O Ibovespa opera atento aos indicadores econômicos internacionais nesta quarta-feira (14). O foco está no balanço comercial da China, que mostra um superávit recorde impulsionado por exportações para Ásia, África e América Latina.
Nos EUA, o mercado aguarda dados importantes como o Índice de Preços ao Produtor (PPI) e as vendas no varejo, além do relatório “Livro Bege” do Federal Reserve, que ajudam a avaliar a situação econômica do país. Esses números influenciam diretamente as expectativas para o mercado financeiro.
Enquanto isso, o mercado de criptomoedas registra alta, com Bitcoin e Ethereum valorizados. As bolsas americanas apresentam leve queda, e os futuros indicam movimentações mistas. No cenário asiático, índices como o Nikkei seguem em alta, impulsionados por fatores políticos e econômicos locais.
O Ibovespa acompanha nesta quarta-feira (14) indicadores internacionais, enquanto a agenda doméstica está mais leve. As atenções se voltam para o balanço comercial da China, divulgado em meio a um superávit recorde de quase US$ 1,2 trilhão em 2025. Esse resultado decorre do aumento das exportações para mercados fora dos Estados Unidos, especialmente no Sudeste Asiático, África e América Latina.
Além disso, nos Estados Unidos, são aguardados os dados do PPI (Índice de Preços ao Produtor) e as vendas no varejo, ambos essenciais para traçar o quadro econômico do país. À tarde, será divulgado o Livro Bege, relatório que traz percepções do Federal Reserve sobre a situação econômica dos EUA.
No mercado de criptomoedas, o Bitcoin teve alta de 2,9%, cotado a US$ 95.099,03, enquanto o Ethereum subiu 6,1%, chegando a US$ 3.329,14. Já o petróleo recua, com o Brent caindo 1,19%, a US$ 64,69 por barril, e o WTI recuando 1,19%, a US$ 60,42.
Os futuros das bolsas americanas operam em queda, com S&P 500, Dow Jones e Nasdaq em leve baixa, entre -0,14% e -0,16%. No pré-market dos EUA, os ADRs da Petrobras caem 0,41%, enquanto os da Vale avançam 0,99%.
As bolsas asiáticas fecharam mistas. O índice Nikkei, do Japão, atingiu nova máxima recorde, impulsionado pela expectativa de eleição geral. A Coreia do Sul registrou sua nona máxima histórica consecutiva.
Via Money Times