Paleontologia em 2025: 5 descobertas importantes que ampliam o conhecimento sobre a vida animal

Confira as 5 descobertas paleontológicas mais relevantes de 2025 que revelam segredos da evolução e espécies inéditas.
13/01/2026 às 15:09 | Atualizado há 5 horas
               
Dinos, pegadas incríveis e megafauna gigante: uma viagem ao passado pré-histórico. (Imagem/Reprodução: Super)

Em 2025, a paleontologia trouxe avanços importantes, como a descoberta do Mosura fentoni, um artrópode marinho de 506 milhões de anos que ajuda a entender a evolução de muitas espécies. No Brasil, um dinossauro vomitou dois pterossauros, revelando uma nova espécie que amplia o conhecimento sobre a diversidade dos répteis voadores.

Também foi encontrado o fóssil mais antigo e completo de um paquicefalossauro na Mongólia, indicando comportamentos sociais desses dinossauros. Na Bolívia, a maior concentração de pegadas de dinossauros cresceu, mostrando suas movimentações há 70 milhões de anos. Essas descobertas enriquecem a história da vida na Terra.

Além disso, pesquisas no Brasil revisaram datas da megafauna extinta, indicando que mamutes e preguiças-gigantes conviveram com humanos por mais tempo do que se pensava. Isso pode influenciar interpretações culturais, como o mito do mapinguari na Amazônia, relacionando ciência e folclore.

Em 2025, a paleontologia registrou descobertas que ajudam a entender a evolução dos animais e a história da vida na Terra. Uma delas é o Mosura fentoni, um artrópode marinho de 506 milhões de anos com três olhos, que amplia o conhecimento sobre a diversificação dos ancestrais de cerca de 80% das espécies animais atuais.

Outro achado inusitado aconteceu no Brasil, onde um dinossauro vomitou dois pterossauros, tombados em um bloco fossilizado. Esse “vômito” revelou uma nova espécie batizada de Bakiribu waridza, com mandíbula longa e dentes finos, sendo o primeiro registro desse grupo nos trópicos e fechando lacunas evolutivas.

Pesquisadores também desenterraram o fóssil mais antigo e completo de um paquicefalossauro, dinossauro com crânio grosso usado em interações sociais. O Zavacephale rinpoche, encontrado na Mongólia, tinha o crânio formado ainda jovem, reforçando teorias sobre o comportamento do grupo.

Na Bolívia, a maior concentração mundial de pegadas de dinossauros foi ampliada para 16,6 mil marcas, destacando múltiplas espécies e mostrando sua movimentação em ecossistemas há 70 milhões de anos. Esse painel ressalta a diversidade e comportamento dos animais que dominaram o continente.

No Brasil, uma pesquisa revisou datas da megafauna extinta entre 12 mil e 3 mil anos atrás. Mamutes e preguiças-gigantes teriam coexistido com humanos por mais tempo do que se pensava, o que pode ter influenciado lendas como a do mapinguari, uma criatura do folclore amazônico.

Via Super

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.