A inteligência artificial Grok, integrada à rede social X de Elon Musk, passou a limitar o uso gratuito da função de edição de imagens. A mudança ocorreu após denúncias de criação de fotos falsas envolvendo mulheres e crianças, com uso indevido da ferramenta.
Agora, a edição de imagens está disponível apenas para assinantes pagantes. A rede social X investiga os casos e pretende atualizar sobre as medidas de controle. A ação visa impedir abusos e proteger usuários de conteúdos sensíveis e manipulados digitalmente.
A inteligência artificial Grok, integrada à rede social X, de Elon Musk, passou a restringir o uso gratuito da função de edição de imagens. Essa mudança ocorre depois que a ferramenta foi utilizada para criar fotos íntimas falsas de mulheres e crianças, usando imagens reais. Agora, o Grok alerta que a geração e modificação de imagens estão disponíveis apenas para assinantes.
Ao tentar usar o recurso, a resposta apresentada orienta que “a geração e edição de imagens atualmente são limitadas a assinantes pagantes” e oferece um link para a página de assinatura. A medida foi percebida após denúncias de uso indevido da ferramenta.
O caso ganhou destaque após relatos de pessoas, como a jornalista Julie Yukari, que teve imagens manipuladas para simular nudez, e também uma brasileira que teve fotos adulteradas para criar imagens falsas com pouca roupa. A prática tem sido muito criticada, já que envolve conteúdos sensíveis e expõe vítimas.
A rede social X informou que está investigando o assunto e promete fornecer atualizações em breve. O episódio evidencia os desafios relacionados à moderação e controle do uso de inteligência artificial em plataformas digitais.
A mudança no acesso à função de edição pode ser vista como uma tentativa de conter o uso indevido da IA para a criação de imagens manipuladas, protegendo usuários contra esse tipo de abuso. A polêmica deve continuar a mobilizar discussões sobre ética e limites no uso da tecnologia.
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