagens saltam de 550 para 765 no mês, rodando 1,8 milhão de km no Nordeste e Sudeste. A empresa atende Mercado Livre, Amazon e Shopee, com crescimento em armazenagem e entregas finais.
A JSL entra de vez no ritmo acelerado do e-commerce com a Black Friday batendo à porta. Há três anos, o pico de vendas online mal mexia com a empresa. Tudo mudou após a compra da FSJ em 2023, que abriu portas para esse mercado.
Para novembro, a companhia prevê alta de 30% nas operações ligadas ao JSL no e-commerce, bem acima dos 14,7% a 17% esperados para o setor todo. “A Black Friday impulsiona de 20% a 30% desse negócio. Estamos surfando essa onda”, diz Ramon Alcaraz, CEO da JSL.
Antes da FSJ, a exposição era indireta, via cadeia de suprimentos para varejistas. Agora, viagens sobem de 550 para 765 no mês, rodando 1,8 milhão de km, focando Nordeste e Sudeste.
A TPC, de armazenagem, também mira 30% de crescimento operacional. Contra 2024, é salto de 160% na Black Friday, puxado por moda no Sudeste. No last mile, a Fadel cuida das entregas finais. Em Guarulhos, gerencia produtos importados, que explodiram agora.
A FSJ foca no middle mile. O grupo já atende Mercado Livre, Amazon e Shopee. Mas o e-commerce ainda não domina os números – lucro ajustado do terceiro trimestre foi R$ 35,8 milhões.
Fique de olho: esse movimento pode ganhar força nos próximos picos de vendas.
Via InfoMoney