Na Nova Zelândia, a empresa Halter desenvolveu coleiras inteligentes para vacas, que possibilitam o manejo remoto dos rebanhos por meio de sinais sonoros e vibrações. Essa inovação utiliza painéis solares e um aplicativo para facilitar o pastoreio e monitorar a saúde dos animais.
O CEO da Halter destaca que o sistema reduz significativamente o trabalho manual, economizando até 40 horas por semana. Atualmente, a tecnologia é usada em mais de mil fazendas na Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos, com grande economia em custos com cercas tradicionais.
Além do controle do rebanho, as coleiras também coletam dados importantes, como temperatura e mastigação, para prever doenças e períodos de reprodução. A empresa planeja expandir o uso da tecnologia para países como Brasil, Reino Unido e Argentina.
Na Nova Zelândia, a empresa Halter está transformando a pecuária com coleiras inteligentes que ajudam a gerenciar o pastoreio de milhares de vacas. Cada animal usa uma coleira equipada com painel solar que recebe comandos via aplicativo, permitindo que o produtor conduza o rebanho remotamente por meio de sinais sonoros e vibrações.
O CEO da Halter, Craig Piggott, afirma que o sistema economiza de 20 a 40 horas de trabalho semanal, aumentando a eficiência no uso da terra. Atualmente, a tecnologia é adotada por 1.300 fazendas em países como Nova Zelândia, Austrália e EUA, controlando cerca de 650 mil vacas e quase 810 mil quilômetros de cercas virtuais instaladas.
Além do manejo, as coleiras monitoram dados de saúde das vacas, como temperatura e mastigação, usando algoritmos para prever doenças e períodos de acasalamento. O modelo comercial baseia-se em assinaturas mensais, com preços que variam conforme o tamanho do rebanho e a localização da fazenda.
A Halter, avaliada em US$ 1 bilhão após uma rodada de investimento que captou US$ 100 milhões, mira ampliar sua presença em mercados como Reino Unido, Irlanda, Argentina e Brasil. A empresa tem parceria com o Escritório de Gestão de Terras dos EUA e já ajudou fazendas americanas a economizar US$ 220 milhões em custos com cercas tradicionais.
Este avanço mostra como a tecnologia agrícola pode aumentar a produtividade e reduzir o trabalho manual no campo, inserindo inovação em um setor com forte demanda por soluções modernas.
Via Forbes Brasil