Mudanças nos fornecedores de uniformes marcam o futebol brasileiro a partir de 2026

Futebol brasileiro terá mudanças nos fornecedores de uniformes a partir de 2026, com grandes clubes buscando novas parcerias e contratos estratégicos.
06/12/2025 às 06:41 | Atualizado há 1 mês
               
Fornecedores de uniformes
Puma assina com Fluminense; Nike fecha com Vasco e Atlético-MG para próxima temporada. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A partir de 2026, o mercado de fornecedores de uniformes no futebol brasileiro passará por grandes mudanças. Clubes tradicionais como Fluminense, Vasco e Atlético Mineiro fecharam novos acordos com marcas como Puma e Nike, encerrando parcerias anteriores.

O movimento reflete uma disputa competitiva pelo mercado nacional, com clubes buscando contratos mais estratégicos para aumentar receitas com material esportivo. Apesar dos avanços, os valores no Brasil ainda são inferiores aos praticados na Europa.

Essas negociações indicam um fortalecimento do setor no país, com possibilidade de novos ciclos comerciais que valorizem tanto os clubes quanto as marcas de uniformes brasileiras e internacionais.

A movimentação dos fornecedores de uniformes no futebol brasileiro terá mudanças importantes a partir de 2026, com grandes clubes buscando novos contratos. Após negociações prolongadas, o Fluminense confirmou a Puma como sua nova parceira, encerrando o vínculo com a Umbro. A concorrência pela parceria do clube carioca ainda contou com a Nike, o que refletiu a disputa acirrada no setor.

Outros clubes também anunciaram ou se preparam para mudanças. O Vasco trocou a Kappa pela Nike em acordo válido por sete anos a partir de 2026, enquanto o Atlético Mineiro seguirá o mesmo caminho, deixando a Adidas para usar Nike nas próximas temporadas. Já o Grêmio negocia para firmar contrato com a New Balance, focando em expansão internacional e fortalecimento da marca.

Entre as equipes da elite, a Volt mantém contrato com o Remo, que segue com fornecedora brasileira após subir de divisão. A parceria tem gerado aumento nas vendas oficiais, impulsionada pela torcida local.

Apesar da evolução, os valores negociados no Brasil ainda ficam distantes dos praticados na Europa. Grandes clubes europeus recebem cifras que ultrapassam centenas de milhões de reais por temporada, enquanto aqui os contratos, mesmo crescentes, têm alcance mais restrito ao mercado nacional.

O crescimento e a competitividade no mercado nacional indicam fortalecimento das receitas com material esportivo. A movimentação dos clubes demonstra que 2026 pode marcar um novo ciclo para a relação entre times e fornecedores, com contratos mais estratégicos e maior valorização comercial no futebol brasileiro.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.