Impactos de 2025 nas mudanças climáticas: transformações em mercados, tecnologia e políticas públicas

Entenda as principais mudanças em mercados e políticas climáticas em 2025 e seu impacto nas emissões de carbono.
03/01/2026 às 06:05 | Atualizado há 2 semanas
               
Ano decisivo: capital e tecnologia impulsionam transição para energia limpa e menor impacto. (Imagem/Reprodução: Forbes)

Em 2025, o setor energético bateu recordes negativos nas emissões de CO₂ devido aos combustíveis fósseis, apesar de avanços em energia limpa. Houve redução nas emissões do uso da terra, o que contribuiu para estabilizar o volume total de carbono em comparação a 2024.

O investimento mundial em energias renováveis superou os aportes em combustíveis fósseis, impulsionando tecnologias como solar, eólica e armazenamento. A China, por exemplo, já apresenta redução nas emissões do setor elétrico, com expansão rápida da energia renovável e nuclear.

Avanços em tecnologias emergentes e estratégias de economia circular começaram a entrar no mercado, trazendo novas possibilidades de descarbonização. Políticas públicas avançam lentamente, mas iniciativas locais mostram benefícios ambientais e sociais, apontando desafios para 2026.

Em 2025, o setor de energia atingiu um recorde nas emissões de CO₂ provenientes de combustíveis fósseis, apesar dos alertas sobre o orçamento global de carbono. Por outro lado, houve uma queda expressiva nas emissões ligadas ao uso da terra, o que pode ter estabilizado o volume total de CO₂ em comparação a 2024. Esse quadro apresenta um possível ponto de inflexão, dependendo da expansão contínua da energia limpa.

O investimento global em tecnologias de energia limpa alcançou US$ 2,2 trilhões, superando os recursos aplicados em combustíveis fósseis. Isso representa uma mudança estrutural no financiamento energético, reorganizando cadeias de suprimento, inovação e mercado de trabalho, com foco em fontes como solar, eólica e armazenamento.

Na prática, solar e eólica cobriram quase toda a nova demanda elétrica do primeiro semestre de 2025. A China teve uma redução nas emissões do setor elétrico, resultado da rápida implantação de energia renovável e nuclear, sinalizando que essa área pode ter atingido seu pico ou já o ultrapassou.

Ainda que desafios existam, avanços em tecnologias como eletrocombustíveis, remoção de carbono e armazenamento começaram a sair do laboratório para aplicações comerciais, aumentando as possibilidades de descarbonização em setores complexos.

Empresas também adotaram estratégias circulares para reduzir custos e impactos ambientais, transformando a economia circular em uma abordagem operacional relevante para diversos setores.

Enquanto políticas públicas avançam lentamente, iniciativas locais de restauração e investimento em energia renovável comunitária mostram benefícios tanto ambientais quanto sociais. Para 2026, o principal desafio será sustentar e ampliar esses progressos num cenário climático ainda crítico.

Via Forbes Brasil

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