O Grupo Refit controla a Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, fundada nos anos 1950 como a primeira unidade privada do estado. Iniciou operações em 1954 e historicamente abasteceu regiões como o Distrito Federal. Hoje, produz gasolina e diesel aditivados, com 1,5 bilhão de litros em 2023.
Sob comando de Ricardo Magro, enfrenta recuperação judicial desde 2015 e débitos de R$ 26 bilhões. É alvo da Operação Poço de Lobato por suspeitas de sonegação e fraudes tributárias, com interdições da ANP por irregularidades.
O Grupo Refit controla a antiga Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Essa unidade surgiu nos anos 1950, durante a campanha “O petróleo é nosso”. Iniciou operações em 1954, após 255 dias de obras. Foi a primeira refinaria privada do estado e abasteceu o Distrito Federal na época.
Hoje, o conglomerado está sob comando de Ricardo Magro. Contribuiu para a expansão urbana e industrial do Rio. Nos anos 1960, processava 10 mil barris por dia. Enfrentou pressões no regime militar e abriu capital em 1972.
Na década de 1980, operações caíram. Após a Lei do Petróleo de 1997, recebeu investimentos de YPF e Repsol. Parou em 2005, retomou em 2010 com o Grupo Andrade Magro. Em 2012, evitou desapropriação pelo STF.
Solicitou recuperação judicial em 2015, ainda em vigor. Mudou nome para Refit em 2017. Lançou combustíveis aditivados e produziu 1,5 bilhão de litros de gasolina e diesel em 2023. Está entre as maiores refinarias privadas do país.
Em 27 de novembro, virou alvo da Operação Poço de Lobato, do Ministério Público e Receita Federal. Suspeitas incluem sonegação, fraude tributária e ocultação de patrimônio. Tem débitos acima de R$ 26 bilhões, maior devedor contumaz.
Declarações de cargas de gasolina como industrialização reduziam impostos. Usa holdings, offshores e fundos. ANP interditou em setembro por irregularidades, como importação de gasolina como “nafta”. Interdição parcial suspensa em outubro.
Ligado a Operações Cadeia de Carbono e Carbono Oculto. Torre de destilação segue inoperante. Fique de olho em atualizações sobre o caso.
Via Forbes Brasil