A USP lançou a PocketFab, a primeira fábrica portátil de semicondutores do mundo. Desenvolvida em parceria com a Fiesp e o Senai, a fábrica reúne processos complexos em módulos compactos, permitindo a produção em diversos locais, como universidades e regiões remotas.
A estrutura modular executa etapas completas, como litografia e metalização, possibilitando a fabricação de chiplets para áreas como inteligência artificial, IoT e saúde. O projeto visa descentralizar a fabricação, reduzindo a dependência tecnológica externa e priorizando a sustentabilidade.
Operada pelo Senai, a iniciativa conecta universidades, startups e indústrias, transformando conhecimento em inovação aplicada. A USP também busca parcerias internacionais para avançar em pesquisa e transferência tecnológica da plataforma.
A USP lançou a PocketFab, a primeira fábrica portátil de semicondutores do mundo, que reúne em módulos compactos processos antes restritos a instalações de grande porte e custo elevado. Desenvolvida em parceria com a Fiesp e o Senai, a estrutura modulável permite produção em locais variados, incluindo universidades e regiões remotas.
A PocketFab executa etapas completas como litografia, metalização, empacotamento, testes e metrologia, viabilizando a fabricação de chiplets, dispositivos para inteligência artificial, internet das coisas, sensores ambientais, protótipos para saúde, indústria automotiva e aeroespacial.
Esse novo modelo busca descentralizar a fabricação em um setor estratégico, reduzindo a dependência tecnológica externa. O projeto prioriza a sustentabilidade ao consumir menos energia, água e insumos químicos, diminuindo também a necessidade de grandes salas limpas e abrindo possibilidade para certificação de “chips verdes”.
A operação da PocketFab será conduzida pelo Senai, conectando o ambiente acadêmico, startups e indústrias. Segundo o reitor Carlos Gilberto Carlotti Junior, a iniciativa transforma conhecimento em inovação aplicável à sociedade. O diretor do InovaUSP, Marcelo Zuffo, destaca a relevância regional do projeto para América Latina.
Atualmente, a USP negocia colaborações internacionais com instituições nos EUA, Europa e Ásia, visando pesquisa, formação técnica e transferência tecnológica para a plataforma.
Via Folha de S.Paulo