A produção e o refino de petróleo na Venezuela, controlados pela estatal PDVSA, continuam funcionando normalmente após recentes ataques dos Estados Unidos, conforme reportado pela Reuters. As instalações petrolíferas não sofreram danos, garantindo a continuidade das operações.
Apesar da ação militar dos EUA, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, o porto de La Guaira foi o único local afetado, sem impacto direto no setor petrolífero. O país ainda enfrenta desafios devido ao bloqueio norte-americano e a um ataque cibernético recente.
O mercado internacional acompanha a situação com volatilidade nos preços do petróleo, influenciados por tensões geopolíticas e negociações internacionais. A operação da PDVSA, mesmo isolada e com procedimentos manuais, mantém sua produção e refino ativos.
A produção e o refino de petróleo da Venezuela, que são controlados pelo Estado, continuam funcionando normalmente, mesmo após os ataques recentes realizados pelos Estados Unidos ao país. Fontes com conhecimento das operações da empresa estatal PDVSA informaram à Reuters que não houve danos nessas instalações.
A ação militar dos EUA durante a madrugada do sábado (3) também resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, medida confirmada pelo ex-presidente Donald Trump, que vinha acusando o governo da Venezuela de envolvimento com o tráfico de drogas.
Enquanto o porto de La Guaira, perto de Caracas, sofreu danos consideráveis, ele não é usado para exportação de petróleo, minimizando o impacto direto nas operações da PDVSA. No entanto, o setor enfrenta dificuldades desde dezembro, quando os EUA impuseram um bloqueio a navios petroleiros venezuelanos, reduzindo as exportações para cerca da metade dos 950 mil barris diários registrados em novembro.
Essa restrição afastou embarcações das águas venezuelanas, gerando um aumento nos estoques da PDVSA e obrigando a petrolífera a armazenar petróleo em navios-tanque para manter sua produção e refino em operação.
Além desses problemas, a empresa ainda se recupera de um ataque cibernético ocorrido em dezembro, que forçou o isolamento de várias instalações do sistema central de controle, resultando em procedimentos manuais para continuidade das operações.
No mercado internacional, os preços do petróleo Brent para março fecharam com leve queda, a US$ 60,75 o barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) caiu a US$ 57,32 o barril para contratos de fevereiro. As tensões geopolíticas, junto com negociações entre a Rússia e Ucrânia e a próxima reunião da Opep+, influenciam a volatilidade do mercado.
Via Money Times