Uma proliferação de algas na Argentina causou escassez de salmão, afetando diretamente o Grupo Rão. A rede de restaurantes japoneses teve 80% de seu cardápio comprometido pela falta da matéria-prima essencial.
Para sobreviver à crise, o CEO Guilherme Lemos e o irmão criaram um app próprio, que hoje gera 20% das vendas (R$50 mi/ano). A empresa expandiu para Lisboa, tem mais de 200 unidades e prevê R$215-220 mi em 2025, com planos de IPO.
Uma proliferação de algas na Argentina causou escassez de salmão, afetando diretamente negócios no Brasil. O Grupo Rão, rede de restaurantes japoneses, viu 80% de seu cardápio comprometido pela falta da matéria-prima essencial.
Guilherme Lemos, CEO e cofundador ao lado do irmão Henrique, relata o impacto no podcast Do Zero ao Topo. “Não tínhamos caixa. Foi um período duro, mas crises no Brasil exigem adaptação rápida”, diz ele.
A Crise do Salmão quase derrubou a empresa. Para sobreviver, criaram um app próprio. Marketplaces cobram até 16% de taxa, o que aperta margens no setor.
O aplicativo responde por 20% das vendas, cerca de R$ 50 milhões anuais. Toda a tecnologia é interna, garantindo controle total.
Em 2018, expandiram para Lisboa, em Portugal. Ajustaram o cardápio e foco no atendimento presencial. Hoje, com mais de 200 unidades, preveem faturamento de R$ 215 a 220 milhões em 2025 e acima de R$ 300 milhões em 2026. O plano inclui IPO, mirando R$ 500 milhões anuais.
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Via InfoMoney