A fusão entre Rio Tinto e Glencore está em fase preliminar, podendo criar a maior mineradora do mundo em valor de mercado. A negociação envolve troca de ações, com prazo para definição até 5 de fevereiro, conforme regras britânicas.
Ambas as empresas possuem forte atuação em cobre, minério de ferro e outros metais essenciais para a eletrificação industrial e a transição energética global. A união fortalecia sua posição frente à concorrência, como a BHP e a Vale.
O novo grupo teria valor de mercado estimado em mais de US$ 200 bilhões. Isso reforça o interesse em dominar o mercado de metais para eletrificação, diante das projeções de alta demanda nos próximos anos.
A fusão entre a Rio Tinto e a Glencore está em fase preliminar, com conversas abertas para uma possível junção que criaria a maior mineradora do mundo em valor de mercado, ultrapassando a BHP. Segundo informações oficiais, a negociação envolveria a troca de ações, e o prazo para anunciar um acordo vinculante ou encerrar as conversas é 5 de fevereiro, conforme regras britânicas.
A australiana Rio Tinto, que compete com a Vale na produção de minério de ferro, tem investido em cobre, mirando o crescimento impulsionado pela transição energética global. Among its assets, the Rio Tinto operates the Simandou project in Guinea, uma das novas frentes para minério de ferro, com parcerias chinesas iniciando operações.
A Glencore é conhecida por sua atuação em trading de commodities e mineração de metais-chave como cobre e níquel, que são essenciais para a eletrificação industrial. A fusão fortaleceria a presença dos dois grupos no cobre, mercado em expansão devido ao aumento no consumo, especialmente para data centers de inteligência artificial e baterias elétricas.
Estimativas indicam que a nova empresa teria um valor de mercado superior a US$ 200 bilhões, contra os US$ 160 bilhões da BHP. A Rio Tinto projeta produção de cobre entre 780 mil e 850 mil toneladas, enquanto a Glencore mira 850 mil a 875 mil toneladas, números bastante superiores aos da Vale no mesmo setor.
Este movimento reforça o interesse dos grandes players em dominar o mercado de metais para eletrificação, em meio a projeções de desbalanceamento entre oferta e demanda nas próximas décadas.
Via Brazil Journal