A Rússia desenvolve pombos equipados com chips implantados no cérebro para missões de espionagem. A empresa Neiry batizou o projeto de biodrone PJN-1, usando eletrodos próximos a regiões de orientação e motivação para controlar as aves remotamente.
Os pombos carregam mochilas com GPS, receptor e painéis solares, permitindo voos de 500 km por dia ou mais de 3 mil km por semana. Eles se misturam a aves comuns, transportam câmeras e sensores para monitorar áreas sensíveis, com planos para expansão a outras aves.
A Rússia desenvolve pombos com chip no cérebro para missões de espionagem. Esses animais comuns recebem implantes cirúrgicos de eletrodos perto de regiões cerebrais ligadas à orientação e motivação. A empresa Neiry chama o projeto de biodrone PJN-1.
Uma mochila nas costas dos pombos inclui GPS, receptor e componentes eletrônicos. Ela envia sinais que fazem o cérebro seguir comandos, como virar à esquerda, direita, ir em frente ou retornar. Os pombos rastreiam movimentos em tempo real.
Os estímulos levam as aves a acreditar que desejam a rota indicada. Painéis solares fornecem energia para voar 500 km por dia ou mais de 3 mil km em uma semana. Não há necessidade de treinamento prévio.
- Os animais se misturam a pombos comuns nas cidades russas.
- Podem carregar câmeras minúsculas e sensores.
- Servem para monitorar tropas em guerras ou áreas sensíveis.
A Neiry planeja usos além da espionagem, como monitoramento ambiental, vigilância industrial e operações de busca e resgate em locais difíceis. A cirurgia visa 100% de sobrevivência, mas detalhes sobre mortalidade não foram divulgados.
O programa permite controlar qualquer animal com o implante. Financiada por aliados de Vladimir Putin, a empresa mira aves maiores, como corvos para cargas, gaivotas em costas e albatrozes em missões marítimas.
Via TecMundo