A União Europeia aprovou o acordo comercial com o Mercosul após mais de 25 anos de negociações, criando a maior zona de livre comércio global. O pacto elimina tarifas sobre produtos industriais e agrícolas entre os países do Mercosul e a UE, incluindo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
O acordo facilita o comércio entre as regiões, beneficiando setores como veículos, vinhos e produtos agrícolas, sobretudo carnes bovinas. Apesar da resistência de alguns países da UE preocupados com o impacto no setor agrícola local, a aprovação marca avanço nas relações comerciais entre Europa e Mercosul.
Essa decisão deve impactar positivamente o comércio mundial, abrindo novos mercados e estabelecendo regras que promovem a economia para produtores e consumidores dos dois blocos.
A União Europeia aprovou o acordo comercial com o Mercosul, após mais de 25 anos de negociações. O pacto cria a maior zona de livre comércio global, possibilitando a eliminação de tarifas sobre produtos industriais e agrícolas entre o bloco europeu e os países sul-americanos — Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
O acordo visa facilitar o comércio, especialmente para setores como veículos e vinhos europeus, além de ampliar a entrada de carnes bovinas e outros produtos agrícolas do Mercosul no mercado europeu. Essa abertura comercial atende a cláusulas que buscam reduzir a resistência, sobretudo dos agricultores da União Europeia, preocupados com possíveis impactos negativos.
A ratificação do acordo acontece em um cenário de relações transatlânticas complexas, marcadas por tensões entre a UE e os Estados Unidos durante a administração do presidente Donald Trump. A Comissão Europeia apostou na rápida aprovação, após finalizar as negociações em dezembro de 2024.
Apesar de sua importância, o acordo enfrentou resistência de alguns países dentro da União Europeia, como a França, devido a preocupações com o setor agrícola local. Ainda assim, a decisão representa um avanço nas relações comerciais entre a Europa e o Mercosul, mostrando o interesse mútuo em fortalecer o comércio internacional.
Esse passo pode ter efeitos significativos para o comércio mundial ao estabelecer novas regras e abrir mercados para produtos de ambas as regiões, com consequências econômicas relevantes para produtores e consumidores.
Via Money Times