A Lumina Capital completou a captação de seu terceiro fundo, alcançando US$ 1,5 bilhão. Esse fundo seguirá a estratégia dos anteriores, investindo em special situations, crédito e equity, com foco na América Latina e liberdade para atuar globalmente.
A maior parte do capital veio de fundos de pensão e instituições dos EUA e Canadá. A Lumina já é um grande investidor em energia no Brasil e também atua em outras regiões e setores, como fintechs e bancos digitais.
Com essa nova captação, a gestora acumula cerca de US$ 5 bilhões levantados nos últimos quatro anos e mantém cerca de US$ 3 bilhões sob gestão, mostrando crescimento consistente no mercado de investimentos regionais e globais.
A Lumina Capital Management concluiu a captação do seu terceiro fundo, alcançando cerca de US$ 1,5 bilhão, conforme informaram investidores ao Brazil Journal. Este fundo seguirá a estratégia dos anteriores, focando em special situations com investimentos em crédito e equity. Apesar da concentração na América Latina, o fundo tem liberdade geográfica para atuar em outros mercados.
Investidores brasileiros indicam que aproximadamente 85% do capital do fundo veio de endowments, fundações e fundos de pensão dos EUA e Canadá. O fundo anterior, Lumina II, aplicou cerca de metade dos recursos fora da América Latina, incluindo Estados Unidos e Reino Unido.
A Lumina tem foco relevante em energia, sendo a maior investidora privada na New Fortress Energy do Brasil, e possui exposição em países como Chile, Colômbia, EUA e Brasil. Para isso, aproveita oportunidades ligadas à expansão das energias renováveis e seus desafios, como o curtailment em geração solar e eólica.
Além do setor energético, a gestora tem apostado no financiamento de fintechs e neobanks. Um exemplo é a operação com o banco digital mexicano Plata, com uma linha de crédito de aproximadamente US$ 100 milhões.
No Brasil, a Lumina investiu R$ 400 milhões no Agibank, avaliando o banco em R$ 9,3 bilhões após o aporte. Com a nova captação, a gestora soma cerca de US$ 5 bilhões levantados nos últimos quatro anos, mantendo atualmente US$ 3 bilhões sob gestão.
Via Brazil Journal