Superagentes de IA prometem transformar o varejo brasileiro até 2026

Superagentes de IA devem aumentar eficiência e receita no varejo brasileiro até 2026.
05/01/2026 às 20:42 | Atualizado há 1 semana
               
Claro! Por favor, envie a descrição para que eu possa analisá-la e criar a frase. (Imagem/Reprodução: Tiinside)

O varejo brasileiro está prestes a passar por uma grande transformação com a adoção dos superagentes de inteligência artificial (IA). Até 2026, estima-se que 40% das aplicações corporativas usem esses agentes para automatizar e otimizar processos, melhorando a eficiência operacional.

Além da automação, os superagentes também promovem uma melhor experiência para o consumidor ao manter operações estáveis e analisar o comportamento do cliente com maior precisão. Isso possibilita respostas rápidas a insatisfações e ajustes dinâmicos de preço para se manter competitivo.

A tendência é o crescimento do uso de IA no setor, que deve chegar a 85% até 2027. A adoção necessita ser feita com segurança e maturidade, adotando práticas de governança como a norma ISO 42001 para proteger dados e garantir a confiabilidade das operações.

O setor varejista vive transformações com o avanço da inteligência artificial. De acordo com o Gartner, até 2026, 40% das aplicações corporativas devem contar com agentes de IA responsáveis por tarefas específicas, um salto significativo diante dos atuais 5%. Para 2035, esses agentes devem gerar cerca de US$ 450 bilhões em receita, estimulando interações humanas mais ágeis e eficientes.

Especialistas ressaltam que o uso estratégico dos superagentes no varejo é fundamental para alcançar ganhos reais, evitando o simples acompanhamento das tendências. No comércio eletrônico, eles ajudam a manter a operação mesmo diante de falhas, processando pedidos de forma assíncrona para que o consumidor finalize suas compras sem interrupções.

Além disso, a análise sentimental feita pelos superagentes aprimora a compreensão do comportamento do cliente, revelando insatisfações não formalizadas. Isso permite que as empresas reajam antecipadamente, melhorando experiências e aumentando a fidelização.

A precificação dinâmica, facilitada pela IA, também ganha destaque. Superagentes monitoram preços da concorrência em tempo real, sugerindo ajustes para manter a competitividade sem trabalho manual intenso.

O crescimento do uso de IA no varejo deve passar de 33% para 85% até 2027, impulsionando a adoção de soluções que geram “quick wins” e otimizam operações. A segurança segue como prioridade, com certificações como a ISO 42001 sendo recomendadas para garantir governança eficiente e evitar riscos.

Dessa forma, o varejo deve integrar os superagentes de forma madura e segura para transformar processos e melhorar resultados, indo além do modismo.

Via TI Inside

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.