Brava Energia confirmou a renúncia do CEO Décio Oddone, que permanecerá no cargo até 31 de janeiro de 2026 para garantir uma transição organizada. Richard Kovacs assume o comando da companhia a partir de 1º de fevereiro de 2026, deixando a presidência do conselho, onde Alexandre Cruz será o novo presidente.
O conselho destacou que a mudança visa manter a continuidade da estratégia de longo prazo, focada em disciplina financeira, segurança operacional e eficiência. Kovacs também permanecerá como membro do conselho após assumir o cargo máximo da Brava Energia.
Em desempenho recente, a empresa registrou crescimento na produção média diária de petróleo, atingindo 74,6 mil barris equivalentes em dezembro de 2026, resultado da normalização em campos estratégicos. A produção no ano cresceu 46% em relação a 2024, destacando o momento positivo e a estratégia sólida da companhia sob nova liderança.
A Brava Energia anunciou a renúncia de Décio Oddone ao cargo de diretor presidente (CEO), mantendo-o na função até 31 de janeiro de 2026 para garantir uma transição organizada. Richard Kovacs foi eleito para assumir o comando a partir de 1º de fevereiro de 2026, deixando a presidência do conselho, cargo que será ocupado por Alexandre Cruz.
O conselho destacou que a escolha de Kovacs visa manter a continuidade da estratégia de longo prazo da empresa, incluindo foco em disciplina de capital, segurança operacional e eficiência. Kovacs seguirá como membro do conselho após a posse na presidência da Brava.
No desempenho recente, a petrolífera registrou produção média diária de 74,6 mil barris de óleo equivalente (boe) em dezembro de 2026, avanço de 6% em relação ao mês anterior. Esse aumento é resultado da normalização da produção nos campos Atlanta e Papa-Terra, após manutenções, compensando paradas em Parque das Conchas e outras regiões, além da queda na demanda de gás em Manati.
Os dados indicam que, em dezembro de 2025, a Brava produziu 28,9 mil boe em terra e 45,6 mil boe no mar. O total médio diário no ano foi de 81,3 mil boe, um crescimento de 46% sobre 2024, com destaque para os campos Papa-Terra e Atlanta, que alcançaram os melhores resultados históricos em produção e eficiência.
Essas movimentações reforçam o momento da companhia no mercado de petróleo e gás, além de evidenciar a estratégia para a continuidade da operação sob nova liderança.
Via Money Times