Allos (ALOS3) confirma pagamento de R$ 438 milhões em dividendos intermediários

Allos distribuirá R$ 438 milhões em dividendos intermediários entre janeiro e março de 2026. Saiba como será o cronograma de pagamentos.
16/12/2025 às 20:01 | Atualizado há 2 meses
               
Allos aprova pagamento de R$ 438 milhões em dividendos intermediários. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

A Allos (ALOS3) anunciou que vai pagar R$ 438 milhões em dividendos intermediários, distribuídos em três parcelas de R$ 146 milhões cada. Cada parcela corresponderá a aproximadamente R$ 0,29 por ação, com pagamentos previstos entre janeiro e março de 2026.

As datas de corte para direito aos dividendos são 19 de dezembro de 2025, 21 de janeiro e 19 de fevereiro de 2026, com as ações negociadas sem direito a dividendos logo após essas datas. O pagamento dos valores será feito via Itaú ou instituições de custódia.

A companhia pode ajustar o valor por ação devido ao programa de recompra de ações em andamento. Além disso, espera-se que a empresa mantenha uma política de distribuição agressiva e intensifique operações de fusões e aquisições, aproveitando a possível queda da taxa Selic.

A Allos (ALOS3) anunciou que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em dividendos intermediários aos acionistas, a serem distribuídos em três parcelas iguais de R$ 146 milhões. Cada parcela corresponderá a cerca de R$ 0,29 por ação e será paga entre janeiro e março de 2026.

A primeira parcela terá como data de corte o dia 19 de dezembro de 2025. As ações serão negociadas sem direito ao dividendo a partir de 22 de dezembro e o pagamento ocorrerá em 5 de janeiro de 2026. A segunda parcela terá corte em 21 de janeiro de 2026, com data ex-dividendos em 22 de janeiro e pagamento em 3 de fevereiro.

A última parcela está marcada para corte em 19 de fevereiro de 2026, e as ações passam a ser negociadas ex-dividendos em 20 do mesmo mês, com pagamento previsto para 3 de março. O direito aos dividendos é válido para acionistas registrados nessas datas, com os valores creditados pela Itaú ou instituições de custódia.

A companhia destacou que o valor por ação pode ser ajustado devido ao programa de recompra de ações em andamento. Em análises recentes, especialistas do BTG Pactual apontaram que, embora para 2027 em diante a Allos não assegure o mesmo volume de proventos, sua política de payout deve permanecer agressiva, considerando a situação financeira atual.

Além disso, a empresa deve intensificar operações de M&A diante da expectativa de queda na taxa Selic, o que pode influenciar sua estratégia financeira e crescimento.

Via Money Times

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.