As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, lideradas pelo avanço das ações do setor de defesa. O índice Nikkei, em Tóquio, subiu 1,61%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul cresceu 0,75%, renovando máxima histórica pelo sexto dia.
Esse movimento reflete a influência da operação militar dos EUA na Venezuela e a proposta de aumento nos gastos militares de Washington até 2027. Além disso, indicadores econômicos positivos da China contribuíram para o otimismo dos investidores.
Outros mercados asiáticos também registraram ganhos, como Hong Kong e Xangai, enquanto a bolsa australiana teve estabilidade. A notícia destaca a convergência do cenário geopolítico e econômico na valorização dos ativos na região.
As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em alta na sexta-feira (9), impulsionadas pelo desempenho das ações do setor de defesa e por indicadores econômicos da China. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 1,61%, alcançando 51.939,89 pontos, com destaque para empresas como IHI Corp (+3,32%) e Kawasaki Heavy Industries (+3,17%).
Na Coreia do Sul, o índice Kospi avançou 0,75%, atingindo 4.586,32 pontos, em meio ao forte salto das ações de defesa: Hanwha Aerospace subiu 11,38%, Poongsan ganhou 6,05% e Korea Aerospace valorizou 4,90%. O Kospi renovou a máxima histórica pelo sexto dia consecutivo.
O movimento nos papéis do setor de defesa está relacionado à operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que derrubou Nicolás Maduro, além das pressões de Washington para controlar a Groenlândia e a proposta do presidente Donald Trump para aumentar os gastos militares em 50% até 2027, chegando a US$ 1,5 trilhão.
Outras bolsas asiáticas também tiveram variações positivas: o Hang Seng em Hong Kong subiu 0,32%, enquanto o Xangai Composto na China continental avançou 0,92%. A inflação ao consumidor na China acelerou levemente para 0,8% em dezembro, em linha com as previsões.
Já a bolsa australiana fechou praticamente estável, com baixa de 0,03%, enquanto as ações da mineradora Rio Tinto caíram 6,27% após a retomada de negociações com a Glencore para uma possível fusão.
Via Money Times