Prêmio concede bolsa de R$ 50 mil para pesquisadoras brasileiras

Oito cientistas brasileiras receberam bolsa de R$ 50 mil para desenvolver pesquisas inovadoras em diversas áreas científicas.
05/12/2025 às 10:22 | Atualizado há 4 meses
               
Prêmio para mulheres na ciência
O texto informa que oito cientistas receberam um prêmio oferecido pelo Grupo L'Oréal, Unesco e ABC, destacando reconhecimento e colaboração internacional. (Imagem/Reprodução: Redir)

Oito pesquisadoras brasileiras foram premiadas com bolsas de R$ 50 mil para desenvolverem pesquisas científicas em áreas variadas, como agrotóxicos, queimadas e organização celular.

A iniciativa, promovida pelo Grupo L’Oréal em parceria com a Unesco e a Academia Brasileira de Ciências, apoia jovens cientistas e valoriza a pesquisa feminina no Brasil e no mundo.

Os projetos contemplam temas relevantes como fotobiomodulação para acidentes com animais peçonhentos e estudos sobre polinização e resistência a antifúngicos, reforçando o impacto social e ambiental das pesquisas.

Oito cientistas brasileiras foram agraciadas nesta quinta-feira (4) com um prêmio para mulheres na ciência oferecido pelo Grupo L’Oréal em parceria com a Unesco e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). Cada uma recebeu uma bolsa de R$ 50 mil para financiar projetos em áreas variadas, como agrotóxicos, queimadas na Amazônia e organização celular.

Na categoria ciências da vida, as premiadas incluem Jaqueline Sachett, da Universidade do Estado do Amazonas, Juliana Hipólito, do Instituto Nacional da Mata Atlântica, Sonaira Silva, da Universidade Federal do Acre, e Luana Rossato, da Universidade Federal da Grande Dourados.

Na física, Thaís Azevedo, da USP, foi escolhida; Vanessa do Nascimento, da Universidade Federal Fluminense, conquistou a premiação em química; Renata Rojas Guerra, da Universidade Federal de Santa Maria, foi reconhecida na área de matemática; e Paula Maçaira, da PUC-Rio, ganhou na categoria ciências da engenharia e tecnologia.

Os projetos contemplam temas atuais e relevantes, como o uso da fotobiomodulação para tratar acidentes com animais peçonhentos, o estudo da polinização na bacia do Rio Doce, análise da resistência a antifúngicos no Pantanal e a investigação da transpiração energética no Brasil.

Desde sua criação há 20 anos no Brasil, a iniciativa integra um programa que apoia anualmente mais de 350 jovens cientistas em mais de 110 países, reforçando o compromisso global com a pesquisa feminina e inovadora.

Via Folha de S.Paulo

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