Nesta quarta-feira (17), o Brasil alcança um marco ao realizar seu primeiro lançamento comercial de foguete no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. A missão utiliza o lançador Hanbit-Nano, desenvolvido por uma empresa sul-coreana, e conta com cargas úteis brasileiras, entre elas satélites produzidos por universidades e startups.
O evento faz parte de um projeto da Agência Espacial Brasileira para transformar Alcântara num polo global de serviços de lançamento, aproveitando a vantagem geográfica da região próxima à linha do Equador, que reduz custos de combustível em até 30%. Essa iniciativa insere o país na economia espacial global estimada em US$ 1 trilhão.
Com apoio do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da FAB, o Brasil consolida parcerias internacionais e amplia sua autonomia tecnológica em setores estratégicos, como defesa e agronegócio. O lançamento abre portas para futuros investimentos e fortalece a presença brasileira no mercado espacial mundial.
Nesta quarta-feira (17), o Brasil inicia uma nova etapa na sua trajetória tecnológica e comercial com o lançamento do primeiro foguete comercial nacional. O evento acontecerá às 13h no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, com a estreia do Hanbit-Nano, um lançador de pequeno porte desenvolvido pela sul-coreana Innospace. Esta missão é a primeira vez que uma empresa privada aproveita a infraestrutura brasileira para missões orbitais pagas.
A operação é fruto de um edital da Agência Espacial Brasileira lançado em 2020, que visa transformar Alcântara num polo global de serviços de lançamento. A vantagem geográfica da região, próxima à linha do Equador, permite maior eficiência no uso de combustível, economizando até 30% em relação a outros locais, o que torna o Brasil competitivo para empresas de satélites.
O foguete Hanbit-Nano tem 21,7 metros de altura e 1,4 metro de diâmetro, e transporta oito cargas úteis, totalizando 18 quilos. Sete dessas cargas são de origem brasileira, produzidas por universidades como UFSC, UFMA e startups do setor de deep tech. Entre elas estão os satélites FloripaSat-2A e 2B e sistemas de navegação inercial, que ampliam a autonomia tecnológica nacional em áreas que vão da defesa ao agronegócio.
Este lançamento marca a entrada efetiva do Brasil na economia espacial, um mercado global estimado em US$ 1 trilhão. Com o apoio do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da FAB, o país se posiciona como um parceiro estratégico para lançamentos internacionais, abrindo caminho para novas parcerias e investimentos em Alcântara.
Via Forbes Brasil