A última semana útil de 2025 traz indicadores importantes para o mercado financeiro no Brasil e nos Estados Unidos. No Brasil, o destaque é o IBC-Br, que aponta para uma atividade econômica estável ou em ligeira queda em outubro, indicando desaceleração gradual.
A inflação e o Relatório Focus também são foco para definir as expectativas sobre a taxa Selic e o crescimento econômico para 2025 e 2026. Nos EUA, o relatório non farm payroll e outros dados do mercado de trabalho devem influenciar as apostas sobre cortes de juros pelo Fed.
Embora o volume de negócios seja menor pelo fim do ano, a divulgação desses indicadores deve afetar a precificação de ativos e delinear o cenário econômico para o começo de 2026.
A última semana útil de 2025 traz indicadores que prometem movimentar o mercado financeiro, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. No cenário nacional, o destaque fica para o IBC-Br, que deve apontar para uma atividade econômica estável ou em ligeira queda em outubro, confirmando a desaceleração gradual iniciada no último trimestre. A atenção do mercado de juros se volta para esses dados, fundamentais para ajustar expectativas diante da atual taxa básica elevada.
A inflação também segue no radar, com a trajetória do IPCA mostrando comportamento mais controlado, ainda que ligeiramente acima da meta. O cenário mantém o debate sobre o momento adequado para o Banco Central afrouxar os juros, mesmo com discursos oficiais mantendo postura cautelosa. Além disso, o Relatório Focus ganhará importância, oferecendo uma visão atualizada das projeções para inflação, crescimento do PIB e taxa Selic para 2025 e 2026.
Nos Estados Unidos, a expectativa recai sobre o relatório non farm payroll, que detalha o mercado de trabalho. Após meses de criação mais lenta de vagas e leve alta no desemprego, o mercado busca sinais claros de moderação. Os números influenciarão as apostas sobre os cortes de juros pelo Fed em 2026. Outros indicadores, como pedidos de seguro-desemprego e dados do setor privado, complementam essa análise.
Apesar de a semana ser marcada por menor volume de negócios pelo fim do ano, a divulgação desses dados deve afetar a precificação de ativos e fortalecer as expectativas para o começo de 2026.
Via Forbes Brasil