O salário-mínimo no Brasil foi reajustado para R$ 1.621 a partir desta quinta-feira (1º), representando um aumento de 6,79% em relação ao valor anterior de R$ 1.518. O índice de inflação considerado para esse reajuste foi o INPC acumulado nos últimos 12 meses.
Essa correção, divulgada pelo Ministério do Planejamento, leva em conta também o crescimento econômico do país nos últimos dois anos, limitado por regras fiscais que impõem um teto para o aumento além da inflação. O novo valor passou por arredondamento legal para R$ 1.621.
De acordo com o Dieese, o reajuste deve injetar cerca de R$ 81,7 bilhões na economia brasileira, impactando diretamente na renda, consumo e arrecadação do país, mesmo diante das restrições fiscais atuais.
O salário-mínimo no Brasil foi reajustado para R$ 1.621 a partir desta quinta-feira (1º). O índice de aumento corresponde a 6,79% ou R$ 103 em relação ao valor anterior, que era de R$ 1.518.
Esse ajuste foi divulgado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O INPC registrado em novembro foi de 0,03%, acumulando uma alta de 4,18% em 12 meses.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a correção no salário-mínimo deve injetar cerca de R$ 81,7 bilhões na economia brasileira, levando em conta efeitos sobre renda, consumo e arrecadação, mesmo diante de restrições fiscais mais rigorosas.
A metodologia para o reajuste inclui a correção pelo INPC dos últimos 12 meses e pelo crescimento econômico dos dois anos anteriores. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam expansão de 3,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2024.
Porém, o arcabouço fiscal limita o aumento acima da inflação a um intervalo entre 0,6% e 2,5%. Isso levou ao valor final do salário-mínimo de R$ 1.621 para 2026, aplicando o arredondamento previsto por lei.
Via InfoMoney