Tradições de Ano Novo pelo mundo: seis costumes inusitados

Descubra seis tradições inusitadas de Ano Novo em diferentes países e entenda seus significados únicos.
31/12/2025 às 18:24 | Atualizado há 9 horas
               
A frase destaca a criatividade e diversidade das celebrações humanas ao longo do tempo. (Imagem/Reprodução: Super)

O Ano Novo é celebrado com rituais variados que expressam desejos de sorte, renovação e proteção em diferentes países. Essas tradições vão além do uso da roupa branca e da contagem regressiva, revelando costumes únicos e culturais.

Na Finlândia, por exemplo, derretem-se ferraduras de estanho para prever o futuro, enquanto na Dinamarca quebram-se pratos para simbolizar a superação do passado. Na África do Sul, algumas pessoas jogam móveis antigos pela janela, um costume que visa a renovação.

No Equador, queimam-se bonecos que representam o negativo do ano anterior; na Escócia, há uma festa com bolas de fogo iluminando as ruas; e no Chile, celebra-se o réveillon junto aos túmulos dos entes queridos. Essas práticas revelam a diversidade cultural na passagem do ano.

As tradicionais comemorações de Ano Novo pelo mundo exibem costumes peculiares que vão além do popular uso da roupa branca ou da contagem regressiva. São rituais que expressam desejos de sorte, renovação e proteção contra energias negativas, mas com toques inusitados que variam bastante de país para país.

Na Finlândia, por exemplo, uma técnica consiste em derreter ferraduras de estanho para interpretar as formas que o metal sólido assume ao esfriar na água. Essas figuras são lidas como presságios para o futuro próximo, ainda que esse costume tenha sofrido restrições devido à toxicidade do chumbo liberado pelo estanho quente, sendo recomendada a substituição por cera ou açúcar.

Já na Dinamarca, a tradição de quebrar pratos na porta dos amigos simboliza a quebra dos problemas do passado, abrindo caminho para um novo ciclo com boa sorte. Apesar de parecer agressiva, essa prática é uma forma de demonstração afetiva e celebração coletiva.

Em outro continente, na África do Sul, alguns moradores de Joanesburgo descartam móveis antigos pela janela para representar uma renovação completa, atitude que, apesar de tradicional, enfrenaria questões de segurança e legalidade.

No Equador, o ritual inclui a queima dos “monigotes” — grandes bonecos humanos que personificam tudo que foi negativo durante o ano. A prática tem raízes históricas, associadas inicialmente ao combate à epidemia de febre amarela.

Na Escócia, a festa reúne labaredas em forma de bolas de fogo que iluminam as ruas durante o réveillon, enquanto no Chile, em Talca, as famílias mantêm a tradição de celebrar ao lado dos túmulos de entes queridos no cemitério local, refletindo uma conexão entre a vida e a memória dos que já se foram.

Essas peculiaridades mostram como as pessoas buscam maneiras únicas de marcar a passagem do tempo e trazer boas energias para o novo ciclo.

Via Super

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