O Ibovespa encerrou a terça-feira (16) em queda de 2,16%, pressionado pela ausência de sinais claros sobre o início dos cortes da Selic em 2026. O índice chegou a 158.964 pontos, abaixo do patamar de 159 mil, após quatro dias de alta consecutiva. No acumulado do ano, porém, o índice mantém alta superior a 30%.
Além das incertezas sobre política monetária, o mercado também foi impactado por uma nova pesquisa eleitoral que mostra o presidente Lula liderando com 41% das intenções de voto. Esse cenário influenciou a valorização do dólar frente ao real, que fechou em R$ 5,4640, alta de 0,78% no dia.
A ata do último Copom destacou avanços na desaceleração da inflação, mas incertezas eleitorais e fluxos financeiros pressionaram o câmbio. O Brasil segue atento à política monetária e ao cenário político em meio às eleições de 2026.
O Ibovespa encerrou esta terça-feira (16) em queda de 2,16%, atingindo 158.964,12 pontos, após quatro sessões seguidas de alta. O índice voltou a ficar abaixo dos 159 mil pontos, refletindo a ausência de sinais claros sobre o início dos cortes da Selic pelo Banco Central e a influência de dados econômicos nos Estados Unidos. No acumulado do ano, o Ibovespa ainda registra alta superior a 30%.
O movimento no mercado se intensificou diante de uma nova pesquisa eleitoral que tem ganhado atenção dos investidores. Segundo o levantamento Genial/Quaest, o presidente Lula aparece com 41% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro com 23% e o governador Tarcísio de Freitas com 10%. Lula venceria no segundo turno todos os adversários considerados competitivos.
Essa proximidade eleitoral mexeu com o câmbio, com o dólar mostrando alta firme frente ao real. A moeda norte-americana fechou em R$ 5,4640, valorizando 0,78% no dia, mesmo enquanto recuava em relação a outras divisas. A alta do dólar é atribuída às remessas de recursos ao exterior no fim do ano e à expectativa gerada pela pesquisa eleitoral.
O Banco Central divulgou a ata do último Copom, destacando ganhos na desaceleração da inflação com a política monetária atual e reafirmando o compromisso com a meta de 3%. Apesar disso, o impacto no câmbio foi minimizado pela pressão dos fluxos financeiros e incertezas eleitorais.
Via Forbes Brasil