Pesquisadores da UFRR identificam mais de cem pegadas de dinossauros em Roraima

Cientistas da Universidade Federal de Roraima revelam mais de cem pegadas de dinossauros no norte do estado, incluindo algumas das maiores já registradas no mundo. Descoberta impulsiona estudos paleontológicos na Amazônia brasileira.
29/11/2025 às 06:24 | Atualizado há 6 horas
               
Pegadas de dinossauros em Roraima
Marcas, em Bonfim (RR), a 110 km de Boa Vista. (Imagem/Reprodução: Redir)
  • Pesquisadores da UFRR anunciaram a descoberta de mais de cem pegadas de dinossauros em Roraima, no Norte do Brasil.
  • O objetivo é destacar o potencial paleontológico da região e mapear hábitos de dinossauros na América do Sul.
  • O impacto inclui atrair atenção global, reforçar a importância de Roraima para estudos fósseis e possivelmente reescrever partes da história evolutiva local.
  • Análises continuam para identificar espécies e tamanhos exatos das pegadas.

Pesquisadores da Universidade Federal de Roraima (UFRR) anunciaram a descoberta de mais de cem pegadas de dinossauros em Roraima, na região Norte do Brasil.

Essas marcas foram localizadas em uma área no norte do estado. Os cientistas sugerem que elas podem incluir algumas das maiores pegadas de dinossauro já registradas no mundo.

A revelação veio recentemente e destaca o potencial paleontológico da região. As pegadas foram identificadas em rochas que preservam vestígios antigos desses répteis pré-históricos.

Essa descoberta reforça a importância de Roraima para estudos sobre dinossauros na América do Sul. Áreas remotas do Norte brasileiro guardam segredos fósseis que ainda estão sendo explorados.

Os pesquisadores da UFRR continuam analisando o local para entender melhor o tamanho e a espécie dos animais que deixaram as marcas. Tal achado pode reescrever partes da história evolutiva na região.

Investigações iniciais indicam que as pegadas variam em tamanho, com algumas excepcionalmente grandes. Isso atrai atenção global para o sítio em Roraima.

Estudos como esse ajudam a mapear rotas migratórias e hábitos de dinossauros no continente. A UFRR planeja mais escavações para confirmar os detalhes.

Via Folha de S.Paulo

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