O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que os Estados Unidos devem liberar imediatamente Nicolás Maduro e sua esposa, ressaltando a importância do diálogo para resolver a crise venezuelana. A China acusa os EUA de violar a soberania e as leis internacionais nessa ação.
A captura de Maduro pelos EUA foi considerada uma das operações mais complexas da história recente americana e aumentou as tensões geopolíticas na América Latina, palco de disputas entre potências globais como China e Estados Unidos.
O episódio elevou as preocupações sobre a estabilidade regional e as relações internacionais, com aliados de Maduro e a própria China pedindo negociações para garantir a segurança e a estabilidade política na Venezuela.
O Ministério das Relações Exteriores da China declarou que os Estados Unidos devem libertar Nicolás Maduro e sua esposa imediatamente, ressaltando a necessidade de resolver a crise na Venezuela por meio de diálogo e negociação. O governo chinês acusou os EUA de violarem leis internacionais ao deportar o presidente venezuelano e sua companheira, cobrando a garantia da segurança pessoal de ambos.
A captura de Maduro e de Cilia Flores pelos Estados Unidos surpreendeu a comunidade internacional. Fontes indicam que essa operação envolveu meses de planejamento e vários ensaios, caracterizando-se entre as mais complexas da história recente americana. O ex-presidente Donald Trump declarou que os EUA permanecerão na Venezuela “e essencialmente comandarão o país” até que ocorra uma transição política segura.
Essa intervenção gerou reação imediata da China, que vê a ação como uma violação de soberania. A tensão reforça as disputas geopolíticas já presentes na América Latina, onde a influência norte-americana é contestada por potências globais como a China. A situação acompanha um cenário de instabilidade na Venezuela, que enfrenta desafios econômicos e políticos graves.
Além disso, aliados de Maduro, como a vice-presidente venezuelana, também reforçaram a legitimidade do governo atual, pedindo a libertação imediata do presidente e classificando a prisão como ilegal.
O desdobramento dessa situação deve ser acompanhado de perto, considerando o impacto potencial nas relações internacionais e na estabilidade regional. O diálogo permanece como o caminho indicado por Pequim para a resolução do conflito.
Via Money Times