O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,10% em dezembro de 2025, abaixo da expectativa de 0,15%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse resultado foi influenciado principalmente pelo comportamento do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que cresceu modestamente após retração no mês anterior.
Em 2025, o IGP-DI fechou o ano com deflação de 1,20%, revertendo a alta de 6,86% em 2024. O índice reflete também a estabilidade do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que manteve alta de 0,28% em novembro e dezembro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou, com alta de 0,21% em dezembro e acumulado de 5,92% no ano.
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve alta menor que o esperado em dezembro de 2025, subindo 0,10% após 0,01% em novembro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). A expectativa era de uma alta de 0,15%, mas o resultado ficou abaixo disso, refletindo principalmente o comportamento dos preços ao produtor.
Em 2025, o IGP-DI registrou deflação de 1,20%, voltando a fechar o ano no negativo após subidas de 6,86% em 2024 e quedas de 3,30% em 2023. A desaceleração foi influenciada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que corresponde a 60% do indicador geral e cresceu 0,03% em dezembro, revertendo a retração de 0,11% no mês anterior. Em 12 meses, o IPA-DI acumulou queda de 3,61%, marcada por reduções nos preços da indústria extrativa e agrícola.
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), responsável por 30% do IGP-DI, manteve a alta de 0,28% tanto em novembro quanto em dezembro, acumulando 4% no ano. Entre as oito categorias de despesa, destaque para avanço nos preços de Transportes (de -0,03% para 0,38%), Alimentação (de -0,03% para 0,13%) e Vestuário (de -0,87% para 0,27%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou em dezembro, com elevação de 0,21% ante 0,27% em novembro, fechando o ano com alta acumulada de 5,92%. O IGP-DI considera preços ao produtor, consumidor e custos da construção civil coletados entre o primeiro e o último dia do mês.
Via Money Times