Eve, da Embraer, mantém caixa robusto para os próximos dois anos e amplia liquidez

Eve, da Embraer, fortalece finanças com US$ 550 milhões para impulsionar testes e liquidez das ações até 2027.
12/12/2025 às 06:22 | Atualizado há 4 meses
               
Empresa valoriza entre US$ 5 mi e US$ 10 mi após aumento de capital e listagem de BDRs. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, conta atualmente com cerca de US$ 550 milhões em caixa e linhas de crédito para os anos de 2026 e 2027. Essa reserva financeira visa suportar a fase avançada de testes do carro voador e o desenvolvimento do veículo.

A empresa realizou recentemente um aporte de capital de R$ 230 milhões com lideranças do BNDES e Embraer, aumentando significativamente a liquidez de suas ações na B3, com volumes diários de negociação subindo para até US$ 10 milhões. O consumo de caixa no último trimestre foi alinhado com a previsão anual, entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões.

Esses investimentos e linhas de crédito projetam expansão das operações da Eve, especialmente durante o próximo ano, que promete intensificação nos gastos e avanços tecnológicos para o carro voador no mercado brasileiro e internacional.

A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, está fortalecendo suas finanças para avançar nos testes de seu carro voador. A empresa dispõe de aproximadamente US$ 550 milhões em caixa e linhas de crédito para os anos de 2026 e 2027, impulsionando a expectativa de maior movimentação das suas ações no Brasil e nos Estados Unidos após um aumento de capital recente.

Recentemente, a companhia firmou uma linha de financiamento de R$ 200 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com prazo de 15 anos para desembolso conforme o progresso dos projetos. Desde sua fundação, a Eve já captou cerca de US$ 1 bilhão, sendo cerca de US$ 700 milhões via oferta de ações e o restante por fontes de financiamento, a maior parte de longo prazo.

Um aporte de capital de R$ 230 milhões realizado em agosto deste ano, liderado pelo BNDES e Embraer, resultou na emissão de BDRs na B3, aumentando significativamente a liquidez dos papéis. Hoje, o volume diário negociado varia entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões, um incremento expressivo em comparação ao período anterior, quando não ultrapassava US$ 1 milhão.

O consumo de caixa no último trimestre foi de US$ 60,7 milhões, crescimento em relação ao ano anterior, alinhado com a previsão anual da empresa que gira em torno de US$ 200 milhões a US$ 250 milhões. Para o próximo ano, a Eve espera intensificar os gastos devido à fase mais avançada de testes de voo e desenvolvimento do veículo.

Via InfoMoney

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