No deserto do Saara, uma acácia conhecida como a árvore mais isolada do planeta resistiu por séculos em uma região sem outras plantas por 400 km. Essa árvore servia de ponto de referência para caravanas transaarianas entre os séculos 3 e 19 e sobrevivia graças a raízes que alcançavam um lençol freático profundo.
Ela sofreu dois acidentes causados por veículos: na década de 1940 um carro derrubou parte dela e em 1973 um caminhão a atingiu definitivamente, causando sua queda. Após o incidente, seus restos foram levados para um museu enquanto um monumento foi instalado no local original.
Essa história revela como um elemento natural solitário, que resistiu a condições extremas por séculos, foi derrubado por causas humanas e acidentes inesperados, evidenciando o impacto do trânsito até em locais remotos.
Localizada no deserto do Saara, a árvore mais isolada do planeta, uma acácia da espécie Vachellia tortilis, resistiu por séculos na região conhecida como Teneré, uma área de 400 km em volta dela sem qualquer outra planta. Apesar da vastidão de dunas e areia, essa árvore servia de referência para caravanas transaarianas entre os séculos 3 e 19.
Na década de 1930, um poço revelou que suas raízes alcançavam um lençol freático, explicando sua sobrevivência em um ambiente tão inóspito. Durante muito tempo, a acácia ficou intacta, respeitada por viajantes que a tratavam quase como um marco sagrado.
No entanto, a árvore sofreu dois acidentes. Na década de 1940, um carro colidiu com um de seus dois caules, atingindo e derrubando uma parte dela. O incidente foi escondido pelo motorista, que cortou o caule danificado. Apesar disso, a árvore continuou viva, agora com apenas um caule.
Em 1973, um caminhão atingiu a árvore, causando sua queda definitiva. Há relatos controversos sobre as circunstâncias exatas, incluindo uma possível influência de um tornado. Após a queda, seus restos foram levados para o Museu Nacional do Níger, em Niamei. No local original, foi instalado um monumento metálico para marcar onde a árvore esteve de pé.
É curioso que em uma região tão remota, a árvore tenha sido atingida duas vezes por veículos. Resistiu a condições naturais extremas, mas não ao trânsito humano. A história mostra como mesmo elementos naturais solitários podem ser afetados por acidentes inesperados.
Via Super