A montadora chinesa GWM indicou interesse em abrir uma fábrica no Espírito Santo, conforme comunicado oficial do governo do estado. A iniciativa foi debatida durante encontro do vice-governador Ricardo Ferraço na China, com participação do governador Renato Casagrande via vídeo.
A possível nova unidade surge após a inauguração da fábrica em São Paulo, que produz 50 mil veículos anuais. A GWM pretende aumentar a capacidade para até 300 mil veículos no Brasil, o que justifica a expansão.
O local e valores do investimento ainda não foram definidos. A expectativa é de que a fábrica fortaleça a economia local e gere empregos, aproveitando o relacionamento comercial já existente com os portos capixabas.
A montadora chinesa GWM demonstrou interesse em instalar uma nova fábrica no Espírito Santo, segundo comunicado do governo estadual. O compromisso foi firmado durante visita do vice-governador Ricardo Ferraço à China, na cidade de Baoding, onde ficam as instalações da empresa. O encontro também contou com a participação do governador capixaba Renato Casagrande, via videochamada.
Este possível segundo polo industrial surge após a inauguração recente da fábrica de carros híbridos em Iracemápolis, São Paulo. Atualmente, a unidade paulista tem capacidade para produzir 50 mil veículos por ano, enquanto a GWM planeja alcançar entre 250 mil e 300 mil veículos no Brasil, o que sugere a necessidade de expansão.
Até o momento, o local para a nova fábrica no Espírito Santo ainda não foi definido, e o investimento financeiro permanece sem divulgação. A iniciativa visa ampliar os investimentos e gerar empregos, fortalecendo o desenvolvimento econômico da região.
Além disso, o governo estadual destaca que a GWM já utiliza os portos do Espírito Santo para importar mais de 45 mil veículos no ano passado, indicando um relacionamento comercial consolidado no estado.
O governo capixaba reforça o interesse em captar oportunidades que impulsionem o crescimento local, posicionando a instalação da nova fábrica como uma estratégia para continuar este caminho. A GWM, por sua vez, ainda não se pronunciou formalmente sobre os detalhes do projeto.
Via InfoMoney