Países da União Europeia aprovaram um acordo comercial com o Mercosul depois de 26 anos de negociações. A decisão foi tomada em reunião de embaixadores da UE, abrindo caminho para a assinatura do maior tratado de livre comércio da história do bloco europeu.
Apesar da aprovação, França, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda votaram contra, enquanto Bélgica se absteve. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu para entrar em vigor. Mecanismos de controle foram incluídos para monitorar e reagir a distúrbios no mercado.
O tratado estabelece regras para o comércio entre UE e países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), com impacto importante nos setores agrícola e industrial. Essa parceria marca um avanço significativo nas relações comerciais internacionais dos dois blocos.
Países da União Europeia deram sinal verde para um acordo comercial com o Mercosul após 26 anos de negociações. A aprovação ocorreu em reunião de embaixadores da UE em Bruxelas e prepara o terreno para que o bloco europeu assine, provavelmente na próxima semana, o maior tratado de livre-comércio da sua história.
Apesar de o acordo ter sido avançado, a França e outros países, como Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda, votaram contra. A Bélgica optou pela abstenção. Para seguir adiante e entrar em vigor, o tratado ainda precisará do aval do Parlamento Europeu.
Para atender às preocupações de alguns Estados-membros, foi incluída uma salvaguarda que permite à UE monitorar as importações do Mercosul e agir caso haja perturbações relevantes no mercado europeu. A Itália contribuiu para que o limite que aciona essa verificação fosse reduzido de 8% para 5% das importações.
O acordo vai estabelecer regras para o comércio entre a UE e o bloco composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, representando um marco importante nas relações comerciais internacionais dos dois lados.
Essa medida é um passo após duas décadas e meia de negociações, trazendo potencial impacto para os setores agrícolas e industriais envolvidos nos fluxos comerciais entre os continentes. Fica claro o interesse em equilibrar a abertura comercial com mecanismos de controle que evitem desequilíbrios bruscos.
Via InfoMoney