O prêmio Para Mulheres na Ciência contemplou oito pesquisadoras brasileiras com bolsas de R$ 50 mil para apoiar seus projetos científicos. A iniciativa, promovida pelo Grupo L’Oréal em parceria com a Academia Brasileira de Ciências e a Unesco, reconhece jovens cientistas que atuam em áreas como saúde pública e meio ambiente.
Entre as premiadas estão Vanessa Nascimento, da UFF, que desenvolve tratamento para micose, e Renata Rojas Guerra, da UFSM, que estuda queimadas na Amazônia. Outras pesquisadoras atuam em pesquisas relacionadas a doenças, energias renováveis e poluentes.
Desde 2006, mais de 140 mulheres foram beneficiadas, com investimentos acima de R$ 7 milhões. O prêmio também ampliou o prazo de inscrição para cientistas com filhos, estimulando a participação feminina na pesquisa científica.
A iniciativa Para Mulheres na Ciência contemplou oito pesquisadoras brasileiras com bolsas de R$ 50 mil para fortalecer projetos científicos. A ação, promovida pelo Grupo L’Oréal em parceria com a Academia Brasileira de Ciências e a Unesco, premia jovens cientistas que lideram estudos em áreas como saúde pública, meio ambiente e tecnologias sustentáveis.
Vanessa Nascimento, da UFF, desenvolve uma molécula que une itraconazol, naftoquinona e selênio para tratar a esporotricose, micose que afeta humanos e animais, especialmente no Rio de Janeiro. Já Renata Rojas Guerra (UFSM) aplica métodos estatísticos para analisar dados sobre queimadas e indicadores sociais na Amazônia e no Cerrado.
Thaís Azevedo, da USP, investiga como a distribuição de colesterol em membranas celulares está relacionada a doenças virais e parasitárias. Paula Maçaira, da PUC-Rio, pesquisa o reaproveitamento de plataformas de petróleo desativadas em fontes renováveis como energia e cultivo de microalgas.
Outras premiadas exploram áreas das Ciências da Vida, como os efeitos de picadas de jararacas em populações vulneráveis, a polinização na Mata Atlântica, e o impacto de queimadas e agrotóxicos no Pantanal. Sonaira Silva foca no monitoramento de queimadas na Amazônia por meio de dados remotos e da poluição atmosférica.
O prêmio também incluiu nova regra que concede um ano extra de candidatura para cientistas com filhos, abordando dificuldades como a redução de produtividade durante a maternidade. Desde 2006, mais de 140 pesquisadoras receberam apoio financeiro, que já ultrapassa R$ 7 milhões, abrangendo uma rede internacional com suporte para mais de 350 jovens cientistas anualmente.
Via Super