EUA capturam Nicolás Maduro em operação militar controversa

Nicolás Maduro foi capturado pelos EUA em operação militar. Saiba tudo sobre a ação e suas implicações.
04/01/2026 às 18:43 | Atualizado há 3 meses
               
A descrição é uma notícia falsa e sensacionalista, sem respaldo em fatos reais. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado pelos Estados Unidos durante uma operação militar realizada no último sábado. A ação mobilizou cerca de 150 aeronaves e helicópteros, desativando as defesas aéreas venezuelanas e resultando na prisão de Maduro e sua esposa, que foram levados a Nova York para responder a acusações criminais.

Apesar do presidente Trump classificar a operação como uma missão de aplicação da lei, a intervenção gerou questionamentos sobre sua legalidade e recebeu críticas do governo venezuelano, que afirma que Maduro ainda mantém o controle do país. A situação permanece incerta, com os EUA impondo restrições ao comércio de petróleo venezuelano.

Maduro é acusado de crimes relacionados a narcoterrorismo e tráfico de drogas, com supostos vínculos ao cartel militar conhecido como Cartel de los Soles. A captura marca um episódio importante nas relações entre Venezuela e Estados Unidos, com repercussões políticas e econômicas para a região.

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Nova York no último sábado (4) para enfrentar acusações relacionadas a tráfico de drogas e armas. A captura ocorreu horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que as forças americanas realizaram uma operação militar que resultou na prisão do líder venezuelano, com a intenção de “administrar” o país.

A ação, que contou com 150 aeronaves e helicópteros militares, desativou as defesas aéreas da Venezuela e durou cerca de duas horas. Segundo autoridades dos EUA, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, se renderam após resistência e foram levados para Nova York, onde foram apresentados formalmente às autoridades judiciais. Nenhum soldado americano morreu, mas houve ferimentos entre os militares envolvidos.

Enquanto Trump sustenta que a operação foi uma missão de aplicação da lei, e não uma ação militar, houve questionamentos sobre a legalidade do ataque por parte de membros do Congresso dos EUA. Por sua vez, o governo venezuelano, liderado temporariamente por Delcy Rodríguez, presidente interina indicada pelo Supremo Tribunal, repudia a intervenção. O ministro da Defesa venezuelano afirmou que Maduro ainda está no poder e que o Exército mantém a governabilidade.

Maduro enfrenta acusações que incluem narcoterrorismo, importação de cocaína e posse ilegal de armas. A denúncia remete a vínculos com o suposto Cartel de los Soles, envolvido no tráfico por oficiais militares, embora sem provas públicas sobre o controle direto do ex-presidente.

Os EUA pretendem manter controle sobre a Venezuela enquanto a situação segue indefinida, com medidas para restringir o comércio de petróleo sancionado.

Via InfoMoney

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