Como observar a chuva de meteoros Geminídeas com pico no fim de semana

Confira dicas para ver a chuva de meteoros Geminídeas, com pico entre sábado (13) e domingo (14), visível em todo o Brasil.
12/12/2025 às 21:02 | Atualizado há 4 meses
               
Visível em todo Brasil, a melhor visualização está no leste da América do Norte e Caribe. (Imagem/Reprodução: Redir)

A chuva de meteoros Geminídeas ocorre entre os dias 11 e 16 de dezembro, com pico esperado na noite de sábado para domingo (13 para 14). Este é um dos eventos mais intensos do ano, visível principalmente na América do Norte, Caribe e em todo o Brasil.

Para melhor visualização, recomenda-se escolher locais afastados da poluição luminosa e olhar para a região das Três Marias, evitando o brilho da Lua. A observação ideal acontece entre as 22h e o amanhecer, quando a atividade de meteoros é maior.

A origem da Geminídeas está ligada ao asteroide 3200 Phaethon. Aplicativos como Star Walk 2 e SkyView ajudam a localizar o evento, tornando a experiência acessível mesmo em áreas urbanas.

A chuva de meteoros Geminídeas está ativa desde o dia 11 de dezembro e segue até o dia 16, com seu pico esperado entre a noite do sábado (13) para domingo (14). Esse evento é considerado o mais intenso do planeta, podendo ser observado principalmente na parte leste da América do Norte e no Caribe, mas também visível em todo o Brasil.

Para aproveitar melhor a visualização, o ideal é buscar locais longe das luzes urbanas e com céu limpo. É recomendado fixar o olhar próximo às constelações das Três Marias, evitando olhar diretamente para a Lua, que pode atrapalhar por seu brilho. A Nasa sugere um período mínimo de adaptação de 30 minutos para a visão no escuro.

O melhor horário para observar a Geminídeas varia, porém, costuma ser entre as 22h e o amanhecer. A noite de sábado para domingo oferece a maior intensidade, com até 99% da chuva visível nesse período. No Brasil, a quantidade de meteoros varia por região, com estados como Amapá e Roraima podendo ver até 86 meteoros no pico.

A origem dessa chuva de meteoros está vinculada ao asteroide 3200 Phaethon, descoberto em 1983, que libera partículas que produzem os riscos luminosos no céu ao entrarem na atmosfera terrestre. O corpo tem aproximadamente 5,1 km de diâmetro e pode ser classificado como um “cometa rochoso” ou um cometa inativo.

Para ajudar na localização e acompanhamento, é possível usar aplicativos especializados como Star Walk 2, SkyView e Sky Map, que oferecem mapas interativos do céu em tempo real. Esses recursos facilitam a observação para entusiastas da astronomia, mesmo em áreas urbanas.

Via Folha de S.Paulo

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.