Donald Trump intensifica pressão sobre Nicolás Maduro, fechando o espaço aéreo da Venezuela e destacando cartéis como ameaça aos EUA. Em menos de 24 horas, anunciou perdão ao ex-presidente hondurenho Juan Orlando Hernández, condenado a 45 anos por receber propinas de narcotraficantes.
A medida contrasta com ações militares no Caribe, como ataques a barcos que mataram mais de 80 pessoas. Críticos questionam a liberação de um aliado julgado enquanto se combate o narcoterrorismo na região.
Donald Trump e sua equipe destacam os cartéis de drogas como ameaça urgente aos EUA. Prometem eliminá-los do Hemisfério Ocidental. Recentemente, Trump declarou nas redes sociais que o espaço aéreo da Venezuela está fechado em sua totalidade.
Menos de 24 horas antes, ele anunciou o perdão a condenado por tráfico Juan Orlando Hernández, ex-presidente de Honduras. Hernández pegou 45 anos nos EUA por receber propinas de cartéis e proteger envios de cocaína com forças do Estado. O perdão ainda não foi formalizado.
Essa medida contrasta com a escalada contra o narcotráfico. Trump combina ofensiva militar, como explosões de barcos no Caribe, com liberação de um aliado julgado. Ex-secretário Todd Robinson questionou: “Explodimos barcos suspeitos, mas perdoamos traficantes condenados nos EUA”.
Trump justificou o perdão por pedidos de amigos, alegando que Hernández foi punido por ser presidente. A investigação ocorreu no seu primeiro mandato, com procurador ligado a ele.
Os EUA intensificam presença militar no Caribe desde setembro. Realizaram quase 20 ataques a embarcações, matando mais de 80 pessoas. Sem provas detalhadas divulgadas. Pressionam Nicolás Maduro, acusado de liderar o Cartel de los Soles, rede questionada por especialistas. Operações da CIA visam removê-lo.
Assessores como Stephen Miller e Pete Hegseth reforçam foco em narco-terroristas na Venezuela.
Fique de olho nas próximas ações dessa estratégia regional.
Via InfoMoney